Jovem é preso depois de levar Glacial e beber Heineken em churrasco famíliar. Domingo não foi um dia feliz na vida de José Carlos Ramos de Oliveira. Ele foi espancado e depois levado pra DPJ de Itacibá por familiares que se revoltaram porque o jovem havia levado para o churrasco da família a cerveja de marca Glacial enquanto os outros familiares levaram outras marcas de maior valor agregado.
Zé Carlinhos, como é carinhosamente chamado pelos familiares, ao ver que o tio Francisco Ferreira Ramos havia levado um engradado de Stella Artois e o primo de Antonio Zanetti de Oliveira havia levado 2 fardos de cerveja Heineken, deixou de lado sua cerveja barata e passou a tomar sem cerimônia as cervejas do tio e primo. Ele estava bebendo rapidamente em volume bem superior aos “donos” das cervejas.
Num dado momento os familiares pediram pra ele beber somente as cervejas que havia levado. Neste momento Zé Carlinhos se exaltou e disse: “Eu vou beber a cerveja que eu quiser. E não tem homem nesta casa pra me parar. Vocês são um bando de ´pau no cu´. Só sabem tirar onda. Fica de ostentação pra cima de nós e na hora que nós vem pra festa vocês ficam de miserinha. Seus arrombados!”
Neste momento os familiares começaram o ciclo de agressões físicas. Zé Carlinhos só parou de apanhar quando sua avó entrou na confusão e pediu para colocarem ele pra fora da casa dela e parassem as agressões. Após o pedido ele foi jogado na rua e as 9 latas de Glacial que ainda restavam no freezer foram também jogadas na direção dele. Ele arremessou de volta as latas no portão da casa e prosseguiu xingando os familiares. Neste momento um caro da polícia passou nas imediações e levou o jovem para a DPJ por conta do vandalismo.
O delegado João Nunes Neitzel informou que não havia crime em querer beber a cerveja dos outros, mesmo salientando que ninguém merece beber Glacial. As agravantes foram os atos de vandalismo e as ofensas sob a forma de injúria e difamação. Os pais de Zé Carlinhos não foram o visitar até hoje. O fato aconteceu no domingo 17/02/2019.
“Assaltaram agora pouco o ônibus 840 na altura de Tancredo. Dois homens armados, estavam muito nervosos dizendo que quem reagisse ia levar tiro. Na hora meu telefone caiu na lateral do banco, mas alguns passageiros tiveram seus celulares roubados.
Desceram um pouco mais a frente perto de uns moto-taxis beirando a estação. Estavam de sacado de capuz.”
A morte do cantor Gabriel Diniz, até hoje, mexe com muitas pessoas. Ele foi vítima de um grave acidente aéreo. Meses após a tragédia, a ex-namorada do artista, Caroline Calheiros, deu uma entrevista à Revista CARAS. Nesta sexta-feira, 26 de julho, ela falou sobre uma visão que teve com o famoso durante um sonho.
Caroline começa a entrevista revelando a grande falta que sente do seu amado. O luto para a psicóloga foi muito forte, porém, cerca de duas semanas após a partida do dono do hit ‘Jenifer’, ela teve um reencontro espiritual com o músico. A psicóloga revela que estava com essa vontade de ter uma conversa com o cantor, porém que a dádiva espiritual demorou a se consolidar.
Na sequência, a amada de Diniz começa a detalhar como teria sido esse reencontro. “Eu estava como se estivesse em um corredor de hotel. Encostada em uma porta, eu conversava com Lucca. Daqui a pouco Gabriel aparecia dizendo ‘Cheguei!’“, detalhou Karol, que ainda imitou o jeito divertido que o artista falou no sonho. Os detalhes são ainda mais tocantes, quando a namorada do cantor revela o que teria ocorrido depois.
