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Suicídio mata mais policiais que confronto em serviço, aponta relatório

No Brasil, a Polícia Militar ainda atua com a sombra do regime ditatorial que tomou conta do país por mais de 20 anos. De maneira geral, as instituições possuem uma rígida linha de conduta, que somada ao baixo investimento para o combate ao crime, estão contribuindo para o aumento dos casos de suicídio envolvendo policiais militares.

A Ouvidoria da Polícia do Estado de São Paulo apontou que apenas em 2017, houve 26 suicídios entre policiais, número superior ao seis mortos em confrontos com criminosos. Riscos, a paranoia causada pela pressão constante e a desvalorização, são alguns dos fatores que colocam os suicídios cometidos por PMs acima da média da sociedade civil.

Segundo o ouvidor Benedito Mariano – autor do relatório, os comandos das instituições devem se debruçar sobre o caso e criar métodos para impedir o crescimento desta prática. Mariano sugere um acompanhamento minucioso da saúde do policiais e que o Estado investigue as causas das mortes.

O conservadorismo e a falta de condições de trabalho contribuem para o aumento dos casos

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Em média, um soldado da PM paulista recebe pouco mais de R$ 3 mil reais por mês. Nos últimos quatro anos, os policiais militares tiveram apenas 4% de reajuste durante a gestão de Geraldo Alckmin.

Além da falta de condições ideais de trabalho, outro agravante é a postura excessivamente conservadora propagada pelo militarismo, desaguando na desumanização do PM. Em entrevista ao BuzzFeed News, o professor da FGV, Rafael Alcadipani, pede que as corporações não abafem o tema.

“Um policial procurar ajuda é visto como uma derrota. ‘Você não é um herói’. O herói precisa aguentar tudo, não pode sofrer”, finaliza.

Em nota, a Secretaria de Segurança Pública do Estado ressaltou que a PM conta com um sistema de saúde mental e que a Polícia Civil criou uma divisão de prevenção e apoio assistencial.

“As polícias paulistas dedicam especial atenção aos cuidados psicológicos dos policiais que integram os quadros das instituições fornecendo todo o suporte necessário. O Sistema de Saúde Mental da PM disponibiliza aos policiais serviços de atendimentos psicossociais realizados por psicólogos e assistentes sociais do Centro de Atenção Psicológica e Social (CAPS), sediado na Capital, bem como nas unidades policiais que possuem Núcleos de Atenção Psicossocial (NAPS)”.

ANIVERSÁRIO DE 27 ANOS NO NEYMAR – O QUE TEVE?

Neymar promoveu uma festa de gala nesta segunda-feira, em Paris, para celebrar o aniversário de 27 anos. O jogador reuniu cerca de 500 escoradosconvidados no Pavillon Gabriel.

Ney descoloriu o cabelo e vestiu vermelho, desde a roupa até o acessório Daivid Brazil as muletas.
Neymãe e Neyrmã estavam lindíssimas e orgulhosas do menino Ney. Os convidados precisavam vestir o tema Moulin Rouge/Pomba Gira.

 

