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Anitta é a nova Boneca Momo? Confira a foto que tem dado o que falar nas redes sociais

E a cantora Anitta mais uma vez virou piada nas redes sociais e desta vez o motivo é que uma foto dela, retocando a maquiagem, tem sido comparada com a da Boneca Momo, que aterroriza crianças, adolescentes e até alguns adultos.

A funkeira está sempre compartilhando fotos dela em suas redes sociais, mas desta vez não esperava que iria ser comparada com a imagem do ser que tem levado pânico a muita gente.

Alguns internautas acham que Anitta fez um biquinho com a boca para facilitar o retoque da maquiagem, mas alegam que assim ela ficou a cara da Momo, a escultura criada no Japão e que se tornou uma das imagens mais terríveis na internet para muitas pessoas.

Confira

biscatei@biscatey

URGENTE: A MOMO APARECEU NO STORIE DA ANITTA

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O mistério que envolve a Momo

Nos últimos dias muito tem se falado sobre a Boneca Momo, inclusive surgiram rumores de algumas mães que a imagem assustadora estaria aparecendo no meio de vídeos disponibilizados para crianças no YouTube, mas a empresa negou que isto seja verdade.

Professores e pais estão preocupados porque geralmente com a imagem da Momo é disponibilizado um desafio que faz com que a criança ou adolescente tenha atitudes que irá machucá-lo ou até mesmo tirar sua vida.

A Momo é uma escultura que foi criada no Japão, com o rosto deformado de uma mulher e corpo de ave. O artista revelou que a Momo não existe mais, porém, seu trabalho se tornou conhecido no mundo todo justamente por causa desta polêmica envolvendo uma de suas criações.

Aos pais cabe a tarefa de continuar atento a todo conteúdo que os filhos acessam na internet.

Homens com barriga de cerveja são mais atraentes e vivem mais; pesquisas comprovam

Na praia, na piscina, nas baladas, nas festas comemorativas, na roda com amigos, no churrasco ou mesmo em casa, a cervejinha para muitos não pode faltar.

A maioria dos brasileiros são amantes dessa bebida que bem gelada, faz muita gente encher de água a boca.

Algumas pessoas criticam os barrigudinhos e associam a gordura abdominal ao costume de tomar cerveja. Mas para os apaixonados por cerveja, trazemos esse estudo que vai deixa-los satisfeitos.

Uma pesquisa comprova que a famosinha ’barriga de cerveja’ daquelas à moda antiga, é motivo de orgulho.

De acordo com o consolidado dos estudos; as mulheres preferem os barrigudinhos ao invés daqueles com abdômen bem definido e malhado.

Esse resultado partiu de uma pesquisa feita pela renomada Universidade de Yale.

De acordo com a pesquisa a atratividade de um homem pode aumentar se ele for um pouco mais velho e tiver filhos, conforme o mesmo estudo, os homens que gostam de cerveja são mais inteligentes e atraentes.

Os pesquisadores justificam a afirmação acima dizendo que quando o homem já tem filho, as mulheres logo entende que ele é fértil e viril.

Além disso, outros estudos mostraram que homens com níveis reduzidos de testosterona, o que os fazem ganhar a famosa barriguinha, tem menos chances de ter parada cardíaca e câncer de próstata.

O mesmo estudo aponta para o fato de que mais gordura corporal significa que um homem se concentrará mais em sua família.

Como resultado direto dessa combinação, as chances de ele encontrar outra mulher e, posteriormente, de abandonar a família, são reduzidas.

COMO FAZER CERVEJA EM CASA?

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Você poderá consultar esse material durante toda a sua produção, o que irá funcionar praticamente como um coach e fazer com que você não deixe escapar nenhum detalhe.

Metodologia prática e focada no cervejeiro iniciante

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QUEM MATOU WENDEL??

AJUDE A POLÍCIA DO RIO COM INFORMAÇÕES SOBRE OS ENVOLVIDOS NA MORTE DE VEREADOR EM JAPERI.

O Portal dos Procurados divulga nesta segunda-feira, dia 25/03, cartaz com o título de – Quem Matou? – para ajudar a Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense – DHBF – , com informações que possam levar a identificação e localização dos envolvidos no assassinato do Vereador Wendel Coelho. Ele tinha 26 anos, era casado e estava em seu primeiro mandato na Câmara de Japeri.

