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VAI FAZER UMA TATUAGEM? QUE TAL DOAR SANGUE ANTES?

Uma marca para guardar para sempre. Uma tatuagem é feita para marcar na pele uma memória, um amor, eternizar um sentimento, decorar o corpo com arte. Seja qual for o motivo, quem faz uma tatuagem está buscando registrar um momento importante na sua vida. E se essa escolha pudesse ganhar um significado ainda maior?

A Mari fez essa escolha. Ela sempre quis fazer uma tatuagem, mas nunca tinha marcado uma sessão. Mas quando tomou coragem, resolveu tomar uma atitude antes e ajudar a salvar até três vidas. Como?

Doando sangue. Mari aproveitou os últimos dias antes de fazer uma tatuagem para doar sangue no banco de sangue mais próximo de onde ela mora. O coração tatuado ganhou mais significados e o sangue doado vai ajudar a vida de mais pessoas.

O cuidado e o planejamento da Mari foram muito importantes, pois é preciso esperar 12 meses após fazer a tatuagem para doar sangue.

Acompanhamos a Mari nesse dia especial na vida dela. Veja o vídeo abaixo para conferir o resultado:

TODOS SOMOS DOADORES

A Abbott criou a campanha Todos Somos Doadores, que incentiva a doação de sangue das mais variadas formas. Descobrir como você pode ajudar é simples como uma conversa de Facebook.

Quer saber como como você pode ajudar com a doação de sangue? Clique aquie saiba mais sobre o tema.

COMO PREVER O IMPACTO DA TECNOLOGIA NA VIDA DAS PESSOAS E EMPRESAS?

Esqueça a ideia de que estudar o futuro é assunto místico. Pelo contrário, experts e empresas do mundo inteiro se debruçam sobre dados concretos e pesquisas para apontar tendências e comportamentos dos consumidores e sociedade em diferentes áreas nos próximos anos e até décadas.

O designer brasileiro Fernando Galdino está entre esses especialistas. Ele começou se especializando em etnografia para entender o comportamento das pessoas antes de elaborar seus projetos, mas acabou virando pesquisador e futurista. Galdino integra hoje o time da GfK Verein, um instituto sem fins lucrativos que estuda como consumidores e organizações tomam decisões em diferentes mercados, baseado em Nuremberg, na Alemanha.

– Quando você trabalha com o projeto de uma empresa, está sempre trabalhando com o futuro. Cria alguma coisa hoje, pensando que ela precisa estar boa daqui a 15 anos. Uma das principais correntes de pensamento sobre o futuro nasceu nas Ciências Políticas, durante a 2ª Guerra Mundial, nos Estados Unidos, na tentativa de antever situações de confronto. Como o tempo, os estudos se expandiram para todas as áreas – explica ele.

Expert de tendências, Fernando Galdino é um dos participantes do Festival Futuros Possíveis, que acontece na Casa Firjan (Foto: Divulgação)

O trabalho de Galdino segue a linha que inaugurou a área futurista, analisando tecnologias e comportamentos emergentes para antecipar tendências e seus possíveis desdobramentos. No atual cenário de excesso de informações pela rede, a coleta de dados precisa ser feita com ainda mais precisão.

Para analisar os rumos do mercado, o time da GfK Verein se reúne anualmente com especialistas de áreas diferentes em um workshop. Experts dos campos de “tomadas de decisão”, marketing, inteligência artificial, segurança cibernética e programação discutem assuntos relevantes e trocam informações sobre tendências e seus indicativos principais. Dos encontros, surgem perguntas ou hipóteses que são respondidas nos meses seguintes.

As novas maneiras de interagir com dados também mudaram muito a relação no mercado entre usuário e empresas. Galdino acredita que a incidência da interface de voz na tecnologia e na ações na internet terá impacto significativo. Segundo ele, já é possível perceber, por exemplo, que assistentes virtuais de comando de voz  podem oferecer menos resultados de buscas quando requisitados, numa comparação com os sites de pesquisa tradicionais.

– Como já sabemos disso, qual o seu impacto no mercado? Que diferenças o usuário encontra entre interagir por meio da voz e digitar em um site? As pessoas estão mais propensas a tomar decisões quando interagem por voz? Elas estão mais dispostas a pagar mais ou menos nessa interface? – questiona.

