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Mulher descobre que namorado era casado, termina relacionamento e é morta

Uma mulher foi morta pelo ex-namorado em frente de casa, em Formiga (MG), por volta das 22h desta quinta-feira. A filha dela, de 17 anos, também foi alvo de disparos. Em seguida, o autor do crime, tratado pela Polícia Civil de Minas Gerais como feminicídio, cometeu suicídio. A arma usada no crime não era legalizada e foi apreendida.

Milena Pereira Siqueira, de 37 anos, já tinha registrado ocorrência por ameaça contra Emerson Modesto de Faria, de 45 anos, que chegou a ser preso à epoca, mas foi solto após pagar fiança. A polícia afirmou que a motivação dele foi não aceitar o fim do relacionamento.

De acordo com uma amiga da vítima, Milena terminou com Emerson após descobrir que ele continuava casado, diferentemente do que lhe dizia. O homem, porém, começou a ameaçá-la. Segundo os investigadores, o casal estava junto fazia mais de um ano, com o conhecimento da mulher de Emerson.

“Ele chegou a ser preso em flagrante, mas no outro dia pagou fiança e saiu.. Muitas pessoas disseram em Whats, e confesso que me assustou, ouvi mulheres dizerem ‘Ela procurou’. Eu te afirmo, ela não procurou, tentou sair de um relacionamento abusivo sobre ameaças constantes a ela e suas filhas”, afirmou a amiga em um post de rede social, acrescentando que Emerson dizia para Milena que estava se separando da mulher. “O final foi este trágico, onde um cara totalmente psicopata, que não teve amor a ele, a família dele, e nem a família dela”.

Há exatamente uma semana, no dia 4, Milena procurou a Delegacia de Proteção às Mulheres da cidade onde morava com a filha, informando sobre a ameaça. A Polícia Civil disse que a delegada determinou, imediatamente, que uma equipe de policiais localizasse o autor. Foi emitido um mandado de prisão e estipulada uma fiança, cujo valor foi pago. Com isso, Emerson foi liberado. A assessoria de imprensa da corporação afirmou ainda que foram encaminhadas ao Poder Judiciário o pedido das medidas protetivas.

A vítima tinha comunicado que o ex-namorado não mais a procurava, mas passava de carro frequentemente em sua rua. O mesmo ocorreu nesta quinta-feira. Estacionado a uma certa distância da residência dela, o homem esperou Milena chegar acompanhada da filha. No momento em que elas foram vistas, Emerson se aproximou e efetuou os disparos.

Testemunhas disseram que ele tentou forçá-la a entrar no veículo, mas ela não quis. Logo depois, atirou em Milena e na adolescente. A menina foi socorrida e transferida ainda durante a madrugada para o Complexo de Saúde São João de Deus, em Divinópolis, cidade vizinha a Formiga. Ela precisou passar por uma cirurgia para a retirada de um dos pulmões e segue em estado gravíssimo na Unidade de Tratamento Intensivo.

Dentro do carro de Emerson, foram encontrados um facão, uma corda e braçadeiras, além de projéteis e remédio controlado.

*Estagiária sob a supervisão de Leonardo Cazes

Fim da vistoria veicular: tire suas dúvidas

A partir desta sexta-feira (11), passam a valer as novas regras do Detran para os procedimentos para o licenciamento anual obrigatório. Agora, a vistoria será exigida apenas para os automóveis submetidos a transferência de município, estado ou propriedade, além de veículos coletivos de passageiros (ônibus, micro-ônibus e vans), de carga e de transporte escolar.

Os demais estão dispensados da inspeção, mas seus proprietários deverão pagar as taxas de licenciamento e de emissão de documento.

Os motoristas continuarão agendando o licenciamento e escolhendo a unidade de atendimento de sua preferência para emissão e entrega do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). O agendamento será efetuado após o pagamento dos custos de serviço, através da Guia de Recolhimento de Taxas (GRT), e do seguro DPVAT. A GRT custará R$ 202,55 e corresponde aos serviços de licenciamento, fiscalização e emissão do documento.

Com as novas regras, o CRLV poderá ser pego nas 170 unidades de atendimento da vistoria do Detran, e não mais somente nos 51 postos que possuíam pátio. Além disso, o documento poderá ser retirado pelo proprietário ou por um emissário seu, que precisarão apresentar os originais da identidade e do CRV ou CRLV.

A nova regra estabelece que, ao efetivar o serviço, os clientes automaticamente reconhecerão que seus veículos estão em perfeitas condições de conservação, aptos a trafegar.

Já os automóveis movidos a gás natural veicular (GNV) continuam tendo a emissão do CRLV sem vistoria condicionada à comprovação do número do Certificado de Segurança Veicular — obtido após a inspeção dos cilindros de GNV realizada pelas oficinas credenciadas pelo Inmetro.

Em relação a vistorias não realizadas em anos anteriores, os proprietários desses veículos não precisarão fazê-las, mas deverão pagar o Seguro DPVAT e a GRT.

Calendário para emissão de CRLV

Para distribuir a demanda e evitar filas, o Detran continuará adotando o calendário de licenciamento segundo a placa dos automóveis. Assim, os proprietários daqueles com final 0 deverão providenciar o CRLV do ano até 31 de maio.

