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Filho de Fernandinho Beira-Mar é preso no RJ

Um dos filhos do traficante Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, foi preso na manhã desta terça-feira em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo a PM, Marcelo Fernando de Sá Costa, de 28 anos, estava em um Fiat Idea Adventure de cor verde, na Avenida Automóvel Clube, no bairro da Taquara, quando foi abordado pelos policiais do 15º BPM (Duque de Caxias).

Ainda de acordo com a PM, com Marcelo havia uma pistola e três carregadores. Além disso, o veículo era roubado. O caso foi registrado na 59ª DP.

 

Marcelo estava solto desde outubro de 2017, quando foi beneficiado por uma decisão do Superior Tribunal de Justiça. Um mês antes, ele havia sido condenado a 11 anos, sete meses e um dia de reclusão pela 1ª Vara Federal Criminal do Rio pelo crime de tráfico de drogas. Ele foi acusado de comandar o transporte de 150 quilos de cocaína do Paraguai para o Brasil. A droga acabou sendo apreendida.

O filho de Beira-Mar havia sido preso em maio de 2017, durante operação da Polícia Federal de Rondônia denominada “Epístolas”.

Governadores do Nordeste boicotam posse de Bolsonaro

Consolidado como reduto petista na última eleição, oNordeste não tem nenhumrepresentante na posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Todos os nove governadores eleitos na região programaram as cerimônias de transmissão de governo para o período da tarde, competindo com a posse presidencial – iniciada às 15h. Pelo menos oito governadores do Sul, Sudeste, Norte e Centro-Oeste estão em Brasília acompanhando a chegada de Bolsonaro ao poder.

Entre os nordestinos, Fernando Haddad (PT) teve 69,7% dos votos válidos, contra apenas 30,3% de Bolsonaro. Petistas estão à frente de quatro estados nordestinos: Bahia, com Rui Costa; Ceará, com Camilo Santana; Piauí, com Wellington Dias; e Rio Grande do Norte, com Fátima Bezerra. Além deles, outros eleitos são alinhados ao lulismo, como Flávio Dino (PCdoB) no Maranhão; Renan Filho (MDB) em Alagoas; e Paulo Câmara (PSB) em Pernambuco. Todos marcaram suas posses para o período da tarde, concorrendo com a de Bolsonaro.

Para estarem presentes, governadores aliados de Bolsonaro anteciparam suas posses para a manhã desta terça-feira. É o caso do novo mandatário do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC-RJ), eleito com base na associação de sua imagem ao grupo político do presidente: iniciada pouco antes das 9h, o ex-juiz federal ficou pouco mais de uma hora na sede da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), partindo logo em seguida para a capital federal. No início da cerimônia de transmissão de cargo no Congresso Nacional, o governador fluminense fez uma transmissão ao vivo em suas redes sociais falando do momento.

– A gente acordou cedo, viemos para cá, e agora vamos acompanhar a posse do nosso presidente – disse Witzel, ao lado da mulher Helena.

O governador do Amapá, Waldez Góes (PDT-AP), foi ainda mais longe e assumiu o cargo pouco depois da meia noite. Ratinho Júnior (PSD-PR) também fez uma cerimônia rápida para marcar sua ascenção ao poder. Ele chegou à Assembleia Legislativa do Paraná às 8h15 e deixou o local pouco depois das 9h, após discursar para os presentes.

Outros governadores que declararam apoio a Bolsonaro durante a campanha também estão presentes em Brasília, caso de João Doria (PSDB-SP) e Ronaldo Caiado (DEM-GO). Também estão presentes os governadores do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) ; e Mauro Carlesse (PHS).

O único governador eleito pelo PSL a prestigiar a posse de Jair Bolsonaro foi Coronel Marcos Rocha, que foi empossado no comando do governo de Rondônia pela manhã. Comandante Moisés, eleito em Santa Catarina, tinha posse prevista para as 14h30, enquanto Antonio Denarium – novo governador de Roraima – assumirá o cargo às 19h.

Partidos de esquerda esvaziam posse

Parlamentares do PT e do PSOL decidiram não comparecer à posse de Bolsonaro no Congresso, como é praxe. o PT divulgou uma nota na sexta-feira informando que o partido justifica que faltou “lisura no processo eleitoral”, critica a proibição da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e diz que houve “manipulação criminosa” das redes sociais para difusão de notícias falsas contra seu candidato.

O presidente do PSOL, Juliano Medeiros, informou também, no Twitter, que a  bancada do partido não estará presente na posse de Bolsonaro.