Cientista de dados

O excesso de informações disponíveis on e offline está mexendo com as empresas. Muitas delas usam métodos internos para cruzar dados, mas o novo cenário indica também alterações no campo das profissões.

– Nos últimos anos, empresas começaram a criar departamentos internos de ciências de dados para trabalhar com informações e coletá-las dos usuários. A função de “cientista de dados” deve ter forte crescimento e até se desdobrar em profissões diferentes. Fenômeno comparável ao que ocorreu com os “webmasters” do início da internet, que faziam diferentes tarefas, que com o passar dos anos foram sendo distribuídas entre designers, pesquisadores de UX (experiência do usuário em inglês), programadores, gerentes de mídia social, entre outros. Esse excesso e complexidade de informações tende a se concretizar até como indústria – pontua Galdino.

Por mais expansivo que o ambiente virtual seja, a questão da segurança dos dados e das plataformas ainda é um problema. Na opinião do especialista, o índice de ataques a páginas e perfis tende a ficar cada vez maior. Para ele, o cerne da questão pode estar no comportamento indiferente de usuários em relação ao vazamento de informações na rede.

– As pessoas acham que isso não afeta a vida delas e não entendem os efeitos disso. No entanto, empresas hoje têm inclusive a capacidade de aprender como as pessoas agem nas redes sociais e internet e criar publicidade direcionada ao perfil de cada uma. O risco não é só de vazamento de dados, mas de como eles são usados – prossegue Galdino.

“Queremos trazer discussões e diversos olhares para refletirmos sobre o futuro”, explica Carolina Fernandes, especialista em projetos especiais da Casa Firjan e responsável pelo Laboratório de Tendências da Firjan (Foto: Camila Maia/G.lab)

Em dezembro, Galdino vem ao Rio de Janeiro discutir como reconhecer esses sinais de mudança no comportamento das pessoas. No dia 8 do próximo mês, ele participa do Festival Futuros Possíveis, que acontece na Casa Firjan.

O evento tem o objetivo de disseminar conteúdo construído por meio de pesquisas, discutindo como inovações podem impactar a sociedade não só no consumo, mas também em políticas públicas, como relações de trabalho, educação, saúde e transportes, e conteúdos voltados para o indivíduo, como ciborgues, realidade aumentada e inteligência artificial.

– Queremos trazer discussões e diversos olhares para refletirmos sobre o futuro. O que vem por aí, o que vai impactar nas empresas como prepará-las para a transformação – explica Carolina Fernandes, especialista em projetos especiais da Casa Firjan e responsável pelo Laboratório de Tendências da Firjan.

Sempre investindo em empresas de diversas áreas, a Firjan trabalha com a visão de tendências. A proposta de pensar a nova economia cresceu ainda mais com a abertura da Casa Firjan. O trabalho de pesquisa do Laboratório de Tendências resultou em um relatório que vai ser apresentado durante o evento.

– Vamos mostrar três impactos da relação homem-máquina. Percebemos o impacto da tecnologia, mas não vemos exatamente o uso dela. Porque a tecnologia por si só não transforma totalmente, o uso que as pessoas fazem dela é que transforma – conclui Carolina.

O festival acontece de 8h às 21h e terá palestras, painéis e oficinais voltados para pensar o futuro.

Mais informações:
www.firjan.com.br/casafirjan

Jovem fica em estado grave após reação alérgica a tinta de cabelo

A jovem francesa Estelle contou ao Le Parisien a sua experiência pessoal com uma tinta de cabelo que a deixou em estado grave.

 

 

A jovem, de 19 anos, usou seu caso para alertar outras pessoas sobre um componente alérgico presente em quase todas as tintas de cabelo, e que a deixou com o rosto com o dobro do tamanho.

Durante alguns dias a jovem estudante de inglês ficou irreconhecível depois de uma simples aplicação feita com uma famosa marca que adquiriu num supermercado.

Segundo o Le Parisien, Estelle já havia apresentado uma pequena reação alérgica numa coloração anterior, motivo pelo qual decidiu testar este produto antes de usá-lo. Contudo esperou apenas 30 minutos e não as 48 horas aconselháveis.

Há cerca de dez dias, depois de mudar os seus cabelos loiros para morenos, o seu coro cabeludo começou a coçar. E um dia acordou com o rosto muito inchado. Estelle foi até o pronto-socorro onde os médicos já estavam familiarizados com este tipo de reação alérgica.

