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Marcelo Adnet é hostilizado no Rio de Janeiro: “Vaza, vagabundo”

Marcelo Adnet usou o Twitter para relatar agressões verbais sofridas no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (2/11). Segundo o relato do comediante, ao menos duas pessoas fazendo o gesto de arma com as mãos gritavam ofensas contra ele.

Marcelo Adnet

@MarceloAdnet

Parei em um mercadinho na Barra pra fazer umas compras. Quando estava carregando o carro com sacolas vejo um senhor fazer gesto de armas com as mãos e gritar “vaza”, “vai embora”, “tá olhando o quê?”. Até eu entrar no carro alguém se juntou gritando “vaza vagabundo, vagabundo!”

No segundo turno das eleições, Marcelo Adnet declarou voto em Fernando Haddad (PT) – o gesto de arma com as mãos é bastante usado pelos apoiadores do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Adnet também ficou famoso durante o período eleitoral por conta das imitações que fez dos candidatos. Entre eles, Bolsonaro, que ganhou vídeo individual e uma participação em um debate fictício com Haddad.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=nyFoEuc9v1Q]

Confira galeria de imagens de Marcelo Adnet:

 

Polícia prende quatro suspeitos em comunidade na Zona Oeste do Rio

 Quatro suspeitos foram presos e um adolescente apreendido, na manhã desta quinta-feira, durante uma operação da Polícia Militar na Favela da Coreia, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio.
De acordo com a PM, policiais do 14° BPM (Bangu) prenderam quatro homens e apreenderam um adolescente em uma ação para coibir o tráfico de drogas na comunidade. Com eles, foram apreendidos quatro rádios comunicadores e duas pistolas. O caso foi registrado na 35ª DP (Campo Grande).

Policial militar mata motorista de Uber com disparo na cabeça

São Paulo – Um policial militar em serviço deu um tiro na cabeça de um motorista de Uber durante uma tentativa de abordagem policial e o matou. Ele afirmou que o tiro foi acidental, foi indiciado por homicídio culposo (sem intenção de matar) e foi liberado após prestar depoimento à Polícia Civil. O caso, ocorrido às 16h20 desta quinta-feira, 1º, em uma rua do Jardim São Luís, zona sul de São Paulo, é investigado pela Corregedoria da Polícia Militar.

A Secretaria Estadual da Segurança Pública, que não divulgou o nome do policial, afirmou que ele entregou sua pistola e que a Polícia Técnico-Científica está produzindo laudos sobre o caso. Segundo o governo do Estado, uma equipe da Polícia Militar fazia patrulhamento de rotina quando suspeitou do Honda Fit guiado por Caio Rodrigo Medina Vaz Amâncio, de 24 anos. Ao emparelhar o carro da polícia com o veículo suspeito, o disparo acidental foi efetuado.

 

 

A secretaria não informou o motivo de o policial estar com a arma na mão nem de ela estar apontada para o motorista.

Ao perceber o disparo, e também que o motorista havia sido atingido, os policiais pediram socorro ao Corpo de Bombeiros. Mas, quando resgate chegou, Amâncio já havia morrido. A Polícia Civil requereu perícia no local do crime e um inquérito foi instaurado.

PF investigará grupo articulado para barrar apuração da morte de Marielle

(foto: AFP / MAURO PIMENTEL)

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, anunciou nesta quinta-feira (1º) que a Polícia Federal (PF) vai investigar a existência de um grupo criminoso articulado para atrapalhar e impedir as investigaçőes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes, em março. O ministro solicitou a instauraçăo de inquérito policial para apurar o envolvimento de agentes públicos, milicianos e contraventores que estariam atuando em conjunto.

O pedido de atuaçăo da PF foi feito no mesmo dia pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, com base em depoimentos de duas pessoas que estariam ligadas ao crime. “As denúncias săo extremamente graves, precisam ser investigadas”, afirmou Jungmann. O ministro, no entanto, năo quis dar informaçőes sobre quem seriam essas pessoas e qual o grau de confiabilidade dos testemunhos. Ele disse apenas que os depoimentos foram dados há um mês a procuradores federais.

