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Prefeitura do Rio de Janeiro abre 1200 vagas Sem Experiência – Comparecer

Leia atentamente toda a descrição da vaga e veja se está de acordo com as exigências. Case seja solicitado o envio do currículo, recomendamos que envie no corpo do e-mail e não como anexo.

A Prefeitura do Rio, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, Emprego e Inovação disponibiliza, nesta segunda-feira, 1203 vagas no mercado de trabalho. Até quem não tem experiência tem chance de conseguir uma colocação.

As vagas estão disponíveis em um dos Centros Municipais de Trabalho e Emprego. Para se candidatar, a pessoa deve comparecer a um dos endereços munido de identidade, CPF, carteira de trabalho e PIS para buscar o encaminhamento e, se estiver dentro do perfil, seguir para a entrevista.

Vale lembrar que as vagas estão sujeitas a expirar e sair do sistema em função da quantidade de encaminhamentos já realizados e/ou em função de ter acabado o prazo estipulado pelo empregador.

Não há nenhuma possibilidade de encaminhamento das pessoas sem deficiência para as vagas exclusivas para pessoas com deficiência e reabilitados do INSS.

Confira as oportunidades para pessoas sem deficiência:

Médio Completo:

Atendente balconista
Atendente de padaria
Balconista
Estoquista
Fiscal de loja
Mecânico de refrigeração
Vendedor no comércio de mercadorias

Vagas exclusivas para pessoas com deficiência e reabilitados do INSS:

Fundamental Incompleto:

Atendente de mesa
Auxiliar de limpeza
Empacotador a mão

Fundamental Completo:

Açougueiro
Atendente de cozinha
Arrumador de prateleiras em supermercado
Atendente de loja e mercado
Auxiliar de limpeza
Balconista
Copeiro
Empacotador a mão
Estoquista
Mecânico de refrigeração
Operador de câmaras frias
Repositor de mercadorias

Médio Incompleto:

Office Boy
Operador de cobrança bancária

Médio Completo:

Conferente de logística
Fiscal de loja
Operador de caixa
Operador de teleatendimento híbrido (telemarketing)
Operador de telemarketing receptivo
Operador de vendas (lojas)

Veja abaixo os endereços dos Centros Municipais de Trabalho e Emprego (CMTEs):

– Campo Grande: Rua Barcelos Domingos, 162
– Jacarepaguá: Estrada do Guerenguê, 1630
– Méier: Rua 24 de Maio, 931
– Centro – Ciad: Avenida Presidente Vargas, 1997 (Atendimentos exclusivos a pessoas com deficiência)
– Ilha do Governador: Estrada do Dendê, 2080
– Providência: Rua da América, 81
– Guadalupe: Rua Luiz Coutinho Cavalcanti, 576
– Santa Cruz – Rua Lopes Moura 58.

Trump recua em ameaça de atirar contra emigrantes

(foto: Johan Ordonez/AFP)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se retratou nesta sexta-feira de suas afirmaçőes de que soldados americanos deveriam atirar contra emigrantes na fronteira com o México caso fossem ameaçados com pedras.

“Năo disse atirar. Năo terăo que atirar. O que năo quero é que esta gente lance pedras” nos militares na fronteira. 

Trump declarou a jornalistas na Casa Branca que os emigrantes que lançarem pedras ou solicitarem o status de refugiado na fronteira sul a partir de agora “ficarăo detidos por muito tempo”. 

Após um discurso na quinta-feira sobre sua luta contra a imigraçăo ilegal, Trump foi consultado sobre como reagiriam os milhares de homens enviados à fronteira sul diante de um eventual ataque com pedras dos emigrantes. 

Trump respondeu que o lançamento de pedras seria visto como uma ameaça letal. 

“Năo vamos suportar isto. Se eles querem atirar pedras em nossos militares, nossos militares văo reagir”, disse Trump na véspera, afirmando que uma pedra pode ser considerada como uma arma.

“Se eles lançarem pedras como fizeram contra os militares mexicanos e contra a polícia, digo que devem considerar isto como um ataque com arma”.

Nesta sexta-feira, uma caravana com 1.500 salvadorenhos que segue em direçăo aos Estados Unidos cruzou o rio Suchiate, na fronteira entre Guatemala e México.

