Casados há oito anos, Ademilson Ferreira da Silva e Ana Paula de Lima tiveram uma manhã marcada por uma grande confusão no Rio de Janeiro na manhã deste domingo (2), de acordo com informações do jornal ‘Extra’. Segundo a reportagem, o homem foi acusado de fazer a mulher de refém após uma briga.
“Estávamos todos dormindo quando, por volta de 4h40, acordei com a discussão. Com uma faca na mão ele ameaçava matar a minha filha. Ele bateu muito com a cabeça dela na pia. Tentei socorrer, mas ele se trancou com ela e continuou batendo. Tivemos que chamar a polícia e mesmo assim ele continuou ameaçando matar a minha filha”, disse Ana Viera dos Santos ao Extra.
Ademilson se entregou à polícia após cerca de duas horas de negociações com homens do Batalhão de Operações Especiais (BOPE).
Muitas mulheres querem emagrecer, mas mesmo com todas as dietas e mais algumas, e fazendo exercício físico todos os dias, parece que não vêem resultados.
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Pois bem, caso não saiba, rir é uma excelente forma de perder peso e emagrecer, já que o riso dá ao corpo uma espécie de “mini exercício de aeróbica”.
Ao sorrir, o teu coração bate mais rápido, enviando grandes quantidades de sangue ao redor do corpo. Além disso, rir alto faz o peito subir e descer, o que, por sua vez, significa que os músculos do estômago acabam por trabalhar mais, fechando-os.
O ato de rir pode até ajudar a pele, já que ao sorrir usa até 15 músculos faciais.
De acordo com Helen Pilcher, uma neurocientista que também trabalha como comediante e que realizou uma pesquisa sobre este assunto, “não estamos dizendo que deve assistir a espetáculos de comédia 24 horas por dia, mas rir depois do excesso de peso no Natal é uma ótima maneira de ficar em forma”.
Contudo, ela também alerta que se deve evitar comer doces ou outros alimentos prejudiciais à saúde enquanto se ri. Caso contrário, não servirá de nada.
A sua pesquisa descobriu que uma hora de boas gargalhadas queima cerca de 100 calorias, o equivalente a um pequeno pacote de batatas fritas ou uma pequena barra de chocolate. A mesma quantidade de calorias pode ser trabalhada durante meia hora de levantamento de peso ou por aspiração por quase três quartos de hora, segundo a pesquisa.
Fonte:A Grande Arte de Ser Feliz
Moradores de favelas do Rio de Janeiro apontam uma série de violações praticadas por militares desde o início da intervenção federal na segurança pública do Estado, assinada pelo presidente Michel Temer (MDB) em 16 de fevereiro de 2018. No relatório parcial Circuito de Favelas por Direitos, elaborado pela Ouvidoria Externa da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, os relatos registram roubos, invasões de casa, agressões físicas e até estupros.
Para a elaboração do documento, pesquisadores visitaram 15 comunidades da capital fluminense, com um total de 30 tipos diferentes de violações. As violências são divididas em cinco pontos: violação em domicílio, abordagem, letalidade provocada pelo Estado, operação policial e impactos. O trabalho registrou casos nos primeiros cinco meses de intervenção e tem a meta de continuar até totalizar 30 favelas visitadas.
Em uma dessas invasões, teriam ocorrido os estupros, conforme conta um morador: “Eles entraram numa casa que era ocupada pelo tráfico. Lá tinha dois garotos e três meninas. As meninas eram namoradas de traficantes. Era pra ser todo mundo preso, mas o que aconteceu é que os policiais ficaram horas na casa, estupraram as três meninas e espancaram os garotos. Isso não pode estar certo”. O relatório não indica data ou local em que os crimes teriam ocorrido.
Esse não é o único caso de abuso sexual. Uma adolescente descreveu ter sido revistada com duas amigas por PMs homens, o que contraria a lei — o artigo 249 do Código de Processo Penal afirma que a busca em mulher será feita por outra mulher, se não importar retardamento ou prejuízo da diligência. “Ele vem revistar a gente, já gritando, chamando a gente de piranha, mulher de bandido, drogada. Vem empurrando e mexendo na gente. Eu sei que só mulher que pode revistar mulher, mas se nós não deixar [sic] leva tapa na cara”, relembra a jovem.