O produto que causou a alergia é o PPD – Parafenilenodiamina, um produto altamente alérgico que está presente em 90% das tintas disponíveis no mercado.

Estelle decidiu compartilhar no Facebook as imagens de como ficou como forma de alertar outras pessoas para o perigo deste componente.

Morte de crianças por câncer caiu 13% em 10 anos, diz Saúde

O Ministério da Saúde informou nesta quarta-feira (28/11) que o número de óbitos por câncer de crianças com idade e adolescentes até 14 anos caiu 13,4% entre os anos de 2006 e 2016. Em 2006, houve 2.222 mortes de crianças nessa faixa etária. Em 2016, foram 1.924 óbitos. Entre menores de 1 ano, o total de mortes caiu 27,8%. Entre as crianças de 1 a 4 anos, a queda foi de 9%, e entre os de 5 a 14 anos, a redução chegou a 13,4%. Os dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM).

A pasta atribui o recuso nos casos de câncer infantojuvenil a melhorias na detecção e no tratamento precoce da doença nos serviços de saúde. “Isso é imprescindível, pois, para a obtenção de melhores resultados, é preciso ter diagnóstico precoce e o ágil encaminhamento para início de tratamento. Houve também importante mudança de tecnologia no tratamento do câncer, muitos procedimentos cirúrgicos, desnecessários, foram reduzidos”, disse a diretora do Departamento de Doenças e Agravos Não Transmissível e Promoção da Saúde do ministério, Fatima Marinho, por meio da assessoria de imprensa.

Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, maiores as chances de cura. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 80% das crianças e adolescentes que têm câncer podem ser curados se receberem diagnóstico precoce e forem tratados em centros especializados, e a maioria tem boa qualidade de vida após o tratamento correto.

“Um dos principais fatores prognósticos do câncer, seja em crianças ou em adultos, é o diagnóstico precoce”, afirma o oncologista pediátrico e coordenador da unidade de transplante de medula do Hospital do GRAACC, especializado no tratamento e pesquisa do câncer infantojuvenil, Victor Gottardello Zecchin.

“Também é muito importante que os pacientes diagnosticados sejam tratados em centros específicos. Quando a criança é tratada em um hospital geral, o resultado normalmente é inferior de quando é tratada em centros voltados a esse tipo de tratamento. Nesses locais, as equipes são mais especializadas e os recursos são mais direcionados”, disse Zecchin.

O oncologista destacou que, nos últimos anos, as técnicas de diagnóstico avançaram muito, os exames de imagens estão melhores e há também mais acesso a esses exames. “Tudo isso ajuda bastante. Além do desenvolvimento de drogas mais específicas para tratar diferentes tipos de tumores. Quando é mais específico, o tratamento é menos agressivo e mais eficaz”, explicou. “E, a partir do momento que fazemos mais diagnósticos, os pacientes passam a chegar mais aos centros de tratamento. Provavelmente temos pacientes que ainda devem morrer sem saber que têm um câncer”, lamenta.

Casos mais comuns
Apesar dos avanços, o câncer continua sendo a principal doença que causa a morte de crianças de 5 a 14 anos, mesmo com a redução observada nos últimos anos. Os tipos de cânceres mais comuns entre crianças e adolescentes são as leucemias, seguidas por linfomas e tumores cerebrais. No Brasil, o câncer infantojuvenil responde por 3% de todos os tipos de câncer.

Segundo Zecchin, ainda existe uma tendência dos pediatras de evitar “até pensar” em câncer. “Portanto, uma das principais ações da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica há tempos é oferecer educação continuada aos médicos pediatras, pois são eles que nos consultórios e postos de saúde podem desconfiar do diagnóstico e encaminhar esses pacientes para centros especializados.”

Além disso, o especialista ressalta a importância de as famílias serem educadas para ficar atentas aos sinais. “Os sintomas do câncer em crianças são semelhantes aos de outras doenças comuns na infância, como doenças virais e infecções bacterianas. A principal diferença é a persistência dos sintomas, como febre prolongada, aumento de gânglios, manchas roxas, entre outras.”

Nas crianças, os sintomas de câncer costumam incluir palidez, hematomas, sangramento, dor óssea, perda de peso inexplicada, caroços ou inchaços, alterações oculares, inchaço abdominal, dores de cabeça persistente, vômitos, dor em membros e inchaço sem trauma.

