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Homem é preso por matar namorada em motel no RJ

Um homem foi preso na manhã desta quarta-feira suspeito de matar a namorada asfixiada em um quarto de motel em Madureira, Zona Norte do Rio. Jonatan de Melo Ferreira, de 26 anos, responderá por feminicídio contra Ana Rita Dantas da Silva, de 23 anos. O crime aconteceu nesta madrugada, no interior do Motel Omaha, situado na Avenida Ministro Edgar Romero, em Madureira.

Para o delegado responsável pelo caso, André Barbosa, a principal hipótese é de que o suspeito agiu por ciúmes ao não aceitar o fim do relacionamento. Os dois estavam rompendo o namoro.

Jonatan acionou os funcionários do motel e, em seguida, os Bombeiros e a Polícia foram chamados. Segundo Barbosa, o homem confessou o crime no local, onde aguardou para ser preso.

A perícia foi realizada no motel e o caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital.

Futura primeira-dama usa camiseta com recado de juíza a Lula

A futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro, desembarcou em Itacuruça carregando o cachorro da família e vestindo uma camiseta com a frase que a juíza Gabriela Hardt disse ao ex-presidente Lula em seu primeiro depoimento na Justiça de Curitiba após Sérgio Moro deixar o caso para assumir  um ministério no novo governo: “Se começar nesse tom comigo, a gente vai ter problema”. Michelle e as duas filhas estão voltando para o Rio de carro, depois de passar o Natal com o presidente eleito, Jair Bolsonaro, na Ilha da Marambaia, uma área de treinamento da Marinha, na Baía de Ilha Grande.

A família tem demonstrando incômodo com a cobertura da imprensa. Desde ontem, Carlos Bolsonaro, que costuma atuar como porta-voz informal nas redes sociais, publicou uma série de tweets reclamando da exploração na mídia de imagens que estão sendo divulgadas por seus próprios assessores. “Sempre foi assim! Tentam a todo o custo desconstruí-lo como se estivesse forçando uma imagem. Digo tranquilamente: ou vivem em uma bolha ou são simplesmente canalha!”, publicou ontem ao lado de uma foto de Bolsonaro sentado no chão do cais da ilha.

Michelle Bolsonaro desembarca no Iate Clube Itacuruça, em Itacuruça, no litoral sul do Rio, com uma blusa estampando os dizeres: ‘Se começar nesse tom comigo agente vai ter problema’, fala da juíza Gabriela Hardt com o ex presidente Lula em seu depoimento na justiça Federal do Paraná Foto: FABIO MOTTA / ESTADÃO

Nos quatro dias na Marambaia, local usado pelos últimos quatro presidentes da República para férias, a assessoria de Bolsonaro divulgou fotos do presidente eleito lavando roupas, conversando com moradores e visitantes da ilha e até participando de uma cerimônia informal de promoção de um oficial da Marinha. A rotina do restante da família na ilha não foi informada.

 

 

 

Por outro lado, a última entrevista de Bolsonaro aconteceu há dez dias. Foi em um domingo, quando saiu para tomar coco e voltou a dizer que “pagaria” caso o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificasse algo errada nas transações de Fabrício Queiroz, ex-assessor de seu filho e senador eleito Flávio Bolsonaro. Ele não falou com jornalistas diretamente em nenhum dos eventos recentes em que participou, como a reunião com futuros ministros.

Desde que as notícias sobre o relatório do Coaf sobre movimentaçoes atípicas de Flávio vazaram, inclusive sobre depósitos de R$ 24 mil na conta da futura primeira dama, a família aumentou ainda mais as restrições a contatos com jornalistas. Na Marambaia, o limite de aproximação da imprensa da ilha é de dois quilômetros.