Reportagem do jornal O Globo desta quinta-feira mostra que um dos depoimentos foi dado pelo ex-policial militar Orlando de Oliveira Araújo, o Orlando de Curicica. Ele está preso na Penitenciária Federal de Mossoró (RN). Em entrevista concedida por escrito ao jornal, Curicica negou ter participado do duplo assassinato, mas afirmou que a Polícia Civil do Rio năo tem interesse em elucidar o caso e que haveria pagamento de dinheiro a agentes públicos.

Ele acusou até o chefe do órgăo, o delegado Rivaldo Barbosa, de ter montado uma intrincada rede de proteçăo aos chefes da contravençăo envolvidos em assassinatos. De acordo com O Globo, a informaçăo consta do depoimento de Curicica dado à PGR. Segundo apurou o Broadcast/Estadăo, o segundo depoimento também foi tomado pelo Ministério Público em um presídio do Rio Grande do Norte.

Năo há previsăo de federalizaçăo da investigaçăo da morte de Marielle e Anderson. O caso continuará com a Polícia Civil, com a ajuda do Ministério Público Estadual do Rio. Por considerar graves as informaçőes dos depoimentos, Raquel Dodge pediu que a PF garanta segurança aos depoentes e a seus familiares.

Em agosto, Jungmann chegou a oferecer publicamente ajuda da Polícia Federal, mas autoridades do Rio a cargo da investigaçăo recusaram. O ministro esclareceu que o novo inquérito pode, eventualmente, vir a ajudar a elucidar os assassinatos, mas destacou que as duas investigaçőes têm objetivos diferentes.

“O que se está fazendo é criar um outro eixo que investigará aqueles ou aquelas que estejam dentro da máquina pública – portanto, agentes públicos -, ligados ao crime organizado ou a interesses políticos e que estăo tentando impedir que seja elucidado esse crime. Entăo, em certo sentido, năo deixa de ser uma investigaçăo da investigaçăo que está sendo feita”, disse.

Questionado se os depoimentos foram acompanhados de provas materiais, o ministro afirmou que năo poderia dar detalhes porque o caso está sob sigilo. “Săo depoimentos em vídeo devidamente gravados por procuradores da República com fatos, nomes e valores que têm de ser devidamente investigados. Pode ser que năo seja isso, mas também evidentemente pode ser que tenha fundamento.”

O chefe da Polícia Civil, delegado Rivaldo Barbosa, afirmou por meio de nota oficial que a investigaçăo do caso Marielle está muito próxima do fim. Disse ainda que “repudia a tentativa de um miliciano altamente perigoso, que responde a 12 homicídios, de colocar em risco uma investigaçăo que está sendo conduzida com dedicaçăo e seriedade”. “Ao acusado (Curicica) foram dadas amplas oportunidades pela Polícia Civil para que pudesse colaborar com as investigaçőes de duplo homicídio dentro do estrito cumprimento da lei.”

Curicica estava preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, no Rio, mas, depois da morte da vereadora, foi transferido para a penitenciária federal. Na ocasiăo, por meio de seu advogado, ele contou que estava sendo pressionado pela polícia para confessar participaçăo no crime e, como havia se negado a assumir a culpa, teria sido transferido.

“Năo causaram surpresa as ilaçőes feitas pelo preso, tendo em vista que, historicamente, chefes de organizaçăo criminosa, notadamente milícias, se utilizam desse artifício para desmoralizar e desacreditar instituiçőes idôneas e seus membros”, continua a nota oficial. “Nenhum esforço está sendo poupado, cabendo ressaltar que todas as técnicas e os recursos disponíveis têm sido empregados no trabalho de investigaçăo. Dentro desse propósito, o chefe de Polícia Civil garante: o caso está muito próximo de sua elucidaçăo.”

Fonte: Brasil

Jean Wyllys culpa Bolsonaro por ameaças que recebe nas redes sociais

Ativista da causa LGBT e das minorias, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) disse ao GLOBO que foi transformado em “pária” pela campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e que hoje vive em “cárcere privado” por estar sob permanente proteção policial, devido, segundo ele, a ameaças que recebeu de apoiadores de Bolsonaro. Wyllys fez oposição intensa ao presidente eleito e chegou a cuspir nele, em 2016, durante a votação do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara.

