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Flávio Bolsonaro afirma que pretende incluir o Brasil no “Escudo das Américas”

 

 

 

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro afirmou que pretende colocar o Brasil no chamado “Escudo das Américas” caso seja eleito. A declaração reacendeu o debate sobre a política externa brasileira e sobre uma possível ampliação da cooperação internacional no combate ao crime organizado e ao narcotráfico.

Durante uma declaração pública, Flávio manifestou entusiasmo com a possibilidade de o Brasil participar da iniciativa. “Então, eu vou com muita vontade, com muita honra, querer fazer parte do Escudo das Américas”, afirmou o senador.

A proposta apresentada por Flávio está relacionada a uma articulação de países americanos voltada para o enfrentamento de organizações criminosas, do tráfico de drogas e de estruturas associadas ao chamado narcoterrorismo. Segundo o discurso do candidato, a participação brasileira teria como objetivo ampliar a cooperação regional em segurança e combate ao crime transnacional.

A declaração, entretanto, precisa ser contextualizada. O Brasil não aderiu oficialmente ao “Escudo das Américas” em razão da fala de Flávio. A eventual participação brasileira dependeria de uma decisão de governo e de procedimentos diplomáticos e institucionais próprios.

Flávio já havia manifestado anteriormente a intenção de incluir o Brasil na iniciativa caso chegasse à Presidência. Agora, ao voltar a defender a proposta publicamente, o senador reforçou que considera a integração regional uma possível ferramenta para enfrentar grupos criminosos que atuam além das fronteiras nacionais.

A discussão também envolve a relação do Brasil com outros governos do continente e a definição de estratégias conjuntas de segurança. Uma eventual adesão poderia representar uma mudança na forma como o país participa de operações e mecanismos internacionais de cooperação contra o crime organizado.

O tema ganhou repercussão justamente por envolver uma proposta de política externa que poderia alterar a posição brasileira em relação a iniciativas de segurança regional. A declaração de Flávio, portanto, representa uma intenção política para um eventual governo, e não uma decisão oficial já tomada pelo Estado brasileiro.

O candidato defende que o país tenha participação mais ativa nesse tipo de articulação e sinaliza disposição para aproximar o Brasil de governos que adotem medidas de enfrentamento ao narcotráfico e às organizações criminosas.

A fala deverá continuar provocando discussões durante a campanha eleitoral, principalmente sobre os limites e as condições para uma eventual participação brasileira, além dos possíveis efeitos diplomáticos e de segurança.

Por enquanto, o ponto central é que Flávio Bolsonaro declarou publicamente que pretende aderir ao “Escudo das Américas” caso seja eleito. A iniciativa, contudo, ainda não representa uma adesão oficial do Brasil.

actante: DONO DE QUIOSQUES EM PRAIA DO RIO DIZ QUE EXPULSOU CASAL HÉTERO POR BEIJO E DECLARA: “AQUI HÉTERO NÃO SE BEIJA”

 

Um empresário identificado como Rafael viralizou nas redes sociais após publicar um vídeo em que afirma ter expulsado um casal heterossexual de um de seus quiosques na Zona Sul do Rio de Janeiro. Segundo o relato feito pelo próprio empresário, a medida teria sido tomada depois que o homem e a mulher foram vistos se beijando dentro do estabelecimento.

Na gravação, Rafael explicou que a decisão estaria relacionada a situações que, segundo ele, casais gays enfrentariam em estabelecimentos frequentados majoritariamente por pessoas heterossexuais. O empresário afirmou que, em determinadas ocasiões, demonstrações de afeto entre pessoas do mesmo sexo seriam alvo de reclamações ou expulsões.

“Já que em lugares héteros eu não posso beijar o meu marido, então no meu quiosque também hétero não se beija”, declarou.

