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A Bela e a Fera versão sertaneja? Felipe Araújo se declara para Paolla

Seria uma versão de “A Bela e a Fera” sertanejo? Se depender do cantor Felipe Araújo, sim. Ele vem se declarando  à atriz Paolla Oliveira, através de todas as oportunidades que consegue. A última investida foi através do Instagram do colunista Hugo Gloss, que publicou uma foto de Paola bem sensual. O sertanejo não se conteve e comentou: “Não existe uma pessoa ser tão o amor da minha vida assim”.

Apesar de todo esse amor, não há notícia de algum tipo de relacionamento entre os dois. De acordo com a colunista Fabia Oliveira, Jornal O Dia, a atriz convidou o sertanejo para cantar em seu aniversário, porém ele não teria conseguido ir por conta de compromissos profissionais.

Em entrevista a Luciana Gimenez em seu programa na Rede TV!, Felipe Araújo elogiou e se derreteu para Paolla:

“Sou apaixonado mesmo. Eu assisti a novela (A Força do Querer) por causa dela. Aí, parei de assistir porque ela começou a fazer par romântico com um cara, fiquei com ciúmes. Fiquei p…, porque todo dia ela beijava um cara na minha frente e eu não estava aceitando aquilo”, contou ele que teve uma grata surpresa ao ver um comentário de Paola em sua postarem que citava a paixão pela atriz:

“Ri muito desse vídeo seu. Adorei saber desse carinho todo por mim. Você é muito querido e talentoso. Obrigada mesmo!”, escreveu ela. O cantor respondeu com um emoji apaixonado e um coração. E aí, é namoro ou amizade?

Relacionamento Sério no Facebook, equivale a casamento, diz juiz

Um caso curioso referente ao Facebook ocorreu na capital paranaense. Uma jovem conquistou na justiça o direito de receber pensão alimentícia do ex-namorado por conta do status “Relacionamento sério no Facebook”

O caso ocorreu após a jovem de 23 acionar a justiça requerendo o benefício da pensão, além da divisão dos bens adquiridos durante o relacionamento que durou cerca de dois anos. O juiz Antonio Nicolau Barbosa Sobrinho baseou sua decisão, o perfil do Facebook de ambos, nos quais constava o status “relacionamento sério” o que para o magistrado configura um “compromisso moral”.

O estilo de vida do casal e suas potagens também remetem à uma União Estável, que se estabelece legalmente a convivência entre duas pessoas sem a necessidade de celebração do casamento civil.

O juiz fixou pensão alimentícia de R$ 900, além da divisão de valor de um automóvel Celta, 2007, adquirido após o começo do relacionamento. O juiz também orientou que os jovens casais só realmente declarem um relacionamento sério, caso realmente essa seja a intenção. De acordo com ele, o registro em redes sociais podem sim ser considerados documentos nesses casos.

Souza Cruz abre vagas de emprego com salários de até R$15.000,00

240 mil postos de trabalho de forma indireta. O número inclui os 27 mil produtores integrados responsáveis pelo cultivo do tabaco que é, reconhecidamente, um dos melhores do mundo.

A Souza Cruz se orgulha de ser uma empresa de grande relevância para o Brasil e ter verdadeiro alcance nacional. Em 2015, teve 78,1% participação no mercado interno formal, enquanto suas exportações de tabaco chegaram a 108 mil toneladas.

No mesmo ano, a Souza Cruz recolheu mais de R$ 10 bilhões em tributos, que geraram renda a 80% dos municípios. Tamanha capilaridade também está presente na sua estrutura de distribuição. A Companhia abastece diretamente com seus produtos mais de 300 mil pontos de venda, espalhados por 5,5 mil municípios brasileiros, constituindo a mais complexa operação de distribuição do Grupo BAT e uma das mais abrangentes do Brasil.

Cargos

As oportunidades são para áreas de Marketing, Finanças, Trainee, Tecnologia da Informação, Operações, Agronomia, E-commerce, Gerente e Estagiário de Comunicação. As vagas são para atuação no Rio de Janeiro-RJ e Rio Grande do Sul-RS.

