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Julgamento de brasileiro que matou a família começa esta semana na Espanha

Madri, Espanha – O julgamento de um jovem brasileiro acusado pelos assassinatos de dois tios e dois primos de 1 e 4 anos em agosto de 2016, para quem a Promotoria pede pena de prisăo perpétua com possibilidade de revisăo, começa na quarta-feira (24/10) na cidade espanhola de Guadalajara.

Conhecido como “o esquartejador de Pioz”, François Patrick Nogueira Gouveia, de 21 anos (19 no momento dos crimes), vai prestar depoimento na quarta-feira, primeiro dia do julgamento, que deve demorar uma semana.

Na Espanha desde março de 2016, Patrick Nogueira confessou à polícia que matou, cinco meses depois, estimulado por “uma vontade irrefreável de assassinar”, os tios Marcos Campos Nogueira e Janaína Santos Américo, que foram esquartejados e colocados em sacos de lixo.

O jovem, descrito pelos investigadores como solitário, egocêntrico, narcisista e propenso às bebidas, declarou, no entanto, que năo recorda ter matado as crianças, que também foram colocadas em sacos.

Enquanto cometia os crimes, ele conversou por WhatsApp com um amigo no Brasil, Marvin Henriques, a quem “pedia conselhos, relatava o que estava fazendo e enviava fotografias dos cadáveres, recebendo por parte de seu interlocutor mensagens de incentivo”, afirma um documento judicial.

Henriques está em liberdade provisória e aguarda o julgamento como cúmplice dos assassinatos no estado da Paraíba, de onde é a família de Nogueira.

Os assassinatos aconteceram em 17 de agosto de 2016, mas a cena do crime só foi descoberta um mês depois, graças a um funcionário da manutençăo que alertou para o odor procedente de uma residência na localidade de Pioz, 60 km ao leste de Madri.

Após a descoberta macabra, Nogueira fugiu em 20 de setembro para o Rio de Janeiro. Mas no dia 19 de outubro retornou a Espanha para entregar-se voluntariamente.

A pena mais severa na Espanha

O brasileiro é acusado de quatro crimes de assassinato com aleivosia, dois deles contra pessoas particularmente vulneráveis, seus primos. Por estes últimos dois crimes, a Promotoria pede pena de prisăo permanente com possibilidade de revisăo, além de 20 anos de prisăo por cada assassinato dos tios.

A prisăo permanente com possibilidade de revisăo é a condenaçăo máxima do Código Penal espanhol, prevista para os criminosos mais perigosos. É uma prisăo perpétua, que pode ser revista após 25 anos de detençăo, que só foi determinada poucas vezes desde que entrou em vigor em 2015.

O julgamento acontecerá na Audiência Provincial de Guadalajara, onde devem prestar depoimentos mais de 30 testemunhas (algumas delas por videoconferência do Brasil) e 20 agentes policiais e peritos. Os nove membros do júri serăo escolhidos na quarta-feira, no início do processo.

A defesa alega “um transtorno mental transitório” de Nogueira e, de fato, solicitou um exame neurológico para determinar se existe uma patologia neuropsiquiátrica. Os resultados serăo avaliados durante o julgamento. 

A acusaçăo afirma que o jovem atuou com premeditaçăo, pois chegou à residência da família com uma faca muito afiada, a suposta arma dos crimes que năo foi encontrada, sacos de lixo e fita de vedaçăo, segundo os documentos judiciais.

Também estava com duas pizzas para ganhar a confiança da família. Quando chegou à residência, a tia e as crianças estavam no local. Depois de comer as pizzas, matou Janaína quando ela estava lavando os pravos. Depois assassinou os dois meninos, “que estavam paralisados de medo”, de acordo com a acusaçăo.

Aguardou a chegada do tio Marcos e o atacou de surpresa. Depois de colocar os parentes em sacos de lixo, limpou a casa, se limpou e esperou para pegar o ônibus de volta na manhă seguinte, de acordo com os documentos.

Patrick, que ao chegar na Espanha morou por quatro meses com os parentes assassinados em outra localidade próxima de Madri, antes que os tios e primos se mudassem para Pioz, seguiu tranquilamente com sua vida após os crimes, de acordo com os investigadores.

Fonte: Mundo

Bala perdida atinge UTI neonatal no Rio de Janeiro

Um tiro atingiu uma janela da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do Hospital Municipal Ronaldo Gazzola, que fica em Acari, Zona Norte do Rio de Janeiro. O caso ocorreu no sábado (20).