Em outro trecho do vídeo, Rafael reforçou o argumento e afirmou que não considera injusta a decisão de retirar casais heterossexuais do estabelecimento. “Já que expulsam gays de lugares héteros quando se beijam e ainda se acham certos, eu também não irei me achar errado quando expulsar héteros. Eles dizem ter direito de fazer isso com os gays e não acham essa atitude crime”, afirmou.

A declaração provocou forte repercussão nas redes sociais. O empresário também afirmou ser proprietário de 28 quiosques na Zona Sul e disse não acreditar que uma eventual redução no número de clientes heterossexuais afetaria seus negócios.

“Não vou ficar menos rico se héteros deixarem de frequentar. Aqui é cheio de gays”, declarou Rafael.

No fim da gravação, o empresário ainda afirmou considerar “uma pouca vergonha” casais heterossexuais se beijando em público. A declaração ampliou a repercussão do vídeo e gerou comentários de usuários com opiniões bastante diferentes.

Parte dos internautas demonstrou apoio à atitude relatada por Rafael, interpretando a declaração como uma forma de criticar situações de discriminação contra casais LGBTQIA+. Outros usuários, entretanto, questionaram a adoção de critérios diferentes de acordo com a orientação sexual dos clientes.

O episódio também levantou debates sobre regras de convivência em estabelecimentos comerciais, demonstrações públicas de afeto e tratamento igualitário entre consumidores. A discussão ganhou força justamente por envolver uma situação inversa àquela normalmente apresentada em debates sobre discriminação contra casais do mesmo sexo.

Até o momento, o episódio é baseado no relato e nas declarações feitas pelo próprio empresário no vídeo que circulou nas redes sociais. A repercussão, entretanto, transformou o caso em mais uma discussão virtual sobre preconceito, liberdade de expressão, relações afetivas e igualdade de tratamento em espaços abertos ao público.

 

GAROTINHO FAZ ACORDO COM PL ,DESISTE DE RECURSO E DOUGLAS RUAS É GOVERNADOR NO 1°TURNO

 

 

A disputa pelo Governo do Rio de Janeiro ganhou um novo capítulo nesta segunda-feira (5), após Anthony Garotinho (Republicanos) desistir do recurso apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra o indeferimento de sua candidatura. A decisão abre caminho para que Douglas Ruas (PL) seja declarado vencedor ainda no primeiro turno, dependendo da definição oficial da Justiça Eleitoral.

A desistência foi noticiada pelo UOL e pelo jornal O Dia. Garotinho tentava reverter a decisão que impediu o registro de sua candidatura. Com a retirada do recurso, a situação dos votos recebidos pelo ex-governador passa a ser decisiva para o resultado da eleição estadual.

Na apuração divulgada após a votação de domingo (4), Ruas terminou com 49,27% dos votos válidos, enquanto Eduardo Paes (PSD) alcançou 42,76%. O resultado inicialmente apontou os dois candidatos para uma segunda rodada de votação, mas a controvérsia sobre Garotinho deixou o desfecho da disputa condicionado à análise judicial.

Segundo O Dia, Ruas recebeu 4.271.199 votos, Paes somou 3.706.984 e Garotinho obteve 274.411. Os votos destinados ao candidato do Republicanos foram registrados como “anulados sub judice”, expressão que indica uma situação ainda submetida à discussão na Justiça. Sua inclusão provisória no cálculo influenciou os percentuais apresentados ao eleitorado. (O Dia)

A eventual exclusão definitiva desses votos reduz o total utilizado para calcular a participação de cada candidato. Assim, Ruas pode superar a metade dos votos válidos sem receber novos votos. A alteração decorre da mudança na base de cálculo, e não de uma nova votação ou transferência dos votos de Garotinho.

Por isso, a desistência representa um movimento relevante, mas a proclamação de um vencedor exige formalização pela Justiça Eleitoral. Até essa definição, a possibilidade de vitória no primeiro turno deve ser apresentada como um cenário condicionado ao tratamento definitivo dos votos e aos atos oficiais responsáveis pela totalização do resultado. (noticias.uol.com.br)

A publicação do perfil Banguaovivo afirma que Garotinho tomou a decisão após um acordo político com o PL. Ainda segundo a página, aliados de Douglas Ruas mantinham conversas nos bastidores para que o ex-governador abandonasse a disputa judicial. Essa versão sobre articulações políticas precisa ser atribuída à publicação, pois não foi confirmada independentemente nesta apuração.