 

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Title Location Date
Cargos Localização
Activation Development Manager Places & Spaces Rio De Janeiro, Brazil 16-May-2019
Estagiário Comunicação – Santa Cruz do Sul Rio Grande do Sul, Brazil 10-May-2019
Especialista de e-Commerce Rio De Janeiro, Brazil 10-May-2019
GLOBAL GRADUATE PROGRAMME 2019 – AGRONOMY Rio Grande do Sul, Brazil 01-May-2019
GLOBAL GRADUATE PROGRAMME 2019 – INFORMATION TECHNOLOGY Rio De Janeiro, Brazil 01-May-2019
GLOBAL GRADUATE PROGRAMME 2019 – OPERATIONS Rio De Janeiro, Brazil 01-May-2019
PROGRAMA TECHNICAL TRAINEE 2019 Rio Grande do Sul, Brazil 01-May-2019
GLOBAL GRADUATE PROGRAMME 2019 – FINANCE Rio De Janeiro, Brazil 30-Apr-2019
GLOBAL GRADUATE PROGRAMME 2019 – MARKETING Rio De Janeiro, Brazil 30-Apr-2019

De acordo com o site Love Mondays, os salários oferecidos podem passar dos R$15 mil mensais, conforme cargo. Os interessados podem se inscrever no site oficial.

Polícia Civil prende ex-companheiro de jovem desaparecida no RJ por ocultação de cadáver

O ex-companheiro de uma jovem desaparecida há oito anos e o irmão dele, que é Policial Militar da UPP do Morro dos Macacos, foram presos na manhã desta quinta-feira (23), em Rio das Ostras. Eles são suspeitos de ocultar o cadáver de Jennifer Tifany Vei­ga Pires, que foi vista pela última vez em 2011, segundo investigação da Polícia Civil.

A família notou que algo poderia ter ocorrido com ela ao ver que o então companheiro postou foto nas redes sociais anunciando um novo relacionamento, em 2014. Mas o inquérito policial só foi aberto em 2017, depois que uma testemunha relatou ter visto o rapaz e o irmão dele com as blusas sujas de sangue, tendo um deles confessado que havia dado um sumiço na jovem, ainda segundo a polícia.

A mãe, Gláucia Pires, conta que peregrinou em busca da filha e disse que acredita na culpa dos suspeitos pelo fato deles nunca terem ajudado a procurá-la. A jovem saiu de casa em 2009, quando tinha 15 anos, para morar com o rapaz e teve dois filhos.

“Como que você vai procurar uma coisa que não existe mais. Certo? Eu não! Pra mim, eu sempre procurei com a esperança de que minha filha fosse aparecer. Sempre lutei pra isso. Só ele sabia. Ele e o irmão. Se não queria mais, que ele devolvesse a minha filha” , desabafou.

A mãe explicou que sempre teve dificuldade de falar com a filha, por isso, decidiu procurar a polícia ao vê-lo com outra pessoa nas redes sociais.

“Uma ora diziam que ela estava viajando. Outra ora, que não queria me ver. Isso não só pra mim. Minha filha vivia em cárcere privado. Só que eu não sou ninguém, não tenho muito estudo, não tenho formação, não tenho dinheiro, então, eu dependo de tudo público. Por isso, agradeço ao Dr. Ronaldo que abraçou a causa pra descobrir a verdade”, desabafou.

Gláucia disse que, ao ir atrás da filha, foi comunicada que ela havia indo embora de casa sem dizer para onde iria. A mãe de Jennifer conta que ainda tentou a guarda das crianças e descobriu que já havia um pedido feito pela família paterna à Justiça.

O delegado titular da 128° DP de Rio das Ostras, Ronaldo Andrade Cavalcanti, explicou que o relato da testemunha foi importante para desencadear o caso. Ele desconfia que o corpo da jovem foi jogado em um rio do município.

