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Criança tem traumatismo craniano após ser atingida por poste em praça no Rio

Um menino de 7 anos teve um traumatismo craniano após ser atingido na cabeça por um poste de luz enquanto brincava em uma praça, em Cordovil, na Zona Norte do Rio, na noite desta quinta-feira. Izac Bernard Batista estava sentado em um banco de cimento da Praça 12, entre uma quadra de futebol e um balanço, quando o equipamento tombou em sua direção. Desmaiado após perder muito sangue, o garoto foi levado para o Hospital estadual Getúlio Vargas, na Penha, onde está internado. De acordo com a Secretaria estadual de Saúde, o quadro dele é estável.

Cerca de dez pessoas e pelo menos um adulto presenciaram o acidente. Geiza de Souza, de 41 anos, que estava na praça naquele momento, conta que ninguém encostou no poste antes de ele cair.

– Caiu sozinho, do nada. As crianças não encostavam naquele poste porque ele dava choque. Elas se reúnem aqui quase todos os dias durante as férias, porque é o único local de lazer da região. Mas sempre tem um adulto junto para evitar de eles irem para o meio da rua. A gente achava que a praça era um lugar seguro – lamentou Geiza.

Terceira vez

Tio de Izac, o advogado Aldair Daniel Vasconcelos, de 59 anos, reclama da falta de manutenção da praça e afirma que não é a primeira vez que um poste cai no local.

– É a terceira vez que isso acontece. Primeiro um poste caiu e foi substituído pela prefeitura. Depois vimos que outro poste ameaçava cair e nós mesmos fomos lá e o derrubamos, mas a prefeitura nunca pôs outro no lugar. E agora, essa tragedia. A gente cansa de pedir manutenção na praça – desabafa.

Aldair foi o primeiro a acionar a prefeitura após seu sobrinho ficar ferido. Por volta das 23h30, três horas após o incidente, uma equipe da RioLuz chegou ao local, serrou o poste na base e levou todo o equipamento embora.

– Eu ainda perguntei se não era preciso fazer uma perícia, mas o funcionário me disse que como não tinha morrido ninguém não seja necessário – conta Aldair.

De acordo com a família, Izac teve traumatismo craniano e vomitou três vezes durante a noite. O menino não foi submetido a cirurgia e está em observação, segundo parentes.

Procurada, a prefeitura não se pronunciou até a publicação desta reportagem.

Costureiras de comunidades e detentas do Rio produzem uniformes para alunos da rede municipal

Costureiras de cooperativas de comunidades cariocas e detentas da Penitenciária Talavera Bruce estão ajudando na confecção dos uniformes dos alunos da Rede Municipal de Ensino. A iniciativa inédita é fruto da determinação do prefeito Marcelo Crivella, que estabeleceu como meta prioritária criar postos de trabalho e gerar renda para a população mais carente, além de contribuir com a reabilitação das presas. O aproveitamento da mão de obra foi acordada pela  Secretaria Municipal de Educação e a empresa responsável pela produção das peças.
– A Prefeitura está usando o seu poder de compra para fortalecer as cooperativas com mão de obra local. Com isso, cria uma opção de renda para nosso bravo povo trabalhador e impulsiona o desenvolvimento econômico nas áreas mais vulneráveis da cidade – ressalta o prefeito.
Serão produzidas pelo menos cem mil camisetas por costureiras e detentas. Todas as peças passam pelo controle de qualidade da empresa responsável pela fabricação dos uniformes. As camisetas já são entregues cortadas para que costureiras e detentas façam os fechamentos das blusas. No total, serão entregues aos alunos da rede municipal cerca 1, 3 milhão de camisetas (duas para cada um) neste ano letivo. A produção foi iniciada no ano passado.
As costureiras das cinco cooperativas já demostraram que são mestres na função, ao produzirem as peças-piloto que comprovaram suas habilidades. Já o trabalho das presas da Talavera Bruce está sendo conduzido pela Fundação Santa Cabrini.
Moradora do Morro da Providência, Marcia Raquel Alves de Araújo, 47 anos, aprovou a iniciativa da Prefeitura. “Na cooperativa, eu consigo fazer uma renda e aprender uma nova profissão. Essa chance está abrindo portas. É uma oportunidade de contribuir para que as crianças sejam identificadas quando forem à escola, e nós vamos saber quem fez”, disse, sem esconder o orgulho.
Desempregadas, Ana Beatriz Souza Kellel, 31, e Marcia Alves dos Santos, 42, comemoraram a oportunidade. “Está todo mundo sem trabalho e precisando de dinheiro. É uma chance de fazer renda”, disse Marcia.

