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MENINA CORTADA POR LINHA CHILENA EM REALENGO AINDA CORRE RISCO DE PERDER A PERNA

A menina Eloah, de 8 anos, que teve as duas pernas cortadas por uma linha chilena ao passar por uma passarela na Avenida Brasil, altura de Realengo, ainda corre o risco de perder a perna esquerda. Segundo a mãe da garota, Vanessa Souza, exames mostraram que a criança está com uma pequena trombose no membro. Eloah está internada na UTI pediátrica do Hospital municipal Albert Schweitzer, também em Realengo, em estado grave.

— Minha filha está muito agitada e chorando muito desde que acordou hoje pela manhã e passou a não sentir a perna. Ela foi submetida a um exame de ultrassonografia que constatou a trombose. A médica disse que o sangue nao está circulando como deveria e , por isso, há o risco de perder a perna — disse Vanessa, muito emocionada.

Ainda de acordo com a mãe de Eloah, outros médicos serão acionados pela equipe para avaliar o caso. Por causa do acidente, a veia femoral da perna esquerda se rompeu.

O acidente aconteceu no último domingo. Vanessa contou que seguia com a filha — a menina voltava da casa do pai — quando Eloah saiu correndo. A mãe pediu que a criança voltasse. Quando ela fez isso, foi ferida pela linha. Vanessa começou a gritar pedindo socorro.

Um casal, então, apareceu e parou um carro. O motorista levou mãe e filha para o hospital.

— Era muito sangue. Pensei que minha filha ia perderia as pernas — disse Vanessa, chorando.

Eloah foi operada. Durante a cirurgia, os médicos tiraram uma veia de um dos pés da garota para colocar na perna, auxiliando assim a circulação do sangue.

As linhas chilenas — usadas para soltar pipa — têm a venda proibida no Brasil. Algumas são feitas com óxido de alumínio, o que as torna extremamente cortantes.

O Linha Verde ressaltou a importância de denunciar os locais de fabricação e comercialização desses materiais. A linha chilena tem quatro vezes mais o poder de corte do cerol, sendo muito mais perigosa. Ela é feita com quartzo moído.

A população pode ligar para o número 0300 253 1177, que tem custo de uma ligação local. Além disso, o anonimato é garantido.

TRAFICANTE É ENCONTRADO BALEADO NO HOSPITAL NA ZONA OESTE

Policiais da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSGI) prenderam na noite desta segunda-feira, Jurandir Silva Santos, o Parazinho, de 46 anos. Ele foi encontrado baleado no Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde entrou com nome falso. Ferimento teria sido provocado por guerra entre traficantes no Morro do Dezoito, em Água Santa.Parazinho participou da invasão à favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio, em 2017, quando a comunidade viveu uma guerra entre bandos de criminosos rivais liderados por Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, e Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha.Contra ele, havia dois mandados de prisão preventiva e um de prisão temporária. O bandido responde por tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubo, porte de arma de uso restrito, associação criminosa, entre outros.A ação foi coordenada pelos delegados Barba Lomba, titular da DHNSGI, e Phelipe Cyrne.O Portal dos Procurados oferecia recompensa de R$ 1 mil reais por informações que levassem à prisão de Parazinho.

Projeto de lei quer criminalizar jogos violentos no Brasil

Um novo projeto de lei, proposto pelo deputado Júnior Bozzella (PSL-SP), visa criminalizar jogos violentos no Brasil.  O texto diz:

Esta lei altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940, e a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014, para criminalizar o desenvolvimento, a importação, a venda, a cessão, o empréstimo, a disponibilização ou o aluguel de aplicativos ou jogos eletrônicos com conteúdo que incite a violência e dá outras providências.

A punição para o crime seria multa ou um período de três a seis meses de detenção. Caso a prática aconteça a partir da internet ou outro meio de comunicação de massa, a pena seria triplicada. Além disso, Bozzella quer acrescentar um artigo ao Marco Civil da Internet, punindo provedores que disponibilizem em seus serviços jogos violentos, enquadrando-os em “incitação ao crime”.

A justificativa para o PL proposto é apresentada como uma reação ao ataque que aconteceu em uma escola de Suzano (SP) no começo de março, quando dois jovens abriram fogo no colégio, matando 8 alunos e deixando 11 feridos. Na ocasião, o General Hamilton Mourão, vice-presidente da República, sugeriu que os games violentos tiveram influência no ocorrido:

Muito triste, né? A gente tem que chegar à conclusão por que isso está acontecendo. Essas coisas não aconteciam no Brasil, né? Ocorriam em outros países. A nossa garotada é viciada em videogames violentos. É só isso que fazem. Eu tenho netos e vejo meus netos muitas vezes mergulhados nisso aí. A gente nunca gosta de falar “no meu tempo”, mas quando eu era criança, era adolescente, a gente jogava bola, soltava pipa, jogava bola de gude. Então é isso que a gente tem que estar preocupado. Lamento profundamente o que ocorreu.