Meu sonho de princesa é ver Neyrmã em alguma edição de A Fazenda, eu acredito muito no potencial dela.
Durante boa parte da festa, menino Ney foi visto de chamego com Rafaela Porto, que é conhecida por ser ex-participante do The Voice Brasil, apontada como atual ficante o craque.
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Daniel Alves prova que com muito dinheiro e todas as grifes do mundo ao seu dispor… é possível continuar cafona.
Matheus Mazzafera com Izabel Goulart e Kevin Trapp para dar um descanso para os nossos olhos. Uffa!
Lembra do Rodriguinho “sorria que eu estou te filmando” dos Travessos? Então, estamos todos velhos…
O dress code dizia: “VENHA DE VERMELHO”. Nego do Borel colocou qualquer roupa e meteu uma boina da cor da festa pra ninguém reclamar. Quem nunca?
O jogador foi surpreendido com a presença da cantora Marília Mendonça que chegou cantando o parabéns junto com o bolo.
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Falando no bolo, o cardápio da festa era bem brasileiro e não faltou coxinha, kibe, bolinha de queijo, brigadeiro e cajuzinho.
Agora vocês imaginem a Bruna Marquezine, toda chic e pomposa, tendo que conviver com a elegantééééééééérrima Tati Zaqui?
Ou dividindo o espelho do banheiro com finíssima MC Mirella? Que look é esse, minha gente? kkkkk
Ney mostrou todo o seu talento para a música e para indiretas cantando “eu tô solteiro de novo“. Olha que livramento Deus te deu, Bruninha!?
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Entre um barraco e outro com a Safaex Mileide Mihaile, Wesley Safadão apostou em um look bicha velha dos anos 90.
Thyane Dantas, a safaesposa, se travestiu de almofada de bordel.
Já na metade da festa, menino Ney teve que trocar as muletas por uma cadeira de rodas. Não deve ser fácil carregar tanto escorado e continuar de pé.
Força, guerreiro!
Fonte:morridesunga

Apaixonada por animais, professora é encontrada abraçada à cachorrinha em meio à lama de Brumadinho

Além de trabalhar pelas pessoas, ela amava os animais. Em casa tínhamos araras, cães, marrecos, pavões… um bezerro. Todos ficavam soltos. Para ela, eram como filhos”, lembra o engenheiro geólogo Edson Albanez, marido da professora e secretária de Desenvolvimento Social de Brumadinho, Sirlei Brito Ribeiro. E foi justamente por causa desse amor pelos animais que Sirlei, provavelmente, abandonou a caminhonete para salvar uma cachorrinha, a Bibi. Ela é um dos 134 mortos da tragédia da Vale, que ainda é responsável por 199 desaparecidos.

O Corpo de Bombeiros acredita, pelo cenário encontrado, que Sirlei já estava dentro da caminhonete da família, quando decidiu voltar para resgatar a Bibi, uma Lhasa Apso de nove anos. A posição em que a chave do carro estava indica que ele foi deixado ligado. Não houve tempo. A professora acabou sendo localizada já sem vida, em meio à lama, abraçada à cachorrinha. Os demais bichos da família conseguiram fugir, inclusive a outra cadela, Lisbela, uma rottweiler de dois anos. Eles estão em abrigos, montados em Brumadinho, especialmente para acolher animais afetados pela tragédia.

 

A casa ficou destruída após ser atingida pela lama (Reprodução/Facebook)

No momento em que a barragem se rompeu, Sirlei estava em casa com uma funcionária e com o jardineiro que trabalhava há uma década com a família. Ele contou aos bombeiros que ela perguntou que barulho era aquele, após o estrondo do rompimento da barragem. Percebendo que era algo grande, o jardineiro relata que saiu correndo, gritando para elas fugirem também. A funcionária doméstica estava dentro da casa e também correu gritando para Sirlei fugir com ela. A professora ficou e não foi mais vista viva. A equipe de resgate acredita que ela chegou até a caminhonete, mas voltou para salvar o animalzinho.

Arquivo pessoal

O marido, Edson, havia saído para uma reunião de trabalho em Belo Horizonte. Ele convidou a esposa, já que ela estava de férias, mas Sirlei decidiu ficar. “Parece que fui rejeitado por Deus. Saí às 11h para uma reunião às 12h. Reuniões são comuns às 10h, em outros horários, mas na hora do almoço, não. Eu fui tirado de lá. Sinto como se Ele tivesse dito pra mim ‘você ainda tem que ficar aí, tem muito a fazer. Ela já está com o exercício de vida resolvido’”, afirma ao BHAZ. “E eu acredito nisso pela pessoa especial, generosa que ela sempre foi. É uma solidão imensa, uma dor profunda por ficar sem ela. Mas eu agradeço pela oportunidade de amá-la”.