Cria da Zona Oeste atacante do Vasco decide hoje a Copa São Paulo de Futebol Júnior

É impossível tirar o sorriso do rosto de João Pedro Costa Contreiras, de 18 anos, morador de Realengo. O adolescente, que era lateral-esquerdo do infantil do Vasco e chegou a ser convocado para um período de treinamentos com a seleção brasileira sub-15 , hoje é um dos destaques como atacante do time na Copa São Paulo de Futebol Júnior que nesta sexta-feira (25) disputa a grande final da competição contra o São Paulo.
Descoberto por um núcleo oficial do Vasco, nascido em 2000, João Pedro deu seus primeiros passos aos sete anos de idade, por influência do avô José Roberto, um vascaíno fanático. Antes de ser aprovado numa peneira do clube do coração, no início de 2013, a promessa desfilou seu talento no futsal do Bangu. Ao revelar detalhes de sua trajetória, o lateral falou sobre sua relação com o Vasco.
” O Vasco é minha segunda casa, meu primeiro amigo. Tudo que conquistei no futebol foi por conta do Vasco. Foi o clube que me deu uma chance e que confia em mim até hoje. Sou muito grato ao Vasco. Espero retribuir essa confiança com boas atuações. Quero dar alegrias para a nossa torcida – afirmou.

SUPERMERCADOS SUPERPRIX VAGAS P/ REPOSITOR, CAIXA, AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS, AÇOUGUEIRO – R$ 1.280,00 – COM E SEM EXPERIENCIA – RIO DE JANEIRO

Supermercado moderno, aconchegante e sempre preocupado em oferecer o melhor atendimento ao cliente. Começando sua trajetória na Zona Norte carioca, ganhou destaque por atender à crescente demanda de consumidores que buscavam produtos mais sofisticados a um preço justo. Com o foco na qualidade desde cedo, a rede SuperPrix se expandiu rapidamente e passou a atender também a região de Niterói e a Zona Sul do Rio. Em seguida, com o lançamento do SuperPrix Online, a atuação da rede ficou ainda mais abrangente e passou a atender quase toda a cidade. A rede Superprix tem vagas para auxiliar de serviços gerais, operadora de caixa, repositor, triciclista, açougueiro. A escolaridade mínima é o 1º grau completo e, para os cargos mais técnicos que envolvem perecíveis, é necessária experiência anterior comprovada. A seleção será feita por

 

 

 

análise curricular, entrevista com o RH, avaliação técnica, em alguns casos, e entrevista com o gestor. Os contratados recebem treinamento de ambientação, normas de segurança e treinamento específico da função. O salário e os benefícios são informados na etapa de entrevista com o RH, durante o processo seletivo. Os interessados já podem se candidatar através do email recrutamento@superprix.com.br

MENINA DE 13 ANOS ENCONTRA ADOLESCENTE QUE A ESTUPROU NO FACEBOOK; OITO JOVENS FORAM PRESOS

Pelo Facebook, uma menina de 13 anos conseguiu encontrar um menino do grupo que a estuprou no ano passado.

A adolescente voltava da piscina pública da cidade de Velbert, na Alemanha, quando foi levada para um parque local e estuprada repetidamente por oito adolescentes de 14 a 17 anos. Ela foi ajudada por um amigo da família que a encontrou no local.

Meses depois, a menina rastreou os jovens nas redes sociais e conseguiu encontrar um deles. Levou a informação à polícia que o prendeu no mesmo dia. Pelo celular do garoto, as autoridades locais rapidamente identificaram e prenderam os outros sete.

