O horário de verão de 2018 estar prestes a ter início. À meia-noite deste sábado (3/11) ou 0h de domingo (4) – de acordo com a preferência de cada um –, os relógios dos moradores de 11 unidades da Federação deverão ser adiantados em uma hora.
A mudança de horário atinge Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo e o Distrito Federal.
Como já há uma diferença de fuso, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul continuam com 1h a menos do que o restante das unidades da Federação afetadas pela mudança.
Entenda a alteração:
Em 2017, o horário de verão teve início no terceiro domingo do mês de outubro. Neste ano, a alteração ficou para o primeiro domingo de novembro a pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), para evitar que o novo horário entrasse em vigor durante a votação em primeiro e segundo turno das Eleições 2018.
O horário de verão terminará no terceiro domingo de fevereiro de 2019, quando os relógios devem ser atrasados em uma hora na madrugada de sábado (16/2) para domingo (17), a partir da meia-noite.
Norte e Nordeste O Ministério de Minas e Energia explica que o Norte e o Nordeste não adotam o horário de verão porque a alteração é mais eficaz nas regiões mais distantes da Linha do Equador, onde há uma diferença significativa na luminosidade do dia entre o verão e o inverno.
Nos estados do Centro-Oeste, Sudeste e Sul do país, os dias de verão são mais longos. O objetivo é estimular as pessoas e as empresas a encerrarem as atividades do dia mais cedo, a aproveitarem a iluminação natural e evitarem que equipamentos eletrônicos sejam ligados. Tudo para reduzir o consumo e a demanda energética entre 18h e 21h, os horários de pico.
O ministério explica que no período também há aumento da temperatura e, consequente, do uso de aparelhos de ar-condicionado, o que neutraliza o impacto no sistema elétrico quando o horário de verão entra em vigor.
Enem A mudança acontece no mesmo dia que será realizada a primeira etapa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2018. O Ministério da Educação divulgou diferentes horários de abertura e fechamento dos portões nos locais de provas. Confira o cronograma de todos os estados. (Com informações da Agência Brasil)
Demi Moore, que chegou a ser uma das queridinhas de Hollywood, recebeu homenagem de Mulher do Ano, pela Friendly House no sábado (27/10). Durante o discurso, falou sobre a experiência com as drogas e como conseguiu dar a volta por cima
A atriz disse que conseguiu sair do problema com a ajuda de dois desconhecidos. “Talvez tenha sido intervenção divina, mas duas pessoas que eu mal conhecia se levantaram, tomaram uma atitude e me presentearam com uma oportunidade, que eu acho que era mais um ultimato. A menos que eu estivesse morta, seria bom aparecer [na clínica]”, contou.
Em 2012, Demi Moore passou por tratamento de reabilitação e chegou a perder dentes por causa da dependência e do intenso estresse. “Nunca me senti bem o suficiente. Eu não tinha absolutamente nenhuma autoestima e, nesse caminho autodestrutivo, isso rapidamente me levou a uma crise”, desabafou. A atriz conta que foi muito difícil lidar com a fama.
No seu perfil oficial no Twitter, o editor da revista americana Variety, Marc Malkin, publicou o vídeo do momento em que Demi Moore recebe a homenagem e fala sobre a ajuda que recebeu. “Isso me deu uma chance de redirecionar o curso da minha vida antes que eu destruísse tudo. É claro que eles viram mais coisas do que eu vi em mim e sou muito grata. Sem essa oportunidade e sem a crença deles em mim, eu não estaria em pé hoje”, agradeceu Demi Moore.
