Devido ao seu trabalho, influência ou qualquer outro motivo que os tenha levado à fama, os famosos muitas vezes são vistos como pessoas ‘intocáveis’ e com ‘vidas perfeitas’. No entanto a realidade é bem diferente, muitos famosos sofrem também com doenças incuráveis. Confira três casos de famosos, Claudia Rodrigues, José Loreto e Ivete Sangalo.
A famosa atriz, Claudia Rodrigues havia descoberto a doença Esclerose Múltipla no ano de 2000. No entanto só resolveu tornar a informação pública em 2006. Como a doença é neurodegenerativa, em 2007 a atriz acabou tendo um surto de esquecimento de texto durante as gravações do seriado A Diarista, em que ela era a protagonista, a atriz então foi afastada.
A esclerose múltipla não tem cura e seus sintomas incluem fraqueza muscular, problemas na coordenação motora, dores na articulações, fadiga e disfunção intestinal.
O ator da Globo, José Loreto, descobriu aos 14 anos, durante uma viagem com seus pais que estava com diabetes. A vontade excessiva de beber água e de urinar alertavam que sua saúde precisava de cuidados. Ele foi diagnosticado com diabetes tipo 1 (doença crônica em que o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina).
A cantora Ivete Sangalo, conhecida por todo o Brasil, acabou tendo sua doença exposta através de um foto postada sem maquiagem em que o melasma ficou evidente.
Pra quem não conhece, o melasma é uma doença em que aparece manchas escuras na pele. Geralmente aparecem no rosto, no entanto pode ocorrer de aparecer em outras partes do corpo como braços e colo.
Nesta segunda feira-, 25 de março, os cinco suplentes que irão substituir os nobre Deputados da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) que foram em cana, receberão a convocação da instituição- via Diário Oficial do Governo do Estado – para assumirem seus cargos.
Os suplentes são: Carlo Ferreira de Caiado Castro, Jairo Souza Santos (conhecido como Coronel Jairo), Nelson Ruas dos Santos (conhecido como Capitão Nelson), Paulo Sérgio Louback e Sérgio Bernardino Duarte. Eles substituem André Corrêa (DEM), Marcus Vinicius Neskau (PTB), Marcos Abrahão (Avante), Luiz Martins (PDT) e Chiquinho da Mangueira (PSC), respectivamente.
Todas as convocações dos suplentes são assinadas pelos integrantes da mesa diretora da Alerj, hoje presidida pelo deputado Andre Ceciliano (PT), e não preveem data de posse dos suplentes. Vale dizer que o Coronel Jairo foi preso na mesma operação que prendeu os outros deputados e também não deve assumir, levando à convocação de outro suplente.
Dos quatro deputados presos, apenas Chiquinho da Mangueira cumpre regime domiciliar. Os parlamentares foram presos por tempo indeterminado por ocasião da Operação Furna da Onça, em novembro de 2018. Um esquema de compra de votos e distribuição de cargos iniciado no primeiro governo de Sérgio Cabral , em 2007, e mantido até aquela ocasião foi o alvo da ação da Lava-Jato no Rio.
Ficar grávida é o sonho de várias mulheres. Porém em alguns casos engravidar de maneira natural não é possível. Por conta disso as inseminações artificiais representam uma ótima opção para quem quer ter um filho. Entretanto, o custo não é baixo: hoje esse tipo de procedimento em uma clínica custaria entre R$ 20 e 30 mil.
Mas a fotógrafa baiana Mel Paranhos deu seu jeito caseiro. Ela fez a chamada “inseminação artificial caseira”. No processo feito em casa, o doador retira o sêmen, coloca em um vaso esterilizado – normalmente aqueles de fazer exames de urina. E com uma seringa, a mulher retira o sêmen para injetar no próprio corpo.
O doador é um amigo que compartilhava do mesmo sonho dela de ter um filho. Juntos, eles planejaram engravidar com a inseminação caseira. Mel, que é lésbica, escolheu a técnica caseira após buscar pela inseminação artificial em uma clínica e descobrir que o procedimento era muito caro.
O amigo fez alguns exames, repetiu os testes meses depois e só então os dois decidiram fazer a inseminação.
