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Saiba quais são os locais, dias e horários onde mais acontecem roubos na Zona Oeste

Saiba quais são os locais, dias e horários onde mais acontecem roubos no Rio.

A analista judiciária Márcia Sampaio, de 40 anos, chegava em casa sexta-feira, na Tijuca, quando dois bandidos numa moto levaram seu celular e outros pertences. Com prejuízo de R$ 4 mil, ela entrou para a estatística de uma rotina de violência que, só em 2018, registrou 231 mil roubos no Rio. Levantamento do EXTRA, com base em dados do Instituto de Segurança Pública, permitiu identificar dias, horários e locais em que essa tragédia cotidiana faz mais vítimas.

Quanto aos roubos contra pedestres, como o sofrido por Márcia, foram 88.422 ano passado, a maioria (14.513 ou 16,4%) nas segundas-feiras, principalmente à noite (5.232 casos). Na capital, os bairros com maior incidência do crime foram Centro, Bangu, Campo Grande, Madureira e Tijuca. Já entre os 52.097 roubos de veículos no estado em 2018, a maior parte ocorreu às sextas e, sobretudo, à noite e nas regiões de Bangu, Pavuna, Campo Grande, Irajá e Barros Filho.

Quanto aos roubos de celulares, só a Tijuca registrou 513 casos (no estado, foram 26.538). No bairro especificamente, esse tipo de abordagem aconteceu principalmente às quintas-feiras. A estudante Beatriz Neves, de 20, esperava uma amiga na Praça Saens Peña quando um homem levou seu telefone.

— Faço faculdade de Design e preciso de um celular com uma boa câmera. O que eu tinha supria minhas necessidades. Depois do roubo, ainda não consegui comprar um semelhante — lamentou ela, assaltada em novembro.

Na delegacia da Tijuca (19ª DP), a delegada Cristiana Bento chegou a criar um setor de roubos e furtos para identificar os criminosos.

— São policiais voltados exclusivamente para esses crimes. Conseguimos identificar centenas de bandidos que atuam na região — diz ela.

Botafogo, por sua vez, tem sofrido com o roubos a estabelecimentos comerciais: 143 casos, especialmente às quintas e sextas. O bairro também está entre os mais afetados pelos roubos contra turistas, ao lado de Copacabana, Centro, Ipanema e Santa Teresa. Juntos, esses bairros somaram 447 casos ano passado, de 633 em todo o estado. A maioria (131) aconteceu domingo e 49 à noite. Bonsucesso, Caju e Centro são os locais que mais sofrem com os roubos em coletivos, sobretudo às sextas-feiras.

Para minimizar a incidência de casos, algumas estratégias são postas em prática. No Botequim Colarinho, em Botafogo, uma tática dos garçons é ficar atento no seu setor de atendimento e no dos colegas.

Investigadores de olho na reincidência dos bandidos

A 10ª DP, que além de Botafogo, abrange Humaitá e Urca, na Zona Sul do Rio, também conta com um núcleo específico para tratar os casos de roubos e de furtos. Desde janeiro, a delegada Monique Vidal, à frente da unidade, já indiciou aproximadamente 60 autores desses crimes.

— Muitas vezes, esses criminosos cometem mais de um delito. O trabalho baseado no reconhecimento facial desenvolvido pelo núcleo é fundamental para o resultado que temos alcançado, mesmo sendo um bairro não contemplado com o projeto Segurança Presente e cercado por duas comunidades (Dona Marta e Cabritos) — salientou Monique Vidal.

Dicas para não se tornar vítima

O presidente do Sindicato dos Delegados do Rio, Rafael Barcia, listou algumas dicas para evitar roubos. No carro, tenha visão periférica de onde está andando. Num sinal, nunca parar colado no carro da frente. E manter os vidros fechados. Pedestres não devem expor objetos de valor. Nunca andar falando ao celular. Em locais cheios, não deixar nada de valor na mochila ou bolso traseiro. Nos ônibus, atento a quem entra e sai. Duas pessoas que entram juntas e sentam em bancos separados mas dão a entender que se conhecem, podem ser suspeitas. Nos comércios, tenha vitrines de vidro, para que o criminoso possa ser visto pelo lado de fora. Caixas devem ser posicionadas de acordo com a entrada e saída para que se tenha um controle visual. Posicionar corretamente as câmeras de segurança e mudar a rotina ao fazer os depósitos.