“A campanha de fake news montada pelos inimigos da democracia que agora chegam ao poder (sobretudo a mentira do inexistente “kit gay”) me transformou num pária para os eleitores desse maldito, que invadem diariamente minhas redes com dezenas de milhares de xingamentos e ameaças, e colocou minha vida em risco em quase todos os lugares do Brasil”, disse Wyllys em texto enviado à reportagem.

 

Desde que a vereadora do PSOL Marielle Franco foi assassinada, em março, o deputado federal tem escolta policial e só anda com carro blindado. Agora, ele afirma que as ameaças que recebe de apoiadores de Bolsonaro limitaram sua vida pessoal e política. “Estou praticamente em cárcere privado pelas medidas de segurança que fui obrigado a respeitar. Logo, no momento, estou preocupado em me manter vivo, em cuidar da minha saúde que está abalada pelo volume de mentiras e ameaças contra mim. Estou preocupado em sobreviver, em recobrar as forças num país que elegeu o fascismo”, disse.

O deputado federal, que foi reeleito este ano, também disse que a sua “luta pela sobrevivência” está ligada à “multiplicação de grupos na internet que estão prometendo assassinar gays”.

Procurada para falar sobre as declarações de Wyllys, a assessoria parlamentar de Bolsonaro disse que quem levou uma facada foi o presidente eleito, que Wyllys chama de fascista. “Coincidências ou não, o terrorista que cometeu o crime, era filiado ao partido do ‘ameaçado de morte’, o PSOL. É aquele velho enredo que a população já percebeu: ‘Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é’. Assim é a linha auxiliar do PT”.

Adélio Bispo dos Santos, que deu a facada em Bolsonaro, foi filiado ao PSOL de 2007 a 2014. Em nota, o partido repudiou o ataque e cobrou investigação sobre o ataque.

Blogueira busca cura do câncer pela 2ª vez e pede ajuda na web

Amineira Marcella Lisa, 31, é conhecida entre noivas brasileiras. O motivo é seu site, Berries and Love, onde são publicadas inspirações de casamentos que vão de vestidos de noiva a lembrancinhas. O lema que a blogueira divulga com mais afinco, porém, vai muito além da decoração ou da escolha do melhor bufê: ela costuma propagar que “o amor cura”.

Engenheira eletrônica por formação, Marcella começou a escrever sobre casamentos depois da sua união com Henrique Géa, 31, seu namorado desde a faculdade. Foi a história de tudo que o casal viveu entre o noivado e o casamento que fez com que ela optasse pela carreira de blogueira do amor, como se autointitula.

O pedido de casamento feito por Henrique veio de surpresa, em 2008, aos pés da torre Eiffel. Como o sonho de Marcella sempre foi casar, não surpreendeu que a cerimônia ocorresse dali a anos, tão logo os jovens noivos terminassem a graduação. O que causou espanto, entretanto, foi a razão pela qual eles tiveram de adiar o planejamento: aos 22 anos, no último semestre da faculdade, Marcella descobriu que estava com câncer de mama.

“Sem dúvidas foi um choque para mim e para toda a família. A doença é silenciosa e eu não tinha percebido nenhuma diferença no meu corpo. Eu estava com uma leve alteração na tireoide, o endocrinologista desconfiou de uma doença autoimune que poderia afetar a minha fertilidade e por isso me recomendou ir a uma ginecologista. Não tinha costume de fazer exame de toque, mas a médica apalpou um nódulo e logo pediu exames de imagens para avaliação. No entanto, pela minha pouca idade, a suspeita era baixíssima [mas o resultado foi positivo]. Impossível não dizer que teve a mão de Deus me guiando para descobrir e me tratar o quanto antes”, conta Marcella.

