Um estudo realizado por psicólogos da Brunel University London, na Inglaterra, sugeriu que pessoas que usam as redes sociais com frequência para reportar assuntos sobre dietas, rotinas de treinos e conquistas na academia tendem a ser narcisistas. Logo, a “selfie da academia” pode ser um sinal de problemas psicológicos, alertaram os pesquisadores.
Para o estudo, foram recrutados mais de 500 usuários do Facebook. Após entrevistá-los, os pesquisadores assumiram que o hábito de publicar fotos praticando exercícios físicos é motivado por uma enorme necessidade de validação e atenção dos amigos na rede social. Logo, o diagnóstico dos cientistas para tal comportamento era de transtorno de personalidade.
Eles ponderaram ainda que, embora atraia likes e comentários de incentivo, as reações dos outros usuários em relação à foto nem sem sempre são de aprovação.
De acordo com a professora Tara Marshall, uma das autoras da pesquisa, “esses amigos podem estar educadamente oferecendo apoio, mas secretamente reprovam essa exibição”.
Ainda, o estudo constatou que as pessoas com menores autoestimas são as que atualizam mais vezes o status de relacionamento na rede social e também as que mais postam fotos com o parceiro. De acordo com os pesquisadores, esta é a forma que esses indivíduos inseguros encontraram para fortalecer e dar mais consistência aos relacionamentos.
O sambista Tunico da Vila anunciou que será pai pela quarta vez. Ele já tem três filhos de seu primeiro casamento: Lara, Leonardo e Luah, todos com mais de 20 anos. Agora, ele está à espera de Madalena, fruto de seu casamento com a jornalista Déborah Sathler, mãe do adolescente Higor, que revelou detalhes de sua gravidez.
De acordo com Déborah, sua bebê foi diagnosticada com a Síndrome de Hipoplasia do CoraçãoEsquerdo, um problema de saúde muito sério localizado no lado esquerdo do órgãocausada por uma malformação congênita. A doença foi descoberta na 25ª semana de gestação, quando a mãe fez uma ultrassonografia morfológica. “Nunca tinha ouvido falar nisso. A médica detectou uma alteração no coração e falou: ‘vocês vão ter que fazer um ecocardiograma fetal’. No eco confirmou-se a síndrome e o especialista falou que teríamos que nos dirigir ao Rio ou a São Paulo, que são os dois centros com equipe para fazer a cirurgia que ela precisaria fazer quando nascesse”, ela contou.
O problema de Madalena é tão grave que ela e Tunico foram orientados a interromper a gravidez. “Um dos médicos que consultamos chegou a falar: ‘vocês sabem que vocês têm direito de fazer isso?’”. Apesar disso, Déborah e o marido seguiram em frente. “Jamais interromperia minha gravidez porque ela é uma criança especial. Não existe garantia de que vai vir um filho perfeito”, ela contou. Além de Madalena, Higor também é um filho especial. “Meu filho nasceu prematuro e tem epilepsia e dificuldade de cognição. De forma nenhuma vou pensar que fui punida por Deus”.
Tunico e Déborah esperam a primeira filha do relacionamento (Foto: Arquivo Pessoal)
Ela descobriu um grupo no Facebook criado por pais cujos filhos também possuem a Síndrome de Hipoplastia do Coração Esquerdo. Quando viu as publicações, percebeu que muitos pais não aceitam a condição dos filhos. “Muitos ficam revoltados com Deus. Eu o Tunico tentamos ajudar. Muitos nos aplaudem. Eu falo para o meu marido: ‘Tunico, eu estou grávida, eu não posso ficar triste’”, ela contou.
O parto da jornalista está agendado para o dia 23 de janeiro, data que completa 40 semana de gestação. Ela também contou que sempre procura se manter positiva. “Minha missão é gerar sem entristecer. A gente vive em um mundo deprimido. O mal do século é a depressão. E o Tunico e eu ancoramos nossa força em dois pilares: na espiritualidade e na música. A gente vê na arte uma alegria. Tunico continua fazendo shows e trabalhando. E eu também”. Depois que Madalena nascer, ela precisará passar por uma cirurgia. Aos quatro ou cinco meses de vida precisará passar por outra, e uma terceira cirurgia a espera quando ela tiver quatro anos de idade.
