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Moradores espalham placas com fotos do prefeito em buracos de rua

Um grupo de moradores protestou contra buracos em ruas da zona norte de Sorocaba (SP), na quinta-feira (14), com fotos do prefeito José Crespo (DEM) em plaquinhas.

As fotos foram instaladas nos bairros Casa Branca, Laranjeiras, Paineiras, Santo André e Santa Maria. De acordo com os manifestantes, a intenção era evidenciar 20 buracos em um protesto com humor e crítica.

A prefeitura afirmou que está ampliando a equipe de tapa-buraco para atender a grande demanda devido às chuvas. Ainda segundo a prefeitura, nesta sexta (15) existe uma equipe na região realizando a manutenção das solicitações.

A Urbes, empresa responsável pelo trânsito na cidade, orienta que este tipo de manifestação pode causar acidentes.

Placas foram colocadas em buracos no asfalto em Sorocaba — Foto: Arquivo pessoal

URGENTE!!JUSTIÇA MANDA PRENDER DJ RENANN DA PENHA, IDEALIZADOR DO BAILE DA GAIOLA

JUSTIÇA MANDA PRENDER DJ RENANN DA PENHA, IDEALIZADOR DO BAILE DA GAIOLA POR ASSOCIAÇÃO AO TRÁFICO

A Justiça do Rio determinou que seja expedido um mandado de prisão contra Rennan da Silva Santos, de 25 anos, conhecido como DJ Rennan da Penha. Após ser inocentado em primeira instância, o artista acabou condenado, em segunda instância, após recurso do Ministério Público do Rio (MP-RJ), por associação para o tráfico de drogas. Ele deverá cumprir, de acordo com a decisão, 6 anos e 8 meses em regime fechado. Rennan é DJ residente e idealizador do “Baile da Gaiola”, baile funk promovido na Vila Cruzeiro, no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio.

O evento chegou a reunir 25 mil pessoas em julho do ano passado, em uma edição comemorativa que durou 16 horas e gerou críticas de moradores. Considerado uma referência na nova geração do funk carioca, Rennan já gravou canções com Nego do Borel e foi um dos convidados da cantora Ludmilla no bloco Fervo da Lud.

Procurada, a produção do DJ Rennan da Penha informou que iria entrar em contato com o advogado do artista. Até a publicação desta reportagem, nenhum posicionamento foi obtido.

A decisão, publicada na última segunta-feira, decretou a prisão de outros dez denunciados além de Rennan. No acórdão que confirmou a condenação de primeira instância, o desembargador Antônio Carlos Nascimento Amado, da Terceira Câmara Criminal, afirma que o DJ atuava como “olheiro” do tráfico, além de organizar bailes e produzir músicas que enalteciam traficantes: “O 35º denunciado Rennan, vulgo ‘DJ Rennan’, e o 36º denunciado Lucas exercem a função de ‘atividade’ ou ‘olheiro’, eis que relatam a movimentação dos policiais. Ademais, destaca-se que o 35º denunciado Rennan, vulgo ‘DJ Rennan’, e o 36º denunciado Lucas atuam organizando bailes clandestinos nas comunidades e produzindo músicas (‘funks’) enaltecendo o tráfico de drogas”, diz o texto.

Delegado fala em foto com arma “de grosso calibre”

Ainda segundo a decisão, a polícia chegou até o nome de Rennan a partir de declarações de uma testemunha. “O adolescente disse que Rennan ‘é conhecido como DJ dos bandidos, sendo responsável pela organização de bailes funks proibidos nas comunidades do Comando Vermelho, para atrair maior quantidade de pessoas e aumentar as vendas'”, diz o documento. Ainda de acordo com a testemunha, a atuação de Rennan nos bailes funks seria “deliberadamente orientada ao incremento do tráfico de entorpecentes, em associação ao Comando Vermelho”.

Outra testemunha afirmou que o DJ atuava “na área de vigilância” e destacou que sua atuação dentro da organização criminosa consistia em “informar a movimentação dos policiais através de redes sociais e contatos no aplicativo ‘Whatsapp'”. De acordo com esse relato, o teor das informações eram frases como “o Caveirão está subindo pela Rua X” ou “a equipe está perto do ponto tal”. Já um delegado da Polícia Civil testemunhou que constavam nos autos fotos do DJ ostentando armas “de grosso calibre”.

