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Ouça os áudios que incriminaram o marido de Caroline Bittencourt; ele foi alertado

Foi divulgado o áudio enviado a Jorge Sestini momentos antes da tragédia, o dono da marina onde o empresário guardava sua embarcação o alertou sobre o risco de enfrentar o mar, mesmo assim ele seguiu, com Caroline Bittencourt e ela acabou perdendo a vida.

A polícia pediu o indiciamento de Jorge pela morte da modelo, ele é acusado por homicídio culposo, quando não há intenção de matar. No áudio, o dono da marina diz para o empresário se antecipar que o tempo estava mudando rapidamente, inclusive já tinha chegado um alerta de Itanhaém.

Ele também informou que o canal, que é o trajeto feito por quem retorna de Ilhabela, estava complicado e que algumas embarcações já nem conseguiam navegar no local.

Valeu, Magrão. Valeu pela preocupação, por cuidar da gente. Tranquilo, eu estou aqui no cal já e devo chegar aí umas 17h30 mais ou menos“, respondeu o marido de Caroline Bittencourt, confirmando que recebeu o alerta e estava ciente dos riscos.

O Cidade Alerta, na Record, exibiu a conversa que acabou incriminando o marido de Caroline Bittencourt, confira:

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=tSfMDlTM3gg]

Com estes áudios em mãos, a polícia provou que o empresário sabia do risco que era usar a embarcação naquele momento, não adotando medidas de segurança. Caroline ficou um dia desaparecida, até que seu corpo foi encontrado. Jorge foi resgatado por um marinheiro que passava pelo local, depois de ficar cerca de três horas no mar.

Vários veículos divulgaram a informação que Jorge não chegará ser preso, ainda que condenado, mas isto é a Justiça que determinará no final do processo.

Pai é suspeito de prender filha de três anos dentro do carro e atear fogo

m crime bárbaro deixou em choque a cidade de Nova York, Estados Unidos. Um pai colocou a filha dentro do carro, a prendeu na cadeirinha, trancou e ateou fogo no veículo. Segundo informações da polícia, Martin Pereira estava em uma disputa judicial pela guarda de Zoey Pereira, de apenas três anos de idade, com a mãe dela. Segundo testemunhas, o pai jogou gasolina e colocou um vasilhame com líquido inflamável no banco de trás. A polícia ainda investiga se ele também tentou se matar, pois, uma pessoa viu o suspeito sair em chamas do carro e o ajudou com um cobertor.

Zoey foi encontrada queimando em Audi sedan 2008 a poucas quadras da casa em que vivia com sua mãe, às 20h50 do último domingo. As portas traseiras do carro em chamas foram acorrentadas por dentro e os socorristas encontraram duas latas de gasolina dentro do veículo e um tanque de gás propano no porta-malas, disseram fontes. Um pedestre testemunhou o pai, Martin Pereira, em chamas correndo em direção a uma lagoa. O homem trouxe um cobertor para ajudá-lo a molhar suas roupas. O pai informou que a criança estava no carro e pediu para a testemunha chamar a emêrgencia.

Os bombeiros conseguiram arrombar uma porta do carro pois as alças acorrentadas tinham derretido devido à alta temperatura, disseram fontes ao jornal americano. Zoey foi levada a um hospital próximo, mas não sobreviveu. Pereira está internado em estado grave no Centro Médico Presbiteriano de Nova York. Policiais o arrastaram para fora da lagoa domingo passado. Ele está em custódia policial dentro do hospital.

Antes do incêndio ser descoberto, a mãe de Zoey, Cherone Coleman, ligou para as autoridades informando que tinha discutido com o ex-marido e temia que ele ferisse a si mesmo e à filha. O pai tinha conseguido a custódia da filha somente para aquele fim de semana, apenas a segunda vez que foi encarregado de cuidar dela desde a separação, relataram parentes. Zoey era filha única e os pais brigavam judicialmente por sua custódia desde 2018. Pereira tinha três passagens pela polícia. Duas são confidenciais, e a terceira foi por assédio agravado, em 2013.