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Uma curiosidade: seu nome completo é Demetria Gene Guynes Getty Images
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Ela é mãe de Rumer Willis, Tallulah Belle Willis, Scout LaRue Willis Getty Images
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Demi Moore Getty Images
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Pose de Demi Moore inspirou várias grávidas em ensaios sensuaisVanity Fair/Reprodução
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Demi Moore chegou a ser uma das atrizes queridinhas de Hollywood Getty Images
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Em 2012, Demi Moore passou por tratamento de reabilitação e chegou a perder dentes por causa da dependência e do intenso estresse Getty Images
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“Nunca me senti bem o suficiente. Eu não tinha absolutamente nenhuma autoestima e, nesse caminho autodestrutivo, isso rapidamente me levou a uma crise”, desabafouGetty Images
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A atriz tem 55 anos Getty Images
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Uma curiosidade: seu nome completo é Demetria Gene Guynes Getty Images
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Ela é mãe de Rumer Willis, Tallulah Belle Willis, Scout LaRue Willis Getty Images
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Demi Moore Getty Images
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Pose de Demi Moore inspirou várias grávidas em ensaios sensuaisVanity Fair/Reprodução
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Demi Moore chegou a ser uma das atrizes queridinhas de Hollywood Getty Images
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Em 2012, Demi Moore passou por tratamento de reabilitação e chegou a perder dentes por causa da dependência e do intenso estresse Getty Images
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“Nunca me senti bem o suficiente. Eu não tinha absolutamente nenhuma autoestima e, nesse caminho autodestrutivo, isso rapidamente me levou a uma crise”, desabafouGetty Images
Adna Santos, a Măe Baiana, teve o terreiro incendiado e depredado em 2015: “Precisam respeitar nossa fé” (foto: Zuleika de Souza/CB/D.A Press)
Constitucionalmente, o Brasil é laico há mais de 120 anos e năo discrimina nenhuma religiăo. Na prática, o país ainda mostra as faces da intolerância religiosa, com agressőes físicas, xingamentos, depredaçőes, destruiçőes de imagens, tentativas de homicídio e incêndios criminosos. Levantamento feito pelo Ministério dos Direitos Humanos (MDH), com base nas ligaçőes para o Disque 100, aponta que, no primeiro semestre deste ano, foram registradas 210 denúncias de discriminaçăo por religiăo. Os estados campeőes săo Rio Grande do Norte, Săo Paulo e Rio de Janeiro. Desde 2015, o estado potiguar lidera o ranking, e os outros dois têm alternado o segundo e o terceiro lugares.
Em comparaçăo com 2017, em que ocorreram 255 casos no mesmo período, as ocorrências diminuíram. No entanto, os números podem ser ainda maiores, pois a taxa de subnotificaçăo é alta. Entre as religiőes que mais sofrem discriminaçăo, está a umbanda, com 34 denúncias; o candomblé, com 20; e a evangélica, com 16 casos. O Distrito Federal aparece com apenas uma denúncia. Porém, a Secretaria da Segurança Pública e da Paz Social do DF registra nove ocorrências de discriminaçăo religiosa, de janeiro a setembro. No mesmo período do ano passado, foram oito casos. A pesquisa do MDH também traçou o perfil dos agressores. A maioria das açőes de intolerância é praticada por mulheres. Elas também encabeçam a lista das vítimas — săo 45,18%, contra 37,35% dos homens.
Adna Santos, 56 anos, mais conhecida como Măe Baiana, sentiu na pele a discriminaçăo contra o candomblé, religiăo à qual pertence. Chefe da Divisăo de Proteçăo de Patrimônio da Casa Palmares, ela possui um terreiro no Lago Norte, na divisa com o Paranoá. Em novembro de 2015, o Ylê Axé Oyá Bagan foi incendiado e vários santos e instrumentos religiosos foram queimados ou destruídos. Um laudo da polícia apontou curto-circuito, conclusăo contestada por membros da comunidade. No mesmo ano, foram registrados mais de 10 ataques a terreiros no DF.
“Sofro preconceito. Sou preta, măe de santo, com um terreiro instalado em uma área nobre. A situaçăo melhorou com a implantaçăo da delegacia contra crimes religiosos e com a visibilidade da Palmares. Antes, o próprio governo desconhecia o nosso povo. A populaçăo nos tratava como macumbeiros”, diz Măe Baiana. Ela afirma que, no Distrito Federal, săo 330 terreiros registrados, a maioria em Ceilândia e em Planaltina. “Os ataques diminuíram, mas continuam em outros estados. Precisamos que respeitem a nossa história e a nossa fé, assim como respeitamos a dos outros”, afirma.
