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Ao fugir de fogos, cadela viaja 100 km presa a carroceria de veículo

com medo dos fogos da virada de ano, uma cadela de Cascavel (PR) se escondeu no carro da vizinha, ficou presa num vão na carroceria e acabou viajando cerca de 100 quilômetros de “carona”.

Como reportado pelo ‘G1’, o animal procurou um esconderijo sob o carro horas antes da virada, na noite de segunda-feira (31).

A família dona do carro foi e voltou da cidade vizinha, Toledo, sem perceber que a cachorra estava presa ao parachoque do veículo. Ao todo, eles rodaram cerca de 100 quilômetros.

Médium que previu prisão de Pezão faz apostas para Bolsonaro

Branca foi encontrada 15 horas depois de desaparecer. “A gente se desesperou quando, na volta, viu que ela estava presa no carro”, disse Cristina Bonatto, que viajou no carro onde a cadela ficou presa.

Segundo Nelson Bonetti, dono de Branca, a cadela se assustou com os fogos. “O nosso quintal é fechado, com grades altas e ela escalou, ela pulou. Isso mostra o estado que o animal estava de medo por causa do foguetório”, afirmou.

O animal teve apenas alguns cortes em uma das patas e passa bem.

Às vésperas do aniversário de Schumacher, esposa manda recado a fãs

Corinna Schumacher, mulher de Michael Schumacher, disse aos fãs do ex-piloto de Fórmula 1, nesta quarta-feira (2), que a família está “fazendo o possível para ajudá-lo” e pediu privacidade. O atleta luta para se recuperar de um acidente sofrido em dezembro de 2013, quando esquiava em uma pista em Méribel, no sul da França.

 

 

 

“Por favor, entendam se seguirmos os desejos de Michael e deixarmos um assunto tão sensível quanto a saúde, como sempre, em privacidade. Ao mesmo tempo, agradecemos muito o companheirismo e desejamos a todos um ano de 2019 feliz e saudável”, concluiu, em declaração ao jornal alemão ‘Bild’.

 

 

A esposa de Schumacher disse estar feliz por celebrar o 50º aniversário do marido, no dia 3 de janeiro.

O tabloide britânico ‘Daily Mail’ revelou em notícia divulgada em dezembro passado que o campeão mundial de Fórmula 1 não está em coma e mantém seus sinais vitais sem a necessidade de estar conectado a aparelhos. De acordo com a publicação, o alemão evolui gradualmente, mas ainda precisa de atendimento médico diário, a um custo de mais de R$  245 mil por semana.

Atualmente, Schumacher mora em uma mansão na cidade suíça de Gland, que possui uma espécie de hospital para atender às necessidades médicas do piloto.

O acidente completou cinco anos no dia 29 de dezembro.

Após apoiar #EleNão, ex-secretário da Saúde prestigia Bolsonaro

Secretário de Saúde do DF no governo de Rodrigo Rollemberg (PSB), Humberto Fonseca prestigiou a posse do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL). Curiosamente, em setembro deste ano, a um mês das eleições, Fonseca participou de manifestação contrária ao militar da reserva em Brasília, durante os atos impulsionadaos pela hashtag #EleNão.

Fonseca foi visto no Salão Azul, próximo ao gabinete do presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), logo após o discurso de Bolsonaro. Um dos parlamentares a cumprimentá-lo após reconhecê-lo foi o deputado federal eleito Julio César (PRB-DF).

 

 

Esse não foi o único contato de Fonseca com pessoas próximas ou do governo Bolsonaro. Em novembro, ele visitou o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), espaço onde foi instalado o governo de transição. Na ocasião, se encontrou com o ministro da Saúde escolhido por Bolsonaro, o deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM-RS).

A chamada Câmara Alta do Parlamento brasilero, inclusive, é um ambiente conhecido de Fonseca. Ele é consultor legislativo e foi diretor do Sistema Integrado de Saúde e também diretor-geral adjunto de Contratações do Senado Federal

Trump elogia discurso de Bolsonaro: ‘os EUA estão com você!’

presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elogiou o discurso do presidente do Brasil Jair Bolsonaro. Em sua conta oficial no Twitter, Trump escreveu “parabéns ao presidente Jair Bolsonaro quem acabou de fazer um grande discurso de posse – os EUA estão com você!”. A mensagem foi postada minutos após o término do discurso feito por Bolsonaro ao ser diplomado na Câmara dos Deputados.