“Como é de praxe, o TSE convidou toda a bancada do PSOL para a posse do novo presidente. Mas como prestigiar alguém que despreza os direitos humanos, promete colocar o Brasil de joelhos diante dos EUA e destruir os direitos sociais? Não vamos à posse. Nossa resistência já começou”, escreveu.

Em 2015, na posse de Dilma Rousseff, parlamentares e lideranças do PSDB e do DEM, que formavam a chapa derrotada pela petista no segundo turno, também optaram pelo boicote à posse.

Essa é nossa bandeira e jamais será vermelha, diz Bolsonaro

m seu segundo discurso como presidente da República, Jair Bolsonaro afirmou que esta terça-feira (1º) marca o dia em que o Brasil “começou a se libertar do socialismo, da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto”.

Foto: Reuters

Ainda marcado por tons de campanha, o pronunciamento durou oito minutos e foi feito após a cerimônia de entrega da faixa presidencial, no parlatório do Palácio do Planalto, reproduzindo parte dos conceitos defendidos por Bolsonaro em seu primeiro discurso, no Congresso Nacional.

“Esse momento não tem preço: servir a pátria como chefe do Executivo. Isso só está sendo possível porque Deus preservou a minha vida e vocês acreditaram em mim. Juntos temos de fazer o Brasil ocupar um lugar de destaque e que ele merece no mundo e trazer paz e prosperidade ao nosso povo”, disse o presidente.

Chamado de “mito” pela multidão presente na Praça dos Três Poderes, Bolsonaro afirmou que se compromete “com o desejo de mudança” expressado pelas ruas. “É com humildade e honra que me dirijo a todos vocês como presidente do Brasil e como me coloco diante da nação nesse dia, como o dia em que a nação começou a se libertar do socialismo, se libertar da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto”, declarou.

Bolsonaro afirmou que não se pode deixar que “ideologias nefastas” dividam os brasileiros. “Ideologias que destroem nossas tradições e valores, destroem nossas famílias, alicerces da sociedade. “Podemos eu, você e nossas famílias, restabelecer padrões éticos e morais que transformarão nosso Brasil”, salientou.

Ao fim do discurso, o presidente exibiu a bandeira do Brasil e decretou: “Essa é a nossa bandeira, que jamais será vermelha, só será vermelha se for para mantê-la verde e amarela”. Imediatamente antes de seu pronunciamento, em uma novidade do protocolo, a primeira-dama Michelle Bolsonaro fez um discurso em Libras, a Língua Brasileira de Sinais. A esposa do presidente é intérprete de surdos.

“Boa tarde, é uma grande honra estar aqui em um momento tão especial para nosso país. Agradeço pela solidariedade nos momentos difíceis pelos quais meu esposo passou nos últimos meses”, disse a primeira-dama.

Revoltados, jornalistas internacionais deixam Itamaraty antes da posse

No inicio da tarde desta terça-feira (1º/1), jornalistas franceses, chineses e de outros três países abandonaram a cobertura da posse do presidente Jair Bolsonaro (PSL). O grupo estava no Palácio Itamaraty, onde será oferecido um jantar aos chefes de Estado que vieram ao Brasil presenciar a cerimônia.

Repórteres brasileiros e estrangeiros foram obrigados a chegar ao Ministério das Relações Exteriores às 11h, mas o evento está marcado para começar apenas às 19h. A justificativa para a espera de oito horas é o esquema de segurança. Além disso, todos os jornalistas foram colocados em um espaço minúsculo batizado de “chiqueirinho” e impedidos de circular pelo Itamaraty.

 

 

Por volta das 13h, cinco profissionais da imprensa estrangeira foram embora após os seguranças do ministério descartarem as garrafas de água mineral levadas por eles. Procurada, a assessoria de imprensa do futuro governo Bolsonaro disse à reportagem que quem iria comentar a saída dos repórteres seria o Itamaraty. Mas, segundo o ministério, os jornalistas estão sendo bem tratados:   foram oferecidos a eles café da manhã e almoço. Aqueles que prefeririam se retirar foram acompanhados até a saída.

Profissionais credenciados no Palácio do Planalto e no Congresso Nacional também foram obrigados a se apresentarem cedo às áreas destinadas à imprensa. Pela primeira vez em uma posse presidencial, os jornalistas só tiveram acesso aos locais de trabalho por meio de um ônibus fretado pelo governo. O primeiro veículo saiu do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) às 9h30 levando os repórteres para a Câmara dos Deputados, mas a cerimônia estava marcada para começar por volta de 15h.