Tratamento
O Sistema Único de Saúde (SUS) garante todo o tratamento de pacientes com neoplasias malignas, por meio da Rede de Atenção a Saúde das Pessoas com Doenças Crônicas. O SUS realiza anualmente mais de 623 mil biópsias e cirurgias de câncer, mais de 2,98 milhões de procedimentos de radioterapia e mais de 1,45 milhão de procedimentos de quimioterapia.

Para ter acesso a tratamento oncológico pelo SUS, independentemente do tipo de tumor, o paciente deve buscar atendimento em estabelecimentos habilitados como Unacon ou Cacon, que oferecem assistência especializada e integral, atuando no diagnóstico, estadiamento e tratamento de câncer.

O Ministério da Saúde também informou que o investimento público no tratamento de câncer aumentou. Os recursos federais destinados a esses tratamentos no SUS passaram de R$ 2,2 bilhões, em 2010, para R$ 4,6 bilhões em 2017.

Governador Luiz Fernando Pezão é preso em operação da Polícia Federal!! Entenda o caso

O governador do Rio, Luiz Fernando Pezão (MDB), foi preso pela Polícia Federal, na manhã desta quinta-feira (29/11), no Palácio Laranjeiras, residência oficial do chefe do estado. Ele é alvo de uma operação baseada na delação premiada de Carlos Miranda, operador financeiro do ex-governador Sergio Cabral.

Durante seus depoimentos, Carlos Miranda disse que Pezão recebeu mesada de R$ 150 mil na época em que ele era vice do então governador Sérgio Cabral, que também está preso.

 

Ressaltou ainda aos policiais que houve pagamento de 13º e ainda de R$ 2 milhões como prêmio. A ação é mais uma etapa da Lava Jato no Rio de Janeiro.

Creches para idosos começam a surgir no Rio de Janeiro

m meio ao verde do Itanhangá, Zona Oeste do Rio, foi inaugurada a Casa do Bosque, um lugar muito aconchegante lembra uma pousada na serra.

O lugar conta com restaurante, um amplo jardim e piscina. Com uma programação farta, a lista de distrações tem jogos de tabuleiro, oficinas de jardinagem, aulas de culinária, circuito funcional, artesanato, karaokê, cinema com telão…

O cenário poderia ser considerado tranquilamente como uma colônia de férias, no entanto trata-se da primeira creche para idosos da cidade.

O Rio de Janeiro apareceu em uma pesquisa feita por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) realizada pelo IBGE em 2016, como o estado brasileiro com a maior parcela de pessoas acima dos 60 anos.

Enquanto a chamada terceira idade representa 14,4% dos habitantes em todo o país, no Rio a porcentagem salta para 18,7%. E justamente pensando nesse envelhecimento natural, que a creche foi inaugurada.

A idealizadora da Casa do Bosque, Patrícia Elman que é gerontóloga e terapeuta, também é proprietária de uma clínica em Copacabana em funcionamento há quarenta anos, especializada no atendimento à terceira idade.

A clínica funciona em regime de creche mesmo, de segunda a sexta das 8 às 18:00 horas, vovôs e vovós vão participar das atividades sob a supervisão de uma equipe composta de nutricionista, psicóloga, fonoaudióloga e terapeuta ocupacional.

O lema é: “é proibido ficar parado!”, sonecas também nem pensar. Nos dias chuvosos, o jeito é fazer como os netos, ficar no videogame, um dos jogos disponíveis propõe sessões de ioga.

A clínica já conta com seis matriculados. “Além de entreter, o nosso objetivo é promover o envelhecimento saudável com desenvolvimento cognitivo”,, afirma a gerontóloga, antes de ir direto ao ponto. “Queremos empoderar os idosos, que em geral, ficam à mercê da televisão. Isso deprime, e a depressão nessa idade é perigosa. Mata. A socialização é a coisa mais importante para eles.”

Célia Regina Affonso, 55 anos, é moradora da Tijuca, fez uma promessa aos pais de que interná-los em um asilo nunca seria uma opção.

Ela conta que teve muitas alternativas que foram frustrantes, experiências tumultuadas com cuidadoras, ela decidiu optar pelo day use da casa de repouso Vila Marina, em Vila Isabel. Sua mãe, Maria Carmen Afonso, 81 anos, frequenta o espaço pelo menos uma vez por semana.

