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Sporting – 158 jogos / 101 vitórias / 24 empates / 33 derrotas
Benfica – 321 jogos /227 vitória s/47 empates / 47 derrotas
Braga – 47 jogos /23 vitórias / 13 empates / 11 derrotas
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PM SOFRE ACIDENTE DE MOTO EM BARRA DE GUARATIBA, NÃO RESISTIU E VEIO À ÓBITO 😥
Sargento da PMERJ, Wellington dos Santos, Rg 64 🌽 acabou de vir à óbito em Barra de Guaratiba, após uma colisão de moto com um caminhão. Nossos sentimentos aos familiares e amigos, que Deus conforte o coração de todos neste momento tão difícil. 🙏
Curta Bangu City
PF prende gerente do Bradesco envolvida em esquema que ‘lavou’ quase R$ 1 bilhão
Outro gerente do banco e um empresário também foram procurados na operação e são considerados foragidos
Rio – A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) fizeram, na manhã desta terça-feira, uma operação contra lavagem de dinheiro dentro do sistema bancário. Os agentes pretendiam cumprir três mandados de prisão e outros três de busca e apreensão. No entanto, dentre os mandados de prisão, apenas o contra a gerente do Bradesco Tânia Maria Aragão de Souza foi cumprido.
Outro investigado também é gerente do banco, Robson Luiz Cunha Silva. O terceiro mandado de prisão é contra o empresário Júlio César Pinto de Andrade. Os dois são considerados foragidos. Robson, Júlio César e Tânia são acusados de “lavar” R$ 989,6 milhões.
A ação desta terça foi um desdobramento das operações Eficiência (janeiro de 2017) e Câmbio, Desligo (junho de 2018), que investigam um esquema de lavagem de dinheiro comandado pelos doleiros Vinícius Claret e Cláudio Barbosa, operadores financeiros do ex-governador Sérgio Cabral (MDB).
As prisões foram determinadas pelo juiz Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio. Tânia foi encontrada em casa, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e foi levada para a sede da Polícia Federal, na Zona Portuária.
De acordo com o MPF, as investigações revelaram que Júlio, Tânia e Robson eram peças importantes em um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro, que funcionava por meio da compensação de cheques do varejo (chequinhos) e pagamento de boletos bancários. O esquema servia para a geração de dinheiro em espécie que, posteriormente, era vendidos a empresas que desejavam “esfriar” recursos.
Os doleiros captavam cheques recebidos no varejo e os depositavam em contas bancárias de empresas fantasmas. Para abertura e movimentação das contas bancárias, a organização criminosa contava com a participação de gerentes de bancos que descumpriam normas para permitir a criação das contas.
O empresário Júlio Andrade seria o responsável por abrir as contas fantasmas utilizadas nas transações, bem como por fornecer telefones “frios” e indicar empresas que alugavam salas por curtos períodos para guardar o dinheiro obtido. Ao menos sete empresas fantasmas foram identificadas e foram alvo de busca e apreensão nesta terça.
Na época dos fatos, Tânia e Robson eram gerentes-gerais de agências do Bradesco na Barra da Tijuca e em Vila Isabel, recebiam a documentação das empresas criadas por Júlio e indicavam os locais onde as contas bancárias deveriam ser abertas.
Para os procuradores da República que integram a força-tarefa da Lava Jato no Rio, houve falha no sistema de compliance das instituições financeiras.
“Os elementos ora reunidos não deixam dúvidas de que as instituições financeiras onde as contas foram abertas, em especial o banco Bradesco, descumpriram os deveres de compliance, possuindo como consequência direta, além do fomento à lavagem de dinheiro acima demonstrado, a violação à livre concorrência, pois as instituições que dispensem recursos no compliance acabam restringindo seus negócios, sem contar no custo que é dedicado aos setores de conformidade”, afirmam.
Procurado, o Bradesco informou que quando as informações envolvendo seus funcionários ficarem oficialmente disponíveis serão apuradas internamente.
“Como sempre, o Bradesco se coloca à disposição das autoridades no sentido da plena colaboração e esclarecimento sobre as apurações que estão sendo realizadas. Por fim, o Bradesco reitera que cumpre rigorosamente com as normas de conduta ética e governança vigentes para a atividade”, acrescentou, em nota.
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PF prende gerente do Bradesco envolvida em esquema que ‘lavou’ quase R$ 1 bilhão
Outro gerente do banco e um empresário também foram procurados na operação e são considerados foragidos
Rio – A Polícia Federal e o Ministério Público Federal (MPF) fizeram, na manhã desta terça-feira, uma operação contra lavagem de dinheiro dentro do sistema bancário. Os agentes pretendiam cumprir três mandados de prisão e outros três de busca e apreensão. No entanto, dentre os mandados de prisão, apenas o contra a gerente do Bradesco Tânia Maria Aragão de Souza foi cumprido.
Outro investigado também é gerente do banco, Robson Luiz Cunha Silva. O terceiro mandado de prisão é contra o empresário Júlio César Pinto de Andrade. Os dois são considerados foragidos. Robson, Júlio César e Tânia são acusados de “lavar” R$ 989,6 milhões.