Além disso, ao contrário de posses anteriores, jornalistas não podem transitar livremente pela Esplanada dos Ministérios. Os profissionais não têm autorização para falar com o público que acompanha o desfile de Bolsonaro, nem podem sair da cobertura do Congresso Nacional e ir ao Palácio do Planalto ou ao Itamaraty. Todos esses locais realizam cerimônias diferentes da posse presidencial.

Morador de rua entrega flor para noivos e agradece o convite

Faz quase dois meses que Melina Nucci e Adriano Silva trocaram votos na Paróquia Santana, na cidade de Vinhedo, no interior de São Paulo.

Pouco antes de entrar na igreja, Melina foi abordada por um morador de rua, que perguntou se poderia assistir ao seu casamento. Ela disse que sim e o convidou a se juntar aos demais convidados.

 

 

 

 

Depois da cerimônia, o morador de rua deu uma flor para os recém-casados. Ele se ajoelhou e humildemente disse que estava muito feliz porque nunca tinha assistido um casamento.

Melina comentou em um post no Facebook que lamenta não ter perguntado o nome do morador de rua, e que ela e Adriano é quem precisam agradecer sua presença no casamento.

“Lembro que você disse, ao nos dar a mão na saída, que estava feliz pois nunca tinha assistido um casamento antes. Você deve ter pensado que te demos uma grande oportunidade, sem jamais imaginar que quem deu a grande oportunidade para nós dois foi você”, escreveu Melina.

Esse é um daqueles encontros que apenas o universo consegue explicar. Melina trabalha em uma ONG de acolhimento para a população de rua, em Jundiaí, a 24 quilômetros de Vinhedo. A terapeuta ocupacional acredita que essa é uma forma do universo dizer que ela está fazendo a coisa certa.

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“Entre tantos casamentos que acontecem todos os dias, foi no meu que você entrou, trazendo um significado imenso. Para alguém que trabalha com pessoas em situação de rua, só pude interpretar como um sinal de que minha caminhada é certa, de que estou onde devo estar. De que meu marido está no caminho certo, mexendo os pauzinhos pra mudar as vidas certas”, afirma a Melina.

 

 

Casa de Passagem, onde Melina trabalha, oferece comida, itens de higiene pessoal e pernoites para moradores em situação de rua. “Lá, nós temos uma equipe para ajudar essas pessoas a saírem das ruas. A oportunidade de arrumar um emprego, voltar para sua cidade de origem e de reatar os laços familiares”, contou Melina ao Razões para Acreditar.

Ela não nunca mais viu o morador de rua desde o dia do seu casamento, mas deseja muito ajudá-lo. Para isso, a terapeuta ocupacional e Adriano – voluntário da Casa de Passagem – contam com a ajuda dos moradores de Vinhedo para encontrar o homem e encaminhá-lo à entidade de acolhimento.

Bolsonaro fala aos brasileiros: “Povo se libertou do socialismo”

“Essa é a nossa bandeira, que jamais será vermelha”, foi com essa frase que o presidente Jair Bolsonaro, que assumiu a Presidência do Brasil neste 1º de janeiro de 2019, finalizou seu discurso no Palácio do Planalto, o segundo do dia e o primeiro realizado diretamente ao público que acompanhava a cerimônia da posse presidencial ao vivo.

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A grande novidade foi a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, que falou primeiro no parlatório do Planalto, algo incomum, num discurso breve, traduzido em libras. Sob os gritos de “mito”, apelido que ganhou de seus seguidores mais fervorosos, Bolsonaro discursou em seguida, tocando, novamente em pontos frequentes da narrativa da sua campanha presidencial.

Visivelmente emocionado, o presidente chegou a tirar uma bandeira do Brasil do bolso e a agitou para uma plateia animada. “Deus preservou a minha vida e vocês acreditaram em mim”, disse o presidente empossado, “juntos, vamos fazer o Brasil ocupar um lugar de destaque que merece no mundo e trazer paz e prosperidade para o nosso povo”.

“Com humildade e honra que me dirijo a todos vocês como presidente do Brasil e me coloco diante de toda a nação neste dia. O dia em que o povo se libertou do socialismo, se libertou da inversão de valores, do gigantismo estatal e do politicamente correto, as eleições deram voz a quem não era ouvido a voz das ruas e das urnas foi muito clara”, continuou Bolsonaro.

