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Palocci delata Roberto D’ávila, apresentador da Globo News

Segundo a Revista CrusoÉ, o ex-ministro do PT Antonio Palocci delatou o apresentador Roberto D’ávila, que hoje trabalha na Globo News.

 

Roberto serviu como intermediário e teria oferecido atuar como laranja para arrecadar dinheiro para o filme “Lula, o filho do Brasil”.

A delação conta que a empresa Schahin, que tinha contratos com a Petrobras, se ofereceu para remunerá-lo em troca da renovação do contrato com a estatal.

Renovado o contrato, Palocci sugeriu a Schahin para contribuir com o PT, e aí surgiu a ideia de patrocinar o filme. Foi quando D’ávila apareceu pedindo R$ 5 milhões para rodar a cinebiografia, a qual era diretor na época.

 

Em e-mails da Odebrecht entregues por Marcelo Odebrecht à Lava Jato no ano passado, já era possível ver o nome de D’ávila na “operação”.

 

Cinco dos principais líderes de milícias são presos no Rio

cinco dos principais líderes de uma organização criminosa que vinha agindo na zona oeste do Rio de Janeiro foram presos hoje (22) durante a Operação Os Intocáveis, desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), braço operacional do Ministério Público no estado (MPRJ). Dois dos detidos são oficiais da Polícia Militar (PM).

No grupo, estavam o major Ronald Paulo Alves Pereira, o major Ronald, o tenente reformado Maurício Silva da Costa, o Maurição, além dos civis Laerte Silva de Lima, apontado como o braço armado da organização, Manoel de Brito Batista, o Cabelo, e Benedito Aurélio Ferreira Carvalho, o Aurélio.

Os policiais buscam capturar oito integrantes do grupo considerados foragidos, inclusive Adriano Magalhães da Nóbrega, o capitão Adriano, também considerado homem forte da organização. Nesta terça-feira foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos endereços dos denunciados. A operação contou com apoio das polícias Civil e Militar.

De acordo com as investigações, os integrantes da milícia agiam nas comunidades de Rio das Pedras, da Muzema, Tijuquinha e adjacência.

Marielle Franco

A promotora de Justiça Simone Síbilio, coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ), afirmou que, apesar de dois dos detidos terem sido ouvidos como testemunhas em outro crime, não é possível no momento vincular os integrantes de milícias presos hoje ao assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e do motorista Anderson Pedro Gomes, em março do ano passado.

“A operação de hoje objetivou o desmantelamento de uma organização criminosa que atua nas comunidades de Rio das Pedras, Muzema e adjacências, inclusive a Tijuquinha. Nós não podemos afirmar neste momento que elas têm relação com o caso Marielle, mas também não descartamos a hipótese”.

De acordo com a promotora, qualquer associação entre os suspeitos e a morte da vereadora e do motorista só poderá ocorrer com o avanço das investigações. “A investigação do caso Marielle não é o objeto desta investigação. Ela é separada e autônoma e não visou prender pessoas relacionadas aos crimes da Marielle e do Anderson. Se depois, no futuro, chegarmos a conclusão de que elas têm envolvimento, aí sim será apurado, mas nos autos da investigação do caso.”

Escritório do crime

Entre os cinco presos da operação de hoje, dois são acusados de envolvimento no Escritório do Crime, um grupo de extermínio, composto por mercenários, que atuaria no estado: o major Ronald e o capitão Adriano, acusados inclusive de comandar o escritório, braço armado da organização.

Os dois, inclusive, já foram ouvidos na condição de testemunhas no caso Marielle. Novamente instigada a falar sobre o possível envolvimento, a promotora voltou a negar ligação entre as duas investigações.

“São investigações que não se confundem e não podemos, nesse momento, nem afirmar e nem descartar a participação de alguns desses integrantes no caso. É possível sim que eles façam parte do escritório do crime e as investigações serão aprofundadas nesse sentido”, destacou. “A investigação do caso Marielle corre em sigilo e neste momento nós não podemos dar mais informações sobre isso.”

Saldo

Para a promotora, com base na documentação apreendida, ficou comprovada que a organização vinha praticando os crimes de agiotagem, cobrança de taxa ilegal, receptação de carga roubada e venda e locação de imóvel de forma ilegal.