Desconforto
Para o pastor da 2ª Igreja Batista do Cruzeiro Velho, Lúcio Flávio Grosso Rezende, a regiăo onde a igreja está localizada é receptiva. No entanto, ele salienta que os ataques aos evangélicos pelo país săo lamentáveis. “O evangélico tem uma forma mais ortodoxa de ler a Bíblia e de colocar os princípios bíblicos em prática, o que causa desconforto a quem năo tem essa mesma visăo. Um exemplo: o evangélico năo consome bebida alcoólica, e, se se depara com alguém que bebe, pode gerar preconceito e discussăo”, diz.
O padre Geraldo Ascari, da Paróquia Santa Terezinha, no Cruzeiro Novo, ressalta que os ataques às crenças religiosas já foram piores, mas que “é necessário que a populaçăo saiba respeitar os valores de rituais diferentes”. Do lado católico, diz, “a diretriz é de respeito e acolhimento dos diferentes. Nesta semana mesmo, celebramos o casamento de um espírita com uma católica. A religiăo dá o autoconhecimento e oferece o lado humano da convivência.”
A religiăo wicca também sofre preconceito. A Uniăo Wicca do Brasil (UWB) estima que cerca de 300 mil pessoas pratiquem bruxaria no país. A estudante de psicologia e taróloga Luana Cavalari, 35 anos, é uma das adeptas. Ela relata que a maioria das pessoas associam wicca a feitiçaria, mas que a religiăo nada tem a ver com isso. “Dizem que fazemos maldade, pacto com o capeta, mas năo. É uma religiăo neopagă, politeísta, que estuda o paganismo de uma forma nova. Năo existe sacrifício nem nada do tipo, pelo contrário. As oferendas consistem em frutas e flores. Celebramos as mudanças das estaçőes do ano e as fases da lua. É um culto voltado aos deuses”, explica.
“É necessário que a populaçăo saiba respeitar os valores de rituais diferentes. A religiăo dá o autoconhecimento e oferece o lado humano da convivência” Padre Geraldo Ascari, da Paróquia Santa Terezinha, no Cruzeiro Novo
Para Lia Zanotta, da UnB, discursos radicais no período eleitoral colocaram sob ataque direitos básicos da cidadania (foto: Ed Alves/CB/D.A Press)
Racismo predomina
A antropóloga da Universidade de Brasília (UnB), Lia Zanotta, observa que, no Brasil, as religiőes que tendem a ser mais discriminadas e enfrentam maior intolerância săo as de matriz africana. “Tem por trás disso um racismo grande. Além disso, a pessoa acha que sua religiăo é melhor que a do outro. Temos episódios frequentes de derrubada e queima por parte de pessoas que dizem agir em nome de uma religiăo superior”, diz. Zanotta aponta ainda que a açăo de radicais observada no período eleitoral colocou em jogo a dignidade da pessoa.
“Vemos a hierarquizaçăo de héteros sobre homossexuais, homem sobre mulher, cristăos sobre năo cristăos. Isso está vindo pela questăo política. A dignidade humana năo discute quem vale mais. Essas questőes năo deveriam estar na pauta das eleiçőes. Săo direitos básicos, garantidos. Uma democracia consolidada năo discute isso. É preciso respeitar a diversidade, esquecer divisőes hierárquicas e fantasiosas. As religiőes devem estar abertas à conversaçăo e ao respeito mútuo”, afirma.
O advogado criminalista e constitucional Adib Abdouni, alerta que liberdade religiosa é garantida pela Constituiçăo Federal, no artigo 5º, inciso VI: “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteçăo aos locais de culto e a suas liturgias”.