De acordo com o G1, a unidade hospitalar continuou funcionando normalmente após o incidente. Ninguém ficou ferido.

O hospital está localizado em uma região cercada por comunidades dominadas pelo tráfico de drogas. O caso será investigado pela 39ª DP (Pavuna).

JOVEM É MORTA NA RIO- SANTOS A FACADAS!!!

Jovem é morta a facada em assalto na Rodovia Rio-Santos, em Itaguaí

Uma jovem foi morta a facada, neste domingo, na Rodovia Rio-Santos (BR-101), altura de Itaguaí, na Baixada Fluminense. Luana Alves, de 25 anos, estaria voltando de um passeio com a família — ela era casada e tinha uma filha — quando um bandido os abordaram. A jovem teria ficado nervosa na hora de entregar seus pertences e acabou sendo ferida.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um homem não identificado tentou roubar o HB20 onde Luana estava por volta das 20h. Essa informação foi passada a testemunhas pela própria vítima, antes de ela morrer. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF).

Fonte: Extra

Pesquisa em WhatsApp? Fuja, é mais um golpe

Em tempo de fake news bombando na internet, todo cuidado é pouco. Não só com a possibilidade de distribuir e acreditar em informações falsas, mas também por compartilhar pelo WhatsApp links maliciosos que roubam dados dos usuários, inclusive senhas bancárias. A última “pegadinha” dos hackers é a campanha eleitoral, que no segundo turno atingiu seu ápice com pesquisas enganosas de intenção de voto com as marcas Ibope e Datafolha. Os institutos negaram que fazem pesquisas via WhatsApp.

 

 

Em apenas 24h, sete links falsos foram detectados e 90 mil pessoas tiveram dados comprometidos com a suposta consulta, alerta o laboratório de cibersegurança da Psafe.

LEIA MAIS: Fraudadores preparam armadilhas para todos os gostos no Whatsapp

A intenção final do golpe é roubar informações de usuários do aplicativo. Por isso, alerta Emilio Simoni, especialista em cibersegurança, “não compartilhe dados que não sejam checados previamente”. E como funciona esse golpe? De acordo com o especialista, assim que o link malicioso é acessado, as vítimas entram em uma página que exige o cadastro e o compartilhamento da pesquisa falsa com outras pessoas.

Entre as informações exigidas, estão cidade, estado e candidato que será votado. Ao clicar em links aparentemente inofensivos, o usuário pode instalar um malware (programa que rouba informações como número de documentos, acesso a e-mails, logins e senhas bancárias, por exemplo) no dispositivo.

Para não cair nesse tipo de golpe, é preciso ficar atento aos links recebidos e ao remetente não clicar em endereços recebidos de contatos desconhecidos é a grande máxima. Além disso, se você está com uma dúvida, não insira os seus dados pessoais sem verificar com outra pessoa, pode ser amigo ou familiar.

Em último caso, procure o site oficial de seu banco/empresa/candidato e entre em contato. Vale notar que é interessante contar com uma ferramenta antivírus no smartphone ou computador.

“Sempre desconfie das mensagens que pedem para fazer o compartilhamento com amigos para finalizar o processo em questão ou ganhar alguma coisa”, alerta Emilio Simoni, que é diretor do dfndr lab.

‘TIPO CORRENTE’

O mecanismo usado em todos os links é sempre muito semelhante. Ao clicar em um deles, o usuário acessa uma página que solicita qual a cidade e qual o estado onde vive o “respondente” e em qual candidato pretende votar. Em seguida, é incentivado a compartilhar a suposta pesquisa com dez amigos/grupos e, assim, é usado como vetor de disseminação da informação falsa.

“O segundo turno das eleições é um momento delicado. Qualquer informação falsa ou duvidosa que surja nesse momento pode afetar a percepção das pessoas em relação às instituições de pesquisa, à mídia e até mesmo aos candidatos. Portanto, é necessário ter muita atenção e cuidado antes de compartilhar qualquer informação que receber via aplicativos de mensagens ou redes sociais”, comenta Simoni.

Apesar de não conceder privilégio a nenhum dos candidatos em questão, esse tipo de ação pode influenciar a percepção sobre as pesquisas reais que são divulgadas pela imprensa, gerando desconfiança e dano à credibilidade das informações que são verdadeiras.