Nesta semana, todos foram condenados, segundo o site Daily Mail. A pena máxima foi de quatro anos e, a mínima, de 15 meses. Dois dos meninos haviam fugido para Bulgária, país de origem de todos eles, mas já haviam sido presos e serão extraditados para serem julgados novamente e cumprirem pena na Alemanha.

 

HOMEM É MORTO POR ENGANO EM CAMPO GRANDE!!

O  Paraquedista Valdinei Oliveira Pereira que foi assassinado nessa Quinta Feira (24) Por volta das 10 horas da manhã ai,  na Avenida  Joaquim Magalhães , próximo a Avenida Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro foi morto por engano.

Segundo amigos e parentes Ele foi confundido com um bandido que está foragido , ele estava na hora errada e no lugar errado.

Segundo um parente de Valdinei que prefere não se identificar, a vitima não morava mais em Campo Grande e veio ao bairro visitar amigos e familares

A vitima era comerciante em Minas Gerais e tinha se mudado algum tempo e veio aqui para visitar as pessoas que ele amava, disse o parente

Nas redes sociais a comoção pela morte do paraquedista é muito grande!!

” Meus sentimentos aos familiares,nossa ! Aínda sem acreditar..nos formamos juntos na 2°bateria pantera do 8° GAC PQDT ! Gnt boa d+. família para-quedista em luto. Sd bandeira 61.536..” Disse um amigo paraquedista

” Muito triste com notícia. O conhecia há 19 anos, era amigo do meu esposo, uma pessoa maravilhosa. Que Deus em sua infinita misericórdia console seus familiares. Vai em paz Nei!” disse uma amiga

Ainda não sabemos a hora do velório e do enterro, estaremos informando aos nossos seguidores

A pagina Antigo Campo Grande estima solidariedade  para com a familia e os amigos da vitima

 

FIQUE SABENDO DO CASO

Segundo testemunhas, um carro branco se aproximou da vitima e efetuou os disparos, o caso ocorreu

bem próximo a um posto de gasolina na região

 

LEONARDO FOI AMEAÇADO E JURADO DE MORTE NA PRISÃO

Jorge Benjamin, pai do DJ Leonardo Nascimento, preso injustamentepelo latrocínio de Matheus Lessa em um mercadinho na Zona Oeste do Rio, afirmou que o filho sofreu ameaças e foi agredido enquanto esteve sob custódia. Jorge foi entrevistado nesta sexta-feira (25) no Bom Dia Rio e também contou sobre a mobilização para provar a inocência de Leonardo.

“Estou lembrando de uma coisa que meu filho falou: ‘Pai, ainda bem que o senhor acreditou em mim. Porque aqui dentro eu não pensava em mim, pensava no senhor, na minha mãe e nas minhas irmãs'”, contou Jorge.

O pai reproduziu outra fala do filho. “‘Fui espancado, fui jogado numa cela onde só tinha rato e percevejo, mas eu sei que Deus não deixou que os ratos me mordessem, me roessem, não deixou que os insetos transmitissem enfermidade para mim.'”

Jorge Benjamin, pai do DJ Leonardo Nascimento — Foto: Reprodução/TV Globo

Jorge também afirmou que alguns pré-julgaram seu filho. Ele lhe disse: “Cheguei aqui e a primeira palavra que ouvi foi: ‘Olha, o monstro chegou’. Eles iam me matar aqui dentro, mas os presos, que ali estavam, que conhecem quando a pessoa é perigosa, olharam para mim e falaram: ‘Neguinho, você não é criminoso, não é bandido, você é bucha e nós vamos te abraçar’”.

“Os presos o abraçaram, mas alguns agentes disseram: ‘Você é monstro!’, contou Benjamin, chorando.

Aniversário na cadeia

O DJ, solto na última quarta-feira (23) depois que a polícia admitiu que errou, falou ao Fantástico. Na entrevista, que vai ao ar no próximo domingo (27), Leonardo conta como foi passar o aniversário na cadeia.

