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MANIFESTAÇÃO EM CAMPO GRANDE!! FIQUEM ATENTOS!!

AMANHÃ, SÁBADO (12) HAVERÁ UMA MANIFESTAÇÃO PACÍFICA PELA FALTA D’ÁGUA EM INHOAIBA

Moradores, amanhã haverá uma grande manifestação cobrando as autoridades a falta de água e de Luz no bairro. O ponto de encontro será na Praça do Vale das Palmeiras às 9:00 da manhã em direção a Av. Cesário de Melo, com a presença da imprensa. Vamos nos unir e fazer muito barulho, muitas famílias com bebês e idosos em casa, e nesse calor é inadmissível ficarmos sem Luz e sem Agua, e a pouca água que chega os moradores reclamam que chega suja e tem feito mal a saúde. Compartilhe e marque seus amigos e vizinhos

JUNTOS SOMOS FORTES

Idosos compartilham sete vezes mais notícias falsas do que jovens no Facebook, diz pesquisa

Um levantamento feito entre usuários do Facebook nos Estados Unidos apontou que as pessoas acima de 65 anos compartilham, em média, sete vezes mais notícias falsas que usuários mais jovens, com idades entre 18 e 29 anos. O novo estudo, que analisou o perfil de 3,5 mil internautas durante as eleições de 2016, foi publicado na revista Science Advances por pesquisadores das universidades de Princeton e de Nova York.

Levantamento considerou 3,5 mil usuários do Facebook. Foto: stevepb/Pixabay

Segundo os autores, a relação entre o compartilhamento de boatos e a idade se manteve mesmo quando considerados outros fatores, como educação, filiação a partidos, posicionamento ideológico ou frequência de postagens. Outras variáveis demográficas, como gênero, raça ou renda, não apresentaram influência na disposição em espalhar notícias falsas.

Os pesquisadores aventam duas hipóteses para explicar o impacto da idade no compartilhamento de desinformação. A primeira é que idosos não são igualmente versados no uso de tecnologias digitais como as gerações mais novas. “É possível que uma geração inteira de americanos, agora com mais de 60 anos, não tenha o nível deconhecimento sobre mídia digital necessário para determinar com confiabilidade a veracidade das notícias encontradas online”, escrevem os autores.

Outra possibilidade é o efeito da memória sobre a idade. Segundo essa ótica, emprestada da psicologia social e cognitiva, a memória vai se deteriorando com o tempo de modo a enfraquecer particularmente a resistência às “ilusões de verdade”. “A gravidade desses efeitos teoricamente aumentaria com a complexidade do ambiente de informações e a prevalência de desinformação”, lê-se no artigo.

 

A publicação também reforçou o que pesquisas anteriores sobre desinformação haviam apontado: consumidores das chamadas fake news têm tendência política mais conservadora, mas o impacto dos boatos online é menor do que se supõe. Este último elemento é particularmente animador — 90% dos pesquisados não compartilharam nenhuma notícia falsa no período analisado.

Chinês que vendeu rim pra comprar iPhone está internado em estado grave

Você provavelmente já ouviu a expressão “vou ter que vender meu rim pra comprar isso”. Bem, Wang Shanghku, um chinês de 25 anos levou isso ao pé da letra. Em 2011, aos 19 anos, ele vendeu um dos rins no mercado negro para realizar um sonho de consumo, adquirir o iPhone 4 e o iPad 2. Como sua família não tinha condições para comprar os aparelhos, Shanghku resolveu vender seu rim. Com a venda do órgão o jovem conseguiu 22,000 RMB, em torno de R$ 11,8 mil.

Para chegar ao ponto de cometer essa loucura o jovem encontrou uma sala de bate-papo na internet em que três comerciantes de órgãos prometeram que iriam ajudá-lo com a venda. A operação foi realizada em abril de 2011. Quando Shanghku chegou em casa, sua mãe perguntou de onde ele tirou o dinheiro para o novo smartphone. Quando seu filho confessou a loucura, ela imediatamente chamou a polícia.

Ele chegou a alegar na época ” por que eu preciso de um segundo rim”. A ação destrambelhada de retirar o rim vem trazendo problemas para Shanghku desde a operação. Além da deficiência renal ele desenvolveu uma infecção devido às condições em que a operação, realizada na cidade de Chenzhou, foi realizada. Dois médicos que trabalham em hospitais locais participaram da remoção do rim de Shanghku.  A operação foi feita numa “clínica” fundo de quintal  e os cuidados pós-operatórios deixaram a desejar.