Na Casa do Bosque, Maria Carmen faz atividades terapêuticas ligadas a arte e música, sessões de dança e participa de animadas excursões: AquaRio, Museu do Amanhã e Confeitaria Colombo foram alguns dos destinos da turma.

“No início ela relutou, dizia que não queria ir, mas hoje ama. Mamãe sempre odiou ficar em casa. Em um asilo, que é mais paradão, a cabeça dela iria deteriorar”, conta Celia Regina, no papel invertido de mãe zelosa.

A diária nas creches para gente grande (alunos acima dos 60 anos, independentes e sem problemas mais graves de saúde) varia entre 130 e 350 reais.

Mas existem serviços semelhantes oferecidos gratuitamente pela nas Casas de Convivência e Lazer.

São sete as unidades espalhadas por bairros como Gávea, Lagoa, Penha e Tijuca. Das 8h às 17h, de segunda a sexta, o projeto atende até 600 idosos por dia e oferece, entre outras atrações, tai chi chuan, pilates, inglês e dança cigana. Um dos endereços mais movimentados da rede, a Casa Padre Veloso, em Botafogo, tem como aluna frequentadora uma senhora de 101 anos.

Há uma semana, uma colega mais jovem, Maria do Perpétuo Conceição, 75 anos, solteira e sem filhos, esbanjava alegria na turma de percussão comandada por Cidão, mestre de bateria da Escola de Samba São Clemente. “Minhas irmãs já morreram e minha sobrinha mora nos Estados Unidos. Fui ficando tão só que desenvolvi síndrome do pânico. Aqui na casa fiz amigos e melhorei. Na semana passada, combinamos de ir à Casa do Minho e dançamos até meia-no­ite”, conta.

Outro frequentador é o comerciante aposentado, viúvo e pai de três filhos José Aureliano Rebelo, 95 anos. Na Casa Padre Veloso, ele arranjou, inclusive, um novo amor. “A gente se conheceu aqui e casou, moramos juntos. Adoro as aulas de teatro, faço há quatro anos. Já interpretei Jesus Cristo, padre e até coveiro”, diz, às gargalhadas. Rir, a propósito, também é um ótimo remédio.

* Nota: As informações e sugestões contidas neste artigo têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, nutricionistas, psicólogos, profissionais de educação física e outros especialistas.

Veja reportagem sobre creche para idosos: 

 

Informações: Veja

7 SITUAÇÕES SEXUAIS QUE TODO MUNDO VAI PASSAR NA VIDA

Por Luiza Sahd

Você pode até ter perdido a virgindade há muitos anos, mas a maturidade sexual é o ápice de uma longa – e, com sorte, prazerosa – estrada. Na adolescência, ninguém conta pra gente que a vida adulta reserva ainda um monte de primeiras vezes. Conversamos com especialistas no assunto sobre o que acontece quando você…

 …FICA UM TEMPÃO “FORA DA PISTA”

Aquele hiato entre uma relação e outra – ou entre uma decepção e outra, em muitos casos – é supersaudável para repensar os rumos da nossa própria vida afetiva. Fica mais fácil entender o que queremos e o que não gostamos em relacionamentos, mas atire a primeira pedra quem nunca se sentiu “enferrujada” na hora de voltar à ativa. “Quando a gente vai transar pela primeira vez com alguém, considerando que você não sabe o que a pessoa gosta e vice-versa, é fundamental prestar atenção em que como ela reage a cada investida sua. Do mesmo jeito, não adianta esperar que o outro tenha uma bola de cristal para fazer você gozar horrores. Sinalize sempre! Vale falar, gemer e abusar da linguagem corporal para mostrar o que te traz mais prazer”, aconselha Nathalia Ziemkiewicz, jornalista pós-graduada em educação sexual e idealizadora do blog Pimentaria.

Como o sexo não é uma ciência exata, não há fórmula que funcione com todo mundo. Partindo dessa premissa, a insegurança diminui muito. Não custa lembrar que quem está ali com você também tem mil encanações e receios quanto ao próprio desempenho sexual, mesmo que disfarce bem. Respire fundo (literalmente) e coloque o foco nas trocas. Cada encontro entre duas pessoas é único. Fuja das comparações.