Brasilienses se aproximam do Lago: DF já é o 4º do país em número de barcos

Yuri Resende reúne amigos para passeios na embarcaçăo que compartilha com outros cotistas (foto: Marília Lima/CB/D.A Press)

Brasília está a cerca de mil quilômetros do mar. Porém, em meio às árvores retorcidas e ao chăo de terra seca, a capital federal tem um tesouro de 48 quilômetros quadrados de área e uma populaçăo inteira que depende de suas águas, o Lago Paranoá, homônimo do rio represado que lhe deu origem. O nome vem do latim e significa “enseada do mar”. O espelho d’água abriga mais de 52 mil embarcaçőes, o que coloca o Distrito Federal na quarta posiçăo nacional em tamanho de frota náutica. Segundo a Marinha do Brasil, estăo à frente de Brasília apenas Săo Paulo, Paraná e Rio de Janeiro.

O entusiasmo do brasiliense com as atividades náuticas tem movimentado um mercado de itens de luxo, que ganha novos ares e adeptos com perfis diferentes. O sistema de compra por cota, que é nada mais é que uma aquisiçăo em sociedade, deu ao público de classe média uma opçăo acessível de investimento. Os contratos conjuntos, assim como o bem adquirido, săo geridos pela empresa que vendeu a embarcaçăo e o cotista năo precisa se preocupar com as negociaçőes entre os sócios, que, na maior parte das vezes, năo se conhecem.

Assim, muitos apaixonados pela navegaçăo puderam realizar o sonho de ter uma embarcaçăo. Nascido em Salvador, Thiago Brandăo, 38 anos, encontrou nas cotas e na lancha uma forma de aproximaçăo com a terra natal. Há três anos em Brasília, ele trouxe ao quadradinho a mulher e o filho. Antes companheiro de surfe do pai, o menino hoje acompanha o casal em passeios motorizados no lago e em atividades mais radicais: eles praticam wakeboard, modalidade na qual a prancha é puxada por um barco. “Eu năo vivo fora d’água. Surfava todos os dias em Salvador. Năo perdi essa conexăo aqui na capital, estou todos os fins de semana no lago”, conta.

A democratizaçăo desses bens oportunizou o lazer no lago, antes exclusivo da populaçăo com poder aquisitivo mais alto. O bancário Yuri Resende, 29, acredita que, além dos bons momentos de diversăo, ter um barco é mais do que sinônimo de status. “É a relaçăo poder-sucesso, assim como ter uma mansăo, um carro importado, frequentar camarotes, é estar onde nem todos podem ir. Mas isso năo é tudo. Para mim, vir ao lago e passar o dia por aqui é o melhor programa a se fazer, perde só para viajar”, ressalta. Ele também relata que os gastos săo reduzidos quando comparados a outras opçőes de entretenimento em Brasília. “Eu gosto sempre de estar com muita gente. Normalmente, levo cerca de 10 amigos e rachamos todos os gastos com bebida e alimentaçăo.”

Rodrigo Melchior investiu, com o sócio, em um bar flutuante (foto: Marília Lima/CB/D.A Press)

Thiago e Yuri săo clientes de Rogério Fayad, 29, proprietário da Premier Jet, empresa de aluguel  e compra de lanchas e de motoaquática. Segundo ele, os gastos mensais incluem todas as despesas de manutençăo, segurança e guarda da embarcaçăo. “O cotista terá um custo único mensal a partir de R$ 270 por mês para o jet-ski e a partir de R$ 500 por mês para a lancha”, afirma. O empresário sustenta que o lago propicia um sentimento especial para quem nele navega. “A paisagem e o pôr do sol de Brasília vistos do lago săo únicos e inesquecíveis. Só dando uma volta de lancha para saber. As poucas alternativas de lazer ao ar livre e o clima seco fazem do lago uma das melhores opçőes”, resume.  

Mercado aquecido

Há quem prefira a exclusividade de ter um barco só para si. Entre os muitos modelos, pode-se encontrar um motoaquática zero-quilômetro a partir de R$ 29 mil e até modelos de mais de R$ 100 mil. As lanchas também têm grande variaçăo de preços, um modelo simples, com 16 pés (cerca de 5 metros), pode sair por R$ 50 mil, já as embarcaçőes maiores, com 52 pés (15 metros), alcançam os R$ 5 milhőes.

