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Xuxa revela: “A Sasha sempre fala para eu experimentar maconha”

A atriz Luana Piovani vai estrear em breve um programa só seu. Entre vários de seus convidados e assuntos, ela conversou com Xuxa Meneghel em um papo cheio de sinceridade, em que a mãe de Sasha fez uma revelação surpreendente.

O colunista Leo Dias, que mantém um blog no portal UOL, teve acesso nesta quarta-feira (24) ao teaser da nova atração de Piovani. Seu programa se chamará Luana é de Lua e será exibido a partir do mês de junho no Canal E!. O dia da estreia ainda não foi confirmado.

 

No teaser, é possível visualizar Luana Piovani invadindo os bastidores de um filme pornô. Um dos vídeos dessa visita, inclusive, viralizou há algumas semanas nas redes sociais e a apresentadora virou notícia na ocasião.

 

Piovani recebe convidada ilustre

Uma das convidadas mais especiais de Luana Piovani será a apresentadora Xuxa Meneghel. A profissional da Record, que é bem conhecida por sua sinceridade, conversou sobre vários temas.

Em um dos momentos do teaser, a apresentadora do Dancing Brasil fala abertamente de Sasha já ter usado maconha. “Minha filha sempre fala: ‘Mãe, você tem certeza que não quer provar maconha?”, contou.

Piovani, inclusive, aproveitou e fez um pedido: “Olha, quando a Sasha estiver por aqui por perto, por favor, me mande avisar”, brincou.

Segundo Leo Dias, o Luana é de Lua terá, a princípio, 10 episódios de 30 minutos cada.

Mãe reencontra filho roubado na porta de hospital há 38 anos

Desde 11 de fevereiro de 1981, não houve um dia sequer em que Sueli Gomes da Silva Rochedo, 56 anos (foto principal), não tivesse pensado no pequeno Luís Miguel. Naquele mês e ano, o recém-nascido foi roubado dos braços da mulher logo após ela sair do Hospital Regional do Gama (HRG), onde deu à luz. Trinta e oito anos depois, a angústia chega ao fim. Após seis anos de investigação policial, o filho foi encontrado. A confirmação veio de um exame de DNA, cujo resultado saiu nessa quarta-feira (24/04/19).

Os dois ainda não se encontraram, pois o filho mora em João Pessoa (PB). Mas a mulher não se aguenta de ansiedade para abrir um novo capítulo dessa história, que começou em 1972. Então com nove anos, órfã de mãe e abandonada pelo pai, Sueli e os quatro irmãos (três meninas e um garoto) foram levados pelo avô a um orfanato em Corumbá de Goiás (GO), cidade a 125 quilômetros de Brasília.

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Em função de os envolvidos na história já terem morrido ou estarem em idade muito avançada, sem condições de se defenderem, o Metrópoles optou por identificar apenas mãe e filho, além do delegado que investigou o caso.

Sueli conta que aos 13 anos teria sido estuprada pelo filho da administradora da instituição. A violência sexual ocorreu outras vezes. Ela tentou se matar, ingerindo veneno para formiga. Pediu ajuda à mulher, que ignorou os abusos que a adolescente sofria. Acabou grávida e enviada a Brasília, morar na casa de um casal conhecido da dona do orfanato. Ficou no local até o nascimento da filha Juliana, registrada apenas com o nome da mãe.

As duas permaneceram na capital. Sem ter a quem recorrer, Sueli disse que continuou a trabalhar para a dona do orfanato, que também seria proprietária de uma escola infantil no Guará. Mãe e filha continuaram a morar com o mesmo casal.

Em maio de 1980, Sueli conheceu um policial militar com que manteve um breve relacionamento. Na época, o homem estava de partida para o Canadá e não teria ficado sabendo que a namorada havia engravidado. “Foi tudo muito rápido. Tivemos um relacionamento de cerca de três meses. Não sabia mais como encontrá-lo, mas tinha certeza que queria ter e cuidar do meu filho”, disse Sueli.

De acordo com ela, a dona do orfanato não teria acreditado na história. Achava que a criança seria fruto de uma nova investida do filho dela. Por isso, teria ordenado ao casal que mantivesse Sueli trancada em casa até que o bebê nascesse. Em 9 de fevereiro de 1981, Luís Miguel veio ao mundo, no Hospital Regional do Gama (HRG).