Neto de Lula morreu de infecção generalizada pela bactéria Staphylococcus aureus. Entenda

O menino Arthur Araújo Lula da Silva, neto do ex-presidente Lula, morreu por sepse (infecção generalizada) originada pela bactéria Staphylococcus aureus, muito presente em infecções de pele, ou mesmo contusões, que podem ser a porta de entrada para o organismo.

Folha confirmou a informação com quatro infectologistas que tiveram conhecimento do caso e com uma fonte próxima ao ex-presidente Lula, mas que preferem se manter no anonimato em respeito à família, que não fala sobre o assunto.

Nesta segunda (1), a Prefeitura de Santo André confirmou que Arthur não havia morrido de meningite meningogócica, como havia sido previamente informado pelo hospital à época. O garoto de sete anos morreu no dia 1º de março no Hospital Bartira, da rede D’Or.

De acordo com a nota da prefeitura, logo após a morte do menino a Secretaria de Saúde local encaminhou amostras coletadas no hospital para análise e confirmação do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.

Ainda segundo a prefeitura, os exames descartaram “meningite, meningite meningocócica e meningococcemia”.

“Todos os procedimentos de proteção e profilaxia dos comunicantes foram realizados seguindo os protocolos do Ministério da Saúde”, diz a nota da prefeitura.

O hospital ainda não se pronunciou sobre o caso nem sobre a real causa da morte. A família também não fala sobre o assunto.

Nesta segunda (1º), o deputado federal Alexandre Padilha (PT-SP) publicou em seu perfil no Twitter que espera que o hospital “esclareça quais procedimentos de apuração já realizou para o vazamento de diagnóstico que se revelou antiético para com a família e irresponsável com a saúde pública da região”.

Procurado, Padilha disse por meio da assessoria que, pelo ponto de vista ético, não falará sobre a bactéria e não tratará sobre o assunto.

Afirmou ainda que só se manifestou para que Secretaria de Saúde de Santo André informasse a população de que não havia um caso de meningite bacteriana circulando na cidade e que para que o hospital explique sobre o diagnóstico errado e o vazamento da informação

A informação de que a morte de Arthur foi por meningite meningocócica levou a uma corrida aos postos de vacinação e a críticas ao SUS que não dispõe de todas as vacinas que imunizam contra o agente causador da meningite.

Staphylococcus aureus resistente à meticilina (SARM) está presente em vários locais – Science Photo Library

O risco de uma infecção pela bactéria levar à morte pessoas saudáveis, como menino Arthur, é muito baixo, mas pode acontecer. Depende de uma série de fatores, tanto das características da bactéria quanto do paciente e sua suscetibilidade imunológica.

Não há vacina que previna a infecção pela bactéria e, segundo os médicos, não há motivo para pânico. É possível prevenir a contaminação com simples cuidados básicos de higiene, principalmente se houver machucados na pele: lavando as mãos e o local do ferimento.

STAPHYLOCOCCUS AUREUS

As infecções por Staphylococcus aureus oscilam de leves a potencialmente mortais. A bactéria tende a infectar a pele, muitas vezes causando abscessos. No entanto, a bactéria pode viajar pela corrente sanguínea e infectar praticamente qualquer local do corpo. A consequência mais grave é a infecção generalizada

Há muitas cepas de Staphylococcus aureus. Algumas cepas produzem toxinas que podem causar os sintomas de intoxicação alimentar ou síndrome do choque tóxico

A bactéria é transmitida pelo contato direto com uma pessoa infectada (por meio de objetos contaminados ou inalação de pequenas gotículas infectadas ao espirrar ou tossir)

Staphylococcus aureus está presente no nariz (em geral temporariamente) de cerca de 30% dos adultos saudáveis e na pele de cerca de 20%. É mais comum em pacientes internados ou profissionais da saúde. As pessoas podem mover a bactéria do nariz para outras partes do corpo com as mãos, por vezes levando à infecção

O diagnóstico é baseado na aparência da pele ou identificação da bactéria em uma amostra do material infectado

A lavagem bem feita das mãos pode ajudar a prevenir a propagação da infecção.

