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Paula deixará Globo e imediatamente vai parar na delegacia por racismo

Nesta sexta-feira, 12 de abril, acontece a grande final da décima nona edição do ‘Big Brother Brasil’. As enquetes indicam que Paula deve ser a grande campeã do reality show, mas assim que deixar a Globo ela já tem um compromisso marcado, bater ponto na delegacia. É o que informa um famoso site que cobre o mundo do entretenimento.

O delegado Gilbert Stivanello está investigando uma denúncia de racismo contra Paula. Rodrigo, ex-participante do BBB 19 esteve na delegacia, onde abriu um registro de ocorrência contra Paula. Ele também denunciou internautas que mandaram ofensas pelas redes sociais.

Além de racismo, Paula pode ter que responder por conta de intolerância religiosa.  Ela disse que tinha medo dele por ter contato com “esse negócio de Oxum” e declarou que “nosso Deus é maior”.

Em entrevista ao jornal carioca Extra, o delegado já adiantou o futuro da loira: “Tão logo sair da casa, ela será intimada a depor. A data para o depoimento deverá ser na próxima semana”.

Dessa vez, a polícia decidiu não invadir os estúdios Globo, como aconteceu em outras oportunidades. Os investigadores aguardam a presença da participante assim que ela sair da casa. A loira pode até sair com o R$ 1,5 milhão nas mãos, mas os problemas não prometem ficar fáceis.

Expulsão de Hariany mexe com a final do BBB

Os últimos episódios do Big Brother Brasil foram movimentados. Nessa quinta-feira, 11, Hariany foi expulsa dpós empurrar a amiga Paula no programa. A regra do programa é clara e Hariany teve que deixar o confinamento.

Políticos se manifestam sobre desabamento na Zona Oeste

Assim que surgiram as notícias sobre o desabamento na Muzema, na manhã desta sexta-feira, rapidamente o nome da comunidade da Zona Oeste do Rio se tornou um dos nomes mais comentados da Internet. Políticos engrossaram o coro pra que o “Muzema” figurasse entre os assuntos mais falados. A grande maioria deles criticou o domínio da milícia na região.

Anúncio vendia apartamento em prédios que caíram na Muzema por quase R$ 50 mil

Confira algumas reações de políticos!

MARCELO FREIXO (deputado federal pelo Psol-RJ)

Toda solidariedade às famílias da Muzema. Aquela é uma área dominada por milícias, que grilam terras e constroem prédios de forma ilegal. Esse é o resultado do Estado leiloado à máfia miliciana. Quem sofre são as famílias pobres.

TALÍRIA PETRONE (deputada federal pelo Psol-RJ)

Acordamos com a notícia do desabamento de dois prédios na Muzema, Zona Oeste do Rio. A área é controlada por milícias, que grilam os terrenos, constroem de maneira irregular e vendem para a região. Esse poder paralelo, com braços no Estado, só deixa a população mais vulnerável!

DANI MONTEIRO (deputada estadual pelo Psol-RJ)

Os desabamentos na Muzema são consequências catastróficas de um Estado que se exime de cumprir seu papel, garantindo moradia e segurança. Não podemos naturalizar as péssimas condições de vida e o poder paralelo na ZO. Minha solidariedade aos atingidos!

TARCÍSIO MOTTA (vereador pelo Psol-RJ)

De quantas tragédias vive uma cidade? Toda a nossa solidariedade aos moradores da Muzema.

MARIA DO ROSÁRIO (deputada federal pelo PT-RS)

Luto. Força e solidariedade às famílias, mulheres, crianças, idosos, seres humanos soterrados em desabamento no Rio. Aos bombeiros, gratidão novamente. É de chorar saber que eles pedem silêncio ao redor dos escombros para ouvirem vítimas.

BOHN GASS (deputado federal pelo PT-RS)

Vou repetir: se a polícia “puxar os fios” dos desabamentos de prédios na comunidade da Muzema, na Zona Oeste do Rio, o tamanho da “meada” vai deixar muita gente de cabelo em pé. Por trás disso tem a milícia. E por trás da milícia…

GUILHERME BOULOS (Psol)

Lamentável tragédia na comunidade da Muzema, no Rio. Dois mortos e 17 desaparecidos até agora. Nossa solidariedade às famílias. É necessária uma investigação urgente. Tudo indica que os prédios foram construídos pela milícia, sem autorização, e que há outros nessa situação.

A tragédia da Muzema mostra o que acontece quando a milícia se encontra com a especulação imobiliária. Essa máfia tem que ser desbaratada. São 60 prédios na mesma situação. A investigação precisa chegar nos mandantes: quem está por trás das milícias do Rio de Janeiro?

CHICO ALENCAR (Psol)

Na mesma semana, a comunidade da Muzema é devastada pela forte chuva e por dois desabamentos de prédios irregulares controlados pela milícia. Essa sentença de morte a que pobres e periféricos estão condenados precisa ter fim.

ÁLVARO DIAS (Podemos)

Verdadeiros heróis que sempre nos orgulham e nos fazem acreditar em dias melhores!

