Leonardo Jacob, (esquerda) se entregou à polícia nesta quinta-feira (8/11) (foto: Divulgaçăo/Alerj)
A exoneraçăo do presidente do Departamento Estadual de Trânsito do Rio de Janeiro, Leonardo Jacob, interrompeu na manhă de hoje (9) a emissăo de documentos que dependen da assinatura eletrônica dele, como o documento de identidade e a Carteira Nacional de Habilitaçăo. Jabob foi exonerado porque foi preso ontem (8/11) na Operaçăo Furna da Onça, do Ministério Público Federal e da Polícia Federal.
A investigaçăo apontou um esquema de compra e venda de votos na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro e indicou o loteamento de cargos públicos e măo de obra terceirizada por deputados estaduais no Departamento de Trânsito. Ao todo, 22 pessoas foram presas, incluindo parlamentares.
Na manhă desta sexta-feira, o governador Luiz Fernando Pezăo publicou, Diário Oficial do Estado, a exoneraçăo de Leonado Jacob da presidência do Detran, o que impediu a emissăo dos documentos.
Em nota, o governo informou que já designou a diretora administrativa do Detran, Fernanda Curdi, para responder interinamente pelo expediente do órgăo. Segundo a assessoria de imprensa do Detran, a questăo já foi resolvida pela nomeaçăo.
“A emissăo de documentos de habilitaçăo e identificaçăo já está normalizada e a de veículos, na segunda-feira. Os usuários que năo conseguiram retirar o documento poderăo retornar à unidade em que foram atendidos, a partir da próxima segunda-feira (12)”, informa nota divulgada pela assessoria de imprensa do Detran.
Jair Bolsonaro foi às redes sociais para enaltecer um ritual cívico que espera ressuscitar nas escolas públicas durante o seu mandato.
Deseja que os alunos entoem o hino nacional, enquanto assistem ao hasteamento da bandeira do Brasil.
Bolsonaro escreveu: “Por muito tempo nossas instituições de ensino foram tomadas por ideologias nocivas e inversão de valores, pessoas que odeiam nossas cores e hino.
Hastear uma bandeira do Brasil não tem relação com política, mas com o orgulho de ser brasileiro e a esperança de tempos melhores.”
Alessandra Negrini posta foto de topless e impressiona fãs
Sem legenda, uma foto publicada por Alessandra Negrini em seu perfil no Instagram surpreendeu os fãs nessa quinta-feira (9/11). A atriz aparece fazendo topless e sem maquiagem, e recebeu centenas de elogios dos seguidores.
A artista de 48 anos tem impressionado a todos pela beleza e jovialidade, principalmente nas fotos sensuais que posta. “Coisa linda de se ver”, comentou um seguidor. “É beleza natural que se fala, né?”, elogiou outro. “Simplesmente linda”, disse uma fã.
5/8
Alessandra Negrini em “Cleópatra”: vencedor do festival em 2007 Divulgação
6/8
Ela está sempre linda, seja com maquiagem ou de cara limpa Divulgação
7/8
A atriz brilha interpretando papéis variados na televisãoJoão Miguel Junior/TV Globo/Divulgação
8/8
Linda demais, não? Twitter/Reprodução
1/8
Sem legenda, a foto publicada por Alessandra Negrini em seu perfil no Instagram surpreendeu os fãs
2/8
A atriz aparece fazendo topless e sem maquiagem AgNews
3/8
Alessandra Negrini recebeu centenas de elogios dos seguidores TV Globo
4/8
A artista de 48 anos tem impressionado a todos pela beleza e jovialidadeFelipe Menezes/Metrópoles
5/8
Alessandra Negrini em “Cleópatra”: vencedor do festival em 2007 Divulgação
6/8
Ela está sempre linda, seja com maquiagem ou de cara limpa Divulgação
7/8
A atriz brilha interpretando papéis variados na televisãoJoão Miguel Junior/TV Globo/Divulgação
8/8
Linda demais, não? Twitter/Reprodução
1/8
Sem legenda, a foto publicada por Alessandra Negrini em seu perfil no Instagram surpreendeu os fãs
2/8
A atriz aparece fazendo topless e sem maquiagem AgNews
3/8
Alessandra Negrini recebeu centenas de elogios dos seguidores TV Globo
4/8
A artista de 48 anos tem impressionado a todos pela beleza e jovialidadeFelipe Menezes/Metrópoles
Na segunda-feira (5/11), Alessandra havia postado outro clique sem maquiagem, falando sobre o dia nublado e pós-feriado. “Vai encarar? Rs… segunda-feira nublada, pós-feriado. Às vezes dá uma preguiça… fazer o quê? Vamos nessa”, reclamou.