Hoje, passados 7 anos desde a retirada do rim, o quadro clínico de Shanghku é gravíssimo. A imprensa da China cita que ele passa seus dias na cama e que depende de hemodiálise para continuar vivo. Como se não bastasse o outro rim do chinês também está com problemas.

Nove pessoas envolvidas com a operação da retirada e venda do rim de Shanghku foram presas em 2012. A família do jovem recebeu uma indenização de 1.47 milhão de RMB no final do mesmo ano, de acordo com o jornal The Mirror. No entanto, com os gastos aos cuidados de Shanghku, o dinheiro foi embora rápido. Atualmente a família sobrevive de doações.

A ação descabida de Shanghku em ter os aparelhos da Apple tinha uma relação direta com uma noção de status que ele achou que teria perante seus amigos. Uma forma de superioridade através desses aparelhos. Em casos menos extremos vemos isso constantemente com pessoas que próximas que se endividam para comprar certos produtos que possam garantir alguns “pontos” na sociedade.

‘MEU PAI ENTROU NO TRÁFICO PARA EU VIRAR ADVOGADO’

NASCI E FUI criado até os 6 anos pela minha avó na favela do Jacarezinho, zona norte do Rio, o 121° IDH entre os 126 listados na cidade carioca. Filho de empregada doméstica, sempre que lembro da infância recordo da minha mãe contando as dificuldades de trabalhar em “casa de madame”, levando pão duro para casa no final do expediente. Meu pai trabalhou na fábrica de tecidos Nova América, que posteriormente virou o Shopping Nova América, famoso pelos outlets, na zona norte carioca. Após isso, ele trabalhou como terceirizado na Petrobras, não sei qual a função, mas me recordo da foto que ele ostentava com alegria onde usava o uniforme da empresa.

As histórias de minha infância que lembro por ter “ouvido falar” cessam quando eu tinha por volta de 8 anos. A partir daí, me lembro bem do que se passou. Aos 8 anos, a gente foi morar no norte do Estado. A mudança de cidade e vida foi protocolo de segurança para minha família, mas também possibilidade de viver oportunidades de estudo e trabalho, que dentro de uma favela e sua rotina de operações policiais, tiroteios, dificuldade de entrar e sair e escolas fechadas seriam mais difíceis de ser alcançadas.

Meus pais sempre se dedicaram pelos nossos estudos e concentraram suas vidas em cima desse objetivo. Assim como Nem da Rocinha entrou para o tráfico para pagar o tratamento de saúde de sua filha, meu pai também o fez por uma questão familiar. Possibilitar que seus filhos pudessem estudar, ter acesso a oportunidades e uma vida digna que jamais foi possível a ele e a minha mãe.

Desde moleque ele pegava no meu pé com os estudos. Ao primeiro sinal de notas “vermelhas” nos boletins, videogame e escolinha de futebol se tornavam atividades proibidas. Me fazia ler o jornal de esporte para ele, dia após dia – a leitura de periódicos é um hábito que possuo ainda hoje graças a ele. Indisciplina na escola não era tolerada, assim como faltas ou suspensões. Ele dizia que a média lá em casa não era 60 e, sim, 90.

Quando entrei na adolescência, o papo sobre fazer Direito começou. Ele queria um filho delegado. O cargo em si não tinha nenhuma justificativa aparente. O que ele desejava mesmo era um filho formado e em um cargo que valesse como um título, um atestado que você venceu na vida.

Imagina o que era para um cara que ganhava a vida no submundo do comércio varejista tirar um filho do morro e colocar em uma das maiores instituições do país. Seria, efetivamente, vencer a exclusão que o sistema nos impõe. Eu, impressionado pelos detetives policiais dos filmes americanos, me deixei levar e fui tomando gosto pela ideia. Confesso que iniciei a faculdade de Direito, já morando no interior do estado do Rio de Janeiro, também almejando a cadeira de delegado da Polícia Federal.

Como todo bom estudante de Direito, fui percebendo ao longo da graduação que o buraco era mais embaixo e que concurso nesse país virou um negócio, e cada vez mais elitizado. Porém, o curso de Direito se tornou uma paixão.