 

Filho levado
Quando saiu da maternidade, disse que teria sido recebida pelo casal com o qual morava e uma mulher que tinha um lenço amarrado na cabeça. Pediram que ela fosse ao orelhão ligar para a dona do orfanato. A conversa não foi nada amistosa: “Ela disse que eu devia entregar meu filho para adoção, já que não tinha condições de criá-lo. Caso contrário, ia mandar os meus irmãos para um abrigo de menores infratores”.

“Implorei, supliquei, mas ela não me deixava falar, bateu o telefone e, quando voltei em direção ao carro, em prantos, meu filho já não estava lá. A mulher que usava lenço no cabelo também desapareceu”, lembrou.

Fragilizada, ela permaneceu trabalhando e morando no mesmo local, ainda sob influência da dona do orfanato, por mais de 20 anos. Nesse período, Sueli casou, teve outro filho, perdeu a filha mais velha após um choque anafilático e só conseguiu independência financeira em 2004, quando foi aprovada em um concurso público no Governo do DF.

Revelação
Apenas em 2012, entretanto, ela se sentiu livre para procurar o filho. Naquele ano, a dona do orfanato morreu. Antes, muito debilitada, teria feito uma revelação a uma das irmãs de Sueli: o médico que fez o pré-natal de Luís Miguel poderia saber do paradeiro do bebê desaparecido. Na época, ela até conseguiu localizar o profissional. Questionado sobre o caso, porém, ele negou qualquer participação no sumiço do menor.

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Com apenas o cartão do registro na maternidade do HRG e as poucas lembranças do filho, Sueli pensava em como Luis Miguel estaria, a altura a que havia chegado, do que gostava ou se um dia poderia tocá-lo e ouvir a voz dele. Em todo esse tempo, a única informação que podia ajudá-la nas buscas era de que o bebê havia nascido com uma uma anomalia chamada de sindactilia, quando dois dedos dos pés ou das mãos são grudados.

Ao Metrópoles, ela detalhou que, por muitos anos, foi convencida de que o bebê havia morrido. “A dona do orfanato em que cresci me dizia para eu parar de procurá-lo pois, provavelmente, ele já estava morto. Mas sentia que não era verdade. Sabia que ele estava vivo. Orava todos os dias pela vida dele”, afirmou, emocionada.

JP RODRIGUES/METRÓPOLES

Sueli Gomes da Silva Rochedo e a carta enviada ao MPF

 

Em 30 de julho de 2013, ela escreveu, à mão, uma carta enviada à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, do Ministério Público Federal (MPF). No texto, Sueli explica o motivo de só procurar as autoridades após mais de 30 anos dos fatos: “Passei muito tempo paralisada em pequenos trilhos, acreditando que, mesmo impotente, deveria ter feito algo no dia. Gritar, pedir socorro. Acredito que a Justiça teria me ouvido. Mas estou certa de que vou encontrar meu filho, covardemente tirado de mim”.

No documento, ela escreveu em detalhes toda a sua história desde 1972. E, finalmente, foi ouvida. A denúncia deu origem a um inquérito instaurado no mesmo ano, na 14ª Delegacia de Polícia (Gama). Com base no relato, os policiais iniciaram uma investigação complexa, que mudaria não só a vida de Sueli, mas do filho e da própria equipe envolvida nas diligências.

 

Criatividade e persistência
Para solucionar o caso quase quatro décadas depois, os policiais tiveram que mergulhar na história de Sueli, conhecer os personagens que fizeram parte da vida dela, adotar técnicas diferenciadas de investigação, ter criatividade e, principalmente, persistência. À época, documentos não eram digitalizados, e alguns envolvidos já haviam falecido ou se mudado do Distrito Federal, lembrou o delegado responsável pelo inquérito, Murilo de Oliveira Freitas.

O que nos motivou durante todos esses anos foi a possibilidade de propiciar um encontro. Os crimes que teriam ocorrido eram graves. Porém, muitos estavam prescritos. Nosso propulsor foi promover esse reencontro de Sueli com um pedaço de si mesma. Foi impossível não nos sensibilizarmos com a história. Instigou, até o fim, o mais cético dos investigadores
Murilo de Oliveira Freitas, delegado responsável pelo inquérito

Com a dona do orfanato morta, os investigadores não tinham muitas pistas para iniciar a apuração. Procuraram o casal com o qual Sueli morou por muitos anos. Com idade avançada, eles não cooperaram muito. Inúmeras buscas foram feitas no arquivo do HRG e em cartórios da cidade.