Detençăo
Abdouni ressalta ainda que o Código Penal prevê, no artigo 208, a condenaçăo da discriminaçăo religiosa: ‘Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou funçăo religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso é penalizada com detençăo de 1 mês a um ano ou multa. Se houver emprego de violência, a pena é aumentada em um terço, sem prejuízo da correspondente à violência.”
A Secretaria da Segurança Pública informa que denúncias podem ser feitas em qualquer delegacia ou na Delegacia Especial de Repressăo aos Crimes por Discriminaçăo Racial, Religiosa ou por Orientaçăo Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin). Outros serviços disponíveis săo a Delegacia Eletrônica, acessada pelo site da Polícia Civil (http://www.pcdf.df.gov.br), e ainda o Disque 100.
Sexta esposa do cantor Fábio Jr., a atriz Mari Alexandre participou do programa Sensacional, da RedeTV!, e desabafou sobre o fim do seu casamento Fábio Jr.
“Eu sofri muito, então eu fiquei assim, nem acreditava mais tanto no amor. Tinha perdido meu romantismo, agora eu estou voltando com isso” disse ela.
Apesar do fim traumático, Mari Alexandre conta que a relação foi um aprendizado e que está mais consciente. “Antes eu era muito ciumenta, e acho que o ciúme não leva a nada. Não sou mais como eu era. Os anos, a vida… porque não adianta muito esse negócio de você querer controlar a vida do outro. Ele vai fazer o que ele quer em primeiro lugar, não adianta. E quando a gente controla muito, aí é que eles fazem, né?”, explicou.
CONVERSAS DE WHATSAPP APONTAM QUE FILHA DE SUSPEITO FEZ CONTATO COM FAMÍLIA DE JOGADOR
Conversas de Whatsapp obtidas com exclusividade pela Tribuna do Paraná edivulgadas agora a pouco, mostram que Allana, Brittes, 18 anos, não só conhecia o ex-jogador Daniel Corrêa de Freitas, 24, como também teria mantido contato com a família dele horas após a morte do jovem.
O crime aconteceu no último final de semana e foi descoberto quando o corpo de Daniel foi encontrado, no sábado (27), num matagal de uma estrada rural na Colônia Mergulhão, em São José dos Pinhais. Edison confessou o assassinato, mas alegou que matou o ex-jogador porque o flagrou tentando estuprar a esposa dele.
Nesta quinta-feira (1), menos de uma semana do crime, Edison foi preso e junto com ele também foram detidas a esposa, Cristina Brittes, e a filha do casal, Allana Brittes, de 18 anos. A defesa divulgou um vídeo, em que o homem confessa o crime e diz que, ao matar Daniel, buscava “defender a honra das mulheres de todo o Brasil”. Ele sustenta a informação de que o assassinato foi motivado por uma tentativa de estupro e diz que a porta do quarto em que Daniel estaria com a mulher estava trancada.
Contradições
Embora a defesa alegue a tese de que o crime foi uma tentativa de estupro, algumas afirmações do empresário começaram a ser colocadas em dúvida depois do testemunho de uma pessoa que estava na casa no dia do crime. Contradizendo pontos importantes da versão do suspeito, essa testemunha disse que a porta do quarto estava trancada com todos os envolvidos no momento das agressões contra a vítima, e não trancada com a necessidade de arrombamento, como Edison afirmou.
A entrevista foi feita pela Rede Globo, em São Paulo, para onde a testemunha foi com medo de ser identificada e perseguida. “Chegando à casa (da família de Allana, ficamos bebendo e comemorando mais, o pai dela tinha convidado a gente para ficar lá, porque ela estava fazendo 18 anos. Um tempo em que estávamos lá, o rapaz sumiu do lugar”, disse. Segundo a testemunha, nesse momento, Edison e outro rapaz entraram na casa. “Passaram uns 10 ou 5 minutos, ouvi muita gritaria e pedidos de socorro para que não acontecesse uma tragédia. Fui pelo lado de fora, pela janela, porque a porta do quarto estava trancada, e avistei o que estava acontecendo. O rapaz estava sendo enforcado, apanhando muito, muito, e nisso entraram mais dois rapazes, ajudaram a bater nele, depois veio mais um rapaz, tiraram ele do quarto e jogaram ele para fora da garagem e continuaram a espancar”, detalhou.