O impasse afeta diretamente Eduardo Paes, que terminou em segundo lugar. Caso Ruas seja oficialmente reconhecido como vencedor no primeiro turno, não haverá nova votação para o governo estadual. Se a disputa permanecer aberta, o calendário eleitoral prevê o segundo turno em 25 de outubro, conforme informação divulgada pelo TRE-RJ. (O Dia)

O episódio coloca a situação jurídica de Garotinho no centro da eleição fluminense. Mais do que a distância entre os principais concorrentes, o desfecho depende agora da definição sobre quais votos integrarão o resultado válido. A decisão oficial deverá esclarecer se os eleitores retornarão às urnas para escolher o governador ou se a disputa pelo Palácio Guanabara terminou no domingo.

Enquanto isso, candidatos, partidos e eleitores aguardam a atualização do resultado, que poderá encerrar a disputa estadual antes da etapa prevista para este mês.

 

FORÇA MUNICIPAL GANHA MAIS DE 300 AGENTES E REFORÇA PATRULHAMENTO EM ÁREAS DO RIO

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A Prefeitura do Rio ampliou o efetivo da Força Municipal com a formação de mais de 300 novos agentes, que passam a reforçar o patrulhamento preventivo e ostensivo em diferentes regiões da cidade. A cerimônia de formatura foi realizada no dia 30 de setembro, na sede da Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Irajá, na Zona Norte.

Com a chegada dos novos integrantes, a Força Municipal passa a contar com mais de 900 agentes. O grupo é formado por guardas municipais de carreira selecionados por meio de processo interno e preparados para atuar principalmente em locais e horários considerados mais vulneráveis à ocorrência de roubos e furtos.

A capacitação dos agentes contou com participação da PRF e da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). Durante o treinamento, os guardas receberam instruções sobre técnicas de abordagem, defesa policial, uso diferenciado da força, armamento, munição e tiro.

A estratégia da Prefeitura prevê a atuação da Força Municipal em 14 perímetros espalhados pelo Rio de Janeiro. Entre as regiões contempladas estão áreas do Centro, Tijuca, Méier, Botafogo, Barra da Tijuca, Jardim Oceânico, Bangu, Campo Grande, Santa Cruz, Freguesia e Jacarepaguá.

Na Zona Oeste, a presença dos agentes ganha destaque em áreas de grande circulação. Em Campo Grande, por exemplo, o patrulhamento está concentrado no trecho entre a estação de trem e o Calçadão. Também existem operações em Bangu, Santa Cruz e Freguesia/Jacarepaguá.

Segundo dados apresentados pela Prefeitura, os primeiros meses de atuação foram acompanhados por redução nos registros de roubos e furtos nos perímetros atendidos. Entre os resultados divulgados estão quedas superiores a 70% em algumas regiões, como o entorno do Metrô Botafogo e Freguesia/Jacarepaguá.

A Prefeitura ressalta, entretanto, que os números são parciais e ainda passam por consolidação pelo Instituto de Segurança Pública (ISP).

Desde o início das operações, em 15 de março, foram realizadas mais de 15.500 abordagens. O balanço divulgado também aponta 1.367 prisões e conduções para delegacias, além da recuperação ou apreensão de 360 celulares e 271 motocicletas.

As ações também resultaram na apreensão de uma pistola, 25 réplicas de armas de fogo e 73 armas brancas. Além disso, os agentes participaram do cumprimento de 33 mandados de prisão.

Com o reforço do efetivo, a Prefeitura pretende ampliar a presença da Força Municipal nas ruas e aumentar a capacidade de prevenção em regiões estratégicas. A proposta é manter equipes em pontos de grande circulação, especialmente durante períodos considerados mais críticos.