Dois policiais militares que atuavam na UPP da comunidade à época não citaram Rennan em seus depoimentos. Um deles disse que a UPP sempre recebia reclamações sobre drogas e armas nos bailes, mas não conseguia verificá-las porque era recebida a tiros e não era possível chegar ao local. O agente declarou não conhecer Renan, nem ter informações de sua atuação na organização dos eventos.

Versão da defesa

As testemunhas de defesa, um ativista e um empresário do DJ, argumentaram que alertas sobre a movimentação policial são comuns entre moradores de comunidades, na tentativa de se proteger de possíveis tiroteios ou de danos aos carros causados pela entrada do caveirão em ruas estreitas. O empresário ressaltou que as músicas tocadas pelo DJ nos bailes retratam a realidade das favelas e não enaltecem os criminosos.

Ao ser interrogado, o próprio Rennan declarou que “não tem tempo disponível nem necessidade financeira de exercer a atividade de ‘olheiro'”, pois realiza em média 15 (quinze) bailes por semana”. Ele negou que financiasse os bailes ou que já houvesse recebido dinheiro do tráfico, explicando que quem custeia os eventos são os comerciantes da região, que instalam barracas para venda de bebida e reúnem dinheiro para pagar os músicos e o equipamento de som. Sobre a foto com a arma, alegou que havia sido tirada no carnaval e que a réplica era feita de madeira e fita isolante.

Na primeira instância, o músico acabou inocentado das acusações por insuficiência de provas. “Na ausência de comprovação de se tratar efetivamente arma de fogo, constituindo as demais publicações manifestações da cultura cotidiana de quem reside um comunidade onde há tráfico de drogas, esses elementos são insuficientes à sustentação de um decreto condenatório”, afirma a sentença.

Recurso do MP-RJ

O MP-RJ recorreu da decisão e foi atendido pela Terceira Câmara Criminal, que considerou que há referências em fotos publicadas por Renan a outros réus no processo, condenados por tráfico. A sentença também destaca que, em alertas sobre a entrada de policiais publicados por Rennan, não há “qualquer chamada ou referência aos moradores para proteção dos seus veículos”, e que os avisos também beneficiam o tráfico. E que há registro nos autos de fotos publicadas pelo músico de possíveis pessoas mortas, com referências de afeto e saudades, sem explicação que não seja “uma possível exaltação à morte durante a repressão ao tráfico”.

“Consequentemente, levando em conta o depoimento do delegado e do adolescente, e a confirmação pela testemunha da existência de bailes funk na comunidade com venda de entorpecente, a confissão do próprio Rennan de que os organiza e recebe rendimentos através desta atividade, bem como a exibição das postagens em redes sociais nitidamente indicativas do seu envolvimento com o tráfico de drogas, vejo como suficiente a prova colhida de forma a permitir a procedência do pleito ministerial de reforma da sentença absolutória”, afirma o desembargador.

Ao negar os embargos da defesa, o Tribunal reitera ainda que o DJ “utilizava de sua atuação em bailes funk para promover o tráfico de drogas”.

Agressão

Em março do ano passado, um vídeo publicado na internet mostrou o DJ Rennan da Penha agredindo um menor de idade. Nas imagens, Rennan aparecia puxando os cabelos, dando tapas no rosto, socos e joelhadas, enquanto advertia um menino dizendo para não brincar com a família dos outros. As imagens ganharam grande repercussão nas redes sociais e geraram uma onda de críticas.

Diante da repercussão, Rennan da Penha compartilhou um vídeo em sua rede social assumindo a agressão e jusfiticando a atitude: “Tô errado de ter agredido o moleque mesmo, mas cada um tem seus motivos, tá ligado? Se ele não tivesse feito o que ele fez, brincado com a família dos outros, com a morte da família dos outros, eu não tinha feito um bagulho desse aí. E mais cedo eu com a minha mina na garupa ele me tacou uma pedra, tá ligadom mano? O bagulho, tipo assim: erro por erro”, explicou o DJ.

