O adolescente Kauan Noslinde Pimenta Peixoto, de 12 anos, morreu após ser baleado durante uma ação da Polícia Militar (PM) na comunidade da Chatuba, em Mesquita, na Baixada Fluminense, na noite deste sábado. Familiares acusam os policiais do 20º BPM (Mesquita) de entrarem atirando no local. Em depoimento, na 53ª DP (Mesquita), dois militares alegaram que encontraram o jovem baleado no local.
“Queremos Justiça, fizeram uma covardia com meu filho!”, desabafou a mãe, Luciana Cristina Rosa Pimenta. Kauan estava na casa do pai, que divide a guarda com a ex-mulher. Ao ser informada que o filho estava no hospital, ela passou mal.
De acordo com parentes, o jovem saiu da casa do pai para comprar um lanche com o irmão, de 10 anos, no momento da ação policial. Ele foi levado pelos policiais para o Hospital da Posse, em Nova Iguaçu.
Amigo da família, Andrei Rodrigues Almeida, de 30 anos, conta que Kauan era um adolescente doce, tranquilo, estudioso e que teve uma criação 100% correta. Segundo ele, a notícia foi um choque muito grande.
“A gente quer saber o que aconteceu, eles [policiais] sempre falam como se não fizessem nada. Nunca na minha vida imaginei que isso podia acontecer, infelizmente estamos sentindo na pele a injustiça que a gente via pela TV”, lamentou Andrei.
Segundo a assessoria de comunicação de Nova Iguaçu, um menino de 12 anos deu entrada no Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) na madrugada deste domingo, após ser baleado no pescoço e abdômen, em Mesquita.
“O paciente chegou em estado grave, foi levado para cirurgia de emergência, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O corpo ainda se encontra no hospital aguardando remoção”, diz a prefeitura na nota.
Em nota, a assessoria da PM afirmou que os policiais patrulhavam a região conhecida como Boca do Arrastão por volta das 22h30, deste sábado. Eles foram atacados por criminosos quando chegaram na rua Roldão Gonçalves esquina com Magno de Carvalho. Houve confronto. Após a ação, os militares encontraram Kauan ferido. Foram apreendidos 288 trouxinhas de maconha, 235 pedras de crack, 362 capsulas de cocaína, três rádios transmissores e R$98,00 em espécie.
O número de mortos nos atentados em Christchurch, na Nova Zelândia, subiu para 50. De acordo com o comissário de polícia Michael Bush, o número foi atualizado depois que mais uma vítima foi encontrada na mesquita de Al Noor. Até o momento, 36 pessoas continuam hospitalizadas, sendo que 12 estão internadas em unidades de terapia intensiva.
Bush evitou confirmar se o australiano Brenton Tarrant, citado pelas autoridades neozelandesas como autor do massacre, seria o único responsável pelos ataques a tiros registrados em duas mesquitas na última sexta-feira (15).
. Atirador matou 50 pessoas em duas mesquitas em Christchurch, na Nova Zelândia – Reuters/SNPA/Martin Hunter/Direitos reservados
Mudanças
Após os atentados, a primeira-ministra do país, Jacinda Ardern, anunciou mudanças na legislação sobre armas. A premiê disse que Tarrant estava em posse de cinco armas, incluindo duas semiautomáticas e duas espingardas. As armas foram compradas depois que ele obteve a licença correspondente, em novembro de 2017. Segundo Ardern, algumas das armas foram modificadas para se tornarem ainda mais mortais.
“Enquanto seguem os trabalhos para esclarecer a sequência de fatos que levaram tanto à licença quanto à posse das armas, posso assegurar uma coisa: nossas leis de armas irão mudar”, afirmou, sem dar detalhes.
Primeira-ministra da Nova Zelândia – TVNZ/via Reuters/Direitos reservados
*Com informações da agência de notícias argentina Télam.
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O brasiliense Marcello Valle Silveira Mello foi identificado pela polícia como sendo o responsável pela rede criminosa virtual que teria alimentado os ataques cometidos em Realengo, no ano de 2011, e na Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, na última quarta-feira (13).
Com um passado de propagação de ódio contra mulheres, negros, nordestinos e população LGBT, o indivíduo sempre esteve ligado ao submundo do incentivo a extremismos nesta ordem.
Durante sua vida, foi o administrador de uma série de grupos, fóruns e sites destinados a este tipo de grupo, formando uma rede criminosa que reunia vários desses extremistas, na intenção de compartilhar, planejar e motivar ataques como o ocorrido na última semana.
