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Homem mata a companheira no RJ

 Um homem identificado como João Victor de Moura foi preso pela Polícia Militar, no domingo, após admitir ter enforcado a companheira. A vítima, Mariane Santos de Oliveira, de 30 anos, foi morta na madrugada de sábado no imóvel onde o casal morava, no bairro Viçoso Jardim, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

Segundo a Polícia Civil, João Victor só procurou o Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) de Piratininga para admitir a autoria do assassinato mais de 24 horas após o crime ter ocorrido. Em seguida, o caso foi comunicado ao 12º BPM (Niterói), que enviou equipes até o endereço indicado pelo próprio responsável. No local, os policiais encontraram o corpo em estado avançado de decomposição.

De acordo com a ocorrência, assim que foi confirmada a morte de Mariane, João Victor foi preso em flagrante e o caso encaminhado para a Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG). O crime foi registrado como feminicídio.

Conforme relato de amigos, o casal já vinha tendo desentendimentos constantes, mas, por acreditar que o companheiro mudaria, a vítima manteve o relacionamento. Mariane e João estavam juntos há pouco mais de um ano.

“As brigas eram tão intensas que eles nem moravam mais juntos. Cada um morava na sua casa. Na sexta-feira à noite, parece que eles tiveram um desentendimento mais grave. Ele aproveitou que a filha dela tinha ficado com a vó para ir até o local”, revelou um amigo da vítima, que preferiu não se identificar.

O sepultamento de Mariane aconteceu na tarde de ontem no Cemitério de São Francisco Xavier, no Caju. Ela deixa uma filha de quatro anos.

Feminicídios

Divulgado agora em dezembro, o 13º Dossiê Mulher de 2018 mostrou dados alarmantes sobre o crime de feminicídio no Estado do Rio. Segundo o levantamento, em 2017, para cada quatro tentativas do crime, um foi consumado. Em cada mês do ano passado, foram registrados cinco feminicídios e 15 tentativas de mortes contra mulheres em todo o estado.

Os dados indicam ainda que 57% dos crimes consumados foram cometidos por companheiros ou ex-companheiros das vítimas. Já 76% das tentativas foram praticadas pelo parceiro ou pelo ex. Ao todo, 68 mulheres morreram e 187 sofreram tentativa de morte no Estado do Rio no ano passado.

De acordo com um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), no último Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher, que é comemorado todo dia 25 de novembro, cerca de seis mulheres foram mortas por hora, em 2017. O Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial do feminicídio, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas pra os Direitos Humanos (ACNUDH).

Instagram: conheça a forma mais fácil de enviar mensagens de voz

Instagram introduziu recentemente na rede social a capacidade de enviar mensagens de voz através da área Direct, permitindo aos usuários se comunicarem de mais formas.

 

 

A parte interessante desta funcionalidade é como pode ser utilizada de diferentes formas. Para o fazer, você terá sempre de ir à área de mensagens e entrar em uma conversa (seja ela já existente ou completamente nova), destacando-se à direita do campo de ‘Mensagem’ o novo ícone dedicado à funcionalidade e representado por um microfone.

 

 

Será, então, possível enviar uma mensagem de voz simplesmente apertando este ícone. Mas o Instagram foi criativo e introduziu uma forma bem mais interessante de o fazer. Ao se entrar na conversa, basta levar o smartphone ao ouvido como se fosse falar com alguém, ouvir um leve sinal e começar a falar o que quer enviar na mensagem de voz.

E é só. Quando voltar a visualizar a tela, estarão disponíveis os botões para enviar ou apagar a mensagem.

 

 

 

 

Grávida cai de sacada de prédio após brigar com marido

Uma gestante de 24 anos caiu da sacada de um prédio em São Vicente, no litoral paulista, após discutir com o marido nesta terça-feira (25). A polícia apura as circunstâncias da queda. A mulher, que é colombiana, teve uma fratura na segunda vértebra lombar.

A vítima foi socorrida por vizinhos, que acionaram a polícia. A jovem, que está grávida de dois meses, foi encaminhada ao Hospital Municipal da cidade. A unidade de saúde pediu a transferência da paciente para um hospital de referência para que ela passasse por uma cirurgia. Aida não há informações sobre o estado do bebê.