Com o casamento adiado, era hora de ela se concentrar na cura. “Ver o carinho do Henrique por mim me deu força para lutar e vencer. Ele me levou em todas as 16 sessões de quimioterapia, 28 de radio, dezenas de consultas com mastologista, oncologista, radiologista. Foi ele quem cortou meu cabelo quando começou a cair. Ouvi-lo dizer que mesmo careca eu era a mulher mais linda do mundo foi um bálsamo para a minha alma, ainda hoje me emociono ao lembrar. Ele dizia que precisava de mim, mal sabe ele que eu que preciso dele”.

Cabelo curto, sem cabelo, com franja, sem franja e com longas madeixas novamente. Tudo mudou muito na vida de Marcela após o câncer, mas o desejo de casar permaneceu. Depois do diagnóstico, o casal teve cerca de nove meses para preparar a festa, que também era uma celebração pela vida. Para agradecer a presença de todos no evento, eles escreveram o nome de cada convidado e fornecedor em corações de madeira e penduraram em uma árvore no local.

MUDANÇAS E NOVO DIAGNÓSTICO

Para continuarem celebrando o amor e a vida, Marcella e Henrique procuram fazer lua de mel todo ano. Em uma dessas viagens, encantaram-se com Vancouver (Canadá) e começaram a juntar dinheiro para mudarem de país. É de lá, desde 2016, que Marcella toca seu negócio, sempre em contato com noivas e fornecedores de casamento.

O relacionamento intenso com clientes e público foi fundamental para que ela contasse com eles em mais uma missão de cura.

 

Isso porque em fevereiro deste ano, durante um exame de rotina, foram constatados dois novos tumores, um em cada mama. “De novo, não senti nada diferente. Desta vez, os tumores são menores, mas mais agressivos e já se espalharam para outras partes”, diz Marcella.

Ao procurar tratamento no Canadá e no Brasil, a blogueira soube que as terapias convencionais não seriam curativas para o caso. A busca incessante por novas alternativas a levou para métodos desenvolvidos no México e na Alemanha.

Marcella escolheu Tijuana, no México, devido ao custo mais baixo do tratamento, que inclui hipertermia, vacinas com vírus e células dendríticas, além de vitaminas intravenosas com altas doses de vitamina C, curcumina, B17 e GCMAF.

“São terapias não tóxicas que se baseiam na ideia de fortalecer o sistema imunológico e treiná-lo para identificar as células cancerígenas, além de enfraquecer o câncer e desintoxicar o corpo”, relata a blogueira.

Infelizmente, nenhum plano de saúde cobre os procedimentos. Antes de optar pelo México, o casal gastou mais de R$ 100 mil em terapias no Canadá. No novo país, os gastos chegam a R$ 250 mil e abrangem nove semanas de tratamento no hospital e mais três meses em casa.

Marcella já começou a se tratar e lançou nas redes sociais uma campanha para arrecadar fundos e pagar a medicação completa. “Sabendo da nossa necessidade, amigos e fornecedores queridos se mobilizaram para criar ações com a hashtag ‘#oamorcura’. Com a ajuda das pessoas, de qualquer valor, posso alcançar meu objetivo. Acredito que o amor cura que e juntos somos mais fortes!”.

 

Marcella declara que só sairá de Tijuana curada, mas o tratamento -que já surte resultados positivos- ainda não está inteiramente pago. Há campanhas abertas em diversas plataformas. Quem deseja ajudar a blogueira a buscar a cura, pode acessar o site da campanha (https://goo.gl/UNEPRN) para ter mais informações.

Além de contar com inovações da medicina, colaboração dos amigos, da família e de profissionais do setor casamenteiro, o amor e a companhia de Henrique também foram essenciais ao longo dos 13 anos que estão juntos.

“As coisas que mais me impressionam na nossa relação são a cumplicidade, o carinho e o amor incondicional que desenvolvemos um pelo outro. Sem dúvidas ele é o meu porto seguro e não mede esforços para cuidar de mim e me fazer feliz”.