“Apreendi até arma na casa de um dos suspeitos. Os prendi para fazer as acareações necessárias e ouvir novamente a testemunha sem se sentir intimidada pelo fato de um dos suspeitos ser um policial”, conta o delegado.

Ainda segundo a Polícia Civil, o PM vai ser levado para o Batalhão Prisional da Polícia Militar no Rio de Janeiro. Já o ex-companheiro da vítima vai ser encaminhado para um presídio de Campos dos Goytacazes, no interior do Estado do Rio.

A Secretaria de Estado de Polícia Militar do Rio de Janeiro informou que “não coaduna e pune com o máximo rigor qualquer desvio de conduta em seus quadros, conduzindo os processos apuratórios com base na legislação vigente.”

Ainda segundo a secretaria, o comando da corporação segue à disposição para colaborar com as investigações e disse que o policial permanecerá preso na Unidade Prisional da Polícia Militar, em Niterói. “Só quero saber o que aconteceu com a minha filha e que os culpados paguem pelo que fizeram a ela, porque ela não merecia”, disse a mãe.

Meu pai, que tem síndrome de Down, me inspirou a ser a melhor pessoa possível”

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Sader Issa, um estudante de odontologia do terceiro ano que mora na Síria, atribui seu sucesso e felicidade na vida ao amor e o apoio de seus pais. Na verdade, ele é tão orgulhoso de seus pais, especialmente seu pai, que ele quer que todos saibam que ele cresceu feliz e bem cuidado por um pai que tem síndrome de Down. Ele diz que pode não ter sido fácil, mas seu pai fez parecer que sim.

“Uma criança que cresce no colo de uma pessoa com síndrome de Down terá todo o amor e ternura que alguém possa oferecer”, disse Issa no vídeo abaixo, compartilhado pela terra natal da Sinfônica. “Isso levará a uma pessoa que tenha um bom equilíbrio emocional e social e seja capaz de conseguir o que quiser.”

Veja o vídeo, com legendas em inglês

A maioria dos homens com síndrome de Down não pode ter filhos ou tem uma taxa de fertilidade menor do que a média masculina. Apenas cerca de metade das mulheres com síndrome de Down são capazes de ter filhos.

Issa disse que seu pai, Jad Issa, é como qualquer outro pai e trabalhou bastante na fábrica de trigo para sustentá-lo. Mas seu pai também é uma pessoa vulnerável e isso inspirou Issa a ser a “melhor pessoa por causa dessa pessoa que trabalhou duro”.

Quando seu pai o apresenta a alguém novo, Issa diz que ele fica cheio de orgulho. “É como se ele estivesse dizendo:” Eu tenho síndrome de Down, mas criei meu filho e fiz tudo para ajudá-lo a se tornar um médico que trata as pessoas. Eu estou orgulhoso dele.’”

Issa diz que o relacionamento de seus pais é como qualquer outro casal que está junto há décadas. Casados ​​por 23 anos, eles podem discordar às vezes, mas eles desfrutam “uma vida cheia de amor, simplicidade e humildade em todos os aspectos”.

Issa e seus pais quando ele era jovem. Foto via Facebook.

Por causa de sua educação, Issa tem uma perspectiva única sobre a vida com síndrome de Down. Ele disse que seu pai é amado e respeitado por todos em sua comunidade, e está usando sua experiência de vida para pedir ao governo que respeite as pessoas que vivem com a doença, mesmo aquelas que ainda não nasceram.

“Para muitas pessoas, a idéia de uma mulher grávida de um bebê com síndrome de Down pode ser o pior cenário”, disse ele. “Você pode esperar que várias pessoas possam recorrer ao aborto. Se minha avó estivesse convencida dessa ideia, eu não estaria aqui com você. ”

Através do vídeo acima, bem como na mídia social e pelo menos uma entrevista de rádio, Issa se dedica a compartilhar a verdade sobre a síndrome de Down e lutar pelo direito à vida para aqueles diagnosticados com a condição antes do nascimento.