 

 

A polícia levou o marido da jovem, que também é colombiano, ao plantão do Distrito Policial Sede da cidade, onde prestou depoimento e foi liberado. De acordo com o G1, o homem disse que a briga ocorreu pois ele quer terminar o relacionamento, mas ela não aceita. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

Brasileira, filha de sudaneses, negra, ganhou prêmio internacional com sistema de dessalinização da água

Um programa foi implementado em 2004. A técnica é usada em nove estados.

Bolsonaro está festejando um ótimo negócio para as empresas israelenses.

O astronauta ministro Marcos Pontes vai à terra do amigo Netanyahu conhecer uma tecnologia que rendeu prêmio internacional a uma brasileira chamada Nadia Ayad. 

Nadia é negra e filha de sudaneses.

O site Conexão Planeta contou essa história em 2017 em matéria assinada por Suzana Camargo:

Tido como uma matéria-prima revolucionária, o grafeno é um derivado do carbono, extremamente fino, flexível, transparente e resistente (200 vezes mais forte do que o aço). Considerado excelente condutor de eletricidade, é usado para a produção de células fotoelétricas, peças para aeronaves, celulares e tem ainda outras tantas aplicações na indústria.

 

Por ser considerado um dos materiais do futuro, ele foi escolhido como tema do Global Graphene Challenge Competition 2016, uma competição internacional promovida pela empresa sueca Sandvik, que busca soluções sustentáveis e inovadoras ao redor do mundo.

E a brasileira Nadia Ayad, recém-formada em engenharia de materiais pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), do Rio de Janeiro, foi a grande vencedora do desafio. Seu projeto concorreu com outros nove trabalhos finalistas.

Nadia criou um sistema de dessalinização e filtragem de água, usando o grafeno. Com o dispositivo, seria possível garantir o acesso à água potável para milhões de pessoas, além de reduzir os gastos com energia e a pressão sobre as fontes hídricas.

“Com a crescente urbanização e globalização no mundo e a ameaça das mudanças climáticas, a previsão é de que num futuro não muito distante, quase metade da população do planeta viva em áreas com pouquíssimo acesso à água”, afirma Nadia. “Há uma necessidade real de métodos eficientes de tratamento de água e dessalinização. Pensei que a natureza única do grafeno e suas propriedades, incluindo seu potencial como uma membrana de dessalinização e suas propriedades de peneiração superiores, poderiam ser parte da solução”.

Como prêmio, a estudante carioca fará uma viagem até a sede da Sandvik, na Suécia, onde encontrará pesquisadores e conhecerá de perto algumas das inovações e tecnologias de ponta sendo empregadas pela empresa. Ela visitará ainda o Graphene Centre da Chalmers University.

Esta não será a primeira experiência internacional de Nadia. A engenheira brasileira já tinha participado do programa do governo federal Ciências Sem Fronteiras, quando estudou durante um ano na Universidade de Manchester, na Inglaterra. Agora ela pretende fazer um PhD nos Estados Unidos ou Reino Unido, pois acredita que, infelizmente, terá mais oportunidades para realizar pesquisas no exterior do que no Brasil.

Vereador diz que quem vai a bares de madrugada é ‘corno ou delinquente’

O presidente da Câmara Municipal de Goiânia, vereador Anselmo Pereira (PSDB) afirmou durante uma audiência pública que “quem frequenta bares de madrugada é corno ou deliquente”. A reunião debatia um projeto de lei que pretende reduzir o horário de funcionamento de bares e restaurantes da capital. Pereira confirmou a frase, mas informou em nota ao G1 que ela foi “retirada de seu contexto”. A fala repercutiu nas redes sociais.

No comunicado, enviado pela Diretoria de Comunicação da Câmara Municipal de Goiânia, o vereador informa que estava em uma “discussão pessoal e acalorada” e que a mesma “não representa o todo do seu pensamento”.

Ainda conforme o texto, “Anselmo também pede desculpas a todos que se sentiram ofendidos pela frase, mais uma vez, descolada de seu contexto e explica que a maior preocupação sempre foi a segurança de todos os cidadãos”.