Veículos com placa de final 1 e 2 terão de estar com seus documentos emitidos até 28 de junho. Em seguida, será a vez dos veículos com placa terminando em 3 e 4, com prazo até 31 de julho.

Aqueles com final 5 e 6 deverão ter o CRLV emitidos até 31 de agosto. Os que tiverem placas terminando em 7 e 8 terão de estar com o licenciamento regularizado até 30 de setembro. Por fim, os com final 9 deverão ter o CRLV regularizado até 31 de outubro.

Fiscalização nas ruas

As regras preveem também a realização de blitzes para a fiscalização de trânsito para verificação das condições de segurança da frota.

PROCEDIMENTOS PARA LICENCIAMENTO SEM VISTORIA

COMO SERÁ O PROCEDIMENTO PARA O LICENCIAMENTO?

Para efetuar o licenciamento do veículo, o usuário deverá imprimir o boleto da Guia de Recolhimento de Taxa (GRT) no site do banco Bradesco e pagá-la em qualquer unidade da rede bancária ou credenciada.

A GRT custa R$ 202,55 e cobre os custos da emissão anual do CRLV e do licenciamento anual, onde está incluída a fiscalização.

Após o pagamento da GRT, os proprietários de veículo poderão fazer o agendamento do licenciamento anual no site do Detranwww.detran.rj.gov.br ou pelo telefone do teleatendimento 3460-4040, 3460-4041, 0800-020-4040 e 0800-020-4041

Na data e posto escolhido no agendamento, o usuário receberá o novo documento, que poderá ser retirado pelo proprietário ou por um emissário seu. Para pegar o documento, será necessário apresentar os originais da Identidade e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) ou Certificado de Registro de Veículo (CRV) do automóvel em questão.

Os proprietários de veículos não podem esquecer que para fazer o licenciamento, de acordo com a Lei 8269/18, devem efetuar antes o pagamento do seguro DPVAT, no site da Seguradora Líder www.seguradoralider.com.br

A EMISSÃO DO DOCUMENTO SERÁ FEITA NO SITE DO DETRAN?

O agendamento do serviço será no site do Detran www.detran.rj.gov.br ou pelo telefone do teleatendimento 3460-4040, 3460-4041, 0800-020-4040 e 0800-020-4041, após o pagamento da Guia de Recolhimento de Taxa (GRT).

A emissão do documento será feita numa das 170 unidades da Vistoria do Detran distribuídas no Estado do Rio.

Anteriormente, o serviço era feito apenas nos 51 postos de Vistoria. Porém, como não há mais a necessidade da verificação in loco do veículo, qualquer uma das unidades da diretoria emitirá o novo CRLV.

O documento será entregue na data e posto escolhidos no agendamento. Para isso basta o usuário ou seu representante apresentar originais dos documentos de identidade e CRV ou CRLV do último ano do veículo.

ONDE IMPRIMIR O BOLETO BANCÁRIO DA TAXA DE LICENCIAMENTO E ONDE ELA PODE SER PAGA?

A Guia de Recolhimento de Taxa (GRT), documento a ser pago para a realização do serviço de licenciamento anual, será impressa no site do banco Bradesco, instituição financeira que presta serviços ao Estado. O pagamento pode ser feito em qualquer instituição financeira ou rede credenciada.

ONDE SERÃO ENTREGUES OS NOVOS DOCUMENTOS DE LICENCIAMENTO ANUAL?

Anteriormente, 51 postos de vistoria faziam o serviço. A partir de agora, com as mudanças nos procedimentos, 170 unidades de atendimento estarão disponíveis para a entrega. Isso será possível porque não é mais necessário espaço para realizar a vistoria veicular. Em consequência, haverá mais locais e funcionários prestando o serviço.

QUEM TEM CARRO A GÁS, O QUE DEVE FAZER? QUAIS AS ORIENTAÇÕES?

Os proprietários de veículos de carros a gás devem estar com a vistoria do gás realizada pelo Inmetro na validade. Então, pagam a Guia de Recolhimento de Taxa (GRT) e posteriormente agendam o serviço de licenciamento anual no Detran.

O agendamento pode ser feito pelo site www.detran.rj.gov.br ou pelos telefones 3460-4040, 3460-4041, 0800-020-4040 e 0800-020-4041. Para pegar o documento de Licenciamento Anual, será obrigatório apresentar o Certificado de Segurança Veicular (CSV), emitido pelo Inmetro.

HAVERÁ DOCUMENTO DECLARANDO A AUTOVISTORIA?

Sim. A declaração será através do site e se dará com a anuência do proprietário do veículo ao artigo1º da Lei 8269/18, o que permitirá o prosseguimento do agendamento. No caso da marcação do serviço via teleatendimento, o operador dará ciência do mesmo artigo ao usuário e o indagará se deseja prosseguir com o agendamento.

COMO A FISCALIZAÇÃO SERÁ FEITA NAS RUAS?

Agentes do Detran ou fiscalizadores com delegação de competência dada pelo departamento de trânsito serão os responsáveis pela verificação das condições do veículo. Todos seguirão protocolo definido pelo próprio Detran.