A marca Guinness é de propriedade da gigante Diageo que, com seus 12 bilhőes de libras (foto: AFP)
Dublin, Irlanda – A Guinness, cerveja escura a base de grăos tostados, coroada por uma espuma espessa e cremosa, servida em um copo alto e elegante, que tornou-se símbolo da Irlanda no mundo, pode ter sua produçăo afetada pelo pelo Brexit.
Desde 1778, a Guinness é produzida na cervejaria St James Gate de Dublin, grande complexo à margem do Liffey, rio que cruza a capital irlandesa.
De lá saem diariamente os brilhantes caminhőes-tanque, que os irlandeses chamam de “balas de prata”, cheios da bebida preciosa com destino ao norte da ilha.
No caminho, cruzam a fronteira invisível com a província britânica da Irlanda do Norte antes de chegar a Belfast, onde se engarrafa e embalar o “champanhe irlandês” antes de devolvê-lo a Dublin para exportaçăo por via marítima.
“O mercado irlandês de bebidas realmente envolve toda a ilha”, explica à AFP em um pub lotado de Dublin Patricia Callan, diretora da Federaçăo de Bebidas Alcoólicas da Irlanda. “Tudo acontece dos dois lados da fronteira”, destaca.
Nas negociaçőes sobre o Brexit, o Reino Unido e a Uniăo Europeia se comprometeram a năo instalar nenhuma estrutura física que afeta o cruzamento da fronteira após a saída britânica da UE.
O objetivo é năo ameaçar o frágil Acordo de paz da Sexta-Feira Santa que, em 1998, deu fim a 30 anos do conflito sangrento entre unionistas majoritariamente protestantes e republicanos católicos na Irlanda do Norte,.
Mas, após o Brexit, previsto para 29 de março, esta fronteira se tornará o limite exterior da uniăo aduaneira e o mercado único europeu e as duas partes ainda năo encontraram uma soluçăo para o problema.
‘Fardo pesado’
À medida que a data se aproxima, a ideia de novos controles de fronteira preocupa a indústria cervejeira irlandesa.
“Qualquer atraso na cadeia logística, mesmo que seja de apenas uma hora, causará um custo extra de cem euros por caminhăo”, diz Callan.
A cifra alcança grandes proporçőes levando-se em conta que, anualmente, os caminhőes da indústria cervejeira cruzam essa fronteira 23.000 vezes.
A marca Guinness é de propriedade da gigante Diageo que, com seus 12 bilhőes de libras (15 bilhőes de dólares) de volume de negócios em 2017, parece sólida o suficiente para absorver o impacto.
Mas o grupo trabalha com uma cadeia de suprimentos que envolve centenas de pequenas empresas na Irlanda, que fornecem as matérias-primas essenciais.
“Ter uma fronteira que pessoas e bens possam atravessar sem dificuldade é incrivelmente importante para nós”, reconheceu John Kennedy, presidente da Diageo Europe.
Se os controles forem estabelecidos “vamos encontrar uma soluçăo, somos um grande grupo”, disse ele, mas isso pode representar “um fardo pesado” para os fornecedores.
Fechar fábrica de Belfast?
Na opiniăo de Seamus Leheny, representante da Associaçăo de Frete Irlandesa, os distúrbios causados %u200B%u200Bpelo Brexit podem levar a Diageo a fechar sua fábrica em Belfast. “Eles năo falam sobre isso, mas sei que estăo preocupados”, diz ele.
Leheny acha que, no caso de um Brexit sem acordo, o grupo poderia “realocar algumas atividades na República” da Irlanda.
Enquanto isso, săo os consumidores que podem pagar por um eventual aumento nos custos de produçăo. Uma perspectiva que muitos temem em The Gap O’ the North, um rústico pub irlandês do norte que nasce nas colinas da pequena cidade de Jonesborough.
No fim de semana, correm rios de Guinness neste estabelecimento localizado a poucos metros da fronteira, na estrada entre Belfast e Dublin.
“Este pub é conhecido por seu bom copo de cerveja”, diz John Fearon, de 65 anos, proprietário do estabelecimento, preocupado com as consequências de um pequeno aumento no preço para os consumidores. “Como se năo fosse difícil o bastante atrair clientes”, lamenta.
Dois dias após o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, anunciar que haveria uma etapa da Fórmula Indy na cidade em 2020, dirigentes da categoria negaram tal acordo. Foi o que afirmou o presidente de competição e operações, Jay Frye. Em entrevista à agência de notcíais “Associated Press”, o cartola negou que tenha qualquer acerto com o executivo do Rio.
“Vimos os relatórios e, obviamente, temos uma grande história por lá, mas a IndyCar não tem planos, neste momento, para correr lá em 2020. Recebemos telefonemas o tempo todo, o que é lisonjeiro. Mas não temos acordo para correr no Brasil”, disse à AP.
Marcelo Crivella
✔@MCrivella
Recebi hoje os organizadores da Fórmula Indy Americana. Os carros da Indy Rio 2020 vão percorrer trechos do Sambódromo e da Avenida Presidente Vargas. O público poderá acompanhar a prova de perto. A estimativa é que o evento gere 5 mil empregos provisórios. #CrivellaPrefeito
Ao site “Autosport”, o CEO e presidente da Hulman & Company, proprietária da IndyCar, Mark Miles, não há nada acertado para ter uma prova no município. Já Frye afirmou que “não há nada a comentar”.
Já o representante do Image Group, responsável pelos direitos da Indy no Brasil, Carlo Gancia confirmou que há uma “conversa inicial” e um “caminho a percorrer”. No entnato, a assinatura do contrato para a realização do evento, segundo ele, precisa ocorrer até “meados de junho de 2019”.
Foto: Divulgação
Na quarta-feira, Crivella divulgou um vídeo nas redes sociais e disse que havia recebido representantes da IndyCar para acertar uma etapa no Rio em 2020. Na postagem, há uma gravação com uma comitiva da categoria. O executivo informou os locais onde os carros vão passar durante a corrida. que iria percorrer trechos do Sambódromo e da Avenida Presidente Vargas, no centro do Rio.
Crivella ainda informou que a estimativa é que cerca de 5 mil empregos provisórios sejam gerados para o evento.
Em nota, a prefeitura informou que a primeira reunião aconteceu com os representantes da Fórmula Indy nesta semana. O prefeito “garantiu que o Rio vai dar todas as condições operacionais e legais para que volte a sediar uma corrida da Fórmula Indy”.
O Rio já teve etapas da Fórmula Indy entre 1996 e 2000, quando ainda se chamava CART, no extinto Autódromo de Jacarepaguá. No Brasil, São Paulo também teve prova entre 2010 a 2013. A última vez em que a categoria desembarcou no país foi em 2015 no Autódromo de Brasília.
A atriz recebeu alta, mas voltou dias depois ao centro médico porque o problema persistiu. O último post da cantora no Instagram data 23 de setembro, quando escreveu que daria um tempo das redes sociais.
