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Queda do petróleo afetará pouco contas federais, diz especialista

Um dos principais fatores que ajudou a melhorar a arrecadação em 2018 perdeu força perto do fim do ano. O pagamento de royalties de petróleo deverá cair em novembro e dezembro por causa da queda na cotação internacional do barril. Apesar de uma das principais fontes de recursos para o governo estar encolhendo, as contas federais não deverão ser tão afetadas, por causa da existência de outros fatores atípicos que estão reforçando o caixa da União.

A avaliação é da especialista em contas públicas Vilma Pinto, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre). Segundo ela, o governo federal deverá cumprir, com folga, a meta de déficit primário de R$ 159 bilhões para este ano. “A provável diminuição dos royalties criará alguma dificuldade, mas não será grande coisa porque existem outros fatores, tanto do lado da receita como da despesa, garantindo o cumprimento da meta com expressiva folga”, disse.

O déficit primário é o resultado nas contas do governo antes do pagamento dos juros da dívida pública. De janeiro a outubro, segundo os dados mais recentes, o Governo Central – Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – tinha acumulado resultado negativo de R$ 72,3 bilhões. O secretário do Tesouro, Mansueto Almeida, prevê que o déficit encerrará 2018 em torno de R$ 20 bilhões abaixo da meta original de R$ 159 bilhões.

De janeiro a outubro, a União arrecadou R$ 49,2 bilhões com royalties de petróleo, alta de 64,43% na comparação com o mesmo período do ano passado em valores corrigidos pela inflação oficial medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A principal causa da alta foi a evolução do preço internacional do petróleo, cujo barril chegou a atingir US$ 76 (óleo cru) e US$ 86 (tipo Brent) no início de outubro. De lá para cá, no entanto, as cotações caíram vertiginosamente. Na sexta-feira (7), estavam em US$ 52,6 (óleo cru) e US$ 61,6 (Brent).

De acordo com Vilma Pinto, análises de especialistas da própria FGV indicam que a queda nas cotações é temporária. Segundo ela, os preços devem voltar a subir, sem voltarem aos níveis observados há dois meses. Além disso, ela aponta que outros fatores compensarão a queda de arrecadação de royalties.

Do lado das receitas, ressalta a especialista, a arrecadação federal em 2018 foi impulsionada pelo Programa Especial de Recuperação Tributária (Pert), programa de renegociação de dívidas de contribuintes com a União; pela alta do dólar, que elevou o Imposto de Importação, e principalmente pelas mudanças nas regras de compensação do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

A Lei 13.640, publicada em maio, proíbe que as empresas que apuram pelo lucro real – categoria que engloba as grandes companhias – usem créditos tributários (abatimentos a que têm direito) para conseguirem descontos no pagamento do IRPJ e CSLL por estimativa. Somente uma vez por ano, esses créditos poderão ser usados. “A mudança na legislação alterou o fluxo de pagamentos e de aproveitamento dos créditos. De janeiro a outubro, a arrecadação desses dois tributos subiu quase 11% acima da inflação, por causa principalmente dessa medida”, diz a professora do FGV/Ibre.

Do lado dos gastos, aponta Vilma, a folga no cumprimento da meta fiscal está garantida por dois fatores. O primeiro é o empoçamento de verbas autorizadas que não conseguem ser gastas pelos ministérios. O Tesouro estima que o represamento de gastos encerrará o ano em torno de R$ 15 bilhões. O segundo é o corte de investimentos federais (obras e compra de equipamentos). “Mesmo com aumento em relação ao ano passado, quando pegamos a proporção dos investimentos em relação às despesas totais continua caindo”, disse a especialista.

Se a queda na arrecadação dos royalties não trará grandes problemas para o governo federal, a pesquisadora do FGV/Ibre adverte que o mesmo não se pode dizer dos estados. Segundo ela, governos estaduais que usaram os royalties do petróleo para pagarem o funcionalismo público nos últimos anos, como o Rio de Janeiro, podem se complicar caso a queda nos preços internacionais do barril se prolongue. “As receitas dos royalties são atípicas e têm comportamento imprevisível. Elas não podem ser usadas como ferramenta de política fiscal, como alguns estados fizeram”, adverte. Com informações da Agência Brasil.

Fonte: Noticias Ao Minuto

INSS divulga datas para pagamento de benefícios

As datas de pagamentos dos benefícios em 2019 para aposentados e pensionistas foram oficialmente divulgadas pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

O novo calendário segue a sequência de anos anteriores, que antecipa em cinco dias úteis o início dos créditos para parte dos segurados com renda mensal de até um salário mínimo.

Para aqueles que têm renda limitada ao piso nacional, os pagamentos da competência de janeiro serão iniciados no dia 25 do mesmo mês e terão sua conclusão em 7 de fevereiro.