Segundo Jorge, as imagens que a família conseguiu para inocentar Leonardo impediram que o DJ fosse morto na cadeia. O pai afirmou que instruiu a defesa sobre o caminho que Leonardo tinha feito no dia do latrocínio e sobre as câmeras que o filmaram.

Leonardo Nascimento em entrevista ao “Fantástico” — Foto: Reprodução/TV Globo

Inocência

O pai disse que tinha convicção de que o filho não tinha participado do crime.

“Ele é um menino dócil, tranquilo, sereno, calmo, amoroso. Ele passa parte do dia com a mãe, está sempre no lar. Para falar o que é meu filho, seria até suspeito, pela forma como foi abraçado pelos amigos, quando saiu. Para mim, ele é excepcional, é um jovem que nos transmite segurança em tudo o que ele faz. Transmite confiança em tudo. Por isso, nós falamos para o policial que ele não era o culpado”, disse o pai.

“Ao chegar em casa, quando ele entrou pelo portão, foram os amigos que receberam ele, que pegaram ele nos braços jogando de mão em mão até chegar dentro de casa para que depois ele pudesse ser abraçado pela mãe e pudesse dizer: mãe, eu te amo, obrigado minha mãe por acreditar em mim”, contou Benjamin.

Leia a carta de despedida de Jean Wyllys

O deputado federal Jean Wyllys deixou uma carta aos colegas de partido para explicar sua saída do país. O texto, que será lido na próxima reunião da executiva nacional do PSol no sábado (26/1), conta que as ameaças à sua vida e à de sua família se intensificaram no último ano, e cita ainda o possível envolvimento de milicianos no assassinato da vereadora Marielle Franco e suposta ligação deles com seus opositores.

“Esta semana (…) foi a semana em que notícias começaram a desnudar o planejamento cruel e inaceitável da brutal execução de nossa companheira e minha amiga Marielle Franco. Vejam, companheiras e companheiros, estamos falando de sicários que vivem no Rio de Janeiro, estado onde moro, que assassinaram uma companheira de lutas, e que mantém ligações estreitas com pessoas que se opõem publicamente às minhas bandeiras e até mesmo à própria existência de pessoas LGBT”, escreveu.

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Segundo pessoas próximas ao deputado, desde o assassinato de Marielle e com o acirramento político nas eleições, Jean Wyllys aumentou sua reclusão. Ele vivia escoltado desde o ano passado por dois seguranças da Câmara.

Leia a íntegra da carta:
À Executiva do Partido Socialismo e Liberdade – PSol

Queridas companheiras e queridos companheiros,

Dirijo-me hoje a vocês, com dor e profundo pesar no coração, para comunicar-lhes que não tomarei posse no cargo de deputado federal para o qual fui eleito no ano passado.

Comuniquei o fato, no início desta semana, ao presidente do nosso partido, Juliano Medeiros, e também ao líder de nossa bancada, deputado Ivan Valente.

Tenho orgulho de compor as fileiras do PSol, ao lado de todas e todos vocês, na luta incansável por um mundo mais justo, igualitário e livre de preconceitos.

Tenho consciência do legado que estou deixando ao partido e ao Brasil, especialmente no que diz respeito às chamadas “pautas identitárias” (na verdade, as reivindicações de minorias sociais, sexuais e étnicas por cidadania plena e estima social) e de vanguarda, que estão contidas nos projetos que apresentei e nas bandeiras que defendo; conto com vocês para darem continuidade a essa luta no Parlamento.

Não deixo o cargo de maneira irrefletida. Foi decisão pensada, ponderada, porém sofrida, difícil. Mas o fato é que eu cheguei ao meu limite. Minha vida está, há muito tempo, pela metade; quebrada, por conta das ameaças de morte e da pesada difamação que sofro desde o primeiro mandato e que se intensificaram nos últimos três anos, notadamente no ano passado. Por conta delas, deixei de fazer as coisas simples e comuns que qualquer um de vocês pode fazer com tranquilidade. Vivo sob escolta há quase um ano. Praticamente só saía de casa para ir a agendas de trabalho e aeroportos. Afinal, como não se sentir constrangido de ir escoltado à praia ou a uma festa? Preferia não ir, me resignando à solidão doméstica. Aos amigos, costumava dizer que estava em cárcere privado ou prisão domiciliar sem ter cometido nenhum crime.