Júnior Ferreira, 33, é vendedor em uma loja especializada em itens náuticos e afirma que, desde 2013, o mercado brasiliense vem passando por uma tendência de sofisticaçăo. “De cinco anos para cá, os clientes têm escolhido barcos maiores e mais caros, hoje, as lanchas mais baratas estăo saindo menos e a preferência é para as com mais de 30 pés, cujo valor gira em torno de R$ 1 milhăo”, avalia. Ele estima que os lucros obtidos somente com a área de vendas de jet-skis e lanchas alcance R$ 2,5 milhőes por mês.

Para confraternizar com os amigos, Bruno Bermudez, 21, é quem mais usa a lancha da família. “Como somos sócios de um clube, os custos fixos totais giram em torno de R$ 136 por mês, mais uns R$ 300 com um marinheiro para fazer as limpezas e manutençőes da lancha. Entretanto, o que pesa é a gasolina, que pode variar de R$ 800 a R$ 1,2 mil, dependendo do tamanho e do quăo vazio está o tanque”, conclui.

A movimentaçăo náutica no Lago Paranoá também impulsionou o surgimento de outros comércios na regiăo. Um empreendimento em Capitólio (MG) serviu de inspiraçăo aos amigos Rodrigo Melchior, 30, e Godofredo Gonçalves, 33, donos da Porto Marina Lounge Bar. “Nós tínhamos uma lancha e notamos que năo havia opçőes de entretenimento no lago, entăo, em uma viagem a Porto Escarpas, conheci um bar flutuante e decidimos adaptar a estrutura ao lag,o e encaramos o desafio mesmo com todas as dificuldades de regulamentaçăo”, menciona Rodrigo.

 

Julia Sampaio é competidora de vela na categoria em dupla (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)

 

Ao sabor do vento 

A velocidade e a praticidade dos barcos motorizados ofuscaram a beleza dos barcos movidos a vento. Mas a prática da vela ainda mantém muitos apaixonados. Julia Sampaio, 14 anos, é competidora na categoria em dupla. Ela já viajou pelo Brasil e conquistou uma série de títulos. “Eu comecei aos 11 anos, por incentivo da minha madrinha, que era vice-diretora de um clube náutico, e dos meus pais, que sempre gostaram. Dois anos depois, eu participei da minha primeira competiçăo, em Vitória, e năo parei mais”, conta.

Há mais de 40 anos navegando nas águas do Lago Paranoá, José Celso Martins, 76, sente pesar em estar afastado de seu veleiro, por causa de um problema na coluna. “Infelizmente, há três anos que năo velejo, mas já atuei demais com a vela. Cheguei a disputar as classificatórias para a Paraolimpíada de Londres. A maioria dos velejadores săo amadores e velejam por amor, a gente é da água. Estar ao sabor do vento, apreciando a natureza, năo há comparaçăo”, confessa.

O empresário salienta que a carreira esportiva na vela é um caminho tortuoso e difícil, por isso ele é um incentivador da prática em Brasília. “Os patrocínios săo escassos, os materiais săo muito caros e, mesmo assim, temos competidores de alto nível na capital. Há cerca de sete anos, eu doei 60 velas para os clubes náuticos que promovem açőes sociais para crianças carentes e, ainda hoje, vejo as velas sendo utilizadas nas aulas solidárias”, conclui.

Para saber mais

Exigências para tirar o documento de condutor

• O interessado deverá comprovar no mínimo seis horas de navegaçăo em embarcaçőes de esporte, recreio, ou similares.

• Alcançar ao menos 50% de acertos em — prova de Arrais, que é constituída por 40 questőes.

• Apresentar cópia autenticada da Carteira de Identidade (RG), do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e comprovante de pagamento da taxa de pedido.

• Ter idade mínima de oito anos para veleiros, sob a responsabilidade do pai, tutor ou responsável legal, e de 18 anos para motonauta, arrais-amador, mestre-amador ou capităo-amador.

Fonte: Marinha do Brasil

* Estagiária sob supervisăo de Mariana Niederauer 

Fonte: Cidades

Motorista em carro desgovernado atropela seis meninas no RJ!!

Um motorista atropelou seis meninas, de 14 a 22 anos, na saída do túnel Noel Rosa, em Vila Isabel, por volta das 6h da manhã deste domingo. As vítimas andavam pela calçada, vindo de um baile funk no Morro do Macaco, em direção à comunidade Casa Branca, onde moram, quando um carro desgovernado as atingiu até se chocar numa árvore.