Sirlei era muito querida onde morava. O marido conta que ela sempre trabalhou em prol da comunidade. “A Sirlei criou a associação comunitária, construiu um centro comunitário, trabalhou para a instalação de poste de iluminação, era advogada e fazia trabalhos sem cobrar. Todo mundo a conhecia. Resolvia tudo o que podia. Queria salvar o mundo ao redor dela”.

Arquivo pessoal

Sirlei tinha 48 anos, dos quais 13 anos vividos com Edson. Ele morava na casa há 27 anos, e ela se mudou para o local quando se casaram. Edson pretende adotar outro estilo de vida e seguir no ativismo social ao qual a esposa se dedicava. “Tudo o que eu construí em 40 anos de trabalho eu perdi. Tinha uma casa super luxuosa. Gastei uma fortuna na construção e nos artigos dentro dela. Fiquei com a roupa do corpo. Essas coisas todas não têm o menor significado. Vou viver uma vida simples, servindo às pessoas. Eu recebo uma mensagem que é pra eu começar de novo de outra forma”.

Com falta de médicos em posto de saúde, prefeito assume e realiza atendimentos

Uma atitude inusual aconteceu em Imbituba, município litorâneo de 40 mil habitantes no sul de Santa Catarina. O prefeito da cidade, Rosenvaldo da Silva Júnior (PT-SC), eleito em 2016, mas que também é médico cardiologista, decidiu “botar a mão na massa” para atender pacientes que estavam na fila de espera no Posto de Saúde do Campo Aviação.

Rosenvaldo vêm realizando atendimentos voluntariamente porque recentemente o posto perdeu quatro médicos licenciados. Para piorar a situação, alguns profissionais entraram em férias.

De modo a evitar a piora e defasagem no atendimento, a Secretária de Saúde de Imbituba pediu o apoio do prefeito, que de prontidão, assumiu as responsabilidades de médico cardiologista.

“Nós tivemos, nos últimos meses, a saída de quatro profissionais. E, nesse mês de janeiro, alguns médicos estão de férias. Com isso, estamos com algumas unidades com defasagem no atendimento. A Secretária de Saúde pediu o nosso apoio, por isso, viemos atender a população e fazer a nossa parte”, disse o prefeito.

Imbituba vem crescendo exponencialmente nos últimos anos, – especialmente devido ao turismo da cidade, em alta, – mas os serviços públicos não têm acompanhado o avanço da população com a devida agilidade.

A cidade é considerada a capital nacional da Baleia-franca e possui diversas praias importantes, como a Praia do Rosa, eleita uma das 30 baías mais bonitas do mundo, além da Praia da Vila. Seu conjunto de ilhas e ilhotas próximas adornam a cidade com uma beleza extra. Além disso, destacam-se a Trilha Ecológica do Farol e regiões perfeitas para a prática do surf, com uma das maiores e melhores ondas do mundo, tendo sido palco para o WCT, o campeonato mundial da modalidade, de 2003 a 2010.

Fonte: Sorocabanices

BEBER APENAS UM ENERGÉTICO ESTREITA OS VASOS EM 90 MINUTOS, AUMENTANDO RISCO DE AVC E INFARTO; DIZ ESTUDO.

Apenas uma latinha de energético é suficiente para aumentar o risco de um AVC, e infarto de acordo com estudo.
Segundo uma pesquisa recente realizada pela Universidade do Texas nos EUA, consumir apenas uma lata de bebida energética é suficiente para aumentar consideravelmente o risco de ter um Acidente Vascular Cerebral (AVC), ou um infarto.

E isso acontece em pouco tempo, o estudo revelou, que apenas 90 minutos depois da ingestão, a bebida faz com os vasos sanguíneos se estreitem, dificultando a circulação do sangue no organismo.

