Chef Fogaça doa sangue de sua cachorrinha aos animais de Brumadinho
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“Tava de boa e falei: amor, vamos passear? Tenho um bom lugar para ficar”. Embora tomar banho de mar seja uma delícia, estacionar o carro ou encarar o metrô cheio e gastar fortunas com comida para as crianças podem fazer com que a ida à praia não seja algo tão prazeroso, como diz os versos do hit “Piscininha, amor”. Sem deixar o tempo fechar, o EXTRA mergulhou de cabeça num roteiro por clubes privados e espaços públicos para curtir uma piscina gostosa. Algumas são tão boas que oferecem até churrasqueira de cortesia.
— Praia nem sempre funciona, principalmente para quem tem criança pequena — diz Wellington Alves, de 47 anos, dono do Sítio Quintal do Varanda.
Foi após perceber o medo dos pais em levarem seus filhos para a praia por conta da violência que, há três anos, ele e mais um sócio abriram a piscina em Paciência, na Zona Oeste. Nos fins de semana, o espaço chega a 300 visitantes:
— As pessoas se sentem mais seguras. É um programa de família.
Segurança também foi o critério para Geslaine Rodrigues, de 35 anos, trocar a areia pelo concreto, no Parque Radical de Deodoro:
— Sou muito fã de praia, mas gostei mais daqui. Até agora, não tinha pintado a oportunidade de trazer meu filho. Fiquei impressionada com a água, bem limpinha.
Legado das Olimpíadas de 2016, o parque reabriu para os frequentadores no início do ano. Antes, a opção mais próxima para os moradores era o Piscinão de Ramos. Já a praia, pelo menos para Tiago Lopes, de Anchieta, fica a uma hora e meia de distância:
— Melhor do que a piscina, só a Região dos Lagos! — elogia o autônomo: — O parque tem tudo que a gente gosta: segurança, bebida barata, paquera… É o meu quintal. Precisávamos demais de uma diversão com dignidade para a vizinhança.
Veja abaixo um super roteiro alternativo para fugir do perrengue da praia:
Clube dos Democráticos
No tradicional clube do Centro, o uso da piscina e outras dependências como banheiros e vestiários é liberado. A cantina serve água, refrigerante, cerveja e porções de batata frita e pastel (as porções custam, em média, R$ 10). Endereço: Rua Riachuelo 91, Centro — 2252-4611 e 99360-1541 (reserva de churrasqueira). Sáb, dom e feriados, das 10h às 17h. R$ 15.
Hode Luã
O uso diário do resort inclui piscina, campo de futebol, salão de jogos, parquinho, tirolesa e quadras de vôlei. Endereço: Av. Gaspar de Lemos 1.101, Ilha de Guaratiba — 97237-4869 (WhatsApp). Sáb, dom e feriados, das 9h às 17h. R$ 30 (antecipado) e R$ 40. Crianças entre 6 e 17 anos e maiores de 60 anos pagam meia.
Hostel Braz
A piscina do Hostel Braz é a saideira ideal da Prainha, a poucos metros do local. É permitida a entrada com alimentos, utilização da cozinha , churrasqueira e da mesa de sinuca. Não é permitido o consumo de bebidas alcoólicas. Endereço: Rua FW 74, Recreio — 97167-1858. Seg a dom, das 8h às 23h. R$ 50.
Parque Radical de Deodoro
Legado olímpico, o lago artificial do complexo esportivo de Deodoro oferece protetor solar de graça. Alimentos são permitidos; garrafas de vidro e caixas de som são proibidas. Endereço: Estrada Mal. Alencastro 1.357, Ricardo de Albuquerque — 3460-1746. Qua a dom, das 9h às 16h. Grátis.
Piscinão de Ramos
Não dá para falar de piscina sem citar o famoso destino da Zona Norte. Em dezembro de 2018, a piscina passou por manutenção após reclamações dos frequentadores. Endereço: Av. Guanabara s/nº, Ramos. Ter a dom, das 8h às 21h. Grátis.
Piscina do Mikita
O famoso espaço em Caxias conta com piscina infantil e campo de futebol. Há comida no local, mas o visitante pode levar marmita. Endereço: Rua Urbano Duarte 38, Vila Rosário, Caxias — 97007-0532. Ter a dom, das 9h30 às 18h. R$ 5 (crianças de 3 a 12 anos) e R$ 10.
Piscina Ripe Training
A academia libera o banho para não alunos, mas é proibido levar comida de casa. Há uma cantina para os usuários. Endereço: R. Frei Luiz Alevatto 80, Taquara — 2443-1166. Ter a sex, das 10h às 16. Sáb e dom, das 10h às 17h. R$ 15.
