RECEPCIONISTA – Zona Oeste – Rio de Janeiro/RJ – R$1.275,00 Formação e experiências requeridas: – Experiência anterior na função – Ensino médio completo -Excel /Word Descrição das atividades: -Atendimento, identificação e recepção de visitantes – Efetuar e
registrar ligações telefônicas – Suporte à diretoria Horário: 08:00 às 17:30H – Segunda a sexta-feira Benefícios: VT Refeição no local Assistência Médica, Assist. Odontológica e Convênio com faculdade (após período de experiência) Enviar currículo para vagas@especifarma.com.br , informando no ASSUNTO o título da vaga
O carnaval carioca vai ter Ogro, Dragões, Pandas, Pinguins… e não, não será o pessoal fantasiado nos bloquinhos em 2019. É que de 6 de fevereiro a 15 de abril de 2019, o Centro Cultural Banco do Brasil recebe a “DreamWorks Animation: A Exposição – Uma Jornada do Esboço à Tela”, exposição do estúdio de animação Dreamworks, responsável por animações como Shrek, Como Treinar Seus Dragão, Kung Fu Panda, Madagascar e muito mais.
A exposição, que já passou por vários países, terá mais de 400 itens originais, com modelos, maquetes, artes conceituais, storyboards, fotos, máscaras, pinturas e vídeos de bastidores do estúdio. Idealizada e criada pelo instituto australiano de artes, tem como objetivo principal mostrar os diversos processos realizados para a criação de uma animação de grande orçamento.
A exposição é dividida em quatro seções. Em Characters será possível ver a evolução do que realmente confere vida aos filmes produzidos pelo estúdio, do conceito original dos desenhos e sketches às personalidades totalmente construídas – como Po, de Kung Fu Panda (2008), os Zoosters de Madagascar (2005), e a gangue do carismático ogro Shrek.
Em Story, por sua vez, o visitante confere o processo de construção de uma história completa, da inspiração ao desfecho. Telas digitais vão mostrar os enredos originais de Shrek e Madagascar e também recriarão uma sessão de brainstorming de Os Sem-Floresta.
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Cada vez mais, o Shopping Paço do Ouvidor se fortalece como ponto de encontro no Centro do Rio.
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Já em World o destaque fica para a magia incorporada ao universo dos filmes do DreamWorks Animation. Uma projeção de 180 graus, criada especialmente para a mostra, vai levar o visitante a sobrevoar a cidade viking de Berk a partir das costas de um dragão. H
averá ainda a Drawing Room, a última parada da exposição. Nessa área, os quiosques especialmente projetados permitirão que o público desenhe e crie um curta animado, a partir da tecnologia do estúdio DreamWorks Animation.
“A senhora é a mãe do Matheus? Senhora, prazer, Leonardo. Eu sinto muito pela perda do seu filho, tá bom? Mas eu espero que a senhora continue firme. A perda de um filho querido é muito grande, entendeu? Em nenhum momento eu julguei a senhora por ter me apontado de alguma forma, entendeu?”, afirmou Leonardo, chorando muito.
Abraçada a Leonardo, a mãe de Matheus Lessa, morto ao tentar defendê-la no assalto, também se emocionou no encontro. “Eu sempre pedi a Deus que fizesse justiça, né? E Deus não é injusto e não ia deixar nenhuma injustiça ser cumprida”, falou para o DJ.
Na entrevista, Leonardo se emocionou várias vezes ao falar sobre ter sido apontado como o culpado pelo crime. “Estava muito abalada, ela perdeu um filho, não é fácil para ninguém. (…) Não tenho mágoa de ninguém, não quero justiça, só quero ficar com a minha família e meus amigos, pois quando mais precisei eles ficaram do meu lado”, disse.
Leonardo chorou e se emocionou várias vezes ao falar da prisão injusta e dos momentos na cadeia – Adriano Araujo Alves de Souza
Ele também contou sobre o dia em que o levaram para delegacia. Mesmo sem saber o que estava acontecendo, sabia que tudo ia “acabar bem”, pois não tinha cometido nenhum crime. “Me algemaram, me colocaram dentro do carro, meus amigos todos no portão, meu pai. E eu sem poder explicar para o meu pai o que estava acontecendo, meu pai vendo, não sabia do que estavam me acusando. Mas estava tranquilo, sabendo que não fui, falei: ‘poxa, vou chegar lá, vou fazer o procedimento que tem que fazer e vou ser liberado’. Quando olhei para o lado, tinha um moreninho, dois branquinhos, e aí chamaram as mulheres para fazer o reconhecimento”, relatou.
O delegado Evaristo Pontes alegou que a presença de dois brancos no reconhecimento era porque havia um entre os suspeitos de participar do crime. “Nós tínhamos um suspeito branco. As testemunhas descreviam as caraterísticas de um suspeito de cor branca”. Ele seria o que lutou com a mãe de Matheus, enquanto o negro, o atirador que matou Matheus.