“Ele comentou essa vontade de ser pai. Depois de tudo veio a Lis, essa coisa linda aqui. A criança sente quando o amor é verdadeiro e vai construir sua personalidade através dessa educação, desse contato e do amor que vem dos cuidadores”, disse Mel.
O amigo de Mel, que foi o doador de sêmen, quis registrar Lis como pai. Os dois dividem a criação da menina.
O Ministério da Economia autorizou, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 25 de março, o preenchimento de 209 vagas no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o documento, os profissionais serão contratados por tempo determinado para para atuarem no Censo Experimental 2019.
O prazo para publicação do edital de abertura de inscrições será de até seis meses, contado a partir da publicação da portaria, ou seja, até 25 de setembro deste ano. No entanto, o edital poderá sair antes. A portaria informa que os profissionais poderão ser contratados a partir de julho de 2019.
O prazo de duração dos contratos deverá ser de até 1 (um) ano, com possibilidade de prorrogação, desde que seja devidamente justificada com base nas necessidades de conclusão das atividades. Decorrido o período de 3 (três) anos a partir da homologação do resultado final do processo seletivo, não mais poderão viger os contratos firmados.
Portaria de autorização foi publicada no Diário Oficial desta segunda-feira, 25
Ministério da Economia autorizou edital do IBGE em três cargos
O edital do IBGE foi autorizado para os cargos de Agente Censitário Municipal, Agente Censitário Supervisor e Recenseador, com vagas distribuídas conforme disposto no quadro abaixo.
Função
Quantidade
Agente Censitário Municipal – Nível Médio
4
Agente Censitário Supervisor – Nível Médio
25
Recenseador – Nível Fundamental
180
Total
209
IBGE ainda tem 250 mil vagas previstas para 2019
O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) tem expectativa de divulgar um novo edital de seleção em 2019 para realização do Censo Demográfico no ano que vem, em 2020. De acordo com o órgão, os procedimentos internos administrativos já estão adiantados. O objetivo do IBGE é realizar o concurso para temporários o mais rápido possível, assim que o governo conceder o aval.
Segundo o cronograma divulgado pelo Instituto, um Censo Experimental (autorizado nesta segunda-feira, 25 de março), está previsto para acontecer entre os meses de setembro e novembro. De acordo com o órgão, nesta etapa os temporários já precisam estar contratados.
No entanto, o órgão diz que a demore para a seleção pode atrasar a programação para o Censo. Na parte da banca que vai organizar o concurso, a assessoria de imprensa do órgão informou que “o IBGE está no aguardo dessa resposta para seguir o cronograma do Censo, que inclui o Censo Experimental. Os temporários já deverão estar contratados para haver o experimental, portanto há a possibilidade desse cronograma atrasar com a demora da aprovação, já que precisamos fazer uma licitação para a seleção”.
A expectativa é que o certame seja divulgado para:
Recenseadores (nível fundamental) – contrato de até cinco meses;
Agente Regional e Administrativo (nível médio) – contrato de até um ano;
Agentes municipal e de Informática (nível médio) – contrato de até dez meses;
Agente supervisor (nível médio) – contrato de até nove meses;
Analista censitário (nível superior) – contrato de até dois anos;
Últimos editais
Os últimos editais foram divulgados no ano passado para quase 30 mil vagas. De acordo com um dos editais de concurso IBGE 2017, o cargo de Recenseador contou com o maior quantitativo de vagas – foram 18.845 vagas no total -. Para concorrer ao cargo, o interessado precisou ter pelo menos o nível fundamental completo. O restante das vagas foram distribuídas entre os cargos de Agente Censitário Municipal (1.272 vagas) e Agente Censitário Supervisor (4.867 vagas), ambos com requisito de nível médio e salários de R$1.900,00 e R$1.600,00, respectivamente. Além da remuneração, os agentes têm direito ao ao auxílio-alimentação (R$458), auxílio transporte, férias e 13º salário proporcional. A remuneração de Recenseador será por produção, calculada por setor censitário, conforme taxa fixada e de conhecimento prévio pelo cargo, com base nas quantidades de unidades de estabelecimentos agropecuários recenseados.