WILSON WITZEL (governador pelo PSC-RJ)

Estou acompanhando com preocupação o desabamento de dois prédios na comunidade da Muzema, na Zona Oeste, nesta manhã. Rezo para que não haja vítimas entre os escombros. Nossos heróis bombeiros já estão trabalhando no local.

Infelizmente já há mortos e feridos vítimas do desabamento da Muzema. Situação lamentável, que acompanho com atenção. Nossos bombeiros, como sempre, fazendo seu melhor.

MARCELO CRIVELLA (prefeito pelo PRB-RJ)

Estamos na comunidade da Muzema, Zona Oeste do Rio, onde duas edificações caíram. Essas edificações estavam em loteamento irregular. A Prefeitura do Rio já havia comunicado ao Ministério Público e tentado interditar, mas infelizmente, uma liminar judicial impediu a demolição desses prédios e as obras continuaram.

Estamos aqui com a nossa equipe trabalhando para tentar resgatar as pessoas dos escombros. Fica para todos nós uma lição: quando a prefeitura alertar sobre esses riscos, vamos dar ouvidos para que isso não aconteça nunca mais.

Globo emite nota repudiando atitude de Marcelo Crivella

A Rede Globo rebateu as acusação do prefeito do Rio de Janeiro Marcelo Crivella. William Bonner leu uma nota da emissora durante o Jornal Nacional nesta quinta-feira (11).

Em uma entrevista coletiva para falar sobre os prejuízos causados pelas chuvas na cidade, Crivella se irritou com a repórter da empresa e a afastou dos outros jornalistas. Além disso, ele afirmou que a emissora “faz drama sobre coisas corriqueiras, que acontecem nas nossas vidas desde que eu nasci aqui”.

Desabamento de prédios deixa mortos e feridos no RJ
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Suspeito joga cocaína pela janela para evitar flagrante

– O que a Globo quer é dinheiro na sua propaganda. O que ela quer é que a gente faça uma festa no Carnaval e ela possa vender R$ 240 milhões com a prefeitura pagando o Carnaval – disparou o prefeito.

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No comunicado, a Rede Globo repudiou a atitude do político.

– A Globo cobriu uma tragédia que tirou a vida de dez cariocas. E cumpriu a obrigação jornalística de mostrar que a prefeitura demorou a acudir a população. A Globo compra os direitos de transmissão das escolas de samba – e paga um valor quase seis vezes maior do que aquele que elas recebem de subvenção da prefeitura – declarou o canal de TV.


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Motorista de Uber morto em briga de trânsito ia se casar na 2ª

A movimentação na casa da família de Felype Anderson de Sousa (foto em destaque), 22 anos, no Itapoã, é intensa na manhã desta sexta-feira (12/4). O motorista de Uber foi assassinado na noite de quinta-feira (11), depois de uma briga de trânsito, na mesma região administrativa. Muito abalada, a mãe disse que o filho era muito trabalhador. Felype planejava se casar com a noiva, com que morava e se relacionava há seis anos, na próxima segunda (15).

Segundo a irmã do jovem, Rebeca Sousa, 19, estava tudo pronto para a cerimônia na Igreja Sara Nossa Terra. “Todo mundo gostava dele. Não merecia isso. Cuidava da gente como se fôssemos filhos dele”, afirmou a jovem.

O motorista de aplicativo foi morto com quatro tiros, por volta das 20h, na Entrequadra 45/46, na Avenida Comercial do Itapoã. A mãe está inconformada. “Meu filho era maravilhoso. Não bebia, não fumava. Muito amoroso. Não media esforços para ajudar as pessoas. Ele estava tão feliz. Nunca imaginei que isso fosse acontecer”, disse Maria Leidiane Mamédio de Sousa.

Felype trabalhava há dois anos como motorista de Uber. Batalhou para conseguir comprar o carro fazia corridas durante grande parte do dia.  “Ele estava realizado”, garantiu uma familiar, que preferiu não se identificar.

O segundo dos quatro filhos de Maria tratava a mãe com muito amor. “Dizia que queria trocar esta casa por uma chácara para mim, para eu sair da vida de cidade. Ele cresceu aqui”, relata Maria. “Era cheio de sonhos”, acrescenta.

O crime
De acordo com a Polícia Civil, houve uma briga de trânsito e Felype acabou baleado pelas costas. A noiva estava com ele no carro. O suspeito dos disparos, segundo a ocorrência policial, seria Alessandro Guerreira Barros, 27, que está foragido.

Conforme relatos de testemunhas, a discussão teria começado quando um veículo bateu em outro enquanto estacionava. Exaltados, os dois trocaram empurrões e Alessandro teria sacado a arma e disparado.

A sobrinha do suspeito, uma adolescente de 16 anos, estava no carro dele no momento do crime e deu sua versão à polícia. Disse que Felype fazia baliza para estacionar na via. Alessandro tentou passar e acabou atingindo a lateral do veículo da vítima. Ele parou um pouco mais à frente para ver se tinha danificado a lateria, quando o motorista do automóvel atingido reagiu de forma bem alterada.

