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Bolsonaro é multado por transportar filho sem cadeirinha no banco de trás durante posse

Mal começou a governar, Jair Bolsonaro já foi surpreendido com o recebimento de uma multa, cuja infração teria cometido durante sua posse na presidência.

Segundo consta no documento, que foi enviado a Sua Excelência pelo DETRAN, Bolsonaro cometeu a infração de transportar seu filho do banco de trás do Rolls Joyce Royce sem usar a cadeirinha apropriada para tanto.

Nesses casos, é obrigatório o uso de assento elevado ou bebê conforto”, explica o documento, em referência à resolução do CONATRAN.

Bolsonaro disse que acionará a assessoria jurídica do Planalto para recorrer da multa, alegando que o filho que transportou na referida ocasião já é maior de idade.

Eu sempre recomendo ao garoto que use cinto de segurança”, afirmou.

A oposição vai entrar com um pedido de Impeachment com base na sanção sofrida pelo presidente, alegando que tomar multas de trânsito é incompatível com o cargo.

de Joselito Müller. texto de humor

Policial surta e dá tiros dentro de hospital

funcionários e pacientes do Hospital Santa Mônica, em Itaparica, Vila Velha (ES), viveram momentos de pânico, na madrugada desta quarta-feira (2). O policial militar Marcelo Pain Maciel Filho, 25 anos, teve um surto e começou a disparar dentro da unidade de saúde. Segundo testemunhas, ele estaria drogado e exigiu rapidez no atendimento.

De acordo com informações da TV Gazeta, o tenente disse à medica que o atendeu que usou drogas e estava arrependido. O caso está sendo investigado pela corregedoria da PM. A arma dele foi recolhida. A corporação ainda não havia recebido a ocorrência. Felizmente, ninguém ficou ferido.

“A gente estava na recepção quando o paciente chegou para receber o medicamento. Ele foi para o repouso e voltou jogando a folha, com agressividade, em cima do balcão. A gente pediu para ele aguardar no box. Fomos pegar o medicamento dele na farmácia. Quando a gente voltou, viu que ele estava de lado, como quem esconde alguma coisa. Eu fiz a pulsão e, quando fui aplicar o medicamento, eu e minha companheira, escutamos o primeiro tiro. Foi bastante tiro. Foi muito assustador”, contou uma técnica de enfermagem, que pediu pra não ser identificada.

 

 

A médica que atendeu o policial, que também não quis revelar o nome, afirmou que ele passou pela triagem, pelo enfermeiro. “Já tinham me avisado para ter agilidade porque ele tinha sido grosseiro. Ele se identificou como policial e exigiu atendimento rápido. Ele falou que estava muito arrependido e triste por uma coisa que havia feito. Ele contou que estava fazendo tratamento psiquiátrico e que fez uso de droga ilícita e que estava arrependido”, disse.

Confira na íntegra a nota da PM

Na madrugada desta quarta-feira (2) a PM foi acionada, via Ciodes, por uma funcionária do hospital que atendeu o policial militar e informou que, descontente, aparentando estado depressivo, efetuou disparos de arma de fogo dentro do local, e que funcionários estariam trancados em um cômodo. A CIMEsp foi acionada e as imediações foram isoladas.

No local, o PM entregou o armamento por conta própria e foi constatado dois disparados realizados. Ele foi medicado e após transferido para o Hospital HPM.

Mulher morre após ser agredida pelo marido e jogada na piscina, dizem testemunhas

 

Um homem foi preso em flagrante no final da tarde desta terça-feira sob a suspeita de ter matado a mulher no quintal de casa, no município Matinhos, no Paraná. Segundo testemunhas, Hélio Cardoso Rodrigues, de 23 anos, espancou Caroline Farias Inocêncio, 25, e jogou seu corpo na piscina, informou a Polícia Militar do estado.

De acordo com a assessoria de imprensa da corporação, PMs foram acionados para a ocorrência por volta das 17h. Em frente à residência da família, estava o pai da vítima, aflito. Não há informações se ele chegou a presenciar o crime. O pai de Caroline ainda deve ser ouvido pela Polícia Civil, assim como outras pessoas próximas ao casal.

O suspeito tentou fugir, mas foi contido por moradores. Ele estava com ferimentos leves e foi levado pela Polícia Militar a um posto de saúde para passar por avaliação médica. Em seguida, foi encaminhado a uma delegacia. No momento da prisão, Hélio não disse nada além de que os moradores o agrediram.

Agentes da Polícia Civil do Paraná foram chamados para fazer a perícia no local onde o corpo foi encontrado. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para realização da necrópsia que determinará a causa da morte de Caroline. Uma investigação sobre o caso está em andamento.

Bloquear da rede social não é imaturidade, é necessidade

Receitas para superar um término existem pra todos os lados que você procura. É o conselho da amiga, textos de auto ajuda, vídeos… Todo mundo tem algo pronto pra te ensinar a esquecer àquele que fez você chorar.

De todas as receitas que eu experimentei, a que eu sigo à risca e acredito, fortemente, fazer sucesso, é bloquear das redes sociais.

Tenho amigas e amigos que gostam de sofrer. Eles terminam um relacionamento e ficam fuçando a vida do outro. Viram detetives de plantão. Sabem que foto o outro curtiu, quantos amigos começou a seguir, conseguem descobrir para qual “night” o outro foi, investigam tanto, que o F.B.I tá desperdiçando talentos.Isso é muito sofrimento gente!

Procurar esse tipo de coisa, é pedir pra chorar até ficar sem fôlego. É cutucar uma ferida que naturalmente ia levar meses para cicatrizar. É chutar cachorro morto, no caso, você é o cachorro.

 

Terminou? Bloqueia sem dó. Bloqueia do WhatsApp, Instagram, Facebook, bloqueia telefone, apaga a agenda, some da rede social se for preciso. Evite sofrimento, seja inteligente. Qual necessidade de se martirizar tanto?

Ninguém deveria gostar de sofrer, é muito crueldade consigo mesmo. Desaparece! O que tiver de ser seu, será. Não adianta controlar os passos do outro, isso só afasta mais e traz muita dor. Seja cuidadoso contigo, se ame. Não queira foder você mesmo com seu psicológico.

12 perguntas e respostas sobre o câncer de pele

Afim de alertar a população para o tipo de câncer mais frequente no país, o de pele, especialistas fazem um alerta que pode ajudar a frear o aparecimento de novos casos e, ao mesmo tempo, na identificação precoce da doença, aumentando os percentuais de cura. Números do Inca reforçam a importância da prevenção do câncer de mama não-melanoma: a estimativa é o total de 165.580, sendo 85.170 homens e 80.410 mulheres (2018). No entanto, além de conhecer os sintomas, é crucial se prevenir e saber os fatores de risco, pois ambos salvam vidas.

+ Para dar as boas-vindas a 2019 aprenda a usar a palavra ‘não’

O câncer de pele não melanoma é o tipo mais recorrente entre os tumores malignos identificados – representando 30% do total de casos no Brasil, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). A doença apresenta sintomas silenciosos: lesões na pele com demora de mais de quatro semanas na cicatrização, variação na cor de sinais pré-existentes e manchas que coçam, ardem, descamam ou sangram.

A médica Adriana Scheliga, da Oncoclínica Centro de Tratamento Oncológico, faz um panorama da doença.

1. O que é o câncer de pele? É a neoplasia maligna mais comum e mais frequente no mundo. Ela é mais incidente em pacientes com grande exposição solar, que é o principal fator causal da doença, que, de um modo geral, é separado em dois tipos principais: O não melanoma e o melanoma.

2. Como ele é causado? O fator etiológico principal é a exposição excessiva ao sol. Por isso, ele é incomum em crianças. Também por isso, é mais frequente depois de determinada idade, em virtude de tempo de exposição ao sol. Pessoas de pele mais clara, de regiões mais ao norte do mundo, países nórdicos, como Suécia, Finlândia, Noruega, acabam tendo uma incidência maior, em virtude da maior exposição ao sol.

3. Quais são os sintomas primários? Esses sinais são relacionados às áreas expostas e às que têm o tumor. As áreas mais expostas ao sol (face, tronco, membros superiores e inferiores) podem apresentar tumores. Contudo, face, rosto e orelha e a região do pescoço e tórax anterior são as regiões mais frequentemente acometidas pelos tumores, que se apresentam de forma, tamanho e cores diferentes, sendo que, se uma lesão cutânea cresce, muda de cor, sangra, tem alterações no formato, descasca, coça, ela precisa ser imediatamente avaliada por um dermatologista.