Não me lembro qual foi a primeira vez que ouvi de meu pai a frase “quando o Joel se formar, eu largo o tráfico”, mas me recordo de ouvir ele dizer isso incessantemente a partir da segunda metade da minha faculdade. Era nítido que ele levava aquela vida apenas para ver o filho com um diploma, fazer “um neguinho virar doutor”. Minha formatura parecia um marco na vida dele, quando tudo o que fez e o que deixou de fazer enfim faria sentido. Seria a prova que aquele tempo exercendo uma atividade demonizada aos olhos de alguns e necessária aos olhos de outros não fora em vão, que os fins, enfim, justificariam os meios.

A realidade é que a favela é um organismo social à parte, em que o traficante tem dinheiro, poder e status social. E sejamos sinceros: a vida dentro desse sistema capitalista gira em torno de alcançar essas três coisas da maneira mais rápida possível. Seja no morro ou no asfalto, em regra, busca-se poder, status e dinheiro. Sem a estrutura familiar que tive, talvez fosse mais difícil não recorrer a esse “atalho”. Como disseram os Racionais nos anos 90, “Tempo pra pensar, quer parar, que cê quer? Viver pouco como um rei ou muito, como um Zé?”

Desde que ouvi essa música pela primeira vez aos 12 anos pensei que viver pouco como um rei fazia muito mais sentido, afinal, só se vive uma vez.

As pessoas do “asfalto” têm a concepção que toda pessoa envolvida no comércio varejista de drogas é um narcotraficante tipo Fernandinho Beira-Mar ou Pablo Escobar, recomendo a leitura de “Acionistas do Nada”, escrito por Orlando Zaccone.

Quantos advogados de favela você conhece? Juiz? Promotor? O judiciário é branco, elitista e classista.

O objetivo do meu pai no comércio varejista era simples: criar e possibilitar aos seus filhos oportunidades de estudo e trabalho que, seguindo as regras “lícitas” do jogo do excludente sistema capitalista, beiram o impossível para um preto pobre da favela. Quantos advogados de favela você conhece? Juiz? Promotor? O judiciário é branco, elitista e classista. Como você vai falar que basta correr atrás ou em meritocracia para um cara que tinha 4 irmãos, aos 6 anos já morava em um colégio interno e que nunca me contou uma passagem da sua vida em que seu pai estivesse presente? Em 29 anos, nunca ouvi falar de meu avô paterno. Quando não se tem uma família minimamente estruturada, o ponto de partida é, literalmente, do zero.

Talvez seja difícil para alguém que teve como primeiro trabalho um estágio de 6 horas diárias aos 22 anos e que usava seu salário para comprar vodka e camisa de marca sem se preocupar com contas entender que, sim, as pessoas pobres se socorrem ao tráfico como mecanismo de sobrevivência. Para matar sua fome, de sua família ou ter um mínimo de dignidade social e financeira dentro do processo de exclusão implementado por esse capitalismo de consumo.

Quando me formei em direito aos 22 anos, meu pai explodiu de alegria. Comprou tantos convites que pude levar toda a minha turma do Jacarezinho e ainda sobrou alguns para vender na faculdade. Ele alugou van para levar a galera, terno para meus amigos vestirem. Foi o ponto alto de sua vida.

Passado alguns meses, dava adeus à vida de cativeiro recluso na favela para um processo de ressocialização individual, com conta em banco, vida regrada, trabalho de carteira assinada e atividades voluntárias.

Não pense que se trata de um “gênio criminoso”, que ficou impune das leis do Estado. Há uma cifra oculta entre os crimes que o estado toma conhecimento e pune criminalmente e o universo de crimes praticados todos os dias no país, seja por ausência de interesse ou capacidade de alcançá-los. A verdade é que muitos e muitos crimes não chegam à tutela estatal.

Sejamos sinceros, certamente nos dias que levei construindo esse texto, eu e você cometemos algum crime à luz dos diversos tipos penais existentes no Brasil, e iremos sair impunes disso. Meu pai apenas via no comércio varejista uma possibilidade de produzir uma renda condizente com seu desejo e sua necessidade de educar e criar os filhos longe da cruel realidade das favelas cariocas, uma realidade que ceifa vidas e sonhos diariamente.

Após minha formação, ingressei em uma pós-graduação que me jogou nas ciências criminais. Além da paixão pela área, era a chance de eu ser um instrumento efetivo a serviço do meu povo preto e favelado. Entendo eu que, após a nossa vida, é a nossa liberdade que o estado mais nos atinge – basta ver que temos a terceira maior população carcerária do mundo, com aproximadamente 726 mil presos.