Os antibióticos são escolhidos com base na probabilidade de serem eficazes contra a cepa que causa a infecção

Fatores que aumentam o risco de contrair uma infecção estafilocócica:

  • Gripe
  • Distúrbios pulmonares crônicos (como enfisema por fibrose cística)
  • Leucemia
  • Tumores
  • Um órgão transplantado, um dispositivo médico implantado ou um cateter inserido em um vaso sanguíneo por um longo período
  • Queimaduras
  • Distúrbios crônicos da pele
  • Cirurgia
  • Diabetes
  • Medicamentos, como corticosteroides, medicamentos que suprimem o sistema imunológico (imunossupressores), quimioterapia para câncer ou drogas ilícitas injetadas

MENINA CORTADA POR LINHA CHILENA EM REALENGO AINDA CORRE RISCO DE PERDER A PERNA

A menina Eloah, de 8 anos, que teve as duas pernas cortadas por uma linha chilena ao passar por uma passarela na Avenida Brasil, altura de Realengo, ainda corre o risco de perder a perna esquerda. Segundo a mãe da garota, Vanessa Souza, exames mostraram que a criança está com uma pequena trombose no membro. Eloah está internada na UTI pediátrica do Hospital municipal Albert Schweitzer, também em Realengo, em estado grave.

— Minha filha está muito agitada e chorando muito desde que acordou hoje pela manhã e passou a não sentir a perna. Ela foi submetida a um exame de ultrassonografia que constatou a trombose. A médica disse que o sangue nao está circulando como deveria e , por isso, há o risco de perder a perna — disse Vanessa, muito emocionada.

Ainda de acordo com a mãe de Eloah, outros médicos serão acionados pela equipe para avaliar o caso. Por causa do acidente, a veia femoral da perna esquerda se rompeu.

O acidente aconteceu no último domingo. Vanessa contou que seguia com a filha — a menina voltava da casa do pai — quando Eloah saiu correndo. A mãe pediu que a criança voltasse. Quando ela fez isso, foi ferida pela linha. Vanessa começou a gritar pedindo socorro.

Um casal, então, apareceu e parou um carro. O motorista levou mãe e filha para o hospital.

— Era muito sangue. Pensei que minha filha ia perderia as pernas — disse Vanessa, chorando.

Eloah foi operada. Durante a cirurgia, os médicos tiraram uma veia de um dos pés da garota para colocar na perna, auxiliando assim a circulação do sangue.

As linhas chilenas — usadas para soltar pipa — têm a venda proibida no Brasil. Algumas são feitas com óxido de alumínio, o que as torna extremamente cortantes.

O Linha Verde ressaltou a importância de denunciar os locais de fabricação e comercialização desses materiais. A linha chilena tem quatro vezes mais o poder de corte do cerol, sendo muito mais perigosa. Ela é feita com quartzo moído.

A população pode ligar para o número 0300 253 1177, que tem custo de uma ligação local. Além disso, o anonimato é garantido.

TRAFICANTE É ENCONTRADO BALEADO NO HOSPITAL NA ZONA OESTE

Policiais da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) prenderam na noite desta segunda-feira, Jurandir Silva Santos, o Parazinho, de 46 anos. Ele foi encontrado baleado no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde entrou com nome falso. Ferimento teria sido provocado por guerra entre traficantes no Morro do Dezoito, em Água Santa.Parazinho participou da invasão à favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, em 2017, quando a comunidade viveu uma guerra entre bandos de criminosos rivais liderados por Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, e Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha.Contra ele, havia dois mandados de prisão preventiva e um de prisão temporária. O bandido responde por tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubo, porte de arma de uso restrito, associação criminosa, entre outros.A ação foi coordenada pelos delegados Barba Lomba, titular da DHNSGI, e Phelipe Cyrne.O Portal dos Procurados oferecia recompensa de R$ 1 mil reais por informações que levassem à prisão de Parazinho.