“Respeitando os princípios do estado democrático, guiados pela Constituição e com Deus no coração, a partir de hoje vamos colocar em prática o projeto que a maioria do povo democraticamente escolheu, vamos promover as transformações que o país precisa. ”

“Graças a vocês fui eleito com a campanha mais barata da história. Graças a vocês conseguimos montar um governo sem conchavos”, continuou o presidente, notando que “ainda há desafios pela frente e não podemos deixar que ideologias dividam os brasileiros, ideologias que destroem nossos valores e tradições, destroem as famílias, que são os alicerces da sociedade”.

CHUVAS FORTE PARA HOJE!! VEJA A PREVISÃO DO TEMPO

TEMPO MUDA NO RIO | PREVISÃO DE PANCADAS DE CHUVA MODERADA A FORTE NAS PRÓXIMAS HORAS

Núcleos de chuva formados devido ao calor e à umidade atuam em pontos da Baixada Fluminense e se deslocam para o município do Rio de Janeiro, devendo atingir as Zonas Norte e Oeste da cidade. Além disso, há condições para a formação de núcleos sobre o município do Rio de Janeiro nas próximas horas. A previsão é de pancadas de chuva com intensidade moderada a forte, de forma rápida e em pontos isolados, na tarde e noite de hoje (01/01/2019).

Os 5,2 Milhões De Brasileiros Que Não Terão Um Feliz Ano Novo

O relatório ‘O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo 2018′, da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), mostrou que a fome aumentou no mundo. No ano passado, 821 milhões de pessoas passavam fome em todo o planeta. Este é o terceiro ano consecutivo com aumento deste número, segundo a FAO.

O relatório cita como as principais causas do avanço da subnutrição os conflitos armados, crises econômicas e fenômenos naturais extremos, como secas e enchentes.

No Brasil, 2,5% da população passou fome em 2017. Isso corresponde a 5,2 milhões de pessoas. O Brasil só saiu do mapa da fome em 2014, quando o índice de pessoas ingerindo menos calorias que o recomendado caiu para 3% da população.

E, segundo o relatório ‘Luz da Agenda 2030 de Desenvolvimento Sustentável’, realizado pelo Grupo de Trabalho da Sociedade Civil, o Brasil corre o risco de ser reinserido no mapa da ONU.  (Para conferir o estudo, clique aqui).

Por que há tanta fome? Por que somos essencialmente infelizes?

Por que somos essencialmente infelizes?A resposta é simples, mas a solução é complexa. Somos essencialmente infelizes porque não somos livres. Livres, no sentido integral da palavra ‘liberdade’. Tudo o que somos nos foi imposto: o lugar onde nascemos, os nossos pais, o nosso nome, a nossa religião, a nossa cultura, os nossos ideais, as nossas crenças e até os nossos entretenimentos, como o time de futebol que vamos torcer quando crescer. Decidem por nós pelo que devemos chorar, pelo que devemos sorrir (e como sorrir). Incutem em nós que a felicidade está no que se pode conquistar materialmente e ai daqueles que, por ‘rebeldia’, não se encaixam nos moldes desta idiotia. Ora, eu seria feliz se pudesse ir trabalhar de bermuda e de chinelos. Por que não?

Somos, sim, desde crianças autômatos controlados por outrem e, assim, somos servos voluntários de um consumismo cada vez mais capitalista e jamais, jamais dialético. Quando o homem se fez gente, infincou bandeiras e ergueu muros, como se tivesse o direito de fazê-lo por si só numa terra que naturalmente não lhe pertencia. Assim nasceram as fronteiras, as novas línguas, novas culturas e metodologias de existir… No entanto, todos os esses ‘novos’ mundos foram consolidados, e ainda são, sobre um sistema regido pela vaidade, pela sofisma, pela ganância, pelo bem supremo das classes dominantes(maioria) em detrimento de minorias: os trabalhadores, os que produzem toda a riqueza da Terra.

Comungo com Carl Marx do conceito de felicidade. Como ser feliz em um mundo de injustiças sociais? Marx responde que é impossível. Como sermos plenamente felizes se não temos liberdade para coisa alguma? Se há muros cheios de placas de advertências indicando que não temos o direito de estar ali. Ora, por que não? Quem deu a esses seres o direito maior de serem donos de um patrimônio naturalmente pertencente a todos? A Terra é nossa. É todos, irmãos. E pessoa alguma, repito, pessoa alguma, tem dela o monopólio legal. A Leis que regulamentam o contrário, por quem foram instituídas e a quem, na prática, favorecem?

