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A polícia procura por Bruno Ferreira Correia, ex-namorado, estudante do curso de História da UERJ-Maracanã e principal suspeito de ter assassinado Luíza Braga, estudante de Ciências Sociais tb da UERJ. Bruno desapareceu logo após o assassinato de Luíza. Mais um caso de feminicídio.
Luiza Braga foi encontrada com marcas de
estrangulamento na casa do Bruno Correia.
Bruno é estudante de História da UERJ, apagou todas suas redes sociais, pegou suas roupas e pertences e sumiu.
A jovem avisou aos pais que acompanharia o ex-namorado até uma Unidade de Pronto-Atendimento. Depois que saiu de casa, os pais não conseguiram mais contato com a estudante.
Qualquer informação, liguem para o disque denúncia: 22531177
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#ALERTA #MULTI_MARKET #MURUNDU
Boa noite. Domingo passado fui ao mercado Multimarket da rua Murundu, aonde fiz umas compras! Pois bem, hoje fui usar um dos produtos que comprei, o pacote de frango a passarinho que veio congelado e quando meu marido começou a fazer senti um cheiro estranho, porém achei que era coisa minha!
Mas durante todo o preparo estava aquele cheiro de azedo, coisa passada! Na hora de dar janta para as crianças, antes resolvi tirar um pedaço, como dá pra ver na foto. Na mesma hora aquele gosto de azedo é amargo veio! Fiquei pensando como podia está azedo se estava congelado? Dai fui a lixeira vê a validade do produto, para minha surpresa estava em branco! Na mesma hora meu marido ligou para o mercado sem sucesso, ele foi ao mercado, falar com o gerente! Chegando lá o mesmo questionou e levou a nossa nota (sempre guardamos as notas) e a embalagem lá pra dentro, quando voltou questionou que dentre todos os pacotes do lote só o nosso estava em branco, porém se vcs repararam a embalagem que compramos e a que ele nos deu em troca ( últimas duas fotos), são totalmente diferentes! O mesmo não queria fazer a troca, insinuou que teríamos “burlado” a embalagem, mas acabou trocando.
Meu post não é no intuito de denigrir o mercado mas sim de alertar, pq se eu não fico atenta, a essa hora todos teríamos jantado um frango estragado, frango esse que provavelmente já estava passado, lote velho e com certeza mal armazenado! Então sempre fiquem atentos às embalagens, principalmente as de congelados!
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Os pais de um menino de 1 ano e cinco meses fortaleceram sua fé depois que seu filho sobreviveu a um afogamento, no Rio de Janeiro. O acidente aconteceu em 24 de agosto de 2017 na piscina que fica na área externa da residência da família.
“Meu filho simplesmente cegou a todos nós e quando demos falta dele, minha filha o achou boiando na piscina”, contou ao site Extra a mãe do menino, Mycaelle Feitosa, de 29 anos. “Foi por questão de minutos, por um descuido, o portão estava aberto e ele entrou”, acrescenta o pai da criança, George Bretas, de 38 anos.
O pequeno Jorginho foi levado por um casal que estava passando na rua para o Hospital Estadual Carlos Chagas, em Marechal Hermes, na Zona Norte do Rio. No caminho, uma enfermeira que chegava do plantão ajudou o bebê com massagem cardíaca. “Deus já foi preparando cada detalhe”, conta Mycaelle.
“Lá [no hospital] meu filho chegou morto e quando os médicos já tinham desistido e a enfermeira veio me trazer a roupinha dele no saco transparente, eu nem esperei pra ouvir o que ela ia falar”, descreveu Mycaelle no Facebook.
“Pedi a um amigo que me levasse até a igreja que eu frequentava de vez em quando, só que estava fechada. Fui em outra que era mais adiante. Cheguei chorando, a irmãzinha da porta me abraçou e perguntou o que houve. Entreguei a sacolinha com a roupa molhada do meu filho e disse para ela assim: ‘Me ajuda! Meu filho está morto’”, conta a mãe.
“Pararam o culto e começaram a interceder pela vida do meu filho. Me ajoelhei e pedi a Deus misericórdia que trouxesse meu filho de volta e sem sequelas. Refiz minha aliança com Deus, pois reconheci que sem Ele não somos nada. Saindo da igreja, encontrei com o pastor da igreja que eu estava frequentando, ele me abraçou e fez uma oração comigo”, Mycaelle relata.
Os médicos conseguiram reanimar Jorginho, mas descartaram grandes possibilidades de vida. Devido a falta de recursos para exames específicos no Hospital Carlos Chagas, a criança foi transferida para o Hospital e Clínica de São Gonçalo, na Região Metropolitana. “Todos tratavam meu filho como morto”, disse Mycaelle.