“Encontramos salas inteiras abarrotadas de documentos. O prontuário de Sueli não foi localizado, desapareceu. Muitas vezes não sabíamos o que procurar. Não tínhamos o nome em que a criança foi registrada ou até mesmo se a data de nascimento nessa certidão estaria correta”, explicou o delegado Murilo Freitas.

 

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No ano passado, o médico responsável pelo parto foi ouvido pela Polícia Civil. Voltou a dizer que não tinha envolvimento e não se recordava bem do caso. Mas a mulher dele lembrou de uma informação que foi fundamental para a conclusão do caso. Disse que o porteiro do prédio em que eles moravam à época, na 103 Sul, conhecia a dona do orfanato em que Sueli morou. Segundo a mulher, ele poderia ter pego e cuidado da criança.

CRISTIANO SILVA GOMES/ARTE/METRÓPOLES

Disse ainda aos investigadores o nome da mulher e informou que ela teria sido professora em uma escola no Gama. “O que parecia ser uma boa pista nos colocou novamente diante de novas dificuldades. Não existia qualquer registro de funcionários no prédio referente aos anos de 1980 e 1983. O nome dado pelo médico estava incorreto”, explicou o delegado.

Os policiais recorreram à Secretaria de Educação em busca de algum dado que os pudesse levar até a professora. Mas sem o nome completo da docente as buscas foram frustradas. “Ninguém sabia se ela trabalhava em escola particular ou pública. Nesse momento, não tínhamos nem a certeza de que essa professora, de fato, existiu”, ressaltou o policial.

 

Postagem no Instagram
No final de 2018, entretanto, uma publicação no Instagram deu novo gás à investigação. Tratava-se de um texto de protesto, em que familiares de uma mulher cobravam esclarecimentos sobre a morte dela, na cidade de Arara, na Paraíba. O nome batia com o que fora informado pela esposa do médico. Era a companheira do porteiro.

Com a nova pista, as investigações foram concentradas no cartório do município paraibano. Após apurações, os policiais encontraram a família do casal. Descobriram que eles tiveram dois filhos. Um deles, Ricardo Santos Araújo, com 38 anos. Os policiais apuraram, ainda, que a família residia em Brasília em 1981, data do parto de Luís Miguel.

Segundo os policiais, Ricardo e a irmã sabiam que eram adotados, mas não tinham conhecimento sobre suas mães biológicas. Acreditavam que tinham sido colocados de forma voluntária para adoção. Com fortes indícios de que Ricardo seria o bebê sequestrado na porta do Hospital Regional do Gama, o entrevistaram por telefone.

“Foi uma ligação difícil. Era necessário uma sensibilidade ímpar. A princípio, ele não se mostrou fechado à possibilidade de a mãe biológica o procurar. Mas disse que não tinha interesse na história. Quatro dias depois, eu retornei e ele estava diferente. Afirmou que não conseguia dormir e queria entender o que aconteceu. Também confirmou que nasceu com sindactilia e operou ainda criança”, lembrou o delegado.

Daí para o exame de DNA foi um pulo. Sueli ainda não encontrou ou falou com Ricardo. A comunicação entre os dois é intermediada pela polícia. “Soube que ele leu a carta que escrevi e deu início a isso tudo. Está disposto a me conhecer. Não quero falar com o meu filho por telefone ou mensagem. Preciso abraçá-lo e quero que ele coloque o número dele no meu celular para, a partir daí, iniciarmos a nossa história”. O esperado encontro deve ocorrer nos próximos dias.

 

 

SURTO DE CHIKUNGUNYA ASSUSTAM MORADORES DE CAMPO GRANDE!! VEJA OS SINTOMAS

Um surto de Chikungunya está aterrorizando moradores de Campo Grande e Bangu, olhe em sua casa e veja se não tem focos do mosquito transmissor, não adianta nada se uma pessoa cuida da casa dela mas o vizinho não tá nem aí…
Acompanhe abaixo os sintomas da Chikungunya.

UMA PERGUNTA:
Os milhares de carros estacionados em mais de um andar na extensão da Avenida Santa Cruz – DEPÓSITO DO DETRAN estão ali há anos e tem água parada em alguns compartimentos, o que a PREFEITURA vai fazer para ajudar a população da ZONA OESTE? O mosquito voa.

Helicóptero da Polícia Militar cai em centro de treinamento e deixa cinco feridos

Um helicóptero do Batalhão de Radiopatrulhamento Aéreo da Polícia Militar de Minas Gerais (CORPAer) caiu nesta quarta-feira em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

A aeronave, com cinco policiais, pegou fogo após a queda, na MG 806, altura do km 10, durante um treinamento no Centro de Instrução da Polícia Militar na Fazenda das Lajes, informou a corporação. As vítimas foram socorridas ao Hospital São Judas Tadeu, também em Ribeirão das Neves.