Ora, não somos felizes e jamais seremos até que tenhamos a consciência de que nossa liberdade integral também é nosso direito e que por isso vamos exercê-la. Seremos livres quando ao invés de somente obedecermos as leis passarmos a ser membros participativos na criação delas. Então seremos livres para viver onde se bem quiser, livres para ter fé no que quiser, livres para amar quem se quiser, livres para ser quem realmente se é… Todos livres, libertos de todo tipo opressão: moral, social, psicológica, econômica, política, étnica, de gênero, de sexualidade. Enfim, livres. E logo, felizes.

Não, eu não sou feliz. Uma vida ‘normal’ é superestimada. Algumas pessoas não são predestinadas à felicidade, mas à luta. Porque têm a vocação natural de acreditar que é impossível ser feliz de verdade num mundo onde a riqueza de poucos é fruto da exploração e opressão de tantos. Por isso eu só acredito no que eu sinto. Se eu sinto, faz sentindo. Logo eu só acredito na luta. É a luta que me dá sentido. É a luta que dá sentido à vida. A luta é a força toda poderosa que move o mundo e o transforma.

Seremos felizes num mundo onde amos não existem, onde as leis são feitas para a equidade universal e os infratores são julgados por conselhos populares e não por juízes corruptíveis.

Para que isso aconteça, só mesmo uma revolução. Os de baixo derrubando os de cima. Impossível, você pode pensar. Sim, a revolução é impossível, dizia Trotsky, até que se torne inevitável. E o que mais precisamos sofrer para que nós, as minorias exploradas,  enxergarmos que já tornou-se inevitável?

Esta é somente a minha opinião e não a torno pública com a intenção de conversar as pessoas a pensarem como eu, mas sim, para dizer aquelas que comungam comigo desse pensamento, que elas não estão sozinhas.

Clara Dawn

“O Brasil tem fome de ética e passa fome em consequência da falta de ética na política”. Betinho

Bolsonaro é empossado como presidente da República; acompanhe

presidenteJair Bolsonaro (PSL) está no Congresso Nacional para a solenidade que oficializa a sua posse como presidente da República.

 

 

Acompanhado da primeira-dama Michelle Bolsonaro, o militar deixou a Granja do Torto por volta das 14h20 desta terça-feira (1º).

Apoiadores de Bolsonaro estão na Esplanada dos Ministérios para posse

O comboio presidencial seguiu para a Catedral de Brasília, na Esplanada dos Ministérios, onde se encontrou com o vice-presidente Hamilton Mourão. Ao deixar a residência oficial, o presidente foi saudado com gritos de “Mito” e “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” (slogan da campanha).

Para 65% dos brasileiros, Bolsonaro fará governo ótimo ou bom

De lá, saíram em direção ao Congresso Nacional. O deslocamento foi realizado em carro aberto, no veículo Rolls-Royce da Presidência (foto).

A sessão da posse de Bolsonaro foi aberta pouco depois das 15h pelo senador Eunício Oliveira, que preside a Casa. Após execução do Hino Nacional Brasileiro pela Banda dos Fuzileiros Navais, Bolsonaro e Mourão firmaram os seus compromissos e Eunício seguiu com o empossamento.

Às 16h15, será realizado o desfile do cortejo presidencial do Congresso Nacional até o Palácio do Planalto, onde ele receberá a faixa presidencial. Na sequência, às 16h30, Bolsonaro fará um pronunciamento.

Confira o cronograma completo da posse

Jair Bolsonaro é o 38º presidente eleito da história do país, com 57,8 milhões de votos no 2º turno.

Bolsonaro toma posse como presidente do Brasil; veja fotos

air Messias Bolsonaro tomou posse na tarde desta terça-feira, primeiro dia de 2019, como novo presidente do Brasil. O eleito participou de sessão solene no Congresso Nacional, em sessão aberta pelo presidente do Congresso, senador Eunício Oliveira (MDB-CE). O carro oficial parou próximo da rampa da Casa pouco antes das 15h.

O novo presidente desfilou em carro aberto ela Esplanada dos Ministérios acompanhado de sua esposa, Michelle Bolsonaro, e de seu filho, Carlos Bolsonaro. Logo na chegada, Bolsonaro foi recebido pelos presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado Federal, Eunício Oliveira, pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, e pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli.

Em seguida, Bolsonaro passou pela ala de homens da Força Aérea Brasileira e da Marinha, já no Salão Verde, de onde se dirigiu ao Plenário para a cerimônia de posse. O novo presidente foi oficialmente empossado após prestar juramento no Congresso Nacional ao lado do general da reserva Hamilton Mourão, empossado como vice-presidente.

Veja imagens da posse de Bolsonaro: