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TENHO H.I.V E AGORA VIVO FELIZ

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“TENHO #HIV DESCOBRI ALGUNS TEMPOS 🏥

hoje resolvi falar sobre minha história pra vocês, leia com atenção por favor. ☹
Não tenho vergonha de falar oque um dia eu fui ou oque fiz no passado a anos a trás, mais de uma coisa eu tenho certeza valeu apena sofre cada humilhação, passei fome,fui das drogas por influência de amizades, chegando ao ponto de ser um prostituto a qual minha vida não tinha sentido pra nada, Abandonado quando nasci pela minha mãe, abusado dentro de casa aos 8 anos de idade até os meus 14 anos, dormindo nas causadas da praças sem destino, sem rumo, sem uma moradia pra mora.
Escravo da minha família a qual me pisaram me humilharam até aonde eles n poderiam mais.
Hoje não guardo magoa no meu coração porque tenho um Deus que me deu a vida é descanso pra repousar o meu sofrimento… então antes de me julgar conheça pelomenos a minha história
E quase passei 1 mês doente em cima de um colchão aonde fui para em 3 hospital a qual fiquei na beira da morte mais Deus n deixa morre quem ele tem propósito
Descobri que tenho hiv a pouco tempo, fui perseguido, humilhado, defamado, mais olha hoje eu qui me erguendo todos os dias fazendo meu tratamento direitinho contando minha história pra vc a qual eu tinha tudo pra ser um fracasso
Mais eu não desisti e nem vou desistir do propósito de Deus na minha vida de Salva almas pra Cristo.
Acredite vc vai vencer como eu venci. 😢😭💊💉

GARI ENCONTRA 700 REAIS NA ZONA OESTE E DEVOLVE A DONA

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GARI ENCONTRA 700 REAIS EM REALENGO E DEVOLVE A DONA

Hoje Deus me mostrou que ainda existem pessoas honestas nesse mundo. Eu deitada ouvir minha vó falando 2 vezes não acredito não acredito levantei logo…. perguntei o que aconteceu vó, ela falou: perdir 700.00…. 😲😭

O gari estava juntando o lixo na travessa na rua D, minha vó estava com o dinheiro na mão na Travessa Piraquara, já indo pra Nogueira, em Realengo pagar o aluguel da minha tia, quando botou a mão no bolso e se deu conta que o dinheiro não estava no bolso, a blusa tampou o bolso e o dinheiro caiu.. mais um pouquinho a frente ela deu falta e desceu correndo pra ver se deixou aqui no armário…. Quando ele “GARI” achou ele perguntou um vizinho, o senhor está com algum dinheiro no bolso ele falou: não, aí ele lembrou da minha vó viu ela correndo e veio até aqui no portão dela. Chamou ela aqui no portão e perguntou a senhora perdeu alguma coisa? ela falou: perdi 700.00 aí ele aqui o dinheiro da senhora😭😭😭

Veio entregar os 700.00 da minha vó que era um dinheiro de compromisso. gente tirei até uma foto dele que eu vou parabenizar ele.

👏🏽👏🏽 Deus é bom a todo tempo 🙌🏾🙏🏽

Parabéns *Leandro de carvalho* pela sua honestidade vc é um exemplo de pessoa que Deus te abençoe sempre. 🙌 obrigada 😘

Amar também é resistir: sobre a morte e outras coisas

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Mamãe, eu nunca doí tanto. Foi assim que Estela começou seu texto em homenagem a mãe Fernanda Young, que nos deixou de forma avassaladora no final de semana. Me doeu também a morte de Fernanda. Me doeu a dor de Estela. Assim como muitas coisas têm me doído recentemente.

Morreu Fernanda Young e meu telefone e computador começaram a notificar. Que coisa triste, pensei. Morreu Fernanda. E ela virou uma notificação insistente em milhões de telefones mundo afora. Morre a escritora, roteirista, atriz, apresentadora, a louca. Morreu também a mãe de Estela e seus irmãos. A esposa do Alexandre. A vizinha de sei lá quem. Morreu também qualquer coisa naquele mesmo instante.