A escolta com quatro carros saiu de Itacuruça por volta das 10h40. Bolsonaro permanece na Ilha até amanhã, acompanhado do vereador Carlos Bolsonaro, que chegou com ele no sábado. Mais cedo, de acordo com a assessoria, um helicóptero seguiu para a ilha levando outro de seus quatro filhos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro. A previsão é que a família viagem para Brasília no sábado, 29.

Dois casos de malária no RJ e outros 3 suspeitos

ASecretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES) confirmou hoje (26) que foi notificada de cinco casos suspeitos de malária. Segundo a nota enviada pela Superintendência de Vigilância Epidemiológica e Ambiental da SES, as cinco pessoas foram juntas a Moçambique, onde teriam contraído a doença.

 

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Dois casos já foram confirmados, incluindo o de Robinson Natanael Teodoro, que faleceu na noite do dia 24 em Valença, no sul do estado, onde ficou internado. O outro caso confirmado é de um homem que está internado na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), com quadro evoluindo bem. Segundo as informações preliminares, o grupo seria de missionários de uma igreja e teriam voltado ao Brasil no dia 23 de dezembro, quando começaram a apresentar os sintomas da doença.

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De acordo com o médico infectologista Alexandre Chieppe, assessor da SES, os outros três casos, ainda não confirmados, não são graves. “A gente ainda não tem detalhes da citopatologia do quadro clínico desses três ainda. Mas a princípio se trata de casos suspeito de malária, tanto por conta dos sintomas apresentados como pelo vínculo epidemiológico, por terem visitado a área no mesmo momento da infecção dos outros dois casos confirmados.

Segundo Chieppe, a SES está investigando os três casos e deve ter mais informações ao longo do dia. Ele disse que a notificação de malária no Rio de Janeiro é de poucos casos e de pouca gravidade.

“A malária que temos aqui é de baixo potencial de gravidade. Os casos graves que temos da doença geralmente são importados, de pessoas que adquirem essa infecção fora do Rio de Janeiro. Então, não há porque a população ficar preocupada, primeiro porque não é uma doença que se transmite de pessoa a pessoa e segundo porque a gente não tem circulação dos tipos de Plasmodium [protozoário que causa a doença] que causam a malária de maior gravidade”.

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A malária é transmitida pelo mosquito anófeles, que só existe em áreas de mata, sendo uma doença tipicamente silvestre. Segundo cartilha da Fiocruz, após a picada por um mosquito infectado pelo Plasmodium, os parasitas se alojam no fígado, onde se multiplicam. Depois eles vão para a corrente sanguínea, onde destroem os glóbulos vermelhos. Os sintomas podem demorar de oito a 30 dias após a picada para aparecer. A malária causa febre que pode ser acompanhada de calafrios, tremores, suor intenso, dor de cabeça e dores no corpo. Outros sintomas incluem vômito, diarreia, dor abdominal, falta de apetite, tontura e cansaço.

Atualmente, 88 países são considerados áreas de transmissão natural da malária, a maioria na faixa tropical, como na África subsaariana; Américas Central e Caribe; centro, Sul e Sudeste da Ásia; Oriente Médio e Extremo Oriente (China); Papua Nova Guiné, Ilhas Salomão e Vanuatu; além do Paraguai e todos os países amazônicos da América do Sul (Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname, Guiana Francesa). No Brasil, a área endêmica é formada pelos estados da Amazônia Legal e regiões a oeste do Maranhão, noroeste do Tocantins e ao norte do Mato Grosso.

Não existe vacina para malária. Segundo Chieppe, a prevenção é feita por uso de proteção individual e quimioprofilaxia, ou seja, tomando remédios para evitar e infecção, a depender da indicação médica. “As pessoas que vão viajar para fora do país, para áreas em que há transmissão de malária, devem passar por uma avaliação médica para ver a necessidade de uma quimioprofilaxia que vai depender muito do local que a pessoa vai e época do ano. E também adoção das medidas de proteção individual, a gente não tem como controlar o vetor, o mosquito, então tem que evitar a exposição”.