Já os beneficiários com ganhos acima do salário mínimo entrarão no novo calendário de pagamentos entre os dias 1º e 7 de fevereiro.

Ao consultar o calendário para saber a data exata em que o pagamento irá cair na conta em cada mês, o segurado deve observar o número final do seu cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço.

De acordo com o INSS, cerca de 34 milhões de aposentados e pensionistas estarão na folha de pagamentos da Previdência em 2019.

Nos meses em que as datas de pagamentos coincidem com feriados ou celebrações que interrompem o atendimento bancário, a ordem dos dias de liberação sofre alteração. Por isso, a definição do calendário do INSS tem a participação da Febraban (federação de bancos).

Consulta pela internet

Beneficiários que utilizam o aplicativo Meu INSS ou o site meu.inss.gov.br também podem conferir online datas e valores dos benefícios alguns dias antes do recebimento do benefício. Para fazer a consulta, o usuário deve acessar o campo “Histórico de Crédito de Benefício”. Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone 135, que atende de segunda a sábado, das 8h às 23h (horário de verão).

O calendário também é publicado na página do INSS na internet. Com informações da Folhapress.

Fonte: Noticias ao Minuto

Novo ministro de Bolsonaro tem pedido de condenação pelo MP

Indicado neste domingo (9) pelo presidente eleito Jair Bolsonaro para assumir o Ministério do Meio Ambiente, o advogado e administrador Ricardo Salles foi denunciado pelo Ministério Público de São Paulo em setembro deste ano por prática de atos de improbidade administrativa.

Salles foi secretário de Meio Ambiente de São Paulo entre 2016 e 2017, no governo Geraldo Alckmin, e, segundo a revista “Globo Rural”, o MP pediu sua condenação ao pagamento de R$ 70 milhões, pois ele teria adulterado mapas para a aprovação de projetos “com a clara intenção de beneficiar setores econômicos, notadamente a mineração, e algumas empresas ligadas à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp)”.

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Os mapas que teriam sido modificados, segundo a denúncia, foram elaborados pela Universidade de São Paulo e a própria minuta de decreto do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) do Tietê.

“Alguns funcionários da Fundação Florestal foram pressionados a elaborar mapas que não correspondiam à discussão promovida pelo órgão competente. Posteriormente, alguns funcionários foram perseguidos.”, diz trecho da denúncia.

OUTRO LADO

O novo ministro de Bolsonaro se defende das denúncias e ressaltou que ainda não há sentença.

“Sou réu, mas não há decisão contra mim. São todas favoráveis a mim. Todas as testemunhas foram ouvidas, todas as provas produzidas e o processo está concluso para sentença, pode ser sentenciado a qualquer momento. Todas as testemunhas ouvidas, de funcionários do governo e fora, corroboraram a minha posição”, argumenta Salles, ainda segundo a “Globo Rural”.

“Defendo o que o fiz é correto. O MP tem opinião diferente, mas continuo defendendo que as medidas que nós adotamos na Secretaria (de Meio Ambiente de São Paulo) para corrigir o plano de manejo da APA do Tietê eram extremamente necessárias. Portanto, assim foi feito”, acrescentou.

 

Fonte: Noticias ao Minuto

VAI CHOVER HOJE? VEJA A PREVISÃO DO TEMPO

TEMPERATURAS ESTARÃO EM ELEVAÇÃO NA CIDADE DO RIO, NESTA SEGUNDA-FEIRA, COM MÁXIMA PREVISTA DE 32ºC
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A segunda-feira será de tempo estável na cidade do Rio de Janeiro, devido ao posicionamento de um sistema de alta pressão no oceano. Segundo o Alerta Rio (serviço meteorológico da Prefeitura), o céu irá variar entre claro e parcialmente nublado, sem previsão de chuva. Os ventos serão fracos a moderados, sendo mais intensos no período da tarde, e as temperaturas apresentarão elevação em relação ao domingo, sendo a máxima prevista de 32°C e a mínima de 16°C.

Encontrado corpo de PM que caiu da Ponte

Um acidente na Ponte Rio-Niterói lançou um policial militar ao mar, na noite da última sexta-feira (7). Segundo o Corpo de Bombeiros, o corpo da vítima foi encontrado na Baía de Guanabara neste domingo (9), por volta das 13h.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Subtenente Adilson Cavalcante estava com o carro enguiçado no sentido Rio da Ponte, na altura da grande reta, quando um caminhão colidiu com o veículo e lançou o motorista ao mar.

A vítima foi levada para o 1º Grupamento Marítimo (GMAR). Segundo informações do Corpo de Bombeiros, de lá vai ser encaminhada para o Instituto Médico Legal Afrânio Peixoto. O caso foi registrado na 17ª DP (São Cristóvão).