Donald J. Trump

@realDonaldTrump

Congratulations to President @JairBolsonaro who just made a great inauguration speech – the U.S.A. is with you!

65 mil pessoas estão falando sobre isso

A aproximação entre o governo de Trump e Bolsonaro tem sido costurada desde a eleição do brasileiro, no final de outubro. O presidente brasileiro deve se encontrar ainda hoje com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, encarregado de liderar a delegação americana que está em Brasília. Pompeo também irá se encontrar com o ministro de Relações Exteriores, Ernesto Araújo, em Brasília.

Donald Trump elogiou o primeiro discurso de Bolsonaro como presidente do Brasil

Foto: Jim Young / Reuters

Em novembro, após a eleição de Bolsonaro, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL), filho do presidente, fez uma visita aos Estados Unidos na qual teve reuniões com integrantes do governo americano. A intenção das reuniões foi mostrar disposição em estreitar os laços com os americanos e as relações comerciais entre os dois países.

A eleição de Bolsonaro tem sido classificada por autoridades americanas como uma “oportunidade histórica” de aproximação entre Brasil e Estados Unidos. Bolsonaro já sinalizou com políticas de relações exteriores semelhantes às adotadas pelo governo Trump, como a mudança da embaixada de Israel para Jerusalém. No encontro com Bolsonaro, os americanos pretendem falar sobre expansão de comércio e investimentos especialmente nas áreas de tecnologia, defesa e agricultura.

Na reunião com os brasileiros hoje, Pompeo pretende discutir o “comércio predatório” da China em países da região e definir prioridades na agenda de cooperação entre EUA e Brasil para 2019. Durante a campanha eleitoral, Bolsonaro fez críticas às práticas comerciais dos chineses. Pompeo também irá incluir na agenda do encontro com Bolsonaro e Ernesto Araújo questões sobre Venezuela, Nicarágua e Cuba

Autoridades americanas esperam que Bolsonaro visite os EUA para um encontro com Trump ainda no início de 2019.

 

Dilma e FHC não têm lugares reservados na posse de Bolsonaro

no Salão Nobre do Palácio do Planalto, onde o novo presidente, Jair Bolsonaro, dará posse aos 22 ministros e receberá convidados, há assentos reservados na primeira fileira para dois ex-presidentes – José Sarney (1985 a 1990) e Fernando Collor de Mello, que sofreu impeachment em 1992 e hoje é senador pelo PTC.

Ex-presidente Dilma Rousseff em Belo Horizonte 07/10/2018 REUTERS/Washington Alves

Foto: Reuters

Não constam ali, porém, lugares destinados a Dilma Rousseff (PT), cassada após processo de impeachment, em 2016, nem a Fernando Henrique Cardoso (PSDB), que governou o País de 1995 a 2002.

 

A assessoria de imprensa do Itamaraty informou que todos os ex-presidentes foram convidados para a posse de Bolsonaro, com exceção de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), condenado da Lava Jato que está preso desde abril do ano passado.

Os lugares marcados para os ex-presidentes têm visão privilegiada, praticamente em frente à rampa que Bolsonaro subirá, na tarde desta terça-feira. No Parlatório do Planalto, Bolsonaro receberá a faixa presidencial das mãos do presidente Michel Temer e, após fazer um discurso diante da Praça dos Três Poderes, onde está concentrada a população que veio assistir à posse, vai se dirigir ao Salão Nobre.

Das 400 cadeiras do salão, 33 estão com o símbolo Acessível em Libras, a Língua Brasileira de Sinais. Além dos assentos reservados para ex-presidentes e ministros há fileiras para governadores, prefeitos, presidentes da Câmara e do Senado, de tribunais superiores, integrantes Procuradoria-Geral da República e comandantes das Forças Armadas, entre outros.

Presidentes de partidos, que tanto reclamaram de não serem ouvidos nas negociações do primeiro escalão, também têm lugar reservado no Salão Nobre, mas bem atrás, perto dos elevadores.

Réveillon do Rio resultou em 757 toneladas de lixo

As mais de 2,8 milhões de pessoas que compareceram à praia de Copacabana para assistir a tradicional queima de fogos do réveillon da cidade deixaram 385 toneladas de lixo nas areais de Copacabana. Segundo informações da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), até às 10h desta manhã, haviam sido retiradas dos pontos onde houve festa de passagem nas praias da cidade um total de 757 toneladas de resíduos.