 

 

Em novembro, um relatório da Organização Mundial da Saúde alertou para o aumento da doença no mundo. Em 2017, a estimativa é que tenha havido 219 milhões de casos, número que voltou a crescer em 2015 após cinco anos de queda, sendo o continente africano o mais afetado. O Brasil não ficou de fora da estatística, com estimativa de 217 mil infectados em 2017, enquanto em 2016 a incidência foi 133 mil casos, a maioria na região amazônica. Com informações da Agência Brasil.

Filho de pastor famoso comete suicídio e abala a familia

O pastor  escritor e conferencista Daniel Mastral usou seu canal no YouTube na tarde de Natal para contar sua dor pela morte do filho Mikhael, que se suicidou no dia 22 de dezembro em uma plataforma de trem. Fruto do casamento de Daniel com a médica e escritora Isabela Mastral, o rapaz estava com 15 anos.

Com semblante visivelmente emocionado e abatido, Daniel Mastral começou a relatar sua difícil experiência sobre a morte do filho, diagnosticado anos antes com depressão e Síndrome de Borderline (transtorno de personalidade). No vídeo disse que dividir o peso o torna mais leve. “Precisamos uns dos outros e Deus quer que se sejamos um grupo de Cristo unido pelo amor”, disse antes de iniciar os relatos sobre a morte do filho. Para ele, o vídeo era também uma forma de trazer conforto para pais que perderam filhos tragicamente.

 

Mikhael Mastral vivia sob vigília dos pais, devido o grave quadro depressivo que atravessava. Daniel e Isabela se revezavam para cuidar do filho, inclusive nos períodos noturnos, por causa das crises que muitas vezes o tiravam de casa. O rapaz já havia tentado suicídio antes, chegando a ficar internado em uma Unidade de Terapia Intesiva (UTI).

Daniel disse que na manhã do dia 22 de dezembro acordou e não viu o filho. O menino havia saído, deixando celular e documentos em casa. Preocupado, Daniel não disse nada à esposa e saiu para procurar o menino com ajuda de parentes. Assim, embrenharam-se por uma área de mata perto de sua casa e nada de encontrarem o rapaz.

 

Tempos depois, Daniel Mastral, que é criador do Ministério Guerreiros da Luz e conhecido por realizar palestras sobre batalha espiritual, usou o Facebook de Mikhael falando sobre seu desaparecimento e pedindo informações para amigos do rapaz. Com a ajuda de um irmão policial registrou boletim de ocorrência e foram para um hospital, onde soube que uma pessoa havia recebido atendimento na psiquiatria por ter sido testemunha de um suicídio horas antes na plataforma de um trem.

Com essa informação foram até o Instituto Médico Legal (IML) onde Mikhael foi reconhecido por seu pai. Daniel Mastral ficou chocado com o que viu e disse que desejou cremar o corpo do filho para livrar-se logo da dor. Mas em caso de suicídio o corpo precisa, obrigatoriamente, ser sepultado. O corpo do menino foi colocado em caixão lacrado e enterrado no dia 23 de dezembro.

Isabela Mastral não participou do enterro do filho. “Eu vou orar por você, para que Deus te dê forças, porque eu não tenho”, disse ao marido. “Eu quero guardar as boas lembranças dele”, justificou.

Lágrimas em pérolas

Daniel contou que assim que chegou em casa chorou muito e abraçou a esposa. “Oramos por ele, clamamos por ele e pedimos força”, contou o escritor. Disse ainda que “até o presente momento temos procurado transformar todas as nossas experiências em propósitos, lágrimas em pérolas”.

Diante do drama da perda abrupta e trágica do filho, Daniel disse que questionou Deus e obteve resposta. “Por que o Senhor o tirou da gente? Era o filho da promessa… A primeira coisa que Deus me disse foi que ele deixou um legado”, contou mostrando um diário – um caderno de capa amarela – do filho onde registrava, desde o início e em inglês, como era passar pela depressão. Daniel fala que naquele diário o filho escreveu sobre como ele se sentia, como via o mundo ao seu redor, e que Mikhael se via como um peso para sua família.