Os salvadorenhos seguem os passos de milhares de hondurenhos que percorrem no momento o sul do México na tentativa de chegar aos EUA.

A primeira caravana de emigrantes partiu no dia 13 de outubro da cidade de San Pedro Sula, norte de Honduras, e atualmente passa pelo estado mexicano de Oaxaca.

Outro grupo de emigrantes, que entrou no México na segunda-feira passada, segue pela mesma rota.

Fonte: Mundo

Escritora processa Padre Marcelo Rossi e pede R$ 50 milhões

Uma escritora entrou com um processo milionário contra o Padre Marcelo Rossi por violação de direitos autorais em seu livro Ágape, na edição publicada em 2015. De acordo com o colunista Alessandro Lo Bianco, do programa A Tarde é Sua, da RedeTV, Izaura Garcia pede R$50 milhões, 20% do lucro obtido pela venda do bestseller.

A escritora foi a responsável por uma página e meia da obra, que escreveu em 1983. Segundo o colunista, Izaura aceitou um acordo com a editora Globo e o religioso para ceder os direitos de sua escrita por R$ 25 mil.

Agora, a escritora afirma que não foi “remunerada apropriadamente”, e pede mais dinheiro, além de querer ser remunerada pelas novas versões do livro, que não lhe dão os devidos créditos sobre autoria do texto, segundo ela.

Ainda de acordo com Alessandro Lo Bianco, a assessoria do padre teria informado que o mantém afastado do caso e que na Justiça pedem para que o acordo inicial seja honrado.

EX ATACANTE DA SELEÇÃO PEDE AJUDA A BOLSONARO

Oex-atacante da seleção brasileira, Alexandre Pato compartilhou em seu InstaStories um texto da modelo brasileira Gisele Bündchen, no qual questiona o presidente eleito Jair Bolsonaro(PSL), sobre a fusão dos ministérios do Meio Ambiente e da Agricultura.

 

 

“Fragilizar a autoridade representada pelo Ministério do Meio Ambiente, no momento em que as preocupações com as ameaças da mudança climática e do desmatamento se intensificam pode ser desastroso”. diz um trecho da publicação.

+Dedé faz planos no Cruzeiro e evita sonhar com Europa

“A natureza é o nosso bem mais valioso na Terra, e preservar o meio ambiente é essencial para o futuro dos nossos filhos. Por favor, permita que não retrocedamos décadas de luta pelas florestas” conclui.

Campeão do Mundial de Clubes com o Internacional em 2006, com apenas 17 anos, Alexandre Pato foi uma das maiores promessas do futebol brasileiro nos anos 2000. Atualmente o jogador atua no Tianjin Quanjian FC, da China.

Marcelo Adnet é hostilizado no Rio de Janeiro: “Vaza, vagabundo”

Marcelo Adnet usou o Twitter para relatar agressões verbais sofridas no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira (2/11). Segundo o relato do comediante, ao menos duas pessoas fazendo o gesto de arma com as mãos gritavam ofensas contra ele.

Marcelo Adnet

@MarceloAdnet

Parei em um mercadinho na Barra pra fazer umas compras. Quando estava carregando o carro com sacolas vejo um senhor fazer gesto de armas com as mãos e gritar “vaza”, “vai embora”, “tá olhando o quê?”. Até eu entrar no carro alguém se juntou gritando “vaza vagabundo, vagabundo!”

No segundo turno das eleições, Marcelo Adnet declarou voto em Fernando Haddad (PT) – o gesto de arma com as mãos é bastante usado pelos apoiadores do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

Adnet também ficou famoso durante o período eleitoral por conta das imitações que fez dos candidatos. Entre eles, Bolsonaro, que ganhou vídeo individual e uma participação em um debate fictício com Haddad.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=nyFoEuc9v1Q]

Confira galeria de imagens de Marcelo Adnet:

 

Polícia prende quatro suspeitos em comunidade na Zona Oeste do Rio

 Quatro suspeitos foram presos e um adolescente apreendido, na manhã desta quinta-feira, durante uma operação da Polícia Militar na Favela da Coreia, em Senador Camará, na Zona Oeste do Rio.
De acordo com a PM, policiais do 14° BPM (Bangu) prenderam quatro homens e apreenderam um adolescente em uma ação para coibir o tráfico de drogas na comunidade. Com eles, foram apreendidos quatro rádios comunicadores e duas pistolas. O caso foi registrado na 35ª DP (Campo Grande).

