O vendaval, que atingiu a região, no domingo passado, surpreendeu a defesa civil e os moradores, causou muitos danos e a morte de uma pessoa. Os ventos, com rajadas superiores a 123 kms/h, podem ser comparados como um furacão, de categoria 1, que de acordo com a escala Saffir-Simpson, varia de 119 a 153 Kms/h
Por Salim Burihan
O temporal, que atingiu as cidades de Ilhabela, São Sebastião, Caraguá e Ilhabela, no domingo passado, poderia ser classificado como um furacão, de categoria 1, uma vez que, na ilha, por exemplo, as rajadas de vento no canal, chegaram a ultrapassar 120 quilômetros por hora.
Segundo declarou o meteorologista Diogo Arsego, do Cptec(Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos), ao jornal O Vale, o litoral foi atingido por um temporal, cuja intensidade dos ventos é comparável a um furacão de menor intensidade (categoria 1).
Furacão é o nome dado em alguns países para um fenômeno conhecido como ciclone tropical, que se forma sobre o oceano, mas a maioria deles, não ganha velocidade e se dissipa dentro de algumas horas.
Os furacões são classificados em cinco categorias, com base na tabela Saffir-Simpson, com base na intensidade dos ventos. O furação, categoria 1, tem ventos entre 119 a 153 Kms/h. Caso o vento tenha menos intensidade que isso é chamado de tempestade tropical.
O furacão categoria 2 registra ventos entre 154 a 117 Kms/h; o categoria 3, ventos entre 178 a 251 Kms/h; o categoria 4, de 209 a 251 Kms/h; e, o de categoria 5, ventos acima de 252 Kms/h. O furacão Katrina, que atingiu Nova Orleans(EUA), em 2005, era de categoria 5.
Ilhabela
Em Ilhabela, segundo informações da defesa civil, os ventos chegaram a atingir 123 Kms/h, semelhantes a um furacão, de categoria 1. A intensidade dos ventos de um furacão, de categoria 1, pode destelhar casas e derrubar árvores frágeis.
Foi um pouco do que se viu em Ilhabela e São Sebastião, onde mais de 500 árvores, teriam sido derrubadas pela força dos ventos no domingo. Os ventos derrubaram também estruturas e fachadas de comércios e cerca de 20 postes das concessionárias de energia que atendem a Ilha, São Sebastião e Caraguá.
Para se ter uma ideia dos estragos causados pela queda das árvores e postes, cerca de 100 mil pessoas ficaram sem energia elétrica, após a passagem do vendaval, em Ilhabela, São Sebastião e Caraguá.
A concessionária EDP divulgou um balanço com números que impressionam. A empresa, que atende Caraguá e São Sebastião, onde a intensidade do vento teria sido um pouco menor, contabilizou a queda de 200 árvores e 15 postes.
Segundo a concessionária Elektro, que atende Ilhabela, 300 árvores teriam sido derrubas no arquipélago no domingo, além de postes de energia. Para normalizar o atendimento nas duas cidades, as empresas tiveram que aumentar o número de trabalhadores.
A EDP, por exemplo, aumentou em dez vezes o número de trabalhadores, entre eletricistas e engenheiros- passando de 38 homens, que fazem a manutenção diária nas duas cidades, para 380 pessoas. A empresa teve que substituir 2 mil metros de cabos elétricos em São Sebastião e Caraguá.
A força dos ventos, no domingo, surpreendeu e assustou muita gente. Há muitos anos não se via um vendaval tão forte na região. A única vítima fatal do vendaval foi a modelo Caroline Bittencourt, de 37 anos, que morreu afogada, após ter sido derrubada pelo vento do barco em que estava, no canal de São Sebastião.
POR VOLTA DAS 15 HORAS DESTE DOMINGO(5), MARIDO CHEGA BÊBADO EM CASA E ESPOSA RECLAMA DA EMBRIAGUEZ, ENTÃO ELE TENTA AGREDIR A MULHER QUE PEGA UMA FACA PARA SE DEFENDER. SEGUNDO INFORMAÇÕES DE VIZINHOS, A MULHER ESFAQUEOU O MARIDO PARA SE DEFENDER DO ESPANCAMENTO E O MATOU. AINDA SEGUNDO MORADORES DA VIZINHANÇA, O CASAL VIVIA EM CONFLITO E HOJE A BRIGA TERMINOU DE FORMA TRÁGICA. A POLÍCIA CHEGOU POR VOLTA DAS 15:30 E DEU VOZ DE PRISÃO À MULHER QUE ALEGAVA LEGÍTIMA DEFESA. NÃO SE SABE O NOME E NEM A IDADE DOS ENVOLVIDOS. O FATO ACONTECEU NA RUA DA MAÇÃ, NA AREINHA. VEJA O RELATO DE UM VIZINHO:
Marido chegou bêbado em casa bateu na mulher e a esposa dele deu uma facada nele.
Os vizinhos falaram com os policiais militares que sempre eles brigavam, mas que foi em legítima defesa.
CASOS DE CHIKUNGUNYA AUMENTAM MAIS DE 80% NO RIO, DIZ PREFEITURA
Em 2018, o Rio registrou 3.413 casos da doença, até o final de abril. Nesse ano, foram 6.188 infectados. Campo Grande é o bairro recordista. No Estado, são 16 mil casos e duas mortes. A Prefeitura do Rio de Janeiro registrou um aumento de mais de 80% no número de casos de Chikungunya entre 2018 e 2019, tendo como base os quatro primeiros meses de cada ano.
Campo Grande, na Zona Oeste, é o bairro com o maior índice de pessoas com a doença. Nesse ano, 426 moradores pegaram o vírus enquanto ano passado, no mesmo período, foram 750. Em Bangu, também na Zona Oeste, são 379 pacientes, entre janeiro e abril de 2019. Em 2018, durante os 12 meses do ano, Bangu teve 263 ocorrências.
A Zona Oeste é a região do município com o maior número de casos. Além de Campo Grande e Bangu, as regiões da Cidade de Deus, Paciência, Realengo e Taquara já ultrapassaram os 200 casos cada uma no ano.
Número de casos graves aumentam
Para o médico André Siqueira, pesquisador do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (Fiocruz), a maior preocupação com o aumento no número de casos de Chikungunya é com os pacientes que desenvolvem complicações neurológicas, encefalite, perda de consciência e convulsões, além dos casos que afetam o funcionamento do coração ou de outros órgãos.
“Esses casos tem acontecido numa frequência maior porque o número de casos (em geral) aumentou bastante. Então a gente acaba vendo essas manifestações com maior frequência”, disse o pesquisador da Fiocruz durante entrevista ao Bom Dia Rio.
Nesses casos de maior risco, André explica que a Chikungunya pode provocar, “além de uma dor muscular bastante intensa, alterações neurológicas, encefalite, alteração de consciência e alterações renais. É importante pensar na Chikungunya como causa desses sintomas”, explicou o Dr. André Siqueira.
Segundo Siqueira, se alguém identificar algum desses sintomas, deve procurar imediatamente uma UPA ou o posto de saúde mais próximo.
CRIMINOSOS CAPOTAM VEÍCULO DURANTE PERSEGUIÇÃO NA AV BRASIL ALTURA DA VILA KENNEDY
Criminosos capotaram com um carro durante uma perseguição policial na Avenida Brasil, na altura de Vila Kennedy, na madrugada deste domingo. Três elementos foram presos. Durante o confronto um dos ocupantes do veículo foi baleado. De acordo com a Polícia Militar, policiais do 14º BPM (Bangu) acompanhavam uma ocorrência via rádio sobre um veículo, modelo Pálio, na cor vermelha, que havia fugido de uma abordagem do Grupamento de Ações Táticas (GAT). A ação aconteceu na Vila Kennedy. Após o alerta, agentes que estavam em uma viatura, avistaram o carro em atitude suspeita que seguia em direção a Santa Cruz. Os militares deram ordem de parada aos ocupantes que não atenderam dando início a uma perseguição. O veículo dos criminosos capotou após o grupo atirar contra os policiais, que revidaram. O motorista teria colidido com um barranco durante o confronto. Um dos homens saiu do carro ainda atirando e foi baleado por um dos PMs. Com ele foi apreendido um revólver calibre 38 com 4 cartuchos, sendo três já utilizados.
Os ocupantes do veículo foram levados para o Hospital Albert Shweitzer, em Realengo e depois para prestar esclarecimentos na 35ª DP (Campo Grande).
Aos 91 anos, Cid Moreira garante: ‘Nunca precisei de Viagra’
Jornalista comemora 50 anos de TV Globo e 19 de parceria com Fátima Sampaio
Cid Moreira completa hoje 50 anos de TV Globo. Aos 91 anos, o apresentador que tem a voz mais conhecida do Brasil continua contratado da emissora e demonstra que não tem papas na língua. Em entrevista à colunista Fábia Oliveira, Cid, que é casado há 19 anos com a também jornalista Fátima Sampaio, afirma nunca ter usado Viagra na vida.
“Minha vida sexual, por enquanto, é normal. Primeiro, porque sou vegetariano e isso já desde os 33 anos, então como muita fruta, me alimento bem”.
A vida do Vascão já não tá fácil e agora tem mais um adversário pra competir pontos na tabela do Brasileirão. O clube empatou com o Corinthians e comemorou o primeiro pontinho que levou na competição, mas logo após já se entristeceu novamente ao ficar sabendo de uma coisa.
O torcedor que foi agredido por Pikachu na chegada em Manaus levou dois pontos e acabou passando o Vasco na tabela. Com isso, o clube continua na mesma posição, já que há mais um competidor na frente.
Segundo médicos, já há confirmação de depressão profunda entre torcedores do Vasco. A situação é crítica, assim como a do clube na tabela.
Fiéis da Igreja Adventista do 7º Dia, no Méier, levaram um susto na manhã deste sábado. Por volta das 9h, três homens armados assaltaram quem chegava para assistir ao culto. De acordo com um dos membros da igreja, os criminosos pararam um carro em frente ao templo e começaram a roubar os fiéis.
– Eles foram muito ousados, porque chegaram a entrar no pátio da igreja. Levaram celulares, bolsas… Umas 20 pessoas foram roubadas. Felizmente, ninguém ficou ferido – contou um rapaz, que preferiu não se identificar. Ele ainda disse que o Méier Presente foi acionando, fazendo com que o trio fugisse.
Segundo a assessoria de imprensa da Polícia Militar, o 3°BPM (Méier) não foi acionado para o caso. Já a assessoria da Polícia Civil informou que o caso foi registado na 23ª DP (Méier) e diligências preliminares foram feitas. O procedimento será encaminhado à 26ª DP (Todos os Santos) que dará seguimento as investigações.
Após ouvir os últimos atletas feridos no incêndio no Ninho do Urubu, a polícia civil concluiu a fase de depoimentos e espera apresentar em cerca de 15 dias o resultado do inquérito que investiga as causas da tragédia que matou dez atletas da base do Flamengo. O clube já foi informado que no mês de maio haverá uma definição.
Já foram ouvidos representantes da atual e da administração anterior do Flamengo, das empresas fabricantes dos contêineres que pegaram fogo, além de testemunhas do incidente, como funcionários e os próprios atletas.
Faltavam os jogadores que ficaram hospitalizados após o incêndio: Jhonata Ventura, Cauan Emanuel e Francisco Dyogo. Como Jhonata teve alta somente há algumas semanas, o trio foi ouvido nos últimos dias pelo delegado Márcio Petra.
Houve também uma série de perícias no local do incêndio. Novas análises no Ninho do Urubu não estão descartadas para que a polícia conclua o inquérito e aponte se houve responsáveis pela tragédia.
A investigação estava prevista para durar até dois meses, mas já chega no terceiro mês no próximo dia oito de maio.
No clube, conselheiros deram entrada em dois requerimentos no Conselho Deliberativo, para cobrar investigação interna sobre o caso. A diretoria alegou que aguardaria a conclusão do caso para dar uma posição sobre os pedidos. Assim que houver uma definição, haverá nova cobrança dos sócios.
O Rio viu nos últimos meses uma nova forma de mobilidade multiplicar seus usuários, mas também os acidentes causados por ela. Enquanto uma das concessionárias de patinetes elétricos registrou aumento de 1268% no número de seus usuários de dezembro a abril, dois hospitais que funcionam perto da orla da cidade registraram, cada um quase 50 acidentes cada, incluindo casos com fraturas, de janeiro a abril.