Durante a ação policial, foram apreendidos seis armas de fogo, munição, dinheiro em espécie e farta quantidade de documentação relacionada a venda e locação de imóveis. Havia cheques nominais apreendidos, todos assinados, mais de R$ 50 mil em espécie em um cofre em uma das associações de moradores.

“Apreendemos também em torno de 200 folhas de cheques com valores extremamente elevados, além de talões inteiros já preenchidos e assinados, o que comprova o crime de agiotagem que vinha sendo praticado pela organização”, ressaltou a promotora.

Disque-Denúncia

A promotora de Justiça disse que a operação é decorrência de investigações levadas a cabo a partir de ligações dos próprios moradores para o Disque-Denúncia.

“Os presos são acusados de prática de extorsão mediante exigência de pagamento de taxas de moradores e comerciantes, cobrança pela utilização das calçadas, agiotagem, grilagem, receptação de carga roubada, porte e posse de arma de fogo e dominação do território de forma violenta.”

Fonte: Agência Brasil

“MATA RINDO” É PRESO NO RJ

Um traficante conhecido como “Mata Rindo” foi preso, na manhã desta terça-feira, no Complexo do Lins, na Zona Norte, durante uma ação de busca realizada por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora da região. Emanoel dos Santos Carvalho, de 20 anos, estava no Morro do Amor, quando foi detido.

Segundo a polícia, o homem foi “batizado” por outros criminosos após assassinar bandidos que pertencem a facções rivais e por ter protagonizado ataques a policiais militares. Contra ele, havia quatro mandados de prisão em aberto por crimes de homicídio e tráfico de drogas.

Ainda de acordo com a polícia, “Mata Rindo” já era monitorado por PMs que atuam na região. Na ocasião, ele foi flagrado ao lado de outros suspeitos no interior da favela. Após ser preso, ele foi levado para a 26ª DP (Todos os Santos), onde o caso foi registrado.

SUPERMERCADO MULTIMARKET CONTRATA ESTOQUISTA, MOTORISTA E FINANCEIRO – SALÁRIO + BENEFÍCIOS – RIO DE JANEIRO / RJ

O supermercado MULTIMARKET está com vagas de emprego nas seguintes áreas: Estoquista (com experiência em supermercado) – Salário de mercado a combinar na entrevista + transporte. Financeiro – R$ 1.200,00 + transporte. Motorista – Salário de mercado, a combinar no dia da

 

 

entrevista + transporte. Local de trabalho: bairro Colégio, Rio de Janeiro. Horário: 8h/dia, turno da manhã. Requisitos: » Disponibilidade para começar de imediato. » Residir preferencialmente em local próximo ou que possua apenas uma passagem. » Ter experiência comprovada na aérea. Os interessados precisam enviar o currículo para o e-mail: myllenablopes@gmail.com

RAGAZZO VAGAS PARA AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS, ATENDENTE DE LANCHONETE, AJUDANTE DE COZINHA, CAIXA, COPEIRO – COM E SEM EXPERIENCIA – RIO DE JANEIRO

Rede de Fast Food Ragazzo contrata para as Lojas da Central do Brasil. Cargo: Atendente Regime de Contratação: CLT – Efetivo Número de Vagas: 4 vagas Requisitos: Ensino médio completo; Não precisa ter experiência; Disponibilidade para trabalhar a noite; → Salário → Vale Transporte; → Almoço no local; → Premiações Funcionamento: Segunda a sábado. Informações Adicionais: Somente candidatos que moram próximo ao bairro citado. Colocar no assunto do e-mail, Ragazzo Central do Brasil Candidatos com o perfil acima, enviar currículo para rhexpress241@gmail.com   e recrutamento@ragazzofastfood.com.br   //  Rede de Restaurantes Ragazzo seleciona para a loja nova no Recreio: Cargos: Copeiro → Auxiliar de Cozinha → Auxiliar de Restaurante →

 