Os contratos foram assinados por até 07 (sete) meses para Agente Censitário Municipal e Agente Censitário Supervisor e até 05 (cinco) meses para Recenseador. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais, sendo 08 horas/dia, com exceção do cargo de Recenseador, que terá jornada de 25 horas semanais, além da participação integral e obrigatória no treinamento.
Um outro edital foi divulgado com vagas de Analista Censitário, cujo requisito é de nível superior. As vagas foram destinadas as áreas de Análise de Sistemas – Desenvolvimento de Aplicações (8 vagas), Análise de Sistemas – Desenvolvimento de Aplicações Web Mobile (4 vagas), Análise de Sistemas – Suporte à Comunicação e Rede (02 vagas), Análise de Sistemas/ Suporte à Produção (04 vagas), Análise de Sistemas – Suporte Operacional e de Tecnologia (02 vagas), Agronomia (27 vagas), Ciências Contábeis (07 vagas), Geoprocessamento (07 vagas), Gestão e Infraestrutura (63 vagas), Jornalismo (12 vagas), Logística (2 vagas), Análise Socioeconômica (08 vagas), Biblioteconomia e Documentação (02 vagas), Métodos Quantitativos (6 vagas), Produção Gráfica – Editorial (2 vagas), Programação Visual – Webdesign (12 vagas) e Recursos Humanos (5 vagas). O salário chegou a até R$ 4.000,00.
Já para nível médio, as chances foram destinadas aos cargos de Agente Censitário de Informática (174 vagas), Agente Censitário Administrativo (344 vagas), e Agente Censitário Regional (350 vagas). Os salários oferecidos variavam entre R$1.500,00 e R$ 2.500,00. Além dos salários citados, os candidatos terão direito a auxílio-alimentação, transporte, férias e 13º salário. A jornada de trabalho será de 40 horas por semana. Os contratados foram assinados por até 13 (treze) meses para Analista Censitário (AC); 10 (dez) meses para a função de Agente Censitário Administrativo (ACA); 9 (nove) meses para a função de Agente Censitário Regional (ACR) e 7 (sete) meses para a função de Agente Censitário de Informática (ACI).
O Agente Censitário Administrativo terá missão de pesquisar, conferir, apurar e registrar dados administrativos; utilizar computadores e máquina copiadora, bem como operar calculadoras; protocolar, arquivar, conferir e expedir documentos e materiais; recepcionar e atender aos colaboradores do IBGE e ao público; elaborar e transcrever textos e/ou planilhas em microcomputador; proceder à entrada de dados e emitir relatórios nos sistemas informatizados; transcrever e transmitir dados em microcomputador e computador de mão; ter pleno conhecimento de todas as instruções, conceitos e procedimentos contidos nos manuais técnicos e operacionais e aplicá-los corretamente; preencher e zelar pela guarda dos cadernos de contratação de toda a equipe de sua área de jurisdição e acompanhar e verificar os contratos dos recenseadores, entre outras funções.
Já o Agente Censitário Regional deverá organizar, gerenciar, acompanhar e realizar as tarefas necessárias à execução do Censo Agropecuário 2017, em toda sua Subárea; responder por questões técnicas, administrativas e operacionais, conforme orientações institucionais e de seu superior do quadro de pessoal efetivo do IBGE; conhecer a área geográfica de sua área de atuação; ter pleno conhecimento de todas as instruções e conceitos contidos nos manuais técnicos e operacionais; participar dos treinamentos presenciais e a distância programados para a sua função; organizar os treinamentos das equipes sob sua responsabilidade e atuar como instrutor; organizar e definir as áreas de atuação de cada Agente Censitário Municipal, observando as recomendações e critérios estabelecidos; orientar e supervisionar as equipes para a execução adequada da coleta de dados, e suprir todo o apoio administrativo e de suporte de informática necessários; estabelecer roteiros de visitas semanais aos Postos de Coleta da sua Subárea; entre outras atribuições.
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O que é o Censo? – A palavra censo vem do latim census e quer dizer “conjunto dos dados estatísticos dos habitantes de uma cidade, província, estado, nação”. O Censoé a única pesquisa que visita todos os domicílios brasileiros (cerca de 58 milhões espalhados por 8.514.876,599 km²). Para conhecer a situação de vida da população em cada um dos 5.565 municípios do país. Um trabalho gigantesco, que envolve cerca de 230 mil pessoas, bem diferente da pesquisa amostral, que, como o próprio nome indica, investiga uma amostra da população e, a partir de modelos estatísticos, chega à representação do todo.