 

Daniel conta que o filho era muito inteligente e tinha o QI (Quociente de Inteligência) acima da média, segundo aferição feita por um neuropsicólogo. “Existem registros que ele escreveu muito bem, escreveu frases que eu não teria capacidade de formular e que rementem à profundidade da dor de quem passa por uma situação como essa ou de quem chega a pensar em suicídio. Eu creio que isso é um dos legados que ele vai deixar, é uma das sementes que ele está deixando na terra. Nós vamos traduzir para o português e eu vou lançar um livro em homenagem a ele”, disse.

Daniel conta que o filho não deixou nenhum bilhete de despedida porque ele sabia que não é uma despedida. “Ele sabe que haverá um novo encontro. É um até breve. E eu sei que a cada dia da minha vida vai ser um dia que eu estou mais próximo dele. Quando minha missão terminar e Deus me levar, eu irei revê-lo novamente. mas ele já está lá morando na mansão celestial. Deus é amor. Ele vê o que você não vê. Ele consegue enxergar a dor da pessoa que não quer morrer, mas que quer se livrar da dor, do medo, da incapacidade”.

Daniel finaliza o vídeo com a leitura de um texto de Santo Agostinho, pausado em alguns momentos pela voz embargada. Ele pede oração pela sua família e compreensão aos seus seguidores, caso não consiga gravar vídeos com a mesma frequência com que os faz ou para responder as mensagens que tem recebido desde que tornou seu drama público. “Eu não tenho cabeça [para isso] nesse momento”, disse.

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Homem mata a companheira no RJ

 Um homem identificado como João Victor de Moura foi preso pela Polícia Militar, no domingo, após admitir ter enforcado a companheira. A vítima, Mariane Santos de Oliveira, de 30 anos, foi morta na madrugada de sábado no imóvel onde o casal morava, no bairro Viçoso Jardim, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

Segundo a Polícia Civil, João Victor só procurou o Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) de Piratininga para admitir a autoria do assassinato mais de 24 horas após o crime ter ocorrido. Em seguida, o caso foi comunicado ao 12º BPM (Niterói), que enviou equipes até o endereço indicado pelo próprio responsável. No local, os policiais encontraram o corpo em estado avançado de decomposição.

De acordo com a ocorrência, assim que foi confirmada a morte de Mariane, João Victor foi preso em flagrante e o caso encaminhado para a Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG). O crime foi registrado como feminicídio.

Conforme relato de amigos, o casal já vinha tendo desentendimentos constantes, mas, por acreditar que o companheiro mudaria, a vítima manteve o relacionamento. Mariane e João estavam juntos há pouco mais de um ano.

“As brigas eram tão intensas que eles nem moravam mais juntos. Cada um morava na sua casa. Na sexta-feira à noite, parece que eles tiveram um desentendimento mais grave. Ele aproveitou que a filha dela tinha ficado com a vó para ir até o local”, revelou um amigo da vítima, que preferiu não se identificar.

O sepultamento de Mariane aconteceu na tarde de ontem no Cemitério de São Francisco Xavier, no Caju. Ela deixa uma filha de quatro anos.

Feminicídios

Divulgado agora em dezembro, o 13º Dossiê Mulher de 2018 mostrou dados alarmantes sobre o crime de feminicídio no Estado do Rio. Segundo o levantamento, em 2017, para cada quatro tentativas do crime, um foi consumado. Em cada mês do ano passado, foram registrados cinco feminicídios e 15 tentativas de mortes contra mulheres em todo o estado.

Os dados indicam ainda que 57% dos crimes consumados foram cometidos por companheiros ou ex-companheiros das vítimas. Já 76% das tentativas foram praticadas pelo parceiro ou pelo ex. Ao todo, 68 mulheres morreram e 187 sofreram tentativa de morte no Estado do Rio no ano passado.