Operador de Caixa → Garçom → Chefe de Cozinha → Auxiliar de Serviços Gerais → Recepcionista → Supervisor de Vendas → Supervisor de Delivery Regime de Contratação: CLT – Efetivo Requisitos: → Ensino médio completo; → Disponibilidade para trabalhar a noite; → Morar próximo ao Recreio. → Salário → Vale Transporte; → Almoço no local; → Premiações Funcionamento da loja: De segunda a Domingo Informações Adicionais: Somente candidatos que moram na zona oeste. Colocar no assunto do e-mail Ragazzo Recreio. Candidatos com o perfil acima, enviar currículo para rhragazzo24@yahoo.com

Wilson Witzel institui o Dia Estadual do Samurai

O governador Wilson Witzel sancionou nesta terça-feira a Lei 8294, que estabelece 24 de abril como o Dia Estadual do Samurai. De autoria do deputado Wanderson Nogueira, o texto foi aprovado na Alerj no último dia 21 de dezembro.

Na justificativa do projeto que deu origem à lei, o parlamentar explicar que 24 de abril é a data de aniversário do sensei Jorge Kishikawa. O brasileiro é mestre em artes marciais, criador do Instituto Cultural Niten e difusor no país do kobudo, tradição que reúne o kenjutsu, jojutsu e outros estilos de luta criadas pelos antigos guerreiros japoneses.

O sensei Jorge Kishikawa: mestre em artes marciais e difusor no país do kobudo, tradição que reúne o kenjutsu, jojutsu e outros estilos de luta criadas pelos antigos guerreiros japoneses

“O sensei Jorge Kishikawa, por meio do Instituto Cultural Niten, segue proporcionando ao Brasil e em especial ao povo Fluminense a oportunidade ímpar de autodesenvolvimento enquanto cidadãos, além da sempre benéfica prática de uma atividade que favorece o bem-estar do corpo e do espírito”, afirma Wanderson na justificativa do projeto. “Por tais motivos, mostra-se importante a inclusão no calendário oficial do estado a data ora proposta”, complementa ele no texto.

A data comemorativa não foi a única sancionada por Witzel nesta terça. A semana estadual de incentivo a doação de sangue animal (1ª semana de outubro), o dia do advogado ambientalista (05 de outubro) e o dia estadual dos conciliadores e mediadores judiciais e extrajudiciais (23 de setembro) foram outras divulgadas pelo diário oficial.

WhatsApp fica fora do ar em diversos países

aplicativo de mensagens WhatsApp está enfrentando instabilidade na tarde desta terça-feira (22/01). O site Down Detector, que verifica se aplicativos e sites estão fora do ar, mostra um pico de reclamações de usuários. Entre as denúncias de instabilidade estão usuários brasileiros, chilenos, italianos, entre outros.

De acordo com o Down Detector, os problemas começaram pouco depois das 16h (horário de Brasília). Em testes realizados por Época NEGÓCIOS, foi impossível estabelecer conexão tanto por meio do aplicativo quanto por meio da versão web do comunicador.

 

Mais informações em instantes…

Polícia Civil e Ministério Público do Rio realizam operação contra a milícia na Zona Oeste

A Secretaria de Estado de Polícia Civil do Rio (Sepol), por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) realizaram, na terça-feira (22/01), a Operação Intocáveis, para cumprir 13 mandados de prisão contra integrantes de uma organização criminosa que atua nas comunidades de Rio das Pedras e da Muzema, no Itanhangá, na Zona Oeste.

Os agentes também cumpriram mandados de busca e apreensão em residências e empresas da quadrilha. Cinco pessoas foram presas na ação, entre elas um major da PM e um tenente reformado. Também foram apreendidos cheques, documentos e seis armas que comprovam práticas como extorsão; agiotagem; pagamento de propina e locação, além de venda ilegal de imóveis.

Foram denunciados Adriano Magalhães da Nóbrega, conhecido como “Capitão Adriano” ou “Gordinho”; Ronald Paulo Alves Pereira (“Maj Ronald” ou “Tartaruga”); Maurício Silva da Costa , o “Maurição”, “Careca”, “Coroa” ou “Velho”); Marcus Vinicius Reis dos Santos, o “Fininho”; Manoel de Brito Batista, conhecido como “Cabelo”; Júlio Cesar Veloso Serra; Daniel Alves de Souza; Laerte Silva de Lima; Gerardo Alves Mascarenhas, o “Pirata”; Benedito Aurélio Ferreira Carvalho, o “Aurélio”; Jorge Alberto Moreth, conhecido como “Beto Bomba”; Fabiano Cordeiro Ferreira, o “Mágico” e Fábio Campelo Lima. Alguns integrantes também respondem por um homicídio ocorrido em 2015.