Em homenagem à história da filha, Tunico compôs uma música chamada “Coração de Deus”. Dá uma olhada:
“Minha filhinha tão bonita
Vovô ensinou para o seu pai
Os caminhos da vida a caminhar
Jangada chegando lá do mar
Fogueira queimando ao luar
Nós iremos te guiar
Para ter bom coração
Lua prateada pela madrugada
O sol aquece as manhãs
Envolvendo a batucada dos ogãs
Do ventre sagrado criança
Pros seios de mamãe
De amarelinha vai brincar
Livros pra ler e estudar
Na roda de samba será
a mais linda e faceira mulata
Madalena do Espírito Santo
Coração de Deus
E a outra metade irei cuidar
Lá no Rio iremos ver
No Maracanã o Flamengo jogar
Santa Sara abençoar
O verde beijando o mar
Em harmonia com o perfeito azul do céu
E como é linda a nossa Vila Isabel”
A sensação térmica na cidade de Antonina, no litoral paranaense, surpreendeu os moradores e visitantes ao chegar a 81°C na tarde desta terça-feira, 18, segundo informações do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar).
No horário em que foi registrado o calor extremo, às 16h, a temperatura média era de 40,2°C, mas o pico da marcação ocorreu cerca de uma hora antes, quando os termômetros marcavam 41,8°C, de acordo com o Simepar.
A previsão para a região nesta quarta-feira é de sol e aumento de nuvens pela manhã. À tarde e à noite deve haver pancadas de chuva. A temperatura máxima deve ser 31°C e a mínima 22°C.
Após colocar em dúvida o depoimento das mulheres que denunciaram o médium João de Deus, Fabio Pannunzio, âncora do “Jornal da Noite”, da Band, recebeu críticas nas redes sociais. Uma das pessoas que não deixou a declaração passar em branco foi Leilane Neubarth, âncora do Jornal GloboNews das 18h. Leilane se disse “revoltada” com a declaração do colega na edição desta segunda-feira (17) de que “entre esses relatos, tem muito trigo e tem também algum joio”. O jornalista continuou: “Você acha crível mesmo que esse homem molestou 500 mulheres? Aos 76 anos de idade? É preciso mais que hormônios para se crer numa história dessas”, disse.
Leilane não perdoou e rebateu: “É difícil até dizer o que eu sinto quando ouço um comentário como este… Não se se fico enojada, revoltada ou com pena pela total falta de informação dele.”
Leilane Neubarth
✔@LeilaneNeubarth
É difícil até dizer o que eu sinto quando ouço um comentário como este… não se se fico enojada, revoltada ou com pena pela total falta de informação dele…
Ricardo S
✔@RickSouza
E o âncora do Jornal da Noite duvidando das vítimas do João de Deus e afirmando que é impossível ele ter tanto apetite sexual assim?
Pannunzio usou o Twitter para responder Leilane. “Minha cara Leilane, eu sou daqueles que ainda acham que antes de publicar, é melhor se informar sobre o que você está falando. Lembre-se do Art. 14 do nosso Código de Ética. Se tivesse ligado para mim, como manda a boa norma, teria poupado seu público de tantas asneiras.” E continuou: “Eu jamais defendi o cara [João de Deus]. Ele é um estuprador serial. Mas não são nem serão 506 vítimas. A informação está errada. O que nada ameniza os crimes cometidos por ele. Como eu disse, há muito trigo e pouco joio”, completou.
Fabio Pannunzio@pannun
Minha cara @LeilaneNeubarth, eu sou daqueles que ainda acham que antes de publicar, é melhor se informar sobre o que você está falando. Lembre-se do Art. 14 do nosso Código de Ética. Se tivesse ligado p mim, como manda a boa normal, teria poupado seu público de tantas asneiras.
Confira o que diz o Código de Ética do jornalista, citado por Pannunzio:
Art. 14. O jornalista não deve:
I – acumular funções jornalísticas ou obrigar outro profissional a fazê-lo, quando isso implicar substituição ou supressão de cargos na mesma empresa. Quando, por razões justificadas, vier a exercer mais de uma função na mesma empresa, o jornalista deve receber a remuneração correspondente ao trabalho extra;
II – ameaçar, intimidar ou praticar assédio moral e/ou sexual contra outro profissional,devendo denunciar tais práticas à comissão de ética competente;
III – criar empecilho à legítima e democrática organização da categoria.