Segundo informações do Hospital São Judas Tadeu, os cinco militares não correm risco de morte.

De acordo com o major Flávio Santiago, porta-voz da Polícia Militar de Minas Gerais, a aeronave teve uma perda de sustentação, conforme informações preliminares recebidas pela corporação. As causas, posteriormente, serão apuradas.

— Preliminarmente, tivemos a informação de que a aeronave teve uma perda de sustentação em um treinamento. Nós temos que fazer uma série de treinamentos protocolares — disse o Major, que acrescentou. — Eles (militares que estavam na aeronave) conseguiram sair.

Ainda segundo oficial, a aeronave, que é segurada, deu perda total: “ficou em chamas”. Os bombeiros foram acionados para atender a ocorrência e conter o incêndio.

O Major Leonardo e o Tenente Neto, que sofreu escoriações na mão, já foram liberados. O subtenente Matos sofreu escoriações leves e segue em atendimento. Já os sargentos Ragner, que sofreu pancada e corte na cabeça e corte profundo no glúteo; e Peter, com fratura no braço esquerdo, continuam no hospital.

Em seu site, a PMMG detalha as aeronaves que compões sua frota. A denominada “Esquadrilha Pégasus”, é formada por “5 helicópteros modelo AS 350 B2 – Esquilo, 01 helicóptero modelo Bell 206 B – Jet Ranger III e um avião turbo Hélice King Air C-90”.

Despacho de bagagem de mão fora do padrão começa nesta quinta em 4 aeroportos do país

As empresas aéreas brasileiras começaram este mês a intensificar a fiscalização do tamanho das bagagens de mão dos passageiros em voos nacionais dessas companhias. E a partir desta quinta-feira (25), em quatro aeroportos do país, as bagagens que estiverem acima do tamanho padrão terão que ser despachadas.

A medida começa a valer por enquanto nos aeroportos Juscelino Kubitschek (Brasília); Afonso Pena (Curitiba); Viracopos (Campinas/SP) e Aluízio Alves (Natal). Em outros nove terminais, as companhias aéreas estão orientando os passageiros sobre essas normas em vigor – mas o despacho obrigatório ainda não vai valer.

Em maio, a orientação será feita em mais dois aeroportos. Até 23 de maio, as bagagens de mão fora do padrão passarão a ser obrigatoriamente despachada em 15 terminais do país.

Veja o cronograma de implementação da orientação e de triagem (despacho obrigatório da bagagem acima do padrão):

Cronograma da fiscalização da bagagem de mão

Aeroporto Período de orientação Início da triagem
Juscelino Kubitschek (Brasilia) 10 a 24 de abril 25 de abril
Afonso Pena (Curitiba) 10 a 24 de abril 25 de abril
Viracopos (Campinas) 10 a 24 de abril 25 de abril
Aluízio Alves (Natal) 10 a 24 de abril 25 de abril
Confins (Belo Horizonte) 17 de abril a 1 de maio 2 de maio
Pinto Martins (Fortaleza) 17 de abril a 1 de maio 2 de maio
Guararapes (Recife) 17 de abril a 1 de maio 2 de maio
Val-de-Cans (Belém) 17 de abril a 1 de maio 2 de maio
Santa Genoveva (Goiânia) 24 de abril a 12 de maio 13 de maio
Salgado Filho (Porto Alegre) 24 de abril a 12 de maio 13 de maio
Congonhas (São Paulo) 24 de abril a 12 de maio 13 de maio
Galeão (Rio de Janeiro) 24 de abril a 12 de maio 13 de maio
Santos Dumont (Rio de Janeiro) 24 de abril a 12 de maio 13 de maio
Luis Eduardo Magalhães (Salvador) 8 a 22 de maio 23 de maio
Int. de São Paulo (Guarulhos) 8 a 22 de maio 23 de maio

Tamanho permitido das bagagens

De acordo com a Abear, associação que reúne as aéreas brasileiras, o objetivo é agilizar o fluxo dos clientes nas áreas de embarque, evitando atrasos. Desde o início da cobrança pelas bagagens despachadas, muitos passageiros têm optado por levar apenas malas de mão – por vezes de dimensões excessivas –, causando transtornos na hora do embarque na aeronave.