Na praia da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio, os garis envolvidos na coleta de lixo retiraram 136 toneladas, no Piscinão de Ramos, 15 toneladas, e no Parque Madureira, 4,5 toneladas.

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Este ano, a companhia contou com 3.379 garis distribuídos nos diversos pontos de festejo, além de 346 fiscais e agentes ambientais, que trabalharam com apoio de 192 veículos, entre eles caminhões basculantes e carros-pipa, e 52 equipamentos, como pás carregadeiras e sopradores.

Para facilitar o trabalho dos garis, foram distribuídos previamente 1,2 mil contêineres de 240 litros, sendo 800 só em Copacabana, e 80 laranjões com capacidade para 3,2 mil litros – sendo 60 deles em Copacabana e 20 na Barra da Tijuca.

A Comlurb atuou na faixa de areia do Leme ao Leblon, houve equipes também nas praias da Ilha do Governador, Sepetiba, Guaratiba, Paquetá, Barra e Recreio, e no Piscinão de Ramos, além do Parque do Flamengo e do Parque Madureira.

Principais Vias
As informações indicam que antes mesmo das 10h, horário previsto a conclusão dos trabalhos, as vias principais de Copacabana, onde a aglomeração de pessoas foi bem acima das 2,5 milhões de pessoas inicialmente prevista pela prefeitura, já estavam limpas e lavadas com água de reuso, e entregues normalmente ao tráfego de veículos.

A Comlurb informou adotou este ano o que chamou de “onda laranja”, um mutirão de garis em linha varrendo toda a extensão da areia, da água até o calçadão, o que otimizou os serviços de limpeza.

O presidente da Comlurb, Tarquinio Almeida, que acompanhou os trabalhos realizados em Copacabana, falou sobre a operação de limpeza das praias da cidade.

“Mobilizamos contingentes de outras regiões em uma super força-tarefa para garantir a tradição de entregarmos toda a orla de Copacabana totalmente limpa até às 10h. Este ano, com o aumento no número de frequentadores e pelo fato de pela manhã ainda ter muita gente nas areias, nosso trabalho precisou ser mais meticuloso, contando com a compreensão das pessoas para realizarmos o trabalho, mas com jeitinho deu tudo certo”, disse.

Este ano, o total de materiais potencialmente recicláveis foi de 43 toneladas, sendo 21 toneladas recolhidas pela própria companhia e o restante arrecadado por catadores cooperativados e autônomos, que foram parceiros, gerando emprego e renda para a categoria.

Atendimento médico e trânsito. As informações da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) indicam que foram realizados 641 atendimentos médicos, nos quatro postos montados na orla de Copacabana para atender o público que comemorou a chegada de 2019.

A maioria dos casos era de traumas e de intoxicação por uso excessivo de álcool ou drogas. O esquema especial de assistência em saúde foi iniciado às 17h30 e, até o fim do evento, foram encaminhadas 70 pessoas, cujos casos eram considerados mais graves, para os hospitais da rede municipal na região.

No Réveillon anterior, a equipe da Secretária Municipal de Saúde havia realizado 657 atendimentos e 58 remoções.

Do efetivo total de 1.774 guardas municipais envolvidos com o esquema do réveillon, número 67% maior do que no ano anterior, 616 atuaram exclusivamente na fiscalização e monitoramento dos pontos de bloqueio de trânsito seguindo planejamento da CET-Rio.

A Coordenadoria de Fiscalização e Reboque (CEFER), órgão ligado a Secretaria Municipal de Ordem Pública, rebocou 635 veículos por estacionamento irregular, desde domingo, quando do início da operação. Ao todo foram aplicadas 256 multas, todas por estacionamento irregular.

A Guarda Municipal do Rio (GM-Rio) deteve 13 pessoas em ocorrências durante a operação especial para o Réveillon 2019. A maioria dos casos aconteceu durante a tarde de segunda-feira (31). os motivos não foram revelados.

Primeiro bebê de 2019 é uma menina e você não vai acreditar no nome!

A primeira bebê do ano de 2019 nasceu em Campo Grande, Mato Grosso, nesta terça-feira (1) exatamente 15 minutos após a virada do ano.

A menina veio ao mundo na Maternidade Cândido Mariano e recebeu o nome de Liz, de origem hebraica, que significa “meu Deus é abundância”.

Liz nasceu de parto normal e com 49 centímetros, de acordo com informações da maternidade, a criança está bem e muito saudável!