Como ocorreu com meu amigo dos tempos de moleque, preso injustamente durante uma mega-operação na região de Jacaré, Manguinhos, Mandela e Benfica. Ele reside no conjunto habitacional “Bairro Carioca”, alçado a alcunha de favela devido o abandono do estado. Na batida pelas ruas do conjunto, os policiais entraram na sua casa. É uma casa bonita, com cerâmica nas paredes externas e ar-condicionado split, o que levou a polícia a deduzir, do alto de seu racismo e ignorância, que ali seria a casa de um traficante de drogas.

Entraram e revistaram cada centímetro. Ao não achar nada de ilícito, pegaram alguns comprovantes de depósitos bancários armazenados em alguma gaveta. Eram cerca de cinco comprovantes que giravam entre R$ 5 e 15 mil cada. Na falta de algo “melhor” para confirmar sua teoria de que o morador era traficante, encaminharam-no para a delegacia sob acusação de associação para tráfico tendo como conteúdo probatório os comprovantes de depósito.

A história fica ainda mais assustadora ao observarmos que questões importantíssimas sobre o acusado foram relativizadas. Muitas vezes, o direito penal se pauta primeiro por quem é a pessoa que cometeu o delito e não pelo delito em si. Por exemplo, ele é motoboy há sete anos na mesma empresa com carteira assinada, possui uma moto avaliada em torno de R$ 7 mil e um carro financiado. A casa que ele morava na época é de sua sogra que alugava para ele. E era a destinatária dos depósitos, e não o meu cliente, conforme ela mesma explicou na delegacia. O dinheiro era oriundo da venda parcelada de uma casa. O comprador solicitou ao acusado que fizesse os depósitos na conta da vendedora do imóvel, em razão de ele ser motoboy e não correr risco de assaltos no percurso.

Nada foi suficiente. A delegada do caso o prendeu em flagrante pela acusação de associação ao tráfico. Retirando da família um trabalhador de carteira assinada, sem nenhum débito com a sociedade, com dois filhos pequenos e uma esposa por mero preconceito, racismo e necessidade de mostrar serviço diante de um circo armado com 3.500 servidores públicos empregados para combater a esquizofrênica guerra às drogas – na verdade, uma guerra contra os pobres.

No dia seguinte, tivemos a audiência de custódia na qual, depois de reforçar o que já havíamos alegado, conseguimos liberar o rapaz. Dois meses depois, ele foi absolvido de todas as acusações fantasiosas.

Não se trata de ser advogado de marginal, mas, sim, advogado de um grupo marginalizado.

Quando expus minha história no Twitter, algumas pessoas comentaram como se meu pai tivesse me educado para “servir ao tráfico”. Cômico! Primeiro, seu desejo era que eu fizesse um concurso e virasse mais um engravatado burocrata a serviço do sistema. Segundo: foi uma briga lá em casa para que meus pais aceitassem minha escolha pela advocacia criminal.

Ele dizia aos amigos que eu poderia fazer tudo menos advogar “pra bandido”. Irônico. Mas graças às oportunidades que ele criou com o que estava ao seu alcance, pude perceber a tempo que meu sonho e missão era ser advogado criminal e ajudar a trazer ao asfalto o debate sobre o quanto é seletiva e racista justiça criminal, e ir para além da dicotomia do bem e do mal. Tentar mostrar, com a visibilidade do meu trabalho, que não se trata de ser advogado de marginal, mas, sim, advogado de um grupo marginalizado.

Corpo de Bombeiros do Rio tem primeira mulher piloto de helicóptero

Ao chegar no quartel, ela troca o vestido o e o salto alto por um par de botas e um macacão de piloto. Aos 37 anos, sendo quase metade deles dedicados ao Corpo de Bombeiros do Rio, a major Rachel Lopes tornou-se a primeira mulher comandante de aeronave da corporação. Após cinco anos de preparação, ela entrou há um mês para um seleto time: são apenas 11 militares que se revezam nos manches dos cinco helicópteros vermelhos que cruzam o céu do estado em salvamentos e transportes de órgãos e pacientes.

Rachel acostumou-se a estar na vanguarda. Ela ingressou nos Bombeiros em 2001, após ser aprovada no primeiro concurso para oficiais que admitiu candidatas femininas. Desde 1856, quando foi fundada pelo imperador Dom Pedro II, a corporação era composta majoritariamente por homens. Naquele primeiro concurso para mulheres, 22 candidatas foram admitidas. Entre elas, Rachel, que afirma não ter enfrentado preconceito.