A vítima foi morta com um tiro no peito, neste domingo (24), em Engenheiro Pedreira, bairro de Japeri, município da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Policiais militares do 24º BPM – Queimados – estavam patrulhando o bairro quando notaram um veículo parado na pista e no interior do carro, foi encontrada uma pessoa em óbito, informou a PM.

A Delegacia de Homicídios da Baixada – DHBF – foi acionada e está investigando o caso. O delegado Moyses Santana, novo titular da especializada, falou durante a posse nesta segunda (25), que não descarta a possibilidade de crime político no assassinato do vereador de Wendel Coelho. Agentes buscam testemunhas e imagens de câmeras de seguranças para saber da autoria do crime.

Quem tiver qualquer informação a respeito da identificação e localização dos assassinos, favor denunciar pelos seguintes canais: Whatsapp ou Telegram Portal dos Procurados (21) 98849-6099; pelo facebook/(inbox), endereço: https://www.facebook.com/procurados.org/, pelo mesa de atendimento do Disque-Denúncia (21) 2253-1177, ou pelo Aplicativo para celular – Disque Denúncia – . O Anonimato é garantido.

Todas as informações estarão sendo direcionadas para DHBF, encarregada do inquérito criminal.

Em coma, Claudia Rodrigues faz tratamento à base de maconha

Lutando contra uma esclerose múltipla, Claudia Rodrigues está fazendo tratamento à base de maconha. A atriz foi transferida da Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro — onde estava internada desde quarta-feira (20/3) -, para o hospital Albert Einsten, em São Paulo, no sábado (23).

De acordo com o jornalista Leo Dias, do programa Fofocalizando, os médicos do Rio não aderem ao tratamento com cannabis. Portanto, em conversa com os profissionais de São Paulo, decidiram que Claudia seria transferida.

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No Albert Einsten, o tratamento será levado adiante, mas o hospital não informou de que modo o processo ajudará na recuperação de Claudia. Em nota enviada a Dias, a instituição declarou que, “atendendo a pedido da família [de Claudia], não informamos o estado de saúde dela”.

Contudo, ainda segundo o jornalista, Claudia está em coma induzido. Além disso, não reconhece nem a filha, Isa, de 16 anos, nem sua empresária, Adriane Bonato.

Doença

Claudia Rodrigues foi diagnosticada com esclerose múltipla em 2000 após sentir dormência nos braços e acreditar estar sofrendo um infarto. A doença, porém, só se tornou pública em 2006 – quando a atriz já havia realizado o sonho de ser mãe, em 2002.

Ainda integrada ao elenco da TV Globo, Claudia sofreu com crise de esquecimento durante as gravações do seriado A Diarista, em 2007. Levando a vida normalmente depois do episódio, a atriz voltou a ter sintomas da doença em 2016, quando passou por um transplante de células-tronco.

Em 2018 – três anos após ser demitida da Globo -, ela retornou à emissora, mas com problemas de visão e audição. Claudia foi internada em uma clínica no interior de São Paulo no mesmo ano e se submeteu a sessões de terapia bemer a fim de melhorar sua qualidade de vida. A artista passou a andar de cadeira de rodas, mas nunca perdeu as esperanças de vencer a esclerose.

A doença é autoimune e atinge o sistema nervoso central. Os sintomas mais comuns envolvem visão dupla, dormência no corpo e disfunções no equilíbrio e no comportamento.

Tributo à Cássia Eller agita o West Shopping

No próximo sábado (30/03), encerrando as comemorações pelo mês das mulheres, o West Shopping, localizado em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, promove uma homenagem à icônica cantora Cássia Eller, que será representada por Nise Palhares, ex-participante do programa The Voice Brasil. O evento é gratuito e acontece às 19h, na praça de alimentação.

 

 

Nise irá apresentar aos visitantes do shopping o show ”Tributo à Cássia Eller”, em que emociona os fãs da saudosa artista por onde passa. Com uma presença marcante no palco aliada a uma bela voz, a cantora torna cada apresentação única ao interpretar músicas que marcaram uma geração, como MalandragemO Segundo SolRelicário e All Star.