Outra contradição vem da filha de Edison, Allana. Num vídeo divulgado pela defesa da família, a jovem diz que não tinha convidado Daniel para a festa em casa e que conhecia ele há menos de um ano. Apesar disso, uma foto de uma postagem de rede social diz o contrário: no post, Allana está com Daniel numa festa de aniversário dela, de 17 anos, e escreveu: “a nossa foto do meu aniversário do ano passado, a desse ano você não me mandou”.
Investigações continuam
Os três, Edison, Cristina e Allana, foram presos em caráter temporário e as prisões têm validade de 30 dias, prazo esse que pode ser prorrogado se a polícia pedir e a Justiça entender a necessidade. Enquanto isso, a Polícia Civil de São José dos Pinhais vai continuar a investigar o crime. Nesta quinta-feira, em entrevista coletiva, o delegado Amadeu Trevisan, responsável pelas investigações, disse que, ainda que tenha havido um estupro, o que não está confirmado pela polícia até o momento, a reação de Edison não foi a correta. “O que é preciso entender, é que a resposta dele foi totalmente desproporcional, não vamos perder isso de vista. Ele jamais poderia ter agido dessa forma, como ele tira a vida de alguém?”, disse.
O delegado ainda confirmou que Daniel conhecia Allana e já tinha participado da festa de 17 anos dela, no ano passado. Apesar disso, para Amadeu Trevisan, o crime não foi premeditado. “Foi cometido no calor dos acontecimentos, a motivação está bem clara e aconteceu na casa, onde houve o espancamento. Depois, ele pegou a faca e aí sim tinha a intenção de matar. Mas com certeza não o fez sozinho, outras pessoas participaram”, explicou
O presidente eleito Jair Bolsonaro deve fazer a terceira cirurgia no próximo dia 12 de dezembro. Trata-se de um procedimento para restabelecer o trânsito intestinal, abrindo a incisão, na qual ele levou 35 pontos, e retirando a colostomia – uma espécie de bolsa que funciona como intestino externo.
Bolsonaro foi esfaqueado por Adélio Bispo Oliveira, durante ato de campanha em Juiz de Fora (MG), no início de setembro. O acusado está preso em uma unidade federal na cidade de Campo Grande (MS).
De acordo com a Folha de S. Paulo, o cirurgião que acompanha o militar, Antonio Luiz Macedo, afirmou que, desta vez, os riscos são menores. “Muito menores do que quando o operei em 12 de setembro, com uma peritonite grave, com grande contaminação, com fístula e obstrução intestinal. Agora, os riscos são menores, mas sempre existem riscos em qualquer tipo de cirurgia”, relatou.
Ainda segundo o médico, não será possível fazer o procedimento por meio de técnicas menos invasivas, como a videolaparoscopia ou a robótica, devido ao fato de o presidente eleito já ter ido, recentemente, outras duas vezes para o centro cirúrgico.
“Tem que abrir o abdome, achar o coto intestinal grosso que está fechado dentro da barriga, mobilizá-lo, tirar o intestino da parede e fazer uma emenda”, explica.
Segundo Macedo, após a cirurgia, Bolsonaro deve ficar no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, de cinco a sete dias. “No momento em que o intestino começar a funcionar [em geral, após dois ou três dias] e que ele possa se alimentar normalmente, nós teremos a possibilidade de liberá-lo para casa.”
Uma caravana com 1.500 salvadorenhos que segue em direçăo aos Estados Unidos cruzou nesta sexta-feira o rio Suchiate, na fronteira entre Guatemala e México, constatou a AFP no local.
