Jean Wyllys, eleito deputado federal pela terceira vez, desistiu do mandato por medo de ser morto. Assumidamente homossexual, o político ligado ao PSOL vive sob escolta policial desde o assassinato de Marielle Franco, em março de 2018.
Agora, com as intensificações das ameaças, ele irá deixar a vida pública. “O ex-presidente do Uruguai Pepe Mujica, quando soube que eu estava ameaçado de morte, falou para mim: ‘Rapaz, se cuide. Os mártires não são heróis’. E é isso: eu não quero me sacrificar, quero ficar vivo, disse em entrevista à Folha de S. Paulo.
De acordo com a entrevista, pesaram na decisão do deputado as recentes informações de ligações de um suspeito de chefiar uma milícia no Rio com o senador eleito Flávio Bolsonaro.
“Me apavora saber que o filho do presidente contratou no seu gabinete a esposa e a mãe do sicário”, afirma Wyllys. “O presidente que sempre me difamou, que sempre me insultou de maneira aberta, que sempre utilizou de homofobia contra mim. Esse ambiente não é seguro para mim”, afirmou na entrevista.
Alvo de grupos conservadores, Jean Wyllys é constantemente difamado por fake news. Nos últimos anos, ele venceu pelo menos cinco processos por injúria, calúnia e difamação.
“Como é que eu vou viver quatro anos da minha vida dentro de um carro blindado e sob escolta? Quatro anos da minha vida não podendo frequentar os lugares que eu frequento?”, questionou o deputado.
Através das redes sociais, o deputado disse que a decisão foi baseada em uma questão estratégica e deu a entender que pretende seguir atuando a favor das causas que já defende.
“Preservar a vida ameaçada é também uma estratégia da luta por dias melhores. Fizemos muito pelo bem comum. E faremos muito mais quando chegar o novo tempo, não importa que façamos por outros meios! Obrigado a todas e todos vocês, de todo coração. Axé!”, escreveu Jean.
Morreu na noite desta quarta-feira (24) Daniel Borges Doutel Ferreira, de 16 anos. Ele estava internado no Hospital Estadual Alberto Torres, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, desde o dia 12 de janeiro. A informação foi confirmada pela unidade de saúde. Ele foi atingido por três tiros durante uma tentativa de assalto na BR-101 (Rio-Campos).
Daniel estava no banco do carona, viajando com o pai para a Região dos Lagos. Na altura de São Gonçalo, o carro foi cercado por cerca de 20 criminosos com fuzis. Segundo testemunhas, os homens estavam em vários carros que bloquearam a rodovia. O adolescente não teria aberto o vidro do veículo, que estava arranhado. Na lataria também havia marcas de coronhadas.
Um dos disparos chegou a acertar o olho do adolescente. O médico Jorge Victor Doutel, pai de Daniel, contou no dia do crime como foi a ação e o primeiro atendimento que deu ao filho. “Eles já vieram com o objetivo de destruir e matar. Eles apontaram as armas e atiraram. Eu vi o meu filho ser baleado na minha frente”, destacou, afirmando que ele sangrou muito.
FUNCIONÁRIOS DE UM DOS MELHORES UPAS DA REGIÃO RECLAMAM DE SALÁRIOS ATRASADOS
Sou funcionária da UPA DE BANGU e estamos sem nosso pagamento até a presente data. Pior ninguém nos da uma posição sobre a data. Nossa unidade que é considerada uma das melhores em atendimento , pelos próprios pacientes está sofrendo com uma debandada de profissionais. Que estão deixando a unidade por falta de pagamento.
Peço a gentileza de resguardar minha identidade para que eu não sofra represálias por parte da OS Mahatma Gandh que administra as UPAs de Bangu, Realengo, Marechal Hermes e Ricardo de Albuquerque
Sempre recebemos em atraso e esse mês estamos até agora sem receber e sem nenhuma informação por parte da empresa, e quem pergunta ainda é advertido.
Novas informações finalmente esclareceram, em partes, o homicídio da motorista de aplicativo Vanusa Ferreira (36), morta na madrugada do último sábado (19), pelo serralheiro Parsilon Lopes dos Santos (45), também conhecido como Camargo. De acordo com a titular da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), Mayana Resende, elementos colhidos em depoimentos comprovam o interesse sexual do suspeito confesso em relação à vítima. Segundo a policial, Camargo empurrou Vanusa e caiu sobre ela, que bateu a nuca em um meio-fio. “Depois do óbito, ele despiu a vítima e a si próprio e praticou atos libidinosos”, revela.
Apesar dos eventos da noite daquela sexta-feira (18) terem culminado na morte da motorista, a delegada reforça que não havia tensão quando Vanusa – que também era enfermeira – saiu de seu trabalho no Hospital de Urgências da Região Noroeste de Goiânia (Hugol) para buscar uma dupla sertaneja agenciada por Camargo no Terminal Rodoviário da capital. O itinerário incluía buscar o serralheiro/empresário em um bar e conduzir o grupo até a casa de shows, A Sertaneja, onde os músicos se apresentariam.