Para que serve o Censo? – O Censo é a principal fonte de dados sobre a situação de vida da população nos municípios e localidades. São coletadas informações para a definição de políticas públicas em nível nacional, estadual e municipal. Os resultados do Censo também ajudam a iniciativa privada a tomar decisões sobre investimentos. Além disso, a partir deles, é possível acompanhar o crescimento, a distribuição geográfica e a evolução de outras características da população ao longo do tempo.
Que políticas públicas podem ser geradas a partir dos resultados do Censo? – Através do Censo, o poder público pode identificar áreas de investimentos prioritárias em saúde, educação, habitação, saneamento básico, transporte, energia, programas de assistência à infância e à velhice. E também selecionar locais que necessitam de programas de estímulo ao crescimento econômico e desenvolvimento social.
O Censo interfere nos repasses de verbas públicas? – Ao contar a população, o Censo produz resultados que servem de parâmetro para saber quanto cada cidade receberá de repasse federal. São os resultados do Censo que fornecem as referências para as estimativas populacionais realizadas nos anos seguintes, com base nas quais o Tribunal de Contas da União (TCU) define as cotas do Fundo de Participação dos Estados e do Fundo de Participação dos Municípios. Além de fornecer informações imprescindíveis para a distribuição orçamentária das pastas da Educação, Cultura, Saúde e Infraestrutura, baseadas no número e distribuição da população.
O Censo interfere na representação política? – Sim. São os resultados do Censo que fornecem as referências para as estimativas populacionais, com base nas quais é definido o número de deputados federais, estaduais e vereadores de cada estado e município.
Como a iniciativa privada utiliza os dados do Censo? – Os dados do Censo fornecem parâmetros para as decisões de investimentos do setor privado, como a seleção de locais para a instalação de fábricas, shopping centers, escolas, creches, cinemas, restaurantes etc.
Como os censos surgiram no Brasil? – Antes de 1870, as estatísticas sobre a população brasileira eram conjecturais, destinadas a atender aos interesses de nossa então metrópole, Portugal. Sob recomendação da coroa portuguesa, autoridades eclesiásticas no Brasil contaram a população em 1776, e estimou-se que no Brasil viviam 1.900.000 “almas”.
Quando ocorreu o primeiro Censo no Brasil? – O IBGE considera que o primeiro Censo Demográfico do Brasil foi realizado em 1872, época em que o país era uma monarquia governada pelo imperador D. Pedro II. Além de perguntas sobre sexo, idade, escolaridade e estado civil, religião e deficiência física, o questionário incluía a pergunta se a pessoa era livre ou escrava. Já o primeiro Censo a ser realizado pelo IBGE foi o de 1940.
Concurso do IBGE para efetivos
A expectativa pela abertura do novo edital deconcursopúblico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Edital Concurso IBGE 2019) é grande. O pedido de abertura do certame, feito em 2017, entrou na lista das solicitações arquivadas pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão (MPDG). A explicação foi que “a situação fiscal do país limita sua atuação em ações que causem impactos financeiros, como é o caso de concursos públicos”.
De acordo com o protocolo integrado do Ministério do Planejamento (veja abaixo), o pedido do concurso IBGE foi devolvido para Fernando José de Araújo Abrantes, diretor executivo do IBGE.
A Associação e Sindicato Nacional dos Servidores do IBGE (Assibge) repudiou a não autorização do concurso: “Diante desta notícia, nós, da ASSIBGE-SN, elevamos o alerta para o risco real de enfrentamento de uma das piores crises institucionais da história do IBGE, em virtude do esvaziamento em seu quadro efetivo. A perspectiva de aposentadoria de quase 1/3 desta já enxuta parcela de trabalhadores, em um horizonte próximo, aliada à resposta negativa apresentada pelo Ministério do Planejamento, virá a acentuar sobremaneira a fragilidade das estruturas organizacionais, ameaçando a manutenção das atividades nas áreas fim e meio da instituição”.
