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Segundo o MIT, o mundo deve acabar (pra valer) em 2040!

Todo dia a gente vê uma previsão diferente sobre o fim do mundo. Recentemente tivemos a profecia Maia, que dizia que o mundo acabaria em 2012, além das milhares correntes que circulam no WhatsApp dando conta que “religioso prevê apocalipse para novembro” ou algo do gênero.

Mas dessa vez o cenário é diferente: temos uma previsão baseada em projeções numéricas complexas, que vêm sendo feitas há mais de 40 anos pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, o MIT – um dos mais conceituados do mundo.

O cálculo foi feito por um programa desenvolvido em 1973, o World One, e leva em conta o poder de sustentação do planeta diante do crescimento econômico e populacional da Terra.

O programa nasceu a pedido de um grupo de pesquisadores, líderes mundiais e membros das Organizações das Nações Unidas justamente para poder propor soluções para o problema do crescimento exagerado. Desde então, vem sendo atualizado e aperfeiçoado constantemente.

Segundo o MIT, se continuarmos no mesmo passo de crescimento populacional, industrialização, aquecimento global, geração de lixo, emissão de poluentes e utilização de recursos naturais, o planeta estará morto daqui a exatos 22 anos, em 2040.

Os primeiros sinais dos fins dos tempos já devem aparecer a partir de 2020, caso nada seja feito. Veremos uma queda gigantesca na qualidade de vida da população em geral, com aumento brusco da mortalidade decorrente da poluição.

A partir de 2040, a população deverá estar extinta em menos de 10 anos.

 

A crosta terrestre está instável a raça humana está condenada. Não perca o eletrizante 2012 – nesta segunda, dia 8, às 22h30.

Natureza luta para ressurgir da lama três anos após tragédia de Mariana

Mato brota nas ruínas de Bento Rodrigues, comunidade devastada pelo rompimento da Barragem de Fundăo (foto: Leandro Couri/EM/D.A PRESS)

O tsunami de rejeitos de minério de ferro que varreu o vilarejo de Bento Rodrigues, no município de Mariana, na Regiăo Central de Minas, também engoliu cerca de 80% da vila de Paracatu de Baixo, que ficava rio abaixo. Hoje, exatamente três anos depois da maior tragédia socioambiental brasileira, o cenário nas áreas atingidas desses dois subdistritos é semelhante. O rejeito que cobriu ruas, quintais e residências, atualmente está sob um tapete de mato e capim. Um verde que extravasa pelas portas, janelas e telhados, servindo de abrigo para animais peçonhentos como escorpiőes e aranhas. 

 

No meio desse terreno desolado, onde até nascentes de água foram soterradas, apenas um morador ainda insiste e com seu suor consegue retirar o sustento da família de sua pequena rocinha em Paracatu de Baixo. Obstinado, o produtor rural Corjesus Mol Peixoto, de 56 anos, é também o único que ainda produz dentro do marco zero dessa devastaçăo. “A lama destruiu a parte de baixo do terreno, onde tinha capim. Eu tinha 12 vacas. Hoje, năo tenho nenhuma, só sete bezerros que crio na parte de cima. Mas preciso de vir tratar deles todos os dias (a Renova fornece silagem e raçăo), porque năo tem mais pastos”, conta. 

 

Devastaçăo 

Os animais só sobreviveram porque a notícia de que a lama estava vindo chegou antes, permitindo salvar o gado de leite. Mas os impactos na vida do produtor foram devastadores. “Năo tiro mais leite, porque năo tenho mais onde guardar (estocar) nem transportar. Minha mulher é professora na escola. Como a escola foi para Mariana, ela năo vem mais aqui comigo. Meus filhos também conseguiram trabalho na cidade. Por isso, há dias que quem fica aqui sou só eu e meus bezerros”, disse. Apesar de sua tenacidade, o produtor rural já admite abandonar Paracatu de Baixo. “Aqui, năo tem mais jeito năo, teremos de viver em outro lugar mesmo. Começar de novo, ter as vacas de novo. A vida era tranquila, muito pacata. Em volta da minha casa viviam umas cinco famílias de parentes, todos meus vizinhos”, lembra. Os habitantes de Paracatu de Baixo escolheram uma área rural a seis quilômetros de lá, chamada Lucila e que vai receber cerca de 120 famílias. 