Todo esse horror também afetou muito a minha família, de quem sou arrimo. As ameaças se estenderam também a meus irmãos, irmãs e à minha mãe. E não posso nem devo mantê-los em situação de risco; da mesma forma, tenho obrigação de preservar minha vida.

Ressalto que até a imprensa mais reacionária reconheceu, no ano passado, que sou a personalidade pública mais vítima de fake news no país. São mentiras e calúnias frequentes e abundantes que objetivam me destruir como homem público e também como ser humano. Mais: mesmo diante da Medida Cautelar que me foi concedida pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos, da OEA, reconhecendo que estou sob risco iminente de morte, o Estado brasileiro se calou; no recurso, não chegou a dizer sequer que sofro preconceito, e colocaram a palavra homofobia entre aspas, como se a homofobia que mata centenas de LGBTs no Brasil por ano fosse uma invenção minha. Da polícia federal brasileira, para os inúmeros protocolos de denúncias que fiz, recebi o silêncio.

Esta semana, em que tive convicção de que não poderia – para minha saúde física e emocional e de minha família – continuar a viver de maneira precária e pela metade, foi a semana em que notícias começaram a desnudar o planejamento cruel e inaceitável da brutal execução de nossa companheira e minha amiga Marielle Franco. Vejam, companheiras e companheiros, estamos falando de sicários que vivem no Rio de Janeiro, estado onde moro, que assassinaram uma companheira de lutas, e que mantém ligações estreitas com pessoas que se opõem publicamente às minhas bandeiras e até mesmo à própria existência de pessoas LGBT. Exemplo disso foi o aumento, nos últimos meses, do índice de assassinatos de pessoas LGBTs no Brasil.

Portanto, volto a dizer, essa decisão dolorosa e dificílima visa à preservação de minha vida. O Brasil nunca foi terra segura para LGBTs nem para os defensores de direitos humanos, e agora o cenário piorou muito. Quero reencontrar a tranquilidade que está numa vida sem as palavras medo, risco, ameaça, calúnias, insultos, insegurança. Redescobri essa vida no recesso parlamentar, fora do país. E estou certo de preciso disso por mais tempo, para continuar vivo e me fortalecer. Deixar de tomar posse; deixar o Parlamento para não ter que estar sob ameaças de morte e difamação não significa abandonar as minhas convicções nem deixar o lado certo da história. Significa apenas a opção por viver por inteiro para me entregar as essas convicções por inteiro em outro momento e de outra forma.
Diz a canção que cada ser, em si, carrega o dom de ser capaz e ser feliz. Estou indo em busca de um lugar para exercitar esse dom novamente, pois aí, sob esse clima, já não era mais possível.

Agradeço ao Juliano e ao Ivan pelas palavras de apoio e outorgo ao nosso presidente a tarefa de tratar de toda a tramitação burocrática que se fará necessária.

Despeço-me de vocês com meu abraço forte, um salve aos que estão chegando no Legislativo agora e à militância do partido, um beijo nos que conviveram comigo na Câmara, mais um abraço fortíssimo nos meus assessores e assessoras queridas, sem os quais não haveria mandato, esperando que a vida nos coloque juntos novamente um dia. Até um dia!

Jean Wyllys
23 de janeiro de 2019

Polícia prende miliciano e comparsa na Zona Oeste e apreende sete armas com eles

Agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) prenderam em flagrante, na tarde desta quinta-feira, Paulo Roberto da Silva Nunes, de 22 anos, e Marcos Vinícius da Silva, de 24. Um deles é suspeito de fazer parte da milícia que atua em Curicica, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio. A Polícia Civil não informou qual deles seria o miliciano. Com eles, foram encontrados um Renault Clio clonado e sete pistolas de uso restrito com grande quantidade de munição.