Bruxas estão se infiltrando nas igrejas para influenciar fiéis, alertam líderes evangélicos

As bruxas estão se infiltrando na igreja nos últimos tempos em um nível que os cristãos nunca viram antes. Essa avaliação foi feita por Andy Sanders, um escritor cristão e palestrante norte-americano.

Em uma entrevista concedida à revista pentecostal Charisma News, Sanders diz que isso acontece porque o diabo perdeu algum terreno na igreja e no governo dos EUA.

“Eu tive vários sonhos e tempos quando Deus veio a mim, dizendo: ‘Você precisa começar a preparar e avisar o corpo de Cristo que as bruxas estão à solta’”, diz ele. “Eles não estão mais dormindo e apenas acampando mais”, acrescentou Sanders.

O escritor relatou o caso de uma bruxa se infiltrou em uma igreja que ele estava pastoreando. Um dos membros havia sido colocado na equipe contra a vontade do pastor que o antecedeu, e ao longo dos anos, essa pessoa se tornou mais e mais rebelde.

“Um dia, quando eu estava sozinho com essa pessoa conversando com ela, um demônio se manifestou realmente”, disse Sanders. “E essa pessoa esteve na minha equipe da igreja por um longo tempo. Essa pessoa manifestou um demônio no meu escritório”, relembrou. Rebelião, Sanders diz, é uma evidência de que há bruxaria envolvida.

A infiltração vem ocorrendo nos últimos tempos, e em alguns casos, não é mais discreta ou sutil. De tempos em tempos, o cristianismo vê surgir movimentos oriundos do sincretismo religioso que alegam ser uma releitura das Escrituras que goza de maior inspiração do que toda a história do ajuntamento iniciado pela Igreja Primitiva. A nova moda agora é a bruxaria cristã.

Apesar das advertências bíblicas contra a prática da feitiçaria, Valerie Love, uma líder religiosa que se descreve como uma bruxa cristã praticante e ministra ordenada de consciência espiritual, insiste que não há nada errado com cristãos sendo bruxos e recentemente lançou uma escola para ensinar cristãos a praticarem magia.

“Pare de pensar que você pode dizer às pessoas como adorar. Pare de pensar que você pode dizer às pessoas como se conectar com o divino. Eu poderia lhe dizer quantas pessoas me disseram: ‘Você não pode ser uma bruxa cristã’, mas aqui estou. Veja, você não pode me dizer como adorar. Você não pode me dizer como se conectar com o divino. Isso é entre mim e Deus. Você não pode me dizer como orar”, declarou Valerie recentemente no Facebook.

Na publicação, ela explicou que “nasceu uma bruxa”, mas foi forçada a sufocar sua identidade como Testemunha de Jeová dos 4 aos 30 anos, quando finalmente deixou a “seita”: “Eu nasci uma bruxa e eu amo isso. Estou muito agradecida. As pessoas têm medo da palavra [bruxa] por causa do medo e da ignorância e eu estou aqui como ministra do Deus vivo para dissipar o medo e a ignorância”, acrescentou.

Jennifer LeClaire, fundadora da Jennifer LeClaire Ministries e diretora da Casa de Oração do Despertar na Flórida, concorda com a avaliação de Sanders sobre o crescimento da influência da bruxaria nas igrejas norte-americanas.

Ela acompanha o movimento da bruxaria cristão há vários anos e advertiu que a mistura de bruxaria e cristianismo é “perigosa”, principalmente porque o movimento está crescendo nos Estados Unidos: “Nesta temporada, eu vi uma ascensão de cristãos praticando feitiçaria. Ou talvez eles não sejam cristãos de forma alguma. Eu não vou julgar a salvação de alguém, mas quando as pessoas na igreja liberam maldições, oram contra você, e conduzem jejuns profanos para destruí-lo, o fruto do Espírito está claramente ausente”, escreveu ela.