(Foto: reprodução/instagram)
Os problemas começaram durante a noite, quando todos, menos Vanusa, passaram a consumir bebidas alcoólicas. De acordo com Mayana, foi quando Parsilon passou a expor suas intenções com a motorista. “Começou a demonstrar interesse nela, que sempre recusava as investidas e inclusive ressaltou que era homossexual. Depois da apresentação, por volta das 3h30 de sábado, Vanusa partiu com o grupo para o Bairro Feliz, onde deixou os músicos e saiu, apenas com Camargo, para uma chácara, nas proximidades de onde o carro dela foi encontrado, no Jardim Copacabana, em Goiânia”.
No imóvel, onde Camargo dormia enquanto prestava serviços de serralheiro, as investidas do suspeito confesso se intensificaram. “Segundo ele, dentro do carro, tinha ficado claro que havia um clima entre os dois. Ele alega ainda que a moça esperava uma mulher chegar para depois ir embora e, enquanto isso não acontecia, convidou-a para entrar. Ela aceitou e, de acordo com ele, essa foi a confirmação de que ela também queria ter relações com o suspeito”. Porém, diante de diversas negativas, ele – que estava muito bêbado – percebeu, segundo Mayana, que nada aconteceria caso ele não forçasse a situação.
“Percepção”
Para a delegada, Camargo entendeu que para ficar com Vanusa teria que cometer um ato de violência. Como ela estava resistindo, ele percebeu que as tentativas da mulher em se desvencilhar dele poderiam impossibilitar o estupro. “Foi quando ele a agarrou e a jogou no chão, caindo por cima dela, que bateu a cabeça contra um meio-fio. Percebendo que ela estava desacordada, o homem então pegou a vítima pelos braços, jogando-a para o lado, de forma que ela bateu a cabeça novamente, o que provocou o óbito”.
Diante da certeza de ter causado a morte da motorista, Camargo não parou. “Na sequência ele despiu a vítima e a si próprio e passou a realizar atos libidinosos. Depois disso, ele ainda arrastou o corpo para um barranco, dentro da própria propriedade, onde o corpo foi encontrado”. Mesmo sem habilitação para dirigir, o homem então levou o carro para o Jardim Copacabana e então coletou objetos pessoais da mulher, os quais foram descartados em um lote baldio.
Camargo sendo levado de volta à cela depois de apresentação à imprensa (Foto: Hugo Oliveira/Mais Goiás)
Conforme expõe a delegada, Camargo então se dirigiu a um hotel, onde passou a noite. “Depois que o dinheiro acabou, ele saiu da hospedagem e passou a vagar sem rumo. Foi quando agentes da Polícia Militar resolveram abordá-lo. Primeiramente ele negou o crime, dizendo que não se lembrava por estar bêbado, mas depois acabou confessando”. Parsilon será indiciado por tentativa de estupro, homicídio qualificado – feminicídio e motivo torpe – e vilipêndio de cadáver. O envolvimento dos músicos agenciados por ele foi descartado, porém, mais detalhes podem surgir com a divulgação dos laudos a serem expedidos pelo Instituto Médico Legal (IML).
Assassino confesso
Parsilon foi apresentado à imprensa na manhã desta quarta-feira (23) e concedeu entrevista. Ele afirmou ser um cidadão honesto e que, apesar de ser alvo de seis ocorrências de ameaça e violência contra a mulher praticados contra sua ex-companheira, não tinha intenção de matar Vanusa. “Sou trabalhador, esforçado, foi uma fatalidade, errei e quero pagar o que eu fiz. Mas se for pegar tudo o que aconteceu, foi um acidente. Estupro é uma palavra muito forte”.
Ele então deu sua versão para os fatos. “Chegando na chácara, fiz umas gracinhas para o lado dela, mas ela não queria. Eu estava muito bêbado, ruim, tentei abraçar ela e nós dois caímos. Lá tem um morrinho, onde ela bateu a cabeça. Quando me levantei ela acabou batendo novamente”. De acordo com Camargo, esta foi a primeira vez que “deu em cima” da motorista. “Já viajamos várias vezes, nunca deu nada. Sabia que ela gostava de mulher e nunca tentei, mas dessa vez eu estava muito bêbado”.
Questionado, ele afirmou que pensou em chamar socorro, mas acabou desistindo porque estava muito nervoso. “Recebi um monte de fotos e mensagens de gente que estava me procurando, querendo me matar”. Porém, ao invés de socorrer Vanusa, Camargo confirma ter optado por abusar da mulher, já morta. “Cheguei a fazer, mas não satisfiz a coisa. Não teve penetração, totalmente não. Ela já estava morta”.
Confira a entrevista completa com Parcilon:
Família
Jaqueline Ferreira e Rafaela Kedna, filha e sobrinha da vítima, acompanhadas de uma amiga de Vanusa, compareceram à Deic nesta manhã para recolher os bens recuperados da motorista. Rafaela falou com o Mais Goiás. “Viemos pegar uma mochila, um par de sapatos e um relógio. O celular não foi encontrado. Apesar de tudo, estamos confiantes no trabalho da polícia. A delegada disse que já está tudo encaminhado e que ele permanecerá preso. Aguardamos uma resposta da Justiça”.