Mas somos incapazes de parar. Não paramos, porque o tempo não para, poeta, e nem tem certeza da continuidade. Fernanda publicou há três dias um desabafo que terminou de sua forma bem Young: Tenho 50 anos, sonhei alto, realizei muito e estou longe de encerrar minha jornada nesta orbe, ou coisa que o valha. Dois dias depois, encerrou. Ou não.

Gilberto Gil canta sobre a morte já há alguns anos. Não tem medo da morte, mas medo de morrer, sim. A morte é depois, morrer ainda é aqui. Como será isso? pensei aqui. Como será isso de morrer? E tenho pensado no que morre, em quem morre, em quem fica, o que é que fica? O que é que vai?

Na falta do que dizer claramente, sentei para escrever qualquer coisa que fosse. Viva São João, Viva qualquer coisa! Também canta Gil. A cafonice do ódio tem tomado conta do Brasil. E brasileiro que sou, afetado por essa potência da inexistência da consciência da alteridade (ufa!), me diminuo a um mamãe, nunca me doí tanto.

A dor é sintoma, mas também síntese.

A dor é a reação cabível ao que transcende o medo. A dor não é a morte, a dor é morrer. Quem fica morre um pouco. Vamos morrendo aos poucos até chegar o momento derradeiro. Eu morro um pouco quando vejo o horror se naturalizando. Eu morro um pouco quando Fernanda morre. Eu morro um pouco quando o amor passa a ser um substrato, inegável sedimento, ignorado em sua potência.

Deus parece estar morto, em chamas e pouca gente se importa. Talvez pouquíssimas realmente se importam. Aí, eu morro de novo.

Eu morro quando querem me matar, eu morro quando matam, eu morro quando a ignorância prevalece e o bom senso desaparece, c’est fini. Morro quando tenho medo, porque medo atrapalha, medo retrocede. Morro quando não escrevo, morro também quando escrevo.

Morro terrivelmente quando vejo as pessoas adoentadas, sem rumo. Todos os dias postando sem parar sobre o que nos mata, numa cadeia triste de lamentos chorosos que nos conduzem à loucura. Prisões isoladas têm se tornado as pessoas. Cada tanto no seu canto a procurar vazões, procurar amores, gozos, felicidades clandestinas.

Não aguento mais ver tanta notícia ruim, é um desabafo. Não aguento mais estar acorrentado. Não aguento mais a rotina que levamos. Não aguento mais o país em que vivemos. É uma tristeza. E dói, porque machuca mesmo. Qualquer coisa que escreva não será em vão, porque escrever cura e é libertador. Mas será em vão, porque escrever não cura e aprisiona na solidão.

Aí pensei que queria também escrever sobre o amor. As risadas que Fernanda já nos proporcionou. As raivas também. Liguei para algumas pessoas, falamos tanto sobre a vida, sobre isso ou aquilo que vale a pena. Uma me contou dos artesanatos que pretende fazer, dos livros que quer escrever e da força que pensa ter o amor.

Outra me lembrou de tempos outros em que sonhávamos coisas que hoje fazemos, que caminhos visitamos e me vi novamente sonhando, deslumbrado com a possibilidade do que pode vir a ser, do que virá. E nessa palavra insistente, o amor, vem a outra chatinha chamada resistência. Ordem indiscreta, impositiva e animosa. Ordem que nem sei muito bem o que significa, mas sei que vivo a resistir. Talvez seja resistir à morte todos os dias.

Com amor, com uma volta na rua, uma compra no supermercado, uma receita que deu certo. Tem, claro, os idiotas poderosos e seus prazeres torturantes, mas temos aqui uma caminhada que pode ser a de uma noite dançante, a de um livro lido, de uma peça de teatro que nos arremate.