— Nunca enfrentei nenhuma discriminação. A gente acaba conquistando a confiança pelo nosso trabalho. Antigamente existia esse pensamento de que algumas profissões são para homens e outras para mulheres, mas hoje isso está ficando para trás. Só cheguei um pouquinho antes, mas as mulheres já estão aí, estão vindo com tudo. É uma honra imensa para mim abrir caminho para mais uma grande conquista feminina, sobretudo em uma corporação que tem essa missão tão nobre, de salvar vidas — diz a major.

Entre 1992 e 1999, 356 mulheres ingressaram no Corpo de Bombeiros. Após a abertura de concurso para praças e oficiais, o número subiu para 1.716 entre 2000 e 2007, uma variação de 326%. No ano de 2002, foi registrada a maior entrada de militares femininas na história da corporação, com 1.049 praças e oficiais. Nos últimos oito anos, mais 1.168 mulheres passaram a integrar o quadro militar da corporação. Atualmente, elas correspondem a  cerca de 17% do efetivo total.

IRMÃOS PILOTOS

Antes de se alistar no Grupamento de Operações Aéreas (GOA), Rachel atuou como combatente. Uma das missões mais marcantes de sua carreira foi o resgate de vítimas da tragédia provocada pela enchente que atingiu sete cidades na Região Serrana, em 2011.

— Durante um mês, eu ficava quatro dias em Teresópolis, voltava dois dias para o Rio e, depois, retornava para a Serra. A gente estava em busca de sobreviventes em uma área que havia sido completamente soterrada. O deslizamento de terra foi fatal e matou mais de mil pessoas só naquele bairro. Foi o trabalho que mais mexeu comigo, e também o mais difícil — lembra ela.

O interesse pela aviação surgiu em casa. Rachel tem dois irmãos que pilotam helicóptero, um na Força Aérea e outro na Marinha. Inspirada nos exemplos deles, ela decidiu se informar como poderia tornar-se uma comandante de aeronave nos Bombeiros.

— Eu ficava babando vendo o Águia dos Bombeiros no desfile de 7 de Setembro, sobrevoando a Avenida Presidente Vargas. Eu olhava para o alto e e pensava: “Ainda vou estar lá em cima”. Resolvi perguntar ao comandante do GOA como fazia para ser mulher piloto. Ele disse que nunca nenhuma mulher tinha demonstrado interesse em ser. Eu disse, então, que esse seria meu desafio — conta ela.

Além de Rachel, outras duas militares entraram para o time do GOA. Atualmente, elas atuam como co-piloto e em breve serão comandantes.

NOVO HELICÓPTERO

O Corpo de Bombeiros conta, hoje, com cinco helicópteros vermelhos do modelo AS350, também chamado de Esquilo. Com capacidade para até seis tripulantes, a aeronave é usada em salvamentos e no transporte inter-hospitalar de pacientes, órgãos e tecidos vitais. Em breve, no entanto, a corporação vai ganhar uma aeronave mais potente, modelo AW169, com duas turbinas.

O pregão para a compra da aeronave ocorreu em dezembro e o contrato, no valor de R$ 52 milhões, foi assinado na última quinta-feira. A aquisição foi feita com verba do Gabinete de Intervenção Federal e o helicóptero deve chegar em até dois anos.

O novo helicóptero, além de oferecer mais segurança no voo por ter duas turbinas, também permite a navegação com auxílio de instrumentos. Com isso, os pilotos poderão vencer uma de suas maiores dificuldades, que é a redução de visibilidade provocada por condições climáticas adversas.

— As pessoas acham que a chuva atrapalha os voos, mas a chuva não é determinante. O que é determinante é a visibilidade. O vento também pode deixar o voo mais turbulento, mas nada que não possa ser controlado — explica Rachel.

Flamengo oficializa contratação de Gabigol

OFlamengo oficializou na manhã desta sexta-feira (11) a contratação do atacante Gabigol. O jogador já estava fechado com o Rubro-Negro desde a última terça, mas faltava o anúncio oficial por parte do clube. O contrato é de empréstimo – o atleta pertence a Inter de Milão – e válido por uma temporada.

“O Flamengo é um clube gigante, com a maior torcida do Brasil e farei de tudo para ser feliz com essa camisa, que também é reconhecida no mundo inteiro. Essa Nação me inspira e espero comemorar muitos gols ao lado deles”, disse o jogador.