Policial militar mata motorista de Uber com disparo na cabeça

São Paulo – Um policial militar em serviço deu um tiro na cabeça de um motorista de Uber durante uma tentativa de abordagem policial e o matou. Ele afirmou que o tiro foi acidental, foi indiciado por homicídio culposo (sem intenção de matar) e foi liberado após prestar depoimento à Polícia Civil. O caso, ocorrido às 16h20 desta quinta-feira, 1º, em uma rua do Jardim São Luís, zona sul de São Paulo, é investigado pela Corregedoria da Polícia Militar.

A Secretaria Estadual da Segurança Pública, que não divulgou o nome do policial, afirmou que ele entregou sua pistola e que a Polícia Técnico-Científica está produzindo laudos sobre o caso. Segundo o governo do Estado, uma equipe da Polícia Militar fazia patrulhamento de rotina quando suspeitou do Honda Fit guiado por Caio Rodrigo Medina Vaz Amâncio, de 24 anos. Ao emparelhar o carro da polícia com o veículo suspeito, o disparo acidental foi efetuado.

 

 

A secretaria não informou o motivo de o policial estar com a arma na mão nem de ela estar apontada para o motorista.

Ao perceber o disparo, e também que o motorista havia sido atingido, os policiais pediram socorro ao Corpo de Bombeiros. Mas, quando resgate chegou, Amâncio já havia morrido. A Polícia Civil requereu perícia no local do crime e um inquérito foi instaurado.

PF investigará grupo articulado para barrar apuração da morte de Marielle

(foto: AFP / MAURO PIMENTEL)

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, anunciou nesta quinta-feira (1º) que a Polícia Federal (PF) vai investigar a existência de um grupo criminoso articulado para atrapalhar e impedir as investigaçőes do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes, em março. O ministro solicitou a instauraçăo de inquérito policial para apurar o envolvimento de agentes públicos, milicianos e contraventores que estariam atuando em conjunto.

O pedido de atuaçăo da PF foi feito no mesmo dia pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge, com base em depoimentos de duas pessoas que estariam ligadas ao crime. “As denúncias săo extremamente graves, precisam ser investigadas”, afirmou Jungmann. O ministro, no entanto, năo quis dar informaçőes sobre quem seriam essas pessoas e qual o grau de confiabilidade dos testemunhos. Ele disse apenas que os depoimentos foram dados há um mês a procuradores federais.

Reportagem do jornal O Globo desta quinta-feira mostra que um dos depoimentos foi dado pelo ex-policial militar Orlando de Oliveira Araújo, o Orlando de Curicica. Ele está preso na Penitenciária Federal de Mossoró (RN). Em entrevista concedida por escrito ao jornal, Curicica negou ter participado do duplo assassinato, mas afirmou que a Polícia Civil do Rio năo tem interesse em elucidar o caso e que haveria pagamento de dinheiro a agentes públicos.

Ele acusou até o chefe do órgăo, o delegado Rivaldo Barbosa, de ter montado uma intrincada rede de proteçăo aos chefes da contravençăo envolvidos em assassinatos. De acordo com O Globo, a informaçăo consta do depoimento de Curicica dado à PGR. Segundo apurou o Broadcast/Estadăo, o segundo depoimento também foi tomado pelo Ministério Público em um presídio do Rio Grande do Norte.

Năo há previsăo de federalizaçăo da investigaçăo da morte de Marielle e Anderson. O caso continuará com a Polícia Civil, com a ajuda do Ministério Público Estadual do Rio. Por considerar graves as informaçőes dos depoimentos, Raquel Dodge pediu que a PF garanta segurança aos depoentes e a seus familiares.

Em agosto, Jungmann chegou a oferecer publicamente ajuda da Polícia Federal, mas autoridades do Rio a cargo da investigaçăo recusaram. O ministro esclareceu que o novo inquérito pode, eventualmente, vir a ajudar a elucidar os assassinatos, mas destacou que as duas investigaçőes têm objetivos diferentes.