4. Quais são os tipos e como eles se caracterizam? Os mais frequentes são os tumores não melanoma e o melanoma. Felizmente, os tumores não melanomas, principalmente os carcinomas epidermóide e basocelular, são os mais incidentes e, frequentemente, o tratamento é única e exclusivamente cirurgia. Assim, quanto menor a lesão mais simples é o procedimento. Já os tumores chamados melanoma vão depender da extensão, da profundidade, da localização, se apresentam ou não metástase, essa doença tem uma característica mais agressiva, mas, felizmente, é menos frequente.

5. Qual é a diferença entre os raios UVA e UVB? Elas significam radiações ultravioletas A e B, que são radiações ionizantes emitidas pelo sol. As A penetram mais profundamente na pele. Já as B penetram menos profundamente. O período de maior intensidade dessas ondas é de 10h às 16h. Logo, é importante saber que esse é o horário mais crítico, ou seja, que tem a maior quantidade de raios ultravioletas A. Tamém por isso, é o período mais arriscado para exposição solar, que está intensa, principalmente, radiação ultravioleta A.

6. Os dois são causadores do câncer de pele? Ambos podem causar câncer de pele. A diferença é que a B penetra mais superficialmente na pele e é responsável pela vermelhidão após a exposição solar.

7. Como é um exame para diagnosticar câncer de pele? O diagnóstico definitivo é feito, geralmente, por meio de biópsia, que deve ser feita por um profissional que tenha especialidade em avaliação de tumores de pele. Isso porque é importante ir além de avaliação médica dermatológica, clínica, a olho nu, também feita por meio da dermatoscopia, aparelho que aumenta e permite visualizar algumas características olho nu.

8. Qual é a frequência em que os exames devem ser feitos? A frequência vai depender do tipo, irá variar de caso a caso. Se for o carcinoma basocelular (o mais frequente, o mais comum, quando se fala em tumor de pele), uma vez que ele é ressecado e não tem mais margens comprometidas, não há mais o que ser feito, o tratamento está realizado. Se for um melanoma, vai depender de uma série de fatores (localização, profundidade, entre outros).

9. Existem grupos de risco? A cor da pele (mais claras têm maior incidência), a quantidade de exposição solar, histórico familiar, principalmente, o melanoma, além de alguns pacientes submetidos a certos tipos de tratamentos, como transplantes de medula óssea e de rim e que, necessariamente, usarão drogas chamadas de imunossupressoras.

10. Como é o tratamento? Será determinado pelo tipo de tumor (se melanoma ou não melanoma), a localização, a extensão e a frequência – por exemplo, se for um tumor recidivante, se o paciente for tratado e caso tenha uma recidiva local, dependendo, alguns tratamentos como radioterapia podem ser necessários. Ou, ainda, se o paciente tem doença metastática, ele precisará de imunoterapia e quimioterapia, vai depender de cada caso.

11. Medicamentos podem alterar a sensibilidade ao sol? Algumas drogas quimioterápicas não podem ser expostas ao sol. Há quimioterapias que podem aumentar a sensibilidade ao sol. Por exemplo, a bleomicina, utilizada em alguns linfomas e tumores de testículo, que devem ser evitadas ao máximo a exposição solar, uma vez que aumentam a sensibilidade ao sol.

Depressão na sala de aula: como as escolas devem lidar?

Em um mundo cada vez mais dinâmico, os adolescentes têm se deparado com crescentes desafios e dilemas, como atender às expectativas da família, lidar com as cobranças, o bullying e a busca por um padrão de sucesso imposto na sociedade em meio às próprias incertezas e conflitos inerentes à idade. Esta pressão – tendo, por vezes, o ambiente escolar como epicentro – não consegue ser suportada e então surgem os efeitos colaterais. O principal deles é a depressão, que atualmente assola 10% dos adolescentes, segundo a Associação Brasileira de Psicanálise. Outro dado preocupante tem a ver com os casos de suicídio, que, de 2000 a 2015, aumentaram 65% entre pessoas com idade de 10 a 14 anos e 45% na faixa de 15 a 19, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Diante desse cenário, como a escola deve agir?