SERVIÇO

Tributo à Cássia Eller – Homenagem ao Mês das Mulheres
– Data: 30 de março (sábado)
– Horário: 19h
– Local: West Shopping – Praça de Alimentação (Estrada do Mendanha, 555 – Campo Grande – Rio de Janeiro/RJ)
– Entrada: Gratuita
– Classificação: Livre

Alunos farão manifestação expondo problemas da Rural

Está planejado para quarta-feira, 27/03, às 9h30, no pavilhão principal Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), um ato par protestar e expor problemas que a Rural vem enfrentando nos últimos tempo. O principal motivo é o estado do Hospital Veterinário, que passou por um incêndio ano passado.

“O hospital é voltado para o atendimento de animais da população da cidade e arredores, além de servir para estágios, programas de residência e aulas práticas, fora o desenvolvimento de pesquisas e trabalhos. O problema principal é que em outubro do ano passado teve um incêndio na parte elétrica do hospital, fazendo com que ele fechassem as portas, hoje o hospital está atendendo de forma precária e apenas consultas de rotina, fugindo da sua proposta inicial, pois os casos de emergências são negados, e isso tudo com o risco de um novo incêndio. Mediante isso, o Diretório Acadêmico de Medicina Veterinária junto ao corpo discente pretende fazer uma manifestação semana que vem na Universidade em frente ao prédio do reitor. Gostaríamos de convidar a imprensa para aumentar a comoção e tentar chegar a uma solução para o nosso problema”, disse Keity Benetti, aluna da Rural.

O Diretório da Rural emitiu uma carta à imprensa, detalhando as dificuldades que a Universidade vem passando. A reportagem fez contato com a diretoria da UFRRJ, contudo, não obteve retorno.

A carta na íntegra

Nós, alunos da faculdade mais antiga do Brasil, com seus 119 anos de história sendo jogados no ralo, cujo curso é tido como o sétimo colocado em um país com mais de 300 outras instituições, por meio deste comunicado denunciamos a situação de precarização e abandono que encontramos em nosso curso e em suas dependências. Em outubro de 2018, o Hospital Veterinário da UFRRJ (HVPA) sofreu um curto circuito seguido de princípio de incêndio. Felizmente, a situação fora, rapidamente, controlada evitando-se danos adicionais. Dessa intercorrência foram constatadas avarias que afetaram mais de 50% da rede elétrica da unidade. Passados mais de cinco meses do ocorrido, o prazo para o término do conserto e readequação da rede elétrica do HVPA já acabou e, no entanto, a obra nem mesmo foi iniciada. Ademais, é importante salientar que a precariedade da situação não é algo exclusivo dos últimos dias e meses. Ironicamente, o fato fica ainda mais evidenciado se levarmos em conta eventos recentes na história do Instituto e do Hospital como os descritos a seguir.

Existe um problema histórico na instituição envolvendo o contato com a reitoria. Há relatos e registros de inúmeros memorandos e solicitações de obras e ajustes da rede elétrica do Hospital que remontam a 2015. Os alunos, residentes, estagiários, funcionários, proprietários e animais estavam e ainda estão expostos a constantes riscos de incêndios devido a condição do quadro de disjuntores (com estrutura de cerca de 4 décadas atrás) que permitem o aquecimento dos fios, pois estão mal dimensionados. O HVPA chegou a ser paralisado por duas semanas em maio de 2018 por problemas elétricos. Foi feita uma substituição por um equipamento inadequado, que permitiu a volta das atividades até outubro, onde o fatídico princípio de incêndio aconteceu durante o expediente do hospital. O acidente teve suas proporções controladas apenas pela intervenção de um proprietário que se utilizou de um extintor para resolver a situação. É importante lembrar que ninguém do corpo laboral do Hospital passa por nenhum tipo de treinamento para situações do tipo: as consequências poderiam ter sido trágicas. Desde então, o HVPA segue parado, com um funcionamento mínimo, longe de cobrir a enorme demanda. A casuística caiu de 120 casos por dia para 30. À medida que os dias passavam, reuniões entre os representantes da empresa, os mediadores de contrato e entre a direção do Hospital e do Instituto de Veterinária aconteciam, e promessas eram feitas de que o material já estava comprado, e as obras estavam na iminência de começar. Algumas vezes, foi dito que a obra já estava em andamento. Ambas as direções, junto à reitoria, aos alunos e os professores, foram enganados com essas promessas por meses.