Apesar do pedido ter sido negado, os concurseiros não podem desanimar. Acontece que o IBGE já confirmou que vai encaminhar um novo pedido de concurso ao Ministério do Planejamento. De acordo com a lei, os órgãos poderão protocolar pedidos de novos concursos até o dia 31 de maio. Até o momento, a expectativa é que o pedido seja feito com 1.800 vagas, mesmo quantitativo da última solicitação. O órgão já esclareceu que o pedido protocolado em 2018 se tratava de um reforço no pedido de 2017.
A solicitação de abertura do concurso IBGE foi para 1.200 vagas de técnico de nível médio e 600 para analista de nível superior. A remuneração é de R$3.890,87 para o técnico e R$8.213,07 para analista, salários em que já constam o auxílio-alimentação de R$458. Além das vagas citadas, são esperadas 250 mil vagas para realização do Censo.
Supermercado supermarket de campo grande estrada do monteiro, cobra agora para moer carne dois reais por kg.
Fazer seu pastelzinho de fim de noite ficou mais caro, comprou 5kg vai pagar 10,00 reais de mão de obra que não é repassado para o açougueiro, pois o mercado diz, que eles não são obrigados a moer.
Uma pastelaria que compra cerca de 50kg de carne ao mês vai pagar só para moer 100,00 reais.
Seu pastel de rua vai ficar mais caro também .
Concurso INMETRO: EDITAL com 435 vagas para nível médio e superior em análise! Até R$ 17.885,54!
Edital já está em análise no Ministério de Desenvolvimento, Planejamento e Gestão (MPDG)
O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) aguarda autorização da Secretaria de Gestão de Pessoas do Ministério da Economia, para divulgar a abertura de um novo concurso público para o preenchimento de mais de 400 vagas.
A expectativa é que um aval de autorização do certame seja dado em breve, uma vez que o último concurso aconteceu em 2014. O certame foi solicitado com 435 vagas em diversos cargos.
O concurso INMETRO 2019 foi solicitado com oportunidades para os cargos de Assistente em Metrologia e Qualidade (131), Técnico em Metrologia e Qualidade (91), Especialista em Metrologia e Qualidade (13), Pesquisador Tecnologista em Metrologia e Qualidade (139) e Analista em Metrologia e Qualidade (61).
Os cargos de Assistente e Técnico exigem nível médio e/ou curso técnico, enquanto os cargos de analista e pesquisador têm requisito de nível superior. No caso de Especialista será necessário ainda, doutorado de no mínimo dez anos.
O Concurso INMETRO 2019
O Pesquisador Tecnologista em Metrologia e Qualidade terá missão de desenvolver atividades especializadas de planejamento, coordenação, fiscalização, assistência técnica e execução de projetos em metrologia e qualidade e outras atividades relacionadas com a metrologia legal, científica e industrial, qualidade, regulamentação, acreditação, superação de barreiras técnicas e informação tecnológica relativa ao exercício das competências institucionais e legais atribuídas ao Inmetro. Por força das atividades, os candidatos aprovados e empossados, deverão assumir como atribuições inerentes à atividade.
Já o cargo de Técnico em Metrologia e Qualidade tem atribuições voltadas ao suporte e ao apoio técnico especializado às atividades de metrologia legal, científica e industrial, qualidade, regulamentação, acreditação, superação de barreiras técnicas, avaliação da conformidade e informação tecnológica.
O Especialista em metrologia e Qualidade Sênior deverá desenvolver atividades especializadas de pesquisa, planejamento, tecnologia, coordenação, chefia, orientação técnica e científica e execução de projetos em metrologia e qualidade e outras atividades relacionadas com a metrologia legal, científica e industrial, qualidade, regulamentação, acreditação, superação de barreiras técnicas, avaliação da conformidade e informação tecnológica.
Os salários iniciais chegam a R$ 4.432,82 para técnico, R$ 4.716,42 para assistente, R$ 8.884,88 para analista e pesquisador e a R$ 17.885,54 para especialista. Além da remuneração, os aprovados terão direito a auxílio-alimentação no valor de R$458,00.
