O WhatsApp está trabalhando em recurso que impõe uma idade mínima necessária para acessar o aplicativo. Segundo informações do WABEtainfo, menores de 13 anos não poderão criar uma conta no app de mensagens, e aqueles que já a possuem, mas não atendem ao novo requisito, serão banidos. Na Europa, o limite será de 16 anos.
A medida visa impedir que crianças tenham acesso a uma conta no aplicativo de bate-papo, a fim de cuidar de seus dados pessoais e também evitar que sejam enganadas por agressores e pedófilos.O WABEtainfo afirma que a atualização deve chegar em breve, na versão 2.19.222, e se espera que o primeiro sistema operacional a recebê-lo seja o iOS, mas datas específicas ainda são desconhecidas.
Come segunda na moral.
Na terça já dá uma vacilada. Mas foi na ginástica.
Na 4a se arrependeu da 3a e voltou a ficar na moral.
Na quinta já começou a aquecer as turbinas da 6a sem lei, mesmo com academia.
Aí sábado e domingo tocou o F&da-se.
E então chega no endocrinologista com o papo torto: “Doutor, eu não como nada, não sei porque engordo!”
Nunca vi obeso em campo de concentração.
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Para os COACHES: Parem de psicologizar a doença obesidade e tentar surfar numa onda de Nazaré, Portugal. Isso acaba matando.
Para os OBESOS: Parem de se enganarem. Vocês comem e comem muito. Não necessariamente muita comida em quilogramas, mas em calorias sim, e gastam menos do que deveriam. Senão não seriam obesas(os).
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ESTA CIÊNCIA SÓ SE TRATA COM MATEMÁTICA: O QUE ENTRA TEM QUE SER MENOR DO QUE SAI.
Coma melhor, mas coma direito. E esqueça dia do lixo porque isso a COMLURB já está tratando de fazer. O dia do lixo pode causar uma pontada no seu coração, ou a explosão de uma artéria no cérebro. Aí, FIM. Vai morrer. Ou no mínimo, sofrer.
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Entendam que o melhor tratamento da obesidade não é buscar perder quando se está 30 kg acima, mas quando sair do peso normal. E o mais bizarro: tem obeso que acha que seu peso é normal, que a barriga de “chopp” não é obesidade. Pois é a pior delas, a visceral.
A obesidade é a doença que mais mata no planeta porque soma as mortes de diabéticos, infartados e por apneia. Somando tudo, mata por ano muito mais que guerras.
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E como saber se você tem obesidade? Pesando, porra. Peso dividido pelo quadrado da altura e verá o IMC.
IMC abaixo de 25 é peso normal.
Entre 25-30 é sobrepeso (tá aqui a hora boa de tratar, porque é na prevenção da obesidade que se tem sucesso).
Entre 30-35 é obesidade grau I.
De 35-40 Grau II.
Maior que 40, mórbida. Vai ter que operar estômago ou mudar a mente. Como não se opera o cérebro, então o mais provável é que você vai operar o estômago mesmo. E pode morrer aí. Não é raro. E o pior: vai acontecer porque não cuidou quando tinha IMC maior que 25 e menor que 30.
Agora chega e acordem. Eu to aqui há 27 anos tentando ajudar. E então CENTENAS de pessoas que atendi na década de 90 e disse exatamente isso, estão voltando agora com o rabo entre as pernas para me pedir ajuda para operarem os seus estômagos. Eu ajudo.
Mas são as mesmas pessoas que muitas vezes me chamaram de grosso por dizer as verdades.
A sorte deles, é que amo a medicina, e CAGO E ANDO para o que quer que falem de mim. Deus me conhece e isso basta.
Não há surto de Sarampo no município do Rio! Mas o vírus da doença circula em algumas cidades do Brasil. Por isso, além das crianças de um ano, o Ministério da Saúde recomenda que os bebês de seis a 11 meses que viajarão para locais com surto da doença também sejam vacinados. Confira a lista dos municípios com surto de Sarampo: http://bit.ly/2YV9ZNG.
O padrasto da estudante Eva Luana, acusado de estuprar e torturar a enteada na cidade de Camaçari (BA) foi condenado pela Justiça a 35 anos de prisão em regime fechado e a a um ano e três meses de detenção em regime aberto. As informações são do Ministério Público do Estado da Bahia
Eva Luana: padrasto acusado de estuprar e torturar enteada é condenado a 35 anos de prisão
Eva utilizou as redes sociais em fevereiro deste ano para relatar uma série de estupros, torturas e violência que sofreu da parte do padrasto dela desde os 12 anos de idade
O padrasto da estudante Eva Luana, acusado de estuprar e torturar a enteada na cidade de Camaçari (BA) foi condenado pela Justiça a 35 anos de prisão em regime fechado e a a um ano e três meses de detenção em regime aberto. As informações são do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA).