Marcella se fortalece também por meio da fé e da vontade de continuar falando sobre amor: “Entender o amor de Cristo por mim e por quem lê o que escrevo muda tudo na minha vida. Falar de amor é uma necessidade urgente. Ele cura, liberta, sara, transforma. O amor de Deus para conosco, entre pais, filhos, irmãos, amigos Tudo isso me fascina, e o amor entre marido e mulher, esse me derrete. Tenho aprendido tanto com esse novo diagnóstico e tenho muito para dividir. Preciso falar de amor, por isso minha missão não acabou. Ela está só começando. Sei que assim como eu muita gente deve estar passando por algum momento de dificuldade na vida. Fique firme, tenha fé em Deus! Não aceite notícias ruins como sendo verdades absolutas. Enquanto houver vida há esperança”. Com informações da Folhapress.

Arthur Zanetti é prata nas argolas no Mundial de ginástica de Doha

Oginasta brasileiro Arthur Zanetti, campeão olímpico em Londres-2012, conquistou a medalha de prata no Mundial de ginástica artística realizado em Doha, no Qatar, na tarde desta sexta-feira (2).

 

 

 

Zanetti, que também foi prata na Olímpíada do Rio nas argolas, fez 15.100 pontos e ficou em segundo. O ouro para o grego Eleftherios Petrounias, atual campeão olímpico, que ficou com nota 15.366.

Essa foi a quarta medalha de Zanetti em mundiais -todas nas argolas. Em 2013, no Mundial de Antuérpia, na Bélgica, ele levou o ouro. Em Nanning, em 2014, e Tóquio-2011 o ginasta brasileiro ficou com a prata.

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A apresentação de Zanetti teve alto grau de dificuldade, mas menor que o do grego, que teve nota de partida um décimo superior à do brasileiro. O atual campeão olímpico também foi melhor que o brasileiro na execução de sua apresentação, com nota 9.066 contra 8.900 de Zanetti.

O paulista também tinha ficado em segundo na qualificatória em Doha, quando fez 15.033. Já Petrounias fez 15.266 na mesma etapa.

Neste sábado (3) tem mais brasileiros no mundial. Flávia Saraiva compete na final do solo. Já Caio Souza está na decisão do salto. Com informações da Folhapress.

Terceira cirurgia de Bolsonaro será em 12 de dezembro

Opresidente eleito Jair Bolsonaro teve a data da terceira cirurgia marcada para o dia 12 de dezembro no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, segundo o jornal “O Globo”.

 

 

Ele foi esfaqueado quando participava de um ato de campanha no Centro de Juiz de Fora (MG). O novo procedimento será feito para a retirada da bolsa de colostomia, colocada em função de lesões graves nos intestinos do capitão da reserva.

 

 

Bolsonaro afirmou, em entrevista coletiva na tarde desta quinta (1º), que, por causa da cirurgia, ainda não definiu a data para a primeira viagem internacional como presidente eleito, anunciada para o Chile.

“Não marquei porque tenho problema com a bolsa de colostomia. Nestas viagens longas eu posso ter algum problema. E eu não quero colocar em risco minha saúde. A princípio, a operação é no dia 12 de dezembro, três meses após a primeira cirurgia”, declarou, segundo o jornal.

OI, SOU RAYANE TENHO 16 ANOS E MENTI PARA OS MEUS PAIS E….MORRI

Eu sou Rayane Paulino de 16 anos, acabei mentindo para meus pais,para sair com minhas amigas em uma festa ,essa Mentira custou muito caro, custou a minha vida, se eu não tivesse mentindo Meu pai teria me proibido e não teria deixado sair de casa, Mais infelizmente com mentira meu pai me levou até a casa de uma amiga, aonde pegamos um uber e fomos em uma festa,o ambiente não era legal , muita bebida e muitas drogas ,resolví ir embora , acabei mentindo para minhas amigas, que meu pai iria me buscar, quando sai dessa festa,peguei um uber onde um senhor me deixou na rodoviária e não cobrou nada, quando chega uma pessoa que apresentava confiança, que trabalhava nesse local foi muito simpático, Me ofereceu uma jaqueta me ofereceu uma água, Depois me ofereceu a carona da Morte, confiei em uma pessoa que nunca tinha visto,quando estava no caminho ele parou o carro e me violentou, logo fiquei desesperada e liguei para polícia, Mais foi sem sucesso, ele tomou meu celular e jogou pela janela, falei que meu pai era policial, nada adiantou ele deu um mata Leão e me inforcou, Eu desmaiei, ele continuou com suas agressividades, e pegou o cadarço da minha bota e terminou de me matar , ali ele matou todos meus planos meus sonhos e minha família, Ele me matou e me deixou jogada por 9 dias graças a Deus me acharam,Mas eu já estava morta .
Moral da história obedeça seus pais , nunca minta pra eles … E nunca confie em ninguém. Porque hoje eu fui mais uma vítima de feminicídio