Em outro caso, um casal passou por uma abordagem e o militar revistou a garota “de forma abusiva”. Segundo ela, o policial a respondeu quando questionado sobre a ação. “Se você fizer alguma coisa você vai presa por desacato, mas pra mim não pega nada porque eu sou autoridade”, relatou sobre a revista, feita em frente ao seu namorado.
Segundo Pedro Strozenberg, ouvidor-geral da Ouvidoria Externa da Defensoria Pública do Rio de Janeiro, o resultado não surpreende pela violência em si, mas pelas pequenas violações se tornarem comuns. “Não é a novidade, uma surpresa em termos do que encontrou, a surpresa são os componentes de crueldade, a dinâmica e sistemática dos fatos. Até discutimos sobre diferenciar as comunidades, mas o que mais acontece é que em qualquer um dos 30 tipos de violações acontecem em qualquer uma delas”, aponta. “Esses casos mais violentos são em geral os mais destacados, um dos resultantes que falamos do trabalho é que a letalidade, o maior e mais grave problema, ela encobre e sombreia essa quantidade de violações cotidianas”, comentando sobre o caso de estupro citado no documento.
O estudioso exemplificou como a rotina das pessoas está comprometida pela violência estatal e vira algo natural. “Conversamos com meninas de 8, 10 anos e elas narram as situações de tortura, de feridos, das mortes, onde se escondem em tiroteios com uma naturalidade… Vamos nas casas das pessoas, vemos onde ela está, as condições, é uma intrusão que fazemos. Hoje visitamos um casal jovem com dois filhos, o mais velho com 4 anos e a menina de 2 anos, e perguntei sobre tiroteio: ‘ah, a gente vai para o banheiro onde tem mais parede, menos risco de ser atingido’. Pedi para ver o banheiro: um ambiente minúsculo, eles ficam espremidos e, quando tem tiroteio de madrugada, os pais chegam no banheiro e o filho de 4 anos já está”, explica Strozenberg.
Agressões, roubos e militares drogados
O relatório da Ouvidoria Externa traz o roubo e abordagem violentas como outros abusos sofridos por moradores, além da própria letalidade policial, como o caso de um garçom morto ao ter o guarda-chuva confundido com fuzil. Segundo o documento, a ação violenta mais comum dos militares é ofender ou dar “tapa na cara” das pessoas.
“O café da manhã do trabalhador que sai de madrugada às vezes é um tapa na cara”, explica um morador. “Aqui na rua que eles torturam o menino. Do lado da minha casa. Meus vizinhos foram ver o que tava acontecendo e um deles policiais disse: ‘por isso que vocês morrem’”, conta outra.
Alguns dos relatos dão conta de uma série de violências, como a entrada de militares em uma casa para usar o ar-condicionado, tomar iogurte da geladeira e o roubo de R$ 1 mil. Outros contam que os roubos ocorrem com itens caros. “Eles [exército] ficam fiscalizando as motos, aí se tem alguém que tá sem o documento certinho eles pegam, as vezes jogam no rio. Às vezes ficam usando as motos de lá pra cá e depois a moto desaparece”, descreve.
Mais grave é o uso de drogas em trabalho, conforme registrado. “O caveira [militar] parou e colocou uma carreira de pó no capo do carro e mandou ver. Nunca vi ninguém cheirar e ficar endemoniado como aquele polícia. Antes ele estava passando sério e sem dá nem um tchum pra nós. Depois parecia um capeta”, conta um dos moradores, seguido de outro flagrante. “Ele [militar] ficava com uma garrafinha de guaraná e toda hora ficar colocando no nariz. Guaraná não se bebe pelo nariz, né, dona?”, disse.
Procurado pelo EL PAÍS, o Gabinete de Intervenção Federal afirmou que “todas as operações e ações realizadas visando combater a criminalidade são feitas dentro da legalidade objetivando proteger cidadãos e respeitar seus direitos”.
Com o argumento de enxugar a máquina pública, alguns auxiliares de Jair Bolsonaro tentam convencer o presidente eleito a acabar com o Ministério dos Direitos Humanos.
De acordo com a coluna “Painel”, da Folha de S.Paulo, o grupo quer que a pasta seja rebaixada, tornado-se uma secretaria especial.
O Ministério dos Direitos Humanos foi criado em 1997, durante o governo Fernando Henrique Cardoso.