A expansão representa uma aposta do município no patrulhamento preventivo e na integração entre diferentes órgãos de segurança. A expectativa é que os novos agentes sejam distribuídos de acordo com as necessidades de cada região, aumentando a presença ostensiva e contribuindo para a sensação de segurança da população.l.

POLICIAL É SUSPEITO DE MATAR AMANTE APÓS DESCOBRIR OUTRO RELACIONAMENTO E DEPOIS TIRAR A PRÓPRIA VIDA NO RIO

 

Um caso envolvendo dois policiais civis terminou de forma trágica e é investigado como feminicídio seguido da morte do suspeito. Gabriele Ferreira Santos, de 26 anos, e Luciano do Nascimento Costa, de 48, trabalhavam juntos na 11ª DP, na Rocinha, e mantinham um relacionamento extraconjugal havia aproximadamente três anos.

Luciano era casado havia mais de duas décadas e tinha dois filhos. De acordo com relatos obtidos pela polícia, apesar do casamento, ele mantinha uma relação amorosa com Gabriele. A situação teria se agravado depois que o policial descobriu que a colega também estaria se relacionando com outro homem.

Segundo informações repassadas aos investigadores, esse outro homem teria apresentado a Luciano fotos, vídeos e mensagens que indicariam a existência do relacionamento. A descoberta teria provocado uma reação emocional no policial e, horas antes das mortes, ele procurou familiares.

Conforme os relatos, Luciano pediu perdão à esposa, aos filhos e ao sogro. Na ocasião, teria dito que precisava “resolver um negócio”. Depois disso, deixou o local e seguiu para o apartamento de Gabriele, situado em Mesquita, na Baixada Fluminense.

Durante a noite, moradores da região relataram ter ouvido uma discussão dentro do imóvel. Em seguida, foram escutados gritos e diversos disparos de arma de fogo, o que chamou a atenção dos vizinhos e levantou a suspeita de que algo grave havia acontecido.

Acionadas, equipes policiais foram até o apartamento. Ao entrarem no imóvel, encontraram Gabriele e Luciano já mortos. A cena passou a ser analisada pelos investigadores, que trabalham para reconstruir os últimos momentos do casal e esclarecer exatamente como ocorreu a sequência de acontecimentos.

A principal linha de investigação aponta para um feminicídio seguido da morte do próprio suspeito. Segundo essa hipótese, Luciano teria efetuado disparos contra Gabriele e, posteriormente, usado a arma contra si mesmo.

As circunstâncias que antecederam o crime também estão sendo analisadas. Os investigadores devem considerar os relatos de familiares e testemunhas, além de possíveis mensagens, imagens e outros elementos que possam ajudar a esclarecer a motivação e a dinâmica das mortes.

O caso chama atenção ainda pelo fato de os dois envolvidos serem policiais civis e trabalharem na mesma unidade. A investigação deverá buscar respostas para questões como o momento em que Luciano chegou ao apartamento, o que foi discutido entre os dois e como ocorreu a sequência dos disparos.

A morte de Gabriele é tratada pelas autoridades dentro da principal hipótese de feminicídio, enquanto a morte de Luciano é investigada como suicídio após o crime. A apuração deverá reunir os elementos encontrados no imóvel, depoimentos e demais provas para confirmar ou afastar essa versão.

O episódio deixa familiares, colegas de profissão e moradores chocados e reforça a necessidade de esclarecer todas as circunstâncias de uma tragédia marcada por um relacionamento mantido em segredo e que terminou de maneira violenta.

 

CAMPO GRANDE VAI MUDAR: PREFEITURA ANUNCIA R$ 34 MILHÕES PARA COMBATER ALAGAMENTOS

Prefeitura anuncia pacote de mais de R$ 34 milhões para combater alagamentos em Campo Grande

A Prefeitura do Rio anunciou um novo pacote de obras de infraestrutura para combater os alagamentos no Centro de Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Segundo o município, serão investidos mais de R$ 34 milhões em intervenções de drenagem, pavimentação e melhorias urbanas que devem beneficiar diretamente cerca de 11 mil moradores da região.