A COBRANÇA DA TAXA DE VISTORIA TAMBÉM SERÁ SUSPENSA OU HAVERÁ OUTRA TAXA EM SUBSTITUIÇÃO?

A Lei 8269 prevê recolhimento de taxa referente ao licenciamento anual e à taxa de emissão do CRLV.

OS VEÍCULOS COM GNV TAMBÉM ESTÃO ISENTOS DESSA TAXA?

Os veículos com GNV devem efetuar o pagamento da Guia de Recolhimento de Taxa (GRT) para realizar o licenciamento anual. A GRT cobre os custos de emissão do documento e do serviço de licenciamento propriamente dito, assim como a fiscalização.

O DOCUMENTO DO LICENCIAMENTO ANUAL SERÁ ENTREGUE PELOS CORREIOS?

Não. Serão entregues nas unidades do Detran.

HAVERÁ CALENDÁRIO OU DATA LIMITE PARA A EMISSÃO DO DOCUMENTO?

Sim, haverá calendário conforme os finais de placas.

Esta agenda coincide com o calendário de vistoria para os veículos que ainda dependem do serviço.

Final de placa 0 = até 31.05.2019

Final de placa 1 e 2 = até 28.06.2019

Final de placa 3 e 4 = até 31.07.2019

Final de placa 5 e 6 = até 31.08.2019

Final de placa 7 e 8 = até 30.09.2019

Final de placa 9 = até 31.10.2019

O DONO DO VEÍCULO PODERÁ ESCOLHER O POSTO PARA RETIRAR O DOCUMENTO DE LICENCIAMENTO?

Sim. No momento do agendamento o proprietário escolhe o local.

QUEM PODE RETIRAR O DOCUMENTO DE LICENCIAMENTO?

O proprietário ou qualquer pessoa autorizada por ele pode retirar o documento. Para isso, é necessário estar com a original da identidade e do CRV ou CRLV do veículo.

QUAIS OS DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA PEGAR O DOCUMENTO DE LICENCIAMENTO?

Carteira de Identidade e CRV ou CRLV – ambos os documentos originais

QUAIS OS VEÍCULOS QUE CONTINUARÃO FAZENDO A VISTORIA?

Ônibus, micro-ônibus, veículos de carga e transporte escolar. Estão incluídos nestes grupos, todos os automóveis categorizados como carga.

QUAIS AS SITUAÇÕES EM QUE TODOS OS VEÍCULOS PRECISAM FAZER VISTORIA?

São os serviços que emitem CRV:

Segunda via de CRV

Retificação de dados

Acerto de dados

Alteração de nome

Baixa de alienação

Inclusão de alienação

Transferência de propriedade

Troca de município

Transferência de jurisdição

Alteração de característica

Mudança de combustível

Mudança de cor

*No caso de segunda via de CRV, baixa e inclusão de alienação, alteração de nome, retificação de dados e acerto de dados, casos os veículos já estejam licenciados no ano corrente, não necessitam de vistoria.

OS PROPRIETÁRIOS QUE POSSUEM VISTORIAS ATRASADAS DEVERÃO REGULARIZAR A SITUAÇÃO? COMO E QUANDO? 

A regularização do veículo se dará com a emissão do documento de Licenciamento de 2019.

VEÍCULOS GNV PARA TRANSPORTE DE CARGA E DE PASSAGEIROS ESTÃO LIBERADOS DA VISTORIA?

A Lei 8091/18 determina que os veículos com GNV, que são obrigados a passar pela vistoria do Inmetro, já tiveram os itens obrigatórios verificados. Dessa forma, não necessitam de nova vistoria no Detran. Mas precisarão emitir do documento de licenciamento anual

PARA FAZER O LICENCIAMENTO ANUAL É OBRIGATÓRIO ESTAR COM O IPVA EM DIA?

Desde outubro de 2017 os proprietários de veículos não precisam pagar o IPVA para obter o licenciamento do veículo.

QUAIS SERÃO AS PUNIÇÕES PARA QUEM MENTIR SOBRE A CONDIÇÃO DO CARRO?

Na fiscalização, os carros impróprios para circulação ficarão retidos para dar possibilidade ao proprietário de sanar o problema. Caso a demanda não seja corrigida, o veículo será multado e até recolhido.

A multa depende da falha apresentada na fiscalização.

COMO O USUÁRIO PODERÁ AFIRMAR QUE SEU VEÍCULO ESTÁ EM BOAS CONDIÇÕES QUANTO À EMISSÃO DE GASES?

De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, a manutenção preventiva é uma obrigação de todos os motoristas. A situação, seja ela mecânica ou ambiental, é detectada na tradicional verificação das condições do veículo.

HAVERÁ REDUÇÃO NO QUADRO DE FUNCIONÁRIOS OU NOS POSTOS DE VISTORIA?

Haverá readequação da estrutura de serviço adaptando-a à demanda.

O PAGAMENTO SERÁ EM TRÊS COTAS DA MESMA FORMA QUE O IPVA?