Jorginho permaneceu em coma por mais de 80 dias e foi encaminhado para o Prontobaby Hospital da Criança, na Tijuca, onde chegou a receber transfusão de sangue. Após quatro meses de internação, ele se tratando em casa, onde está avançando nos tratamentos e já acordou do coma. “Com muita ajuda já iniciamos com a fisioterapia respiratória e neurológica e ele está reagindo muito bem”, disse a mãe.
“Mesmo com todo esse sofrimento, Deus está modificando a nossa família, trabalhou na união e no companheirismo, nossa família tem sido outra. Deus muda, se não for pelo amor, é pela dor”, avalia Mycaelle. “Nossos filhos não são nossos, Ele nos empresta para podermos sentir um pouco desta emoção de sermos pais. Pedi a Deus para deixá-lo comigo, mas independente do que Ele resolver… se Deus quiser, Ele é Deus, se não quiser, Ele é Deus”.
A família têm mobilizado o Facebook com a história de Jorginho, através da página “Força e fé Jorginho”, onde relata a batalha do tratamento e o dia a dia do menino. Foi criada também uma “vaquinha online” que tem arrecadado dinheiro para arcar com o tratamento da criança.Ver mais…
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Cinco enfermeiras foram afastadas de seus cargos por infringir uma das regras do hospital onde trabalhavam. Funcionárias do Denver Health Medical Center, no Colorado, Estados Unidos, elas foram acusadas de abrir um saco para cadáveres apenas para observar as partes íntimas de um paciente falecido.
De acordo com o portal “Daily Mail”, a administração do hospital descobriu a ocorrência por meio da denúncia de uma funcionária, que escutou a conversa das enfermeiras e avisou a seus superiores.
Com a acusação de abrirem um saco de cadáver para “admirar” o tamanho da genitália do falecido, as funcionárias foram denunciadas para o Departamento de Polícia de Denver. Após as investigações, foi concluído que elas não cometeram crime, e assim caberia ao hospital avaliar e tomar atitudes em relação ao caso.
Afastadas de seus cargos desde a primeira denúncia, quatro delas voltaram ao trabalho, enquanto a última não está mais empregada pelo Denver Health Medical Center – porém, segundo as autoridades, ela não foi demitida.
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Nesta segunda-feira, 24 de junho, uma novidade em torno do caso da deputada federal Flordelis surpreendeu os fãs de todo o Brasil. O filho da deputada, Flávio Rodrigues, que a própria polícia havia afirmado que confessou o assassinato do pai, o pastor Anderson do Carmo, nega que tenha feito isso. A novidade veio à tona por meio do advogado de Flordelis, Anderson Rollemberg.
Segundo o advogado, em nenhum momento, Flávio admitiu que teria mandado matar o pai. Antes, havia a informação de que essa confissão teria acontecido por pressão de outro irmão. Lucas também estaria negando que teria participado do assassinato do pai. A revelação é bombástica, especialmente porque não é a primeira vez que os dois, ou outros membros da família de Flordelis entram em conflito em relação ao assassinado do pastor Anderson do Carmo.
A delegada do caso, Bárbara Lomba, confirmou anteriormente que a arma utilizada no crime foi achada dentro do quarto de Flávio. No entanto, ela mesma havia afirmado que apenas a confissão do filho não era suficiente para encerrar a investigação. Um dos motivos para isso é que Flávio teria dito anteriormente que deu seis tiros no pai. O número não bateria com as perfurações no corpo de Anderson.
No final de semana, por meio de sua rede social, Flordelis comentou a situação envolvendo o nome de sua família; ela também é investigada pela polícia.
“Deus tem me dado forças. Vejo isso no olhar dos meus meninos e das minhas meninas, minhas filhas e meus filhos, frutos da minha uma dedicação férrea à vontade de fazê-los felizes.
A semana me passou a ideia de que o tempo parou’, disse a deputada.
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Em abril, a morte da modelo Carol Bittencourt acabou mexendo com todo o Brasil. Ela estava com o esposo em Ilhabela, litoral de São Paulo, quando fortes ventos atingiram a embarcação com os dois. A modelo caiu na água e o marido, Jorge Sestini, tentou ajudá-la. No entanto, o empresário nada pôde fazer para salvar seu grande amor.
Nesta segunda-feira, 24 de junho, o delegado Vanderle Pagliarini contou que Jorge enfim deu seu depoimento sobre a tragédia envolvendo a modelo. Vanderle revela ainda que o empresário será indiciado por homicídio, mas sem que houvesse qualquer intenção em matar a profissional das passarelas.