Caminhoneiros seguem divididos quanto à paralisação após decisão do STF

Com intensas conversas nos grupos de WhatsApp, caminhoneiros de todo o País seguem divididos quanto a uma nova paralisação, em reação à decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux de suspender a aplicação de multas pelo descumprimento dos preços mínimos do frete rodoviário até que a corte decida sobre a constitucionalidade do tabelamento – o que não tem data para ocorrer. Há muita insatisfação na base, e as lideranças tentam conter o movimento.

“A greve não está fora do radar, mas é o último recurso”, disse hoje o presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga (Sinditac) de Ijuí (RS), Carlos Alberto Litti Dahmer. “O movimento está bem dividido entre os que querem um confronto direto com o STF e os que acham que ainda tem espaço para avançar pela negociação.”

“Ainda não está descartada a paralisação”, informou Alexandre Fróes, de Santa Catarina. “Estamos em conversa direta com o futuro ministro (da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas) e com o capitão (o presidente eleito, Jair Bolsonaro).”

O impulso de iniciar uma nova paralisação, que ganhou corpo ao longo da última sexta-feira, parece ter perdido força com movimentos ocorridos em Brasília. O diálogo com a equipe de transição e a promessa da Advocacia Geral da União (AGU), formalizada na noite de ontem, de recorrer da decisão de Fux, deram munição às lideranças para conter os ânimos mais acirrados.

Após reunião na AGU, o presidente da Cooperativa dos Transportadores Autônomos do Brasil (BrasCoop), Wallace Ladim, o “Chorão”, explicou à sua base que a decisão do STF impede a aplicação de multas. Mas o valor dos pisos mínimos para o serviço de frete, ou seja, a tabela de preços, continua valendo.

Enquanto perdurar esse quadro, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) pode notificar caminhoneiros e empresas que estejam trabalhando fora da tabela. Essa notificação serve de base para que o motorista entre na Justiça e exija uma indenização equivalente ao dobro da diferença entre o preço praticado e o fixado pelo governo. Essa não é uma solução ideal, do ponto de vista dos caminhoneiros.

Antiga e respeitada liderança do movimento, Litti acredita que há como avançar pela área administrativa. Ele defende que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) acelere os trabalhos para implementar um sistema eletrônico de controle do pagamento do frete. Hoje existe um documento obrigatório para os serviços de transporte por caminhão chamado Código Identificador da Operação de Transporte (Ciot). A proposta é que ele só seja emitido se o preço do frete estiver de acordo com os pisos mínimos. Dessa forma, não seria mais necessário fiscalizar em rodovias, nem aplicar multas.

Essa solução atende à principal queixa dos caminhoneiros, que é a pressão das empresas para que trabalhem fora da tabela. Porém, ela ainda está em construção na agência reguladora. Levará meses para ficar pronta, segundo informações da área técnica. No momento, a ANTT está contratando uma consultoria para elaborar uma proposta de alteração do sistema.

POLICIAL MILITAR REAGE ASSALTO EM BAIRRO NA ZONA OESTE!!

Um bandido foi baleado durante uma tentativa de assalto a um policial militar, no início da madrugada deste sábado, na Alvorada, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. O caso aconteceu por volta da 0h05 entre o terminal do BRT e o estacionamento da Cidade das Artes. Os bandidos abordaram o agente Wellington de Assis quando ele estava indo buscar o carro no local.

De acordo com a PM, o policial foi abordado por dois assaltantes e reagiu na hora. Diante da reação do agente, um dos bandidos saiu em direção a um táxi que estava dando cobertura e o outro, Marcelo Pestanha Cunha, de 55 anos, tentou fugir a pé. O PM foi atrás do que correu e o criminoso que estava dentro do carro atirou contra ele.

Houve confronto e o ladrão que estava a pé foi baleado na perna. O outro fugiu dentro do táxi. O bandido baleado possui 11 passagens pela polícia.

VAI CHOVER AMANHÃ?? VEJA A PREVISÃO DO TEMPO

RIO TERÁ CHUVA FRACA A MODERADA A QUALQUER MOMENTO DO DIA NESTE SÁBADO. NA MADRUGADA E PELA MANHÃ, PODERÁ OCORRER CHUVA FORTE
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O sábado será mais um dia de tempo instável no município do Rio, devido á entrada de ventos úmidos vindos do oceano. Segundo o Alerta Rio (serviço meteorológico da Prefeitura), o céu estará nublado a encoberto, com chuva fraca a moderada a qualquer momento, podendo ser ocasionalmente forte nos períodos da madrugada e da manhã. Os ventos estarão moderados ao longo do dia e as temperaturas permanecerão amenas e estáveis, com máxima prevista de 24°C e mínima de 18°C.
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