Na mesma reportagem, o professor Thiago Bottino, professor de direito da Fundação Getúlio Vargas, criticou a forma como Leonardo foi reconhecido. “Cada suspeito tem que ser identificado individualmente. Se eu tenho cinco suspeitos e coloco os cinco suspeitos naquela linha, você acaba induzindo a vítima ou a testemunha a exonerar um provável culpado”, falou.
A Vale vai doar R$ 100 mil para cada família que teve um parente morto na tragédia gerada com o rompimento da barragem da mineradora em Brumadinho, nos arredores de Belo Horizonte. As doações serão repassadas a partir de amanhã (29). Segundo a empresa, trata-se de doação, e não de indenização.
Empresa esclarece que os R$ 100 mil são doação, e não indenização para aqueles que perderam parentes em Brumadinho. Pagamento começa nesta terça – Washington Alves/Reuters/Direitos Reservados
No local, será colocada uma cortina de contenção no Rio Paraopeba para evitar que a lama se espalhe e afete o abastecimento de água na cidade de Pará de Minas.
O diretor executivo de Finanças e Relações com Investidores da Vale, Luciano Siani, disse que está assegurado o repasse da compensação financeira para o município de Brumadinho. “A Vale vai compensar o município como se a operação estivesse correndo” , ressaltou.
Paralelamente, foram contratados psicólogos e assistentes sociais do Hospital Albert Einstein para assistência às vítimas do acidente na região.
Questionado sobre a queda de 24% das ações da Vale na Bolsa de São Paulo, Siani disse que o foco das preocupações é outro. “O foco é na mitigação do sofrimento.”
O diretor da Vale afirmou ainda que não tmr competência para avaliar as sugestões de mudança no comando da Vale. Segundo Siani, o tema “compete ao Conselho de Administração”.
“Todos esses assuntos são de menor importância, todo o foco está nas pessoas e no meio ambiente. A família Vale está dilacerada e está sofrendo”, disse Siani.
A Vale afirmou não ver “razões determinantes de sua responsabilidade” no rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais. Por conta disso, a diretoria da empresa não se afastará de seu comando “em hipótese alguma”. As informações são da coluna da Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo.
A afirmação partiu de um dos principais advogados da companhia, Sergio Bermudes, em reação à sugestão do senador Renan Calheiros (PMDB-AL), que defendeu no domingo (27) o “afastamento cautelar” e “urgente” de toda a diretoria da empresa.
“A Vale não enxerga razões determinantes de sua responsabilidade. Não houve negligência, imprudência, imperícia”, afirma o defensor. “Por que uma barragem se rompe? São vários os fatores, e eles agora vão ser objeto de considerações de ordem técnica”. Ainda segundo ele, o rompimento da barragem do Córrego Feijão é, até agora, “um caso fortuito cujas causas ainda não foram identificadas”.
Com relação a possibilidade de afastamento da diretoria, Bermudes completou dizendo que apenas uma assembleia geral entre os acionistas poderia tomar tal decisão. “Só uma assembleia geral [dos acionistas da empresa] poderia afastar seus diretores. E eles não vão renunciar. A renúncia não ajudaria a companhia, perturbaria a continuidade das medidas que ela, do modo mais louvável, está tomando”. Para ele, “não cabe renúncia pois não se identificou dolo e muito menos culpa” dos executivos da Vale.
A ideia do afastamento da diretoria durante as investigações da tragédia foi defendida pelo presidente interino, Hamilton Mourão (PRTB), conforme apurou o jornal Folha de São Paulo. “Essa questão da diretoria da Vale está sendo estudada pelo grupo de crise, vamos aguardar quais são as linhas de ação que eles estão levantando”, disse. “Tem de estudar isso, não tenho certeza se pode fazer essa recomendação”, acrescentou Mourão, em declarações dadas nesta segunda-feira (28).
“Não é só a procuradora que quer apurar o que ocorreu. Todos nós queremos. Mas não há necessariamente um culpado, não há necessariamente culpa. Ou não haveria casos fortuitos ou ocasionados por motivos de força maior.”
ONU
O relator especial das Nações Unidas para Direitos Humanos e Substâncias Tóxicas, Baskut Tuncak, defendeu que o rompimento da barragem de Brumadinho deve ser investigado como “um crime”. As informações são da BBC News Brasil.
“Esse desastre exige que seja assumida responsabilidade pelo o que deveria ser investigado como um crime. O Brasil deveria ter implementado medidas para prevenir colapsos de barragens mortais e catastróficas após o desastre da Samarco de 2015”, disse Tuncak, em referência à tragédia de Mariana.
Cargo: Representante de Vendas Contratação: CLT Descrição da Vaga: realizar chamadas a clientes ativos e ofertar produtos da empresa Requisitos: Idade mínima de 18 anos; Ensino médio completo e comprovado; Noções básicas de informática (pacote office); Imprescindível residir na cidade de Niterói / RJ; Experiência no ramo de Telemarketing e/ou Telecom. Envie e-mail com seu
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Um vídeo feito há seis anos por Damares Alves, ministra da Família, Mulher e Direitos Humanos, foi revelado nesta semana. Nas imagens, ela aparece com as mãos ensanguentadas, como parte da campanha “Não quero sangue inocente em minhas mãos!”, criada para pressionar a então presidente Dilma Rousseff. As informações são do jornal O Globo.