Lyosha, o menino que foi jogado no fogo (Foto: reprodução PAVEL VOLKOV)
O garoto Lyosha nasceu em um vilarejo remoto no leste da Sibéria, na Rússia. De origem humilde teve a sua vida marcada pelo alcoolismo.
“Uma deficiência pode dar a você uma nova maneira de ver o mundo e até novas oportunidades, mas é importante não deixar sua vida inteira girar em torno disso, porque isso pode acabar com você”, disse em entrevista para News Brasil.
Em 2005, depois de uma grande comemoração de Ano Novo, seu pai estava em estado de delírio alcoólico e jogou seus dois filhos pequenos em um grande forno a lenha. O bebê de 14 meses morreu queimado e Lyosha, que na época tinha dois anos, foi salvo pela sua mãe.
Lyosha, o menino que foi jogado no fogo (Foto: reprodução PAVEL VOLKOV)
“Eu nunca o odiei. Ele provavelmente pensou que eu estava furioso com ele mas quando nos conhecemos, quando voltamos para Buriácia, conversamos. Disse tudo a ele e agora trocamos correspondências cartas e nos mantemos em contato.”, ele comentou sobre sua relação com seu pai.
Logo após o acidente ele foi tirado da Buriácia onde vivia, porque sua mãe não tinha condições de cuidar dele. Uma família em Moscou o acolheu.
Quando fez 16 anos, Lyosha já havia viajado quase metade do mundo.
Lyosha, o menino que foi jogado no fogo (Foto: reprodução PAVEL VOLKOV)
“Estive na Suíça, nos Estados Unidos, na Alemanha, na França, na Lituânia, em muitos lugares. Tudo pelas minhas queimaduras. Fui a clínicas e a centros de reabilitação.”
Ele ainda contou que odiava as pessoas quando era mais jovem. Sentia que elas o tratavam como se fosse “algum tipo de animal”. Comentou também que em uma época começou a gostar das consultas com psicólogos por eles lhe ajudarem a entender o que estava acontecendo, e deixou o ódio desaparecer.
Ao longo dos anos, a aparência de Lyosha continuou chamando atenção. “As pessoas têm medo do que não conhecem e te odeiam ou sentem curiosidade e querem te conhecer.”
Lyosha não gosta muito de falar sobre as mudanças que a tragédia causou em sua vida.
Lyosha, o menino que foi jogado no fogo (Foto: reprodução PAVEL VOLKOV)
“Não foi minha escolha. Eu era pequeno. O que aconteceu, aconteceu. Se o resultado tivesse sido diferente, eu estaria morto e não haveria nada a ser feito, ou eu teria ficado morando em Buriácia. É só isso.”
Ele é diferente das outras pessoas, não tem medo do fogo como normalmente as pessoas que se queimaram tem. “Eu amo fogo, amo lareiras. Gosto de sua luz, do seu calor. É lindo. Posso observá-lo por horas.”
Lyosha diz que se interessa pela mítica Fênix,”Posso entender isso. Fui queimado quando criança e, de alguma forma, renasci das cinzas.”
Atualmente, Lyosha vive e estuda em Moscou.
Ele segue em contato com seu pai biológico, que o jogou no fogo, e que recentemente saiu da prisão. “Não se trata de perdão. O perdoei há muito tempo. Agora apenas conversamos, como pessoas normais conversam”
Veja como está o corpo de Lyosha 13 anos depois do acontecimento:
Lyosha, o menino que foi jogado no fogo (Foto: reprodução PAVEL VOLKOV)
Lyosha, o menino que foi jogado no fogo (Foto: reprodução PAVEL VOLKOV)
Lyosha, o menino que foi jogado no fogo (Foto: reprodução PAVEL VOLKOV)
Após o fim de um relacionamento que já durava 10 anos, Juliano Correa, de 37 anos, foi à casa da ex-namorada, Marina Máximo, de 24 anos, portando uma pistola, no município de Sete Lagoas (MG). Chegando lá, atirou contra a jovem, dentro do quarto dela, localizado no segundo andar da residência onde ela vivia com a família.
O pai de Marina estava no andar de baixo e ouviu os tiros. Subiu e, segundo informações prestadas por ele à polícia, deparou-se com a filha baleada e com o suspeito. Teria, então, tentado desarmá-lo, mas sem sucesso.