Com países como a Islândia se gabando de ter uma taxa de aborto de 100 por cento de bebês com síndrome de Down e os Estados Unidos abortando 67 por cento (ou mais) de crianças pré-natal com a doença, é vital que pessoas como Issa se manifestem. A verdade é que o aborto mata pessoas com síndrome de Down através de um ato violento de discriminação. Quando vemos que as pessoas com síndrome de Down são capazes de viver o que a sociedade julga serem vidas “normais”, torna-se aparente quão desumano é o aborto e que precisamos repensar como a sociedade vê as pessoas com deficiência.

 

Mulher e bebê morrem após dar entrada em hospital no RJ

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Uma família acusa o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes em Saracuruna, Duque de Caxias, de negligência médica. Letícia Ribeiro da Silva, de 23 anos, grávida de oito meses, se internou na última terça-feira, por volta das 8h, para dar à luz a Noa Lorenzo. Mas ela e o menino saíram de lá sem vida.

Segundo o marido Matheus Martins da Silva, de 24 anos, a mulher sempre teve uma gravidez saudável e todos os exames estavam em dia. De acordo com ele, a única orientação que o casal sempre teve é que o parto deveria ser uma cesariana porque o bebê era grande e ela não teria a passagem necessária para um parto normal.

“O nosso primeiro filho foi de parto natural. Mas naquela ocasião, ela tinha abertura. O nosso segundo filho tinha quase quatro quilos — segundo o último ultrassom e era preciso fazer uma cesariana”, lembrou o homem.

No entanto, segundo a mãe da jovem, Rosângela Ribeiro da Silva, 43, e o marido, os médicos insistiram no parto normal, o que ocasionou a morte da mãe e de Noa, que seria o segundo filho do casal. O outro tem 6 anos.

“Eu levei minha filha para o hospital andando e falando normal. Com dores de parto como toda grávida. Mas o que fizeram com a minha filha não foi um parto, foi uma tortura. Sacrificaram a minha menina e eu vi tudo. Ela teve rompimento de útero e o meu neto morreu asfixiado com o sangue”.

Rosângela conta que enquanto os médicos forçavam a barriga da jovem, ela avisava que estava com o rosto, barriga e pernas dormentes e os médicos falavam que era normal.

“Eles só levaram minha filha para a cesárea quando ela desmaiou e caiu da maca. Eu pedi para molhar o rosto dela e eles falavam que isso era coisa de filme e que era pra ela parar de show e ter força”, lamentou.

Segundo parentes, Letícia foi levada para a sala de parto seis horas após dar entrada no hospital. A mulher passou muito mal e só depois disso teria ido para o centro cirúrgico para fazer uma cirurgia. “Eles fizeram de tudo errado. mataram a minha mulher e o meu filho”, disse o marido de Letícia.

Na certidão de óbito a causa da morte de Letícia foi choque hemorrágico, rotura uterina e hipertensão gestacional. A mulher e o filho foram enterrados nesta quarta-feira, lado a lado, no Cemitério de Raiz da Serra, em Magé.

Na manhã desta quinta-feira, o esposa e a mãe de Letícia estiveram no Hospital Adão Pereira Nunes para pegar o histórico de atendimento da mulher. Entretanto, a direção do hospital teria se negado a entregar o documento.

Médico pede ajuda a Deus e retira pedra de 1,3 kg de paciente

 

 

Imagina fazer uma cirurgia para retirar uma pedra da bexiga, e se deparar com um pedregulho de 1,3 kg e 18 cm de comprimento?!  Foi exatamente isso que aconteceu com uma equipe médica de uma cidade do norte da Bahia.  O cirurgião João Cleber Coutinho, contou que pouco antes da operação, um exame de ultrassom mostrava que o corpo estranho media cerca de 10 cm.  Mas, ao fazer a intervenção, tomou um susto, precisou ir aumentando as incisões, e chegou um momento em que já não tinha mais espaço entre seu dedo, a pedra e a bexiga.