Anthony Garotinho pode voltar para a prisão nesta semana. De acordo com o colunista Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”, o TRF-RJ vai julgar na próxima terça-feira (4), os embargos de declaração do ex-governador do Rio de Janeiro.
Dependendo do resultado, uma ordem de prisão pode ser expedida no mesmo dia, o que dará início à pena de quatro anos e seis meses que fora determinada em setembro.
Garotinho foi condenado por quadrilha armada em um inquérito sobre o envolvimento dele no esquema de corrupção descoberto pela operação Segurança Pública S.A., ocorrida em 2008.
Vale lembrar que Garotinho foi preso três vezes entre novembro de 2016 e novembro de 2017: duas no âmbito da Operação Chequinho e outra na Operação Caixa d’Água.
A modelo e musa fitness Gracyanne Barbosa publicou, nessa quarta-feira (28/11), em seu Instagram vídeo em que aparece treinando e malhando pernas e braços na academia. Gracyanne, conhecida por ter um corpo forte e musculoso, impressionou seus seguidores, que deixaram tantos comentários positivos quanto negativos na publicação.
“Quando digo que quero coxas perfeitas, é disso que estou falando”, comentou um seguidor. “Essas pernas conseguem quebrar ossos humanos”, disse mais um. “Treino pesado, mas ainda não consigo ficar com um quadríceps igual ao seu. O que eu preciso fazer?”, perguntou um fã. Gracyanne respondeu: “Comer, descansar e esperar. Maturidade muscular vem com o tempo”.
Entre as críticas que Gracyanne recebeu, falas como “Já está quase com corpo de homem” e “Essa mulher está doente, não consigo imaginá-la pessoalmente. É uma aberração” se fizeram presentes na caixa de comentários.
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Internautas se surpreenderam com o tamanho dos músculos de BarbosaReprodução/Instagram
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Impressionante, né? Reprodução/Instagram
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Veja mais comentários Reprodução/Instagram
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Não é fácil ser Gracy Reprodução/Instagram
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Pelo menos uma vez por dia, Gracyanne atualiza seu instagram com fotos “fitness”Reprodução/Instagram
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Gracyanne trabalha como modelo fitness, sendo uma inspiração para muitosReprodução/Instagram
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Ela também publica os treinos que faz quase toda semana, com o objetivo de instruir seus fãs Reprodução/Instagram
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Nessa quarta-feira, Gracyanne mostrou evolução ao publicar vídeos onde malha as coxas e braços Reprodução/Instagram
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Internautas se surpreenderam com o tamanho dos músculos de BarbosaReprodução/Instagram
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Impressionante, né? Reprodução/Instagram
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Não é fácil ser Gracy Reprodução/Instagram
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Pelo menos uma vez por dia, Gracyanne atualiza seu instagram com fotos “fitness”Reprodução/Instagram
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Gracyanne trabalha como modelo fitness, sendo uma inspiração para muitosReprodução/Instagram
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Ela também publica os treinos que faz quase toda semana, com o objetivo de instruir seus fãs Reprodução/Instagram
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Nessa quarta-feira, Gracyanne mostrou evolução ao publicar vídeos onde malha as coxas e braços Reprodução/Instagram
A atriz Carolina Dieckmann causou polêmica no programa Altas Horas ao fazer comentário relacionado a noivas. Ela falou sobre quando se casou com Tiago Worcman. “Eu estava com seis meses de gravidez, havia engordado 20 quilos e não podia tentar emagrecer”, lembrou.
A artista admitiu que gostaria de casar mais uma vez com o marido atual – mas só depois de emagrecer alguns quilos. “Thiago precisa me dar a chance de ser uma noiva gata. Eu quero ter esse sonho de toda noiva, emagrecer para ficar gata, viver a tensão de passar no vestido”.
O comentário que relaciona beleza com a magreza rendeu reações na internet:
Nelcy Tocco@NelcyTocco
Carol Dieckman deu uma bola fora ao falar sobre peso. Eu entendi a que ela se referia, ela não foi do mal, mas esse pensamento do linda só magra, precisa acabar, é um sofrimento em escala que vai tomando conta da nossa vida. #altashoras
Lutamos tanto pra quebrar esse esteriótipos de magra ou gorda… E chega um ser em rede nacional que praticamente diz que ser gorda é feio… “Gorda, Obesa e de Branco…” Daí me paciência, senhor!! #AltasHoras
Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) negociaram a libertação de uma mulher que estava sendo feita refém pelo marido no início da manhã deste domingo em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio.