O pagamento de taxas do Detran é sempre à vista. Em três cotas é o pagamento do IPVA, imposto cobrado pela Secretaria de Estado de Fazenda.

HAVERÁ REDUÇÃO DO IPVA COM O FIM DA VISTORIA?

O IPVA é um imposto cobrado pela Secretaria de Fazenda. Não tem nada a ver com as taxas cobradas pelo DETRAN

MANIFESTAÇÃO EM CAMPO GRANDE!! FIQUEM ATENTOS!!

AMANHÃ, SÁBADO (12) HAVERÁ UMA MANIFESTAÇÃO PACÍFICA PELA FALTA D’ÁGUA EM INHOAIBA

Moradores, amanhã haverá uma grande manifestação cobrando as autoridades a falta de água e de Luz no bairro. O ponto de encontro será na Praça do Vale das Palmeiras às 9:00 da manhã em direção a Av. Cesário de Melo, com a presença da imprensa. Vamos nos unir e fazer muito barulho, muitas famílias com bebês e idosos em casa, e nesse calor é inadmissível ficarmos sem Luz e sem Agua, e a pouca água que chega os moradores reclamam que chega suja e tem feito mal a saúde. Compartilhe e marque seus amigos e vizinhos

JUNTOS SOMOS FORTES

Idosos compartilham sete vezes mais notícias falsas do que jovens no Facebook, diz pesquisa

Um levantamento feito entre usuários do Facebook nos Estados Unidos apontou que as pessoas acima de 65 anos compartilham, em média, sete vezes mais notícias falsas que usuários mais jovens, com idades entre 18 e 29 anos. O novo estudo, que analisou o perfil de 3,5 mil internautas durante as eleições de 2016, foi publicado na revista Science Advances por pesquisadores das universidades de Princeton e de Nova York.

Levantamento considerou 3,5 mil usuários do Facebook. Foto: stevepb/Pixabay

Segundo os autores, a relação entre o compartilhamento de boatos e a idade se manteve mesmo quando considerados outros fatores, como educação, filiação a partidos, posicionamento ideológico ou frequência de postagens. Outras variáveis demográficas, como gênero, raça ou renda, não apresentaram influência na disposição em espalhar notícias falsas.

Os pesquisadores aventam duas hipóteses para explicar o impacto da idade no compartilhamento de desinformação. A primeira é que idosos não são igualmente versados no uso de tecnologias digitais como as gerações mais novas. “É possível que uma geração inteira de americanos, agora com mais de 60 anos, não tenha o nível deconhecimento sobre mídia digital necessário para determinar com confiabilidade a veracidade das notícias encontradas online”, escrevem os autores.

Outra possibilidade é o efeito da memória sobre a idade. Segundo essa ótica, emprestada da psicologia social e cognitiva, a memória vai se deteriorando com o tempo de modo a enfraquecer particularmente a resistência às “ilusões de verdade”. “A gravidade desses efeitos teoricamente aumentaria com a complexidade do ambiente de informações e a prevalência de desinformação”, lê-se no artigo.

 

A publicação também reforçou o que pesquisas anteriores sobre desinformação haviam apontado: consumidores das chamadas fake news têm tendência política mais conservadora, mas o impacto dos boatos online é menor do que se supõe. Este último elemento é particularmente animador — 90% dos pesquisados não compartilharam nenhuma notícia falsa no período analisado.

Chinês que vendeu rim pra comprar iPhone está internado em estado grave

Você provavelmente já ouviu a expressão “vou ter que vender meu rim pra comprar isso”. Bem, Wang Shanghku, um chinês de 25 anos levou isso ao pé da letra. Em 2011, aos 19 anos, ele vendeu um dos rins no mercado negro para realizar um sonho de consumo, adquirir o iPhone 4 e o iPad 2. Como sua família não tinha condições para comprar os aparelhos, Shanghku resolveu vender seu rim. Com a venda do órgão o jovem conseguiu 22,000 RMB, em torno de R$ 11,8 mil.

Para chegar ao ponto de cometer essa loucura o jovem encontrou uma sala de bate-papo na internet em que três comerciantes de órgãos prometeram que iriam ajudá-lo com a venda. A operação foi realizada em abril de 2011. Quando Shanghku chegou em casa, sua mãe perguntou de onde ele tirou o dinheiro para o novo smartphone. Quando seu filho confessou a loucura, ela imediatamente chamou a polícia.

Ele chegou a alegar na época ” por que eu preciso de um segundo rim”. A ação destrambelhada de retirar o rim vem trazendo problemas para Shanghku desde a operação. Além da deficiência renal ele desenvolveu uma infecção devido às condições em que a operação, realizada na cidade de Chenzhou, foi realizada. Dois médicos que trabalham em hospitais locais participaram da remoção do rim de Shanghku.  A operação foi feita numa “clínica” fundo de quintal  e os cuidados pós-operatórios deixaram a desejar.

Hoje, passados 7 anos desde a retirada do rim, o quadro clínico de Shanghku é gravíssimo. A imprensa da China cita que ele passa seus dias na cama e que depende de hemodiálise para continuar vivo. Como se não bastasse o outro rim do chinês também está com problemas.