Empresas de ônibus pedem fim do Uber Juntos e ressarcimento por perda de passageiros

Depois da disputa com os táxis, o Uber agora está na mira dos ônibus. Desta vez, o motivo de discórdia é o Uber Juntos, modalidade do aplicativo que permite a usuários que percorrem trajetos parecidos compartilharem a mesma corrida.
As empresas de ônibus alegam que o serviço configura transporte coletivo irregular e já acionaram o poder público em 15 cidades para tentar barrá-lo. Em São Paulo, consórcios pedem compensação por prejuízos decorrentes da perda de passageiros e a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) diz que no ano passado apreendeu carros ligados a apps em situação de clandestinidade.
Já foram apresentadas queixas em São Paulo, Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE), Aracaju (SE) e Maceió (AL), além de nove cidades da região metropolitana do Rio de Janeiro. Nas duas últimas capitais citadas, o serviço ainda não está disponível.
As companhias de ônibus dizem que o Uber Juntos faz concorrência direta e “predatória” com os coletivos sem estar submetido às mesmas regras que eles, como a necessidade de contrato por licitação, regulação e preços fixados, a obrigatoriedade de rodar em regiões e horários de pouco movimento, além da gratuidade para idosos e estudantes.
Elas argumentam que perdem passageiros e temem que as viagens compartilhadas por aplicativo evoluam para veículos com capacidade para transportar mais pessoas, como já existe na China.
A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) estima que a fuga de demanda pode ficar entre 5% e 7%, a princípio. “Isso pode crescer se o modal sair do automóvel e passar para uma van, por exemplo. Esses são os riscos que a gente tem pensado”, diz o presidente Otávio Cunha. Para ele, o Uber Juntos “é o táxi lotação travestido de nova tecnologia”. A entidade coordena o movimento e já apresentou carta à Frente Nacional dos Prefeitos.
A Uber se defende dizendo o Juntos não é uma modalidade de transporte coletivo, mas “um sistema que combina viagens individuais com trajetos convergentes para compartilhar o mesmo veículo”. A companhia afirma, em nota, que o serviço foi criado para “colocar mais pessoas em menos carros” e que “complementa o transporte público, ampliando o acesso dos usuários à rede pública principalmente na região central.”
Compensação financeira
Em São Paulo, as quatro concessionárias que operam as linhas que ligam a capital às regiões metropolitanas pedem, além de que o Uber Juntos seja coibido ou submetido às mesmas regras que os ônibus, uma compensação financeira pela suposta queda na arrecadação em função da perda de usuários para o aplicativo.
As companhias solicitaram à Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU), que fiscaliza e regulamenta o transporte na região metropolitana, a instauração de um processo administrativo para “recompor o equilíbrio financeiro” em seus contratos de concessão.
“O Uber Juntos faz a mesma coisa [que o ônibus], que é chegar a alguns destinos a partir de pontos em que ele passa, sem ter que arcar com os ônus da regulação. Quando [o carro] pega quatro, cinco pessoas [em uma mesma corrida], muitas vezes o valor se aproxima do do transporte público. Isso tira passageiros e interfere em todo o cálculo complexo da tarifa”, diz Ivan Lima, advogado do Setpesp, sindicato que representa os consórcios.
“[Se houver prejuízo], vai implicar em uma tarifa maior no próximo reajuste tarifário”, emenda Lima.
Outra possibilidade, segundo ele, é de que esse ressarcimento seja feito em forma de pagamento direto da diferença pelo estado às empresas.
O último reajuste tarifário passou a valer neste domingo (20) e ficou em 6,45%, na média, acima da inflação oficial para o ano passado, de 3,75%. A correção dos valores varia de linha para linha.
Carros irregulares apreendidos
A EMTU confirma o recebimento da notificação das companhias. A gerenciadora diz, no entanto, que os contratos em vigor já contêm cláusulas que garantem o equilíbrio financeiro e que não há necessidade de abertura de processo administrativo.
“Uma das obrigações da EMTU/SP para assegurar o equilíbrio econômico dos contratos é a fiscalização sistemática e combate aos serviços de transporte não regulamentados e/ou clandestinos pelo poder concedente”, diz em nota.
A EMTU afirma que, para fazer o transporte coletivo metropolitano, condutor e veículo precisam ser cadastrados na Secretaria de Estado de Transportes Metropolitanos (STM). Sem cadastro, o veículo é apreendido. No ano passado, 754 veículos em clandestinidade foram retidos em ações de fiscalização feitas pelo órgão junto da Polícia Militar. Desse total, quase metade (365) eram carros de passeio, “ligados ou não aos aplicativos que oferecem transporte individual”.
O Uber Juntos começou a funcionar em São Paulo no dia 30 de outubro. A EMTU não divulgou quantos dos veículos em situação irregular foram apreendidos depois dessa data nem quantos eram relacionados aos apps.
O SPUrbanuss, que representa as empresas que operam o transporte público dentro da capital, também apresentou queixa contra o Uber Juntos à Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes. A pasta confirma o recebimento da carta e diz que “analisa as informações recebidas”.
Até agora, segundo a NTU, nenhuma das notificações gerou medidas concretas ou sinalizações de que o serviço pode ser proibido ou obrigado a atender às mesmas exigências que os ônibus.
Outros apps
Das cartas endereçadas ao setor público a que o G1 teve acesso, apenas a das empresas de ônibus de Belo Horizonte cita outro aplicativo de transporte que não o Uber, o 99. A capital mineira é a única cidade onde a empresa opera, ainda em teste, uma modalidade similar ao Uber Juntos, chamada 99Compartilha (antigo 99 Pool+).
A companhia diz que não foi notificada pela prefeitura de BH ou qualquer outro órgão sobre o tema e que “entende que não há impedimento para o exercício da atividade e, por isso, segue acompanhando regulamentação do transporte por aplicativos e mantém diálogo constante com poder público”.
Segundo pesquisa da NTU e da Confederação Nacional dos Transportes (CNT), em 2017, 2,1% dos passageiros que deixaram de usar ônibus ou passaram a fazer menos viagens migraram para serviços oferecidos por aplicativos de transporte.
“O transporte público jé é mal avaliado pela população. E ainda falam que é caro. Muito pior vai ficar se acontecer essa concorrência predatória”, diz Cunha, da NTU.
Via; G1