Ainda de acordo com a garota, Alessandro não xingou a vítima, só dizia: “Calma, você vai me bater?”. Felype teria empurrado o suspeito do crime, após chamá-lo de ”comédia”. Em seguida, virou de costas e seguiu em direção ao seu carro. Nesse momento, Alessandro sacou uma arma de fogo que trazia consigo na cintura e efetuou os disparos no outro condutor, que caiu no chão.

Durante a discussão, a adolescente disse que tentou avisar o tio que o veículo não tinha ficado muito arranhado. Ressaltou que tudo ocorreu em poucos minutos e que, após os disparos, Alessandro falou para ela entrar no automóvel. O suspeito saiu rapidamente do local.

“Vou dar um jeito”
Ainda de acordo com o depoimento, o autor dos disparos teria pedido para a sobrinha não falar nada para a mãe, pois iria dar um jeito de resolver tudo no dia seguinte. A PM conseguiu chegar até a casa da garota. Ela contou o que ocorreu e deu o endereço do tio.

O suspeito, no entanto, não foi encontrado no local. O foragido, segundo a polícia, já tem passagem por tentativa de homicídio.

A vítima foi socorrida por populares e levada ao Hospital Regional do Paranoá (HRPa), mas não resistiu aos ferimentos. Acionada, a Polícia Militar encontrou a arma que teria sido usada no crime na casa da sogra de Alessandro.

A pistola calibre .380, carregada com 10 munições, foi encaminhada à 6ª Delegacia de Polícia (Paranoá), que investiga o caso. O velório do corpo do motorista de Uber será neste sábado (13), a partir das 8h, no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. Nesta sexta (12), às 19h, haverá uma passeata saindo do supermercado Barbosa no Itapoã em protesto contra a morte de Felype.

MATERIAL CEDIDO AO METRÓPOLES

 

O acusado
O acusado de assassinar Felype saiu do regime aberto em outubro do ano passado, segundo a delegada Jane Klébia, chefe da 6ª DP. A pistola .380 usada por ele no crime foi apreendida e está sob análise. Alessandro Barros (foto acima) ficou preso durante cinco anos por tentativa de homicídio. A delegada ressalta que o crime anterior foi por motivação passional. Segundo relatos, o suspeito é uma pessoa de “temperamento muito explosivo”.

Não se sabe ao certo como Alessandro conseguiu fugir. Antes de escapar, porém, ele estacionou o carro na casa da irmã. Em seguida, deixou a pistola na residência da sogra e saiu.

Alessandro chegou a contatar a irmã, garantindo que não se entregaria. A PCDF já pediu a preventiva do suspeito, que pode sair ao longo do dia. Alessandro responderá por homicídio duplamente qualificado — motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima. Se condenado, pode pegar de 12 a 30 anos de cadeia.

Uma testemunha disse que não é primeira vez que crimes são registrados na avenida comercial da cidade. “Só ouvi o barulho de tiros. Quando vi, já tinha acontecido e já estavam todos prestando socorro à vítima”, disse a balconista de loja. “Ficou um grande tumulto”, relatou outra testemunha, quem também ouviu os disparos à noite.

 

“Tá caindo, tá caindo”, alertou moradora de prédio que desabou no Rio

Juliana Carvalho Moura mora na casa em frente aos dois prédios que desabaram na zona oeste do Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (12/4). Ela contou que a moradora do primeiro andar de uma das construções chegou a gritar para tentar alertar os vizinhos do desmoronamento iminente. Pelo menos duas pessoas morreram, sete estão feridas e 17 desaparecidas.

“Eram umas 6h30, e dava pra ouvir muitos estalos, barulho, e a mulher começou a gritar “tá caindo, tá caindo, sai, vai cair”. Achei que era a ribanceira que estava caindo, mas era o prédio”, contou.

Segundo Juliana, quando ela saiu de casa e chegou na rua os dois prédios já tinham desabado. “Era uma nuvem branca de poeira, enorme, não dava pra enxergar nada”, disse. Segundo ela, algumas pessoas podem ter conseguido escapar do desabamento saindo dos prédios por trás, pela mata.

Veja imagens do local:

O porteiro José Carlos de Souza, de 49 anos, sua mulher e a filha de 12 anos escaparam do desabamento dos prédios porque resolveram passar a noite em Ipanema, na zina sul, no prédio onde ele trabalha.

“A gente resolveu ficar por lá porque aqui estava tudo com muita lama desde a tempestade”, explicou Souza, que comprou o apartamento por R$ 60 mil para poder sair da Rocinha, onde morava, muito afetada pela violência. Ele contou que comprou o imóvel ainda na construção e se mudou há três meses.

“Mas eu tive sorte, muita sorte. Melhor que ter ganhado um prêmio. Porque a minha família estava comigo. O prêmio maior é a vida, né?”, afirmou. “De perda material foi tudo, praticamente tudo. Sai da Rocinha por causa da violência, vim pra cá achando que era melhor. A gente vê o prédio pronto, bonito, mas não sabe como é a estrutura.”