SUZANE VON RICHTHOFEN E ANA CAROLINA JATOBÁ DEIXAM PRISÃO PARA SAIDINHA TEMPORÁRIA DE DIA DAS MÃES

Suzane von Richthofen deixou a prisão no início da manhã desta quarta-feira (8) para ‘saidinha’ do Dia das Mães. Ela deve ficar em liberdade até o dia 14 de maio, quando deve retornar à Penitenciária feminina Santa Maria Eufrásia Pelletier em Tremembé (SP).

Condenada a 39 anos de prisão por matar os pais, Suzane deixou a P1 feminina por volta das 8h15. Logo ao sair da prisão, ela encontrou uma mulher e entrou em um carro para deixar o local. Outras presas beneficiadas com a saída temporária ajudaram para que Suzane deixasse o local rapidamente.

Além de Suzane, a detenta Anna Carolina Jatobá, condenada pela morte da enteada Isabela Nardoni, deixou o presídio na manhã desta quarta-feira. Por volta de 8h05, ela saiu da unidade, encontrou uma mulher que a aguardava, entrou em um carro e deixou o local.

Anna e o marido, Alexandre Nardoni, que também está preso em Tremembé, pediram a redução da pena ao Supremo Tribunal Federal (STF). Ele foi condenado a 30 anos e dois meses de prisão enquanto a madrasta da menina teve como pena 26 anos e oito meses de cadeia. Eles aguardam análise do pedido.

PROTESTO E TIROS NA COMUNIDADE DA ZONA OESTE(FOTOS)

PROTESTO E TIROS NA COMUNIDADE DA LIGHT, EM REALENGO

Informações enviadas a página de um protesto próximo a Comunidade da Light. Segundo informações devido a morte de um traficante ontem em operação da PM. Há relatos de muitos tiros também na região, segundo informações iniciais devido um confronto da PM e Bandidos. Evitem a região.

Ex-PM acusado de matar jovem após discutir por música numa festa em Campo Grande irá a júri popular

O Tribunal de Justiça do Rio determinou que o ex-PM Jorge Luiz Aguiar da Silva, de 39 anos, vá a júri popular pelo homicídio triplamente qualificado de Hayssa Alves de Souza Andrade, de 21 anos, assassinada a tiros em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, em dezembro de 2017. O crime ocorreu durante uma festa e teria sido motivado por uma discussão envolvendo a música escolhida para tocar na confraternização. À época, Jorge Luiz era cabo da Polícia Militar, lotado no Centro de Controle Operacional (Cecopom), mas acabou expulso da corporação em agosto do ano passado em virtude desse caso.

 

Ao transformar o ex-PM em réu, em março deste ano, o juiz Tiago Fernandes de Barros, da 2ª Vara Criminal, frisou que “o denunciado, com vontade livre e consciente de matar, desferiu disparos de arma de fogo contra a vítima Hayssa”. No entender da Justiça, o homicídio teve motivação fútil, emprego de meio que pode resultar em perigo a terceiros e impediu qualquer chance de defesa.

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Na DH, autor dos disparos esconde o rosto para entrar na delegacia Foto: Paulo Nicolella

De acordo com o processo, uma amiga, Hayssa e uma prima da jovem chegaram juntas a um churrasco no terraço de uma lanchonete, por volta das 20h. Em seguida, Hayssa e a amiga plugaram o celular em uma caixa da som, mas Jorge Luiz se aproximou e exigiu que a música parasse, pois o repertório escolhido faria “apologia ao crime”. As duas atenderam ao pedido e retornaram à mesa.

Pouco depois, porém, logo após conversar com dois homens, o ex-cabo foi até o trio e, “transtornado, começou a xingar a vítima”, como testemunhou uma das jovens. Perguntado sobre o motivo dos xingamentos, ainda segundo o processo, o ex-PM “mostrou que estava armado” e atirou diversas vezes em Haíssa, que permanecia sentada. “Não esperava que ele fosse disparar”, declarou uma das testemunhas.