As obras serão realizadas pela Fundação Rio-Águas, vinculada à Secretaria Municipal de Infraestrutura, e contemplarão 16 ruas. Ao todo, as intervenções devem alcançar mais de 34 mil metros quadrados, com implantação de novas redes de drenagem, pavimentação de vias e construção ou recuperação de calçadas.

A primeira frente de trabalho terá início na Rua Gramado e também contemplará outras nove vias, entre elas as ruas João Telles, Tiaraju e Erechim. Nessa área, estão previstos aproximadamente 10,5 mil metros quadrados de pavimentação, 6,6 mil metros quadrados de novas calçadas e a implantação de 1,2 quilômetro de rede de drenagem.

De acordo com a Prefeitura, a intervenção foi planejada para enfrentar pontos considerados críticos durante períodos de chuva. A melhoria do sistema de drenagem é apontada como uma das principais medidas para reduzir o acúmulo de água e os transtornos provocados pelos temporais que atingem a região.

Uma segunda frente de obras será realizada na Estrada do Pré e na Rua Camaipi, além de outras quatro ruas do entorno. Nesse trecho, serão implantados 1,3 quilômetro de rede de drenagem. Também estão previstos 12,2 mil metros quadrados de pavimentação e 6 mil metros quadrados de calçadas.

A segunda área de intervenção terá aproximadamente 18,2 mil metros quadrados de obras. Somadas as duas frentes, o projeto representa uma intervenção de grande porte na infraestrutura urbana do Centro de Campo Grande.

O prefeito Eduardo Cavaliere afirmou que as intervenções foram planejadas a partir de estudos técnicos e têm como objetivo enfrentar um problema considerado histórico na região. A proposta é melhorar o escoamento das águas das chuvas e proporcionar mais segurança e qualidade de vida aos moradores e comerciantes.

O secretário municipal de Infraestrutura, Wanderson Santos, também destacou a importância das intervenções nas áreas consideradas críticas. A expectativa da Prefeitura é que as novas estruturas contribuam para diminuir os impactos provocados pelas fortes chuvas e melhorar as condições de circulação pelas vias.

As obras representam uma nova etapa das ações de infraestrutura na Zona Oeste e chamam atenção principalmente pelo volume de recursos destinados à região. Para os moradores de Campo Grande, a expectativa é de que a implantação das novas redes de drenagem consiga reduzir um dos problemas que mais provocam transtornos durante os períodos de chuva.

A Prefeitura informou que as intervenções fazem parte de uma estratégia de melhoria da infraestrutura urbana e de prevenção aos alagamentos em pontos considerados vulneráveis da cidade.

URGENTE!! Ronaldo pediu ajuda financeira a Vorcaro e conversou sobre encontros VIP e candidatura à CBF

 

 COM CELEBRIDADES

Mensagens atribuídas ao ex-jogador Ronaldo Nazário e ao empresário Daniel Vorcaro, reveladas pela revista VEJA, mostram conversas sobre diferentes assuntos, incluindo um pedido de ajuda financeira para o Cruzeiro, encontros com personalidades internacionais, planos de lazer em Ibiza e articulações relacionadas a uma possível candidatura à presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Um dos episódios destacados aconteceu em março de 2024, quando Ronaldo procurou Vorcaro para pedir apoio financeiro ao clube mineiro. Na conversa, o ex-atacante explicou que a eliminação do Cruzeiro na Copa do Brasil havia comprometido uma receita esperada e provocado dificuldades no fluxo de caixa.

Ronaldo informou que Gabriel Lima, então CEO do clube, viajaria a Londres e poderia explicar os detalhes da operação. Vorcaro respondeu que conversaria com o executivo e afirmou que Ronaldo poderia contar com ele.