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O Flamengo não precisou gastar para contratar o atacante, terá apenas de arcar com o salário de 3,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 15 milhões) por ano, algo em torno de R$ 1,25 milhão por mês.

Aos 22 anos, Gabigol foi o artilheiro do Brasileirão 2018, jogando pelo Santos, com 18 gols.

 

Mulher chinesa sofre com condição rara e não consegue ouvir voz de homens

Uma mulher chinesa foi diagnosticada com um tipo raro de perda auditiva e passou a não conseguir ouvir vozes masculinas — incluindo a de seu próprio namorado.

De acordo com o jornal britânico “Daily Mail”, a paciente, identifcada apenas pelo seu sobrenome, Chen, acordou um dia sem escutar o companheiro.

 

Moradora da cidade de Xiamen, na costa leste da China, ela foi para o hospital da cidade, onde os médicos tentaram entender os sintomas, muito diferentes das formas mais comuns de perda auditiva.

Uma especialista a diagnosticou com perda auditiva de baixa frequência ou de inclinação invertida, que faz com que ela só possa escutar altas frequências.

Segundo a reportagem, a condição afeta apenas um em cada 13 mil pacientes com problemas auditivos, e normalmente é difícil de se diagnosticar, porque tantos médicos quanto pacientes podem não saber que a condição existe.

 

— Ela foi capaz de me ouvir quando falei, mas quando um jovem paciente entrou, ela não conseguiu ouvi-lo — disse a médica Lin Xiaoqing, que atendeu Chen.

Além de fatores genéticos, a doença pode ter sido causada por estresse, segundo a especialista em otorrinolaringologia. Chen revelou que estava trabalhando até tarde recentemente, sem dormir o suficiente, e na noite anterior, estava com náuseas e zumbidos nos ouvidos.

A médica disse ainda que os sintomas precisam ser tratados rapidamente, e que Chen vai se recuperar totalmente.

Pela primeira vez, uma mulher será mestre de bateria no carnaval do Rio

Neste domingo, 13 de janeiro, Thaís Rodrigues, de 30 anos, se tornará a primeira mulher a ser mestra de bateria no tradicional carnaval do Rio de Janeiro. A função é historicamente delegada aos homens.

Thaís será empossada como mestre da Bateria Feiticeira. A escola, que estará na disputa na Série E do carnaval, vai desfilar no dia 9 de março, na Estrada Intendente Magalhães, em Campinho, na Zona Norte.

Criada em uma família envolvida com o mundo carnavalesco, Thaís passou a frequentar os ensaios da Acadêmicos da Rocinha em 2003, levada por um tio a um evento da escola de São Conrado, ela pegou um chocalho e acompanhou os ritmistas. O mestre de bateria gostou de sua desenvoltura. Naquele mesmo ano, ela já cruzou a Avenida pela primeira vez tocando um instrumento e nunca mais parou.

Atualmente, a jovem é diretora de surdo na bateria da Rocinha, que disputa a Série A, e toca o surdo de terceira na Unidos da Tijuca, agremiação do Grupo Especial. As duas escolas desfilam na Sapucaí. E a mestre de bateria da Feitiço do Rio garante que viver num universo onde os homens são maioria não é problema, porque ela sempre foi respeitada.

* Com informações do Extra

A BABOSA É CONSIDERADA “A PLANTA DA IMORTALIDADE”! SAIBA COMO USÁ-LA PARA CURAR DOENÇAS!

A babosa, também conhecida como aloe vera, é um grande purificador do sangue.
Ela é super-rica em nutrientes, como lignina, saponinas, minerais, cálcio, potássio, magnésio, zinco, sódio, cromo, cobre, cloro, ferro, manganês, betacaroteno (pró-vitamina A), vitaminas B6 (piridoxina), B1 (tiamina), B2 (riboflavina), B3, E (alfa tocoferol), C (ácido ascórbico), ácido fólico e colina.

Essa riqueza de nutrientes confere à babosa um enorme poder de cura.

E isso não é nenhuma novidade.
Os antigos egípcios já usavam medicinalmente a babosa e a chamavam de “a planta da imortalidade”.
E alguns historiadores garantem que Cléopatra usava a babosa na pele e nos cabelos, sendo este um dos seus segredos de beleza.
Na atualidade, muitos terapeutas naturalistas acreditam que ela cura e previne quase todas as doenças, pois renova completamente o sistema imunológico.
A babosa também é indicada para diabéticos, uma vez que equilibra a glicose.
Mas não para por aí.