Nove pessoas envolvidas com a operação da retirada e venda do rim de Shanghku foram presas em 2012. A família do jovem recebeu uma indenização de 1.47 milhão de RMB no final do mesmo ano, de acordo com o jornal The Mirror. No entanto, com os gastos aos cuidados de Shanghku, o dinheiro foi embora rápido. Atualmente a família sobrevive de doações.

A ação descabida de Shanghku em ter os aparelhos da Apple tinha uma relação direta com uma noção de status que ele achou que teria perante seus amigos. Uma forma de superioridade através desses aparelhos. Em casos menos extremos vemos isso constantemente com pessoas que próximas que se endividam para comprar certos produtos que possam garantir alguns “pontos” na sociedade.

‘MEU PAI ENTROU NO TRÁFICO PARA EU VIRAR ADVOGADO’

NASCI E FUI criado até os 6 anos pela minha avó na favela do Jacarezinho, zona norte do Rio, o 121° IDH entre os 126 listados na cidade carioca. Filho de empregada doméstica, sempre que lembro da infância recordo da minha mãe contando as dificuldades de trabalhar em “casa de madame”, levando pão duro para casa no final do expediente. Meu pai trabalhou na fábrica de tecidos Nova América, que posteriormente virou o Shopping Nova América, famoso pelos outlets, na zona norte carioca. Após isso, ele trabalhou como terceirizado na Petrobras, não sei qual a função, mas me recordo da foto que ele ostentava com alegria onde usava o uniforme da empresa.

As histórias de minha infância que lembro por ter “ouvido falar” cessam quando eu tinha por volta de 8 anos. A partir daí, me lembro bem do que se passou. Aos 8 anos, a gente foi morar no norte do Estado. A mudança de cidade e vida foi protocolo de segurança para minha família, mas também possibilidade de viver oportunidades de estudo e trabalho, que dentro de uma favela e sua rotina de operações policiais, tiroteios, dificuldade de entrar e sair e escolas fechadas seriam mais difíceis de ser alcançadas.

Meus pais sempre se dedicaram pelos nossos estudos e concentraram suas vidas em cima desse objetivo. Assim como Nem da Rocinha entrou para o tráfico para pagar o tratamento de saúde de sua filha, meu pai também o fez por uma questão familiar. Possibilitar que seus filhos pudessem estudar, ter acesso a oportunidades e uma vida digna que jamais foi possível a ele e a minha mãe.

Desde moleque ele pegava no meu pé com os estudos. Ao primeiro sinal de notas “vermelhas” nos boletins, videogame e escolinha de futebol se tornavam atividades proibidas. Me fazia ler o jornal de esporte para ele, dia após dia – a leitura de periódicos é um hábito que possuo ainda hoje graças a ele. Indisciplina na escola não era tolerada, assim como faltas ou suspensões. Ele dizia que a média lá em casa não era 60 e, sim, 90.

Quando entrei na adolescência, o papo sobre fazer Direito começou. Ele queria um filho delegado. O cargo em si não tinha nenhuma justificativa aparente. O que ele desejava mesmo era um filho formado e em um cargo que valesse como um título, um atestado que você venceu na vida.

Imagina o que era para um cara que ganhava a vida no submundo do comércio varejista tirar um filho do morro e colocar em uma das maiores instituições do país. Seria, efetivamente, vencer a exclusão que o sistema nos impõe. Eu, impressionado pelos detetives policiais dos filmes americanos, me deixei levar e fui tomando gosto pela ideia. Confesso que iniciei a faculdade de Direito, já morando no interior do estado do Rio de Janeiro, também almejando a cadeira de delegado da Polícia Federal.

Como todo bom estudante de Direito, fui percebendo ao longo da graduação que o buraco era mais embaixo e que concurso nesse país virou um negócio, e cada vez mais elitizado. Porém, o curso de Direito se tornou uma paixão.

Não me lembro qual foi a primeira vez que ouvi de meu pai a frase “quando o Joel se formar, eu largo o tráfico”, mas me recordo de ouvir ele dizer isso incessantemente a partir da segunda metade da minha faculdade. Era nítido que ele levava aquela vida apenas para ver o filho com um diploma, fazer “um neguinho virar doutor”. Minha formatura parecia um marco na vida dele, quando tudo o que fez e o que deixou de fazer enfim faria sentido. Seria a prova que aquele tempo exercendo uma atividade demonizada aos olhos de alguns e necessária aos olhos de outros não fora em vão, que os fins, enfim, justificariam os meios.

A realidade é que a favela é um organismo social à parte, em que o traficante tem dinheiro, poder e status social. E sejamos sinceros: a vida dentro desse sistema capitalista gira em torno de alcançar essas três coisas da maneira mais rápida possível. Seja no morro ou no asfalto, em regra, busca-se poder, status e dinheiro. Sem a estrutura familiar que tive, talvez fosse mais difícil não recorrer a esse “atalho”. Como disseram os Racionais nos anos 90, “Tempo pra pensar, quer parar, que cê quer? Viver pouco como um rei ou muito, como um Zé?”

Desde que ouvi essa música pela primeira vez aos 12 anos pensei que viver pouco como um rei fazia muito mais sentido, afinal, só se vive uma vez.