Segundo informações preliminares da polícia, ela seria esposa do homem e se encontra ferida. O batalhão de Santa Cruz (27º BPM), responsável pelo policiamento da área, cercou o local para dar apoio à operação. A ocorrência foi na Estrada de Santa Veridiana.
A vítima foi liberada por volta das 9h e encaminhada ao Hospital Municipal Pedro II, também em Santa Cruz, mas ainda não há informações detalhadas sobre seu estado de saúde. O homem se rendeu e foi preso.
Em entrevista realizada 20 de setembro de 1991, quatro dias antes de o Nirvana lançar Nevermind, Kurt Cobain disse acreditar que pessoas brancas não deveriam fazer rap.
A entrevista foi publicada e conduzida por Roberto LoRusso, que tinha 21 anos na época e trabalhava como DJ na de rádio universitária CHRW em London, Ontario.
LoRusso pergunta, em certo ponto, sobre uma alegada citação que ele deu em outra entrevista, na qual ele disse que pessoas brancas não deveriam fazer rap porque “o homem branco roubou o homem negro por tempo suficiente”.
Cobain acrescenta: “Eu sou fã de rap, mas a maioria é tão misógina que eu nem consigo lidar com isso. Eu não sou muito fã”.
“Eu respeito e adoro totalmente porque é uma das únicas formas originais de música que foram introduzidas. Mas o homem branco fazendo rap é como assistir um homem branco dançar. Nós não podemos dançar, não podemos fazer rap.”
O apresentador, em seguida, afirma que ele, como homem branco, tem a rara capacidade de dançar, levando Cobain a gracejar: “Ótimo, você teve seus joelhos removidos no nascimento”.
Roberto LoRusso pede desculpas profusamente pela qualidade da entrevista, que ele chamou de “objetivamente terrível por todos os padrões jornalísticos”, observando que “minhas perguntas foram mal elaboradas porque minha pesquisa estava incompleta e imprecisa”.
“Cobain foi incrivelmente paciente e gentil, principalmente se considerarmos que eu não estava bem preparado”, acrescentou LoRusso.
A entrevista de LoRusso com Kurt Cobain mostra o roqueiro discutindo a batalha do início dos anos 1990 sobre a censura, as artes e a decisão do Nirvana de mudar da Sub Pop Records para a Geffen Records.
Após saber da infidelidade do namorado, Shanita Hogan achou que não iria mais conseguir seguir com a relação. Porém, após o nascimento do filho, ela resolveu dar mais uma chance ao homem e aceitou o pedido de casamento
Você conseguiria perdoar uma traição ? Para muitas mulheres, é difícil seguir em frente com o relacionamento após perder a confiança no companheiro. Entretanto, Shanita Hogan, de 31 anos, conseguiu superar as escapadas do marido com a melhor amiga dele e seguiu em frente com a sua relação, chegando até a planejar o casamento.
Reprodução/The Sun
Após perder a traição, a mulher resolveu dar uma terceira chance ao relacionamento e, agora, planeja se casar
Ao “The Sun”, Shanita compartilhou detalhes de sua história com Pete Jackson, de 36 anos – e narrou todo o processo de traição . Tudo começou quando o casal se conheceu em 2013, durante um evento da empresa, quando ela ainda morava com o ex-namorado.
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“Naquela ocasião, nos separamos sem que eu sequer soubesse o nome dele, mas nunca o esqueci. Eu não esperava ver ele de novo, até que ele me adicionou no Facebook, seis meses depois, após me encontrar entre os amigos de seu chefe. Eu fiquei em êxtase”, fala ao jornal.
A essa altura, ela já havia terminado com seu então namorado . Na rede social, Pete mandou uma mensagem. “Eu tenho tentado te encontrar desde que vi você pela primeira vez.” “Bem, agora você me encontrou”, respondeu a jovem, sorrindo, enquanto digitava, conforme relata à publicação.
Em seguida, eles combinaram um encontro. Apesar disso, Shanita revela que não estava pronta para outro relacionamento tão próximo e, por isso, decidiram ser apenas amigos. Entretanto, um ano e três meses depois, a amizade floresceu – e decidiram engatar um romance. “Esperei tanto tempo por esse dia”, disse ela, sobre maio de 2015, quando a relação foi oficializada.