Conhecido como um cracker, termo utilizado no mundo virtual para uma espécie de hacker do mal, Marcello era bastante respeitado neste submundo. No ano de 2011, mudou-se de Brasília para Curitiba, a fim de cursar Direito em uma faculdade particular.
Na época, criou o site chamado Silvio Koerich. Os seus frequentadores comemoram a ação realizada por Wellington Menezes, protagonista do massacre cometido na escola onde estudava, em Realengo.
Nesta chacina que chocou o país, realizada em 7 de abril de 2011, o rapaz matou 10 meninas e 2 meninos sendo que, em seguida, tirou sua própria vida. A perícia acabou por constatar a informação prestada pelas testemunhas de que o criminoso tinha preferência pelos alvos femininos, atirando para matar as mulheres, e para ferir os homens.
O ato foi louvado pelos frequentadores da rede de Marcello, os quais trataram Wellington Menezes como herói. A Polícia Federal, na oportunidade, investigou o atentado, fazendo com que o site Silvio Koerich saísse do ar.
Em agosto do mesmo ano, o site voltou, defendendo a legalização do estupro e da pedofilia, Defendia também uma espécie de “estupro corretivo”, pela denominação dos próprios usuários, para lésbicas, incentivando inclusive outros homens a matar mulheres.
Iniciada no dia 10/01 e encerrada nesta semana, a Operação Verão da Lei Seca constatou uma redução em 56,39% de motoristas alcoolizados nas blitzes diurnas com relação ao registrado no ano passado. O número de condutores que apresentaram sinais de embriaguez caiu de 1.362 em 2018 para 768 neste ano nas operações durante o verão. Esta redução é resultado de um aumento da conscientização da população em evitar a combinação de álcool e direção também no período diurno. A queda trouxe, também, reflexos no percentual de habilitações recolhidas, veículos multados e rebocados.
A Operação Verão 2019 realizou 116 ações, abordou 15.065 veículos, gerou 4.035 multas e detectou 768 casos de alcoolemia. No total, 555 automóveis foram rebocados e 766 Carteiras de Habilitações foram recolhidas. A Operação Verão é realizada pelo quinto ano consecutivo e tem como objetivo realizar blitzes diurnas de fiscalização e conscientização nas principais áreas de lazer de todo o Estado do Rio de Janeiro.
A Coordenadora da Operação Lei Seca, Veronica de Oliveira afirma que o trabalho de fiscalização e educação nestes quase dez anos está levando a sociedade a rever o seu comportamento com relação à mistura de álcool e direção.
“Acredito que o endurecimento na Lei e a intensificação das ações fiscalizatórias e educativas estão criando um novo hábito na sociedade fluminense de não misturar mais álcool e direção, tanto que reduzimos em 56% o número de motoristas flagrados dirigindo sob influência de álcool comparado ao ano passado. Resultados como esse nos dão a certeza que estamos no caminho certo”, comemora a Coordenadora.
Na análise sobre as blitzes, que tiveram como foco a verificação de motoristas na saída de locais de lazer como praias e cachoeiras, constatou-se que o índice de motoristas alcoolizados nas fiscalizações diurnas ainda é maior do que nas fiscalizações noturnas regulares. O percentual de motoristas dirigindo sob influência de álcool de dia foi de 5,09% em relação ao total de abordagens enquanto à noite foram de 2,84%.
“As atividades de lazer no verão acabam levando a um maior consumo de álcool, mas é preciso que os motoristas se conscientizem de que os riscos da mistura do álcool e direção não têm hora. Ele é o mesmo de dia ou à noite”, disse o Superintendente das Operações da Secretaria de Governo, Major Carlos Eduardo Falconi.
O Brasil é considerado o 4º país com mais mortes de trânsito no mundo, por isso a necessidade em intensificar as operações de fiscalização e também preventivas, com ações pedagógicas, palestras e depoimentos de pessoas vítimas de acidentes de trânsito.
No final da tarde desta sexta (15), mesmo dia em que completam 18 anos do acidente com a P-36, o mergulhador Walter Luiz dos Santos, 39, da empresa Belov Engenharia, passou mal durante um mergulho e morreu.