Profissionais de saúde afirmam que a quantidade de acidentes pode ser bem maior,, como os hospitais públicos não informam sua quantidade de atendimentos em casos do tipo e já que vários usuários dos patinetes não procuram atendimento médico após acidentes.
A prefeitura do Rio de Janeiro diz que está trabalhando para regulamentar a utilização dos patinetes elétricos na cidade e para isso vem conversando com as principais empresas que já operam o serviço no município. O objetivo é elaborar normas definitivas para o uso do equipamento.
O diálogo já abriu a possibilidade da Guarda Municipal passar a utilizar os veículos em breve para ajudar no patrulhamento das ciclovias do Rio.
Duas empresas operam o serviço no Rio. Ambas não informam o número total de usuários, mas somente a Tembici, operadora dos Patinetes Petrobras, que conta com 500 unidades, registrou um aumento de 1268% no número de usuários, da primeira semana de dezembro até o final de abril.
Decreto provisório regula o uso no momento
Responsável pela regulamentação, a Secretaria Municipal de Fazenda ainda tem dúvidas para definir as restrições de circulação. Quesitos como as áreas que serão permitidas; os horários de funcionamento; a segurança dos usuários e não usuários e o local de estacionamento dos veículo ainda não foram definidos.
De acordo com a Prefeitura, a partir da publicação do texto as empresas licenciadas que não cumprirem as regras, incluindo as de segurança, estarão sujeitas a punições.
Hoje, as regras que regulam a circulação dos patinetes elétricos são provisórias. Um decreto da prefeitura publicado em 2018, diz que a utilização dos patinetes, “em caráter experimental” deve respeitar as regras do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que permitem a circulação do veículo somente em áreas de tráfego de pedestres (com velocidade máxima de 6km/h), em ciclovias e ciclofaixas (velocidade máxima de 20km/h).
O decreto do poder municipal só autoriza os patinetes nas vias para carros quando as pistas estiverem fechadas para o lazer.
Número de acidentes preocupa
Uma preocupação do poder público e das empresas é o número de acidentes envolvendo o novo meio de transporte. Somente no Hospital São Lucas, localizado em Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, foram registrados mais de 50 acidentes envolvendo os patinetes elétricos, de janeiro até abril.
O coordenador do Centro de Trauma do Hospital São Lucas, Paulo Silveira, explica que esse número pode ser ainda maior, já que muitos casos não acabam no hospital. “Talvez seja um pouco mais que 50 casos nesses meses. Nós não temos esse número muito preciso porque nem sempre o paciente informa que aquela torção ou aquele trauma leve foi ocasionado por uma queda de patinete”, disse Paulo Silveira.
A Secretaria Municipal de Saúde, alega o mesmo problema para não conseguir definir quantos casos foram registrados na rede pública. “A entrada dos pacientes nos hospitais se dá por conta de queda, mas não especifica se foi por patinete, bicicleta, etc”.
Segundo o médico Paulo Silveira, a maioria dos casos são de pequenas fraturas, torções, hematomas e escoriações. “São raros os casos mais complexos. A maioria não precisa de internação”, disse.
A Tembici diz acreditar que o importante para evitar quedas e batidas é educar os usuários sobre as normas de utilização. “Por se tratar de um modal novo, procuramos proporcionar o maior número de informações e orientações para os usuários, de forma a prevenir e reduzir o risco de lesões e acidentes. Para isso, nossa estratégia foi disponibilizar promotores em todas as estações, onde os usuários recebem instruções sobre o funcionamento, respeito à legislação e ao pedestre. Também são oferecidos capacetes para os usuários, sendo recomendado o uso de joelheiras, cotoveleiras e luvas, embora seu uso não seja obrigatório”, disse a empresa, em resposta ao G1.
A Grow também acredita que a prevenção de acidentes deve ser uma prioridade. Para a empresa a utilização dos patinetes na rede de ciclovias seja uma maneira de diminuir os riscos. Além disso, a empresa considera que, por se tratar de um novo meio de locomoção, “é recomendável que todos os agentes envolvidos no sistema discutam maneiras de aumentar ainda mais os recursos para prevenção dos acidentes”.