Hayssa Alves de Souza Andrade tinha 21 anos Foto: Reprodução/Facebook

Jorge Luiz, por sua vez, alegou não se lembrar de ter aberto fogo contra a vítima. Ele contou que chegou ao local às 14h, consumindo bebidas alcoólicas desde então, e confirmou que havia ido armado ao evento.

O laudo cadavérico apontou que o corpo de Hayssa apresentava 36 perfurações por arma de fogo, sendo 22 ferimentos de entrada e outros 14 de saída. Várias das marcas de tiro encontravam-se nos dois braços, caracterizando uma tentativa de se defender dos disparos. Além disso, parte das balas transpassou a vítima — um mesmo projétil, portanto, pode ter causado duas ou mais perfurações.

Hayssa Alves de Souza Andrade tinha 21 anos Foto: Reprodução/Facebook

Jorge Luiz foi preso em flagrante por agentes do 40º BPM (Campo Grande) logo após o crime, momento em que os PMs apreenderam uma pistola Taurus calibre 380 que ele tentava jogar sobre um muro, junto com a documentação referente à propriedade da mesma. A Taurus do ex-policial tem capacidade para armazenar até 19 projéteis, além de um na câmara da arma, o que indica a possibilidade de terem sido feito até 20 disparos, uma vez que testemunhas relatam que o acusado “descarregou toda a pistola” durante o ataque.

Até ser expulso da corporação, Jorge Luiz estava acautelado na unidade prisional da PM, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Após a exclusão, ele acabou transferido para uma prisão comum. A Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap), contudo, não informou em que unidade o ex-PM encontra-se detido.

Hayssa Alves de Souza Andrade tinha 21 anos Foto: Reprodução/Facebook

Breaking Bad de Águas Claras produzia droga vendida a R$ 150 o grama

Ao desarticular três quadrilhas especializadas no tráfico de drogas sintéticas e de armas pesadas, na manhã desta terça-feira (07/05/2019), a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) colocou atrás das grades um especialista em produzir cristal, entorpecente derivado da metanfetamina e chamado de MD por traficantes e usuários. Um grama da substância chega a custar R$ 150.

Morador de Águas Claras, Matheus Brasileiro do Valle (foto em destaque) importou a técnica de produção do cristal de Nova York, nos Estados Unidos, onde morou por 12 anos. Por esse motivo, usa o apelido “Breaking Bad”, série norte-americana que mostra a saga de um frustrado e depressivo professor de química que vira rei do tráfico de metanfetamina.

Matheus e outros detidos de seu grupo na Operação Sem Fronteiras, coordenada pela 5ª Delegacia de Polícia (área central), também eram responsáveis por fabricar “maconha gourmet”. “É uma droga considerada mais pura. Geneticamente modificada, tem potencial maior de THC e era vendida por um valor bem mais alto do que os praticados no mercado”, explica o chefe da unidade policial, Gleyson Gomes Mascarenhas.

Além de em Águas Claras, outros traficantes foram presos na Asa Sul, Guará, Samambaia, Paranoá e Alto Paraíso (GO).

Aluguel de casa
Ainda conforme o delegado, Matheus alugou uma casa em outra região administrativa, que servia exclusivamente de laboratório do entorpecente. O “Cozinheiro”, como Matheus também é chamado, contou ter suspendido a produção de cristal por um período, pois queria “mudar de vida”, mas logo retornou à atividade clandestina.

Entre os 11 mandados de prisão cumpridos pela PCDF, um ocorreu no Aeroporto Internacional de Brasília, quando um dos traficantes foi barrado na imigração ao tentar embarcar para São Francisco, nos Estados Unidos. O passaporte dele estava com restrições.

Fuzis de ouro
Além dos 11 mandados de prisão, a 5ª DP cumpriu 17 de busca e apreensão em seis cidades do Distrito Federal, além de em Goiás e no Paraná, onde um dos bandidos tinha um fuzil banhado a ouro.

A Sem Fronteiras mobilizou 102 agentes e delegados. Ela é resultado de dois anos de investigação e mapeou a produção das organizações criminosas que chegaram a enviar, mensalmente, 10 kg de cocaína para o DF e 90 kg para o Rio de Janeiro, além de armas de grosso calibre.