Repercussão
De acordo com informações do site da câmara, a audiência pública aconteceu no dia 16 de março. No entanto, nos últimos dias postagens têm repercutido nas redes sociais criticando as declarações feitas por Anselmo Pereira. Em uma das publicações, um advogado disse “este ambiente social [bar] não tem o condão de macular minha idoneidade moral ou a de ninguém”.

Outro usuário também criticou a fala e o projeto. “Essa lei é um retrocesso, estamos caminhando rumo ao militarismo com horário imposto para nos encontrarmos com nossos amigos e beber, comer e conversar”.

Postagens em redes sociais retratam críticas à fala do presidente da Câmara (Foto: Reprodução/Facebook)

Proposta
Elaborado pelo vereador Paulo da Farmácia (PROS), o projeto de lei propõe que durante os dias de semana os bares e restaurantes de Goiânia fiquem abertos somente até as 23h30. Já aos sábados, domingos e vésperas de feriados, o horário máximo proposto é até a meia-noite.

De acordo com o Paulo da Farmácia, o objetivo da medida é reduzir as altas taxas de criminalidade, que já colocaram Goiânia como uma das cidades mais violentas do mundo.“Uma hora a menos de funcionamento dos bares, comprovadamente, reduziu em 16% o índice de violência nas capitais em que já foi implantada essa lei”, afirmou o parlamentar.

Paulo da Farmácia explica que a medida não atingiria boates e casas de shows. Além disso, ele ressaltou que está aberto ao diálogo para discutir sobre os melhores horários para fechamento dos bares, restaurantes e demais estabelecimentos, como lanchonetes e lojas de conveniência.

Drones e cães ajudam no resgate a vítimas de tsunami na Indonésia

Equipes de resgate na Indonésia usam drones e cães farejadores para procurar sobreviventes ao longo da devastada costa oeste de Java, atingida por um tsunami que matou ao menos 429 pessoas, afirmando que devem encontrar mais vítimas nos escombros.

Nuvens de fumaça espessas continuam saindo da ilha vulcânica Anak Krakatoa, cuja erupção em um período de maré alta no sábado causou deslizamentos submarinos e deslocou grandes massas de água, que atingiram as ilhas de Sumatra e Java.

A destruição é visível ao longo de quase todo o litoral, no qual ondas de até 2 metros de altura atingiram veículos, árvores e casas.

Ao menos 154 pessoas continuam desaparecidas, mais de 1.400 ficaram feridas e milhares de moradores tiveram que se mudar para áreas mais elevadas, diante do alerta de maré alta estendido para a quarta-feira.

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“Como o Anak Krakatoa tem estado ativamente em erupção nos últimos meses, tsunamis adicionais não podem ser excluídos”, disse o professor Hermann Fritz, do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos EUA.

Trabalhadores humanitários alertaram para os riscos de crise sanitárias, e as reservas de água e medicamentos são cada vez menores. “Muitas crianças estão doentes, têm febre, dor de cabeça e não há água suficiente”, explicou Rizal Alimin, médico da ONG Aksi Cepat Tanggap, em uma escola transformada em abrigo improvisado.

No país de maioria muçulmana, a minoria cristã celebrou o Natal rezando pelas vítimas do desastre. Em Carita, foi organizada uma missa curta na igreja pentecostal Rahmat, perto de uma das áreas mais afetadas pelo desastre.

Os esforços de resgate têm sido dificultados por fortes chuvas e baixa visibilidade. Equipes militares e de voluntários usaram drones para calcular a extensão dos danos ao longo da costa.

Os resgatistas usaram maquinário pesado, cães farejadores e câmeras especiais para detectar e retirar corpos do meio da lama, além dos destroços ao longo da área de 100 quilômetros de extensão atingida. Autoridades afirmaram que o raio de buscas deve ser expandido para o sul.

“Há várias localidades que achávamos que não tinham sido afetadas. Mas agora estamos alcançando áreas mais remotas… e de fato há muitas vítimas nelas”, disse Yusuf Latif, porta-voz da agência nacional de buscas e resgates.Após o deslizamento de terra submarino pela erupção, demorou apenas 24 minutos para que as ondas atingissem a costa, e não houve alerta precoce para quem mora na faixa costeira.