O trabalhador estava na embarcação Aroldo Ramos, na Bacia de Campos, a serviço da Petrobras e não se sentiu bem durante um trabalho. Por volta das 16h foi transferido para a P-33 para atendimento pela enfermagem da plataforma e vídeo conferência com o médico, mas não resistiu. Walter era de Barra Mansa, no interior do estado.
A polícia e um médico acompanharam a retirada do corpo, que desembarcou ainda ontem (15), no aeroporto de Macaé e foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) do município. As causas da morte serão investigadas pela Polícia Civil. O Sindipetro-NF informou que uma comissão irá acompanhar de perto o caso.
Quando você vende a sua imagem para alguma marca que acaba se perpetuando ao longo dos anos, pode ter certeza que muitas pessoas vão ver a sua imagem e sequer vão saber quem você é, ou melhor, vão achar que você ainda é a mesma pessoa que era anteriormente.
Muitas marcas acabam ficando extremamente conhecidas e fazendo muito sucesso ao longo de vários anos, como é o caso da marca de palitos de dente “Gina”, que é muito popular e conhecida em todo o nosso país.
Se você já teve algum contato com essa caixinha de palitos, provavelmente já tenha visto que ela apresenta o rosto de uma mulher, que não foi alterado ao longo de muitos anos e, atualmente, essa foto é a marca e todas as pessoas lhe conhecem por conta disso.
No entanto, você sabe quem é essa mulher? Curiosamente a “Gina”, na verdade, se chama Zofia Burk, é polonesa, e veio para o nosso país como turista, mas por conta da sua aparência acabou se tornando modelo.
Ela aceitou fazer a campanha, mas nunca imaginou que ficaria tão conhecida e famosa em nosso país. Atualmente ela é sócia do seu filho em uma agência de turismo, veja como ela está:
Uma mulher foi assassinada pela companheira em Barra Mansa, no Sul do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Militar, o crime aconteceu na casa delas, na Rua Boa Esperança, no bairro Vila Coringa. A PM informou que a vítima foi identificada como Natiele Caitano dos Santos, de 33 anos.
De acordo com a PM, as duas começaram a discutir e se agredir. Em seguida, a autora do crime, também de 33 anos, matou a mulher. A suspeita, Sabrina Amaro, mandou mensagem no WhatsApp para a mãe dela contando do crime e pegou carona em um caminhão, sem contar o destino.
O corpo de Natiele foi encontrado na noite de quinta-feira (14) próximo à cama do quarto da residência. Ele já estava em estado de decomposição e foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) de Volta Redonda. O caso foi registrado na delegacia de Barra Mansa, onde foi verificado que a vítima tinha mais de 20 passagens pela polícia e a autora do crime, duas. Natiele era de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e estava há pouco tempo em Barra Mansa.
O corpo passava por necrópsia, e não havia informações sobre a causa da morte até a publicação desta reportagem. A PM informou que a morte pode ter sido provocada por estrangulamento.
“O Paulo me trouxe o sorriso de volta. Havia perdido o gosto de viver e ele me fez querer isso novamente”. É dessa maneira que a universitária Katriana Braga do Nascimento, de 21 anos, define seu relacionamento com o bombeiro Paulo Gomes Júnior, de 23, que começou após um grande trauma da jovem. Em 2009, a estudante sofreu um grave acidente de carro e acabou perdendo o namorado. Resgatada por bombeiros, após a recuperação ela foi até o quartel de Cachoeiro de Itapemirim, município que mora, ao Sul do Espírito Santo, e acabou conhecendo o atual companheiro. A relação de amizade foi o ponto de partida para o amor.
Por conta do acidente, Katriana ficou muito machucada e teve que permanecer internada por cinco dias. Não precisou realizar nenhuma cirurgia, mas uma lesão no braço a deixou presa à sessões de fisioterapia por alguns meses. “Depois que o Luan, meu namorado antes do Paulo, morreu, minha vida perdeu o sentido. Não tive mais vontade de nada, tudo perdeu a graça. Pensava que tão cedo eu não queria me envolver com mais ninguém. Foi um momento muito difícil na minha vida”, relatou.
Minha vida tinha perdido o sentido. O Paulo me trouxe o sorriso de volta”
Katriana Braga do Nascimento , universitária
Recuperada fisicamente, ela foi até o quartel do município para agradecer aos profissionais que a haviam resgatado e acabou conhecendo Paulo. Segundo o militar, a atração foi à primeira vista. “Quando a vi pela primeira vez já notei algo diferente, vi que era especial. Procurei ela em uma rede social e começamos a conversar. Depois pedi o telefone”, lembrou.