Até que o reitor, pouco antes de comparecer a reunião do dia 26 de fevereiro, descobriu as mentiras, e que a obra não poderia começar, pois a empresa terceirizada responsável pelas reparos estava sem pagamento por parte da universidade há mais de 5 meses, e entre a compra de material e o pagamento de pessoal, a empresa optou por manter o salário de seus funcionários. No dia 26 de fevereiro, foi finalmente convocada a reunião do CONSUNI com o reitor, que afirmou ter sido feito o pagamento de alguns meses para a empresa e foi estabelecido um prazo para que as obras começassem (este foi o último prazo dado para a comunidade da veterinária, prazo este que não foi respeitado). Desde então, as últimas atualizações têm sido conversas de corredor em que se sugerem reparos temporários no lugar da obra, assim como foi feito em maio, quando a real necessidade envolve dimensionamento de carga, troca de fiações e disjuntores compatíveis com a tensão demandada pela vivência hospitalar e do Instituto. Estas intervenções “menores” sugeridas são altamente questionáveis e apenas manteriam parcialmente o funcionamento do recinto e a segurança das pessoas que nele permanecem em constante risco novamente. Outra prática lamentável é o uso de outra obra em andamento no HVPA, esta por sua vez obtida através de emenda parlamentar, com orçamento e projetos já licitados e fechados, para maquiar a situação do quadro elétrico do hospital e do instituto. Essa obra nada tem a ver com isso, assim como sua verba não pode ser redirecionada para solucionar os problemas aqui apresentados. Seguimos em situações perigosas e absurdas, como o inimaginável caso de dois andares inteiros do institutos ligados por um mesmo disjuntor arcaico, entre outras coisas.

A saber, o Hospital Veterinário de Pequenos Animais, desempenha papel essencial na formação dos discentes da graduação, dos programas de residência, mestrado e doutorado da medicina veterinária, sendo, praticamente, impossível imaginar a existência plena do curso (lembrando – trata-se de um curso de medicina) sem a manutenção das atividades do hospital veterinário. A previsão é de que passemos mais de 1 ano sem acesso a aulas práticas, as quais são tidas como importantíssimas, como cirurgia, as clinicas, e assim como outras disciplinas que dependem da rotina do HVPA para terem material de estudo. Turmas inteiras se formarão sem esses conhecimentos, o que pode impactar o mercado de trabalho negativamente. Além disso, um de nossos maiores marcos é prestar serviços de qualidade e a preços acessíveis ao município e populações adjacentes, o que reforça que a demora na resolução do caso exposto tem gerado agravos imensuráveis e crescentes não só no âmbito acadêmico, como também no contexto social, uma vez que acarreta inúmeras vidas perdidas de animais que não conseguem o atendimento necessário e, muita vezes, emergencial.

Certamente, sabemos que estamos em um momento delicado na educação pública nacional, com contenção de verbas, demissões em massa, e instituições cada vez mais sucateadas e sem a devida atenção do governo. Mas não podemos deixar de mencionar que durante as campanhas de eleição para Reitoria, os candidatos estavam cientes das problemáticas com as quais teriam de lidar. E, frente a isso, nós, do curso de medicina veterinária, apontamos uma ineficiência de nossa reitoria na resolução dos problemas. Apesar das limitações, acreditamos que existem, sim, medidas que podem ser tomadas para contornar os problemas, de modo que seja possível cobrar, com firmeza, às devidas partes ações já prometidas e não cumpridas no intuito de se resolver o problema. Ademais, apontamos que existe certa morosidade nas respostas institucionais nas quais, basicamente, afirmam estar de mãos atadas frente ao possível fim de nossas atividades acadêmicas.

Compreendemos, também, que essa problemática da universidade é apenas uma entre várias já bem conhecidas de qualquer aluno em qualquer curso da UFRRJ, contudo, isso compõe um quadro geral de enorme precariedade de infraestrutura em todos os quesitos básicos para o pleno exercício da atividade acadêmica e manutenção/permanência de alunos e funcionários. Por isso, ao nos encontrarmos em um ponto crítico, viemos a público expressar nossas sinceras preocupações com relação ao futuro de quase 1000 alunos.