Milhares de pessoas estão em tendas e abrigos temporários como mesquitas e escolas. Comida, água, travesseiros e remédios estão sendo levados para áreas remotas por meio de estradas engarrafadas.

“Estou aqui há três dias”, declarou Neng Sumarni, 40, que dorme ao lado dos três filhos e do marido no chão da escola, assim como outras 30 pessoas. “Tenho medo porque minha casa fica muito perto da praia”.

Uma autoridade local da cidade de Labuan, Atmadja Suhara, disse que estava ajudando a cuidar de 4 mil refugiados. “Todo mundo está ainda em estado de pânico. Nós temos desastres com frequência, mas não tão ruins quanto este”, afirma.

 

“As pessoas continuam sem acesso à água potável. Muitos refugiados seguiram para zonas elevadas e não conseguimos chegar até eles”.

Localizada no Anel de Fogo do Pacífico, uma das áreas mais propensas a sofrer catástrofes no planeta, a Indonésia registrou neste ano o maior número de vítimas de desastres em mais de uma década.Em setembro, na cidade de Palu, na ilha de Sulawesi, um terremoto seguido de tsunami matou quase 2.000 pessoas. Com informações da Folhapress.

Justiça decide que Facebook devolva ao ar página derrubada na eleição

AJustiça do Paraná determinou, em 14 de dezembro, que o Facebook devolva ar a página “Agora Força Brasil”, derrubada desde setembro por ter compartilhado uma notícia falsa sobre o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, e o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ).

O autor da página, Hugo Alves dos Santos, informou no processo que suas postagens eram acompanhadas por “aproximadamente um milhão de seguidores”.

Em 25 de setembro, o “Agora Força Brasil” publicou uma reprodução adulterada da página do site de notícias G1 dizendo que Wyllys confirmava convite de Haddad para assumir o ministério da Educação, caso o petista fosse eleito.

A defesa de Santos afirma que assim que foi avisado de que se tratava de uma notícia falsa o autor da página, “por vontade própria e sem qualquer notificação por parte do Facebook, tentou retirar a postagem da matéria”.

Os advogados também afirmaram que o bloqueio da página duraria, inicialmente, 24 horas e poderia se estender por até três dias, caso houvesse nova publicação de notícia falsa em período eleitoral. No entanto, disseram, a página continuou fora do ar após o final das eleições.

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Em decisão liminar (provisória), a juíza substituta Maria Silvia Cartaxo Fernandes Luiz, da 3ª Vara Cível de Curitiba, entendeu que os argumentos da defesa são verossímeis e que a única razão para a exclusão da página era o compartilhamento da notícia falsa sobre Haddad e Wyllys.

“Ressalto que a página do autor é destinada à propagação de notícias e comentários políticos, adquirindo, desde 2016, aproximadamente um milhão de seguidores. Portanto, estando a página fora do ar, inevitável que o número de seguidores se torne menor com o decorrer do tempo”, escreveu a juíza.

A liminar determina que a página seja restituída em cinco dias, sob pena de multa diária de R$ 500 para o Facebook. Procurada, a empresa não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Segundo Ana Cecília Parodi, mestre em direito econômico e uma das responsáveis pelo caso, o prazo, por ora, está suspenso em razão do recesso judicial.  O deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) comentou a decisão em sua conta no Twitter nesta terça-feira (25).

“Discurso de ódio, fake news e etc. apenas servem como pano de fundo para ‘fundamentar’ derrubadas de páginas -frequentemente de direita. O melhor controle da mídia é uma população bem informada”, publicou.

A Justiça do Paraná determinou, em 14 de dezembro, que o Facebook devolva ar a página “Agora Força Brasil”, derrubada desde setembro por ter compartilhado uma notícia falsa sobre o candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, e o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ).

O autor da página, Hugo Alves dos Santos, informou no processo que suas postagens eram acompanhadas por “aproximadamente um milhão de seguidores”.

Em 25 de setembro, o “Agora Força Brasil” publicou uma reprodução adulterada da página do site de notícias G1 dizendo que Wyllys confirmava convite de Haddad para assumir o ministério da Educação, caso o petista fosse eleito.