Dias depois, o ex-jogador voltou a procurar o empresário para agradecer. “Amigo, o empréstimo saiu lá pro Cruzeiro! Muito obrigado, irmão!”, escreveu, segundo os trechos divulgados. As mensagens indicam que o pedido de auxílio financeiro foi seguido pela liberação de um empréstimo, embora os detalhes contratuais e as condições da operação não estejam descritos no material apresentado.

Outro assunto envolveu o Inter Miami, clube dos Estados Unidos que tem Lionel Messi como principal estrela e David Beckham como um de seus proprietários. Nas mensagens, Ronaldo afirmou que havia conversado com Beckham para facilitar o acesso de Vorcaro e seus convidados a uma partida com ingressos esgotados.

O ex-jogador também mencionou a possibilidade de apresentar o empresário a Messi depois do confronto. A conversa evidencia a circulação de Ronaldo em ambientes esportivos internacionais e sua capacidade de intermediar contatos com figuras conhecidas do futebol.

As mensagens também abordaram uma possível viagem a Ibiza, na Espanha. Vorcaro pediu ajuda para encontrar um barco ou uma vila de alto padrão na região. Ronaldo respondeu que um amigo poderia ajudá-lo a localizar as opções desejadas.

No campo esportivo e institucional, a reportagem também menciona uma possível reunião informal na casa do apresentador Luciano Huck para discutir a candidatura de Ronaldo à presidência da CBF. Segundo o relato, Vorcaro havia sido convidado para uma pizza na qual o assunto seria debatido. Os trechos apresentados, porém, não detalham o conteúdo das conversas sobre a candidatura.

Outro episódio citado foi a organização de um encontro na residência de Ronaldo para assistir a uma partida da Seleção Brasileira, reunindo amigos em comum com Vorcaro. Em tom descontraído, o ex-atacante brincou sobre a dificuldade de acompanhar jogos sem sofrer, enquanto outro participante mencionou os problemas enfrentados por Corinthians, Cruzeiro e Valladolid.

O conjunto das mensagens reúne assuntos financeiros, relações pessoais, lazer e articulações esportivas. A divulgação permite conhecer aspectos das conversas privadas entre os dois, mas não comprova, por si só, qualquer irregularidade. Para avaliar as circunstâncias do empréstimo e os demais episódios, seriam necessários documentos e informações adicionais sobre cada operação.

 

BOMBA! Augusto Cury fala em acionar a Justiça para adiar o primeiro turno das eleições

 

O escritor e psiquiatra Augusto Cury afirmou ter procurado advogados para elaborar um possível mandado de segurança com o objetivo de adiar em uma semana o primeiro turno das eleições. A declaração chama a atenção por envolver uma proposta de alteração no calendário eleitoral e levanta questionamentos sobre os fundamentos jurídicos necessários para uma iniciativa desse tipo.

“Chamei alguns advogados para fazer até um mandado de segurança para adiar essas eleições por mais uma semana”, declarou Cury.

A fala indica que o escritor considera recorrer à Justiça para tentar modificar a data da votação. Entretanto, a declaração, por si só, não comprova que uma ação judicial tenha sido efetivamente protocolada, nem que exista uma decisão favorável ao adiamento. Até que haja informações oficiais sobre eventual processo, a iniciativa deve ser tratada como uma intenção anunciada pelo próprio Cury.

O mandado de segurança é um instrumento jurídico previsto na legislação brasileira para proteger direitos líquidos e certos diante de ilegalidade ou abuso de poder praticado por autoridade pública, observados os requisitos legais. Sua utilização depende da existência de fundamentos jurídicos específicos e de elementos que sustentem o pedido apresentado à Justiça.

No caso de uma tentativa de alterar o calendário eleitoral, seria necessário examinar quais razões seriam apresentadas, qual autoridade seria apontada como responsável pelo ato questionado e qual seria a competência do órgão judicial para analisar a solicitação. A simples apresentação de um pedido não garante que ele será aceito.