Mortes
Pelo menos duas pessoas morreram, um homem e uma criança, e outras três ficaram feridas após o desabamento nesta sexta-feira (12/4), de dois edifícios residenciais na comunidade da Muzema, na zona oeste do Rio de Janeiro.

O Corpo de Bombeiros trabalha incessantemente nos escombros com uma lista de 17 nomes de pessoas que estariam desaparecidas. Eles isolaram a área da tragédia porque outros prédios do entorno estariam em risco iminente de desmoronamento. Cães farejadores estão no local.

A Secretaria Municipal de Saúde do Rio informou que uma mulher de 35 anos chegou ao Hospital Municipal Lourenço Jorge com um trauma no abdômen e está em procedimento cirúrgico. No início, os órgãos de socorro tinham informado que um homem havia sido resgatado pelos vizinhos e que o mesmo foi levado para um hospital próximo.

Milícias
A comunidade da Muzema é uma área sob o domínio de milícias, grupos paramilitares formados por PMs, militares, agentes penitenciários e civis, que exploram ilegalmente vários negócios Um dos mais conhecidos seria o da construção irregular.

A prefeitura do Rio de Janeiro, que espera divulgar nas próximas horas um balanço inicial sobre vítimas e danos materiais, comunicou que cerca de 60 edifícios da região foram construídos de maneira “irregular” em zonas de “alto risco de desmoronamento”.

Os apartamentos nos prédios irregulares construídos e comercializados por milicianos são vendidos a preços abaixo do mercado. Unidades de dois quartos, com garagem, estavam sendo vendidos por valores que iam de R$ 40 mil a R$ 100 mil. Moradores contam que sabiam que os imóveis eram irregulares, mas que comprá-los era a forma encontrada para conseguir ter um lugar para morar.

O Complexo da Muzema é formado por duas comunidades, a do Cambalacho e a da Muzema. De acordo com o Instituto Pereira Passos (IPP) na favela da Muzema moram pelo menos 4 mil pessoas em 1.528 domicílios. Os números, no entanto, são do Censo de 2010.

Com a expansão da milícia e as construções irregulares, a expectativa é de que a população seja atualmente muito maior. A área ocupada pela comunidade é de 90 mil metros quadrados, segundo registro de 2018.

Chega ao fim um dos Big Brothers mais chatos de todos os tempos

Quando, no início de janeiro, a Rede Globo anunciou os participantes da 19ª edição do Big Brother, os responsáveis pela atração demonstraram que, mais uma vez, apostariam na fórmula das diferenças como combustível para o conflito. E, afinal, quem poderia culpá-los? Em um país polarizado como o Brasil se encontra hoje, por que não bombar ainda mais a audiência do principal reality-show nacional explorando esse contexto… conflituoso?

Daí, junta-se a designer gráfica, percussionista, negra e bissexual ao barman, vendedor de queijos e hétero. E a bacharel de cinema, youtubere vegana com um empresário e criador de cavalos. E a bacharel de direito de Lagoa Santa (MG) de 28 anos com o cientista social especializado em direitos humanos e dramaturgo carioca de 40. E todos prometendo confronto, força e personalidade forte. Um elenco dos sonhos. O que poderia dar errado?

Tirando alguns “percalços” logo no comecinho do programa – participante com patrocinador (proibido pelas regras) ou sendo investigado por assédio e um confuso primeiro Paredão envolvendo todos os brothers e sisters –, os planos de Boninho e Cia. pareciam que iriam se realizar e mais uma edição bem-sucedida do BBB estaria garantida.

Dois grupos distintos logo se formaram – Baile da Gaiola e Villa Mix, como apelidados pelo pessoal aqui de fora –, acentuando ainda mais as diferenças de vivências, formas de pensar e ideias dos envolvidos. Algumas lideranças começaram a surgir. Reuniões, conchavos, complôs e tentativas de combinações de votos foram feitas. A promessa de tudo o que o povo gosta!

No entanto, alguns dos participantes com maior potencial de analisar e movimentar o jogo ou com a personalidade mais curiosa e incômoda do reality não tiveram muito tempo de desenvolver seu maquiavelismo e logo se despediram. Daí, as semanas foram se passando e aquelas ideias diferentes nunca entraram em conflito. E quando ameaçavam entrar – com toda sorte de comentário preconceituoso de cunho racial e religioso –, os participantes que poderiam lutar fogo com fogo preferiram o diálogo, a outra face, a ponderação.

A produção do reality bem que tentou contornar a situação de “paz nos estádios” que reinava na casa mais assistida do Brasil: Tá Com Nadas, Monstros, punições, privações, Jogo da Discórdia e até uma dinâmica na qual os participantes foram obrigados a se acorrentar uns aos outros (que, vamos ser justos, rendeu cenas hilárias envolvendo roncos e malhações involuntárias). A resposta: aplausos para o pôr do sol e joguinhos afetuosos, no qual os brothers e sisters diziam o que mais gostavam uns nos outros.