A ação é desdobramento da Operação Delivery, deflagrada em 6 de fevereiro de 2018, que resultou na prisão de 24 suspeitos envolvidos com o tráfico de drogas.

Um dos principais alvos da ação estava em Foz do Iguaçu (PR) e se especializou na venda de fuzis para facções criminosas no Rio de Janeiro. Os policiais fizeram a prisão em uma casa anexa a um lava a jato onde o suspeito morava.

“Até onde apuramos, a droga era originária do Paraguai. Em Foz do Iguaçu, era feita a embalagem e a separação, até ser encaminhada aos demais estados”, disse Gleyson Mascarenhas.

No celular do criminoso, os investigadores encontraram vídeos em que o homem ostentava armas de grosso calibre banhadas a ouro.

Haxixe e maconha
Imagens que estavam no celular dos criminosos mostram como o grupo negociava. Eles pesavam os carregamentos, fotografavam e enviavam as imagens para os compradores.

As apurações policiais apontam que apenas um grupo seleto de usuários tem acesso a esse tipo de maconha. Uma pequena porção chega a custar R$ 1,4 mil. Ao contrário do produto vendido nas ruas e em bocas de fumo, as substâncias gourmet são negociadas em rodas de amigos.

A diversidade oferecida pelos traficantes elevava o valor do produto. Um deles fotografou grandes tijolos de haxixe – subproduto potencializado da maconha – de sabor uva e origem afegã, considerado um dos mais fortes, raros e caros do mercado da droga.

Homem escala poste para roubar fios; vídeo

Um homem se arriscou perigosamente para roubar fios de um poste em uma rua do bairro Jardim 25 de Agosto, em Duque de Caxas, na Baixada Fluminense. A ação dele foi gravada por uma câmera de segurança da região. O caso aconteceu no dia 1º de abril, mas o vídeo só começou a circular nesta terça-feira.

Nas imagens (assista abaixo), é possível ver que ele recebe a ajuda de um comparsa para conseguir escalar a estrutura de cimento. Logo, ele se apóia em cima de um amontoado de fios e usa o que parece ser uma faca para cortá-los. Ele desce momentos depois, sem ficar claro se consegue levar algo do local.


A Polícia Civil disse que, de acordo com a 59ª DP (Duque de Caxias), a maioria desses casos não são registrados, o que impede o conhecimento da polícia e a consequente investigação.

“Há investigação em curso em relação a furtos de cabo de fibra ótica que as empresas prejudicadas fazem a notificação. Será feito investigação preliminar para apuração do fato passado, e a Delegacia pede que a população e os prejudicados denunciem juntamente à delegacia para contribuição das investigações”, disse, em nota.
Já a PM avisa que o combate a roubos e furtos de equipamentos urbanos, fios, placas, portões etc é feito através de patrulhamento ostensivo de rotina ou quando da é feito flagrante.
“A Polícia Militar também ressalta a importância da participação popular nas reuniões do Conselho Comunitário de Segurança da cidade, onde moradores, comerciantes e demais interessados podem apresentar e debater as demandas de segurança pública em conjunto. O comando do 15º BPM (Duque de Caxias) está à disposição da população para que o trabalho do batalhão se adeque cada vez mais às necessidades locais”, reforça, também em nota.

 

Filho de Harry e Meghan pode não ser príncipe; entenda por quê

Razão de festejos nas ruas do Reino Unido e de discurso emocionado do agora pai príncipe Harry, o novo bebê da realeza britânica deve ter o nome e o título real divulgados ainda nesta semana. Diferentemente dos primos George, Charlotte e Louis, herdeiros de William e Kate Middleton, o sétimo na linha de sucessão ao trono britânico pode não ser príncipe. O nascimento do primogênito de Harry com a americana Meghan Markle, nesta segunda-feira, foi envolto de mistério e quebra de protocolos.