Antes de entrar nas áreas de embarque, os passageiros terão que verificar se o tamanho das bagagens está de acordo com os padrões definidos pelas companhias: 55 centímetros de altura x 35 centímetros de largura e 25 centímetros de profundidade.

Tamanho da bagagem de mão permitida — Foto: Reprodução/Abear

Nos aeroportos em fase de orientação, os passageiros serão informados sobre as regras em vigor. Nos terminais em que a triagem já tiver sido implementada, as bagagens que excederem o tamanho permitido terão que ser despachadas nos balcões de check in das companhias aéreas, e estarão sujeitas a cobrança pelo serviço.

Nas quatro companhias participantes – Latam, Gol, Azul e Avianca Brasil – o valor da bagagem despachada varia entre R$ 59 e R$ 220.

Reclamações contra as empresas áreas podem ser feitas pelo site consumidor.gov.br

Fonte: G1

Petrobras abre programa de demissão voluntária

A Petrobras informou na noite desta quarta-feira (24) a abertura de um programa de demissão voluntária (PDV). A medida será voltada para os funcionários que estejam aposentados até junho do ano que vem, quando as inscrições serão encerradas.

De acordo com a companhia, a estimativa é que aproximadamente 4,3 mil empregados participem do PDV. O custo previsto é de R$ 1,1 bilhão, e o retorno estimado com o programa é de R$ 4,1 bilhões para o período de 2019 a 2023.

“O PDV foi elaborado considerando o custo de reposição dos quadros da companhia, a preservação do efetivo necessário à continuidade operacional e a aderência ao Plano de Negócios e Gestão vigente”, informou a companhia.

Em março, a companhia anunciou a intenção de cortar US$ 8,1 bilhões de seus custos operacionais em quatro anos, com reduções nas despesas com funcionários e menores gastos em propaganda e escritórios. A companhia já anunciou que vai desocupar o prédio da sede em São Paulo.

“O efeito nas demonstrações financeiras ocorrerá à medida em que as adesões se efetivarem”, disse a Petrobras.

Fonte: G1

Perda de Giselle Itié choca fãs: ‘Só minha alma sabe quanto preciso de luz’

Giselle Itié é uma das atrizes mais queridas do público brasileiro. Entre os seus trabalhos de maior sucesso, estão as novelas Betty a feia e também Os Dez Mandamentos,quando deu vida à esposa de Moisés (Guilherme Winter).

Conhecida pela felicidade, beleza e talento, Giselle Itié tem enfrentado um duro ano de 2019 e, recentemente, ela teve mais uma perda. No começo do ano, a profissional da dramaturgia perdeu um ex-namorado, o ator Caio Junqueira. Giselle e o ator viveram um relacionamento sério por sete meses, em 2016.

Caio foi vítima de um grave acidente de carro na Zona Sul do Rio de Janeiro. Meses após a morte do ator de Tropa de Elite, Giselle Itié perdeu mais um ex-namorado, deixando os fãs completamente chocados em sua rede social.

A atriz usou as redes sociais para lamentar a morte do ex-namorado, Rodrigo Gimenes, com quem teve relacionamento entre 2011 e 2012. Veja abaixo a publicação feita pela atriz que fez diversos trabalhos na Record lamentando a perda do homem com quem viveu belos momentos:

“Hoje ele partiu. Só minha alma sabe o quanto eu preciso de luz”, escreveu Giselle na legenda da publicação. A causa da morte de Gimenes não foi divulgada.

Muitos internautas se solidarizaram com a perda de Giselle. “Posso imaginar o que passa pela sua cabeça. Estará pensando: por que eu? Por quê a mim? Mas tenha força e fé, e acredite que se Deus a colocou nesse caminho, para que atravesse esses obstáculos, é porque Ele sabe que você será capaz”, escreveu um deles em sua rede social.

Apresentadora de tv brasileira diz que os filhos de 10 e 2 anos decidirão o que querem ser, homem ou mulher

Bela Gil deu uma entrevista à revista Marie Claire e revelou que deixará os filhos escolherem se querem ser homem ou mulher. Ela tem uma filha de 10 anos e um garoto de 2, sendo que ambos terão total liberdade para escolher o que pretendem ser.

Ela disse que tem um filho que é do sexo masculino e uma filha do sexo feminino, porém, deixará que eles resolvam o que serão, homem ou mulher, pois não cabe a ela decidir isso. Ainda segundo a filha de Gilberto Gil, a educação das crianças é sempre voltada para ensiná-las a respeitar o próximo e também a si mesmo, enquanto a mãe tenta ser aberta e receptiva a todas as escolhas que os dois fazem.