Antes de se render à exasperada situação, se referindo à estratégia dos participantes como um “jogo do amor, do afeto, do respeito”, Tiago Leifert mostrou as suas garrinhas, com vários puxões de orelha, discursos de eliminação que só faltavam dizer “FAÇAM ALGUMA COISA!!!” e até uma analogia a pôquer que terminou com um “talvez o idiota seja você”.

Novamente, nada que injetasse vida no enfadonho elenco do Big Brother Brasil 19. Apesar dos recordes em noites de eliminação, o programa vai terminar com uma das piores médias de audiência de sua história e um engajamento no Google Trends quase 10 vezes pior que o da edição de 2017, como apontou Chico Barney em sua coluna no UOL.

Os motivos para tamanha morosidade? Além de um erro crasso de avaliação dos responsáveis pelo elenco e de um participante ter confessado que não podia se expressar como gostaria por todas as responsabilidades que ele tem lá (agora aqui) fora, especula-se que a resistência ao conflito seja um reflexo dos tempos atuais, nos quais a promessa de uma carreira por meio de uma rede social bombada, com muitos likes – e, logo, baixa rejeição – e possíveis patrocinadores tenha influenciado o comportamento dos brothers.

Não acho que isso seja verdade e, se for, após o fiasco da atual edição, esse pensamento não terá efeito duradouro nos futuros participantes. Para o bem da Globo e para o bem do reality. Afinal, o Big Brother 20 vem aí.

Sobre a possível vencedora do programa? Não se preocupe. Assim como esse texto não se esforçou em citar nenhum dos participantes por nome e você nem sentiu falta, a memória sobre quem foi quem no BBB 19 logo logo se apagará e ninguém também nem vai notar. E nem uma expulsão no apagar das luzes será capaz de deletar quase quatro meses de não entretenimento.

O fogo no parquinho nunca subiu e aquela forma da diferença como combustível para o conflito? Nunca produziu mais do que uma fraca centelha.

Homem é preso em flagrante por matar enteado de um ano após se irritar com choro

Cristóvão Siqueira Araújo de Souza, de 26 anos, foi preso em flagrante, nesta sexta-feira, pela morte do enteado, em Santa Cruz, na Zona Oeste. De acordo com a Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), o homem é acusado de ter matado Lauannay Vênancio Nunes, de apenas um ano e quatro meses, por se irritar com o choro, nesta quinta-feira.

Ainda segundo a DHC, o bebê foi levado para um hospital da região com diversas lesões pelo corpo, mas não resistiu. Cristóvão Siqueira teria dado socos, tapas e chutes na criança durante a madrugada, por causa do choro do menino. Os médicos desconfiaram das lesões e acionaram a polícia.

Concurso Polícia Civil PC RJ 2019: Governador confirma 1.000 vagas

Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro vai divulgar a abertura de novo edital de concurso público (Edital Concurso Polícia Civil PC RJ 2019) em breve. Na última quinta-feira, 11 de abril, o governador do Estado, Wilson Witzel, confirmou os preparativos do edital para mil vagas. Segundo o chefe do executivo estadual, o certame contará será em torno de 180 vagas para delegado e 800 para outras funções de policial.

Os dados foram transmitidos por Witzel em entrevista ao Bom dia Rio, da Rede Globo. “A Polícia Civil estava completamente desestruturada. O efetivo está hoje em um terço. Mas, estamos com concurso previsto para delegado e policial. Com isso, nós começamos a recompor a capacidade desses policiais de operar. Principalmente, a Polícia Judiciária”, disse o chefe do executivo estadual.

O Governador do Estado, Wilson Witzel, anunciou que serão abertas 1.000 vagas para corporação. Porém, o chefe do executivo ainda não autorizou formalmente em publicação no Diário Oficial. Por isso, a Polícia Civil ainda trabalha com o quantitativo liberado no Diário Oficial do ano passado pelo ex-governador Luiz Fernando Pezão. Na ocasião, ele liberou 96 vagas.

A fase de cotação de preços das bancas interessadas em organizar o certame da corporação foi encerrada. De acordo com informações da Academia de Polícia do Rio (Acadepol) na última segunda-feira, 08, o processo licitatório já pode ser iniciado. Até oito empresas enviaram propostas.

Os documentos das instituições estão em análise no Departamento de Administração e Finanças da corporação (Dgaf) desde a última quarta-feira, 03. O processo deve ser encaminhado nos próximos dias para Comissão Permanente de Licitações (CPL) da PC-RJ. O setor terá missão de definir quais organizadoras serão escolhidas por meio de licitação ou dispensa.

De acordo com informações da Acadepol, dois processos licitatórios estão tramitando, sendo um para delegado e o outro para os demais cargos. Com isso, deverá ser escolhida uma organizadora para delegado e uma outra para os demais cargos do concurso (auxiliar de necropsia, técnico de necropsia, inspetor e perito).

Ainda sobre o número de organizadoras que procuraram a PC-RJ para organizar os concursos, a Acadepol disse que foram cerca de cinco empresas para o cargo de Delegado e em torno de sete ou oito para os demais cargos. Algumas bancas querem concorrer aos dois processos.