Conforme ela relata, o relacionamento estava perfeito exceto o fato da melhor amiga de Pete, Sonia* ( nome fictício ), parecer ter ciúmes do relacionamento deles. “Eu não conseguia descobrir qual era o problema, já que eu não tinha sido nada além de amigável com ela. No começo, eu apenas pensei que ela estava sendo protetora de Pete, mas, com o passar das semanas, ela parecia se esforçar para interferir”, revela.
Shanita, então, passou a perceber que a mulher tocava com frequência do braço de seu namorado ou dava abraços “amigáveis”. Diante disso, resolveu questionar: “Preciso me preocupar com a Sonia?”, perguntou para Pete. Em resposta, ele disse que não e a tranquilizou: “Ela é uma das minhas amigas mais antigas, mas isso é tudo.”
A confiança, no entanto, durou pouco. Isso porque, dois meses depois, enquanto olhava o celular dele, encontrou fotos nuas de Sonia. “Eu imediatamente confrontei Pete e ele me disse que eles eram apenas amigos e nunca tinha sido nada mais. Eu estava furiosa, mas eu realmente queria dar uma segunda chance ao nosso relacionamento”, conta.
Para que isso acontecesse, havia uma condição – e seria preciso aceitá-la. “Eu disse a ele que teria que cortar os laços com Sonia. Odiei fazer isso. Eu não era uma pessoa naturalmente ciumenta e controladora, mas não confiava nela e sabia que não poderia avançar se ela ainda estivesse em sua vida”, justificou.
Da traição ao perdão
Reprodução/The Sun
Depois que descobriu a traição, a mulher achou que não iria mais se reconciliar com o namorado, mas deu uma nova chance
Depois de ver as imagens, a reconstrução da confiança não foi um processo fácil, mas aconteceu ao longo do tempo. E mais um passo foi dado. Em maio de 2017, um desejo se tornou realidade: após alguns meses de tentativa, veio a gravidez. Segundo relata, Pete teria dito que ela seria uma mãe incrível.
Nessa época, o casal morava em Virgínia, nos Estados Unidos, mas resolveu criar a criança na Inglaterra. Para isso, Shanita viajou e começou a procurar casas, enquanto Pete permaneceu no estado americano para terminar o seu contrato de trabalho e ir para lá em seguida. “Não foi fácil estar grávida e tão longe dele. Ele dizia que sentia a minha falta”, desabafa.
Enquanto estava no quinto mês de gestação, a jovem descobriu a traição de seu companheiro – e justamente com Sonia. “Ela me mandou uma mensagem no Facebook. Quando abri, senti um nó na garganta. O texto dizia que Pete nunca parou de falar com ela e que dormiram juntos algumas vezes”, conta.
Após questioná-lo da veracidade do texto, esperando que fosse uma mentira, ele, para sua tristeza, confessou. “Pete admitiu isso, me dizendo que tinha acontecido duas vezes. Eu não pude acreditar. Eu disse que ele poderia estar na vida do bebê, mas que estava fora da minha”, expõe.
Em dezembro, no entanto, Pete chegou ao Reino Unido a tempo para ver o nascimento do filho. Emocionada com toda a situação, a mulher resolveu dar uma terceira chance, e o processo de reconciliação aconteceu uma semana depois de sua chegada.
“Ainda estava tão magoada e zangada com ele, mas, quando o vi com o bebê em seus braços, meu coração se derreteu. Eu estava relutante, mas senti que devia ao nosso filho dar outra chance ao nosso amor”, revela.
Reprodução/The Sun
Pete pegou o filho no colo após o nascimento e, com isso, Shanita perdoou a traição e resolveu reatar o relacionamento
Agora, depois de toda a história e superar todas as barreiras, o casal planeja o casamento, após o pedido de Pete. “Ele cortou Sonia de sua vida e passamos a ser transparentes um com o outro. Eu não levo sentimentos ruins. Estou ansiosa para o nosso futuro”, relata.
Na reportagem, Pete também teve a oportunidade de falar sobre a traição que cometeu e se mostrou arrependido de sua infidelidade. “Ainda sinto culpa disso. Reconheci o meu erro. Não foi nada fácil, mas nos amamos o suficiente para saber que somos muito mais fortes do que a pessoa que tentou nos separar. Até hoje peço desculpas por machucá-la. Shanita é uma ótima mãe e uma mulher incrível. Não podia deixá-la sair da minha vida”, explica.