Sítio da Paz
São três tobogãs nas três piscinas do local, que tem ainda parquinho, churrasqueiras e campo de futebol. Endereço: Av. Governador Roberto da Silveira 4, Austin, Nova Iguaçu — 2764-1453. Seg a dom, das 9h às 18h. R$ 5 (crianças de 3 a 7 anos), R$ 10 (seg a qui) e R$ 15 (sex, sáb e dom). Caso o sítio esteja alugado, a piscina é fechada.
Sítio Quintal do Varanda
Aberto há três anos, o espaço oferece almoço a preços populares. A reserva de uma das quatro churrasqueiras deve ser feita com antecedência; sem custo adicional. O estacionamento é gratuito. Endereço: Condomínio Varanda. Rua Alba de Alencar 25, Paciência — 97499-3491. Seg a dom, das 10h às 18h. R$ 5 (crianças de 4 a 6 anos) e R$ 10.
Yolo Love Folia
A versão de carnaval da pool party mais estilosa da Zona Norte acontece no dia 16 de fevereiro. O evento contará com atrações e terá venda de comidas e bebidas. Clube Quatro Linhas: Rua João Vicente 1.231, Bento Ribeiro — 96454-2012. Dia 16, às 22h. R$ 40 (2º lote). 18 anos.
Nesta quinta, 31, Carol Peixinho se tornou a nova líder do Big Brother Brasil 19, mas os telespectadores do programa não deixaram escapar uma falha de Tiago Leifert e acusaram o programa de manipularem o jogo. As reclamações nas redes sociais foram enormes e precisou a Globo se pronunciar em relação ao problema.
A prova do líder era parecida com a brincadeira Dança da Cadeira. Os participantes giravam em torno de bancos numerados e coloridos e sentavam quando a música parava de tocar. Alguns lugares eram escolhidos para eliminar os confinados e essa informação era previamente dita ao público.
As duas finalistas da prova foram Hana e Carol Peixinho e os fãs do reality show sabiam que ganharia quem sentasse no número 12. O apresentador Tiago Leifert chamou o intervalo comercial e, na volta, teve uma atitude controvérsia e que alimentou a tradicional teoria da conspiração de que o programa é armado.
“Carol Peixinho e Hana estão na final dessa prova do líder. Quando terminar, vamos pedir pra Carol escolher quem são os cinco brothers que vão poder freqüentar o quarto do líder”, disse Tiago, afirmando que a personal e empresária se tornaria a nova rainha do jogo.
Houve muitas acusações nas redes sociais e Boninho precisou usar sua conta oficial do Twitter para explicar a situação. “Ela estava sentada no banco que a gente falou o tempo todo que seria o líder! O pessoal de casa sempre soube que o número 12 era do líder”, falou o diretor após ser questionado em relação ao episódio.
Tiago Leifert não fugiu da raia e brincou com o episódio. Bem-humorado, ele falou que pode prever o futuro e trazer pessoas amadas aos seus ‘clientes’. “Também faço mapa astral e trago seu amor de volta em sete dias”, publicou o comunicador no seu perfil do Twitter.
A Globo se posicionou oficialmente e declarou ao Jornal Extra que as acusações não têm fundamentos e Tiago apenas teve um momento falho. A emissora deixa claro que não há qualquer tipo de armação.
“Essa especulação não faz sentido. Foi apenas um ato falho. Na hora, em vez de comentar ‘Carol e Hana’, como fez na primeira frase, falou apenas Carol. Apenas isso”, informou o canal.
O banco Santander abriu as inscrições para participar do seu programa de estágio. São 400 vagas para trabalhar nos estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. A bolsa auxílio será de R$2.312 e a empresa também oferece assistência médica; seguro de vida; vale refeição; vale transporte e recesso depois de 11 meses de estágio. Podem participar os estudantes dos seguintes cursos: Administração (todas as modalidades), Análise de Sistemas, Comércio Exterior, Finanças, RH, Sistemas de
Informação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Ciência da Computação, Ciências Econômicas, Comércio Exterior, Comunicação Social, Comunicação Social – Publicidade e Propaganda, Direito, Engenharia (todas as modalidades), Estatística, Física, Marketing, Matemática, Psicologia, Relações Internacionais, Sistemas de Informação, Tecnologias da Informação e cursos correlatos, Comunicação, Design, Artes, Game, Antropologia, Arquitetura, Secretariado. Inscrições até o dia 17/02. INSCREVA-SE AQUI.
ASCOM – Assessoria de Comunicação
31/01/2019 19h45 – Atualizado em 31/01/2019 19h45
Policiais da 35ª DP (Campo Grande), com apoio da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), prenderam, na quinta-feira (31/01), Leandro Valverde da Silva, de 43 anos, acusado de roubo majorado.