Tem quem não tenha nada disso e tem a nossa luta para que tenham. E aí a gente morre de novo um pouquinho. Mas tem a luta. Tem a luz. Tem o caminho. Dia desses eu critiquei quem receitava poesia em tempos de cólera, e me peguei rindo nessa intolerância irônica: lembrei novamente do amor, para mim sempre atrelado aos tempos de cólera. O amor é poesia, nada romântico, ele é quântico.

Talvez o que falte é pegar esse caminho que é o do amor. Amor ao que a gente ama. Amor ao que nos falta, amor ao que temos, amor ao nosso corpo, amor ao que se vive. Na involuntária tentativa de abrandar a morte, ou a dor, só o amor salva. O amor-poesia. O amor-rua. O amor-resistir. O amor-luta. O amor-teatro. O amor-música. O amor-sexo. O amor-mar. O amor-você. O amor-outro.

E dentre tudo o que queria escrever, sem saber como começar, dar meio e sequer um fim, me lembrei do que me atordoa sempre, que é a face ordinária que temos numa poeira cósmica irrelevante num sistema solar dentro de um universo incrivelmente grande, poderoso e desconhecido. A empáfia.

Nas janelinhas que vejo, vejo sempre, vejo pessoas com seus amores, desamores, afetos, fazendo café, masturbando-se na solidão, uma luz colorida que pisca, um cachorro que late e abana o rabo. E eu, eu que devo ser só mais um ordinário em mais uma janela sendo observado por alguém enquanto observo. Talvez até encontre na rua, já travestido, já funcional de algo, agente de uma consciência coletiva.

No sorriso a quem me cruza o caminho, na raiva de quem me corta a palavra, na dúvida que me lança no medo, na morte que me lança na dúvida. Há, nisso tudo, o amor. Na coleira que guia o bicho, no pote que o alimenta, na chuva que cai e te lembra uma viagem. Nas fotos que nunca revisitamos, na mãe que nos ama, no amor que nos chega.

E aí, no meio disso tudo, só mais uma, mas uma fantástica unidade, Fernanda morreu. Uma função vital deixou de funcionar. Algo ali em algum instante não reagiu como devia, outro algo deixou de executar e do lado de fora o desespero a levou. O morrer e a morte. Fernanda se foi. Sua obra fica, sua imagem fica, seus filhos aí estão, mas ela não. E isso dói, com amor, mas dói.

Dói porque dor também ressonância. Dor nos lembra de dor. E dor é reação em cadeia. Por isso dizem que chorar faz bem, porque desagua a dor, desagua a pressão, ajuda a não morrer. Sentir saudade é amor com uma ponta de dor.

Com amor, somente com ele, podemos ceder ao medo, ceder à dor e nos libertarmos dessa prisão atordoada e solitária que temos nos tornado. Viver enquanto se vive só é possível se amarmos. Então, olhe para o mar, para o céu, uma folha que seja balançando insistentemente. Sorria com o nada, leia um livro, faça o que quiseres, seja o próximo, seja você dentro do outro. Vá sim ao teatro, tenha a ousadia de ser feliz enquanto tentam te destruir. Amar também é resisitr.

Texto dedicado a Fernanda Young: escritora, roteirista, atriz, apresentadora, mãe, brasileira. Uma incrível mulher de humor anárquico e ácido, de amor e ódio, de genialidade e lucidez. Para sempre em nossa orbe, longe de deixar de existir. Fernanda morreu aos 49 anos em 25 de agosto de 2019.

Guto Alves é jornalista e produtor.

 

Policia prende um dos maiores estelionatários da zona oeste

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DHC prende um dos maiores estelionatários das regiões Barra, Recreio e Jacarepaguá

A Sepol, através da DH-Capital, em ação coordenada pelo delegado Daniel Rosa, prendeu, hoje, 26/08/19, na Barra da Tijuca, o foragido da justiça *JOSÉ CABRAL DURE*, 50 anos, por possuir 3 (três) mandados de prisão preventiva pelos crimes de *ESTELIONATO* e *PARCELAMENTO ILEGAL* DO SOLO URBANO.