E foi nesta hora, que o médico recorreu à ajuda de Deus: “Eu tenho como costume entregar minhas mãos a Deus para que Ele possa fazer os milagres Dele. É uma coisa que eu aprendi e não abro mão. Parei a cirurgia. Quem estava na sala viu: pedi ajuda a Ele. Sozinho era impossível. A pedra não saía”.

Faetec inscreve para 4 mil vagas em cursos técnicos e de nível superior gratuitos no Rio

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A Faetec oferece 4.081 vagas em cursos técnicos e de nível superior gratuitos, com início no segundo semestre de 2019. Os interessados precisam se inscrever, até o dia 12 de junho, no site do Instituto Selecon, e pagar uma taxa de participação de R$ 49,90.

Após o cadastramento, os candidatos farão uma prova objetiva, que deverá ser aplicada no dia 30 de junho. A exceção é para os que desejam fazer o curso técnico de Teatro. Neste caso, os concorrentes serão submetidos a um teste de habilidade específica.

Do total de oportunidades oferecidas, 3.371 são para cursos técnicos. As opções de formações são: Edificações, Administração, Química, Informática, Logística, Modelagem do Vestuário, Estética, Automação Industrial, Cozinha, Eletrônica, Meio Ambiente, Eletrotécnica, Construção Naval, Prótese Dentária, Enfermagem e Produção de Moda, entre outros.

As chances de nível superior são para as áreas de: Tecnologia em Processos Gerenciais, Tecnologia da Informação e da Comunicação, Tecnologia em Gestão Ambiental,Tecnologia em Logística, Tecnologia em Sistemas para Internet (com foco em Empreendedorismo Digital), Tecnologia em Análise de Sistemas Informatizados e Licenciatura em Pedagogia.

As vagas estão distribuídas pela Região Metropolitana do Rio(incluindo Niterói, Itaboraí e Petrópolis), pela Baixada Fluminense (Duque de Caxias, Mesquita, Nilópolis, Nova Iguaçu e Paracambi), pela Região dos Lagos, pelo Norte Fluminense, pelo Centro-Sul Fluminense e pelo Médio Paraíba.

 

 

PAI E FILHO ASSASSINADOS NO RJ!!

 

 

Durante uma tentativa de assalto, o policial militar reformado, Sérgio Ramos Rohan, de 66 anos e o seu filho, Luan Sérgio, de 24 anos, foram mortos. O crime aconteceu no bairro Amendoeira, em São Gonçalo, na noite desta quinta-feira.

Segundo a Polícia Militar, eles foram surpreendidos por criminosos, quando estavam próximo de casa. O PM aposentado tentou reagir ao assalto, mas a arma dele falhou.

O caso está sendo investigado pela  Divisão de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSI).

URGENTE | STM DECIDE LIBERTAR 9 MILITARES QUE FUZILARAM CARRO DE FAMÍLIA EM GUADALUPE

 

 

#URGENTE | STM DECIDE LIBERTAR 9 MILITARES QUE FUZILARAM CARRO DE FAMÍLIA EM GUADALUPE

O Superior Tribunal Militar (STM) decidiu nesta quinta-feira (23) conceder liberdade a nove dos 12 militares envolvidos na morte, no Rio de Janeiro, do músico Evaldo dos Santos Rosa e do catador de materiais recicláveis Luciano Macedo. Eles estavam presos desde abril por ordem da Justiça Militar.

Responsável pela defesa dos militares, o advogado Paulo Henrique Pinto de Melo comemorou a decisão do tribunal. “É o resultado que a defesa esperava. É a correta aplicação da lei penal. A defesa pacientemente esperou por 50 dias”, declarou o defensor.

Os 12 militares suspeitos de participar da ação que resultou na morte do músico e do catador se tornaram réus no dia 11. Eles vão responder por homicídio qualificado, tentativa de homicídio qualificada e omissão de socorro.

Segundo a Polícia Civil, o carro do músico foi alvejado por um grupamento militar por mais de 80 tiros. Evaldo morreu no fuzilamento, mas familiares dele que também estavam no veículo conseguiram escapar. O delegado responsável pelo caso afirmou que “tudo indica” que os militares confundiram o carro do músico com o de assaltantes.