De acordo com as investigações, Leandro vendeu recentemente uma clínica veterinária que ficava na Estrada Rio do A, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Ele havia respondido a processo por conta de maus tratos a animais e dois animais foram apreendidos – em setembro de 2018.
Leandro Valverde roubou sua ex-clínica, mas acabou detido. Ele já respondia a processo pela posse irregular de animais da fauna silvestre.
Cargo: Recepcionista Bilíngüe Contratação: CLT Descrição da Vaga: Irá desenvolver atividades relativas ao cargo Requisitos: ENSINO MÉDIO COMPLETO Proativa, dinâmica, Boa aparência, Disponibilidade Total Domínio da língua inglesa Local: Bonsucesso – Rio de Janeiro Salário: R$ 1.800,00 Benefícios: VT + VR Jornada de
Trabalho: 5×2 Formas de candidatura: Para se candidatar envie seu currículo por e-mail para: cadastrogrupoac@yahoo.com.br com o assunto: RECEPCIONISTA BILÍNGUE
Ser Bombeiro vai além de uma profissão, é uma missão de comprometimento com outra vida, seja ela qual for. Um Bombeiro nunca encerra as suas atividades profissionais em seu plantão, ele sai do quartel após 24 horas de trabalho e vai ao encontro de sua família ciente de que talvez tenha que atuar no percurso.
Quando entramos fardados num transporte público, podemos perceber, claramente, a expressão de alívio nos rostos das pessoas. Percebemos que somos bem-vindos e que a nossa presença transmite segurança e proteção. É como se as pessoas se esquecessem de que dentro daquela farda habita um ser humano frágil como elas, elas nos veem como alguém que fará a diferença se algo ruim acontecer ali.
Esse olhar de respeito e confiança que recebemos das pessoas produz em nós dois sentimentos paralelos: um profundo contentamento e, ao mesmo tempo, uma ansiedade traduzida pelo receio de não correspondermos ao que esperam de nós. Carregamos a sensação de estarmos sendo observados por onde passamos, não que nos sintamos uma celebridade, mas por sermos identificados como os primeiros a serem abordados num caso de perigo iminente. Pouco importa se estamos indo ao hospital com um filho doente, ou se estamos nos dirigindo a um sepultamento de alguém querido. Dentro da farda, emitimos essa força inabalável a quem nos olha, ao que parece.
No geral, perdemos a nossa identidade pessoal e somos lembrados pela nossa identidade profissional. Deixamos de ser a Ivonete, a Paula, o João e o André e passamos a ser referenciados como a Bombeira e o Bombeiro. Somos vistos assim por nossos vizinhos, colegas de faculdade, nos salões de beleza que frequentamos, no comércio local…na escola dos nossos filhos. Nos transformamos, também, em pontos de referências, algo do tipo: o apartamento fica na portaria da Bombeira, meu filho foi brincar na casa do filho do Bombeiro.
O que poucos sabem sobre nós é que acontece de chorarmos por baixo da máscara, enquanto socorremos alguém, dependendo da natureza da ocorrência. Nós sangramos junto com os pais daquele adolescente que veio a óbito numa madrugada chuvosa, num acidente automobilístico. É inevitável pensarmos nos nossos filhos que deixamos em casa.
Acontece de chorarmos em casa, enquanto nos despimos da farda e nos percebemos vulneráveis tanto quanto aquela vida que foi ceifada pela violência. Em contrapartida, no próximo plantão, ao entrarmos novamente na farda, nos enchemos de força e fé. Guardamos as nossas fragilidades e as nossas dores no bolso e seguimos dispostos a dar o nosso melhor em prol de quem precisar do nosso socorro.
Durante as árduas missões, ignoramos o cansaço extremo, o frio, o calor, as dores físicas, a fome…a sede. Tudo isso fica irrelevante diante da dor do outro. Acabamos encontrando força, não se sabe de onde, mas nunca abandonamos uma causa. É rotina para nós, deixarmos o prato de comida no refeitório e corrermos quando toca o alarme.
Quando tomamos posse, na formatura, fazemos um juramento onde nos comprometemos a sacrificar a nossa própria vida em prol de outras vidas. E a família Bombeiro Militar lida constantemente com a dor do luto pela partida dos seus integrantes. Sempre que um Bombeiro morre, nós, os colegas, nos sentimos órfãos e amedrontados. Os Bombeiros são velados de farda, meu filho tem pavor de ir nesses velórios, você pode imaginar o motivo, né?
Por fim, eu só quero agradecer e parabenizar os meus irmãos de farda que atuaram e ainda atuam na tragédia de Brumadinho. Recebam a minha gratidão, o meu respeito, o meu abraço e a minha admiração.