…TENTA RESSUSCITAR UMA VIDA CONJUGAL MONÓTONA 
Qualquer relacionamento longo está sujeito a fases de “seca”. Se o seu não anda lá cheio de atração, aventura ou emoção, isso é perfeitamente normal. Poucos casais assumem, mas, por uma razão ou outra, muitos acabam deixando o sexo de lado por longos períodos e isso não significa que a vida sexual de vocês seja irrecuperável. De acordo com Carmen Janssen, psicanalista e membro da Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana, recuperar o tesão depende da boa vontade de ambos os lados. “Antes de partir para o sexo, o casal precisa estar em harmonia na organização da vida diária, fazer atividades prazerosas juntos, viajar, namorar. Reconstruir a vida sexual demanda momentos de intimidade a dois: o casal precisa aprender a se reconectar sexualmente para transar.”

Para Nathalia, amor e tesão são duas necessidades humanas fundamentais e muito contraditórias: você quer que o outro te dê estabilidade, mas que não seja previsível e entediante. “Temos expectativas demais, atitudes de menos. É sempre o outro que não toma iniciativa, que não tem pegada, que não surpreende. O casal se julga íntimo porque faz xixi de porta aberta, mas é incapaz de compartilhar fantasias sexuais e assistir um pornô juntos, de assumir que não gozou em vez de fingir, de procurar um médico para tratar ejaculação precoce. Intimidade é sexo oral: precisa falar sobre sexo!”

Que tal investir esforço, tempo e dinheiro para manter a vida sexual sacana e bacana? Escolher um vinho, ler um conto erótico para despertar a imaginação, sair para jantar, viajar ou ir a um motel, beijar de língua (coisa que se perde na rotina), dançar, trocar massagens, entrar realmente em contato com o outro. O tesão oscila durante o tempo, mas é possível mantê-lo se vocês se dispuserem. Juntos.

… TERMINA O RELACIONAMENTO E ACABA VOLTANDO

Para Janssen, é normal o casal se sentir meio inadequado para o sexo depois de muito tempo separado. O mais importante é o espírito “vamos nos permitir”: não se cobrar demais, lembrar das formas como o outro gosta de ser tocado e de como vocês já sabem se dar prazer. Assim, aos poucos, os dois vão se sentindo mais à vontade para soltar a criatividade quando a transa acontecer.

As mágoas também são inimigas do prazer. Elas são brochantes em todos os sentidos porque interferem no tesão, na concentração, na capacidade de relaxar, de dar e receber prazer. “A gente não tem que fazer sexo para ficar bem, mas quando está bem. As brigas e separações tendem a criar uma distância física literal: paramos de nos beijar, de nos abraçar, de nos tocar. Recuperar essa proximidade aos poucos, com tato e delicadeza, me parece mais eficaz do que simplesmente transar para tentar uma reconciliação”, explica Nathalia. Essa “reconexão” é o que ajuda a acalmar a raiva, a compartilhar as vulnerabilidades do casal e a contornar os motivos do rompimento. Não adianta se pressionar se você ainda não se sente legal ou interessada em transar. Vai tomar um vinho com ele, assistir Netflix juntos, voltar a dar risada, dormir de conchinha… Nesse contexto seguro e mais leve, o sexo ressurge com mais qualidade.

…VOLTA A TRANSAR DEPOIS DE TER UM FILHO

Retomar a vida sexual depois do nascimento de um filho é um grande desafio. Primeiro porque os hormônios responsáveis pela produção de leite podem derrubar a testosterona, nossa faísca do tesão. Segundo porque existem várias inseguranças em relação ao ‘novo’ corpo. Terceiro – e talvez o mais importante – porque nesse período a mulher mal tem tempo de tomar banho sossegada e dormir bem. O quadro parece bem dramático já que, em geral, a última coisa em que uma nova mãe pensa é sexo. E lá está o outro, se sentindo “rejeitado” porque as atenções estão todas voltadas ao bebê.

Para Nathalia, sem intimidade, parceria e muito diálogo, a coisa não desenrola. “É importante pedir honestamente para o outro ajudar você a resgatar a sexualidade, a faceta ‘mulher’ e o desejo. E tem que se disponibilizar para que o tesão aconteça, não ficar esperando que ele caia do céu enquanto você troca fraldas. Esqueça o velho mito do sexo espontâneo, tão fácil no início das relações”, aconselha a especialista.