Projeto de lei quer criminalizar jogos violentos no Brasil

Um novo projeto de lei, proposto pelo deputado Júnior Bozzella (PSL-SP), visa criminalizar jogos violentos no Brasil.  O texto diz:

Esta lei altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940, e a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014, para criminalizar o desenvolvimento, a importação, a venda, a cessão, o empréstimo, a disponibilização ou o aluguel de aplicativos ou jogos eletrônicos com conteúdo que incite a violência e dá outras providências.

A punição para o crime seria multa ou um período de três a seis meses de detenção. Caso a prática aconteça a partir da internet ou outro meio de comunicação de massa, a pena seria triplicada. Além disso, Bozzella quer acrescentar um artigo ao Marco Civil da Internet, punindo provedores que disponibilizem em seus serviços jogos violentos, enquadrando-os em “incitação ao crime”.

A justificativa para o PL proposto é apresentada como uma reação ao ataque que aconteceu em uma escola de Suzano (SP) no começo de março, quando dois jovens abriram fogo no colégio, matando 8 alunos e deixando 11 feridos. Na ocasião, o General Hamilton Mourão, vice-presidente da República, sugeriu que os games violentos tiveram influência no ocorrido:

Muito triste, né? A gente tem que chegar à conclusão por que isso está acontecendo. Essas coisas não aconteciam no Brasil, né? Ocorriam em outros países. A nossa garotada é viciada em videogames violentos. É só isso que fazem. Eu tenho netos e vejo meus netos muitas vezes mergulhados nisso aí. A gente nunca gosta de falar “no meu tempo”, mas quando eu era criança, era adolescente, a gente jogava bola, soltava pipa, jogava bola de gude. Então é isso que a gente tem que estar preocupado. Lamento profundamente o que ocorreu.

O texto do deputado Bozzella diz:

É preciso ao menos dificultar que a nossa sociedade, em especial nossos jovens, entrem num clima de selvageria que leve a atos tão desastrosos.

No momento, o PL aguarda despacho do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para começar a ser tramitado no Congresso.

No começo de março, a Universidade de Oxford, no Reino Unido, publicou um estudo que não demonstrou relação entre games violentos e comportamento agressivo em crianças e adolescentes. O relatório completo da pesquisa está disponível apenas em inglês no Royal Society Open Science.

Idoso é socorrido em caçamba de veículo por falta de ambulância em Itaguaí

O descaso na saúde de Itaguaí vem causando revolta aos moradores que buscam atendimento no Hospital Municipal São Francisco Xavier (HMSFX), o único do município. Na madrugada desta segunda-feira (1), um senhor de 96 anos precisou de uma ambulância, mas segundo os seus familiares, o hospital só possui uma e eles tiveram que improvisar o transporte do idoso na caçamba de uma Saveiro no meio da madrugada.
Em uma postagem nas redes sociais, o neto do paciente desabafou ressaltando que uma cidade grande como Itaguaí, não pode ter apenas uma ambulância para atender toda a população. “Tivemos que improvisar o transporte do meu avô na caçamba de uma Saveiro no sereno da madrugada. Imagina se cai uma chuva? Mas tivemos que fazer isso, pois foi o único jeito. Porém, quero agradecer os médicos que estavam de plantão que atenderam muito bem o meu avô. O município de Itaguaí está jogado”, relatou.

FONTE: JORNAL ATUAL

HOMEM É MORTO EM BAIRRO NOBRE DO RJ

Um homem foi morto a tiros no início da tarde desta terça-feira na Avenida Borges de Medeiros, no Leblon, na Zona Sul do Rio. Dois homens a pé teriam disparado mais de sete vezes na vítima, identificada como Diego Barcellos da Silva, de 37 anos. O crime foi testemunhado por dezenas de pessoas. Os tiros causaram pânico e correria.