No ano passado, a artista passou por um transpante de rim porque sofre de lúpus, doença em que o sistema imunológico ataca seus próprios tecidos. (ANSA)
No ar em Segundo Sol como um dos garotos de programa de Laureta (Adriana Esteves), Hugo Moura participou de uma entrevista com o youtuber Matheus Mazzafera. Marido de Deborah Secco, Moura contou alguns detalhes de sua vida pessoal e de seu relacionamento com a atriz.
Questionado se já mentiu para Deborah, Hugo admitiu que sim. O surfista contou ao youtuber que quando conheceu a esposa mentiu a sua idade. “[Menti] Pra mais. A Deborah tem 11 anos a mais do que eu. Eu tinha 23 quando a gente se conheceu, eu menti que tinha 27. Depois de duas semanas ela falou: ‘Ah, vamos pra Miami, não sei quem arrumou passagem pra gente, manda seu passaporte’. Eu mandei e perguntei se estava tudo bem, ela não tinha percebido. Depois ela falou: ‘Caraca, você tem 23″, contou ele aos risos.
Na entrevista, Hugo revelou também que já beijou um rapaz, mas descartou ser bissexual. “Não [sou bissexual]. Eu fiz uma websérie que meu personagem era gay. E aí, na preparação… Eu não tinha que beijar, mas também acho que beijar, só beijar, é quase nada”, justificou.
José Roberto Nasser, em 2010, ao lado de suas paixőes (foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press)
Morreu, na madrugada desta sexta-feira (9/11), em Brasília, o especialista em assuntos automobilísticos e fundador do Museu do Automóvel de Brasília, José Roberto Nasser. Nascido no Rio de Janeiro, Nasser tinha 74 anos. Brasiliense por escolha, além de colecionador de automóveis raros, ele defendia fortemente a preservaçăo da história da indústria automobilística brasileira. O velório ocorre na tarde desta sexta-feira no Campo da Esperança da Asa Sul, com sepultamento marcado para as 16h.
Nasser fundou o Museu do Automóvel de Brasília em 2004. O espaço era considerado um dos mais importantes para a história automobilística do país. No museu, foi exposto um acervo com mais de 40 carros de modelos raros, além de milhares de documentos e livros referentes à história do automóvel no Brasil. Jornalista e advogado, Nasser criou o termo antigomobilismo. Ele foi ainda o fundador e primeiro presidente da Federaçăo Brasileira de Veículos Antigos.
Entrada do Museu do Automóvel, fechado em 2016 (foto: Arquivo Museu)
Em novembro de 2016, o Museu do Automóvel foi lacrado pela Secretaria de Patrimônio da Uniăo e deixou de funcionar. O prédio onde funcionava o museu era um espaço cedido pelo Ministério dos Transportes, que pediu para reaver o imóvel. Um abaixo-assinado direcionado à Presidência da República chegou a ser criado, solicitando um novo espaço para o Museu, o que năo aconteceu. O site da entidade, contudo, continuou ativo.
Homenagem
Amigos e colegas de Nasser lamentaram sua morte, entre eles José Maria de Andrade, 58 anos, colecionador de carros antigos. “Ele era uma pessoa vibrante e apaixonada pelo automobilismo. Sempre estava preocupado em promover informaçăo sobre a história do automobilismo. Era uma pessoa muito querida e que deixou um legado enorme para todos nós”, afirmou.
O Secretário do Clube de Veículos Antigos de Brasília (Veteran), Luis Carlos, que também era amigo e colega de Nasser, disse que ele tinha uma história muito bonita com o automobilismo e que sempre ensinava a quem quisesse sobre a importância dessa história para o país. “Era referência, vai fazer muita falta”, disse.
Está prevista uma homenagem durante o cortejo de José Roberto Nasser. Amigos e colegas dele planejam acompanhar o cortejo em carros antigos e um deles levará as bandeiras da Veteran, clube do qual Nasser fazia parte, e da Federaçăo Brasileira de Veículos Antigos, instituiçăo também fundada por ele.