Experimente, de vez em quando, deixar o bebê com alguém de confiança e sair com o parceiro desse contexto por algumas horas. Jantem em um lugar gostoso e escapem para um motel, mesmo que você não esteja se corroendo de tesão. Os lubrificantes são amigos nessa hora, porque muitas mães sentem incômodo e ressecamento vaginal durante a retomada da vida sexual. Ainda está desconfortável com uma cicatriz, com um inchaço ou novas dobrinhas? Transe de luz apagada ou apenas com o abajur aceso. E avise que talvez ele precise demorar um pouco mais nas preliminares.

…ESTÁ ENROLADA COM ALGUÉM MUITO MAIS EXPERIENTE

“Deduzir que uma pessoa mais ‘rodada’ será necessariamente boa de cama é um equívoco”, garante Carmen. Muita gente transa durante anos e nem sempre se desenvolve no quesito interação sexual. Pode acreditar!

Fora isso, não dá para colocar alguém no pedestal se vocês ainda nem transaram. O melhor é relaxar e se apegar a alguns pensamentos mais agradáveis, tipo a possibilidade de que essa pessoa mais experiente conseguirá deixá-la mais à vontade na cama. Se ela souber conduzir o sexo com delicadeza, a sorte continua sendo sua. Em matéria de “primeira vez”, a gente nunca sabe o que vai acontecer, independentemente de experiência, idade, corpo, beleza.

De novo, é preciso lembrar que não somos iguais e cada corpo reage de um jeito a novos encontros. Nathalia ressalta que você pode ter transado com duas pessoas na vida, jamais ter testado as posições do Kama Sutra, e, mesmo assim, ser muito observadora, curiosa e interessada no outro. Essa, sim, é uma receita de sucesso na cama.

… TOMA UM PORRE MEMORÁVEL E TENTA TRANSAR

É impressionante o que umas tacinhas a mais podem fazer com a nossa inibição natural. Aquele passo de dança mais ousado, aquela entrega na cama digna de deusa do sexo, aquelas… náuseas-surpresa.

Pois é. Na contramão do empurrãozinho psicológico que um porre pode dar para a transa, a verdade é que ele não ajuda muito a parte física da coisa. Assim como eventualmente prejudica a excitação ou a ereção masculina, o álcool pode acabar atravancando a lubrificação vaginal e retardando os seus orgasmos. “Se você ainda quer esconder que está bêbada, vai ficar difícil. Que tal deixar para um outro dia? Porque transar fingindo que está tudo bem quando não está pode trazer frustração”, ressalta Carmen. Caso você esteja realmente no pique de transar bêbada, pode tomar um banho antes da cama para se recompor e aproveitar o momento ao máximo, já que o grande motivo para transar é curtir o outro e o seu corpo.

… TRANSA COM OUTRA MULHER PELA PRIMEIRA VEZ

Independentemente do gênero do parceiro, a primeira vez com uma pessoa sempre traz alguma ansiedade, como tudo o que é novo na nossa vida. São velhos medos para novas situações: receio de não saber muito bem o que fazer, constrangimento, eventualmente aquela culpa. O que costuma estar por trás de tudo isso são os tabus, e tabus não são bons convidados para dividir a cama. “Muita gente acredita que esse paradigma é superrecente, atual, mas pesquisas científicas da sexologia demonstraram que as preferências afetivas e sexuais das pessoas podem transitar entre hetero, homo ou bi, ao longo da vida. Em outras palavras, quem transa com alguém do mesmo gênero não necessariamente precisa repensar em como categorizar a própria sexualidade. Uma mulher transa com outra hoje e pode ser que amanhã se apaixone por um homem. É natural”, esclarece Carmen.

Para Nathalia, é importante não perder de vista que o seu corpo tem a mesma capacidade de sentir prazer, não importa o gênero de quem está tentando proporcionar orgasmos. “O resto é repressão cultural. Beijar na boca, ter o clitóris massageado, ser penetrada por dedos ou vibradores continua sendo uma delícia. Agora, o novo sempre pode soar estranho. Respeite os seus limites – por exemplo, você não precisa fazer sexo oral nela se não se sentir à vontade de primeira. Da mesma forma que você não precisa fazer nada de primeira com um cara se não estiver muito tranquila em relação a isso.” Você precisa estar confortável.