 

 

Tão importante quanto descobrir as causas é encontrar formas de aliviar o sofrimento psicológico e físico do adolescente. Considerando que os jovens passam a maior parte do tempo dentro das escolas, é importante que elas possuam um programa pedagógico para cuidar de cada caso. O colégio IBPI, localizado na Barra da Tijuca, possui o plano de unir a comunidade acadêmica com profissionais de saúde para atender da melhor maneira os alunos. Segundo a sua diretora pedagógica, a professora Lúcia Dieguez, o IBPI atende cada aluno de acordo com sua individualidade e, nos casos de depressão, a escola tem que ouvir a equipe médica que o está atendendo e os pais, para haver um entendimento real de suas necessidades. “Não existe um único caminho, precisamos observar este aluno e desenvolver mecanismos de conquista e apoio neste momento difícil de sua vida. Por isso, no IBPI, utilizamos um exclusivo método de ensino, pois partilhamos de diferentes formas de avaliação para flexibilizar o estudo, tornando possível a criação de um cronograma de estudo personalizado para cada aluno”, afirma a diretora.

A psicóloga Elisa Bichels afirma que houve uma grande mudança de paradigmas entre a geração de adolescentes atual e a de seus pais. Enquanto a geração X foi estruturada através da punição, a geração Z foi formatada para acreditar que poderia realizar qualquer feito, além de ser bombardeada de informação a todo momento, principalmente pela evolução da internet. Para Elisa, o problema é que a maioria das escolas e dos professores, principalmente na rede pública, continua com a mesma metodologia que possuíam há dez anos ou mais. “As escolas devem entender que possuem uma enorme importância para a vida dos atuais adolescentes. Assim, as instituições educacionais que pensam em ensinos individualizados, mas que agreguem a provisão da saúde mental e vida social dos jovens, já se mostram preparadas para as novas demandas psicológicas e emocionais dos alunos. As escolas precisam entender que os estudantes também devem ser ‘alfabetizados’ na emoção e que a saúde psicológica é tão importante quanto a física”, conclui a psicóloga.

Além destas medidas, a psicóloga considera importante a aplicação de educação socioemocional dentro das salas de aula. “As escolas precisam incluir para ‘ontem’ nos seus currículos matérias sobre empatia e habilidades para a vida, como treinamento de habilidades de tolerância à frustração, regulação emocional e também atividades lúdicas, como música, games e arte. E tudo isto deve ter como norte o trabalho com empatia e princípios de inclusão e cidadania, além de focar nas qualidades e virtudes de cada aluno mais do que conteúdos para o Enem”, finaliza Lúcia.

Com caneta Bic, Moro assina termo de posse na Justiça

Onovo ministro da Justiça, Sergio Moro, assinou nesta quarta-feira (2) seu termo de posse. Ele tirou do bolso uma caneta Bic e entregou para os agora ex-ministros Raul Jungmann (Segurança Pública) e Torquato Jardim (Justiça), que assinaram primeiro e fizeram a transmissão.

Os ministro da Justiça e da Segurança Pública do governo Michel Temer participaram juntos da cerimônia.

Também estavam presentes no palco o presidente do STF, Dias Toffoli, e o presidente da OAB, Cláudio Lamachia. Justiça e Segurança Pública agora voltam a fazer parte de um mesmo ministério.

Sistema de inteligência foi ‘derretido’ por Dilma, diz General Heleno

Jungmann foi o primeiro a falar e fez uma espécie de balanço da sua gestão, contando as medidas que foram implementadas durante os nove meses que ficou à frente da Segurança Pública.

“As medidas de Moro vão no sentido correto”, disse Jungmann, “mas é preciso pensar no todo”, acrescentou.

Na plateia, estavam delegados, superintendentes da Polícia Federal, funcionários do ministério da Justiça, o comandante do Exército e o futuro comandante, general Eduardo Villas Boas e Edson Pujol, respectivamente, e o presidente do STJ, João Otávio de Noronha. Representantes do novo governo também marcaram presença, como o ministro Wagner Rosário (CGU), Osmar Terra (Cidadania) e Pedro Guimarães, novo presidente da Caixa Econômica Federal. Com informações da Folhapress.