A especialista na realeza britânica Imogen Lloyd Webber contou à revista Time que o rei George V, em 1917, assinou um decreto que tornava a monarquia britânica mais enxuta, no contexto de grandes revoluções e colapso do poder monárquico na Europa. O texto apontava que, dos bisnetos de um monarca, apenas “o filho mais velho do filho mais velho do filho mais velho” — ou seja, George, hoje com 5 anos — poderia ter título de principado. Todos os demais bisnetos seriam Lorde ou Lady, e não “Sua Alteza Real”.

De acordo com a revista, a rainha Elizabeth II abriu uma exceção na regra e conferiu o título de princesa para Charlotte, de 3 anos, e de príncipe para Louis, de 1 — os filhos mais novos do príncipe William, o segundo na linha de sucessão.

Em 2013, a monarca emitiu um decreto que atualizava as regras do rei George V. Meses depois, o Parlamento britânico sustou as leis que davam prevalência ao sexo masculino na ordem de sucessão — por isso, Charlotte ficou à frente de Louis na fila.

Na visão de Lloyd Webber, é improvável que a rainha faça o mesmo para o filho de Harry e Meghan, alguém tão distante do trono. É ela quem concede o título real.

Além disso, o pai do menino recém-nascido revelou há pouco tempo quase ter aberto mão do título real “para viver uma vida comum”, nos anos em que lutava para recuperar a saúde mental, abalado pelas pressões da vida pública e pela perda da mãe, a princesa Diana, em 1997.

Savannah Phillips, Isla Phillips, Mia Tindall e Lena Tindall, que também são bisnetas da rainha Elizabeth II, não têm título real, por exemplo. São netas da princesa Anne, tia de Harry.

O novo bebê real só deve ser declarado duque de Sussex depois que o pai morrer. Até lá, poderia receber o título de Conde de Dumbarton. Conheça os bisnetos da rainha Elizabeth

Já que Harry e Meghan são um casal menos tradicional dentro da realeza britânica, é possível que o nome do bebê tenha também um toque de novidade. O casal pediu doações a quatro instituições de caridade no lugar de presentes para o filho, assim como já haviam feito no seu casamento.

Assassino alemão que matou três crianças é novo suspeito no caso de Madeleine McCann

A polícia portuguesa divulgou que o assassino alemão Martin Ney, que foi preso por raptar e matar três crianças em 2012, é novo suspeito chave no caso da britânica Madeleine McCann. Ney bate com retrato falado dado pela testemunha Carole Tranmer.

No dia 3 de maio fez 12 anos que Madeleine desapareceu. A família McCann estava de férias em Portugal e os pais, Kate e Gerry, saíram para jantar em bar de tapas próximo ao hotel que estavam hospedados. Eles deixaram seus trigêmeos de apenas 3 anos, Madeleine, Sean e Amelie, sozinhos. Quando Kate passou no hotel para saber se estava tudo bem, por volta das 22 horas, Madeleine havia desaparecido.

Já com 71 anos, Tranmer foi interrogada três vezes no passado sobre homem que considerou agir de “forma suspeita” no Ocean Club, na Praia da Luz.

Em seu depoimento policial, Carole, que estava hospedada no mesmo quarteirão da família de Madeleine, disse: “Olhando abaixo do apartamento dos McCann, vi alguém saindo do apartamento térreo fechando o portão com muito cuidado e silenciosamente”.

O assassino já tinha sido interrogado pela polícia britânica e lusa sobre o desaparecimento de Madeleine, e negou envolvimento na época. A aparência de Ney é similar ao retrato feito pelo testemunho de Carole em 2007, quando Madeleine desapareceu. A menina teria 16 anos hoje.

A polícia havia seguido uma pista falsa por quatro anos, e redirecionou as investigações em 2018. Já foram gastos aproximadamente R$ 63 milhões com o caso. Em novembro do ano passado, mais 150 mil libras esterlinas (R$780 mil) foram oferecidas pelo governo britânico para investigação. A polícia britânica começou a participar do inquérito em 2011.

Fonte: Extra