 

Apesar de haver locais onde as atividades tradicionais e a natureza parecem ter sido completamente devastadas, aos poucos o meio ambiente e algumas açőes da Fundaçăo Renova e outras instituiçőes conseguem restaurar parte dos ecossistemas. Para a recomposiçăo da bacia atingida dos rios Gualaxo do Norte, do Carmo e Doce, a Fundaçăo dividiu a área total em 17 trechos, desde a barragem rompida até o mar. Em cada área uma soluçăo diferente vai ser implementada (veja mapa). “Há locais nos quais a retirada dos rejeitos poderá trazer um impacto ainda maior para a natureza. Temos de levar em conta a movimentaçăo de caminhőes, a geraçăo de poeira e a destinaçăo do rejeito removido para um local adequado. Uma parte desse rejeito já está estabilizada, com uma camada de sedimentos e até mesmo de vegetaçăo que naturalmente recobriu tudo”, afirma a líder do programa socioambiental da fundaçăo, Juliana Bedoya.

 

Ao mesmo tempo, também foram indicados locais onde a remoçăo dos rejeitos da natureza deve ocorrer para impedir que esse material seja reintroduzido nos recursos hídricos com as chuvas. “Um exemplo disso é a cachoeira de Camargos (pequeno povoado perto de Bento Rodrigues). Eles perderam um ponto tradicional deles. Vamos remover o rejeito e recuperar a cachoeira. Pediram área de camping e uma praia artificial. Vamos moldando isso e promovendo a retirada de rejeito”, disse.

Um dos “laboratórios” onde a Fundaçăo Renova testa essas medidas de recuperaçăo ambiental é o chamado Trecho 8, um segmento de nove quilômetros entre os vilarejos de Bento Rodrigues e Bicas que foi soterrado por uma carga impressionante de 500 mil metros cúbicos de rejeitos (cerca de 2,5% do total despejado entre a barragem e a Represa de Candonga). É nesse local que os impactos e experiências săo observados, bem como a regeneraçăo natural e a necessidade de replantio. Ao todo, a barragem rompida deixou escapar 40 milhőes de metros cúbicos, sendo que 6,5 milhőes ainda estăo em Fundăo.

 

(foto: Arte/EM)

 

Fonte: Brasil

Guarda dá choque em mulher que denunciava falta de médicos em hospital

Uma mulher levou um tiro de uma arma de choque em Sorocaba, no interior de São Paulo, no último sábado (3). Célia Ramos, de 42 anos, filmava a falta de médicos em uma Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) no momento da agressão. As informações são do site UOL.

Célia fazia uma transmissão ao vivo no Facebook para reclamar da falta de médicos na UPA. Segundo ela, deveria haver quatro profissionais de plantão, mas só um deles estava presente. Ela começa a abrir portas de salas para mostrar que estavam vazias até que um guarda civil chegasse e começasse a discutir.

Após discussão intensa nos corredores da UPA, o guarda fala para ela desligar o celular, grita e dá um tiro com a arma de choque antes de tomar o aparelho de Célia. A Guarda Civil Municipal (GCM) não informou a identidade do agente, mas a prefeitura de Sorocaba diz que ele será afastado.

 

 

Alexandre Nardoni pode passar ao regime semiaberto por “ótimo comportamento”

Dez anos após sua prisão, acusado de matar a própria filha,  Alexandre Nardoni pode ganhar o direito de sair diariamente da cadeia para trabalhar em regime semiaberto, além de cinco saídas por ano da prisão. E tudo isso acontece por um laudo pedido pela defesa mostra que o condenado possui ótimo comportamento no presídio. As informações são da TV Globo.

Alexandre Nardoni é acusado de ter atirado a filha Isabela da janela do apartamento em 2008. A menina foi jogada depois de ter apanhado da madrasta Ana Carolina Jatobá. Ambos negam, até hoje, o crime.

No relatório solicitado pela defesa de Nardoni, ele é descrito como uma pessoa de ótimo relacionamento com colegas e funcionários do presídio de Tremembé, além de capacidade para criar e manter vínculos. Ainda de acordo com as informações obtidas pela TV Globo, ele diz sentir muito a falta da filha Isabela. O promotor do caso, no entanto, é contra a progressão de regime do condenado.