O caso ocorreu em Guadalupe, na Zona Norte do Rio, em 7 de abril. Na ocasião, o sogro de Evaldo foi baleado nos glúteos, mas a viúva do músico, o filho de 7 anos e uma amiga do casal não se feriram.

O catador de materiais recicláveis Luciano Macedo, que passava no local e tentou ajudar a família, também foi atingido e morreu dias depois.

Mais alta Corte da Justiça Militar, o STM é formado por 15 ministros, sendo quatro integrantes do Exército, três da Marinha, três da Aeronáutica e cinco civis. O presidente do tribunal só vota em casos de empate.

O julgamento do habeas corpus dos militares começou em 8 de maio, mas foi interrompido por um pedido de vista (mais tempo para analisar o caso) do vice-presidente da Corte, ministro José Barroso Filho.

Até a suspensão do julgamento, quatro ministros haviam votado favoravelmente à concessão de liberdade aos militares e um havia se posicionado a favor da manutenção da prisão.

Nesta semana, Barroso Filho devolveu o processo para julgamento, e a análise do caso foi retomada na tarde desta quinta. No julgamento desta tarde, mais seis magistrados do STM acompanharam a corrente favorável à soltura dos militares.

Barroso Filho foi um dos magistrados que votou a favor da concessão de liberdade aos soldados, mas recomendou que o tenente Ítalo, integrante do grupo patente mais alta, permanecesse preso.

O ministro sugeriu três medidas cautelares aos outros oito militares:

– recolhimento domiciliar noturno (das 20h às 5h) até o último interrogatório do processo

– proibição de portarem armas em atividades laborais externas

– proibição de participarem de ações de Garantia da Lei e da Ordem

Barroso Filho também argumentou durante o voto que, na avaliação dele, os soldados não poderiam mais atrapalhar as investigações. No entanto, o magistrado ponderou que o tenente Ítalo, oficial que chefiava o grupamento na ocasião em que ocorreu o fuzilamento do carro do músico, poderia coagir testemunhas e os outros réus.

Apesar de terem sido apresentadas propostas de aplicação de medidas cautelares aos militares, a maioria dos ministros do STM preferiu não determinar restrições e libertar todos os integrantes do Exército que ainda estavam presos, e não somente os soldados.

Como votaram os ministros

Lúcio Mário de Barros Góes (relator) – pela liberdade
Artur Vidigal de Oliveira – pela liberdade
Francisco Joseli Parente Camelo – pela liberdade
Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha – pela manutenção da prisão
Marco Antonio Farias – pela liberdade
José Barroso Filho – pela liberdade de 8 militares com medidas cautelares e manutenção da prisão do tenente Ítalo da Silva
José Coêlho Ferreira – pela liberdade dos 9 militares, mas com aplicação de cautelares
William de Oliveira Barros – pela liberdade
Alvaro Luiz Pinto – pela liberdade
Luis Carlos Gomes Mattos – pela liberdade
Odilson Sampaio Benzi – pela liberdade dos 9 militares, mas com aplicação de cautelares
Carlos Augusto de Sousa – pela liberdade
Péricles Aurélio Lima de Queiroz – pela liberdade
Carlos Vuyk de Aquino – pela liberdade
O processo

Os outros três militares que participaram da ação militar e já haviam sido libertados por ordem da Justiça respondem ao processo em liberdade. Dois deles dirigiam as viaturas que transportava os militares.

Na denúncia, o Ministério Público Militar apresentou laudos que apontam terem sido disparados 257 tiros de fuzil e de pistola. O carro em que o músico estava foi atingido por 62 disparos, apontaram os procuradores.

No dia seguinte à apresentação da denúncia, a juíza federal substituta da Justiça Militar Mariana Queiroz Aquino aceitou a peça acusatória, tornando os militares réus. O processo tramita na primeira instância da Justiça