O estelionatário JOSÉ CABRAL foi preso por policiais civis da DHC enquanto almoçava, hoje, em um restaurante de luxo na Barra da Tijuca.

Há quase 20 registros de ocorrência em desfavor de JOSÉ CABRAL, em sua maioria, decorrentes de falsas promessas de venda de imóveis e terrenos nas regiões da Barra e Recreio dos Bandeirantes.

A informação que levou que levou à localização do foragido JOSÉ CABRAL veio através do cruzamento de dados de inteligência da DHC.

PM MATA PM EM BAIRRO NA ZONA OESTE

PM MATA PM EM MARECHAL HERMES

RIO — Um PM, identificado como Ubiratan Montenegro, morreu após uma discussão em um bar, em Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio, na noite desta segunda-feira. Na confusão um outro agente, identificado como Carlos Raphael Gonçalves Rodrigues Laura e um homem, Marcelo Ferreira Montenegro, também ficaram feridos.

De acordo com informações da polícia, houve troca de tiros e os três — dois policiais militares e o filho de um deles — foram levados para o Hospital estadual Carlos Chagas, no mesmo bairro. De acordo com o programa da TV Globo, Bom Dia Rio, Marcelo, que é filho de Ubiratan foi atendido e liberado. Já Carlos, foi transferido para o Hospital Central da Polícia Militar, no Centro do Rio, e foi preso, em flagrante, pelo crime de homicídio doloso, aquele em que a pessoa assume o risco de matar.

Segundo informações da corporação, os dois policiais iniciaram a discussão verbal ainda no interior do estabelecimento comercial — um deles, Ubiratan, era PM reformado. Pouco tempo depois, o militar aposentado voltou o local; desta vez acompanhado do filho, Marcelo. Do lado de fora do bar, a briga continuou e houve troca de tiros entre eles.

A Divisão de Homicídios da Capital (DH), na Barra da Tijuca, está responsável pelas investigações do caso. Ainda não se sabe o que motivou a discussão entre os PMs.

PM é baleado em Jacarepaguá
Um policial militar foi baleado em um dos ombros durante uma tentativa de roubo em frente a uma agência bancária em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. A ação aconteceu na Estrada de Jacarepaguá, altura do Anil, na tarde desta segunda-feira. Após o fogo cruzado, o PM foi socorrido e levado para o Hospital municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, também na Zona Oeste.

Segundo a polícia, o PM estava acompanhado de um colega de farda — ambos de folga — quando se depararam com os integrantes do bando, que praticariam o delito. Os dois, então, reagiram e houve confronto no local.

PM É MORTO APÓS DISCUSSÃO ENTRE POLICIAIS EM BAR NA ZONA OESTE ( FOTOS)

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PM É MORTO APÓS DISCUSSÃO ENTRE POLICIAIS EM BAR EM MARECHAL HERMES

Um policial militar morreu nesta segunda-feira (26) após discutir com um outro PM em um bar de Marechal Hermes. Outras duas pessoas ficaram feridas durante a confusão. A corporação informou que, após uma discussão verbal, um dos policiais que discutia foi em casa e voltou acompanhado do filho. Quando a dupla retornou ao bar, houve troca de tiros e os três ficaram feridos. O PM Ubiratan Montenegro morreu no local. Já o sargento Carlos Raphael Gonçalves Rodrigues Laura e o filho do policial morto Marcelo Ferreira Montenegro foram socorridos e levados para o Hospital Carlos Chagas.

Homem tem parada cardíaca e volta à vida contando que foi ao céu

MUNDO CRISTÃO

Homem tem parada cardíaca e volta à vida contando que foi ao céu

Ele entrou no Paraíso e contemplou uma atmosfera repleta da glória de Deus

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Marcus. (Foto: Reprodução / Instagram)

O brasileiro identificado apenas como Marcus, viveu um grande milagre após sofrer uma parada cardíaca. Natural de Santa Catarina, ele e sua família moram nos Estados Unidos há um ano e foi lá que tudo aconteceu.