O velório de José Roberto Nasser começa às 12h na Capela número 3, no Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. O enterro está previsto para acontecer às 16h30.
Um paciente de 19 anos, que estava internado na ala cirúrgica do Hospital Centenário em São Leopoldo (RS), na região do Vale dos Sinos, foi executado por criminosos com aproximadamente 20 tiros na madrugada desta sexta-feira (9/11).
Imagens de câmeras de segurança obtidas pela Zero Hora mostram a invasão ao hospital:
Segundo a Brigada Militar, a vítima foi identificada como Gabriel Vilas Boas Minossi. Na ação, outras duas pessoas ficaram feridas, um paciente e um acompanhante, que levaram tiros de raspão nas pernas. O crime ocorreu por volta das 3h15 da madrugada.
Informações preliminares da Polícia Civil apontam que quatro homens armados com pistolas 9mm e fuzis invadiram o hospital e renderam médicos e enfermeiros que estavam plantão no setor de Emergência. Após a execução da vítima, o grupo teria fugido em um Ford Focus prata que estava estacionado no pátio da instituição de saúde.
A Polícia Civil de São Leopoldo trabalha com a hipótese de que a vítima teria sido morta por engano. Gabriel Vilas Boas Minossi havia sofrido um acidente de trânsito na BR-116 há alguns dias. O alvo, de acordo com a investigação policial, seria um traficante da Vila Bras que havia sido baleado há dois dias na cidade de São Leopoldo.
Imagens das câmaras de segurança do hospital registraram o crime e serão periciadas para auxiliar nas investigações. A instituição hospitalar confirmou que o atendimento à população seguirá normalmente nesta sexta.
Na contramão do arrocho salarial para servidores proposto pelo economista Paulo Guedes, militares foram a Jair Bolsonaro pedir um reajuste para generais de alta patente; o reajuste levará a mais um efeito cascata no país, uma vez que os salário de general são referência para a categoria; a proposta foi apresentada a Bolsonaro e Guedes durante agenda do presidente eleito no Ministério da Defesa e nos comandos das Forças Armadas
247 – Na contramão do arrocho salarial para servidores proposto pelo economista Paulo Guedes, militares foram a Jair Bolsonaro pedir um reajuste para generais de alta patente. O reajuste levará a mais um efeito cascata no país, uma vez que os salário de general são referência para a categoria. A proposta foi apresentada a Bolsonaro e Guedes durante agenda do presidente eleito no Ministério da Defesa e nos comandos das Forças Armadas.
A reportagem do jornal O Globodestaca que “o militares manifestaram que aprovariam as mudanças na Previdência, desde que, num mesmo projeto que trate do assunto, também sejam reajustados os salários do generalato. Na primeira vez em Brasília após ser eleito presidente da República, Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército e que destinou postos-chave de seu governo a militares, priorizou em sua agenda encontros com a cúpula das Forças Armadas. Ele almoçou com o ministro da Defesa, general Joaquim Silva e Luna, e com os comandantes de Exército, Aeronáutica e Marinha. Para isso, se deslocou até as sedes desses órgãos”.
A matéria ainda informa que “a proposta de reforma da Previdência dos militares, manifestada a Bolsonaro e Guedes, contempla os seguintes pontos: 1) ampliação do prazo de permanência dos militares na ativa — e, portanto, de contribuição — de 30 para 35 anos; 2) idade mínima para aposentadoria de 55 anos, para homens e mulheres; e 3) contribuição a ser paga também por cabos, soldados, alunos das escolas de formação militar e pensionistas. Por outro lado, num mesmo projeto de lei que trate de eventual reforma da Previdência, a cúpula das Forças pede a especificação de aumento de salários aos generais de mais alto posto, com equiparação à remuneração de um ministro do Superior Tribunal Militar (STM)”.