Outros estudos já haviam apontado que os efeitos do consumo do produto, é semelhante ao da cafeína em excesso.
Para concluir a pesquisa, os cientistas analisaram 44 estudantes da McGovern Medical School, que faz parte da Universidade do Texas – eles eram não fumantes, e classificados como pessoas saudáveis.
Eles queriam saber qual é o efeito da bebida no endotélio, camada celular que reveste os vasos sanguíneos, em cada organismo.

Os participantes receberam a bebida energética, e dentro de 90 minutos, ficou constatado que o diâmetro interno dos vasos, se contraiu com relação ao tamanho do endotélio, cerca de 50%.

O estudo tem grande relevância devido a enorme quantidade na demanda de consumo deste produto. E em especial entre pessoas jovens.
Os pesquisadores de áreas de saúde se preocupam também com os efeitos a longo prazo do consumo desses produtos, que ainda não estão totalmente revelados.
O efeito é semelhante ao da cafeina, entretanto existem outros agentes químicos na bebida, e enorme quantidade de açúcar, e todos esses compostos associados formam uma substância nociva a saúde.

EMPRESÁRIO É ASSASSINADO EM ASSALTO NA PORTA DE CASA NO RJ

*3°CPA-24°BPM*
*Informando-Presta*
Setor A com ocorrência de Homicídio na UPA-Queimados.
Primeiras informações são conta de que a Vítima, a qual seria dono da Casa de material de contrução Casa Verde, o Sr. Marcelo Augusto Carneiro se encontrava no portão de sua casa quando dois elementos em um veículo de cor branca anunciaram o assalto, onde efetuaram DAFs contra o mesmo. Que o mesmo foi socorrido pelo seu genitor à UPA- Queimados, não resistindo aos ferimentos e vindo a óbito.

ASSALTANTES ROUBANDO CASAS EM CAMPO GRANDE!! CUIDADO!!(FOTO)

Assaltantes roubando casas em Campo Grande.

Dois gansos estão roubando casas em Campo Grande, a primeira foi no bairro Novo Campo Grande e hoje uma casa no bairro Agulhas Negras próximo a praça da Vitória, eles invadem seu quintal roubam o que podem e se não tiver alguém em casa eles entram na casa e levam tudo, conseguimos a imagem do carro que eles estão usando para cometer os assaltos, muito cuidado galera de Campo Grande, deixem os portões fechados!!!

Carro (Fiat Parati)
Cor (Branco)
4 Portas .

Deslizamento: Maior tragédia do Brasil foi em 1967 no RJ, 1700 Mortos

ma cruz de 10 metros na subida da Serra das Araras (Piraí-RJ), no local conhecido por Ponte Coberta, marca o início de um enorme cemitério construído pela natureza. Lá estão cerca de 1.400 mortos (fora os mais de 300 corpos resgatados) vítimas de soterramento pelo temporal que atingiu a serra em janeiro de 1967. Foi a maior tragédia da história do país, superando o número de mortos da atual tragédia na Região Serrana do Estado do Rio de Janeiro, hoje acima de 500.
No episódio da Serra das Araras, suas encostas praticamente se dissolveram em um diâmetro de 30 quilômetros. Rios de lama desceram a serra levando abaixo ônibus, caminhões e carros. A maioria dos veículos jamais foi encontrada. Uma ponte foi carregada pela avalanche. A Via Dutra ficou interditada por mais de três meses, nos dois sentidos.
A Revista Brasileira de Geografia Física publicou, em julho do ano 2016, a lista das maiores catástrofes por deslizamento de terras ocorridos no país. O episódio da Serra das Araras, com seus 1700 mortos estimados, supera de longe qualquer outro acidente do gênero no país. A avalancha de lama desceu chegando ao Bairro jardim Maracanã em Seropédica, matou muitos peixes no Rio Guandu, sendo um dos maiores desastres ambientais do mundo na época.
Para se ter uma idéia do que ocorreu na Serra das Araras basta comparar os índices pluviométricos. A atual tragédia de Teresópolis ocorreu após um volume de chuvas de 140mm em 24 horas. Na Serra das Araras, em 1967, o volume de chuvas chegou a 275 mm em apenas três horas. Quase o dobro de água em um oitavo do tempo.
Mas o episódio da Serra das Araras parece ter sido apagado da memória do país e, especialmente, da imprensa. O noticiário dos veículos de comunicação enfatiza que a tragédia da Região Serrana do Rio superou o desastre de Caraguatatuba em março de 1967 (ver abaixo). O caso da Serra das Araras, ocorrido em janeiro daquele mesmo ano, sequer é citado.
Até a ONU embarcou na história e colocou a tragédia atual entre os dez maiores deslizamentos de terras do mundo nos últimos 111 anos.