 

Ana Carolina Jatobá, madrasta de Isabela Nardoni e também condenada, conseguiu a progressão no último mês e agora está no regime semiaberto.

Artistas anti-Bolsonaro boicotam colegas da Globo que apoiam o político

Mais um problema na Globo envolvendo política. De acordo com o colunista Ricardo Feltrin, artistas que votaram contra Jair Bolsonaro não querem participar de programas dos colegas que votaram a favor do presidente eleito para assumir em 2019.

Márcio Garcia, por exemplo, é alvo de boicote de muitos colegas que não querem ir ao seu programa por não quererem dividir o palco com “fascistas”. A situação do apresentador do ‘Tamanho Família’ se complicou depois que imagens dele beijando a mão de Bolsonaro foram veiculadas.

Sabrina posa nua e exibe barriga de 9 meses: ‘Gravidez me transformou’

A ausência em programas da emissora não é o único protesto. Contratados da Globo que desaprovam o político do PSL pedem o fim de programas de quem o apoia.

APRESENTADORA DIZ QUE JOGADOR DO CORINTHIANS É GAY!!! ASSUMA!!

Atreta envolvendo o jogador Emerson Sheik, a ex-panicat Nicole Bahls e a atriz Antônia Fontenelle voltou a pegar foto nesta semana, quando o atacante do Corinthians deu uma entrevista ao canal do YouTube ‘Resenha Delas’, dizendo que “pegava” as duas em 2012, mas que “não tinha nada sério com elas”. Nesta segunda-feira (5), foi a vez de Fontenelle dar uma reposta sobre o caso.

De acordo com o portal ‘TV Foco’, Fabíola Reipert mostrou um áudio da Antonia Fontenelle durante a “Hora da Venenosa” em que ela falava sobre a relação com o jogador.

“Eu conheci esse rapaz em 5 de novembro de 2014 e eu terminei com ele em março de 2015. Foram 4 meses muito tumultuados na minha vida, 4 meses de muita exposição desnecessária. Ele me apresentou aos filhos, a família, a mãe, a irmã, peguei uma amizade com a família dele. Com o passar do tempo, eu consegui ver quem era esse rapaz. Ele se relacionava com várias mulheres ao mesmo tempo”, diz a loira no áudio.

A atriz diz ainda que a culpa não era do jogador, mas sim, dela própria. “Minha mãe sempre me dizia: “Quem se mistura com porcos, farelo come” e esse é um caso nítido que eu me dei muito mal por ter me envolvido com esse rapaz. No dia que o Emerson Sheik se assumir gay, ele vai ser muito mais feliz. Acho que tá faltando isso, que daí ele vai se entender melhor como pessoa”, completou.

Coca-Cola abre 1.500 vagas de emprego

A Coca-Cola FEMSA Brasil seleciona profissionais com ensino fundamental completo para vagas temporárias do Projeto Verão Coca-Cola FEMSA Brasil 2018/2019. Segundo a engarrafadora de produtos da marca, as 1.500 chances são para as unidades comerciais e de distribuição localizadas no Rio de Janeiro e em São Paulo (Capital, Interior e Litoral), Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina.

As oportunidades estão distribuídas por mais de dez cargos, como os de vendedor, promotor, representante de vendas, ajudante operacional, operador de empilhadeira e motorista. Os interessados devem se cadastrar pelo site.

A empresa produz e distribui Coca-Cola, Fanta, Sprite, Del Valle, Schweppes e outras bebidas do portfólio em dez países: México, Guatemala, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Venezuela, Brasil, Argentina e Filipinas.

Atingidos na tragédia de Mariana buscam apoio contra a depressão

Quase 30% dos moradores sofrem com depressăo (foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil)

“Eu cheguei a um quadro alguns meses atrás que parecia que viver ou morrer era a mesma coisa. Perdi a vontade, a perspectiva foi a zero. Mas quando tenho esses pensamentos, eu lembro do meu pai que está com 88 anos e vai precisar muito de mim ainda. Nós morávamos a 10 metros de distância. Hoje ele está em outra casa, e eu estou a dois quilômetros dele. Ele chora por causa dessa situaçăo e aquilo corta o coraçăo da gente.”