Mãe solteira é demitida e estamos chocadas com o motivo: “Não posso ter este tipo de gente aqui”

QUE ABSURDO! A PUBLICAÇÃO VIRALIZOU NO FACEBOOK

IZABEL GIMENEZ ,FILHA DE LAURA E DÉCIO

Mensagens trocadas pela mãe com a chefe (Foto: Reprodução / Diário de uma mãe solteira)

Alguns preconceitos, mesmo depois de tanto tempo, parecem estar enraizados em algumas pessoas. Em 2016, a página do Facebook Diário de uma mãe solteira publicou um caso, que representa muitos que acontecem por aí e afetam muitas mães solos.

Na ocasião, uma faxineira compartilhou prints da conversa com a sua chefe que a demitiuusando como justifica o fato dela ser solteira, ela tinha visto as fotos no Facebook e questionou se eram mesmo dela e se ela era casada.

Mensagens trocadas pela mãe com a chefe (Foto: Reprodução / Diário de uma mãe solteira)

Nas mensagens, a ex-chefeainda diz que apesar dela ser muito caprichosa, não pode continuar utilizando seus serviços, pois “os filhos podem aprender algo de errado, seria uma falta de respeito com meu marido.”

A mulher nem tentou esconder o preconceito e deixou claro os motivos que levaram ela a tomar essa decisão. Mesmo a faxineira implorando pelo emprego, dizendo que precisava do dinheiro para sustentar os filhos, ela não mudou de ideia. Olha isso:

 

Mensagens trocadas pela mãe com a chefe (Foto: Reprodução / Diário de uma mãe solteira)