Como representantes da comunidade discente da medicina veterinária, nós, o Diretório Acadêmico Guilherme Hermesdorff, expomos a seguir uma parcela dos prejuízos que há mais de cinco meses fazem-se presentes em nossa realidade:

• Setores inteiros do programa de residência estão impedidos de exercerem suas funções, tendo suas formações completamente prejudicadas, com risco do MEC fechar o programa a qualquer momento por não cumprimento de horas; bilizando por completo a formação profissionalizante na área médica;
• Os Programas de Aprendizagem Prática da área médica profissionalizante encontram-se inviabilizados;
• Os Estágios Curriculares Supervisionados na área médica profissionalizante estão impedidos de serem realizados dentro da Instituição.
• Diversos setores da Universidade cujos serviços são vinculados ao HVPA estão com suas atividades defasadas;
• Cursos de aprimoramento na área médica profissionalizante estão suspensos;
• Estágios extracurriculares no HVPA encontram-se inviabilizados (alunos de outras instituições que procuram o hospital estão tendo seus pedidos negados);

A situação atual é insustentável e a Medicina Veterinária da UFRRJ mostra não ter condições de continuar suas atividades no cenário apresentado. Além disso, é importante notar que os estudantes de baixa renda têm sido também afetados de forma ainda mais intensa, pois muitos não se encontram em condições materiais de realizar o Estágio Curricular em outros municípios, e, de forma geral, as clínicas particulares de Seropédica e da Baixada Fluminense não apresentam casuística suficiente para formar médicos veterinários de qualidade.

Acreditamos que, ao expor e conscientizar a sociedade de nossos problemas, geramos mais chances de nos aproximarmos de uma resolução. Contamos com a ajuda da imprensa para fazer eco às nossas reivindicações, e assim permitir que a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro possa voltar a contribuir socialmente provendo profissionais de excelência em um curso de ponta, como diz a reputação nacional e internacional da instituição, sempre lembrada como referência em ensino e vivência por todos que conhecem os frutos de seu trabalho.

Atenciosamente,
Diretório Acadêmico Guilherme Hermesdorff

País cria 173 mil empregos, maior resultado para fevereiro desde 2014

O país registrou, pelo terceiro mês seguido, a criação de empregos com carteira assinada. Segundo dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, o saldo positivo de emprego formal chegou a 173.139 no último mês. Esse foi o maior saldo positivo para fevereiro desde 2014 (260.823).

O resultado decorreu de 1.453.284 admissões e 1.280.145 demissões. O estoque do emprego formal alcançou 38,6 milhões de postos de trabalho.

Nos dois meses do ano, o saldo de geração de empregos formais chegou a 211.474. Nos 12 meses terminados em fevereiro, foram criados 575.226 postos de trabalho.

Segundo o secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, há sinalização de “retomada consistente” do emprego no país.

“Nossa expectativa é de que essa retomada se mantenha nos próximos meses principalmente porque a economia vai bem. Esse número de empregos gerados no mês de fevereiro é uma demonstração de que as mudanças propostas – como flexibilidade, desburocratização, uma visão mais liberal da economia – passam confiança à economia real no processo de retomar as contrações”, explicou.

Na divisão por ramos de atividade, sete dos oito setores pesquisados criaram empregos formais em novembro: serviços (112.412), indústria de transformação ( 33.472 postos), administração pública (11.395), construção civil (11.097 postos), comércio ( 5.990 postos), extrativismo mineral (985 postos) e serviços industriais de utilidade pública, categoria que engloba energia e saneamento ( 865postos). Houve queda no nível de emprego da agropecuária (-3.077).

Nos dados regionais, quatro das cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em fevereiro. O Sudeste liderou a abertura de vagas, com 101.649 postos, seguido pelo Sul (66.021 vagas), Centro-Oeste, 14.316 e Norte, 3.594. O Nordeste fechou 12.441 postos. Segundo Marinho, essa queda no Nordeste ocorreu devido a um efeito sazonal (característica típica do período), com o fim da safra de cana-de-açúcar. Na região, mais dependente da agricultura, há geração de emprego no período de plantio, colheita e processamento da cana-de-açúcar e posteriormente, queda no emprego formal.