As pessoas do “asfalto” têm a concepção que toda pessoa envolvida no comércio varejista de drogas é um narcotraficante tipo Fernandinho Beira-Mar ou Pablo Escobar, recomendo a leitura de “Acionistas do Nada”, escrito por Orlando Zaccone.

Quantos advogados de favela você conhece? Juiz? Promotor? O judiciário é branco, elitista e classista.

O objetivo do meu pai no comércio varejista era simples: criar e possibilitar aos seus filhos oportunidades de estudo e trabalho que, seguindo as regras “lícitas” do jogo do excludente sistema capitalista, beiram o impossível para um preto pobre da favela. Quantos advogados de favela você conhece? Juiz? Promotor? O judiciário é branco, elitista e classista. Como você vai falar que basta correr atrás ou em meritocracia para um cara que tinha 4 irmãos, aos 6 anos já morava em um colégio interno e que nunca me contou uma passagem da sua vida em que seu pai estivesse presente? Em 29 anos, nunca ouvi falar de meu avô paterno. Quando não se tem uma família minimamente estruturada, o ponto de partida é, literalmente, do zero.

Talvez seja difícil para alguém que teve como primeiro trabalho um estágio de 6 horas diárias aos 22 anos e que usava seu salário para comprar vodka e camisa de marca sem se preocupar com contas entender que, sim, as pessoas pobres se socorrem ao tráfico como mecanismo de sobrevivência. Para matar sua fome, de sua família ou ter um mínimo de dignidade social e financeira dentro do processo de exclusão implementado por esse capitalismo de consumo.

Quando me formei em direito aos 22 anos, meu pai explodiu de alegria. Comprou tantos convites que pude levar toda a minha turma do Jacarezinho e ainda sobrou alguns para vender na faculdade. Ele alugou van para levar a galera, terno para meus amigos vestirem. Foi o ponto alto de sua vida.

Passado alguns meses, dava adeus à vida de cativeiro recluso na favela para um processo de ressocialização individual, com conta em banco, vida regrada, trabalho de carteira assinada e atividades voluntárias.

Não pense que se trata de um “gênio criminoso”, que ficou impune das leis do Estado. Há uma cifra oculta entre os crimes que o estado toma conhecimento e pune criminalmente e o universo de crimes praticados todos os dias no país, seja por ausência de interesse ou capacidade de alcançá-los. A verdade é que muitos e muitos crimes não chegam à tutela estatal.

Sejamos sinceros, certamente nos dias que levei construindo esse texto, eu e você cometemos algum crime à luz dos diversos tipos penais existentes no Brasil, e iremos sair impunes disso. Meu pai apenas via no comércio varejista uma possibilidade de produzir uma renda condizente com seu desejo e sua necessidade de educar e criar os filhos longe da cruel realidade das favelas cariocas, uma realidade que ceifa vidas e sonhos diariamente.

Após minha formação, ingressei em uma pós-graduação que me jogou nas ciências criminais. Além da paixão pela área, era a chance de eu ser um instrumento efetivo a serviço do meu povo preto e favelado. Entendo eu que, após a nossa vida, é a nossa liberdade que o estado mais nos atinge – basta ver que temos a terceira maior população carcerária do mundo, com aproximadamente 726 mil presos.

Como ocorreu com meu amigo dos tempos de moleque, preso injustamente durante uma mega-operação na região de Jacaré, Manguinhos, Mandela e Benfica. Ele reside no conjunto habitacional “Bairro Carioca”, alçado a alcunha de favela devido o abandono do estado. Na batida pelas ruas do conjunto, os policiais entraram na sua casa. É uma casa bonita, com cerâmica nas paredes externas e ar-condicionado split, o que levou a polícia a deduzir, do alto de seu racismo e ignorância, que ali seria a casa de um traficante de drogas.

Entraram e revistaram cada centímetro. Ao não achar nada de ilícito, pegaram alguns comprovantes de depósitos bancários armazenados em alguma gaveta. Eram cerca de cinco comprovantes que giravam entre R$ 5 e 15 mil cada. Na falta de algo “melhor” para confirmar sua teoria de que o morador era traficante, encaminharam-no para a delegacia sob acusação de associação para tráfico tendo como conteúdo probatório os comprovantes de depósito.

A história fica ainda mais assustadora ao observarmos que questões importantíssimas sobre o acusado foram relativizadas. Muitas vezes, o direito penal se pauta primeiro por quem é a pessoa que cometeu o delito e não pelo delito em si. Por exemplo, ele é motoboy há sete anos na mesma empresa com carteira assinada, possui uma moto avaliada em torno de R$ 7 mil e um carro financiado. A casa que ele morava na época é de sua sogra que alugava para ele. E era a destinatária dos depósitos, e não o meu cliente, conforme ela mesma explicou na delegacia. O dinheiro era oriundo da venda parcelada de uma casa. O comprador solicitou ao acusado que fizesse os depósitos na conta da vendedora do imóvel, em razão de ele ser motoboy e não correr risco de assaltos no percurso.

Nada foi suficiente. A delegada do caso o prendeu em flagrante pela acusação de associação ao tráfico. Retirando da família um trabalhador de carteira assinada, sem nenhum débito com a sociedade, com dois filhos pequenos e uma esposa por mero preconceito, racismo e necessidade de mostrar serviço diante de um circo armado com 3.500 servidores públicos empregados para combater a esquizofrênica guerra às drogas – na verdade, uma guerra contra os pobres.

No dia seguinte, tivemos a audiência de custódia na qual, depois de reforçar o que já havíamos alegado, conseguimos liberar o rapaz. Dois meses depois, ele foi absolvido de todas as acusações fantasiosas.

Não se trata de ser advogado de marginal, mas, sim, advogado de um grupo marginalizado.

Quando expus minha história no Twitter, algumas pessoas comentaram como se meu pai tivesse me educado para “servir ao tráfico”. Cômico! Primeiro, seu desejo era que eu fizesse um concurso e virasse mais um engravatado burocrata a serviço do sistema. Segundo: foi uma briga lá em casa para que meus pais aceitassem minha escolha pela advocacia criminal.

Ele dizia aos amigos que eu poderia fazer tudo menos advogar “pra bandido”. Irônico. Mas graças às oportunidades que ele criou com o que estava ao seu alcance, pude perceber a tempo que meu sonho e missão era ser advogado criminal e ajudar a trazer ao asfalto o debate sobre o quanto é seletiva e racista justiça criminal, e ir para além da dicotomia do bem e do mal. Tentar mostrar, com a visibilidade do meu trabalho, que não se trata de ser advogado de marginal, mas, sim, advogado de um grupo marginalizado.

Corpo de Bombeiros do Rio tem primeira mulher piloto de helicóptero

Ao chegar no quartel, ela troca o vestido o e o salto alto por um par de botas e um macacão de piloto. Aos 37 anos, sendo quase metade deles dedicados ao Corpo de Bombeiros do Rio, a major Rachel Lopes tornou-se a primeira mulher comandante de aeronave da corporação. Após cinco anos de preparação, ela entrou há um mês para um seleto time: são apenas 11 militares que se revezam nos manches dos cinco helicópteros vermelhos que cruzam o céu do estado em salvamentos e transportes de órgãos e pacientes.

Rachel acostumou-se a estar na vanguarda. Ela ingressou nos Bombeiros em 2001, após ser aprovada no primeiro concurso para oficiais que admitiu candidatas femininas. Desde 1856, quando foi fundada pelo imperador Dom Pedro II, a corporação era composta majoritariamente por homens. Naquele primeiro concurso para mulheres, 22 candidatas foram admitidas. Entre elas, Rachel, que afirma não ter enfrentado preconceito.

— Nunca enfrentei nenhuma discriminação. A gente acaba conquistando a confiança pelo nosso trabalho. Antigamente existia esse pensamento de que algumas profissões são para homens e outras para mulheres, mas hoje isso está ficando para trás. Só cheguei um pouquinho antes, mas as mulheres já estão aí, estão vindo com tudo. É uma honra imensa para mim abrir caminho para mais uma grande conquista feminina, sobretudo em uma corporação que tem essa missão tão nobre, de salvar vidas — diz a major.

Entre 1992 e 1999, 356 mulheres ingressaram no Corpo de Bombeiros. Após a abertura de concurso para praças e oficiais, o número subiu para 1.716 entre 2000 e 2007, uma variação de 326%. No ano de 2002, foi registrada a maior entrada de militares femininas na história da corporação, com 1.049 praças e oficiais. Nos últimos oito anos, mais 1.168 mulheres passaram a integrar o quadro militar da corporação. Atualmente, elas correspondem a  cerca de 17% do efetivo total.

IRMÃOS PILOTOS

Antes de se alistar no Grupamento de Operações Aéreas (GOA), Rachel atuou como combatente. Uma das missões mais marcantes de sua carreira foi o resgate de vítimas da tragédia provocada pela enchente que atingiu sete cidades na Região Serrana, em 2011.

— Durante um mês, eu ficava quatro dias em Teresópolis, voltava dois dias para o Rio e, depois, retornava para a Serra. A gente estava em busca de sobreviventes em uma área que havia sido completamente soterrada. O deslizamento de terra foi fatal e matou mais de mil pessoas só naquele bairro. Foi o trabalho que mais mexeu comigo, e também o mais difícil — lembra ela.

O interesse pela aviação surgiu em casa. Rachel tem dois irmãos que pilotam helicóptero, um na Força Aérea e outro na Marinha. Inspirada nos exemplos deles, ela decidiu se informar como poderia tornar-se uma comandante de aeronave nos Bombeiros.

— Eu ficava babando vendo o Águia dos Bombeiros no desfile de 7 de Setembro, sobrevoando a Avenida Presidente Vargas. Eu olhava para o alto e e pensava: “Ainda vou estar lá em cima”. Resolvi perguntar ao comandante do GOA como fazia para ser mulher piloto. Ele disse que nunca nenhuma mulher tinha demonstrado interesse em ser. Eu disse, então, que esse seria meu desafio — conta ela.

Além de Rachel, outras duas militares entraram para o time do GOA. Atualmente, elas atuam como co-piloto e em breve serão comandantes.

NOVO HELICÓPTERO

O Corpo de Bombeiros conta, hoje, com cinco helicópteros vermelhos do modelo AS350, também chamado de Esquilo. Com capacidade para até seis tripulantes, a aeronave é usada em salvamentos e no transporte inter-hospitalar de pacientes, órgãos e tecidos vitais. Em breve, no entanto, a corporação vai ganhar uma aeronave mais potente, modelo AW169, com duas turbinas.

O pregão para a compra da aeronave ocorreu em dezembro e o contrato, no valor de R$ 52 milhões, foi assinado na última quinta-feira. A aquisição foi feita com verba do Gabinete de Intervenção Federal e o helicóptero deve chegar em até dois anos.

O novo helicóptero, além de oferecer mais segurança no voo por ter duas turbinas, também permite a navegação com auxílio de instrumentos. Com isso, os pilotos poderão vencer uma de suas maiores dificuldades, que é a redução de visibilidade provocada por condições climáticas adversas.

— As pessoas acham que a chuva atrapalha os voos, mas a chuva não é determinante. O que é determinante é a visibilidade. O vento também pode deixar o voo mais turbulento, mas nada que não possa ser controlado — explica Rachel.

Flamengo oficializa contratação de Gabigol

OFlamengo oficializou na manhã desta sexta-feira (11) a contratação do atacante Gabigol. O jogador já estava fechado com o Rubro-Negro desde a última terça, mas faltava o anúncio oficial por parte do clube. O contrato é de empréstimo – o atleta pertence a Inter de Milão – e válido por uma temporada.

“O Flamengo é um clube gigante, com a maior torcida do Brasil e farei de tudo para ser feliz com essa camisa, que também é reconhecida no mundo inteiro. Essa Nação me inspira e espero comemorar muitos gols ao lado deles”, disse o jogador.

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O Flamengo não precisou gastar para contratar o atacante, terá apenas de arcar com o salário de 3,5 milhões de euros (aproximadamente R$ 15 milhões) por ano, algo em torno de R$ 1,25 milhão por mês.

Aos 22 anos, Gabigol foi o artilheiro do Brasileirão 2018, jogando pelo Santos, com 18 gols.

 

Mulher chinesa sofre com condição rara e não consegue ouvir voz de homens

Uma mulher chinesa foi diagnosticada com um tipo raro de perda auditiva e passou a não conseguir ouvir vozes masculinas — incluindo a de seu próprio namorado.

De acordo com o jornal britânico “Daily Mail”, a paciente, identifcada apenas pelo seu sobrenome, Chen, acordou um dia sem escutar o companheiro.

 

Moradora da cidade de Xiamen, na costa leste da China, ela foi para o hospital da cidade, onde os médicos tentaram entender os sintomas, muito diferentes das formas mais comuns de perda auditiva.

Uma especialista a diagnosticou com perda auditiva de baixa frequência ou de inclinação invertida, que faz com que ela só possa escutar altas frequências.

Segundo a reportagem, a condição afeta apenas um em cada 13 mil pacientes com problemas auditivos, e normalmente é difícil de se diagnosticar, porque tantos médicos quanto pacientes podem não saber que a condição existe.

 

— Ela foi capaz de me ouvir quando falei, mas quando um jovem paciente entrou, ela não conseguiu ouvi-lo — disse a médica Lin Xiaoqing, que atendeu Chen.

Além de fatores genéticos, a doença pode ter sido causada por estresse, segundo a especialista em otorrinolaringologia. Chen revelou que estava trabalhando até tarde recentemente, sem dormir o suficiente, e na noite anterior, estava com náuseas e zumbidos nos ouvidos.

A médica disse ainda que os sintomas precisam ser tratados rapidamente, e que Chen vai se recuperar totalmente.

Pela primeira vez, uma mulher será mestre de bateria no carnaval do Rio

Neste domingo, 13 de janeiro, Thaís Rodrigues, de 30 anos, se tornará a primeira mulher a ser mestra de bateria no tradicional carnaval do Rio de Janeiro. A função é historicamente delegada aos homens.

Thaís será empossada como mestre da Bateria Feiticeira. A escola, que estará na disputa na Série E do carnaval, vai desfilar no dia 9 de março, na Estrada Intendente Magalhães, em Campinho, na Zona Norte.

Criada em uma família envolvida com o mundo carnavalesco, Thaís passou a frequentar os ensaios da Acadêmicos da Rocinha em 2003, levada por um tio a um evento da escola de São Conrado, ela pegou um chocalho e acompanhou os ritmistas. O mestre de bateria gostou de sua desenvoltura. Naquele mesmo ano, ela já cruzou a Avenida pela primeira vez tocando um instrumento e nunca mais parou.

Atualmente, a jovem é diretora de surdo na bateria da Rocinha, que disputa a Série A, e toca o surdo de terceira na Unidos da Tijuca, agremiação do Grupo Especial. As duas escolas desfilam na Sapucaí. E a mestre de bateria da Feitiço do Rio garante que viver num universo onde os homens são maioria não é problema, porque ela sempre foi respeitada.

* Com informações do Extra

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