Último Concurso INMETRO
O último concurso realizado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia aconteceu em 2014, quando foi divulgado para preencher 80 vagas. Sob organização do IDECAN, as oportunidades foram destinadas aos estados de Goiás (10), Rio Grande do Sul (12) e Rio de Janeiro (58).
Os inscritos foram avaliados por provas objetivas (todos), teste dissertativo e curso de formação, conforme o cargo. A avaliação contou com 60 questões distribuídas entre os blocos de Conhecimentos Básicos e Específicos.
Sobre
O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro – é uma autarquia federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, que atua como Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro), colegiado interministerial, que é o órgão normativo do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro).
Objetivando integrar uma estrutura sistêmica articulada, o Sinmetro, o Conmetro e o Inmetro foram criados pela Lei 5.966, de 11 de dezembro de 1973, cabendo a este último substituir o então Instituto Nacional de Pesos e Medidas (INPM) e ampliar significativamente o seu raio de atuação a serviço da sociedade brasileira.
No âmbito de sua ampla missão institucional, o Inmetro objetiva fortalecer as empresas nacionais, aumentando sua produtividade por meio da adoção de mecanismos destinados à melhoria da qualidade de produtos e serviços.
Sua missão é prover confiança à sociedade brasileira nas medições e nos produtos, por meio da metrologia e da avaliação da conformidade, promovendo a harmonização das relações de consumo, a inovação e a competitividade do País.
executar as políticas nacionais de metrologia e da qualidade;
verificar e fiscalizar a observância das normas técnicas e legais, no que se refere às unidades de medida, métodos de medição, medidas materializadas, instrumentos de medição e produtos pré-medidos;
manter e conservar os padrões das unidades de medida, assim como implantar e manter a cadeia de rastreabilidade dos padrões das unidades de medida no País, de forma a torná-las harmônicas internamente e compatíveis no plano internacional, visando a sua aceitação universal e a sua utilização com vistas à qualidade de bens e serviços;
fortalecer a participação do País nas atividades internacionais relacionadas com Metrologia e Avaliação da Conformidade, promovendo o intercâmbio com entidades e organismos estrangeiros e internacionais;
prestar suporte técnico e administrativo ao Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro) e aos seus comitês assessores, atuando como sua secretaria executiva;
estimular a utilização das técnicas de gestão da qualidade nas empresas brasileiras;
planejar e executar as atividades de Acreditação de Laboratórios de Calibração e de Ensaios, de provedores de ensaios de proficiência, de Organismos de Avaliação da Conformidade e de outros necessários ao desenvolvimento da infraestrutura de serviços tecnológicos no País;
coordenar, no âmbito do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Sinmetro), a atividade de Avaliação da Conformidade, voluntária e compulsória de produtos, serviços, processos e pessoas;
planejar e executar as atividades de pesquisa, ensino, desenvolvimento tecnológico em Metrologia e Avaliação da Conformidade;
desenvolver atividades de prestação de serviços e transferência de tecnologia e cooperação técnica, quando voltadas à inovação, à pesquisa científica e tecnológica em Metrologia e Avaliação da Conformidade.
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Um caminhão de areia tombou, no fim da madrugada desta segunda-feira, na pista central da Avenida Brasil, no sentido Centro, na altura do Caju. Por causa do acidente, todas as faixas da pista central da via expressa foram interditadas desde a altura de Benfica. Não há informações de feridos.
Por causa da interdição, o trânsito está intenso na região, com reflexos desde a Penha, na Zona Norte, e também na Linha Vermelha. Equipes da CET-Rio e da Comlurb foram acionadas e até meados das 7h, o trânsito na pista havia sido liberado apenas parcialmente.
Acidente aconteceu no fim da madruga – Divulgação / COR
O Centro de Operações (COR) indicou vias internas como opção aos motoristas que precisam chegar ao Centro: Rua Nicarágua, Rua Leopoldina Rego, Rua Cardoso de Moraes, Rua Dona Isabel, Rua Leopoldo Bulhões, Rua Senador Bernardo Monteiro, Rua Visconde de Niterói e Radial Oeste.