Solução para o Rio? Quem são os snipers

(foto: Jose Lucena/Futura Press/Folhapress)

Os novos personagens que o governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), quer levar para as zonas conflitadas da cidade e do Estado săo figuras discretas. Atiradores de elite, os snipers, na denominaçăo em inglês, năo têm nome, năo devem ser vistos e quase sempre agem como sombras, confundidos com o cenário. Ainda assim săo eficientes em seu trabalho: eliminar ameaças, matar pessoas. Podem atingir a cabeça de um homem a meio quilômetro de distância, de tal forma que o alvo caia imóvel.

Nesse caso, o objetivo é impedir a reaçăo nervosa espontânea do dedo no gatilho de uma arma apontada para um refém ou da măo que segura o disparador de uma bomba, explica um especialista do Centro de Instruçăo de Operaçőes Especiais do Exército, em Niterói, onde săo formados os caçadores, a tropa do tiro de precisăo.

Homem calmo e de fala mansa, ele diz que năo há a menor dificuldade em fazer o trabalho para o qual a seleçăo é rigorosa e o treinamento, severo. Marinha, Aeronáutica, PF e as polícias estaduais mantêm quadros próprios dedicados a esse tipo de açăo letal. Pouco se sabe a respeito de sua folha de serviços.

Witzel quer formar times de atiradores para abater quem for visto portando fuzis em meio às favelas e às comunidades. Năo é tăo simples. Pela legislaçăo, a posse do rifle năo autoriza o disparo letal – embora exija prisăo.

Criminalistas ouvidos pela reportagem acreditam que isso só seria possível em uma situaçăo de exceçăo, como a declaraçăo de estado de sítio ou de defesa, quando há a supressăo dos direitos constitucionais. Claro, em um confronto, vale o princípio da legítima defesa e da destruiçăo da ameaça. Juiz federal, Witzel diz que se trata de uma questăo de interpretaçăo da lei, que prefere “defender o policial (que atirar para matar) no tribunal do que ir ao funeral dele”.

Os snipers das Forças Armadas atuam em situaçőes de conflagraçăo, apoiando a segurança da tropa e de autoridades, obtendo informaçőes e neutralizando alvos selecionados. Os times policiais acrescentam “outro objeto” à lista, eventuais sequestradores que mantenham reféns sob risco. O tiro é feito quase sempre em duplas: o atirador e o observador, que fornece as informaçőes de apoio.

O disparo deve ser feito na faixa de 300 metros para que a posiçăo năo seja detectada. A incidência de luz precisa ser considerada para evitar o reflexo na lente do sistema de mira. A dupla usa traje camuflado e às vezes uma cobertura para confundir o olheiro. As Forças empregam cinco diferentes tipos de fuzis, entre os quais os imensos Barrett M82A1 .50, americanos.

Os militares e policiais candidatos à funçăo săo voluntários. Eles têm entre 25 e 35 anos. Precisam ter passado por outros níveis de qualificaçăo nas forças de operaçőes especiais. O condicionamento físico é exigente. Alimentaçăo balanceada, peso ideal e pressăo arterial normal săo pré-requisitos.

No momento do disparo, só o dedo indicador deve se movimentar; a respiraçăo precisa estar no ritmo do batimento cardíaco e o acionamento do gatilho deve ser suave – tudo isso para evitar desvios de trajetória, explica o especialista do Exército.

O abandono durante o ciclo de instruçăo é alto. Em um dos cursos de três semanas do Batalhăo de Infantaria Especial da Aeronáutica, em 2005, foram formados 14 atiradores. Houve quatro desligamentos.

Fonte: Brasil