— Foi uma correria, muitos tiros… Fiquei bastante assustada — disse uma senhora que passava na hora do crime.

A morte pode estar ligada a uma disputa pelo tráfico de drogas na Cruzada São Sebastião, no Leblon, localizada em frente ao local onde Diego foi executado.

Segundo parentes da vítima que pediram para não ser identificados, Diego cumpriu cerca de oito anos de prisão por tráfico de drogas. Há um ano, depois de sair da prisão, ele montou um pequeno lava-jato na mesma rua em que foi assassinado. Também improvisou uma academia de ginástica no local.

— Era uma pessoa ótima. Educado, falava com todo mundo. Era querido — disse um senhor.

Policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (DH/Capital) estiveram no local, juntamente com peritos e policiais militares do 23º BPM (Leblon). Os agentes agora estão em busca de imagens que possam identificar os assassinos.

Avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro mora em favela com esgoto a céu aberto

Na Favela do Sol Nascente, em Brasília, Maria das Graças, avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro, mora com a filha, Maria de Fátima Firmo Ferreira, tia de Michelle. A região é bastante precária na capital do país.

A reportagem do Estadão conversou, por telefone, com a tia da primeira-dama. A casa onde moram não tem rede de coleta e tratamento de esgoto. Maria de Fátima não tem ideia de quando essa rede será construída. e ela e seus vizinhos poderão ter uma vida mais digna.

Por telefone, ela afirmou que isso vai demorar. “Aqui, vai demorar é muito. No Sol Nascente, muita gente precisa disso”, comentou a tia da primeira-dama. A favela do Sol Nascente disputa com a Rocinha, no Rio de Janeiro, o título de maior favela do Brasil.

A comunidade de Brasília se desmembrou de Ceilândia. Os dados do local mostram que 93% dos moradores vivem em terrenos irregulares. Transporte público não chega em boa parte da região. A coleta de lixo também não é realizada regularmente.

A realidade da tia e da avó de Michelle Bolsonaro contrastam com a vida da primeira-dama, que hoje mora no Palácio do Planalto, na capital do país. Antes de se mudar para o Rio de Janeiro, quando casou com Jair Bolsonaro, Michelle também morava em uma comunidade.

De acordo com o Estado, o governo do Distrito Federal está trabalhando para criar as redes de abastecimento e tratamento de esgoto na favela do Sol Nascente. O governo adianta que mesmo após concluído, em alguns anos, o serviço não atenderá a todos os moradores da região.

Cantor sertanejo fala que rolou um clima com Ludmilla durante clipe

Os chamados “beijos técnicos” costumam causar polêmica. Os artistas defendem que o ato exige profissionalismo e que ali não há, de maneira nenhuma, nenhum tipo de “maldade”.

Mas para o cantor sertanejo Felipe Araújo e história não é bem assim. Pelo menos foi isso que ele afirmou após participar do clipe da funkeira carioca Ludmilla, no qual os dois filmaram cenas quentes dentro de um carro.

A cena faz parte do clipe “Clichê” e no roteiro, ambos entram no carro depois de uma troca de olhares no bar em que o cantor fazia papel de um garçom.

O video já ultrapassou 25 milhões de visualizações e Araújo afirmou quem rolou uma química na situação, não sendo totalmente ficção.

“Não foi tão técnico assim, não. Tinha que imprimir a nossa verdade e essa energia ajuda para ficar mais verdadeiro. Tudo pela arte!”, descontraiu.

Sobre aceitar ou não ter um relacionamento com famosas vendo apenas o perfil de cada uma delas ao “recusar” Marília Mendonça, sem saber que era a cantora sertaneja, ele se justifica.

“Nossa, Marília é uma das melhores amigas que tenho na música, muito amiga minha mesmo. Se não fôssemos amigos, eu namoraria com ela muito fácil”,revela durante bate-papo descontraído no “Luciana By Night” desta terça-feira durante o quadro “Paquera Virtual”.

Fonte: Extra.