De acordo com um relatório divulgado pela Organização das Nações Unidas (ONU), no último Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher, que é comemorado todo dia 25 de novembro, cerca de seis mulheres foram mortas por hora, em 2017. O Brasil ocupa o 5º lugar no ranking mundial do feminicídio, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas pra os Direitos Humanos (ACNUDH).

Instagram: conheça a forma mais fácil de enviar mensagens de voz

Instagram introduziu recentemente na rede social a capacidade de enviar mensagens de voz através da área Direct, permitindo aos usuários se comunicarem de mais formas.

 

 

A parte interessante desta funcionalidade é como pode ser utilizada de diferentes formas. Para o fazer, você terá sempre de ir à área de mensagens e entrar em uma conversa (seja ela já existente ou completamente nova), destacando-se à direita do campo de ‘Mensagem’ o novo ícone dedicado à funcionalidade e representado por um microfone.

 

 

Será, então, possível enviar uma mensagem de voz simplesmente apertando este ícone. Mas o Instagram foi criativo e introduziu uma forma bem mais interessante de o fazer. Ao se entrar na conversa, basta levar o smartphone ao ouvido como se fosse falar com alguém, ouvir um leve sinal e começar a falar o que quer enviar na mensagem de voz.

E é só. Quando voltar a visualizar a tela, estarão disponíveis os botões para enviar ou apagar a mensagem.

 

 

 

 

Grávida cai de sacada de prédio após brigar com marido

Uma gestante de 24 anos caiu da sacada de um prédio em São Vicente, no litoral paulista, após discutir com o marido nesta terça-feira (25). A polícia apura as circunstâncias da queda. A mulher, que é colombiana, teve uma fratura na segunda vértebra lombar.

A vítima foi socorrida por vizinhos, que acionaram a polícia. A jovem, que está grávida de dois meses, foi encaminhada ao Hospital Municipal da cidade. A unidade de saúde pediu a transferência da paciente para um hospital de referência para que ela passasse por uma cirurgia. Aida não há informações sobre o estado do bebê.

 

 

A polícia levou o marido da jovem, que também é colombiano, ao plantão do Distrito Policial Sede da cidade, onde prestou depoimento e foi liberado. De acordo com o G1, o homem disse que a briga ocorreu pois ele quer terminar o relacionamento, mas ela não aceita. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil.

Brasileira, filha de sudaneses, negra, ganhou prêmio internacional com sistema de dessalinização da água

Um programa foi implementado em 2004. A técnica é usada em nove estados.

Bolsonaro está festejando um ótimo negócio para as empresas israelenses.

O astronauta ministro Marcos Pontes vai à terra do amigo Netanyahu conhecer uma tecnologia que rendeu prêmio internacional a uma brasileira chamada Nadia Ayad. 

Nadia é negra e filha de sudaneses.

O site Conexão Planeta contou essa história em 2017 em matéria assinada por Suzana Camargo:

Tido como uma matéria-prima revolucionária, o grafeno é um derivado do carbono, extremamente fino, flexível, transparente e resistente (200 vezes mais forte do que o aço). Considerado excelente condutor de eletricidade, é usado para a produção de células fotoelétricas, peças para aeronaves, celulares e tem ainda outras tantas aplicações na indústria.

 

Por ser considerado um dos materiais do futuro, ele foi escolhido como tema do Global Graphene Challenge Competition 2016, uma competição internacional promovida pela empresa sueca Sandvik, que busca soluções sustentáveis e inovadoras ao redor do mundo.

E a brasileira Nadia Ayad, recém-formada em engenharia de materiais pelo Instituto Militar de Engenharia (IME), do Rio de Janeiro, foi a grande vencedora do desafio. Seu projeto concorreu com outros nove trabalhos finalistas.