O texto do deputado Bozzella diz:

É preciso ao menos dificultar que a nossa sociedade, em especial nossos jovens, entrem num clima de selvageria que leve a atos tão desastrosos.

No momento, o PL aguarda despacho do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, para começar a ser tramitado no Congresso.

No começo de março, a Universidade de Oxford, no Reino Unido, publicou um estudo que não demonstrou relação entre games violentos e comportamento agressivo em crianças e adolescentes. O relatório completo da pesquisa está disponível apenas em inglês no Royal Society Open Science.

Idoso é socorrido em caçamba de veículo por falta de ambulância em Itaguaí

O descaso na saúde de Itaguaí vem causando revolta aos moradores que buscam atendimento no Hospital Municipal São Francisco Xavier (HMSFX), o único do município. Na madrugada desta segunda-feira (1), um senhor de 96 anos precisou de uma ambulância, mas segundo os seus familiares, o hospital só possui uma e eles tiveram que improvisar o transporte do idoso na caçamba de uma Saveiro no meio da madrugada.
Em uma postagem nas redes sociais, o neto do paciente desabafou ressaltando que uma cidade grande como Itaguaí, não pode ter apenas uma ambulância para atender toda a população. “Tivemos que improvisar o transporte do meu avô na caçamba de uma Saveiro no sereno da madrugada. Imagina se cai uma chuva? Mas tivemos que fazer isso, pois foi o único jeito. Porém, quero agradecer os médicos que estavam de plantão que atenderam muito bem o meu avô. O município de Itaguaí está jogado”, relatou.

FONTE: JORNAL ATUAL

HOMEM É MORTO EM BAIRRO NOBRE DO RJ

Um homem foi morto a tiros no início da tarde desta terça-feira na Avenida Borges de Medeiros, no Leblon, na Zona Sul do Rio. Dois homens a pé teriam disparado mais de sete vezes na vítima, identificada como Diego Barcellos da Silva, de 37 anos. O crime foi testemunhado por dezenas de pessoas. Os tiros causaram pânico e correria.

— Foi uma correria, muitos tiros… Fiquei bastante assustada — disse uma senhora que passava na hora do crime.

A morte pode estar ligada a uma disputa pelo tráfico de drogas na Cruzada São Sebastião, no Leblon, localizada em frente ao local onde Diego foi executado.

Segundo parentes da vítima que pediram para não ser identificados, Diego cumpriu cerca de oito anos de prisão por tráfico de drogas. Há um ano, depois de sair da prisão, ele montou um pequeno lava-jato na mesma rua em que foi assassinado. Também improvisou uma academia de ginástica no local.

— Era uma pessoa ótima. Educado, falava com todo mundo. Era querido — disse um senhor.

Policiais da Delegacia de Homicídios da Capital (DH/Capital) estiveram no local, juntamente com peritos e policiais militares do 23º BPM (Leblon). Os agentes agora estão em busca de imagens que possam identificar os assassinos.

Avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro mora em favela com esgoto a céu aberto

Na Favela do Sol Nascente, em Brasília, Maria das Graças, avó da primeira-dama Michelle Bolsonaro, mora com a filha, Maria de Fátima Firmo Ferreira, tia de Michelle. A região é bastante precária na capital do país.

A reportagem do Estadão conversou, por telefone, com a tia da primeira-dama. A casa onde moram não tem rede de coleta e tratamento de esgoto. Maria de Fátima não tem ideia de quando essa rede será construída. e ela e seus vizinhos poderão ter uma vida mais digna.

Por telefone, ela afirmou que isso vai demorar. “Aqui, vai demorar é muito. No Sol Nascente, muita gente precisa disso”, comentou a tia da primeira-dama. A favela do Sol Nascente disputa com a Rocinha, no Rio de Janeiro, o título de maior favela do Brasil.

A comunidade de Brasília se desmembrou de Ceilândia. Os dados do local mostram que 93% dos moradores vivem em terrenos irregulares. Transporte público não chega em boa parte da região. A coleta de lixo também não é realizada regularmente.

A realidade da tia e da avó de Michelle Bolsonaro contrastam com a vida da primeira-dama, que hoje mora no Palácio do Planalto, na capital do país. Antes de se mudar para o Rio de Janeiro, quando casou com Jair Bolsonaro, Michelle também morava em uma comunidade.

De acordo com o Estado, o governo do Distrito Federal está trabalhando para criar as redes de abastecimento e tratamento de esgoto na favela do Sol Nascente. O governo adianta que mesmo após concluído, em alguns anos, o serviço não atenderá a todos os moradores da região.

Cantor sertanejo fala que rolou um clima com Ludmilla durante clipe

Os chamados “beijos técnicos” costumam causar polêmica. Os artistas defendem que o ato exige profissionalismo e que ali não há, de maneira nenhuma, nenhum tipo de “maldade”.

Mas para o cantor sertanejo Felipe Araújo e história não é bem assim. Pelo menos foi isso que ele afirmou após participar do clipe da funkeira carioca Ludmilla, no qual os dois filmaram cenas quentes dentro de um carro.

A cena faz parte do clipe “Clichê” e no roteiro, ambos entram no carro depois de uma troca de olhares no bar em que o cantor fazia papel de um garçom.

O video já ultrapassou 25 milhões de visualizações e Araújo afirmou quem rolou uma química na situação, não sendo totalmente ficção.

“Não foi tão técnico assim, não. Tinha que imprimir a nossa verdade e essa energia ajuda para ficar mais verdadeiro. Tudo pela arte!”, descontraiu.

Sobre aceitar ou não ter um relacionamento com famosas vendo apenas o perfil de cada uma delas ao “recusar” Marília Mendonça, sem saber que era a cantora sertaneja, ele se justifica.

“Nossa, Marília é uma das melhores amigas que tenho na música, muito amiga minha mesmo. Se não fôssemos amigos, eu namoraria com ela muito fácil”,revela durante bate-papo descontraído no “Luciana By Night” desta terça-feira durante o quadro “Paquera Virtual”.

Fonte: Extra.

Claudia Rodrigues recebe alta e mentira da Globo vem à tona

A empresária da atriz Claudia Rodrigues, Adriane Bonato, concedeu entrevista ao programa A Tarde É Sua, de Sônia Abrão, na RedeTV!, e confirmou que a atriz teve alta. “Daqui a pouco ela vai sair por aquela porta“, disse Adriane.

Claudia Rodrigues está internada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, depois de ser transferida de uma clínica no Rio de Janeiro. Ela foi internada assim que coltou de uma viagem para Salvador, onde participou de um congresso médico.

A atriz foi recontratada pela Globo após ordem judicial e a empresária expôs uma mentira da emissora ao falar sobre a internação de Claudia. Segundo Adriane, a emissora tinha comunicado que iria fazer todos os pagamentos referentes ao tratamento da atriz. “Infelizmente não foi bem assim“, disse ela.

Ontem foi esclarecido isso, o médico da clínica São Vicente entrou em contato para receber os honorários do acompanhamento lá e eu informei que era para ele entrar em contato com a Globo. Quando ele fez isso, a própria pessoa entrou em contato comigo informando que não é assim“, esclareceu a empresária.

A Globo não arca com as despesas dos honorários médicos. Este valor será pago pelo staff de Claudia Rodrigues e o plano de saúde vai fazer o reembolso. A emissora pagou a remoção e hospedagem de Claudia no Albert Einstein.

No fim de semana, a atriz falou com os fãs pela primeira vez. Ela garantiu que estava fora de perigo e pedia orações para que sua recuperação seja completa. Claudinha não estava conseguindo mexer as pernas. No ano 2000, ela foi diagnosticada com esclerose múltipla e luta para conviver ‘bem’ com a doença incurável desde então.

“Patricinhas” fazem vídeo racista de trabalhador do Bob’s

Para alguns não existe racismo no Brasil. Para outros, trata-se de mi,mi,mi por parte dos negros. Mas a realidade, infelizmente, vem mostrando que casos absurdos de discriminação racial são bem mais frequentes do que se pensa.

Prova disso são os constantes ataques sofridos por negros em redes sociais e um dos que vitalizou mostra duas mulheres xingando um funcionário do Bob’s, rede de fast food. O video causou revolta nos internautas durante a manhã desta terça-feira, 2 de abril.

O racismo teria ocorrido na localidade Lote XV, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense e mostra a dupla de jovens rindo e debochando de um rapaz enquanto o mesmo trabalha fazendo a limpeza do local: “Limpa o chão f**ido, lambe o chão, limpa babacão”, repetem as duas que, não satisfeitas, repetem em casa que, em meio a risadas, que funcionário era um “bofe feio, preto e horroroso.

O racismo explícito tornou-se um dos assuntos mais comentados do Twitter, por meio da hashtag #FogoNosRacistas. Segundo a prima do rapaz, as medidas cabíveis estão sendo tomadas e o funcionário continua trabalhando na lanchonete

O Bob’s emitiu uma nota em que “repudia qualquer tipo de discriminação ou assédio e lamenta que cenas como essa, até hoje, ainda sejam vistas nas relações entre pessoas. O funcionário segue trabalhando normalmente na empresa, sendo inverídicas as declarações de desligamento dele. Para preservar sua privacidade, o Bob’s não divulga o local do ocorrido, mas está à disposição para qualquer esclarecimento na apuração dos fatos.”

As autoras do vídeo seriam universitárias e excluíram as contas nas redes sociais. A Polícia Militar não possui informações sobre o episódio do vídeo.

O crime é enquadrado como Injúria racial, previsto no artigo artigo 140, parágrafo 3º do Código Penal.