A defesa de Santos afirma que assim que foi avisado de que se tratava de uma notícia falsa o autor da página, “por vontade própria e sem qualquer notificação por parte do Facebook, tentou retirar a postagem da matéria”.

 

Os advogados também afirmaram que o bloqueio da página duraria, inicialmente, 24 horas e poderia se estender por até três dias, caso houvesse nova publicação de notícia falsa em período eleitoral. No entanto, disseram, a página continuou fora do ar após o final das eleições.

Em decisão liminar (provisória), a juíza substituta Maria Silvia Cartaxo Fernandes Luiz, da 3ª Vara Cível de Curitiba, entendeu que os argumentos da defesa são verossímeis e que a única razão para a exclusão da página era o compartilhamento da notícia falsa sobre Haddad e Wyllys.

“Ressalto que a página do autor é destinada à propagação de notícias e comentários políticos, adquirindo, desde 2016, aproximadamente um milhão de seguidores. Portanto, estando a página fora do ar, inevitável que o número de seguidores se torne menor com o decorrer do tempo”, escreveu a juíza.

A liminar determina que a página seja restituída em cinco dias, sob pena de multa diária de R$ 500 para o Facebook. Procurada, a empresa não se manifestou até a publicação desta reportagem.

Segundo Ana Cecília Parodi, mestre em direito econômico e uma das responsáveis pelo caso, o prazo, por ora, está suspenso em razão do recesso judicial.  O deputado federal reeleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) comentou a decisão em sua conta no Twitter nesta terça-feira (25).

Mulher morta por sobrinha embriagada iria rever filho sumido há 38 anos

Acostureira Ivonete Pache Stephan, de 56 anos, morreu na madrugada desta terça-feira (25), em Campo Grande, após ser atropelada pela sobrinha Pryscilla Stephan da Silva, de 38. Em janeiro, a vítima tinha um encontro marcado com o filho, que estava desaparecido há 38 anos.

De acordo com o G1, Ivonete estava ansiosa para reencontrar o filho, que foi levado pelo pai quando pequeno.

A costureira morreu por volta das 4h, ao tentar impedir que a sobrinha embriagada deixasse a confraternização de natal da família após brigar com o marido. O corpo da costureira foi prensado contra o muro da garagem de casa, depois que ela se colocou na janela do passageiro para impedir que Pryscilla deixasse o local. Ivonete morreu depois que a sobrinha deu marcha a ré no carro bruscamente.

 

 

Pryscilla da Silva foi autuada em flagrante por homicídio culposo na direção de veículo automotor e por dirigir sob o efeito de álcool. O teste do bafômetro apontou 0,58 miligramas de álcool por litro de ar expelido dos pulmões.

Morre segunda criança imigrante em custódia dos EUA

Um menino guatemalteco morreu sob custódia de agentes de fronteira dos Estados Unidos. É a segunda criança imigrante a morrer em abrigos de detenção americanos em menos de um mês.

Autoridades migratórias americanas informaram que o menino de oito anos morreu no estado de Novo México pouco depois de meia-noite do dia de Natal.

A Agência de Alfândega e Proteção da Fronteira disse que o menino “mostrava sinais de estar doente” na segunda-feira (24) e foi levado, junto com o pai, para um hospital em Alamogordo.

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Lá, recebeu diagnóstico de febre e resfriado, recebeu uma receita para o antibiótico amoxicilina e o analgésico ibuprofeno, e foi liberado após ficar 90 minutos em observação, ainda segundo a agência.

Mas o menino acabou sendo levado de volta para o hospital no mesmo dia com náuseas e vômitos e morreu algumas horas depois.

A agência afirmou que a causa da morte ainda não foi determinada e que relatou o óbito ao governo da Guatemala.

Alamogordo fica a cerca de 145 quilômetros de El Paso, ponto popular na fronteira entre México e Estados Unidos.

No dia 13 de dezembro, autoridades haviam anunciado a morte da guatemalteca Jakelin Caal, 7, também quando estava sob a custódia da Patrulha da Fronteira dos EUA.