3 fatos científicos sobre a ressaca para você evitar a fadiga

Pode ter certeza de que, após toda bebedeira, uma ressaca daquelas estará a sua espera. Mas como fazer para derrotar este mal que assola a humanidade? Muitas dicas populares rolampor aí sobre o assunto, mas a maioria não é confiável. Por isso, separamos três fatos cientificamente comprovados para você saber aproveitar melhor seus momentos de farra.

1 – Beber água e comer alimentos pesados não cura a ressaca

Diferente do que muitos pensavam, ingerir água e comer bastante depois da farra não ajuda a aliviar os efeitos da noite de bebedeira. Um grupo de cientistas do Canadá e Holanda conduziu estudos com quase 800 estudantes holandeses para entender seus hábitos contra ressaca e se eles realmente faziam algum efeito.

Metade dos entrevistados bebeu água antes de dormir; um pouco mais de dois terços ingeriu o líquido enquanto festejavam; e um pouco mais de 50% deles se alimentaram de forma generosa após a farra. Ou seja, cumpriram a receita básica conhecida por aplacar os efeitos de uma noite regada a álcool. Acontece que, apesar de relatarem uma leve melhora, a ressaca não foi menos intensa do que aqueles que nada fizeram. Segundo um dos pesquisadores, a água pode até aplacar a boca seca e a sede, mas não aplacará a náusea nem a dor de cabeça. A solução: se hidratar muito durante a bebedeira e beber menos álcool.

 

 

2  – Existem bebidas que dão mais ressaca do que outras 

De acordo com uma pesquisa feita por cientistas americanos com estudantes universitários, o uísque e outras bebidas que contenham maior quantidade de congêneres tendem a causar mais dor de cabeça aos seus usários. Os congêneres são substâncias produzidas durante a fermentação, além do próprio alcool. Alguns exemplos são a acetona, o acetaldeído e a tannis, mais conhecida por dar o tom escuro às bebidas.

Foram dados aos participantes do estudo, variados tipos coquetéis alcoólicos, em quantidades diferentes, durante variados dias. Apesar de não afetarem os testes de perfomance de nenhuma maneira especial, os uísques do tipo bourbon foram os responsáveis pelas piores ressacas, segundo os estudantes. As bebidas de cor mais clara, como a vodka e o gin trouxeram menos mal estar no dia seguinte. Ou seja, se quer ficar um pouco mais tranquilo, beba o drink mais transparente que tiver.

3 – Beber refrigerante pode melhorar as coisas

Mas não é qualquer refirgerante. Cientistas da China descobriram que bebidas gaseificadas de sabor limão podem ajudar muito a aplacar os efeitos da ressaca. O que acontece é que as moléculas de etanol do álcool, quando chegam ao nosso fígado, são quebradas primeiro pela enzima chamada de álcool desidrogenase. Com isso, forma-se uma substância chamada acetaldeído. É essa molécula responsável pelos principais sintomas da ressaca, segundo os cientistas.

Depois, uma outra enzima, chamada aldeído desidrogenase, quebra o acetaldeído em algo chamado acetato. O que o refrigerante de limão faz é estimular a ação das últimas enzimas, diminuindo o período de tempo e a quantidade de acetaldeído no corpo e aumentando a de acetato. Com isso, sua ressaca pode durar menos tempo.

Com direito a alianças e música, Lulu festeja fim de ano com o marido

Lulu Santos e o namorado Clebson Teixeira já estão em clima de ano novo. O cantor postou nesse domingo (30) uma foto no Instagram, se despedinho de 2018: “Adeus Ano Velho”, escreveu.

O relacionamento foi confirmado pelo casal no mês de julho deste ano. A partir de então, Lulu tem se posicionado publicamente sobre causas LGBTs.

Recentemente, o artista assinou uma linha de alianças que traz a frase: “Toda forma de amor”, nome de um dos hits do cantor. De acordo com a marca, os anéis de ouro com diamante, que custam R$ 9.947, são “exclusivas para casais LGBT”, segundo divulgado pela ‘Quem’.

O casal já circula com alianças na mão esquerda e tem até uma música dedicada a eles. Lulu está trabalhando no clipe de “Hoje Em Dia”, que retrata a história de amor do cantor com o namorado.