Carreta bombou na altura do Caju – Divulgação / COR
O acidente causou engarrafamento na via expressa – Divulgação / COR
Em fevereiro do ano passado houve um massacre em uma escola em Parkland, Flórida, nos Estados Unidos, onde 17 pessoas morreram. Quem sobreviveu teve que aprender a conviver com o trauma e a dor de ter perdido os colegas. Mas um estudante que sobreviveu a este massacre, acabou se suicidando e isto aconteceu pouco depois de um outro jovem também ter tirado a própria vida.
Segundo o jornal Miami Herald, um aluno da escola Marjory Stoneman Douglas cometeu suicídio na noite deste último sábado. A polícia informou que o rapaz morreu e que ‘aparentemente’ é por suicídio, já que os investigadores ainda estão verificando o que houve.
O jornal também informou que se trata de um adolescente com idade entre 15 e 16 anos, que era estudante no Marjory Stoneman Douglas.
O responsável pelo massacre foi um rapaz que já havia estudado nesta escola. Ele entrou no local com um fuzil AR15 e disparou contra os alunos e também funcionários.
Na semana passada, Sydney Aiello também cometeu suicídio, ela tinha 19 anos e foi uma das alunas que saiu ilesa do massacre em Parkland. De acordo com a mídia e especialistas, a jovem tirou a própria vida motivada pela síndrome do sobrevivente. Os dois melhores amigos dela morreram no ataque.
Os pais da jovem confirmaram a suspeita, eles disseram que a filha estava enfrentando um quadro de estresse pós-traumático e que se sentia culpada por ter sobrevivido ao ataque, enquanto viu seus amigos morrerem.
Importante ressaltar que após este massacre, os alunos deram início a um movimento contra as armas e veem conseguindo mudanças importantes na
Enquanto o Detran não começa a vistoria de automóveis nas ruas do Rio, motoristas têm sido surpreendidos com maior frequência e extensão de blitzes feitas pela Polícia Militar. Nas fiscalizações, os PMs não têm se limitado a pedir a documentação do veículo e a do condutor, como de praxe. Com reboques a postos, analisam o estado de conservação dos carros e vistoriam pneus, vidros e o funcionamento das setas de direção. A prática, no entanto, pode estar próxima do fim. O Conselho de Segurança do Estado vai decidir , nos próximos dias, se a corporação poderá continuar fazendo esse tipo de serviço nas ruas.
O conselho vai discutir o assunto depois que o deputado Subtenente Bernardo (PROS) apresentou, esta semana, ao governador Wilson Witzel uma indicação legislativa sugerindo que a fiscalização de PMs seja proibida. Segundo Bernardo, há indícios de corrupção que vão desde a ação de agentes até ao uso dos depósitos, que lucram com as operações, o que ele classifica de “máfia dos reboques.”
— Qual curso a PM faz para avaliar o estado do pneu ou da lataria? Ele não foi treinada para isso. É ruim para a população e para os policiais — diz o deputado, defendendo que o efetivo policial seja usado no patrulhamento ostensivo.
OS 7 ITENS VISTORIADOS
Faróis
Película
Vidros
Lanternas, faróis baixo
Caso sejam
Devem estar
e alto, luzes de freio,
usadas películas,
conservados e com a
de ré e de placa não
elas devem estar
visibilidade e
podem estar
de acordo com a
acionamento em dia.
quebrados ou com as
legislação
Não podem ter fissuras
lâmpadas queimadas
Pneus
Setas
O estado geral e a fixação das rodas
Serão verificadas as
serão verificados. As calotas e os
setas indicadoras de
diâmetros devem ser iguais nos dois
direção e alertas
eixos. Os pneus não podem ter saliências
externas, profundidade inferior a 1,6 mm
ou desgaste desigual. Devem estar de
acordo com a designação de uso do
fabricante do veículo
Placas
Lataria
Não podem estar
Não pode ter corrosão
danificadas ou violadas e
acentuada. Os
nem serem falsificadas.
para-choques não podem
Precisam apresentar
estar excessivamente
lacre e/ou selo
deformados ou com
saliências cortantes
Pelo Twitter, Witzel falou ter se encontrado com Bernardo e posicionou-se favoravelmente à mudança na forma de fiscalização. “A medida ajudará na apuração de possíveis irregularidades em serviços de remoções e apreensões de veículos”, escreveu.