O depoimento de Romeu Geraldo de Oliveira, 43 anos, é apenas um de vários relatos de depressăo entre os moradores atingidos pelo maior desastre ambiental já ocorrido no Brasil e que, nesta segunda-feira (5/11), completa três anos. Ele morava no distrito Paracatu, em Mariana (MG), quando a lama de rejeitos que escapou da barragem da mineradora Samarco devastou toda a comunidade.

 

Romeu disse que só melhorou depois de procurar apoio profissional. “Eu sou muito calado, năo tenho aquela iniciativa de procurar alguém para desabafar. E acabo segurando para mim. Mas chegou um ponto que eu năo estava aguentando. E o atendimento psicológico tem me ajudado demais”, relata.

Estudo

Em abril deste ano, a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) divulgou um estudo sobre a saúde mental dos atingidos na tragédia. O levantamento mostrou que quase 30% deles sofrem com depressăo. O percentual é cinco vezes superior ao constatado na populaçăo do país. Segundo a Organizaçăo Mundial de Saúde (OMS), em 2015, 5,8% dos brasileiros tinham depressăo.

Os resultados do estudo apontaram ainda para o diagnóstico de transtorno de ansiedade generalizada em 32% dos entrevistados, prevalência três vezes maior que a existente na populaçăo brasileira. Índices preocupantes também foram constatados em relaçăo ao risco de suicídio e ao uso de substâncias psicotrópicas, como álcool, tabaco, maconha, crack, cocaína.

O estudo foi conduzido em parceria com a Cáritas, entidade escolhida pelos atingidos que moram em Mariana para prestar assessoria técnica no processo de reparaçăo.

“O ócio é muito triste. As pessoas estăo em um processo de adoecimento porque, na cidade, o modo de vida é completamente alterado. E além de terem perdido suas atividades cotidianas, os vizinhos năo se encontram mais. Drogadiçăo, alcoolismo, depressăo. Algumas situaçőes já existiam na comunidade, mas foram aguçadas após o rompimento da barragem”, diz Ana Paula dos Santos Alves, assessora técnica da Cáritas.

Problemas de saúde

Em Gesteira, distrito de Barra Longa (MG), a situaçăo năo é diferente. A lama que alcançou a comunidade através do Rio Gualaxo do Norte também trouxe impactos para além da destruiçăo das casas. “Subiu a pressăo, começou a ter problema no coraçăo, está tomando um punhado de remédios”, conta Pedro Estevăo da Silva, 54 anos, sobre sua măe, que perdeu o lote onde tinha uma horta. 

 

Antônio Marcos da Costa também está lidando com as complicaçőes na saúde de sua măe. “Ela já morava na parte alta de Gesteira, que năo foi afetada, mas tinha uma relaçăo muito forte com a casa onde eu morava, que tinha sido dos meus avós. Ela ia lá todos os dias, ajudava a cuidar da casa e do meu tio, que morava comigo e tem problemas mentais. Ela acabou tendo um problema de depressăo muito forte. E até hoje năo foi reconhecida como atingida”.

Atualmente, a măe de Antônio Marcos, de 50 anos, toma seis medicamentos diferentes e faz acompanhamento com psiquiatra particular que a atende regularmente em Ponte Nova (MG). O apoio profissional permitiu uma melhora. Segundo Antônio, as consultas tem custado R$ 350 por mês e ainda há os gastos com o transporte até o município vizinho.

“Acho que ela é até mais atingida do que eu. Eu perdi a casa, mas a saúde vem antes das questőes materiais”, diz.

A organizaçăo escolhida pelos atingidos de Gesteira para oferecer assistência técnica, Aedas, garantiu a Antônio Marcos que irá atuar pelo reconhecimento de sua măe como um dos atingidos, o que lhe garantirá tratamento e indenizaçăo.

Saúde mental

Em Mariana, a psicóloga Maíra Almeida Carvalho é uma das profissionais que vem atuando exclusivamente com os atingidos que sofreram deslocamento forçado dos distritos para a área urbana do município. Ela foi contratada pela Secretaria Municipal de Saúde em janeiro de 2016, três meses após o rompimento da barragem. O salário é pago pela Fundaçăo Renova, que firmou um compromisso judicial de suplementar os serviços de saúde pública em Mariana e em Barra Longa.