Caraguatatuba

O ano de 1967 foi realmente atípico. Em março, dois meses após a tragédia da Serra das Araras, outro desastre atingiu Caraguatatuba, no litoral paulista. Chovia quase todos os dias desde o início do ano (541mm só em janeiro, o dobro do normal). Do dia 17 para 18 de março, um temporal produziu quase 200 mm de chuvas em um solo já encharcado. No início da tarde de 18 de março, sábado, a tragédia aconteceu sob intenso temporal que chegou a acumular 580mm de chuvas em dois dias (Teresópolis teve 366mm em 12 dias).
Segundos os relatos da época, houve uma avalanche de lama, pedras, milhares de árvores inteiras e troncos que desceu das encostas da Serra do Mar, destruindo casas, ruas, estradas e até uma ponte. Cerca de 400 casas sumiram debaixo da lama. Mais de 3 mil pessoas ficaram desabrigadas (20% da população da época). O número de mortos – cerca de 400 – foi feito por estimativa, pois a maioria dos corpos foi soterrada ou arrastada para o mar.
Detalhe: Caraguatatuba, em 1967, era um balneário turístico de 15 mil habitantes. Dá para imaginar quais seriam as consequências se aquela tragédia ocorresse hoje, com os atuais 100 mil habitantes.

‘Vimos mortos nas árvores, braços na lama’

Bárbara Osório-MacLaren nasceu na Alemanha em janeiro de 1939. Tendo sobrevivido à II Guerra Mundial, veio para o Brasil com a família em 1950, quando tinha 11 anos, atendendo a um chamado do avô materno, que já vivia no país.
Foi morar em São Paulo, na Tijuca Paulista, fez Admissão no Externato Pedro Dolle e, quando jovem, estudou no Ginásio Salete. Frequentava o Clube Floresta: “Nos encontrávamos (com os amigos) para nadar ou praticar outro esporte”, relembra.
Em 1961, mudou-se para a Inglaterra. Seis anos depois, aos 28 anos de idade, voltou ao Brasil para rever os amigos.
Já no Rio de Janeiro, em 22 de janeiro de 1967, às 23 horas, tomou um ônibus da Viação Cometa com destino a São Paulo. Um temporal desabou na Via Dutra, que acabara de ser duplicada. Nunca, naquela região, se havia visto ou iria se ver uma chuva tão forte quanto aquela que presenciava a jovem alemã e que ela relata a seguir:
– Dentro de 40 minutos, na Via Dutra, houve um temporal. O nosso ônibus já estava na subida, mas a estrada se abriu a nossa frente. Lá ficamos até a manhã do dia seguinte. Pela rádio ouvimos os gritos de pessoas em outros carros, estavam sufocando na lama.
Bárbara dá detalhes: “Pela manhã, descemos o morro a pé, vimos mortos nas arvores, braços na lama, as reportagens nos jornais falavam de mais de 400 mortos. Eu desmaiei no transporte de caminhão desta cena ao Centro do Rio. Quando acordei do coma ou desmaio, estava em Lisboa, Portugal. Em outras palavras, em vez de me levarem a um hospital no Rio, me despacharam para a Europa”.
A experiência da jovem alemã, hoje com 72 anos, foi contada há dois anos em um depoimento ao site “São Paulo Minha Cidade” e dá a dimensão do que ocorreu na Serra das Araras em 1967.
Mas seu depoimento, 42 anos após a tragédia, é uma raridade. Há poucas histórias registradas sobre os acontecimentos da época, por duas razões: carência de boa cobertura jornalística, em virtude dos parcos recursos tecnológicos da imprensa no período, e o fato de que o episódio foi tão trágico que poucos sobreviveram para testemunhá-lo.
Outra das poucas histórias que sobreviveram também envolve um cidadão estrangeiro. É a história do motorista do ônibus prefixo 529 da Viação Cometa, que salvou a vida de quase todos os passageiros. O motorista, quando vislumbrou a tragédia que poderia se suceder, pediu que todos deixassem o ônibus, mas um estrangeiro recusou-se à deixar o veículo. Poucos minutos depois, uma rocha rolou e caiu sobre o ônibus, matando o estrangeiro.