O relacionamento entre a universitária e o bombeiro, de fato, começou apenas depois de um ano que o casal se conheceu. “Não me sentia preparada para outro namoro depois de tudo o que me aconteceu, mas o Paulo soube esperar. Tudo começou como amizade, ele me dava forças para eu ir retomando a minha vida. Só depois de mais de um ano que já nos conhecíamos que eu realmente consegui me render a esse sentimento, que descobri ser amor. Ele teve aquele gostinho da conquista”, explicou Katriana.
Dia dos Namorados
O Dia dos Namorados é comemorado no Brasil no dia 12 de junho, nesta quarta-feira, mas o casal contou que resolveu se antecipar. Paulo está há dois meses em Brasília fazendo um curso de Tripulante Operacional, para bombeiros que querem trabalhar em helicópteros. Para não deixarem de comemorar a data, Katriana seguiu para a capital do Brasil nesta quinta-feira (6). “Vamos aproveitar para ir a alguma lugar diferente em Brasília, cidade que eu nunca estive. Acredito que vai ser bem marcante”, disse a jovem.
A universitária considera a data especial e contou que ela e o namorado sempre se presenteiam. “O meu aniversário é no dia 14, então às vezes aproveitamos para comemorar as duas datas juntas. Uma vez ele preparou uma festa surpresa para mim. Mas não é só nessa época que ele me surpreende, já aconteceu de me presentear fora desses dias”, lembrou.
Namorados passaram a fazer rapel juntos
(Foto: Paulo Gomes Junior/ Arquivo Pessoal)
Sintonia
A estudante disse que a confiança, amizade e companheirismo dos dois estão entre os principais motivos para o relacionamento dar certo, mas destacou a sintonia entre eles como uma característica especial do namoro.
“Temos muitos gostos em comum, mas quando isso não acontece, procuramos aceitar a preferência do outro. Acho importante lidar com as diferenças. Tento gostar de fazer as mesmas coisas que ele e um exemplo disso é o rapel. Antes eu morria de medo só de olhar, mas venci isso, hoje acompanho ele e acho super legal. Sempre procuro apoiar as decisões dele também, como no caso desse curso de Brasília. Eu sabia que teríamos que ficar um bom tempo sem nos ver, mas entendi que seria o melhor para ele”, falou.
O casal não deixou de acrescentar que também tem seus “altos e baixos”, como na maioria dos namoros, mas que isso nunca abalou o relacionamento. Para o bombeiro, o amor entre eles é obra do destino. “Acredito nisso, mas o destino pra mim tem nome, Deus. Tudo que acontece é planejado por Ele”, definiu Paulo.
Incentivo para profissão
Katriana é estudante do curso de Educação Física e também trabalha como recepcionista, mas depois que conheceu Paulo descobriu o que realmente quer para o futuro: ser bombeira, assim como o namorado.
A decisão foi tomada há pouco tempo e, por isso, ainda não foi possível tentar nenhum concurso, mas a universitária declarou que já se prepara para o próximo. “Acho que tem uma prova para o início do ano que vem. Essa minha decisão foi gradativa, pois após o meu acidente passei a admirar o trabalho dos bombeiros, é uma profissão muito bonita. O Paulo me incentiva muito a isso, ele foi a minha inspiração”, disse.
Ela ainda contou que o aprendizado no curso da faculdade também vai ajudar no futuro trabalho. “Eu não tinha nenhuma ambição de emprego antes, mas então entrei para o curso de Educação Física e percebo que a minha formação vai me ajudar muito como bombeira. Pretendo atuar nessa área física da corporação”, explicou a universitária.
Para Paulo, a escolha da namorada demonstra, mais uma vez, a sintonia entre o casal. “Eu dou muito incentivo e torço muito para que ela consiga realizar esse sonho. Ser bombeiro é o que eu mais gosto de fazer e é o que eu quero continuar fazendo o resto da minha vida. Ter ela para me acompanhar nessa carreira seria ótimo”, falou.
Foi dada a largada para a contratação de Porteiros (Controladores de Acesso) pela SME- Secretaria Municipal de Educação do Rio. Foi publicado no Diário Oficial, página 15, dia 15 de março de 2019. Há uma grande necessidade de contratação destes profissionais, ainda mais com esta triste onda de violência pelo Brasil. Confira a publicação abaixo.
SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO
Despacho do Subsecretário de Gestão
Expediente de 14/03/2019
Processo n° 07/008450/2018
Autorizo a abertura de licitação, na modalidade Pregão Eletrônico/SRP, no valor estimado de R$ 80.000.370,00 (oitenta milhões e trezentos e setenta reais), cujo objeto refere-se a prestação de serviço de agenciamento de controlador de acesso.
Rima Theisen, 37 anos, perdeu todos os pelos do corpo após dar à luz seu segundo filho, atualmente com 17 meses. De acordo com relato da britânica, os primeiros fios começaram a cair logo depois do parto de Tennyson, o primogênito, de 3 anos. Desde então, sua vida mudou.
“Muitos fios estavam saindo na escova”, conta ela. Cerca de seis meses após o nascimento do mais velho, veio o choque. “Eu também comecei a encontrar pedaços de cabelo no chão. Pesquisei na internet e descobri que a perda de cabelo pós-parto é normal”, relembra.
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Mas revela que já teve crises de autoestima Reprodução/Instagram
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Ela foi diagnosticada com uma forma de alopécia Reprodução/Instagram
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O processo pelo qual Rima passou se chama alopécia areata Reprodução/Instagram
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Rima afirma que só usa perucas em ocasiões especiais Reprodução/Instagram
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Ela e a família Reprodução/Instagram
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Rima Theisen perdeu todo o cabelo após sua segunda gravidez Reprodução/Instagram
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A mulher de 37 anos era dona de longos fios negros Reprodução/Instagram
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Mas viu todos eles caírem rapidamente Reprodução/Instagram
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Hoje, Rima se conforma com a nova aparência Reprodução/Instagram
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A mulher de 37 anos era dona de longos fios negros Reprodução/Instagram
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Mas viu todos eles caírem rapidamente Reprodução/Instagram
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Hoje, Rima se conforma com a nova aparência Reprodução/Instagram
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Mas revela que já teve crises de autoestima Reprodução/Instagram
A mulher explica que era dona de uma cabeleira vasta, portanto, a perda de alguns fios não apresentou diferença em seu visual. Contudo, novamente, seis meses depois de Clementine vir ao mundo, “mais e mais cabelo estava caindo”. “Fui ao meu médico e ele me tranquilizou: ‘Alguma perda de cabelo é normal após a gravidez’.”
“Mas em apenas quatro semanas, foi muito pior do que antes. Toda vez que eu tomava banho, meu cabelo saía em punhados”, diz Rima, que passou a não conseguir disfarçar as falhas no couro cabeludo. A britânica admite ter sofrido crises de autoestima. Porém, decidiu assumir a careca com a ajuda do marido e de familiares.
No trabalho, perguntavam se ela lutava contra um câncer. A situação piorou quando Rima perdeu as sobrancelhas e todos os pelos restantes do corpo. “Meu rosto parecia estranho e alienígena”, lamenta. Rima, contudo, tatuou sobrancelhas e aderiu aos cílios postiços.
Agora, a mulher – diagnosticada com uma forma de alopécia – se conforma com sua aparência. “Com o passar dos meses, sem nenhum sinal de crescimento natural, aceitei que meu cabelo provavelmente se foi para sempre”, diz, segundo a revista Crescer.
É normal perder cabelo pós-parto?
De acordo com a dermatologista Alciara Lima Cubo, da Associação Brasileira de Dermatologia, perder cabelo após dar à luz é normal. Chamado de eflúvio telógeno, o processo se dá devido aos hormônios acelerados que, durante a gestação, faz com que os fios cresçam e fiquem mais fortes. Passada a gravidez, estes fios caem.
Porém, diante do caso de Rima Theissen, Alciara explica que a britânica sofreu com outro processo, denominado alopecia areata. Considerada uma doença, não tem causa padrão, mas pode ocorrer devido a fatores de estresse, anemia, fatores imunológicos e tendência genética. Nos homens, da mesma forma.
Conforme a dermatologista, pessoas como Rima são aconselhadas a fazerem tratamento que podem ou não gerar resultados a fim de resgatar os fios. “Em torno de um ano, a tendência é que a pessoa recupere o cabelo perdido”, diz a especialista. Ela contrasta, afirmando que tudo dependerá de como o paciente responderá ao processo. Por último, Alciara conclui que a alopecia areata não é grave.