Segundo Maíra, atuam na equipe 10 profissionais, incluindo psiquiatra, assistente social, arte terapeuta, psicólogo e terapeuta ocupacional. Eles acompanham cerca de 350 famílias.

“Há uma reavaliaçăo contante junto à Secretaria Municipal de Saúde sobre a necessidade de novas contrataçőes. Atualmente é a equipe que temos e que tem dado conta de atender as demandas”, diz.

De acordo com Maíra, a atençăo profissional será necessária mesmo após o reassentamento.

A psicóloga relata que processos de adoecimento foram agravados nos períodos de maior desesperança. Ela também destaca que a saúde mental dos atingidos sofre o impacto dos conflitos familiares, das rupturas, dos processos de separaçăo, e das divergências no processo de reassentamento. 

 

“Há um sofrimento relacionado com esse processo de adaptaçăo, com a espera pelo reassentamento, com o tempo prolongado envolvendo as negociaçőes. Alguns estăo diretamente envolvidos na luta pela garantia de direitos. É uma rotina de muitas reuniőes e compromissos, o que é cansativo”, avalia.

Na visăo do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), a questăo merece ainda mais atençăo. “Ajuizamos há cerca de 4 meses uma açăo especificamente sobre saúde dos atingidos. Temos audiência marcada para o dia 8 de novembro. Esperamos chegar a um acordo, mas se năo houver, mais a frente, o juiz terá que julgar”, diz o promotor Guilherme Meneghin. Segundo ele, a equipe designada está sendo insuficiente e a Fundaçăo Renova precisa ampliar os repasses ao município para novas contrataçőes.

Além do medicamento

Para a diretora-executiva de engajamento, participaçăo e desenvolvimento institucional da Fundaçăo Renova, Andrea Aguiar Azevedo, além da suplementaçăo na saúde pública dos municípios, é preciso buscar soluçőes para além dos medicamentos.

“Estamos atuando, por exemplo, através da oferta de trabalho e da socializaçăo nos espaços de convívio, como a Casa do Saber, onde os atingidos de Mariana têm a chave, podem ir lá fazer festas, reuniőes, cursos, cerimônias”, relata.

José do Nascimento de Jesus, conhecido como Zezinho do Bento, acredita que o melhor remédio é a casa pronta. Em sua opiniăo, os atrasos no reassentamento geraram desconfiança e estăo diretamente ligados a alguns casos de depressăo. 

 

Aos 73 anos, ele é presidente da Associaçăo Comunitária de Bento Rodrigues e tem feito o esforço de ir todos os dias à obra. A reconstruçăo do distrito, cuja conclusăo era prevista inicialmente para o início do ano que vem, começou apenas em julho deste ano. A entrega está estimada para agosto de 2020.

“Se você ficar dentro de casa, a tendência é a depressăo mesmo. Eu tento motivar as pessoas. Na semana passada, trouxe uma senhora de 80 anos. Ela ficou satisfeita e voltou segura de que a casa dela vai sair. Acho que é um caso a menos de depressăo”, diz Zezinho do Bento. 

 

Fonte: Brasil

URGENTE!! 1 MORTO E 8 FERIDOS EM BAILE FUNK EM COMUNIDADE NA ZONA OESTE!!

TIROTEIO NA VILA VINTÉM DEIXA UM MORTO, UM FERIDO E OITO PRESOS

Um elemento foi morto conhecido como Neto Pereira ( Vulgo Netinho) foi morto e outro ferido em tiroteio ocorrido na manhã desta segunda-feira (05) na Vila Vintém.

Até o momento, oito pessoas foram presas durante a Operação Router, desencadeada por policiais da 50ª DP (Itaguaí) para desarticular uma quadrilha especializada em furtar roteadores (equipamentos utilizados na distribuição de sinal de internet/telefonia /Tv) e comercializar de forma clandestina. O bando teria causado um prejuízo calculado em cerca de R$ 5, 4 milhões somente na empresa Claro, maior vítima do grupo.

Foram presos Augusto Fábio de Correa, Douglas de Azevedo de Souza, Felipe Gaspar da Silva, Marcos Martins da Rocha, Thiago Ferreira Martins Vinicius Martins Ribeiro, Wagner Ferreira Martins e Arcilino Pereira da Silva Neto, que também foi preso em flagrante por porte de arma de fogo.