Nadia criou um sistema de dessalinização e filtragem de água, usando o grafeno. Com o dispositivo, seria possível garantir o acesso à água potável para milhões de pessoas, além de reduzir os gastos com energia e a pressão sobre as fontes hídricas.

“Com a crescente urbanização e globalização no mundo e a ameaça das mudanças climáticas, a previsão é de que num futuro não muito distante, quase metade da população do planeta viva em áreas com pouquíssimo acesso à água”, afirma Nadia. “Há uma necessidade real de métodos eficientes de tratamento de água e dessalinização. Pensei que a natureza única do grafeno e suas propriedades, incluindo seu potencial como uma membrana de dessalinização e suas propriedades de peneiração superiores, poderiam ser parte da solução”.

Como prêmio, a estudante carioca fará uma viagem até a sede da Sandvik, na Suécia, onde encontrará pesquisadores e conhecerá de perto algumas das inovações e tecnologias de ponta sendo empregadas pela empresa. Ela visitará ainda o Graphene Centre da Chalmers University.

Esta não será a primeira experiência internacional de Nadia. A engenheira brasileira já tinha participado do programa do governo federal Ciências Sem Fronteiras, quando estudou durante um ano na Universidade de Manchester, na Inglaterra. Agora ela pretende fazer um PhD nos Estados Unidos ou Reino Unido, pois acredita que, infelizmente, terá mais oportunidades para realizar pesquisas no exterior do que no Brasil.

Vereador diz que quem vai a bares de madrugada é ‘corno ou delinquente’

O presidente da Câmara Municipal de Goiânia, vereador Anselmo Pereira (PSDB) afirmou durante uma audiência pública que “quem frequenta bares de madrugada é corno ou deliquente”. A reunião debatia um projeto de lei que pretende reduzir o horário de funcionamento de bares e restaurantes da capital. Pereira confirmou a frase, mas informou em nota ao G1 que ela foi “retirada de seu contexto”. A fala repercutiu nas redes sociais.

No comunicado, enviado pela Diretoria de Comunicação da Câmara Municipal de Goiânia, o vereador informa que estava em uma “discussão pessoal e acalorada” e que a mesma “não representa o todo do seu pensamento”.

Ainda conforme o texto, “Anselmo também pede desculpas a todos que se sentiram ofendidos pela frase, mais uma vez, descolada de seu contexto e explica que a maior preocupação sempre foi a segurança de todos os cidadãos”.

Repercussão
De acordo com informações do site da câmara, a audiência pública aconteceu no dia 16 de março. No entanto, nos últimos dias postagens têm repercutido nas redes sociais criticando as declarações feitas por Anselmo Pereira. Em uma das publicações, um advogado disse “este ambiente social [bar] não tem o condão de macular minha idoneidade moral ou a de ninguém”.

Outro usuário também criticou a fala e o projeto. “Essa lei é um retrocesso, estamos caminhando rumo ao militarismo com horário imposto para nos encontrarmos com nossos amigos e beber, comer e conversar”.

Postagens em redes sociais retratam críticas à fala do presidente da Câmara (Foto: Reprodução/Facebook)

Proposta
Elaborado pelo vereador Paulo da Farmácia (PROS), o projeto de lei propõe que durante os dias de semana os bares e restaurantes de Goiânia fiquem abertos somente até as 23h30. Já aos sábados, domingos e vésperas de feriados, o horário máximo proposto é até a meia-noite.

De acordo com o Paulo da Farmácia, o objetivo da medida é reduzir as altas taxas de criminalidade, que já colocaram Goiânia como uma das cidades mais violentas do mundo.“Uma hora a menos de funcionamento dos bares, comprovadamente, reduziu em 16% o índice de violência nas capitais em que já foi implantada essa lei”, afirmou o parlamentar.

Paulo da Farmácia explica que a medida não atingiria boates e casas de shows. Além disso, ele ressaltou que está aberto ao diálogo para discutir sobre os melhores horários para fechamento dos bares, restaurantes e demais estabelecimentos, como lanchonetes e lojas de conveniência.

