A viúva do soldado da PM Daniel Henrique Mariotti, de 30 anos, morto no último sábado na Linha Amarela, quando estava trabalhando, usou seu perfil nas redes sociais para compartilhar o desespero do filho do 2 anos do casal, que chora ao perguntar pelo pai. “Ele vivia atrás do papai quando ele estava trabalhando… Fazia festa e abraçava papai quando chegava e agora? Ele está chamando, e papai não volta nunca mais… Deus que dor”, escreveu Camila Mariotti em seu perfil no Facebook.
Na postagem, ela publicou também um áudio de Daniel para o filho. “Papai tá trabalhando. Papai só vai chegar de noite, tá bom? À noite o papai deita com você aí. Tchau”. O desabafo de Camila — que diz não aceitar o que aconteceu com o marido — emocionou os internautas. Até a manhã desta segunda, a postagem já tinha provocado mais de 1,4 mil reações e dezenas de comentários:
“Camila, que Deus te dê muita sabedoria, e muita força para criar o Luquinhas. Triste demais um filho chamar pelo pai que não vai mais voltar”.
“Que Deus te dê toda força e sabedoria para você e seu pequeno passarem por esse momento. Não éramos próximas mas essa covardia que fizeram mexeu muito comigo e só sei pensar na dor que você está sentindo!”.
Na manhã desta segunda-feira, agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) realizam, pelo segundo dia seguido, uma ação na Favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio. As equipes buscam pistas dos assassinos do soldado Mariotti.
Um caso trágico que aconteceu em 2017 nos Estados Unidos foi publicado em um periódico científico para alertar os especialistas na hora de realizar a avaliação clínica dos pacientes. Uma senhora de 65 anos foi diagnosticada pelos médicos como se estivesse passando por um ataque de pânico após dar entrada no hospital com crise de ansiedade, dificuldade para respirar e problemas no sono. A real causa dos sintomas, entretanto, era uma doença rara e mortal: a mulher contraiu raiva após ser mordida por um cachorro durante um retiro de ioga realizado na Índia. Ela faleceu em decorrência da doença, que é transmitida por um vírus e afeta gravemente o sistema nervoso central.
De acordo com a pesquisa divulgada na última sexta-feira (4 de janeiro) pelo órgão governamental norte-americana Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês), esse é apenas o nono registro de morte causada por raiva nos Estados Unidos nesta década.
A paciente vivia no estado da Virgínia e realizou uma viagem para a Índia entre os meses de janeiro e abril de 2017 para fazer um retiro de ioga. Durante a estadia, ela foi mordida por um filhote de cachorro: a ferida foi lavada apenas com água e nenhum exame foi realizado no local. Após retornar aos Estados Unidos, em maio, a mulher começou a sentir dores em sua mão direita e foi consultar um médico — o especialista afirmou que o motivo para a queixa seria causada pela síndrome do túnel do carpo, que provoca dormência e formigamento nos dedos.
Os sintomas, entretanto, só pioraram: a senhora começou a sentir dores no peito, dificuldade para respirar e crises de ansiedade. Ao retornar ao hospital, ela foi medicada com remédios indicados para combater a ansiedade. Os médicos ainda realizaram um exame em seu coração e verificaram um problema na circulação do sangue: ela foi submetida a um cateterismo para examinar os vasos sanguineos.
A real condição da paciente só foi descoberta após ela ter problemas para engolir água, um dos sintomas clássicos da raiva (que também é conhecida pelo nome de hidrofobia). Ao questionar aos familiares da mulher se ela havia entrado em contato com animais nos últimos tempos, um dos médicos soube da notícia que ela fora mordida por um cachorro.
Apesar de existir uma vacina contra a raiva, ela só é efetiva quando ministrada antes dos primeiros sintomas aparecerem. Como o caso da paciente já estava avançado, ela morreu. Em sua publicação, o CDC recomendou que os turistas devem tomar cuidado ao realizar viagem para outros países.
O futuro pode estar numa bola de cristal, em cartas de tarô, nos búzios, na borra do café, nas linhas das mãos ou simplesmente, para os céticos, após o tempo presente. E se um dia aparecesse alguém dizendo para você que pode prever o que vai acontecer com o mundo analisando apenas aspargos? Sim, aspargos! Bugou?
A aspargóloga atende pelo nome de Jemima Packington, de 63 anos, moradora de Bath (Inglaterra). O processo é simples: a britânica pega um punhado de aspargos e o joga para o alto, sobre um pano ou uma toalha, como se fosse um pega-varetas.
A disposição dos talos ao caírem indica a leitura do futuro. O jeito como eles se cruzam, para onde as extremidades apontam e as figuras formadas são analisadas por Jemima, que iniciou a especialidade aos 8 anos.
As previsões de Jemima para 2018 tiveram ao menos um acerto importante: o encontro entre o presidente americano, Donald Trump, e o ditador norte-coreano, Kim Jong-un. De 13 apostas da inglesa, dez se confirmaram.
Para 2019 a aspargóloga previu que o conflito comercial entre EUA e China chegará ao fim, mas o planeta passará por grave recessão, e que a Inglaterra vencerá a Copa do Mundo de futebol feminino.
A Polícia Militar prendeu uma mulher a apreendeu uma adolescente suspeitas de assaltar motoristas do Uber no Distrito Federal. De acordo com a corporação, elas ameaçavam as vítimas com uma faca. O último caso foi registrado na noite desse domingo (6/1). A dupla chamou um motorista pelo aplicativo e tentou levar o veículo, um Toyota Etios.
A vítima de 37 anos relatou que as suspeitas solicitaram o veículo para a Quadra 415 de Samambaia. Durante a viagem, as jovens fizeram ameaças com a faca e anunciaram o assalto. O fato ocorreu na altura Quadra 427. A vítima parou o veículo e conseguiu fugir, levando a chave do carro. As autoras não conseguiram roubar o carro e fugiram.
Com as características das suspeitas, os PMs conseguiram localizá-las e abordá-las. Elas estavam com três facas e foram reconhecidas pela vítima. Os envolvidos foram conduzidos à Delegacia da Criança e do Adolescente e, posteriormente, à 26ª Delegacia de Polícia (Samambaia).
Na delegacia, apareceram outras duas vítimas de roubo de veículo, também motoristas do Uber, e reconheceram as autoras.
A lutadora brasileira Polyana Viana, do UFC, reagiu a um assalto na noite do último sábado em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, e dominou o ladrão que tentava roubar o seu celular.
Segundo reportagem do site “MMAjunkie”, Polyana estava esperando um Uber na porta do condomínio em que mora quando foi abordada pelo bandido.
“Quando ele viu que eu tinha percebido a presença dele, ele estava bem perto de mim. Ele me perguntou as horas. Eu disse, mas vi que ele não foi embora. Então pus o celular na minha cintura. Aí me me disse: ‘Me passa o celular. Não tente reagir, estou armado’. Ele pôs a mão sobre o parecia ser uma arma, mas percebi que estava maleável. Ele estava bem perto de mim. Foi quando pensei: se é uma arma, ele não terá tempo de sacá-la. E dei dois socos e um chute. Ele caiu e o detive com um mata-leão”, explicou a lutadora.
O bandido usou uma arma de papelão Foto: Reprodução
O ladrão foi mantido dominado com uma chave de braço até a chegada a polícia. A “arma” era feita de papelão.
A última luta da brasileira pelo UFC aconteceu em em 4 de agosto, em Los Angeles. Na oportunidade, ela foi derrotada pela americana JJ Aldrich. Polyana tem um cartel de 10 vitórias e duas derrotas no MMA.
Cartaz da última luta de Polyana Foto: Reprodução/ Instagram(polyanaviana)
SEGUNDO POLICIAL MORTO EM 2019. 💻 Histórico: Por determinação de maré zero, guarnição procedeu ao hospital Itália Franco a fim de verificar informações dando conta que dera entrada no referido nosocômio um policial militar vitima de DAFs, e que o mesmo já em óbito, Sendo constatado o fato , no local se encontrava o pai da vitima, que informou a guarnição, que seu filho chegava em casa no seu veiculo siena de cor prata, quando foi alvejado por meliantes e nem chegou a sair do veiculo, o mesmo só ouviu os disparos e imediatamente socorreu seu filho ao referido nosocômio onde já chegou em óbito, o mesmo não sabe informar a motivação do crime , foi acionada a DHBF para procedimentos de praxe.
O sorriso de Viviane Araújo aí na foto acima não deixa transparecer o momento de crise que ela vive no Salgueiro. Muitos integrantes da escola, que tem novo presidente após a saída de Regina Celi do cargo, estão criticando a atriz por ter se mantido no posto de rainha de bateria.
É que não é segredo para ninguém o quanto ela e Regina sempre foram próximas, e uma parcela da agremiação acha que está rolando uma ingratidão da parte de Viviane, que permaneceu à frente dos ritmistas mesmo com a entrada de André Vaz. Muitos acreditam que ela deveria ter renunciado à coroa.
Viviane chegou, em outros anos, a ter seu reinado ameaçado. Uma cervejaria chegou a oferecer em determinada época R$ 2 milhões para que Aline Riscado fosse a rainha de bateria da escola. Regina recusou. Um empresário ofereceu então o dobro para que a mulher dele estreasse com a Furiosa na Sapucaí. Regina não quis.
Regina Celi não aceitou milhões de reais para substituir Viviane Araújo como rainha Foto: reprodução/instagram
Os salgueirenses mais antigos estão indignados porque Viviane não se pronunciou publicamente sobre a exoneração da amiga, que na época de um reality show, no qual Viviane foi campeã, chegou a transformar a quadra numa lan house para que votassem na vitória da atriz.
Enquanto isso, Regina segue bem triste após ser defenestrada do Salgueiro. Dia desses, o filho dela, Renato, a achou desmaiada em casa e ela não para de chorar. Ela comandou a escola durante dez anos.
Regina Celi, ex-presidente do Salgueiro: deprimida e desmaiada Foto: reprodução/instagram
Apenas em 2018, quatro anos após o fim da Copa do Mundo no Brasil, quase R$ 400 milhões saíram dos cofres públicos para cobrir gastos com estádios construídos para o Mundial. Até arenas consideradas sucesso de público, como o Mineirão, ainda dão dor de cabeça aos governos estaduais.
Em 2014, para que a Copa fosse viabilizada, foram gastos R$ 8,3 bilhões em estádios, segundo dados do Ministério do Esporte. O BNDES financiou boa parte do montante — e, em muitos casos, os empréstimos foram tomados por governos estaduais, sozinhos ou em parcerias com o setor privado (PPPs).
Em três casos, o pagamento anual dos governos para diminuir o montante dos empréstimos supera os R$ 100 milhões: Mineirão (R$ 132 milhões, Arena das Dunas (R$ 120 milhões) e Fonte Nova (R$ 108 milhões).
Os três são administrados por concessionárias ligadas às empreiteiras responsáveis pela sua construção.
A Arena Fonte Nova recebe os jogos do Bahia, que está na Série A, mas a Arena das Dunas depende exclusivamente do América de Natal, que tem média de público menor do que quatro mil torcedores. É um dos estádios que buscou alternativas completamente fora do escopo inicial para manter o local ativo diariamente, recebendo eventos como o Carnatal, além de festivais de música, feiras de negócios e até festas universitárias.
— A adoção do modelo multiuso tem o propósito de tornar os espaços mais atrativos e ampliar o público de interesse para além do futebol — diz Italo Mitre, presidente da concessionária que administra o estádio em Natal.
Elefantes brancos em Natal, Cuiabá e no DF
Estados que adotaram outras fórmulas para assegurar os jogos da Copa e assumiram o controle do estádio também não conseguem sair do prejuízo. Arena que desde antes da reforma já era apelidada de “elefante branco”, o Mané Garrincha, em Brasília, custou, em 2018, R$ 700 mil por mês aos cofres do DF.
A Arena Pantanal, no Mato Grosso, gera um gasto anual de R$ 3 milhões ao estado. O principal clube é o Cuiabá, que subiu este ano para a Série B.
O Mané Garrincha custou R$ 700 mil por mês ao Governo do DF Foto: Brenno Carvalho
Em Pernambuco, a ideia era que os três grandes clubes do estado fizessem seus jogos no local, mas apenas o Náutico firmou parceria para tirar seus jogos do Estádio dos Aflitos, que, porém, foi reinaugurado mês passado. A tendência é de que a arena de R$ 532 milhões, e que custou R$ 10,9 milhões aos cofres do estado o em 2018, fique abandonado.
No Ceará, a Secretaria de Esportes compartilhará com Ceará e Fortaleza a administração, após um gasto de R$ 518 milhões com a concessionária desde o início das reformas da Arena Castelão, em 2010.
Fla quer Maracanã
Segundo a concessionária do Maracanã, que desde a reforma é quem adiministra o estádio, todos os investimentos realizados desde o início da concessão foram privados. Por isso, a empresa assumiu todos os prejuízos desde 2013, que já somam cerca de R$ 200 milhões. Em setembro do ano passado, uma decisão judicial cancelou a concessão.
O governo estadual tenta realizar nova licitação em busca de interessados na gestão do estádio. Presidente eleito do Flamengo, Rodolfo Landim, já demonstrou interesse em participar da administração.
— O Flamengo quer ter participação na gestão do Maracanã, até porque entende que o Maracanã não vai se sustentar sozinho — disse Landim, que já conversou sobre o estádio com o governador Wilson Witzel.
Nascido em Manaus, Alan Nuguette viveu por muitos anos no Rio de Janeiro. O faixa-preta de Jiu-Jitsu atualmente mora na Flórida (EUA) e treina na X-Fusion, junto com Ronaldo Jacaré e Mike Perry, ambos do UFC. À TATAME, o brasileiro contou sobre a adaptação que teve nos Estados Unidos e as condições para exercer a função de lutador. Inclusive, destacou que comprou um carro melhor e proporciona uma boa educação ao filho.
“Lá é uma profissão (lutador) muito rentável e muito perigosa, por isso eles (norte-americanos) têm um respeito tão grande. Tanto o que ela pode proporcionar, quanto com os perigos que pode causar. Eu tô muito feliz e muito adaptado, as coisas são mais fáceis de conseguir, em relação ao Brasil. Aqui, eu vivia com um Voyage e lá tenho um Equinox. Tipo assim, por esse lado e pelo lado do meu filho, que estuda numa escola particular e eu não pago um real. Lá tem um plano do governo que dá ao cidadão 4h de graça. É muito legal isso”, destacou o brasileiro ao falar sobre a vida nos Estados Unidos.
O manauara ainda explicou como são os treinamentos na X-Fusion, analisou a derrota para Scott Holtzman no UFC 229, que interrompeu uma sequência de três vitórias seguidas, além de comentar sobre o projeto social que lidera no Rio e o canal no YouTube.
Confira abaixo a entrevista com Alan Nuguette:
– Treinos nos Estados Unidos
Eu estou lá (nos Estados Unidos), vou continuar. Gostei muito, me adaptei. Estou eu, (Ronaldo) Jacaré, Mike Perry, tem um monte de gente bacana que treina lá. O treino é muito bom. A estrutura física é muito boa. Estou crescendo mentalmente e fisicamente. Pretendo ficar mais tempo e me fixar na América.
– Análise da derrota no UFC 229
Eu vi um pouco a luta, acho que pequei no excesso de confiança na trocação. Deveria ter resgatado aquele Nuguette, ‘grampeado’ um pouco mais, porque ele não tem quase nada de chão. Ele é um wrestler, mas quando o colocamos com as costas no chão, vira uma tartaruga. Mas são erros que nos elevam. Estava confiante na minha trocação, faltou mais combinação. Ele me colocou para baixo, fez o ground and pound. Eu tô triste, vinha com uma boa sequência, era o favorito, mas nem sempre o favorito leva.
– Projeto social na Zona Oeste do Rio
Estamos em Vargem Grande e o projeto está crescendo a cada dia mais. O principal objetivo está sendo alcançado. Pegar essas crianças e introduzi-las na sociedade brasileira com um ponto a favor e não um ponto contra. O meu diretor, Fábio Campos, está de parabéns. Vamos trabalhar a cada dia mais para agregar mais crianças, mas para isso, precisamos de patrocinadores, de pessoas que acreditem que o ser humano pode mudar, assim como eu mudei e hoje sou uma referência. Tem 10 ou 20 que podem mudar também, que são campeões de diversas competições. Mas, eu preciso de empresas privadas ou governo que me ajudem também. Porque sozinho não dá.
– Resenhas no Canal do Youtube
O canal está legal, me deu uma alavancada. Em qualquer lugar que eu apareça, os lutadores querem conversar comigo, bater uma resenha. Ali é um papo de igual para igual. Não estou ali para diminuir ninguém, nem indagar. Estou ali só para elevar os trabalhos deles e como mais uma porta de divulgação.