A vantagem é que, por termos a mesma anatomia e fisiologia, a gente tende a acertar mais fácil os pontos e a forma de estimulá-los. Experimente fazer nela o que você curte que façam em você.

VAI FAZER SOL NESSA QUINTA FEIRA OU CHUVA?? VEJA A PREVISÃO…

MUDANÇA NO TEMPO: CHUVA FRACA A MODERADA, A PARTIR DA NOITE DESTA QUINTA-FEIRA (29/11)

O Centro de Operações da Prefeitura do Rio de Janeiro, com base na previsão do tempo do Sistema Alerta Rio informa que as condições do tempo irão mudar na cidade, a partir desta quinta-feira (29/11).

Veja os detalhes da previsão do Alerta Rio, entre quinta (29/11) e domingo (2/12):

👉 Nesta quinta-feira (29/11), áreas de instabilidade atuando próximas ao estado influenciarão o tempo na cidade do Rio de Janeiro no final do dia, o céu estará parcialmente nublado a nublado e há previsão de chuva fraca a moderada isolada no período da noite. Os ventos apresentarão intensidade fraca passando a moderada e as temperaturas permanecerão estáveis, com máxima prevista de 32°C e mínima de 19°C.

👉 Na sexta-feira (30/11), permanece a atuação de áreas de instabilidade, ocasionando chuva fraca a moderada, a qualquer momento do dia, principalmente durante a noite.

👉No sábado (01/12), o céu estará nublado a encoberto, com chuva fraca ao longo do dia, de forma mais generalizada em toda a cidade, podendo chover com intensidade moderada em pontos isolados, principalmente durante a madrugada. Os ventos serão moderados ao longo do dia.

👉 No domingo (02/12), permanece a nebulosidade e há previsão de chuva fraca a qualquer hora do dia. Os ventos ficarão com intensidade moderada ao longo do dia.

Com 12 mortes confirmadas, casos de sarampo ultrapassam 10 mil no país

OBrasil já registra 10.163 casos confirmados de sarampo desde o início deste ano até 27 de novembro, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Ministério da Saúde.

Do total de casos, 9.695 ocorreram no Amazonas e 347 em Roraima, estados que registram surto da doença.

Também foram confirmadas 12 mortes -quatro em Roraima, seis no Amazonas e duas no Pará.

+ Mais Médicos: menos de 10% dos inscritos se apresentaram para trabalhar

Segundo o ministério, o aumento no número de confirmações ocorre devido a uma força-tarefa realizada no último mês em Manaus para avaliar resultados de exames em casos suspeitos.

O governo, porém, diz que o número de novos casos suspeitos tem reduzido nas últimas semanas.

No Amazonas, o maior volume de casos ocorreu entre julho e agosto deste ano. Já em Roraima, o pico da doença foi entre fevereiro e abril, informa. “Em ambos os estados, no momento, a curva de novos casos é decrescente”, diz a pasta.

O número de casos, porém, é o maior desde 1997, quando houve 53 mil casos confirmados no país.

Nos anos seguintes, o país passou a registrar redução da transmissão da doença. Desde então, houve apenas surtos relacionados a uma importação do sarampo de outros países.

Antes do surto deste ano, o último havia ocorrido entre 2013 e 2015, no Ceará e em Pernambuco.

OUTROS ESTADOS

Além de Amazonas e Roraima, que concentram 98,5% dos casos confirmados neste ano, também foram confirmados ocorrências da doença no Rio Grande do Sul (45), Pará (41), Rio de Janeiro (19), Pernambuco (4), Sergipe (4) e São Paulo (3), Rondônia (2), Bahia (2) e Distrito Federal (1).

Em nota, o ministério diz que “permanece acompanhando a situação nos estados” e têm feito medidas de bloqueio vacinal de casos suspeitos. Também diz ter encaminhado 14,8 milhões de doses da vacina tríplice viral para atender a demanda nestes locais.

Segundo o ministério, ambos os surtos em Roraima e no Amazonas são relacionados a uma importação do vírus que circula na Venezuela. Isso porque o genótipo do vírus é o D8, o mesmo que circula no país vizinho. Com isso, a pasta diz considerar o surto nestes dois locais como “importado”.

O mesmo ocorre nos demais estados que registram casos, onde pacientes tinham histórico de viagem a locais com surto da doença na Europa e Líbano. Com informações da Folhapress.