O presidente da Comissão Nacional de Trânsito da OAB, Armando de Souza, considera pertinente o pedido do deputado.
— A atribuição de fiscalizar é do Detran, embora haja um convênio firmado com a PM, previsto em lei. Porém, a população quer segurança, e não que o PM seja deslocado para vistoriar automóveis.
Motoristas têm reclamado das abordagens de PMs e alegam que elas são ineficazes. Na última terça-feira, Alex Oliveira, de 40 anos, foi um dos 19 condutores que tiveram o carro condenado durante uma operação de policiais do 4°BPM (São Cristóvão), na Avenida Francisco Bicalho. Os agentes avaliaram que os pneus do Chevrolet Agile de Alex estavam carecas e determinaram que ele fosse rebocado até um depósito, de onde saiu, segundo Alex, nas mesmas condições. Ele se referia ao fato de que os veículos, quando vistoriados nos postos do Detran, só eram liberados para circular após os motoristas fazerem os ajustes necessários apontados pelos técnicos do órgão.
— Retirei o carro do depósito da mesma forma que ele entrou. Ou seja, entrou com pneu ruim e saiu assim, depois que paguei a multa e as diárias — disse Alex.
Dizer que usará forças espirituais para obrigar uma pessoa a entregar dinheiro, mesmo sem violência física ou outro tipo de ameaça, configura extorsão. Assim entendeu, por unanimidade, a 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça ao negar recurso de uma mulher condenada por estelionato.
De acordo com o processo, no caso, que aconteceu em São Paulo, a vítima contratou a acusada para fazer trabalhos espirituais de cura. A ré teria induzido a vítima a erro e, por meio de atos de curandeirismo, obtido vantagens financeiras de mais de R$ 15 mil.
Tempos depois, quando a vítima se recusou a dar mais dinheiro, a mulher teria começado a ameaçá-la. Consta na denúncia que a acusada pediu R$ 32 mil para desfazer “alguma coisa enterrada no cemitério” contra seus filhos. A ré foi condenada a seis anos e 24 dias de prisão em regime semiaberto.
No STJ, sua defesa pediu a absolvição ou a desclassificação das condutas para o crime de curandeirismo, ou ainda a redução da pena e a mudança do regime prisional. Segundo seu advogado, não houve grave ameaça ou uso de violência que caracterizasse o crime de extorsão.
Disse a defesa que tudo não teria passado de algo fantasioso, sem implicar mal grave “apto a intimidar o homem médio”. Para o relator do caso, ministro Rogerio Schietti Cruz, no entanto, os fatos narrados no acórdão são suficientes para configurar o crime do artigo 158 do Código Penal.
“A ameaça de mal espiritual, em razão da garantia de liberdade religiosa, não pode ser considerada inidônea ou inacreditável. Para a vítima e boa parte do povo brasileiro, existe a crença na existência de forças sobrenaturais, manifestada em doutrinas e rituais próprios, não havendo falar que são fantasiosas e que nenhuma força possuem para constranger o homem médio. Os meios empregados foram idôneos, tanto que ensejaram a intimidação da vítima, a consumação e o exaurimento da extorsão”, disse o ministro.
Curandeirismo
Em relação à desclassificação das condutas para o crime de curandeirismo, previsto no artigo 284 do Código Penal, o ministro destacou o entendimento do Tribunal de Justiça de São Paulo de que a intenção da acusada era, na verdade, enganar a vítima e não curá-la de alguma doença.
“No curandeirismo, o agente acredita que, com suas fórmulas, poderá resolver problema de saúde da vítima, finalidade não evidenciada na hipótese, em que ficou comprovado, no decorrer da instrução, o objetivo da recorrente de obter vantagem ilícita, de lesar o patrimônio da vítima, ganância não interrompida nem sequer mediante requerimento expresso de interrupção das atividades”, explicou Schietti.
O redimensionamento da pena também foi negado pelo relator. Schietti entendeu acertada a decisão do tribunal paulista de considerar na dosimetria da pena a exploração da fragilidade da vítima e os prejuízos psicológicos causados. Foi determinada, ainda, a execução imediata da pena, por aplicação do entendimento do Supremo Tribunal Federal de que seu cumprimento pode se dar após a condenação na segunda instância.