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Thiago Oliveira Alves foi denunciado pelo MP-BA da Bahia à Justiça e teve a prisão preventiva decretada em fevereiro deste ano. Ele foi condenado pelos crimes de lesão corporal no âmbito da violência doméstica, tortura e estupro de vulnerável. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (14) pelo juiz Ricardo José Vieira de Santana. O processo continua em segredo de Justiça.
No stories, a estudante Eva Luana comentou a decisão coma seguinte mensagem: ‘farei um vídeo falando sobre isso, mas agora só consigo agradecer’. Ela comentou também que quer que a situação que viveu e os seus relatos possam dar força para outras meninas que tenham sido abusadas.
Tudo começou após criminosos armados em dois carros roubados, tentavam fugir da polícia pela Rodovia Washington Luís, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, no final da tarde desta quarta-feira (14). De acordo com informações, quando em alta velocidade, os bandidos bateram contra um celta de cor cinza, que caiu do viaduto, enquanto um outro carro modelo Honda Fit, onde eles estavam, ficou parcialmente pendurado sobre a mureta.
As sete pessoas que estavam no carro, que caiu do viaduto foram levadas para o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, ainda em Caxias. Lavínia Esteves, de 1 ano, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Quatro feridos continuam internados na unidade de saúde. Os bandidos conseguiram fugir.
➡️ Essa jovem, sem nome revelado, teve seu cabelo cortado por traficantes. Segundo informações; foi em Resende. A jovem estaria se envolvendo com traficantes de outra facção.
Marilene J. S., 47, foi presa na madrugada desta segunda-feira acusada de chegar em casa embriagada e agredir o marido de 33 anos. O caso aconteceu no bairro Lagoinha, zona Leste de Porto Velho.
De acordo com informações do boletim de ocorrência, a mulher teria saído de casa por volta das 15h e ao retornar no final da noite não gostou quando marido se recusou a fazer amor com ela.
A mulher então tentou ter relações a força com o homem, então houve uma discussão e a suspeita passou a desferir socos no rosto da vítima.
O homem sofreu um corte no rosto e acionou a Polícia Militar. O crime foi presenciado pelos filhos do casal. Para a polícia, a mulher disse que a motivação para o ato teria sido por causa que o marido teria proferido palavrões para ela no momento da discussão. Marilene foi encaminhada para a Central de Flagrantes.
Polícia Civil prendeu, nesta terça-feira (13), um homem acusado de abusar sexualmente da própria filha, em São Pedro da Aldeia. Contra W. L. A. F, de 31 anos, havia um mandando de prisão temporária pelo crime de estupro de vulnerável, expedido pela 2ª Vara da Comarca do município. De acordo com a investigação, o homem praticou o crime contra sua filha, de cinco anos de idade, através de abusos que consistiram na introdução dos dedos na região genital da criança. O laudo pericial apontou que a mesma não era mais virgem. O homem levado para a 125ª Delegacia Policial de São Pedro da Aldeia (125ª DO), onde está à disposição da Justiça.
s sonhos de mais um jovem em brilhar nos campos de futebol do Brasil e do mundo foram abatidos pela força da bala de um fuzil, no que integrantes das forças de segurança do estado de Rio de Janeiro chamam de ‘efeito colateral’ da guerra contra o tráfico de drogas. Dyogo Costa Xavier de Brito (foto), de apenas 16 anos, foi morto durante uma operação da Polícia Militar que acabou em confronto entre a militares e traficantes, anteontem, na comunidade da Grota, em Niterói.
corpo do garoto foi enterrado ontem, sob protesto pacífico nas proximidades do Cemitério São Francisco Xavier – no dia da morte, um ônibus foi incendiado. Familiares acusam um policial de ter atirado no adolescente e de apontá-lo como um dos criminosos.
As mortes de pessoas que não estão ligadas ao crime somam números que crescem de forma acelerada no Rio de Janeiro. No último fim de semana, em cerca de 80 horas entre sexta e segunda-feira, outros quatro jovens foram mortos em ações no estado. A Polícia Militar chegou a afirmar que alguns deles eram suspeitos, o que foi negado veementemente pelas famílias das vítimas.
Gabriel Pereira Alves, de 18 anos, foi atingido no peito por uma bala às 7h de sexta-feira, enquanto aguardava em um ponto de ônibus na Tijuca, Zona Norte do Rio. Já na noite de sexta, em uma festa no Encantado, na mesma região da cidade, o soldado e paraquedista do exército Lucas Monteiro dos Santos Costa, de 21, foi morto enquanto bandidos invadiram o local atirando. Um amigo de Lucas, Tiago Freitas, 21, foi baleado na cabeça. Na segunda-feira, Henrico de Jesus Viegas de Menezes Júnior, de 19 anos, também foi atingido na cabeça durante um tiroteio na Comunidade Terra Nova. Ele ia recolher uma moto deixada para conserto numa oficina.