Celebridades como Rodrigo Santoro, Mariana Ximenes e Danton Mello compareceram ao enterro do ator Caio Junqueira, que acontece na manhã desta quinta-feira (24) no Cemitério São João Batista.
O artista de 42 anos morreu uma semana após ter sofrido um acidente grave de carro no Aterro do Flamengo, na zona sul do Rio de Janeiro.
O ator ganhou destaque por interpretar o policial Neto, o aspirante 06, no filme “Tropa de Elite”. Um dos últimos trabalhos de Caio foi a série “O Mecanismo”, da Netflix.
Veja na galeria acima os artistas que foram ao enterro para prestar as últimas homenagens.
Mãe e padrasto de criança esquartejada são presos em São Gonçalo
Menina tinha 11 anos de idade
Segundo a família, a criança sofria de síndrome de West, uma doença rara que dificulta a fala e a locomoção.
Os principais suspeitos de matar e ocultar o corpo de Júlia Laport Quintanilha, de 11 anos, em Barra do Piraí, foram presos preventivamente, na tarde desta terça-feira (22). Segundo a polícia, a mãe, de 28 anos, e o namorado dela, de 20, estavam no município de São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Eles confessaram a ocultação do cadáver, mas negaram ter matado a criança.
Segundo a polícia, o casal fugiu para o município de São Gonçalo com medo de represálias. Após terem a ciência da repercussão do caso, os suspeitos ligaram para a polícia e contaram onde estavam escondidos. Os agentes foram até o local e decretaram as prisões.
De acordo com a polícia, a mãe contou, em depoimento, que a menina morreu de “causas naturais” e que teria escondido o corpo porque ficou com medo ser linchada na rua.
A mala com o corpo da criança foi encontrada, nesta segunda-feira (21), num terreno próximo à casa do padrasto, no distrito de Ipiabas.
O desaparecimento de Júlia foi registrado no último sábado (19), pelo pelo pai biológico e por uma tia. Ela estava desaparecida há cerca de seis meses. Segundo a família, a criança sofria de síndrome de West, uma doença rara que dificulta a fala e a locomoção.
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Um oficial reformado da Marinha, de 67 anos, foi preso na quarta-feira em Valença, no interior do estado, com um lança míssil inoperante. O artefato estava na casa do militar, que tinha mandados de prisão preventiva e um mandado de busca e apreensão em aberto por disparo de armas de fogo.
De acordo com a PM, os militares foram até o bairro Santa Isabel e encontraram o homem que estava perto de sua casa. Durante a abordagem, o acusado — que não teve o nome revelado — entregou aos policiais uma pistola calibre 380 com três carregadores e um revólver calibre 38 e 51 munições. Os armamentos e as munições estavam dentro de uma bolsa no carro do suspeito. Já o míssil AT4 de calibre 38 estava dentro da casa do oficial. A Polícia Militar disse que as armas são legais e estão registradas.
O idoso foi levado para a 91ª DP (Valença) e vai responder por posse irregular de arma de fogo. Ainda segundo os investigadores, o militar seria responsável pela morte de um cachorro na noite do dia 31 de dezembro após uma confusão com moradores do bairro. À época, o homem teria disparado para cima e acabou acertando o cão. Naquele dia, ele foi detido e autuado por disparo de arma de fogo e maus tratos de animais.
4°BPM 2°CPA ➡Data: 24/01/2019 ➡Ocorrência:Resistência/Porte ilegal de arma de fogo/Tráfico de drogas ➡ Envolvidos:
Acusado: A1: Indivíduo não identificado ( Óbito)
Acusado: A2: Indivíduo não identificado ( Óbito)
Acusado: A3: Indivíduo não identificado ( Ferimento PAF )
Acusado: A4: Wellington Luiz Gomes Monteiro DN: 27/10/94
Acusado: A5: Gilson dos Santos Felicio DN 22/07/94
Acusado: A6:Edson Crispin Conceicao DN: 25/08/83
➡Material Apreendido:
1 Pistola Turkiye, modelo PX-9 cal 9mm
1 Pistola Taurus, modelo Pt 840 cal .40 numeração SDW 50592
1 Pistola Turkiye, modelo PT-9
1 Pistola Taurus, modelo PT 809 cal 9mm numeração suprimida
1 Pistola CZ, modelo P07, cal 9mm numeração suprimida
1 Pistola Sarsilmaz modelo ST10, numeração suprimida
Material entorpecente a ser contabilizado
1 Rádio Transmissor
➡Local do Fato: Comunidade da Vila Kennedy ➡ Guarnição: Oficiais + Gat. ➡BOPM: AGUARDANDO ➡RO/DP: AGUARDANDO ➡Historico: Policiais Militares do 14° BPM, em operação na comunidade da Vila Kennedy, após intenso confronto, lograram prender os 06 indivíduos qualificados acima, sendo os acusados A1 A2 A3 feridos e socorridos ao HMAS, sendo apreendido com o mesmos o material descrito.
Ocorrência será conduzida à 35ª DP