Após escolha da banca, a corporação vai ter 45 dias para divulgar os editais. Se as bancas forem escolhidas até maio, é bem possível que o concurso seja divulgado entre junho e julho, conforme desejo do secretário da corporação, Marcus Vinícius Braga. Em março, ele falou que “até julho todos os editais podem estar na rua”.

O Governador do Estado, Wilson Witzel, anunciou que serão abertas 1.000 vagas para corporação. Porém, o chefe do executivo ainda não autorizou formalmente em publicação no Diário Oficial. Por isso, a Polícia Civil ainda trabalha com o quantitativo liberado no Diário Oficial do ano passado pelo ex-governador Luiz Fernando Pezão. Na ocasião, ele  liberou 96 vagas.

O Conselho de Supervisão da Recuperação Fiscal do Rio afirmou que sendo comprovadas as vacâncias (por aposentadoria e morte), não haverá obstáculo para abertura de novo certame para mil vagas. Para a categoria, a seleção para novos policiais precisa ser feita o mais rápido possível.

De acordo com dados do Sindicato dos Policiais Civis do Rio (Sindpol), a legislação prevê 23.800 cargos preenchidos. No entanto, o Estado conta com apenas cerca de 9 mil agentes na ativa. Desse total, 2.500 já poderiam ter se aposentado, mas continuam trabalhando.

Em entrevista à rádio CBN, o secretário da corporação confirmou que os editais serão destinados para os cargos de delegado, inspetor, perito legista, técnico de necropsia e auxiliar de necropsia. Os editais serão publicados em cinco documentos de forma separada. De acordo com o secretário, os trâmites para realização do certame já estão adiantados.

“A comissão de concurso se reúne a todo momento. Alguns editais já estão sendo preparados. Todas as etapas estão sendo cumpridas muito rapidamente”, frisou.

De acordo com Marcus, a carência de 15 mil policiais foi o motivo para a autorização de um novo concurso da Polícia Civil do RJ. “Nosso déficit é muito grande e o governador Wilson Witzel entendeu isso e já autorizou. A toda hora, ele me pergunta como está o andamento das comissões”, disse o secretário.

O Secretário espera um concurso bastante concorrido, por isso recomenda uma boa preparação. “A gente espera que todos se preparem muito bem, estudem, porque ser policial civil passa a ser a nossa vida. É um trabalho que a gente faz para sociedade, é servir realmente à sociedade. Estudem bastante, pois será um concurso muito concorrido”, disse em entrevista à rádio CBN.

O Concurso PC RJ

concurso público da Polícia Civil-RJ 2019 terá objetivo de reforçar a Segurança Pública do Estado. “A Segurança Pública continua sendo uma das prioridades do nosso governo. Sabemos que uma Polícia Civil bem aparelhada e com capacidade de investigação poderá desmobilizar o crime organizado. Os resultados estão começando a aparecer. Além de mais policiais nas ruas, a Secretaria de Administração Penitenciária está fazendo diversas vistorias nas cadeias para apreender celulares e drogas”, afirmou.

A mais cotada para coordenar o certame é a Fundação CEPERJ. A Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj) tem prioridade nos concursos realizados pelo estado, conforme o Decreto 42.298/2010.

A carência de 15 mil policiais, segundo o chefe da pasta, foi o motivo para a autorização de um novo concurso da Polícia Civil. Algumas carreiras da corporação, como a de delegado, não têm novos editais há seis anos. “Nosso déficit é muito grande e o governador Wilson Witzel entendeu isso e já autorizou (o concurso). A toda hora, ele me pergunta como está o andamento das comissões”, disse o secretário de Polícia Civil-RJ sobre o trabalho na organização dos editais.

Os cargos

O cargo de Técnico em necropsia, de nível fundamental, e Auxiliar em necropsia, de nível médio, se fundiram e passarão a integrar um único cargo: Agente de Polícia Técnico-Científica, com exigência de nível médio.

A função de Inspetor – nível superior passará a ser chamado de Oficial de Polícia Civil. O requisito será o de nível superior em qualquer área. O cargo de Perito Legista, com exigência de nível superior em Medicina, Odontologia, Farmácia ou Bioquímica permanece com os mesmos requisitos e nomenclatura.

Por fim, o cargo de Delegado, com exigência de nível superior em Direito, agora exigirá a graduação na área com experiência de cinco anos de exercício na área criminal ou igual período de exercício no judiciário ou nas Polícias estaduais ou federais.

O Concurso Polícia Civil PC RJ

O cargo de Técnico em necropsia, anteriormente de nível fundamental, e Auxiliar em necropsia, de nível médio, agora será chamado de Agente de Polícia Técnico-Científica. O requisito será o de nível médio e o salário será de R$4.506,27.

Para concorrer ao cargo de Oficial de Polícia Civil será necessário nível superior em qualquer área. Os profissionais aprovados no cargo fazem jus ao salário de R$6.280,31. Por fim, a função de Médico Legista tem exigência de graduação nas áreas de Medicina, Odontologia, Farmácia e Bioquímica. O salário é de R$8.469,34.