Fonte: Jornal Extra

Cachorro ganha título de Dr. depois de ajudar em crianças com câncer

Um hospital em Florianópolis, tomou uma iniciativa diferente que mudou a rotina de criançasque passam por sessões de quimioterapia e de fisioterapia. Eles colocaram um labrador para visitar e acompanhar os pacientes, o cachorro recebeu o nome de Doutor Atobá.

A iniciativa, segundo o site Catraca Livre, é de um médico, o Dr. Luiz Augusto Gonzaga. Ele reparou que o filho que possui uma doença crônica começou a reagir melhor ao tratamentodepois de interagir com cachorros. A presença de animais para ajudar em tratamentos está crescendo.

Com essa iniciativa, Luiz Augusto mostrou que quando olhamos para o outro, a gente pode fazer alguma coisa para melhorar a situação pessoa e levar alguma leveza: “Pensar além de suas próprias necessidades, leva o bem estar a muitas outras pessoas.”

Manifestação interdita via em Seropédica

Uma manifestação causou transtornos a quem passava na BR 465 na manhã desta sexta-feira (22), no km 40, em Seropédica.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um grupo de aproximadamente 40 pessoas protestava por conta de alagamentos causados pela chuva.

Os moradores afirmam que o motivo do protesto seriam os alagamentos constantes, esgotos a céu aberto e a falta de investimentos no município. Os manifestantes colocaram pneus na via formando uma fila de carros. Segundo a PRF, às 11h30min, uma faixa foi liberada e o trânsito fluiu em Pare e Siga.

fonte: jornal atual

Agora é lei: animais domésticos podem visitar pacientes internados

Algo que antes era impensável agora se torna realidade: animais domésticos vão poder visitar pacientes internados. A nova lei foi promulgada pela Câmara Municipal e permite a entrada dos animais nos hospitais do Rio, mediante autorização da comissão de infectologistas da unidade.

 

 

“É uma grande vitória não só para quem defende a causa animal, mas para toda a sociedade. A presença do pet estimula a recuperação do paciente. Mas há regras a serem respeitadas: os animais terão que estar com as vacinas em dia, higienizados e a visita seguirá as normas do hospital”, afirma o vereador Luiz Carlos Ramos Filho, presidente da Comissão de Defesa dos Animais e autor do texto.

Além da autorização da unidade, o tempo e o local da visita também serão determinados pela direção hospitalar. “A visita tem que ser feita com responsabilidade e obedecendo aos critérios médicos estabelecidos pelo hospital”, completa o vereador.

Há quase 15 dias um vazamento de óleo atinge a Baía de Sepetiba

Na semana em que se celebra o Dia Mundial da Água, as baías do Rio de Janeiro sofrem. Não bastassem os problemas que já existem, já vai para a segunda semana e uma grande quantidade de óleo é despejada no Rio Piraquê (um afluente da Baía de Sepetiba) afetando, além da Baía, toda a região de Pedra de Guaratiba, na Zona Oeste.

O derramamento contaminou fauna e flora da região, deixando a situação preocupante para quem depende da pesca e esperava por dias lucrativos durante a Semana Santa que se aproxima.

“O vazamento atinge Rio Piraquê que deságua na Baía de Sepetiba e isso impacta o manguezal que é berçário da natureza e prejudica pescadores artesanais”, afirma Sérgio Ricardo, do Movimento Baía Viva.

Foram os pescadores, na semana passada, que alertaram para a presença de óleo que vai até a Restinga de Marambaia e segue se alastrando por toda a Baía de Sepetiba. Eles contam que animais como camarões, caranguejos, mexilhões, peixes e tartarugas estão morrendo.

O INEA afirma que está monitorando o vazamento de óleo sobrevoando a região. O órgão nega que o vazamento tenha chegado até a Baía de Sepetiba e destaca que o derramamento está contido pelas barreiras, que são trocadas a cada mudança de maré. Sobre a causa e origem do vazamento, o Instituto informa que a identificação pode levar mais tempo por causa do grande número de empresas e imóveis no entorno.

 

 

Ginecologista é preso acusado de estuprar paciente no RJ

A Polícia Civil prendeu, na tarde desta quinta-feira, um ginecologista acusado de estuprar uma paciente numa clínica em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio. Silvio Pereira, de 75 anos, foi detido em flagrante por policiais militares e agentes da 21ªDP (Bonsucesso), após a vítima denunciá-lo.

A estudante de 26 anos contou aos policiais que durante a consulta, o médico fez declarações de cunho sexual. Entre outras coisas, disse que tinha vontade de relacionar-se com uma mulher mais jovem.

Segundo a vítima, que perdeu a visão direita devido a problemas de saúde, o ginecologista tocou suas partes íntimas e disse palavras de baixo calão. Muito assustada, a jovem saiu do local chorando. Voltou para casa, contou para a irmã e chamou a polícia.

— Me senti muito invadida. O que eu fiz para ele achar que poderia fazer isso comigo? Saí de la chorando sem entender o que tinha acontecido — contou ela, acreditando que o médico ja estava mal intencionado.

— Na primeira consulta, minha mãe estava presente e a secretária dele também participou do procedimento. Ela mesma contou que sempre participava e não havia entendido o porquê não ter sido chamada hoje (nesta quinta-feira).

A estudante tem dois filhos e mora próximo à clínica de Silvio Pereira.

— Ele tem todas as informações a meu respeito. Tenho medo, pois não sei o que pode acontecer — desabafa.

Na delegacia, o médico disse que tem 45 anos de profissão e negou todas as acusações. Ele foi preso em flagrante e participará de audiência de custódia nesta sexta-feira. Segundo a polícia, ele não tinha antecedentes criminais. A delegada-adjunta, Isabelle Conti, ressaltou a importância da denúncia e pede que se outras mulheres tenham sido vítimas, que o denunciem na delegacia.

— É possível que ele tenha feito outras mulheres vítimas. Muitas se sentem constrangidas ou ficam com medo de relatar um caso desse tipo. No entanto, a palavra da vítima tem relevância fundamental nesses crimes, já que muita das vezes ocorrem sem testemunhas — afirma Conti.

Tatá Werneck quebra silêncio e fala sobre o sexo do bebê

Desde que Tatá Werneck divulgou a gravidez, ela só fala disso pelo Twitter (e a gente adora!). O senso de humor não diminuiu nem um pouco, na verdade, só aumentou! As piadas estão demais e os seguidores estão morrendo de rir.

Nas últimas semanas, vários sites noticiaram que Tatá Werneck estaria esperando um menino, mas ela desmentiu da maneira que só ela sabe fazer! Pelo site, ela escreveu “Vários lugares estão noticiando que estou grávida de um menino. Mas eu nem sei ainda porque não fiz aquele exame. Só o que eu sei é que a chance de parir um gato são mínimas”, brincou. Uma seguidora aproveitou o bom-humor e afirmou “Que nada! Você é uma gata!”. O que não é mentira, né?

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Após ser chamado de analfabeto e perder a carteira de habilitação, idoso aprende a ler e escrever e recupera CNH

Com o sorriso estampado no rosto, o comerciante José Lopes dos Santos, de 85 anos, dirige pelas ruas da Vila Chacrinha esbanjando alegria. Pela janela do veículo, exibe a mais nova conquista: a carteira de habilitação, fruto de muito esforço e dedicação.

Ele é aluno da Educação de Jovens, Adultos e Idosos (EJAI) e entrou no curso após perder o documento em 2016. “Sempre trabalhei na roça, nunca pude estudar. Então, quando fui renovar a carta me pediram para escrever ‘Ciretran’. Não consegui. Foi a partir daí que procurei a escola.”  E, de lá para cá, muita coisa mudou.

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Obstinado, ele não dormia uma noite sequer sem pensar na habilitação. “Uso o carro para tudo. Não podia ficar sem dirigir”, diz. Na tentativa de agilizar o processo, o comerciante cruzou, inclusive, com aproveitadores. Uma pessoa fez com que ele pagasse R$ 3.500, que pegou em um empréstimo, achando que pegaria a habilitação de volta. “Descobri que tinha sido passado para trás quando, em uma blitz, soube que minha carteira seguia bloqueada.”

Em 2018, depois de “muita coisa não entrar na cabeça” na escola, ele reencontrou a professora Beatriz Casemiro, que se tornou fundamental para que as letras enfim fizessem sentido. Ele a conheceu no primeiro ano de EJAI, porém, Beatriz assumiu a coordenação e deixou a sala de aula. No segundo semestre de 2018, ela voltou a dar aulas para o senhor José. “Ele foi chamado de analfabeto por um delegado, mas tem muita bagagem de vida que qualquer um. Ele é alfabetizado pelo mundo”, conta a professora, sem esconder a admiração pela conquista do aluno.

Segundo ela, o trabalho não foi apenas o de ensinar, mas de deixa-lo confiante e com autoestima elevada. “Trabalhei também o método fônico com o senhor José e foi assim que ele aprendeu. Agora ele passou da segunda para a terceira série.”

A dedicação da professora também foi além de ensinar como juntar as letras e os sons. Ela mostrou o significado das placas de trânsito para sr. José, que aprendeu e deu show na prova realizada recentemente. “Foram duas vitórias. A primeira foi tirar da cabeça dele todo o mal que aquele delegado causou. A segunda é ver o senhor José outra pessoa: um aluno feliz e realizado. Eu, mais que ninguém, sonhei com isso. Temos em comum muita fé e as nossas orações também ajudaram.” A turma toda também incentivou e agora vai marcar uma confraternização para celebrar a conquista do senhor José.

Hoje, a dedicação de José aos estudos não está apenas nos cadernos que leva ao EJAI. Na mercearia que mantém na Vila Chacrinha, o aprendizado está em lousas, onde ele treina a escrita e os números. E, dentro de uma simplicidade sem fim, Sr. José reconhece na vitória recente as qualidades de quem deu a mão para que os novos passos fossem possíveis. “Tenho muito respeito pela figura dos professores. Não só na presença, mas na ausência. Sou muito grato e todo mundo deveria ser.”

Com informações da assessoria da Prefeitura Municipal de Campo Paulista

Estudante é preso por planejar ataque terrorista a colégio no RJ

Um estudante de 18 anos foi preso, em flagrante, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense do Rio, acusado de planejar um ataque terrorista. De acordo com a Polícia Civil, o jovem estava sendo monitorado por equipes da 134ª DP (Campos) desde o massacre em Suzano, interior de São Paulo, que deixou dez pessoas mortas.

Segundo as investigações, logo após a notícia ser divulgada, ele usou o seu perfil do Facebook para fazer publicações e compartilhamentos comemorando e aplaudindo o ataque à escola em Suzano. O aluno estudava no Colégio Ciep 466 Nina Arueira, no bairro da Penha, município de Campos.

Após o início da investigação, os agentes foram até a casa do jovem e apreenderam simulacros de facas, uma máscara do filme “V de Vingança”, utilizada também pelo grupo de hackers “Anonymous“. O celular do estudante foi examinado e mensagens relacionadas ao massacre ocorrido em Suzano e na Universidade de Columbine nos EUA, o maior nos Estados Unidos, foram encontradas.

 

Em depoimento, ele alegou que não sofre bullying e que tudo não passava de “uma brincadeira”, pois seria incapaz de praticar qualquer maldade a alguém. “Ele não alterou o tom de voz em nenhum momento no seu depoimento, respondendo a todos os questionamentos, não reputando como grave suas postagens, e rotulando-as como “piadas”‘, disse a polícia. A equipe notou que o jovem se mostrou bastante inteligente, não apresentando nervosismo, nem agitação durante as declarações.

O estudante foi enquadrado na Lei Antiterrorismo, promulgado em 2016. As penas para quem pratica ato terrorista varia de 12 a 30 anos de prisão. Já quem ajuda a promover ou presta auxílio, direta ou indiretamente, pode ter condenação de cinco a oito anos, além de multa.