Jakelin morreu em um hospital de El Paso, Texas, depois de ter sido detida com seu pai e outras pessoas que cruzavam a fronteira com o México, em 6 de dezembro.

Segundo as autoridades americanas, a menina sofreu desidratação e choque horas depois de ter sido colocada sob custódia da Patrulha de Fronteira e após ter passado vários dias sem comer ou beber nada.

A família nega que que a menina tenha passado dias sem alimentação ou água -um tipo de privação ao qual os migrantes que tentam atravessar a fronteira a pé acabam se submetendo, muitas vezes em longas caminhadas pelo deserto conduzidas por coiotes (traficantes de pessoas).

Um relator da área de direitos humanos da ONU pediu na segunda-feira aos EUA que investiguem a fundo a morte da menina.

“As autoridades americanas devem assegurar uma investigação exaustiva e independente da morte de Jakelin Amei Caal”, disse o relator especial da ONU sobre os direitos humanos dos migrantes, Felipe González Morales.

O corpo de menina foi mandado para seu vilarejo na Guatemala, San Antonio Secortez, e enterrado sob forte comoção popular no mesmo dia em que seu pequeno compatriota morreu.

A Agência de Controle da Fronteira afirmou que fará “uma investigação independente e abrangente das circunstâncias” da morte do menino guatemalteco.

Até a conclusão desta edição, a agência não tinha revelado quando o menino e o pai haviam entrado nos EUA e quanto tempo passaram detidos, tampouco o nome da criança.

 

Depois que o presidente Donald Trump enrijeceu a política de policiamento das fronteiras, no início deste ano, os centros de detenção americanos passaram a abrigar milhares de crianças migrantes separadas dos pais, provocando uma reação mundial.

Desde que Trump assumiu, em janeiro de 2017, o número saltou da casa dos 2.700 para mais de 14 mil, segundo apuração da agência de notícias Associated Press. No auge da crise, funcionários de abrigos para crianças e adolescentes foram denunciados por abusos físicos e sexuais.

Em meados deste ano, 51 crianças brasileiras migrantes chegaram a estar detidas sem seus pais, mas depois de pressão do governo brasileiro, todas foram soltas.

As medidas de Trump, porém, não inibiram significativa a vinda de imigrantes sem autorização para o país, mostram os números.

Em novembro, uma caravana com mais de 10 mil migrantes que atravessou a América Central e o México chegou à fronteira para pressionar a entrada no país.

Trump, em represália, dificultou os trâmites para a solicitação de asilo e ampliou o efetivo militar na divisa com o México, onde a maior parte da multidão permanece.

A oposição e o Judiciário americano têm tentado frear a política de Trump.

 

Congressistas democratas e ativistas criticaram a atuação da agência no caso de Jakelin, afirmando que a morte poderia ter sido evitada se a menina tivesse sido transportada de helicóptero mais cedo.

Homem sobre marido esfaqueado e morto na Paulista: ‘Era tudo para mim’

marido de Plínio Henrique de Almeida Lima, de 30 anos, morto após ser esfaqueado na noite de sexta-feira (21) na Avenida Paulista, região central de São Paulo, cobra Justiça e espera que a Polícia identifique e prenda os suspeitos do assassinato. Os criminosos fugiram após o crime.

 

 

“Para mim é difícil, muito difícil porque o Plínio era tudo para mim. Mas o que a gente quer mesmo é justiça. E espero que seja feita. Espero não, vai ser feita”, afirmou Anderson de Souza Lima, marido da vítima.

De acordo com o G1, testemunhas acreditam que o assassinato foi motivado por homofobia. O casal e dois amigos foram assistir ao show das águas no Parque do Ibirapuera na última sexta-feira quando um homem começou a agredir e xingar o grupo. “Seus gays, merecem morrer”, teria dito o criminoso.

(Reprodução: Arquivo Pessoal)

Veja: Vídeo mostra suspeito de ofender e matar homossexual em SP

Um homem, que estava com o esfaqueador, tentou impedir que o colega xingasse os homossexuais. Mesmo assim, Plínio foi atingido por uma facada. Ele foi levado ao Pronto-Socorro do Hospital das Clínicas, mas não resistiu ao ferimento e morreu.