Para concorrer ao cargo de Delegado, o candidato deverá ter nível superior em Direito, devendo apresentá-lo na data da posse, o diploma devidamente registrado e emitido por instituição reconhecida pelo Ministério da Educação. A remuneração é de R$18.747,95, já incluso o auxílio-alimentação de R$264,00.

Sobre os cargos

Auxiliar de Necropsia:  exercer atividades de natureza repetitiva relacionada à remoção, lavagem e asseio de cadáveres, limpeza e conservação de necrotérios, em qualquer órgão da Polícia Civil, compatível com suas atribuições; exercer outras atividades que forem definidas por lei ou outro ato normativo.

Técnico de Necropsia: exercer atividades de natureza repetitiva relativa à execução de trabalhos operacionais-complementares, na área de anátomo-patologia, abrangendo a realização de necropsia e dissecação de cadáveres, sob supervisão direta de Peritos Policiais, bem assim conservação do material técnico, em qualquer órgão da Polícia Civil, compatível com suas atribuições; exercer outras atividades que forem definidas por lei ou outro ato normativo.

 

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Inspetor Policial: exercer atividades, envolvendo supervisão, coordenação, orientação e controle chefias de policiais civis, bem como assistência às autoridades superiores em assuntos técnicos especializados e fiscalização de trabalhos de segurança, investigações e operações policiais; exercer a segurança de autoridades, de bens e de serviços ou de áreas de interesse da segurança interna, bem assim investigações e operações policiais, com vistas à apuração de atos e fatos que caracterizam infrações penais; exercer, quando exigidas a especialidade e habilitação profissionais, atividades de natureza repetitiva, compreendendo a execução qualificada, sob supervisão e orientação superior, dos trabalhos laboratoriais, relativos a determinações, dosagens e análises em geral, com vistas à investigação policial, operar radiografias em vivo e em cadáver, para localização de projéteis de arma de fogo ou outros, bem como técnicas histológicas e hematológicas; zelar, quando incumbido de sua guarda, pelo instrumento técnico e científico dos laboratórios de perícias, encarregando-se de sua preparação para exame em geral, limpeza e conservação; exercer, ainda, quando exigidas, no concurso público, a especialidade e habilitação profissionais, atividades de natureza técnica, envolvendo supervisão, orientação e execução de serviços em oficinas ou unidades policiais relacionadas com a função, bem assim a revisão de trabalho de equipes de funcionários de categoria igual ou inferior, além de outras relativas às áreas de informática e de telecomunicações policiais; dirigir viaturas policiais, quando a situação o exigir, em qualquer órgão da Polícia Civil, compatível com suas funções; exercer, quando ocupante da classe Comissário de Polícia, além da assistência às autoridades superiores em assuntos técnicos especializados e fiscalização de trabalhos de segurança, investigações e operações policiais, segurança de autoridades, bens, serviços e de áreas de interesse da segurança pública, investigações e operações policiais, com vistas à apuração de atos e fatos que caracterizam infrações penais, também, a supervisão, coordenação, orientação e o controle de chefias de equipes de policiais civis hierarquicamente subordinados; exercer outras atividades que forem definidas por lei ou outro ato normativo.

Delegado de Polícia deverá: – zelar pela segurança do Estado e de sua população; – concorrer para a manutenção da ordem pública; – assegurar a observância da lei; – defender as instituições públicas; – promover a prevenção, a apuração e a repressão das infrações penais; – assegurar o exercício pleno da cidadania e das liberdades individuais; – exercer atividades de nível superior, compreendendo supervisão, planejamento, coordenação e controle, no mais alto nível de hierarquia da Administração Policial do Estado; – exercer atividades de pesquisa, orientação e organização de trabalhos técnicos relacionados com segurança, investigação e operações policiais; – exercer atividades de comando, coordenação e controle de programas, planos, projetos e realizações, assessoramento e auditagem; – exercer atividades de direção e chefia nos vários escalões da estrutura organizacional da Polícia Civil; – exercer atividades de direção de Divisões, Delegacias Especializadas e Policiais, de conformidade com a escala hierárquica, instauração e presidência de todos os procedimentos de Polícia Judiciária; – e outras atividades que forem definidas por lei ou regulamento.

Concurso Polícia Civil PC RJ 2019 para Delegado terá cinco etapas

O edital de Delegado contará, conforme previsto em lei, com as seguintes etapas:

  • a) 1ª Etapa – Prova Objetiva Preliminar, de caráter eliminatório, abordando todas as disciplinas constantes do Conteúdo Programático, com questões de múltipla escolha;
  • b) 2ª Etapa – Provas Discursivas Específicas, de caráter eliminatório e classificatório, sobre todas as disciplinas constantes do Conteúdo Programático, com questões discursivas;
  • c) 3ª Etapa – Provas Orais, de caráter eliminatório e classificatório, com arguição de questões sobre todas as disciplinas constantes do Conteúdo Programático;
  • d) 4ª Etapa – Exame Psicotécnico, de caráter eliminatório;
  • e) 5ª Etapa – Prova de Capacidade Física e Exame Médico, ambos de caráter eliminatório.