Pontos fixos ou ocupação das calçadas
Para chegar em um decreto definitivo, capaz de atender usuários, motoristas e pedestres, o poder público vem conversando com as principais empresas do ramo, como a Grow, que é detentora das marcas Grin e Yellow, e a Tembici, que opera na cidade desde dezembro de 2018 em parceria com a Petrobras Distribuidora.
Defensores da micromobilidade – uma categoria de veículos leves, elétricos e utilizados para pequenos deslocamentos – a Grow investe no aluguel de patinetes sem estações de retirada e devolução fixas. Segundo Milton Achel, diretor de relações com o governo da empresa, os patinetes elétricos são ideais para percorrer distâncias que seriam “muito longas para se fazer a pé e muito curtas para tirar o carro da garagem”.
“Os nossos fundadores colocam para gente que temos que ser uma solução para as cidades. Por isso estamos conversando bastante com a prefeitura. Acreditamos que a regulamentação potencialize o modal limpo de transporte. Esse modal é o patinete”, diz Milton. Ele afirma que está realizando um papel de esclarecimento junto à Prefeitura e apresentando modelos de regulamentação de outras cidades.
Os patinetes da empresa são monitorados por GPS e contam com dispositivos de segurança que controlam a movimentação dos veículos. Segundo a empresa, o modelo sem uma estação fixa permite mais mobilidade para os usuários.
“O papo tem sido interessante. Nós mostramos os benefícios do nosso modelo, com experiências nacionais e internacionais. A prefeitura tem trabalhado certo para buscar a segurança do usuário e para contribuir com a retirada das pessoas de dentro dos carros”, comentou o diretor da Grow, que hoje está presente em 14 cidades do Brasil.
Já para os responsáveis da empresa Tembici, operadora dos Patinetes Petrobras, o modelo ideal de regulamentação é com estações fixas para a retirada e devolução dos patinetes. Segundo a empresa, essa diferença “colabora com o ordenamento urbano”.
Especialistas alertam para os cuidados na hora de usar patinetes elétricos — Foto: REDE GLOBO
Guarda Municipal estuda utilização de patinetes
Os agentes da Guarda Municipal do Rio de Janeiro que realizam o patrulhamento em ciclovias na cidade podem ser os próximos a utilizarem os patinetes elétricos. Esse é um possível acordo que vem sendo costurado pela Prefeitura com a empresa Grow.
Segundo a empresa, em paralelo as conversas sobre a regulamentação do serviço de alugueis, o poder público pode firmar essa parceria. Se tudo correr bem, a Guarda Municipal pode ter, em comodato, 15 patinetes para reforçar o policiamento nas ciclovias da cidade.
A intervenção federal no Rio de Janeiro, que teve como objetivo reestruturar a segurança do Estado, deixou um legado de R$ 319 milhões em armas, munições, equipamentos e materiais diversos. O número consta de balanço divulgado neste sábado, 4, pelo Gabinete da Intervenção Federal, com materiais e serviços adquiridos ou contratados com recursos do governo federal até abril.
De acordo com o Gabinete, o maior desembolso ficou por conta dos veículos e peças, de R$ 136 milhões. O valor é divididos entre caminhões reboques (22), vans (8), jipes 4×4 (16), quadriciclos (30), veículos leves (456), jet ski (5), ônibus (14), caminhões baús (10), baterias (70) e pneus (8.733).
Também foram investidos R$ 46,1 milhões na compra de 10.484 computadores, além de R$ 22,5 milhões na aquisição de fuzis (500), armas menos letais (1.030), espingardas calibre 12 (292), submetralhadoras (8), munições (1.126.300) e munições menos letais (58.275). Mais R$ 11,3 milhões foram destinados a equipamentos de perícia técnica; R$ 13,8 milhões em software e R$ 3 milhões em salas de monitoramento.
Outros R$ 65 milhões foram gastos em 14.875 coletes balísticos e mais R$ 18,9 milhões em 66.270 capas de coletes. Foram também comprados 70 portais de detectores de metais (R$ 1,07 milhão); 1 017 transmissores (R$ 3,5 milhões); entre outros itens.
A Intervenção Federal no Rio durou de fevereiro a dezembro de 2018 e foi liderada pelo general Braga Netto.