Muitas pessoas afirmam que, graças à babosa, foram curadas de doenças graves, como o câncer.

O fato é que a babosa é um extraordinário fortalecedor do organismo e, sendo assim, protege-nos de doenças, mesmo as mais graves.
O melhor tipo de babosa é a Aloe arborescens (veja a foto abaixo).
Você também pode usar a Aloe barbadensis (veja a foto abaixo).

Antes de colher a babosa, tente observar o seguinte:

– O pé da babosa deve estar plantado de 3 a 5 anos no mesmo local, pois nessa condição ela estará bem forte, com seus princípios ativos em melhores condições para a cura de doenças, inclusive as mais graves.
– Colha a babosa quando não estiver chovendo no mínimo há três dias, pois a terra muito úmida e o contato da babosa com a água fazem com que ela estrague mais rápido.
Se isso não for possível, faça a receita e conserve-a na geladeira.
– Colha a babosa preferencialmente à noite ou pela manhã bem cedo, antes de o sol nascer, pois ela não deve entrar em contato direto com a luz do sol nem com luzes artificiais.
– Ao manipular a babosa, passe apenas um pano úmido para limpá-la e retire os espinhos com o auxílio de uma faca.
– Não acenda a luz do local onde for prepará-la.
Acenda a luz de um cômodo próximo ou use vela.

– No período em que a babosa estiver florescendo, não a utilize, pois ela estará com seus princípios ativos alterados, uma vez que precisa alimentar as flores.

Antes de consumir, agite bem a garrafa.
Tome duas colheres (sopa) em jejum, assim que acordar pela manhã; duas colheres  (sopa) 10 minutos antes do almoço e duas colheres (sopa) antes do jantar ou antes de dormir.

 




OBSERVAÇÕES SOBRE O REMÉDIO:
Podem aparecer abscessos ou espinhas no corpo, pois a babosa purifica o sangue.
É normal o intestino funcionar mais, pois a babosa desintoxica e regula as funções intestinais.
Quem sofre de doença mais grave pode repetir esta receita quantas vezes achar necessário ou até que a doença desapareça.

 

Quem não sofre de doença grave deve dar uma pausa de 30 dias entre uma receita e outra.

Se for diabético, retire o mel da receita.
No entanto, se fizer sem mel, a bebida vai ficar muito amarga.
Então o ideal é, logo depois de tomar o remédio, beber suco de limão para retirar o gosto amargo da babosa.
A bebida destilada (vodca, aguardente, uísque) é importante para a conservação da receita, mas pode ser retirada ou substituída por álcool de cereais.
Use este remédio natural de babosa como complemento ao tratamento prescrito pelo seu médico.

 




OUTROS USOS DA BABOSA
1. Condicionador de cabelo: massageie o couro cabeludo com uma pequena quantidade de gel de aloe vera e deixe por cerca de 2 minutos.
Depois, é só retirar com água.
2. No xampu: adicione 3 colheres (sopa) de gel de babosa no seu xampu.
Isso fará seu cabelo muito brilhante.
3. Tratamento de acne: aloe Vera minimiza a inflamação e trata acne devido às suas propriedades inflamatórias.
Basta passar na área inflamada um pouco da “baba” da planta.
4. Prevenção e eliminação de estrias: devido às propriedades regenerativas da aloe vera, ela é um excelente tratamento natural para estrias.
Basta aplicar um pouco do região na pele doente.
5. Gengivas inchadas: a babosa acalma gengivas inchadas e maximiza os mecanismos de defesa do seu corpo.
Você deve passar um pouco da “baba” na área inflamada.

 

6. Tratamento de herpes, eczema, psoríase, dermatite e outras alergias da pele: a aloe vera é capaz de penetrar em camadas múltiplas da pele.

Basta fazer aplicações de um pouco do gel na pele doente.
7. Queimaduras: devido a propriedades antissépticas da babosa, ela é excelente no tratamento de queimaduras.
O processo é o mesmo: aplica-se uma pequena quantidade do gel na pele afetada.
8. Hidratante: use a aloe vera como um hidratante da pele.
Ela fortalece o tecido da pele, fornecendo oxigênio para as células.
9. Gel de barbear: o gel de babosa é mais barato e mais saudável que qualquer outro do mercado.
Basta aplicar um pouco do gel no rosto na hora de fazer a barba.