Último concurso de Delegado foi divulgado em 2012

O último concurso de Delegado da Polícia Civil do Rio de Janeiro foi divulgado em 2012, quando contou, a princípio, com 100 vagas. Logo depois, a oferta foi ampliada para 150 vagas. A Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt (FUNCAB) organizou o certame.

A Prova Objetiva Preliminar, que integra a Primeira Fase do Concurso, teve caráter eliminatório, compreendendo 100 (cem) questões, distribuídas entre as disciplinas de Direito Penal (20 questões), Direito Processual Penal (20 questões), Direito Administrativo (20 questões), Direito Constitucional (20 questões), Direito Civil (10 questões) e Medicina Legal (10 questões), conforme quadro abaixo.

Participaram da segunda etapa (prova discursiva específica), todos os candidatos aprovados na Prova Objetiva Preliminar. As provas foram aplicadas, de forma agrupada, em 03 (três) dias diferentes, sendo o primeiro grupo no sábado, o segundo grupo no domingo seguinte e o terceiro grupo no domingo subsequente. A avaliação abordou questões de Direito Penal (04), Direito Processual Penal (04), Direito Administrativo (04), Direito Constitucional (04), Medicina Legal (04) e Direito Civil (04), conforme disposto no quadro abaixo.

Sobre o órgão

A primeira polícia existente no Rio foi a Guarda Escocesa, trazida por Villegagnon em 1555, para lhe garantir a vida, permitindo-lhe colocar em execução um regime opressor e severo. No dia 1º de março de 1565, na várzea existente entre o Morro Cara de Cão, hoje São João, e o pico do Pão de Açúcar foi fundada solenemente a cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Nessa ocasião, Estácio de Sá nomeou as primeiras autoridades, sendo indicado para o cargo de Alcaide Pequeno – encarregado das diligências noturnas o carcereiro Francisco Fernandes.

Nesse dia foram nomeados ainda, Pedro Martins Namorado – Juiz das Terras; Antonio de Marins Coutinho – Provedor da Fazenda Real; Francisco Dias Pinto – Alcaide Mor; Pedro Costa – Tabelião, Escrivão das Sesmarias e Oficial de Armas da Cidade; João Grossi – Almotacé , funcionário incumbido da aferição dos pesos e medidas, preços de comestíveis e asseio da população.

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro tem missão de garantir os direitos fundamentais através da apuração eficiente e qualificada das infrações penais.

Valores – Ética, Hierarquia e disciplina, Comprometimento, valorização do servidor, Garantia dos direitos fundamentais, Foco no cidadão, Excelência e transparência na prestação do serviço policial, Gestão por resultado e Parcerias institucionais.

Visão – Ser reconhecida como polícia cidadã e referência pelo alto índice de elucidação das infrações penais.

Informações do concurso
  • Concurso: Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PC-RJ)
  • Banca organizadora: a definir
  • Escolaridade: fundamental, médio e superior
  • Número de vagas: 1.000
  • Remuneração: Até R$18.747,95
  • Inscrições: a definir
  • Taxa de Inscrição: a definir
  • Provas: a definir
  • Situação: AUTORIZADO

TIROS ASSUSTAM PASSAGEIROS EM ESTAÇÃO NA ZONA OESTE!!

TIROS EM SENADOR CAMARÁ ASSUSTA PASSAGEIROS DA ESTAÇÃO

Passageiros que estão na estação Senador Camará relatam muitos tiros nesse momento. Segundo a Supervia alguns trens do ramal Santa Cruz estão parados por questão de segurança pública.

NOTA DA SUPERVIA: ” Estamos com uma ocorrência de segurança pública em Senador Camará. Assim que possível, vamos liberar o prosseguimento da viagem”.

Vítima de desabamento de prédio no Rio passa por cirurgia

 Secretaria Municipal de Saúde informou que uma das vítimas do desabamento de dois prédios na comunidade da Muzema, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, Dilma Rodrigues, foi internada no Hospital Municipal Lourenço Jorge com um ferimento no abdômen.De acordo com a secretaria, Dilma está sendo submetida a uma cirurgia neste momento. O desabamento deixou dois mortos e pelo menos outras três pessoas feridas. Ainda não há informação sobre o estado de saúde delas.

A prefeitura informou que os prédios eram irregulares e que as obras foram interditadas e embargadas em novembro de 2018. Moradores dizem que os edifícios começaram a ser construídos há dois anos, e tinham cinco andares.

A comunidade da Muzema sofreu bastante com a chuva que atingiu a cidade nesta semana. As vias da região ainda têm muita lama, lixo, entulho e acúmulo de água em alguns pontos. Há também queda de barreiras.

A rua da entrada do condomínio Figueira foi destruída pela chuva. Muitos prédios estão em construção na região, que fica no pé do morro.

Um dos prédios vizinhos aos que desabaram foram interditados pela Defesa Civil.

Edição: Maria Claudia