PELAS COSTAS
Assim como tantos garotos que enfrentam a luta diária no futebol de base e buscam a tão sonhada profissionalização como jogador, Dyogo foi morto enquanto perseguia seu objetivo, no caminho de casa para o Centro de Treinamentos do América do Rio de Janeiro. A tragédia ainda envolveu o avô do menino, o motorista de ônibus Cristóvão Xavier de Brito, que passava próximo ao local do confronto e resgatou o neto agonizando. O jovem foi encaminhado à Policlínica do Largo da Batalha, onde morreu. Parentes disseram que o tiro que matou o rapaz entrou pelas costas e saiu na região da cintura. Eles pedem que o caso seja investigado e que os envolvidos sejam punidos pelo comando da Polícia Militar e pelo governo estadual.
No Instituto Médico Legal (IML) de Niterói, ainda com a camisa marcada pelo sangue do neto, o avô de Dyogo lembrou do trauma e comentou como foi o encontro com o policial na hora em que o garoto foi baleado. “Quando eu cheguei perto do corpo o policial falou ‘Para, para para’, e eu respondi ‘Para o quê, rapaz? Eu tinha reconhecido meu neto. Ele estava com a barriga para baixo. Eu falei ‘você matou meu neto. Ele ia para o Rio treinar’. Ele falou ‘seu neto é traficante’. O que ele tinha dentro da mochila era uma chuteira, R$ 85, que eu dei a ele para treinar e uma sandália de dedo”, comentou Cristóvão Brito. “Uma criança que eu peguei no colo quando nasceu e fui eu quem pegou no colo quando morreu, no chão, baleado”, disse à reportagem da Rede Globo.
Depois do enterro, centenas de pessoas acompanharam os familiares de Dyogo em um protesto pelas ruas do Bairro São Francisco, onde está localizado o cemitério. Muitas delas estavam com as camisas manchadas de tinta vermelha. Pacificamente, os manifestantes gritavam pedindo justiça e falando o nome do jovem, entre aplausos. “Que cada pessoa que está aqui não perca ninguém desse jeito. Quando alguém estiver assim, bem triste, pega suas mãos e põe lá no coração dele. Sejam do bem, não sejam do mau”, pediu a pequena Sofia, de 7 anos, irmã do adolescente.
A Polícia Militar disse que vai investigar as circunstâncias da morte de Dyogo e que só soube que o garoto havia sido baleado depois da operação. A corporação também investigará porque o policial militar teria afirmado ao avô do menino que ele era traficante. Já a Polícia Civil informou que foi instaurado um inquérito para apurar o caso e adiantou, em nota, que “familiares foram ouvidos e policiais militares também foram chamados para prestarem depoimento. Diligências estão sendo realizadas e as investigações estão em andamento”.
O trágico acidente de kart sofrido por Débora Stefanny Dantas de Oliveira, de apenas 19 anos, chocou o país. Principalmente pelo fato de o cabelo da jovem ter ficado preso na engrenagem do veículo, fazendo com que seu couro cabeludo fosse arrancado.
Diante da tragédia, a polícia deu início aos procedimentos necessários para que seja feita uma melhor apuração do caso, começando a ouvir testemunhas.
As primeiras pessoas elencadas para prestarem os depoimentos foram as que estavam presentes no momento do acidente: o empresário Eduardo Tujaman, namorado da vítima, a sogra e o homem que socorreu Débora.
Após ser ouvido pelas autoridades, mesmo emocionado com toda a situação, Eduardo fez novas revelações, aproveitando para exaltar a força da namorada, que apesar de toda a gravidade do acidente está reagindo bem. Além disso, ele informou que Débora ainda não tem noção do quão grave foram os ferimentos: “Ela ainda não sabe direito a situação. Ela está triste”.
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A mãe de Eduardo, sogra de Débora, afirmou que a família irá processar a empresa responsável pela pista de kart, tendo em vista que nenhum funcionário prestou os primeiros socorros à vítima.
Após o acidente, a vítima foi submetida a uma cirurgia para que o couro cabeludo fosse reimplantado, os médicos fizeram com que 80% do dano causado fosse recuperado. Porém, na tarde desta terça-feira (13), Débora teve que passar por um novo procedimento cirúrgico, motivado pelo surgimento de coágulos, localizados na região em que foi feito o reimplante.
Segundo informações divulgadas pelo hospital, a equipe de médicos não descarta a possibilidade de que ocorra novamente o entupimento dos vasos sanguíneos, que podem causar a perda do implante realizado. Débora segue internada na UTI, visando maiores cuidados clínicos.