“Ele contou que estavam sem colete, que ela segurava uma caixa com os dois cachorros abrigando da chuva, quando foi arrastada pelo vento. Ele disse que foi ao mar para tentar resgatar a modelo, mas que ela afundou. Contou também que ela chegou a submergir na superfície, mas já aparentemente desmaiada”, disse o profissional em entrevista ao G1.
Na sequência, o delegado conta que o mar estaria complicado por conta da ventania da região e que, segundo Jorge, isso o impediu de salvar sua esposa.
Agora o depoimento do empresário será enviado ao Ministério Público, em anexo com toda a investigação da morte da modelo. O delegado confirma que ele responderá por homicídio, pois no dia da morte da modelo Jorge foi alertado que o tempo estava complicado na região.
Na época da morte de Carol, houve grande comoção da mídia e de artistas. Ela havia casado, poucos meses antes, com Jorge, o que aumentou a comoção com o tema.
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*Light faz série de manutenções na Zona Oeste do Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense*
_Primeira ação está sendo realizada hoje, na Av. Abelardo Bueno, em Jacarepaguá_
A Light iniciou hoje (24/7) uma série de ações de manutenção em bairros da Zona Oeste do Rio de Janeiro e em algumas cidades da Baixada Fluminense. A empresa montou uma programação que prevê, durante 45 dias, a realização de podas em galhos próximos à rede elétrica e a modernização de equipamentos de 30 linhas de energia. Ao todo mais de 160 mil clientes serão beneficiados nas regiões com a melhora na qualidade do fornecimento de energia e a confiabilidade do sistema.
Neste primeiro dia de trabalho, 55 profissionais da Light estão substituindo equipamentos na Av. Embaixador Abelardo Bueno, em Jacarepaguá. O serviço está sendo realizado com a técnica conhecida como “linha viva”: os eletricistas trabalharam com a rede energizada para evitar falta de luz para o local. Os trabalhos ainda serão realizados em Campo Grande, Santa Cruz e Guaratiba, na Zona Oeste, e nas cidades de Seropédica e Itaguaí, na Baixada Fluminense.
“Por meio de um estudo, identificamos os circuitos elétricos que apresentaram maior criticidade. A parir daí, focamos os serviços de melhorias nestas linhas, com o objetivo de obter maior eficácia operacional e contribuindo para a satisfação dos clientes”, afirma o Gerente de Operações da Light, André Velloso, complementando que uma força-tarefa desta natureza é inovadora na companhia:
“Ações desta magnitude em um prazo tão curto são um grande desafio para os profissionais que atuam no planejamento e também para os técnicos de campo”.
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SACOLAS PLÁSTICAS ESTARÃO PROIBIDAS A PARTIR DESTA QUARTA FEIRA (26)
Quem for aos supermercados do Rio de Janeiro, na quarta-feira (26), vai encontrar novidades nos caixas. É que entra em vigor uma lei estadual que vai proibir os estabelecimentos de oferecer sacolas de plástico a seus clientes gratuitamente.
No entanto, graças a um texto complementar, aprovado na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) no dia 19 de junho, pelos próximos seis meses, os supermercados poderão ofertar até duas sacolas por consumidor.
Como opção, os clientes podem levar sacolas reutilizáveis de casa ou pagar até oito centavos por bolsas plásticas, que deverão ser feitas de material renovável, em duas cores: verde e cinza.
O deputado estadual Carlos Minc, autor da lei, diz que, apesar de agredir menos o ambiente, as bolsas serão resistentes e terão condições de ser reutilizadas até 50 vezes.
A lei complementar aprovada na Alerj sobre o tema também estipula metas, como a que obriga os estabelecimentos a reduzir progressivamente o número de sacolas descartáveis na proporção de 40% no primeiro ano de vigência da norma e de 10% nos anos seguintes, até o quarto ano.
A fiscalização será responsabilidade do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e do Procon-RJ. A norma não valerá para os estabelecimentos comerciais de pequeno porte.
A Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj) diz que apoia a medida e que está capacitando os associados. Já o dono de uma fábrica de sacolas plásticas, André Luís Franklin, de 45 anos, acredita que terá que fazer ajustes em sua equipe por causa da mudança provocada pela lei.
Alexandre Silva de Lemos, de 40 anos, lembra que as sacolas plásticas são usadas por muitos consumidores para embalar o lixo. Com a nova lei, ele acredita que o morador do Rio vai acabar trocando seis por meia dúzia e comprando sacolas de lixo nos supermercados.
O supermercado que descumprir a nova regra estará sujeito a multa de até R$ 34 mil. A lei fluminense é inspirada na experiência de São Paulo. Desde 2011, o estado limitou o uso de sacolas plásticas.