Advogado lembra trabalho de presos

O advogado Affonso José Soares, de Volta Redonda, que morava em Piraí na época da tragédia, lembrou que, na madrugada da tragédia na Serra das Araras, trabalhava em um habeas corpus para a libertação de sete presos. Eles haviam sido detidos, em flagrante, cerca de dois meses antes, praticando um jogo ilegal de aposta conhecido como “Jogo da Biquinha”. Durante a madrugada, percebeu o barulho do estrondo, mas continuou o trabalho com o auxílio de um lampião, já que a cidade ficou às escuras por causa dos deslizamentos na serra.
– Estava trabalhando no meu escritório e escutei o estrondo por volta de uma ou duas horas da manhã. Estava trabalhando intensamente em um habeas corpus para sete presos que estavam na cadeia de Piraí e, quando as luzes se apagaram, tive que usar um lampião durante a madrugada toda – lembrou.
Na manhã seguinte, segundo ele, o município foi “invadido” por passageiros do Rio de Janeiro e de São Paulo, que ficaram impossibilitados de passar pela serra devido aos desmoronamentos e crateras.
– Foi uma ocorrência de acidente muito grave. Os ônibus de São Paulo e carros do Rio entravam em Piraí e não tinham como seguir viagem. O comércio foi praticamente invadido por passageiros. A tromba d’água tinha destruído praticamente todo o acesso. Na Serra das Araras, havia crateras enormes. Demoraram quatro ou cinco meses para restabelecer a situação – lembrou.
Antes do meio dia, no dia da tragédia, o advogado lembra que foi procurado pelo delegado que pediu sua ajuda para convencer os presidiários a colaborarem no resgate das vítimas.
– O contingente da delegacia era de cinco pessoas, entre policiais militares e civis e havia necessidade imediata de pessoas para realizar o trabalho de prestar socorro às vítimas presas nas crateras. O delegado acrescentou que os presos depositavam confiança em mim e me respeitavam e que eu poderia convencê-los a ajudar – continuou.
Ao dirigir-se àquele que seria o “líder” dos presos, Affonso recordou que frisou a oportunidade de os presos mostrarem humanidade e solidariedade.
– Falei que eles estavam tendo uma oportunidade de prestar um serviço público e demonstrar espírito solidário. Mesmo assim, lembrei que se esboçassem qualquer reação de rebeldia poderiam ter sérios problemas, porque eu tinha material suficiente para incriminá-los. Eles aceitaram e pediram para dizer que estavam nas mãos do delegado – acrescentou o advogado.
Os sete presos fizeram o trabalham mais pesado do salvamento: foram amarrados por cordas e descidos até o local em que estavam às vítimas. Além de auxiliar no salvamento e nos primeiros socorros aos sobreviventes, apanhavam corpos e os traziam abraçados.
“Eles eram fortes e fizeram um trabalho que ninguém queria fazer. Trabalharam por 48 horas e voltaram à delegacia para ajudar na parte burocrática”, frisou Affonso.
Dias depois, por intermédio de um escrivão piraiense que vinha de São Paulo, Affonso descobriu que o trabalho executado pelos presos havia ido parar na primeira página do Jornal da Tarde com o título “Os sete homens bons”. Sem pestanejar, anexou a reportagem ao processo que estava organizando.
– Apanhei a primeira página do Jornal da Tarde e juntei ao habeas corpus e tenho certeza que isso contribuiu para obter a liberação deles. Eles demonstraram seu lado humano, o de quem não é só criminoso, bandido – explicou.