Segundo testemunhas que estavam no local, populares lincharam o motorista enquanto a viatura policial e a ambulância estavam a caminho. A Polícia Militar informou que o criminoso, “aparentemente sob o efeito de bebidas alcoólicas”, foi conduzido para a 20ª DP (Vila Isabel), onde familiares e amigos das vítimas registraram o caso.

 

As moradoras do bairro da Tijuca foram socorridas e levadas para o Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro, e para o Hospital Federal do Andaraí, próximo ao incidente.

Até o momento, três jovens estão em estado grave no Andaraí e devem ser operadas, outras duas já foram liberadas pelos médicos. No Souza Aguiar, uma vítima tem quadro estável e aguarda por liberação. De acordo com agentes da 20ª DP, o motorista, não identificado, foi solto agora há pouco

QUE ALIVIO….GRIFE LANÇA CALÇA JEANS QUE ELIMINA CHEIRO DE PEIDOS..

Imagine a cena: você está num elevador lotado e, de repente, surge aquela forte pressão no intestino. O que você faz? Provavelmente, vai lutar com bravura contra a natureza e segurar os gases até chegar ao seu andar.

Agora, não é preciso mais sofrer tanto assim. A grife britânica Shreddies está vendendo uma calça jeans que elimina os odores da flatulência. As peças têm uma camada de carbono que filtra os vapores desagradáveis. Há modelos masculino e feminino, em vários modelos e tamanhos.

A companhia argumenta que o produto tem o poder de aumentar a confiança em situações sociais inesperadas e delicadas. Basta uma lavagem para que o sistema zere e volte a filtrar as impurezas liberadas pelo corpo.

Calça antiflatulência da Shreddies – versão masculina Foto: Divulgação

Cinco anos atrás, a Shreddies já havia experimentado com sucesso a tecnologia antipum em cuecas e calcinhas. O volume de vendas subiu 400%. Depois, criou o pijama antiflatulência, com igual êxito.

O preço médio das calças é salgado: R$ 500.

JOVEM MORRE EM ACIDENTE DE MOTO NA ZONA OESTE

JOVEM MORRE EM ACIDENTE DE MOTO EM BANGU

Um jovem conhecido como Betinho, 21 anos, infelizmente não resistiu e veio a óbito em um acidente de moto nessa madrugada no viaduto de Bangu. Segundo informações de amigos o mesmo bateu com a cabeça e teve traumatismo craniano.

QUE DEUS CONFORTE OS CORAÇÕES DOS FAMILIARES E AMIGOS NESSE MOMENTO TÃO DIFÍCIL 😢

GUARDA MUNICIPAL VAI COMEÇAR A MULTAR OS CALOTEIROS DO BRT NESTA SEGUNDA-FEIRA (22)

GUARDA MUNICIPAL VAI COMEÇAR A MULTAR OS CALOTEIROS DO BRT NESTA SEGUNDA-FEIRA (22)

Após uma semana de orientações e ajustes operacionais em 33 estações do sistema de transporte BRT, a Guarda Municipal do Rio começa nesta segunda-feira, 22 de outubro, a multar quem não pagar a passagem. Ao todo, 40 guardas municipais atuam em rondas – com apoio de equipes regionais – nas estações com índice mais alto de calote nos corredores Transoeste, Transcarioca e Transolímpica.

Quem for flagrado no sistema sem pagar passagem será notificado e autuado e receberá um comprovante. Na aplicação do auto de infração constará a identificação do infrator, local da irregularidade, dia, hora, descrição da infração, dispositivo legal e identificação do guarda municipal. A multa é R$ 170, e, em caso de reincidência, R$ 255. A fiscalização será feita por guardas municipais, responsáveis por aplicar a multa, em conjunto com agentes da concessionária, assim como já acontece no sistema VLT – Veículo Leve Sobre Trilhos. O infrator poderá apresentar recurso, por escrito, junto à Comissão de Revisão e Julgamento na sede da Guarda Municipal (Avenida Pedro II, 111, São Cristóvão).

Quem for multado e não pagar poderá ter o nome inscrito nos órgãos de proteção ao crédito e na Dívida Ativa do município. A emissão da guia de pagamento estará disponível no site http://www.rio.rj.gov.br/web/gmrio. A receita das multas previstas da Lei 6.299 será destinada ao Fundo Especial de Ordem Pública, administrado pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop).