A ação desta terça foi um desdobramento das operações Eficiência (janeiro de 2017) e Câmbio, Desligo (junho de 2018), que investigam um esquema de lavagem de dinheiro comandado pelos doleiros Vinícius Claret e Cláudio Barbosa, operadores financeiros do ex-governador Sérgio Cabral (MDB).
As prisões foram determinadas pelo juiz Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio. Tânia foi encontrada em casa, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e foi levada para a sede da Polícia Federal, na Zona Portuária.
De acordo com o MPF, as investigações revelaram que Júlio, Tânia e Robson eram peças importantes em um sofisticado esquema de lavagem de dinheiro, que funcionava por meio da compensação de cheques do varejo (chequinhos) e pagamento de boletos bancários. O esquema servia para a geração de dinheiro em espécie que, posteriormente, era vendidos a empresas que desejavam “esfriar” recursos.
Os doleiros captavam cheques recebidos no varejo e os depositavam em contas bancárias de empresas fantasmas. Para abertura e movimentação das contas bancárias, a organização criminosa contava com a participação de gerentes de bancos que descumpriam normas para permitir a criação das contas.
O empresário Júlio Andrade seria o responsável por abrir as contas fantasmas utilizadas nas transações, bem como por fornecer telefones “frios” e indicar empresas que alugavam salas por curtos períodos para guardar o dinheiro obtido. Ao menos sete empresas fantasmas foram identificadas e foram alvo de busca e apreensão nesta terça.
Na época dos fatos, Tânia e Robson eram gerentes-gerais de agências do Bradesco na Barra da Tijuca e em Vila Isabel, recebiam a documentação das empresas criadas por Júlio e indicavam os locais onde as contas bancárias deveriam ser abertas.
Para os procuradores da República que integram a força-tarefa da Lava Jato no Rio, houve falha no sistema de compliance das instituições financeiras.
“Os elementos ora reunidos não deixam dúvidas de que as instituições financeiras onde as contas foram abertas, em especial o banco Bradesco, descumpriram os deveres de compliance, possuindo como consequência direta, além do fomento à lavagem de dinheiro acima demonstrado, a violação à livre concorrência, pois as instituições que dispensem recursos no compliance acabam restringindo seus negócios, sem contar no custo que é dedicado aos setores de conformidade”, afirmam.
Procurado, o Bradesco informou que quando as informações envolvendo seus funcionários ficarem oficialmente disponíveis serão apuradas internamente.
“Como sempre, o Bradesco se coloca à disposição das autoridades no sentido da plena colaboração e esclarecimento sobre as apurações que estão sendo realizadas. Por fim, o Bradesco reitera que cumpre rigorosamente com as normas de conduta ética e governança vigentes para a atividade”, acrescentou, em nota.
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O técnico Abel Braga se reuniu com a diretoria do Flamengo e pediu demissão do cargo, na manhã desta quarta-feira. O encontro foi com o presidente Rodolfo Landim, que conversou antes com o vice de futebol Marcos Braz.
O treinador vai ao Ninho do Urubu se despedir dos jogadores e da comissão técnica à tarde, mas não comanda mais a equipe a partir do jogo contra o Fortaleza, sábado.
A decisão do treinador foi noticiada pelo site Globoesporte.com.
Após o jogo contra o Atlético-PR, no Maracanã, em que Abel foi bastante xingado pela torcida, o técnico se viu sem respaldo interno e foi aconselhado por familiares a encerrar o vínculo.
Na segunda passagem pelo Flamengo, Abel foi campeão da Florida Cup e do Campeonato Estadual. Foram 28 jogos oficiais, 18 vitórias, 6 empates e 4 derrotas. Com 54 gols marcados pela equipe e 24 sofridos, aproveitamento de 64%.
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Duas mulheres foram agredidas com socos e pontapés no Terminal Alvorada, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. A moças, que são venezuelanas, são suspeitas de terem furtado dentro do BRT. As imagens compartilhadas nas redes sociais mostram o momento da confusão, que termina quando agentes de vigilância interviram a briga e tiraram as mulheres do local.
A Polícia Militar chegou a ser acionada, mas ninguém foi prestou queixa e não registrou ocorrência.
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empresária Jussara Couto, de 38 anos, casou-se consigo mesma no último domingo, 26, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Ela se tornou a primeira pessoa a fazer um casamento sologâmico – ou seja, de um membro só – no Brasil.
O evento ocorreu em uma praça da capital mineira para celebrar o amor próprio, com a presença de amigos e familiares. Ao som de Tocando em Frente, de Almir Sater, e vestida de noiva, com um buquê nas mãos, a mulher subiu em um altar improvisado e falou palavras de autoestima e aceitação.
A iniciativa chamou a atenção dos usuários do Instagram, que não economizaram elogios ao falar de Jussara. “A vida que segue sempre é bem acompanhada do amor próprio“, escreveu uma internauta. “Você é exemplo para muitas pessoas que não se amam, que não sabem o quanto são maravilhosas”, disse outra.