Edição de matérias sobre Seropédica e atualidades.

VOCÊ É DONO DE PIT BULL OU CONHECE ALGUEM QUE TEM? LEIA ISSO…(IMAGENS FORTES)

Para quem ñ me conhece me chamo. odair tenho 42 anos.Vou contar o que aconteceu comigo dia 30/01/2019.Eu trabalho fora fico 5 dias da semana longe de minha família. Quando chega  da minha folga Vou para casa ver minha família. Tenho uma pitbull fêmea chamada safira de 3 anos .Quando eu chegava em casa ela vinha me receber com uma alegria imensa eu pegava ela no colo noós  rolavamos no chão era o xodó da família.

No dia 29/01/2019 ñ foi diferente me recebeu com muito carinho .No dia 30 /01/2019 ao amanhecer abrimos a porta ela entrou para dentro de casa e deitou comigo em minha cama brincamos como sempre fazíamos.

Nesse mesmo dia por base de uma 15 hrs estava eu e minha esposa e meus 3 filhos sentados na garagem de casa.Nós temos uma tartaruga tigre d’água ela quando ñ esta na água esta andando pelo quintal isso era rotina, a pitbull nunca ligo para isso.

Até esse dia do nada a pitbull começou a querer morder a tartaruga ai eu a repreendi falando safira vc ñ vai morder a bolinha. Aí eu peguei a tartaruga do chão nesse dia foi quando o maior pesadelo dia minha vida começou. Do nada ela começou a me atacar eu gritava safira vai deitar ela n me ouvia ficou chega com seu instinto de agressividade e começou a me morder.

Pegou em minha panturrilha sentir seus dentes me rasgar entrei em desespero mandei tds entrarem para dentro encontro ela me atacava. Ñ tinha oque fazer sua mordidas eram muito fortes eu sentia na pele à força de suas mordidas . Ela me derrubou e me mordia ela ñ me obedecia mais estava sega so queria me estraçalhar com suas mordidas minha família estava em desespero. Eu só pensava meus Deus como vou sai disso eu sentia muita dor sangue jorrava longe. Aí foi quando eu peguei uma lima dessa de amolar faca e comecei a fura ela dei várias espetadas nela mais ela continuava à me morder furiosamente. Foi quando vi q ela ia acabar me matando eu gritei me de uma faca ou ela vai me matar . Meu filho me deu a faca ai ela me derrubou e veio tentar pegar em meu pescoço foi quando eu coloquei o braço na frente e ela agarrou meu braço em quanto ela mordia eu a esfaqueava com as força que me restava foram várias facadas nela até ela perder as forças e para de me atacar a última facada q dei nela deixei enficada em seu pescoço meu sangue jorava pelo meu quintal inteiro e ela continuava viva com aquela faca enfiada em seu pescoço. Fui levado as peças para o hospital pq perdia muito sangue. Na hora do ataque pensei q era meu fim mais Deus é grande e me deu forças para lutar . Ñ sei oque levou ela a me atacar pq foi criada dês de pequeno com minha família era muito amada por nois. Só eu e quem ja sofreu um ataque de pitbull e sobreviveu sabre oq é sentir na pele à dor da mordidas ….. ( ela ñ morreu passou por uma cirurgia )Quem tem seu pitbull Toma cuidado eu tbm pensava q isso nunca ia acontecer comigo (Quem ler deixa seu up)