Salário

O salário médio de admissão em fevereiro ficou em R$ 1.559,08 e o de desligamento, R$ 1.718,79. Em termos reais (descontada a inflação), houve queda de 4,13% no salário de contratação e de 0,2% no de demissão.

Reforma trabalhista

Com relação às mudanças introduzidas pela nova lei trabalhista, o saldo de postos de trabalho na modalidade intermitente (em que o empregado recebe por horas de trabalho) chegou em 4.346 e no parcial, 3.404. As maiores gerações de vagas de trabalho intermitente ocorreram no setor de serviços (2.311) e comércio (973). No caso do trabalho parcial, a maior parte dos postos gerados foi do setor de serviços (2.658), seguido pelo comércio (424).

Os desligamentos por acordo chegaram a 19.030, em fevereiro. A maioria ocorreu no setor de serviços, com 8.930 desligamentos.

Mulher de fé: você não vai acreditar na vida que leva a Merendeira Heroína de Suzano

Uma mulher anônima ganhou projeção nacional após salvar cerca de 60 adolescentes usando apenas um freezer e assim conseguir impedir que os atiradores do terrível massacre na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, entrassem em seu refeitório. Tal fato fez com que ela seja conhecida hoje como uma verdadeira heroína.

Até então Silmara Moraes, de 49 anos de idade, só era conhecida como “pastora” da igreja Assembleia de Deus e também como a “tia da merenda” entre os alunos da instituição de ensino. Agora ela é conhecida como “Silmara Maravilha”, sendo assim citada nas redes sociais e até mesmo em um grafite que a homenageia.

Silmara trabalha na escola de Suzano há cerca de 10 anos e ela consegue se lembrar de todas as crianças e adolescentes que já passaram por lá. Quando começou o ataque ela puxou o freezer até a porta do refeitório e depois fez uma barricada com mesas com ajuda de suas colegas, Sandra e Lisete.

“Ainda não caiu a ficha. Eu não vejo por esse lado, como uma heroína. Eu vejo assim, como um coração de amor. Eu faria isso em qualquer lugar que estivesse, acho que seria essa a minha reação, pelo amor que tenho àquele lugar”, disse Silmara em uma entrevista concedida para o Estadão.

Silmara morou por anos em Guaianases e foi lá que ela criou seus três ilhós que é fruto de um relacionamento de 27 anos com um pastor da igreja.

Ela foi voluntária por 30 anos no departamento infantil, sendo inclusive professora na escola dominical. Ela já foi regente do ministério de louvor e hoje ela é

ZONA OESTE DE LUTO!! MORRE IZABEL VIANNA

Comunico o falecimento de Izabel Vianna ,editora e co- fundadora do Antigo Campo Grande, faleceu hoje, Segunda Feira(25), vitima de uma câncer que lutava alguns anos.

Izabel deixou dois filhos e um neto e uma nação de amigos e admiradores de sua pessoa e do seu trabalho que desenvolvia na região.

Locutora, Radialista, Promoter , durante muitos anos foi radialista da Rádio Costa verde Fm, nos ultimos  6 anos, foi editora e co-fundadora do Antigo Campo Grande, na qual desenvolvia um trabalho lindo na região , aonde ajudava instituições de caridade do Bairro como o Abrigo “A minha casa” que fica na Estrada do Moinho em Campo Grande

Deus a receba de braços abertos e console a familia e amigos nesse momento de dor…
I

Cães farejadores da PF sentem cheiro estranho em Tênis do pó

A criatividade dos traficantes não têm limites. Dessa vez o local escolhido para tentar driblar a polícia foram tênis e quadros.

A descoberta foi feita pelos competentes cães farejadores da Polícia Federal, que detectaram os 13,4kg de cocaína na bagagem de duas mulheres que tentavam embarcar para Lagos, na Nigéria.

A apreensão foi feita no último final de semana, no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos (SP) e resultou com a prisão da mulheres.

Os Policiais federais contaram 16 pares do calçado ( com 3,4kg) e o restante da droga ( 10kg) estava entocada em 4 quadros. .