Os salvadorenhos, seguindo os passos de milhares de hondurenhos que percorrem no momento o sul do México, cruzaram o rio a pé entre Tecún Umán, na Guatemala, e Ciudad Hidalgo, México, após negarem a oferta de asilo ou retorno realizada pelas autoridades mexicanas.
Apenas algumas famílias salvadorenhas que decidiram aceitar o asilo permaneceram na saída da ponte no lado mexicano, onde aguardam a chegada de um ônibus enviado pelas autoridades.
Carregando seus pertences sobre as costas e alguns com crianças no colo, os salvadorenhos cruzaram o rio Suchiate seguindo os passos das caravanas de hondurenhos que percorreram o mesmo caminho rumo aos Estados Unidos, fugindo da violência e da pobreza.
A primeira caravana de emigrantes partiu no dia 13 de outubro da cidade de San Pedro Sula, norte de Honduras, e atualmente passa pelo estado de Oaxaca, no sul do México.
Outros 2 mil emigrantes, que entraram no México na segunda-feira passada, seguem pela mesma rota.
A Direçăo Geral de Migraçăo e Estrangeiros (DGME) de El Salvador informou que 1.778 salvadorenhos partiram na quarta-feira do país, em duas caravanas.
Deste total, 268 pessoas (118 adultos e 150 crianças e adolescentes) decidiram regressar a El Salvador.
Um grupo de 534 pessoas, a maioria salvadorenhos adultos, que partiu no domingo já está no território mexicano.
Os emigrantes de El Salvador decidiram buscar o “sonho americano”, apesar da severa advertência do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de que conterá as massas de emigrantes ilegais até com a ajuda das Forças Armadas.
De acordo com a ‘TV Globo’, o pedido da abertura de inquérito mostra uma possível “falta de isenção nas investigações” sobre o caso, com base em depoimentos que indicariam um “desvio de conduta de autoridades”.
A solicitação para abertura da nova investigação partiu da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, com base em depoimentos colhidos pelos procuradores.
Thammy Miranda está concorrendo ao título do homem mais sexy do ano. O filho transgênero de Gretchen entrou na lista de famosos bonitões na eleição promovida pela revista “Isto é gente” e disputa com nomes como Cauã Reymond, Chay Suede, Caio Castro, Rodrigo Hilbert, Lucas Lucco, o goleiro Alisson Becker, Nicolas Prattes, entre muitos outros galãs.
Até o momento, Thammy ocupa a 15ª posição, com 1,4 mil votos e ficando na frente de Henry Castelli, Rodrigo Lombardi, Neymar, Klebber Toledo, Rodrigo Santoro e Reynando Gianecchini, por exemplo.
Ao saber da indicação, Thammy resolveu comentou a votação seu Instagram: “Gente, vocês estão vendo aí essa votação?”, disse ele, compartilhando a página da votação.
A TV Globo tem sofrido nas mãos de pessoas que roubam o sinal da emissora e divulgam cenas constrangedoras de jornalistas e bastidores do que acontece na emissora. A transmissão roubada não é aquela tradicional que aparece na sua televisão, trata-se de sinais de satélite e canais de streaming utilizados internamente pela TV de Roberto Marinho, como informa o site Notícias da TV.
Geralmente, as cenas são captadas e espalhadas por meio do Twitter. Em uma delas, a jornalista Renata Lo Prete aparece bocejando durante uma matéria do Jornal da Globo. Já Andréia Sadi, da GloboNews, estava provocando os colegas e dizendo que ia sair de férias logo.
2/3
Andreia Sadi aparece falando das férias
3/3
E Luiza Tenente apareceu fazendo chifre
1/3
Renata Lo Prete já foi uma das vítimas do furto de sinal
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Andreia Sadi aparece falando das férias
Ainda de acordo com o site Notícias da TV, isso ocorre há muito tempo. Em julho, a escalada do Jornal Nacional vazou na internet. Luiza Tenente, do G1 em 1 Minuto, também foi vítima.