 

10. Pós-maquiagem: depois de remover a maquiagem, use um pouco do gel de aloe vera.

Ele é um poderoso hidratante que ajuda a acalmar a pele.
Importante!
Todos esses usos da babosa na pele ou no cabelo devem ser precedidos de um teste de alergia.
Aplique um pouco do gel no cotovelo e veja se ocorre alguma reação.
Se não, pode usar tranquilamente.
Para extrair o gel da babosa, basta descascar a planta e raspar a “baba” com uma colher.

Obrgado Cláudia por você existir….emocionante, leiam

Por Liane Costa

 

Daí você está pensativa, dentro do carro, refletindo sobre sua vida e sente um arrepio quando olha no retrovisor e se assusta com uma imagem, vindo em tua direção, com um pedaço de pau na mão e sacos pendurados. Ela dá uma batidinha no vidro e num impulso, entre o medo e a coragem, entre a pena e a curiosidade, eu abaixo o vidro e começo a conversar com aquele ser, diante de mim, agora parecendo tão indefeso…
– Oi, você precisa de algo?
– Ahh querida eu preciso de tantas coisas, mas, hoje só queria mesmo era levar as fraldas pra minha filha…
Fiquei surpresa com a resposta. Esperava tantas outras… E não me contive. Comecei a questioná-la… Descobri que aquela frágil, raquítica e minúscula mulher, se chamava Claudia, tinha apenas 39 anos (parecendo 60) e estava “armada” com aquele pedaço de pau com o único objetivo de poder alcançar dentro dos lixos, qualquer coisa que rendesse algo para mantê-la e sua bebê, Maria Eduarda (Madu) de 2 anos, ambas soro-positivo. Ela também perguntou de mim. Sim, me pergunto interessada e eu comentei que eu estava viúva há 4 meses e que adoraria ter tido tb uma menina e que Maria Eduarda seria um nome que provavelmente colocaria nela. Um sorriso desdentado na minha frente, me emocionou. E me fez sentir algo muito especial: carinho. Me encantei com ela. E daí também descobri que ela fôra professora! Sim! Professora!! Era de Torres e foi “exonerada” (palavra dita por ela mesma, já que possui um vocabulário impecável), porque tinha HIV. Percebi que, mesmo muito pobre, catando lixo, estava com roupa limpinha, uma dor imensa disfarçada na alegria daquele sorriso sem dentes… e o que mais me impressionou: um ser lindo, de luz, super espiritualizado. Pedi que colocasse suas coisas no porta-malas e fomos juntas até uma farmácia. Comprei as fraldas especiais para sua menina e uma pomada para assaduras. Disse que a levaria pra casa, mas, por orientação dela, pediu por segurança, a deixasse na entrada do bairro 1º de Maio, porque “eles” podiam confundir minha camionete com da polícia e poderia ter problemas. Ao nos despedir, me presenteou com estas lindas palavras: …
… “Sabe dona Liane, se conforme e se alegre. Seu marido partiu e está bem melhor que nós! Nós ainda estamos aqui, passando trabalho, decepções, tristezas na família e apenas e tão somente “algumas” alegrias. Seu marido cumpriu “os desígnios” de Deus. Sabe né? Dizem que pedimos para vir ao mundo exatamente assim como estamos… mas as vezes me pergunto como fui capaz de pedir tanto sofrimento!?… Enfim, as vezes Deus tem formas muito doidas de nos responder. Hoje eu tinha me prometido não chegar em casa sem as fraldas da “Madu”, seja a hora que fosse! E olha, eu estou com as fraldas! Hoje também eu tinha feito um pacto com Deus e não é que ele me enviou mesmo um anjo? Ninguém passa pela vida dos outros por acaso, acredite. Eu precisava te conhecer hoje para não perder a fé na humanidade. Vou rezar todas as noites pela senhora e também por “toda sua família”, porque sei que tem gente que nem compreende tudo o que a senhora faz e já fez por eles.”
Me agradeceu, me abraçou, beijou carinhosamente meu rosto e eu a vi, subindo a rua, num sorriso terno… e não tive como não chorar por quase meia hora! Decidi adotar ela e sua menina este ano. Vou levar doações, alimentos, roupas, e quem sabe até buscar ajuda para colocar seus dentes, quem sabe um emprego. Hoje, reconheci Jesus, vestido de mulher humilde, sábia, sofrida, ganhando a vida nas ruas e mesmo cansada, esperançosa na fé. Hoje eu fui o anjo dela… mas, ela nem sabe o quanto foi ela quem iluminou meu dia! Obrigada Claudia, por existir!

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