Wagner Figueiredo de Lima, 34 anos, e Sereno, seu fiel amigo cavalo, passaram dias maravilhosos correndo a toda velocidade. Eles eram parceiros inseparáveis! Até um dia fatal, no qual o jovem Wagner teve um acidente de carro e foi gravemente ferido e não conseguiu sobreviver.
Eles moravam na Paraíba, Brasil, e todos lamentaram a morte de Wagner, especialmente seu amado cavalo.
Família e amigos se reuniram para se despedir do jovem antes do enterro e, como Sereno o amava tanto, Wando, o irmão de Wagner, achou que o cavalo também gostaria de estar naquele momento importante.
Mas ninguém podia imaginar o que aconteceria quando o cavalo chegasse.
Quando o carro que levava o corpo de Wagner chegou, Sereno se aproximou dele, como se realmente soubesse que era o último adeus a seu amigo humano. Ele começou a cheirar e circundar o veículo até que ele começou a relinchar uma e outra vez.
Todos aqueles que testemunharam a cena foram movidos pela reação do cavalo ao seu dono.
Duas crianças morreram na madrugada desta sexta-feira (1º) após uma casa pegar fogo na comunidade da Malvinas, em Macaé.
Segundo o Corpo de Bombeiros, elas foram carbonizadas. O incêndio ocorreu por volta das 2h30 e nenhum responsável pelas crianças estava na casa.
Quando os agentes chegaram ao local, as chamas já tinham sido apagadas e os corpos tinham sido retirados da casa pelos vizinhos.
Os corpos foram encaminhados para o Instituto Médico Legal (IML) de Macaé. As crianças ainda não foram identificadas.
– Carlos Antônio, 51 anos, ainda não sabe onde encontrar forças para enterrar seu filho, o engenheiro da Vale Diego Antônio de Oliveira, de 27 anos. O rapaz foi encontrado submerso em meio aos rejeitos da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho.
Diego estava com o documento no bolso, o que facilitou a identificação feita nessa quarta-feira (30/1). O corpo está no Instituto Médico Legal de Belo Horizonte (IML) e aguarda a liberação. Enquanto os trâmites legais não são resolvidos, Carlos tenta lidar com a dor de não ter mais Diego por perto.
Pai e filho trabalhavam na empresa e se viram pouco antes de a barragem romper. “Ele chegou em um caminhão, saiu, perguntou se eu estava bem e brincou com os amigos. Peguei a vaga dele nesse veículo e subi o morro. Ele ficou. Foi a última vez que eu o vi. Estava sorrindo”, lembra Carlos Antônio.
Operador de instalações, Carlos seguiu com um amigo para outro restaurante, mas no caminho viu um poste caindo. “Pensei que um caminhão tinha batido. Me preocupei com os fios que poderiam estar com energia. Mas logo em seguida ouvimos um estrondo e muita lama. Entendi que só poderia ser a barragem”, contou.
Junto com outro amigo, Carlos foi resgatando quem viu pelo caminho. Crianças, grávidas, idosos, todos moradores da região do Córrego do Feijão.
Assista ao depoimento do operador de instalações:
[youtube https://www.youtube.com/watch?v=nWeQYePGyYU]
Ele tentou seguir para o refeitório, mas conta que foi impossível identificar qualquer coisa em meio a lama. “A cena era de destruição. Sabia que tinha perdido o meu filho, mas entendi que precisava reunir forças para ajudar quem ainda estava vivo, e foi o que eu fiz”, explicou.
Carlos conseguiu acessar uma área isolada, onde encontrou uma família desesperada. Com um saco amarelo de ração nas mãos, ele acenou para o helicóptero que sobrevoava a região. “Eu tremia muito. Só conseguia pensar que um bombeiro precisava chegar lá e nos tirar dali”, afirmou.
O socorro chegou e Carlos conseguiu salvar mais vidas. Ele ligou para a mulher e avisou sobre a barragem. Pediu para ela retirar as famílias que moram no Parque das Cachoeiras porque tinha certeza que os rejeitos de minério chegariam lá.
Carlos Antonio, pai de Diego Antônio de Oliveira – morto no desastre –, mostra foto do filho
“Ela conseguiu alertar os moradores. Todos correram apenas com a roupa do corpo. Casas foram destruídas”, contou Carlos.
Clima de despedida
Na sexta-feira (25/1), o operador de instalação disse que sentiu algo diferente na empresa. Os funcionários se abraçavam e começaram a contar sobre as suas lutas e histórias de vida.
“Foi um momento lindo. Emocionante. Parecia que estavam se despedindo”, disse Carlos, chorando ao lembrar dos amigos, muitos dos quais se tornaram vítimas do desastre.
Diego deixou a mulher e uma filha de 5 anos. O enterro do engenheiro ainda não foi agendado.