De acordo com ela, Gabriel estava feliz e os dois pularam bastante festejando o reencontro. “Eu puxava ele e nós íamos para o quarto, e eu comecei a me filmar contando para todos: ‘Vocês não acreditam quem está aqui’. E ele me olhava de braços cruzados”,disse Caroline, chocando muita gente.
Muito triste, ela ainda disse que teve a impressão que o namorado teria descansado, mas que voltou. Ela ainda garante que foi muito bom o sonho e que a ajudou muito a ficar mais confortável com a perda.
O ator Bruno Gagliasso é um dos nomes mais conhecidos do país. Nessa semana, o nome dele voltou a ser assunto por uma polêmica. Ele e sua esposa, a atriz Giovanna Ewbank, decidiram adotar uma nova criança. Os pais da pequena Titi agora devem trazer um menino da África para o Brasil.
Essa chegada, no entanto, gerou uma confusão de informações. Uma delas envolve até a Polícia Federal. Alguns sites noticiaram que haveria um esquema especial para a chegada do novo filho de Bruno e Giovanna ao Brasil. No entanto, como mostra uma matéria publicada nesta sexta-feira, 26 de julho, pelo jornal carioca Extra, a informação foi negada pela assessoria de imprensa da corporação militar.
De acordo com a Polícia Federal, não é verdade que o casal de famosos tenha solicitado ajuda para a chegada do seu filho ao Brasil. Também não deve existir qualquer tipo de escolta policial especial, após a chegada do casal com o filho no aeroporto internacional do Rio de Janeiro, o aeroporto do Galeão, que fica na Ilha do Governador.
A Polícia Federal afirma ainda que não existe nenhum esquema especial para evitar que o filho Bless, de 4 anos, que foi adotado no Malawi, na África, seja fotografado no aeroporto durante sua chegada ao Brasil. Alguns sites noticiaram que o casal estaria com medo da mídia mostrar a criança, já que o processo de adoção dela, supostamente, não estaria concluído.
“Nenhum contato foi feito com a Polícia Federal para modificar desembarque de ninguém aqui no Rio de Janeiro. Não existe nenhum tratamento prioritário acertado, nem solicitação disse com a PF”, revelou a PF.
Quando um homem faz sexo com uma mulher sem seu consentimento, isso é estupro. Mas e se uma mulher obriga um homem a fazer sexo com ela?
As leis sobre o tema variam de país para país. Enquanto isso não é considerado estupro pela lei da Inglaterra e do País de Gales, sua definição legal foi alterada no Brasil em 2009.
Em vez de dizer que se trata de “contranger mulher”, passou a estabelecer que o estupro significa “contranger alguém”, mediante violência ou grave ameaça, a fazer sexo ou praticar ou permitir que se pratique com essa pessoa um ato libidinoso.
A autora de um estudo sobre o tema defende que a interpretação legal de estupro não deve excluir a possibilidade de que mulheres cometam esse crime contra homens – ainda que esses casos sejam bem menos frequentes do que a situação inversa, de acordo com estatísticas oficiais de diferentes países.
Siobhan Weare, da faculdade de Direito da Universidade de Lancaster, fez a primeira pesquisa sobre penetração forçada no Reino Unido entre 2016 e 2017, reunindo relatos de mais de 200 homens por meio de uma pesquisa online.
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Seu mais recente estudo, publicado nesta semana – baseado em entrevistas individuais com 30 homens entre maio de 2018 e julho de 2019 – explora em mais detalhes o contexto em que ocorre a penetração forçada, suas consequências e a resposta da Justiça.
Os participantes da pesquisa nesta reportagem tiveram seus nomes alterados para preservar suas identidades.
“Não havia nada que eu pudesse fazer”
John diz que o primeiro sinal de que algo estava errado foi quando sua parceira começou a se automutilar. Depois de um incidente particularmente assustador, ele a levou para o pronto-socorro. O casal passou então horas discutindo possíveis causas psicológicas para seu comportamento.
Cerca de seis meses depois, em vez de se automutilar, ela passou a agredir John. “Eu estava sentado na sala. Ela veio da cozinha, me deu um soco forte no nariz e saiu dando risada”, diz ele. “A violência começou a ocorrer com bastante regularidade.”
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Ela buscou ajuda médica, diz John. Recebeu aconselhamento e foi encaminhada a um psicólogo, mas não foi à consulta.
Um dia, chegou em casa do trabalho “e exigiu fazer sexo”, diz ele. “Ela era violenta, e chegou ao ponto de eu temer o momento em que ela voltava do trabalho.”
Em certa ocasião, John acordou e descobriu que sua parceira havia algemado seu braço direito ao estrado de metal da cama. Então, ela bateu em sua cabeça com uma caixa de som, amarrou seu outro braço com uma corda e tentou forçá-lo a fazer sexo.
Com medo e dor, John foi incapaz de cumprir a exigência. Então, ela o espancou novamente e o deixou acorrentado por meia hora, antes de libertá-lo. Depois, ela se recusou a falar sobre o que havia acontecido.
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Não muito depois, sua parceira engravidou, e a violência diminuiu. Mas, poucos meses depois do nascimento do bebê, John acordou novamente uma noite e descobriu que estava sendo algemado à cama.
Então, diz ele, ela o obrigou a engolir um comprimido de Viagra e o amordaçou. “Não havia nada que eu pudesse fazer”, afirma John.
“Mais tarde, eu fiquei sentado sob o chuveiro não sei por quanto tempo. Quando eu finalmente desci, a primeira coisa que ela me disse foi: ‘O que vamos jantar?'”
Quando John tentou contar às pessoas sobre isso, ele diz que muitas vezes não acreditaram nele. “Fui questionado por que não saí de casa. Bem, era a minha casa, que eu comprei para meus filhos. E havia o lado financeiro também. Eu estava preso no relacionamento financeiramente”, diz ele.
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“Eu ainda ouço bastante: ‘Por que você não bateu nela de volta?’ É bem mais fácil falar isso do que fazer. Eu gostaria de ter escapado daquela situação bem antes.”
“Como um homem pode ser estuprado?”
Vergonha e descrença em seus relatos são comuns entre homens vítima de estupro
Foto: Getty Images / BBC News Brasil
Aspectos da história de John são refletidos nas experiências de alguns dos outros homens que Weare entrevistou.
Uma de suas descobertas é que quem força uma penetração é frequentemente uma parceira ou ex-parceira da vítima (sua pesquisa foca apenas em penetração forçada envolvendo homens e mulheres).
A experiência é muitas vezes um elemento de um padrão mais amplo de abuso doméstico. A descrença diante dos relatos também é mencionada por outros entrevistados. “Você deve ter gostado ou teria falado sobre isso antes”, disse um homem sobre o que ouviu de um policial.
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Outro participante disse: “Ficamos envergonhados de falar sobre isso e, quando falamos, não acreditam em nós, porque somos homens. ‘Como um homem pode ser estuprado? Olhe para ele, é homem’.”
Weare diz ser comum esse sentimento de vergonha ao relatar experiências de penetração forçada. Eles chegam a denunciar o abuso doméstico sem mencionar os episódios de estupro. O impacto na saúde mental pode ser grave, incluindo estresse pós-traumático, pensamentos suicidas e disfunção sexual.
Alguns homens relatam ter sido alvo de abusos repetidamente. Alguns foram vítimas na infância e sofreram vários tipos de violência sexual por diferentes pessoas, inclusive homens. E muitos tinham percepções negativas da polícia, da Justiça criminal e da lei.
Um mito que a pesquisa de Weare expõe é que a penetração forçada é impossível porque os homens são fisicamente mais fortes que as mulheres. Outra é que os homens consideram todas as oportunidades sexuais com mulheres como positivas.
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Um terceiro mito é que, se os homens têm uma ereção, precisam de sexo. Weare explica que “uma ereção é uma resposta puramente fisiológica a um estímulo”. “Os homens podem ter e sustentar uma ereção, mesmo se estão com medo, raiva, medo etc”, diz ela.
“Há pesquisas que mostram que as mulheres podem ter uma resposta sexual quando são estupradas (ter um orgasmo, por exemplo), porque seu corpo está respondendo fisiologicamente. Esse é um problema tanto para vítimas masculinas quanto femininas que não é discutido o suficiente, mas há evidências claras disso.”
“Pensam que isso é uma fantasia de todo homem, mas não é assim”
Vários participantes do estudo de Weare de 2017 relataram experiências de penetração forçada depois de ficarem extremamente bêbados ou drogados e incapazes de impedir o que estava acontecendo.
Um dos entrevistados para o novo estudo descreve ter ido para casa com uma mulher depois de sair à noite para ir a uma boate e desmaiar após ter sido recebido o que suspeita ser uma droga de estupro. Ele diz que foi forçado a fazer sexo.
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Outro descreve ter sido coagido a fazer sexo enquanto trabalhava em um acampamento de férias durante o verão, quando era estudante. Uma colega descobriu uma carta que ele havia escrito para um namorado e ameaçou tirá-lo do armário, a menos que ele transasse com ela.
Ela achou que, se ele fizesse sexo com uma mulher, “isso transformaria sua vida e o tornaria heterossexual”. Como não tinha revelado ser gay para amigos, familiares ou colegas de trabalho, ele sentiu que não tinha escolha a não ser cumprir a exigência.
Weare afirma que a maioria dos participantes do seu estudo mais recente considerou suas experiências de penetração forçada como “estupro” e que alguns ficaram frustrados por isso não ser considerado como tal segundo a lei da Inglaterra e do País de Gales ou pelo fato de que isso provavelmenteb não seria visto como estupro pela sociedade britânica em geral.
“Falar que uma ex-parceira costumava ficar bêbada e te forçar a fazer sexo, te estuprar basicamente, é a fantasia da maioria dos caras, não?”, disse um dos participantes.
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“No bar, você sabe, ela fica um pouco bêbada, um pouco brincalhona, e alguém pode pensar ‘Ah, isso seria fantástico! Eu adoraria!’ Não, você realmente não adoraria. Não é do jeito que se pensa que é.”
Uma empresa de gestão de risco que presta serviço para um grupo de resseguradoras anunciou, nesta sexta-feira (26), que irá pagar R$ 150 mil de recompensa para quem contribuir com a investigação para encontrar os suspeitos envolvidos no roubo milionário de carga de ouro, ocorrido na tarde da última quinta-feira (25), no Aeroporto Internacional de Guarulhos.
Na quinta-feira, um grupo de seis homens armados roubaram uma carga de 718,9 kg de ouro, avaliada em R$ 123 milhões, no Terminal de Carga e Exportação do aeroporto. Os suspeitos utilizaram para o roubo quatro veículos, dois clonados com identificação da Polícia Federal. Durante a fuga, trocaram de carros em um depósito de material de construção na Vila Nair, na zona leste da capital paulista, e fugiram. Até o momento, ninguém foi preso.
Em coletiva realizada no Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), onde o caso está sendo investigado, a empresa, que trabalha para um grupo mundial de resseguros, anunciou o pagamento para quem contribuir com informações seguras que levem à apreensão da carga e ao esclarecimento da autoria do crime. As denúncias poderão ser feitas através de um canal ligado a SSP (Secretaria Estadual de Segurança Pública).
Um dia antes do crime
A Polícia Civil de São Paulo afirmou que a abordagem ao segurança do terminal de carga do aeroporto de Cumbica ocorreu na manhã de quarta-feira (24), na avenida Jacu Pêssego, na zona leste da capital, quando o funcionário levava a mulher para o trabalho e, na sequência, deixaria a filha em uma creche.
Os homens estavam em uma ambulância que seria usada para cruzar o trânsito. Em seguida, abordaram o motorista do veículo, o funcionário do aeroporto, e teriam pedido que a mulher entrasse no veículo, quando informaram que ela seria feita refém. A ambulância, que ainda não se sabe se é verdadeira, foi encontrada em Itaquaquecetuba. A mulher do funcionário, que teve o rosto coberto por um capuz, permaneceu no veículo até um cativeiro e, do local, foi liberada na mesma cidade, perto de um shopping. “Ela afirmou que quando deixou o cativeiro, andou mais 40 minutos até ser liberada onde teria reconhecido a cidade”, disse o delegado.
Segundo informações da polícia, os integrantes do grupo teriam dado ordens para que ele não fosse trabalhar e pediram para ele ir até um endereço próximo a avenida Jacu Pêssego, às 16h da quarta-feira. Enquanto isso, dois homens do grupo mantiveram a família (um cunhado, uma cunhada, a sogra dele e três crianças – dois filhos do casal e uma criança familiar dos vizinhos) do funcionário refém. A mulher ficou mantida em cárcere durante quase 36 horas, até ir prestar depoimento na sede do Deic.
Investigação
O delegado-assistente da 5ª Delegacia de Roubo a Bancos do Deic, João Carlos Miguel Hueb, afirmou que a Polícia Civil possui várias linhas de investigação, inclusive a eventual participação de organizações criminosas no roubo. Há uma equipe no interior do estado que investiga possíveis relações. O agente de segurança disse, também, que o ouro roubado é nacional e teria despertado interesse no grupo por ser facilmente repassado ao mercado.
Segundo a polícia, a carga seria exportada de forma legal. A transportadora de valores disse à políciaque o transporte desses valores é normal. Durante o roubo, havia representantes da empresa de transporte de valores, do aeroporto e de transporte aéreo. Os funcionários da portaria do aeroporto teriam dito que os homens afirmaram ser uma inspeção contra o tráfico de drogas. Assim que a viatura entrou no galpão, uma arma foi apontada para render um dos funcionários.
“Parece ser uma quadrilha bem organizada, que conhecia técnicas de investigação, que usou extintores para limpar os veículos na tentativa de tirar as digitais. Não foi o primeiro roubo”, afirmou Hueb.
O presidente da República, Jair Bolsonaro, defendeu nesta quinta-feira (25) o fim dos cursos de formação para novos motoristas. “Eu acho que nem deveria ter exame de nada. Você faz uma parte escrita e vai para a prática, nem precisa cursar em autoescola”, sugeriu em sua live semanal, transmitida pela internet.
Bolsonaro afirmou que aprendeu a guiar quando ainda era criança, sem curso algum. “Com 10 anos de idade eu estava dirigindo trator na fazenda em Eldorado Paulista (SP).” O presidente admitiu, no entanto, que essa é apenas uma ideia, que ficará para “um segundo momento” em sua intenção de reduzir o custo da carteira de motorista.
Na prática, ele já pediu, via projeto de lei que será analisado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal, o fim dos simuladores. Segundo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, as máquinas de simulação das autoescolas, que passam a ser opcionais aos aspirantes a motoristas, elevam o preço do documento em 15% (cerca de R$ 300).
Também quer a ampliação da validade da CNH (carteira nacional de habilitação) de 5 para 10 anos para adultos, e de 2,5 anos para 5 anos para os idosos. Além do aumento do limite de pontos para cassação da carteira, que dobrará de 20 para 40 pontos.
Outro objetivo do governo é tirar a multa para pais que não utilizam a cadeirinha para crianças em seus carros. “Criaram uma polêmica com isso dizendo que eu tinha afrouxado a lei, mas na verdade eu inclui a punição de três pontos na carteira, que não existia”, afirmou durante a live.
Bolsonaro aproveitu o vídeo ao vivo para pedir uma ajuda do Congresso Nacional ao citar outra flexibilização, a de acabar com a obrigatoriedade de exames médicos em clínicas conveniadas com os Detrans. “No projeto nosso você pode ter esse atestado com teu irmão, com teu pai, com o vizinho, com qualquer médico”, explicou. “Espero que a Câmara não mexa nisso. Pelo contrário, aprove e até inclua mais coisas. Afinal 513 pessoas mais 81 no Senado têm cabeças para sugerir mais medidas para que fique mais barato isso aí”, declarou.
A médica e psicoterapeuta Maura Salvage Soares foi morta nesta quinta-feira, ao entrar no prédio onde mora, na Barra da Tijuca. De acordo com o irmão da vítima, ela pode ter sido confundida com uma desembargadora que mora no mesmo prédio que ela e tem carro idêntico. Antônio Salvage levantou essa hipótese quando foi ao Instituto Médico Legal (IML) no começo da tarde desta sexta-feira. As informações foram divulgadas pelo jornal Extra.
Apesar da dúvida, Antônio não descartou a possibilidade de a irmã ter sido morta em uma tentativa de assalto, conforme apura a polícia. Maura tinha 61 anos e estava chegando em casa depois de participar do aniversário da mãe.
Antônio foi avisado da morte da irmão por vizinhos e afirmou que a mãe já sabe do crime. “Nossa mãe recebeu a notícia hoje cedo. Ela está quietinha, em casa.”
De acordo com Antonio, a médica era divorciada, morava sozinha e não tinha filhos. Ela trabalhou por muitos anos na diretoria de administração médica da Unimed, atuou na Fiocruz e, mais recentemente, deu início a uma formação em psicologia na linha junguiana. A médica pretendia abrir um consultório.
“A gente vive uma insegurança constante. É lamentável. A gente fica sempre achando que isso está acontecendo e não vai chegar. E chega. Está aí. Foi uma morte sem sentido, uma coisa tola, absurda”, disse ele.
O Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) está trabalhando em ritmo intenso para realizar o pente-fino nos benefícios determinado pelo governo federal. No primeiro semestre, o órgão notificou 1,3 milhão de segurados que constavam com indícios de irregularidades ou inconsistências. O total representa aumento de 975% em relação à média mensal de notificações feitas em 2018.
O trabalho do instituto já foi responsável por acabar com cerca de 170 mil benefícios, segundo dados do INSS. A economia mensal estimada com os cancelamentos é calculada em R$ 177 milhões. Em um ano, alcançará R$ 2.1 bilhões. Os beneficiários que deixaram de receber o dinheiro ainda podem recorrer.
No estado de São Paulo foram cessados 7.201 benefícios e suspensos 26.115. A economia anual estimada com os cancelamentos é de R$ 137.8 milhões.
Apesar de os cancelamentos e suspensões acontecerem nas várias espécies de benefícios, os casos mais comuns de irregularidades são de pagamento pós-óbito, acúmulo indevido de benefícios e a obtenção de benefícios de forma criminosa, com a apresentação de documentos falsos ao INSS.
MP 871
O Senado Federal aprovou em Plenário em junho a Medida Provisória (MP) 871, que tem o objetivo de combater fraudes, melhorar a qualidade dos gastos na Previdência Social e reduzir a judicialização de temas previdenciários. A expectativa do governo é que a medida gere uma economia de R$ 9,8 bilhões nos primeiros 12 meses de vigência.
Previstos para durar por dois anos (2019 e 2020), prorrogáveis até 2022, os programas de análise de benefícios com indícios de irregularidades e de revisão de benefícios por incapacidade pretendem continuar o pente fino realizado em anos anteriores em auxílios-doença e aposentadorias por invalidez.
A medida provisória institui o programa especial para análise de benefícios previdenciários com indícios de irregularidade e o programa de revisão de benefícios por incapacidade. Na prática, altera regras de concessão de benefícios, como auxílio-reclusão, pensão por morte e aposentadoria rural, e cria também dois bônus por produtividade, sendo um para analistas e técnicos do INSS, e outro para a carreira de peritos médicos.