Membro da Igreja Luz da Vida de Balneário Camboriú, o vídeo foi compartilhado pelo pastor Charles Pereira e mostra o momento em que Marcus volta à vida emocionado, dizendo que “Deus é lindo”.

Depois, em uma chamada de vídeo, Marcus explica que viveu algo sobrenatural. Ele chegou a ir ao céu e pode falar com Deus.

“Quando eu dei entrada no hospital, Deus falou comigo. Eu entrei no Paraíso, um lugar tão lindo. Deus me mostrou o meu lugar, eu queria ficar lá, nisso Deus falou comigo que meu tempo não tinha acabado e que eu tinha que voltar. Abriu uma porta do nada e vi dois homens que me pediram pra eu voltar e então eu vi meu corpo na maca”.

Ele ainda recebeu um recado de Deus, dizendo que sua vinda está mais próximo do que nunca. É possível perceber que, ao acordar, ele chega a declarar que uma outra pessoa precisava aceitar Jesus.

Ao falar com o pastor, Marcus diz que é hora de proclamar o Evangelho. “Vamos proclamar o Evangelho de Deus, Ele mandou, vamos fazer isso”.

Assista:

VAI CHOVER OU FAZER SOL? VEJA A PREVISÃO DO TEMPO

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MÁXIMA DE 28ºC E MÍNIMA DE 14ºC NESTA TERÇA-FEIRA NO RIO
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O tempo na cidade do Rio de Janeiro será influenciado por um sistema de alta pressão nesta terça-feira. O céu ficará parcialmente nublado e não há previsão de chuva. Os ventos estarão moderados a fortes nos períodos da tarde e da noite. Já as temperaturas seguirão estáveis, com mínima de 14°C e máxima de 28°C. ⚠ Informações do Alerta Rio (serviço meteorológico da Prefeitura).

É PRECISO IR EMBORA… SER FELIZ ME BASTA

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É PRECISO IR EMBORA.

Ir embora é importante para que você entenda que você não é tão importante assim, que a vida segue, com ou sem você por perto. Pessoas nascem, morrem, casam, separam e resolvem os problemas que antes você acreditava só você resolver. É chocante e libertador – ninguém precisa de você pra seguir vivendo.

Nem sua mãe, nem seu pai, nem seu ex-patrão, nem sua empregada, nem ninguém. Parece besteira, mas a maioria de nós tem uma noção bem distorcida da importância do próprio umbigo – novidade para quem sofre deste mal: ninguém é insubstituível ou imprescindível. Lide com isso. É preciso ir embora.

Ir embora é importante para que você veja que você é muito importante sim! Seja por 2 minutos, seja por 2 anos, quem sente sua falta não sente menos ou mais porque você foi embora – apenas sente por mais tempo! O sentimento não muda. Algumas pessoas nunca vão esquecer do seu aniversario, você estando aqui ou na Austrália.

Esse papo de “que saudades de você, vamos nos ver uma hora” é politicagem. Quem sente sua falta vai sempre sentir e agir. E não se preocupe, pois o filtro é natural. Vai ter sempre aquele seleto e especial grupo que vai terminar a frase “Que saudade de você…” com “por isso tô te mandando esse áudio”; ou “porque tá tocando a nossa música” ou “então comprei uma passagem” ou ainda “desce agora que tô passando aí”.

Então vá embora. Vá embora do trabalho que te atormenta. Daquela relação que você sabe não vai dar certo. Vá embora “da galera” que está presente quando convém. Vá embora da casa dos teus pais. Do teu país. Da sala. Vá embora. Por minutos, por anos ou pra vida. Se ausente, nem que seja pra encontrar com você mesmo. Quanto voltar – e se voltar – vai ver as coisas de outra perspectiva, lá de cima do avião.

As desculpas e pré-ocupações sempre vão existir. Basta você decidir encarar as mesmas como elas realmente são – do tamanho de formigas.” (Antônia Macchi)