Casada com João Paulo Demasi, Bela disse que a filha, Flor, até já está aprendendo a respeito de feminismo e que entre as duas existe um lema: “Meu corpo, minhas regras“. Para ela, é importante que a filha cresça tendo consciência disso para que no futuro aprenda a se defender e possa se valorizar desde agora.

E tudo isso não fica apenas na teoria, em casa pequenos tem o exemplo dos pais, que sabem que as crianças gostam de imitar o que os dois fazem, por isso tomam um cuidado enorme com a relação e com tudo aquilo que querem passar para os filhos, seja em relação à alimentação, respeito às outras pessoas, cultura e muito mais.

A família mora na Itália, Bela Gil está fazendo mestrado em gastronomia e também procurando se aprofundar em Slow Food, que é uma área que vai contra o fast food, onde procura melhorar a qualidade das refeições, mas ela tem plano de retornar ao Brasil já no mês de setembro.

Alerta! Mãe dorme sobre filho e ele morre; veja o que fazer para o bebê não correr risco

Neste último domingo (21), em Garanhuns, Pernambuco, uma mulher dormiu sobre seu bebê e a criança acabou morrendo. A mãe disse que foi amamentar a criança de madrugada e acabou dormindo. Quando acordou, viu que estava sobre o bebê e ficou desesperada.

A criança chegou a ser levada para o hospital, mas chegou lá sem vida, não havia nada que os médicos pudessem fazer para salvá-lo. No laudo consta que a causa do óbito foi por engasgo e a Polícia Civil já está investigando o caso para verificar se houve negligência da mãe. Infelizmente, esta não é a primeira vez que isto acontece, pelo contrário, há sempre notícias de mães que adormecem sobre seus bebês.

Adotando alguns cuidados simples, é possível prevenir tragédias como esta, por exemplo, saber compartilhar a cama com segurança para ficar ao lado do bebê sem ameaçar a vida dele. O ideal é colocar uma cama de solteiro ao lado da cama ou do berço e uma divisória, impedindo que o adulto role para o lado.

Nunca é demais lembrar que o fato de ser mãe mexe com toda rotina e a mulher deve estar ciente de que à noite o bebê acordará e será preciso amamentá-lo, por isso é importante dormir durante o dia, enquanto a criança fica com alguém de confiança, para estar com energia à noite para cuidar corretamente do filho. A mãe quando está amamentando o bebê e começa a cochilar, deve levantar-se imediatamente, trocar de posição, sentar em outro local, passar uma água no rosto e fazer o que for preciso para manter-se acordada.

E o pai deve ser parceiro em todas as horas, se a mãe acorda de madrugada para amamentar o filho, o marido deve acompanhá-la e ficar ao seu lado, ajudando a evitar tragédias como esta que acabou tirando a vida da criança em Pernambuco.

Espírito da Princesa Diana teria se comunicado e o que diz é emocionante

Jayne Wallace é uma das videntes mais populares do mundo e, de acordo com ela, o espírito da Princesa Diana estaria se comunicando. A eterna Lady Dy estaria preocupada com o futuro da família real e vê em Meghan, sua nova nora, uma forma de perpetuar-se na coroa.

Ainda segundo a suposta mensagem enviada por Diana ao vidente, a princesa de Gales saberia que seu neto vai ser um menino. Até o momento, a família real ainda não revelou qual o sexo do primeiro filho de Harry e Meghan. O caso é tratado como um grande segredo diante do povo britânico.

Diana ainda se identificaria bastante com Meghan e apoia o casamento. O espírito da princesa ainda prevê que o casal terá um segundo filho em breve. No entanto, a vida da ex-atriz promete não ser fácil. Preocupada com a saúde e bem-estar da família, ela deve tomar medidas inéditas diante da coroa.

Uma delas via ser evitar ao máximo à exposição dos filhos. Outra seria o ensino das crianças em casa, algo que nunca foi feito pela família real com os seus filhos homens, que tem o costume de frequentarem escolas para garotos.

“Neste momento, ela (Meghan) está a passar por uma fase muito complicada e não pode contar com o apoio da família. Mas tem uma personalidade muito parecida com a que Diana tinha: é uma pessoa reservada e forte, e uma boa mãe”, revelou a vidente em entrevista.

Wallace contou ainda que os duques de Sussex são “almas gémeas” e que a sua relação é profunda, intensa e repleta de amor. Diana morreu em 1997, em um grave acidente de carro. Ela corria de jornalistas.