Médium que previu prisão de Pezão faz apostas para Bolsonaro

Em 2017, a Mãe Solange de Oyá previu dois dos principais acontecimentos de 2018 para o Rio de Janeiro: a prisão do governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, ocorrida em novembro, e a eleição de um novato no cargo, que foi assumido nesta terça-feira (1º) por Wilson Witzel (PSC). Sabendo disso, o jornal ‘Extra’ convidou a médium para fazer novas previsões sobre o cenário político em 2019.

 

 

Mãe Solange prevê que Witzel fará um bom governo neste ano. “Ele terminará obras e projetos inacabados em outros governos. Irá administrar (o estado) muito bem”, afirma.

No entanto, a médium diz que o novo governador do Rio vai precisar tomar cuidado com sua segurança pessoal.

Mãe Solange diz ainda que 2019 será complicado para o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, e para o presidente Jair Bolsonaro. Segundo a leitura dos búzios, os dois terão uma grande dificuldade para governar e vão enfrentar fortes embates políticos.

(Foto: Divulgação)

Sem banheiro ou água, jornalistas relatam restrições em posse de Bolsonaro

Restrições à atuação da imprensa durante a cobertura de posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), foram divulgadas por jornalistas e pela Abraji – Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo, nesta terça-feira, 1.

Segundo os relatos, os profissionais ficaram em média sete horas fechados, sem poder se deslocar entre pontos de Brasília, com acesso limitado a água e banheiros.

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Sob o título “Um dia de cão”, a jornalista da Folha de S.Paulo, Mônica Bergamo, descreveu como “algo jamais visto depois da redemocratização do país, em que a estreia de um novo governo eleito era sempre uma festa acompanhada de perto, e com quase total liberdade de locomoção, pelos profissionais da imprensa”.

O salão nobre do Palácio do Planalto foi liberado para um jornalista de cada veículo, porém vetando o acesso às autoridades. Movimentos bruscos a exemplo dos fotógrafos que costumam levantar suas câmeras também foram vetados pela assessoria no novo governo, já que poderia levar a um sniper (atirador de elite) abater o “alvo”.

Os jornalistas também teriam de embarcar em um ônibus às 8 horas rumo ao Congresso. A posse presidencial estava marcada para começar às 15 horas (sete horas de espera). Foi vetado a distribuição de cafezinhos e as cadeiras foram retiradas, levando aos profissionais trabalharem sentados no chão. Lanches deveriam ser levados em sacos transparentes, e maçãs deveriam ser cortadas – já que inteiras causariam alguma lesão no presidente “se lançadas”.

Michelle Bolsonaro quebra protocolo ao discursar na posse presidencial

A primeira-dama Michelle Bolsonaro discursou antes do presidente Jair Bolsonaro na tarde desta terça-feira, 1, na cerimônia de posse no Parlatório. Segundo Michelle, “as urnas foram claras. O cidadão brasileiro quer segurança, paz e prosperidade”.

O discurso foi feito em libras, linguagem brasileira de sinais, e traduzido por uma interprete, algo incomum numa cerimônia como essa. A primeira-dama também aproveitou o momento para dar um beijo no presidente logo após o seu discurso.

 

 

Michele também aproveitou para agradecer a solidariedade da população ao seu marido durante o período de recuperação após o atentado em Juiz de Fora (MG). Emocionada, Michelle interrompeu o discurso em um momento e, em quebra de protocolo, beijou Bolsonaro duas vezes.

 

Na ocasião, a primeira-dama fez um aceno às pessoas com deficiência que, segundo ela, terão atenção especial neste governo. “Gostaria de me dirigir de forma especial à comunidade surda e de deficientes: vocês serão ouvidos”, defendeu, e emendou: “trabalho de ajuda que sempre fez parte da minha vida e que a partir de agora, como primeira-dama, posso ampliar de maneira significativa”.

Posse presidencial

Bolsonaro e Hamilton Mourão foram empossados às 15h no Congresso Nacional. Ao assinar o termo de posse, o presidente da República chegou a afirmar que estava “casando” com os parlamentares.

Em seguida, por volta das 17h, Michel Temer transmitiu a faixa presidencial para o novo presidente. Bolsonaro subiu a rampa acompanhado de sua mulher Michelle e do vice-presidente Hamilton Mourão. Os apoiadores de Bolsonaro cantavam o “capitão voltou” na ocasião.