 

Com eles, foram encontrados um Renault Clio clonado, roubado no Recreio dos Bandeirantes, ainda na Zona Oeste, e sete pistolas de uso restrito com grande quantidade de munição.

Contra o comparsa do miliciano, havia um mandado de prisão temporária em aberto por receptação e roubo qualificado

“A DRCI mantém um constante monitoramento nas redes sociais, através de sua ronda virtual. Através desse monitoramento, é possível identificar grupos e criminosos que divulgam suas práticas na rede”, a Polícia Civil disse, através de um comunicado de sua assessoria de imprensa.

De acordo com a corporação, os dois vão responder pelos crimes de receptação, porte de armas de uso restrito e porte de munição.

Governador volta atrás e diz que Detran fará vistorias, mas nas ruas

O governador Wilson Witzel voltou atrás e resolveu manter uma estrutura no Detran para vistoriar os veículos em circulação no estado. A diferença, agora, é que esse trabalho passará a ser feito nas ruas, durante blitzes do órgão, e não mais nos postos. A medida foi anunciada nesta quinta-feira, em meio a questionamentos sobre a legalidade da decisão de Witzel de manter a taxa de vistoria — no valor de R$ 202,55 — para a realização do licenciamento anual. Na última quarta-feira, um dia antes de o governador mudar de ideia, a juíza Maria Teresa Pontes Gazineu, da 16ª Vara de Fazenda Pública do Rio, concedeu uma liminar, a pedido do Ministério Público estadual, que suspende a cobrança.

Durante a campanha eleitoral, Witzel prometeu acabar com as vistorias do Detran. Em 30 de outubro do ano passado, dois dias após ser eleito, ele reafirmou o compromisso, alegando que o serviço era alvo de muitas denúncias de corrupção. Ainda segundo o governador, as vistorias passariam a ser feitas nas abordagens da Operação Lei Seca, que são feitas pela PM.

— A vistoria é um retrato de uma realidade transitória. É preciso ter mais educação no trânsito, mas o custo disso é bem menor que ter uma estrutura que custa mais de R$ 200 milhões e atrapalha a vida das pessoas. Vamos redirecionar esse dinheiro para a segurança pública — disse Witzel na ocasião.

Fontes do Palácio Guanabara afirmam que a mudança de planos de Witzel faz parte de uma tentativa de reverter a decisão judicial. Pelo princípio legal, o estado só pode cobrar taxas por um serviço efetivamente prestado, o que não ficaria comprovado com a extinção a vistoria. Num trecho da liminar, a juíza Maria Teresa Pontes Gazineu observa que o estado “extinguiu a inspeção veicular prévia como premissa à realização do licenciamento anual.” Em seu despacho, a magistrada ainda questiona dispositivos da Lei 8.269/2018, que, assinada no fim do ano passado pelo então governador em exercício Francisco Dornelles, acabou com o serviço nos postos do Detran e instituiu a chamada autodeclaração, com a qual o proprietário atesta que seu veículo está em boas condições.

“A norma em apreço apresenta-se em descompasso com o princípio da razoabilidade, na medida em que o cidadão comum, ao menos em regra, não detém conhecimento técnico e especializado que lhe permita aferir a regularidade de tráfego do veículo de sua propriedade”, escreveu a juíza.

Em entrevista à TV Record nesta quinta, Witzel disse que planeja autorizar operações de vistoria semelhantes às da Lei Seca, mas sem a presença da PM.

— A vistoria vai ser realizada ao longo do ano de forma inadvertida. Alguém será parado por uma equipe do Detran, e não da PM—disse o governador.

Procuradoria recorre

A Procuradoria-Geral do Estado informou que vai recorrer da liminar, esclarecendo detalhes do novo procedimento de vistoria que fundamentarão a cobrança da taxa. O Detran informou que ainda não foi notificado da decisão judicial, e, por isso, ainda não alterou seus serviços. Na prática, isso significa que, se um motorista quiser agendar hoje a emissão do licenciamento de 2019 de seu veículo, terá que pagar a taxa.

De acordo com David Nigri, advogado especialista em Direito Tributário, quem já pagou a taxa de vistoria tem de aguardar o desfecho do processo.