No vídeo divulgado, Damares aparece de camiseta branca e com as mãos sujas de tinta vermelha, representando sangue. Ela ainda passa as mãos na roupa, que também ficam sujas de vermelho. A campanha foi publicada no Facebook em 2013 e, no texto, dizia que “o Brasil está a um passo da legalização do aborto” e ainda pedia o veto de Dilma: “Urge a sua manifestação de forma contundente para que o chefe desta nação vete todos os artigos desta infame artimanha que põe em risco o direito mais elementar do ser humano: a vida”.
A atual ministra foi contra a aprovação do Projeto de Lei Complementar 3/2013, que determina o atendimento obrigatório imediato a vítimas de violência sexual no Sistema Único de Saúde (SUS). Entre várias medidas, o projeto incluía a “profilaxia da gravidez”, como a distribuição de pílula do dia seguinte, além de informações sobre serviços e apoio psicológico.
No enredo “Não se meta com minha fé, acredito em quem quiser”, a Acadêmicos do Sossego prepara uma escultura do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, como um demônio, fazendo crítica a desvalorização do carnaval por parte do prefeito.
Em entrevista ao portal G1, o diretor de carnaval, Hugo Júnior, disse que a proposta da escola é defender o carnaval e lamentou que a imagem tenha vazado nas redes sociais.
“É o prefeito. Estávamos terminando a obra hoje. O objetivo é fazer uma crítica política à desvalorização do carnaval por parte dele. Temos que defender nosso carnaval. Era para ser uma surpresa, mas vou me reunir com o presidente da escola e vamos decidir ainda o que vai ser feito, mas a princípio a escultura vai estar na avenida sim”, comentou o diretor de carnaval ao portal G1.
Bolsonaro foi internado na manhã de domingo para retirar a bolsa de colostomia, que utiliza desde que sofreu um atentado em setembro do ano passado, e reconstruir o trânsito intestinal. bolsonaro-cirurgia
A previsão é que a recuperação dure até dez dias. Neste período, um gabinete provisório será montado no Hospital Albert Einstein para o presidente despachar com ministros.
A cirurgia começou por volta das 6h30. Bolsonaro está acompanhado da mulher, Michele, e dos filhos Eduardo e Carlos.
Desde setembro, este foi o terceiro procedimento cirúrgico a que o presidente foi submetido. Após levar uma facada durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG), no dia 6, Bolsonaro foi submetido a uma cirurgia de emergência.
Os médicos abriram o abdômen para corrigir as lesões causadas pelo ataque. Foi retirada uma parte lesada do intestino grosso, que foi ligado à bolsa de colostomia, e foram realizadas três suturas no intestino delgado.
Em 12 de setembro, os médicos notaram a obstrução de uma alça do intestino delgado, provocada por aderências em partes inflamadas do órgão. Foi necessário reabrir o abdômen para desobstruir o intestino.
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Nesta segunda-feira, o presidente fez a terceira cirurgia, que consiste em retirar a bolsa de colostomia e religar o intestino.
Neste caso, seria necessária nova cirurgia e, talvez, a recolocação da bolsa de colostomia. Também são consideradas como riscos em cirurgias deste tipo a formação de aderências no intestino e infecções no lugar do corte.
Pâmela Maciel de Assis, de 28 anos, mulher do PM Renato Augusto Barbosa, encontrado morto em casa, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, na madrugada desta segunda-feira, foi presa em flagrante por agentes da Delegacia de Homicídios (DH). O soldado, lotado na UPP do Jacarezinho, foi atingido por um tiro no peito. A Polícia Civil e a Corregedoria da PM investigam se o agente foi assassinado ou se ele se suicidou.
Pâmela foi presa em flagrante pelo crime de fraude processual. Logo após a polícia chegar na casa, a mulher entregou aos agentes a pistola funcional do marido. Inicialmente, ela afirmou que o marido teria se matado com a arma após uma discussão entre os dois. Segundo o primeiro relato da mulher aos policiais, o casal estava em casa com amigos, quando o PM se desentendeu com a mulher após ingerir uma grande quantidade de bebida alcooólica.
Ainda de acordo com a versão de Pâmela, o marido teria ido sozinho para o quarto do casal, deixando a mulher com os convidados. Logo depois, Pâmela teria ouvido um disparo de arma de fogo e foi até o quarto, onde encontrou Renato caído com um disparo no peito.
Entretanto, depois de uma perícia no local, os investigadores concluíram que a arma entregue por Pâmela não foi a responsável pelo disparo que matou o policial. A mulher, então, entregou uma outra arma, um revólver que não estava registrado no nome do PM, aos investigadores. O revólver estava escondido numa moita no jardim da casa.
Pâmela explicou que não havia entregue a arma anteriormente porque ela não estaria regularizada. A equipe da DH que estava no local decidiu prendê-la em flagrante e levá-la à sede da especializada para um novo depoimento. Peritos da DH irão fazer uma análise complementar no local do crime para concluir se foi homicídio ou suicídio.