Por outro lado, alguns internautas não gostaram da ideia. “Isso é para tirar dinheiro de gente narcisista, que deseja mandar recado para um ex-companheiro nas redes sociais e ostentar, ser o centro das atenções. Isso está longe de ser autoestima“, criticou uma mulher. “É narcisismo, não é casamento. Não me chamem para isso pelo bem da humanidade”, reclamou outra.
A ‘noiva’ e sua amiga Daniele Cerqueira, ambas profissionais da área de eventos, criaram a organização Eu Comigo, especializada em casamento sologâmico. “A cerimônia não é feita para substituir alguém, ou porque a pessoa não quer se relacionar com outra no futuro”, explica a dupla na página do Instagram. “O auto casamento pode ser qualquer coisa, desde um simples ritual no quarto de alguém até uma celebração mais luxuosa”, completa.
Esperançosas com a iniciativa, as empresárias acreditam que as pessoas que trabalham na indústria de casamentos terão que pensar em serviços para os ‘sologamistas’ nos próximos anos.
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O TEMPO
Surpreendida com a cobrança, pela Uber, de uma taxa de limpeza de R$ 200 após o filho vomitar dentro de um carro do aplicativo, uma leitora entrou em contato com O TEMPO para saber o que fazer. Para ela, que pediu para não ser identificada, trata-se uma cobrança abusiva. “Não me neguei a pagar pela limpeza, mas pensei em um valor justo”, afirma a leitora em e-mail. Além disso, ela afirma ter deixado um objeto no carro, cujo valor não foi ressarcido pela empresa. A má notícia para ela – e boa para o motorista – é que a taxa de limpeza está, sim, dentro da legalidade do Código de Defesa do Consumidor, e o valor tampouco está acima dos preços praticados no mercado para limpeza e higienização de automóveis.
O caso ocorreu há algumas semanas. Segundo a leitora, o filho dela começou a tossir muito e acabou vomitando na parte do meio do carro, que engloba tapete, cinto e a área entre os dois bancos da frente, junto ao freio de mão. Ela e o marido se dispuseram a reparar o dano no mesmo momento, o que não ocorreu por não haver lava a jato no caminho da corrida. “Esperávamos que o motorista entrasse em contato falando sobre a despesa que teve com a higienização, mas isso não ocorreu”, diz.
No dia seguinte, ela recebeu um aviso da própria Uber, informando que o valor da corrida havia sido atualizado, com o acréscimo dos R$ 200. A leitora contestou no próprio aplicativo, mas recebeu resposta negativa – e questiona como é feita essa avaliação.
Procedimento
De acordo com a Uber, a taxa de limpeza é cobrada após o motorista enviar a nota fiscal e fotografias do dano causado. O aplicativo disponibiliza, no próprio site, uma escala de valores para limpeza, dependente de cada dano, entre R$ 50 e R$ 380. A empresa não contabiliza o tempo que o motorista deixa de rodar para resolver o problema, mas ressarce a limpeza integralmente, sem reter nenhum valor.
Segundo o Código de Defesa do Consumidor, é necessário que o usuário do aplicativo tenha informação clara e precisa sobre eventuais taxas que podem ser cobradas nesses casos. “De acordo com os termos de uso, existe a prévia permissibilidade de cobrança para essas situações. Tem nas condições de uso, está tudo previsto, inclusive o tabelamento”, explica o advogado Rômulo Brasil, especialista em direito do consumidor.
O próprio advogado fez uma consulta em estabelecimentos de Belo Horizonte que realizam serviço de limpeza e higienização de veículos, e o valor encontrado ficou entre R$ 250 e R$ 350 – ou seja, os montantes cobrados pelo aplicativo estão dentro da média do mercado. Segundo o coordenador do Procon Assembleia, Marcelo Barbosa, o usuário pode questionar, sim, em caso de cobrança abusiva. “Ele tem que fazer um referencial do valor, ir a uma loja que limpa bancos, por exemplo, para justificar que o preço não está de acordo com o praticado no mercado”, explica ele. Já sobre o objeto deixado no carro, é preciso provar que o consumidor esqueceu algo dentro do veículo. “É uma questão complicada, mas é possível. Pode-se também fazer prova a partir de uma testemunha”, esclarece Rômulo Brasil
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O Prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, apresentou nesta terça-feira, 28 de maio, no Palácio da Cidade, novidades implementadas no aplicativo de mobilidade Taxi.Rio, que completou 18 meses de operação. Pioneira na gestão pública de táxis no país, a plataforma conta atualmente com mais de 25 mil taxistas cadastrados (do total de 55 mil que circulam pela cidade), e desde sua criação já concedeu R$ 71 milhões em descontos aos passageiros, com mais de 7 milhões de corridas realizadas, com média de 20 mil viagens por dia.
Entre as novidades anunciadas estão a disponibilização do módulo corporativo para o transporte de pacientes da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) e a utilização da modalidade também por outros órgãos da Prefeitura. Outra inovação é a parceria em eventos realizados na cidade.
O processo de solicitação das corridas pelos passageiros passou por melhoria. A partir de agora, o taxista mais perto do ponto de embarque do passageiro recebe as informações da corrida para realizá-la. Com isso, o tempo para embarque diminuirá, garantindo agilidade na utilização do serviço.