— Se, ao fim, a cobrança for considerada inconstitucional , o contribuinte terá o direito de ser ressarcido, com valores atualizados. Mas, para isso, terá que entrar na Justiça. Cabe ação em juizados especiais de Fazenda Pública, por ser referente a um pequeno valor. Caso ainda não tenha pago a taxa, pode depositar o valor em juízo —disse Nigri.

Segundo o Detran, o que acontecerá será, na verdade, uma reestruturação de um serviço que já presta. Hoje, já existem operações para avaliar o estado do veículo e verificar se o IPVA está em dia. Os carros que se encontram em más condições ou com a documentação atrasada são rebocados para depósitos e seus proprietários, multados. Essas operações serão mantidas até o início das vistorias nas ruas.

O novo formato de vistoria, previsto para ser implantado dentro de dois meses, deverá mobilizar cerca de 200 servidores do Detran. Não está prevista a participação de funcionários terceirizados.

O órgão não informou, no entanto, qual o efetivo que, atualmente, realiza operações de fiscalização com o apoio da PM. No novo modelo, as equipes atuarão uniformizadas e serão monitoradas por câmeras. Para a mudança no formato de vistorias, vários detalhes ainda terão que ser regulamentados. Será preciso, por exemplo, definir como donos de veículos deverão proceder para cumprir exigências identificadas nas blitzes. Hoje, prazos para consertar um farol quebrado, por exemplo, são fixados pelos agentes que trabalham nos postos.

O Detran, que recentemente anunciou um plano para fechar 26 de seus 51 postos, não soube informar o quanto espera receber este ano com a taxa de vistoria. O orçamento de 2019 do estado prevê que o órgão arrecadará R$ 1,5 bilhão com seus serviços. Nesse cálculo, entram cobranças por licenciamento de novos carros e troca de propriedade.

Como é em outros estados

O fato é que, legal ou não, a taxa de vistoria cobrada no Rio de Janeiro está longe de ser uma prática adotada em todo Brasil e, muito menos, em estados que aboliram o serviço dentro de órgãos de trânsito. Em alguns lugares que têm servidores do Detran fazendo blitzes semelhantes às que Witzel quer adotar, a cobrança não existe.Entre os que mantêm essas ações está a Bahia, onde agentes participam do programa Paz no Trânsito, que fiscaliza rotineiramente documentos e condições dos carros. No Rio Grande do Sul, fiscais atuam na Operação Balada Segura (versão gaúcha da Lei Seca), que também avalia a manutenção dos veículos. Em São Paulo, inspeções para transferência de propriedade e alterações de características dos carros são terceirizadas para empresas credenciadas. Em Minas Gerais e no Espírito Santo, a fiscalização das condições dos veículos é de responsabilidade da PM.

O que deve ser verificado

Buzina

Deve ser razoavelmente potente.

Cinto de segurança

Precisa estar bem conservado, com boa fixação.

Carroceria

Não pode ter corrosão acentuada ou saliências cortantes. Para-choques não podem estar excessivamente deformados.

Espelhos

Retrovisores internos e externos não podem estar danificados.

Interior do veículo

Itens como para-sol e freio de mão precisam estar funcionando adequadamente.

Chassi

A numeração deve estar legível e ser condizente com o registro do veículo no Detran.

Limpadores

Devem ser capazes de retirar toda a água dos para-brisas.

Placas

Não podem estar danificadas ou sem lacre.

Pneus

Calotas e diâmetros precisam ser iguais nos dois eixos. Deve-se ainda verificar se há pneus diferentes no mesmo eixo, se algum tem saliências, desgaste desigual ou profundidade inferior a 1.6 mm.

Sistema de iluminação

Lanternas, faróis, luzes de freio, de ré e de placa, setas indicadoras de direção e alertas não podem estar quebrados ou com as lâmpadas queimadas.

Vidros

Não podem apresentar fissuras, e devem ter números do motor e do chassis gravados.

Itens de emergência

O veículo deve estar equipado com triângulo de segurança, estepe em bom estado, chave de rodas e macaco.