Conforme a Polícia Militar, o pai pegou a filha, na tentativa de socorrê-la. Outras duas testemunhas que estavam na casa ainda teriam, conforme relataram, tentado convencer Juliano a se entregar, mas ele atirou contra o próprio corpo.
Equipes dos bombeiros e do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foram acionadas. Nem Marina nem Juliano sobreviveram. A arma do crime foi apreendida. Conforme a ocorrência, a perícia constatou três tiros em Marina e três em Juliano.
Uma cantora romena morreu aos 34 anos depois que o carro em que estava caiu no rio Danúbio. O acidente envolvendo Anca Pop aconteceu na noite dessa segunda-feira (17), de acordo com a Associated Press, que cita como fonte a polícia local.
O corpo de Anca Pop foi encontrado, de acordo com veículos de comunicação locais, por mergulhadores.
Muito famosa no Japão, a cantora apresenta, segundo a AP, um som que mistura o “pop dos Balcãs com o pop mainstream”.
os produtos que contêm o anestésico lidocaína serão banidos dos supermercados britânicos em 2019. Especialistas referem que substância pode não ser segura e deve ser evitada
No país, apenas as farmácias estarão autorizadas a vender o tipo de gel. A entidade reguladora de fármacos da Inglaterra sugere ainda que, além do seu uso poder incluir riscos para a saúde das crianças, que não existe qualquer evidência que funcionem.
A Agência Reguladora dos Medicamentos do Reino Unido (MHRA) disse que os géis para a dentição deverão ser apenas utilizados com prescrição médica.
A decisão chega após a divulgação de um estudo que revela que há falta de evidências que esses produtos sejam benéficos. Os pais são aconselhados a usarem ao invés um anel dental para a criança morder ou a até os dedos, devidamente limpos, para aliviarem as dores do bebê. Os pais podem procurar um médico caso o bebê continue a sofrer.
A MHRA sugere ainda que, caso os bebê estejam apresentando um grande desconforto, seja administrado paracetamol ou ibuprofeno.
Cheryll Adams, médica e diretora executiva do Instituto Nacional de Saúde, disse em declarações à publicação Mirror Online: “O nascimento da dentição é um processo normal, tal como a dor sentida pelos mais novos, mas obviamente que a experiência se pode tornar extremamente angustiante tanto para o bebê como para os pais”.
“Os pais devem falar com um médico ou farmacêutico se acham que a criança está em grande sofrimento, mas primeiro devem dar ao bebê um anel dental frio para morder, ou algo semelhante, e para aliviar o desconforto massajear as gengivas com um dedo limpo”, explica Adams.
O Papai Noel mais famoso (e polêmico) do Brasil morreu nesta terça-feira aos 91 anos, em Jundiaí, São Paulo. Antônio Santinato, que ficou famoso nos anos 2000 ao estampar a capa de uma revista Playboy ao lado de Carla Perez, estava internado com pneumonia e não resistiu à doença. Ele trabalhou durante 40 anos interpretando o bom velhinho.
Na revista que o deixou famoso, Antônio aparece vestido de Papai Noel segurando as mãos de Carla Perez, enquanto ela cobre os próprios seios. Na época, a publicação gerou polêmica por usar um personagem infantil em uma revista adulta. Um pedido de que a revista fosse vendida com uma embalagem escura e lacrada foi feito na ocasião.
O sepultamento de Antônio está marcado para as 16h de hoje.
Imagens fortes gravadas na madrugada desta terça-feira (18/12), em Santos, no litoral de São Paulo, mostram o momento em que um homem ateia fogo em um morador de rua. O suspeito teria cometido o ataque após suspeita de que a vítima tivesse roubado seu celular. A informação é da TV Tribuna.
O morador de rua, de 56 anos, foi encaminhado ao hospital da cidade com queimaduras de segundo grau. Segundo informações de testemunhas, para não ser identificado, o rapaz, que ainda agrediu com socos e chutes a vítima antes das imagens começarem a ser registradas, utilizou um capacete para cobrir o rosto.
De acordo com a reportagem, equipes da Polícia Civil estiveram no local e o galão utilizado para transportar o combustível ainda estava no chão, derretido. A perícia também esteve na Avenida Pedro Lessa e fez fotos do local do crime. Até o momento, o homem de capacete que aparece nas imagens não foi identificado.