As investigações demonstraram que os indiciados, todos funcionários ou ex-funcionários de empresas do ramo de telecomunicações furtaram diversos roteadores ( nos locais denominados sites) em várias regiões do Rio de Janeiro. As estimativas são de que até Setembro deste ano, tenham sido subtraídos pelo grupo, cerca de 90 roteadores, cujo valor unitário e da ordem de R$ 60 mil.

As investigações revelaram a divisão de tarefas; parte do grupo era responsável por efetuar os furtos dos roteadores (braço operacional), célula coordenada por Felipe Gaspar, que atuava juntamente com Thiago; Wagner; Paulo Roberto; Vinicius Martins; Douglas Martins e Alessandro, enquanto os demais por limpar e revender os equipamentos (braço administrativo), coordenado por Augusto Fábio e Arcelino, contando com o auxílio dos demais integrantes do grupo.

De posse do roteador subtraído; efetuada a limpeza do equipamento, o grupo anunciava no Mercado Livre os equipamento por preços que variavam de R$ 6 mil a 25 mil.

10 coisas que todo hipertenso deve saber

Ahipertensão é uma doença silenciosa, assintomática e, se não tratada, pode gerar pode gerar outras graves doenças como o Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame cerebral.

+ Consumir alimentos orgânicos reduz risco de câncer, aponta estudo

Abaixo, o médico clínico dr. Marcelo Caldeira do Centro de Infusões e Terapias – unidade do Grupo Oncoclínicas no Rio de Janeiro explica o que todo o brasileiro (hipertenso ou não) deve saber da doença (seus sintomas, tratamentos, entre outros).

1. A hipertensão arterial sistêmica (HAS) é uma condição clínica de origem multifatorial, isto é, tem múltiplas origens determinantes, tais como, estilo de vida sedentário, consumo excessivo de álcool, predisposição familiar, sexo e etnia, entre outras.

2. Caracteriza-se clinicamente por uma elevação sustentada dos níveis de pressão arterial igual ou acima de 140 e/ou 90 mmHg.

3. Em geral, é assintomática em seu início e causa, ao longo do tempo, danos severos nas paredes dos vasos sanguíneos de todos os calibres, comprometendo de gravemente a circulação.

4. As lesões nos chamados órgãos alvo (coração, vasos sanguíneos, rim e cérebro) evoluem, frequentemente, produzindo sintomas exuberantes de comprometimentos destes órgãos quando já em estado avançado e grave. Assim, Infarto Agudo do Miocárdio (IAM), Insuficiência Cardíaca Congestiva (ICC), Acidente Vascular Cerebral (AVC), mais conhecido como derrame cerebral, e Insuficiência Renal (IR) são causados pela destruição das artérias decorrente da hipertensão arterial inadequadamente controlada.

5. A HAS contribui direta ou indiretamente para 50% das mortes por doença cardiovascular.

6. Diferentemente da crença de popular, sintomas como dor de cabeça e tonturas não representam necessariamente pressão elevada.

7. Atinge cerca de 32,5 % do total da população brasileira (36 milhões de pessoas), sendo 60% dos portadores os idosos.

8. Os principais fatores de risco são:

Idade – está associada diretamente ao envelhecimento, porém não poupa indivíduos mais jovens;

Sexo (acomete mais homens que mulheres) e etnia (mais frequente entre os afrodescendentes);

Excesso de peso e obesidade;

Ingestão de sal (consumo recomendado 2g/dia);

Ingestão de álcool;

Sedentarismo;

Genética;

9. Manter uma rotina regular de exercícios físicos, a redução do peso corporal, uma dieta equilibrada – com reduzida ingestão de sal –, diminuir o consumo de álcool e realizar atividades de lazer para aliviar o estresse emocional, além de cessar tabagismo, são fundamentais como medidas não farmacológicas de tratamento e a prevenção da HAS.

10. Pacientes hipertensos requerem tratamento com abordagens não farmacológicas e medicamentos específicos, uma vez que apresentam frequentemente outras doenças associadas, como o diabetes e dislipidemias (colesterol e/ou triglicerídios elevados) e, por isso, precisam de cuidados médicos personalizados.