Capacitação dos guardas municipais

Nos primeiros dias de atuação no BRT, guardas municipais prenderam três homens, sendo dois por importunação sexual a duas passageiras na estação Glaucio Gil, no Recreio dos Bandeirantes; e um por roubo de celular na estação Pedra de Itaúna, na Barra da Tijuca. Os agentes ainda se depararam com outros casos, como a apreensão de uma réplica de arma de fogo e o socorro a uma usuária, que caiu ao sair da estação do BRT Parque Olímpico, na Barra da Tijuca.

O efetivo que atua na fiscalização do sistema BRT passou por curso de capacitação na Academia de Ensino da GM-Rio. Com duração de 24h/aula, a capacitação abordou questões relacionadas à legislação que ampara a atuação dos agentes na fiscalização e na coerção a demais crimes, como desacato e recusa em apresentar documentação; procedimentos operacionais padrão, que são documentos normativos com orientações para auxiliar guardas nas ações nas ruas; e também em relação à utilização do aplicativo e equipamentos que vão gerar a penalidade de multa.

A fiscalização está prevista na lei nº 6.299, de 5 de dezembro de 2017, e foi regulamentada pelo decreto nº 44.837, de 2 de agosto de 2018. O serviço integra o programa Rio+Transporte, anunciado pelo prefeito Marcelo Crivella no dia 3 de agosto, no Museu de Arte do Rio.

BRIGA POR POLITICIA SEPARAM FAMILIAS COMO A DO BRUNO GAGLIASSO

As tensões do período eleitoral e as brigas familiares por divergências políticas não têm poupado nem os famosos. Na madrugada deste domingo (21/10), um desentendimento entre Thiago Gagliasso, irmão de Bruno, e a cunhada Gio Ewbank, veio à tona.

O irmão do ator Global divulgou em suas redes sociais uma suposta mensagem que Ewbank teria enviado a ele pelo Whatsapp. Os fãs desconfiam que a briga teve motivações políticas, já que Thiago declarou apoio a Bolsonaro, enquanto o casal global aderiu ao #EleNão.

Na conversa, a atriz e apresentadora rebate um comentário que Thiago teria feito sobre a “televisão estar morrendo”. Bruno é o protagonista da próxima novela das 21h, Sétimo Guardião. A loira se ofendeu e “jogou na cara” do cunhado todos os privilégios que a TV deu à família Gagliasso. Vale lembrar, ainda, que Thiago até tentou, mas nunca conseguiu alcançar o mesmo sucesso do irmão nas telinhas.

“Amorzinho. Espero que quando o seu desejo da “TV morta” se realize (porque deve ser isso mesmo) vocês estejam preparados para: não ter o apartamento que seu irmão deu para vocês morarem no Rio de Janeiro; não ter ajuda do seu irmão quando você não pagar a escola do seu filho e ele te salvar; não ter a mesada que seu irmão dá para a sua mãe; não ter o apartamento de São Paulo do seu irmão para ficar, entre tantas outras coisas”, diz o conteúdo da mensagem compartilhada por Thiago Gagliasso.

De acordo com a foto, é possível ver que a conversa aconteceu no último dia 8 de outubro, mas o ex-A Fazenda não mencionou o motivo de só ter divulgado o texto agora.

“Já que ela ama tanto falar da vida pessoal no ”Amores da Gioh” [canal de Youtube] porque ela não posta isso também lá? A TV não morreu, apenas não é mais um monopólio de opinião, independente da emissora! Seja Globo, Record, SBT o que for! Não é tão difícil de entender, principalmente para alguém que lucra tanto com a internet né. Infelizmente não me tornei um dos Amores da Gioh @gio_ewbank”, criticou Thiago.

“Mas gostaria muito de lhe informar que não moro mais no apartamento do meu irmão (e mesmo que morasse, não teria vergonha por não pensar igual a ele, afinal, não somos gêmeos de cérebros, apesar da semelhança física. Liga lá na escola do meu filho, pergunta se estou devendo algo. Se precisasse da ajuda dele aceitaria viu. Mesada pra mãe? Eu teria orgulho em poder proporcionar a minha mãe o que ele faz por ela, o nome disso é gratidão. Não sei se você conhece. Apartamento do meu irmão para ficar? Relaxa! Tenho amigos que certamente me receberão com o maior prazer”, continuou o irmão do famoso.

“Quem escreve o que quer, leia as consequências! Não preciso aparecer, mas as verdades chegam! Por que chegou a hora né? É fácil defender causas nobres sem saber a realidade de muitos. Ou talvez a sua própria. Nunca fui de expor minha vida pessoal, mas infelizmente foi necessário! Seja bem vindo a realidade”, concluiu.