Drones e cães ajudam no resgate a vítimas de tsunami na Indonésia

Equipes de resgate na Indonésia usam drones e cães farejadores para procurar sobreviventes ao longo da devastada costa oeste de Java, atingida por um tsunami que matou ao menos 429 pessoas, afirmando que devem encontrar mais vítimas nos escombros.

Nuvens de fumaça espessas continuam saindo da ilha vulcânica Anak Krakatoa, cuja erupção em um período de maré alta no sábado causou deslizamentos submarinos e deslocou grandes massas de água, que atingiram as ilhas de Sumatra e Java.

A destruição é visível ao longo de quase todo o litoral, no qual ondas de até 2 metros de altura atingiram veículos, árvores e casas.

Ao menos 154 pessoas continuam desaparecidas, mais de 1.400 ficaram feridas e milhares de moradores tiveram que se mudar para áreas mais elevadas, diante do alerta de maré alta estendido para a quarta-feira.

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“Como o Anak Krakatoa tem estado ativamente em erupção nos últimos meses, tsunamis adicionais não podem ser excluídos”, disse o professor Hermann Fritz, do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos EUA.

Trabalhadores humanitários alertaram para os riscos de crise sanitárias, e as reservas de água e medicamentos são cada vez menores. “Muitas crianças estão doentes, têm febre, dor de cabeça e não há água suficiente”, explicou Rizal Alimin, médico da ONG Aksi Cepat Tanggap, em uma escola transformada em abrigo improvisado.

No país de maioria muçulmana, a minoria cristã celebrou o Natal rezando pelas vítimas do desastre. Em Carita, foi organizada uma missa curta na igreja pentecostal Rahmat, perto de uma das áreas mais afetadas pelo desastre.

Os esforços de resgate têm sido dificultados por fortes chuvas e baixa visibilidade. Equipes militares e de voluntários usaram drones para calcular a extensão dos danos ao longo da costa.

Os resgatistas usaram maquinário pesado, cães farejadores e câmeras especiais para detectar e retirar corpos do meio da lama, além dos destroços ao longo da área de 100 quilômetros de extensão atingida. Autoridades afirmaram que o raio de buscas deve ser expandido para o sul.

“Há várias localidades que achávamos que não tinham sido afetadas. Mas agora estamos alcançando áreas mais remotas… e de fato há muitas vítimas nelas”, disse Yusuf Latif, porta-voz da agência nacional de buscas e resgates.Após o deslizamento de terra submarino pela erupção, demorou apenas 24 minutos para que as ondas atingissem a costa, e não houve alerta precoce para quem mora na faixa costeira.

Milhares de pessoas estão em tendas e abrigos temporários como mesquitas e escolas. Comida, água, travesseiros e remédios estão sendo levados para áreas remotas por meio de estradas engarrafadas.

“Estou aqui há três dias”, declarou Neng Sumarni, 40, que dorme ao lado dos três filhos e do marido no chão da escola, assim como outras 30 pessoas. “Tenho medo porque minha casa fica muito perto da praia”.

Uma autoridade local da cidade de Labuan, Atmadja Suhara, disse que estava ajudando a cuidar de 4 mil refugiados. “Todo mundo está ainda em estado de pânico. Nós temos desastres com frequência, mas não tão ruins quanto este”, afirma.

 

“As pessoas continuam sem acesso à água potável. Muitos refugiados seguiram para zonas elevadas e não conseguimos chegar até eles”.

Localizada no Anel de Fogo do Pacífico, uma das áreas mais propensas a sofrer catástrofes no planeta, a Indonésia registrou neste ano o maior número de vítimas de desastres em mais de uma década.Em setembro, na cidade de Palu, na ilha de Sulawesi, um terremoto seguido de tsunami matou quase 2.000 pessoas. Com informações da Folhapress.