As eleições brasileiras seguem um calendário organizado pela Justiça Eleitoral, responsável por estabelecer regras, prazos e procedimentos para a realização da votação. Alterações dessa natureza exigiriam análise jurídica e institucional, considerando as normas eleitorais aplicáveis, a organização do pleito e os direitos dos eleitores.

Um eventual adiamento também poderia produzir consequências práticas. Candidatos, partidos políticos, mesários, equipes de fiscalização e eleitores organizam suas atividades com base nas datas oficialmente estabelecidas. Uma mudança exigiria avaliar os impactos sobre a logística eleitoral e sobre os procedimentos previstos para o primeiro turno.

Até o momento, a declaração reproduzida não esclarece quais motivos levaram Augusto Cury a considerar a medida, se os advogados já concluíram a elaboração do documento ou se há algum pedido formal apresentado à Justiça Eleitoral. Esses pontos são importantes para compreender o alcance real da iniciativa.

Também é necessário distinguir uma manifestação pública de uma decisão institucional. Mesmo que um mandado de segurança seja protocolado, o adiamento dependeria da análise da autoridade judicial competente e do cumprimento dos requisitos legais aplicáveis.

A declaração coloca em evidência uma discussão sobre os limites dos instrumentos judiciais e as regras que orientam o processo eleitoral brasileiro. Para esclarecer os próximos passos, será necessário verificar se a iniciativa anunciada avançará para a esfera judicial e quais argumentos serão apresentados.

Por enquanto, a informação central é a intenção declarada por Augusto Cury de consultar advogados para tentar adiar o primeiro turno por uma semana. Sem confirmação de protocolo ou decisão judicial, não é possível afirmar que o calendário eleitoral será alterado.

 

O escritor e psiquiatra Augusto Cury afirmou ter procurado advogados para elaborar um possível mandado de segurança com o objetivo de adiar em uma semana o primeiro turno das eleições. A declaração chama a atenção por envolver uma proposta de alteração no calendário eleitoral e levanta questionamentos sobre os fundamentos jurídicos necessários para uma iniciativa desse tipo.

“Chamei alguns advogados para fazer até um mandado de segurança para adiar essas eleições por mais uma semana”, declarou Cury.

A fala indica que o escritor considera recorrer à Justiça para tentar modificar a data da votação. Entretanto, a declaração, por si só, não comprova que uma ação judicial tenha sido efetivamente protocolada, nem que exista uma decisão favorável ao adiamento. Até que haja informações oficiais sobre eventual processo, a iniciativa deve ser tratada como uma intenção anunciada pelo próprio Cury.

O mandado de segurança é um instrumento jurídico previsto na legislação brasileira para proteger direitos líquidos e certos diante de ilegalidade ou abuso de poder praticado por autoridade pública, observados os requisitos legais. Sua utilização depende da existência de fundamentos jurídicos específicos e de elementos que sustentem o pedido apresentado à Justiça.

No caso de uma tentativa de alterar o calendário eleitoral, seria necessário examinar quais razões seriam apresentadas, qual autoridade seria apontada como responsável pelo ato questionado e qual seria a competência do órgão judicial para analisar a solicitação. A simples apresentação de um pedido não garante que ele será aceito.

As eleições brasileiras seguem um calendário organizado pela Justiça Eleitoral, responsável por estabelecer regras, prazos e procedimentos para a realização da votação. Alterações dessa natureza exigiriam análise jurídica e institucional, considerando as normas eleitorais aplicáveis, a organização do pleito e os direitos dos eleitores.

Um eventual adiamento também poderia produzir consequências práticas. Candidatos, partidos políticos, mesários, equipes de fiscalização e eleitores organizam suas atividades com base nas datas oficialmente estabelecidas. Uma mudança exigiria avaliar os impactos sobre a logística eleitoral e sobre os procedimentos previstos para o primeiro turno.

Até o momento, a declaração reproduzida não esclarece quais motivos levaram Augusto Cury a considerar a medida, se os advogados já concluíram a elaboração do documento ou se há algum pedido formal apresentado à Justiça Eleitoral. Esses pontos são importantes para compreender o alcance real da iniciativa.

Também é necessário distinguir uma manifestação pública de uma decisão institucional. Mesmo que um mandado de segurança seja protocolado, o adiamento dependeria da análise da autoridade judicial competente e do cumprimento dos requisitos legais aplicáveis.

A declaração coloca em evidência uma discussão sobre os limites dos instrumentos judiciais e as regras que orientam o processo eleitoral brasileiro. Para esclarecer os próximos passos, será necessário verificar se a iniciativa anunciada avançará para a esfera judicial e quais argumentos serão apresentados.

Por enquanto, a informação central é a intenção declarada por Augusto Cury de consultar advogados para tentar adiar o primeiro turno por uma semana. Sem confirmação de protocolo ou decisão judicial, não é possível afirmar que o calendário eleitoral será alterado.

URGENTE!! TSE DETERMINA QUE VOTOS EM GAROTINHO AO GOVERNO DO RIO SEJAM ANULADOS

Uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) colocou a candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) ao governo do Rio de Janeiro no centro das atenções na reta final da campanha. O ministro Floriano de Azevedo Marques determinou que os votos recebidos pelo ex-governador sejam registrados como “anulados sub judice”, enquanto a situação jurídica de sua candidatura permanece em discussão na Justiça Eleitoral.

A medida foi divulgada na sexta-feira, 2 de outubro de 2026, apenas dois dias antes do primeiro turno das eleições, marcado para domingo, 4 de outubro. A decisão representa um novo capítulo na disputa envolvendo o registro da candidatura de Garotinho e pode ter consequências para a contabilização dos votos destinados a ele.

Na prática, a determinação estabelece um tratamento específico para os votos recebidos pelo candidato. Embora seu nome permaneça na urna eletrônica, os votos não são contabilizados como válidos enquanto prevalecer a situação judicial definida na decisão. O desfecho definitivo dependerá da análise dos recursos e das decisões posteriores da Justiça Eleitoral.

A situação exige atenção porque a expressão “anulados sub judice” não significa, necessariamente, que todas as questões relacionadas à candidatura estejam definitivamente encerradas. O processo continua sujeito à apreciação judicial, e uma decisão posterior poderá esclarecer os efeitos definitivos sobre os votos e o registro eleitoral.

Entenda o motivo da contestação

O registro da candidatura de Anthony Garotinho havia sido rejeitado pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ). Entre os fundamentos apresentados está uma condenação por improbidade administrativa relacionada a danos ao patrimônio público e ao enriquecimento ilícito de terceiros.

A defesa do ex-governador recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral para tentar reverter o entendimento da Justiça Eleitoral fluminense. A discussão envolve os efeitos da condenação sobre as condições legais necessárias para disputar o cargo de governador.

Além da determinação sobre os votos, a decisão também estabeleceu restrições ao acesso da campanha a recursos do Fundo Partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, conhecido como Fundo Eleitoral, assim como ao horário eleitoral gratuito, conforme as informações divulgadas sobre o caso.

O que acontece agora?

Com a eleição marcada para domingo, a situação jurídica de Garotinho ganha importância para os eleitores e para o acompanhamento da apuração. A decisão trata especificamente dos votos destinados ao candidato e não significa que a eleição para o governo estadual tenha sido anulada.

O caso continuará dependendo dos próximos passos do processo no TSE. Até que haja uma definição judicial, é importante acompanhar os comunicados oficiais da Justiça Eleitoral para compreender como os votos serão tratados e quais serão os efeitos finais sobre a candidatura.

A situação reforça a importância de verificar as informações oficiais antes da votação, especialmente em disputas nas quais decisões judiciais podem alterar o tratamento dos votos. O resultado definitivo dependerá do andamento do processo e das determinações que vierem a ser tomadas pelas autoridades eleitorais competentes.