“O que se está fazendo é criar um outro eixo que investigará aqueles ou aquelas que estejam dentro da máquina pública – portanto, agentes públicos -, ligados ao crime organizado ou a interesses políticos e que estăo tentando impedir que seja elucidado esse crime. Entăo, em certo sentido, năo deixa de ser uma investigaçăo da investigaçăo que está sendo feita”, disse.

Questionado se os depoimentos foram acompanhados de provas materiais, o ministro afirmou que năo poderia dar detalhes porque o caso está sob sigilo. “Săo depoimentos em vídeo devidamente gravados por procuradores da República com fatos, nomes e valores que têm de ser devidamente investigados. Pode ser que năo seja isso, mas também evidentemente pode ser que tenha fundamento.”

O chefe da Polícia Civil, delegado Rivaldo Barbosa, afirmou por meio de nota oficial que a investigaçăo do caso Marielle está muito próxima do fim. Disse ainda que “repudia a tentativa de um miliciano altamente perigoso, que responde a 12 homicídios, de colocar em risco uma investigaçăo que está sendo conduzida com dedicaçăo e seriedade”. “Ao acusado (Curicica) foram dadas amplas oportunidades pela Polícia Civil para que pudesse colaborar com as investigaçőes de duplo homicídio dentro do estrito cumprimento da lei.”

Curicica estava preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, no Rio, mas, depois da morte da vereadora, foi transferido para a penitenciária federal. Na ocasiăo, por meio de seu advogado, ele contou que estava sendo pressionado pela polícia para confessar participaçăo no crime e, como havia se negado a assumir a culpa, teria sido transferido.

“Năo causaram surpresa as ilaçőes feitas pelo preso, tendo em vista que, historicamente, chefes de organizaçăo criminosa, notadamente milícias, se utilizam desse artifício para desmoralizar e desacreditar instituiçőes idôneas e seus membros”, continua a nota oficial. “Nenhum esforço está sendo poupado, cabendo ressaltar que todas as técnicas e os recursos disponíveis têm sido empregados no trabalho de investigaçăo. Dentro desse propósito, o chefe de Polícia Civil garante: o caso está muito próximo de sua elucidaçăo.”

Fonte: Brasil

Jean Wyllys culpa Bolsonaro por ameaças que recebe nas redes sociais

Ativista da causa LGBT e das minorias, o deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) disse ao GLOBO que foi transformado em “pária” pela campanha do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) e que hoje vive em “cárcere privado” por estar sob permanente proteção policial, devido, segundo ele, a ameaças que recebeu de apoiadores de Bolsonaro. Wyllys fez oposição intensa ao presidente eleito e chegou a cuspir nele, em 2016, durante a votação do impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT) na Câmara.

“A campanha de fake news montada pelos inimigos da democracia que agora chegam ao poder (sobretudo a mentira do inexistente “kit gay”) me transformou num pária para os eleitores desse maldito, que invadem diariamente minhas redes com dezenas de milhares de xingamentos e ameaças, e colocou minha vida em risco em quase todos os lugares do Brasil”, disse Wyllys em texto enviado à reportagem.

 

Desde que a vereadora do PSOL Marielle Franco foi assassinada, em março, o deputado federal tem escolta policial e só anda com carro blindado. Agora, ele afirma que as ameaças que recebe de apoiadores de Bolsonaro limitaram sua vida pessoal e política. “Estou praticamente em cárcere privado pelas medidas de segurança que fui obrigado a respeitar. Logo, no momento, estou preocupado em me manter vivo, em cuidar da minha saúde que está abalada pelo volume de mentiras e ameaças contra mim. Estou preocupado em sobreviver, em recobrar as forças num país que elegeu o fascismo”, disse.

O deputado federal, que foi reeleito este ano, também disse que a sua “luta pela sobrevivência” está ligada à “multiplicação de grupos na internet que estão prometendo assassinar gays”.

Procurada para falar sobre as declarações de Wyllys, a assessoria parlamentar de Bolsonaro disse que quem levou uma facada foi o presidente eleito, que Wyllys chama de fascista. “Coincidências ou não, o terrorista que cometeu o crime, era filiado ao partido do ‘ameaçado de morte’, o PSOL. É aquele velho enredo que a população já percebeu: ‘Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é’. Assim é a linha auxiliar do PT”.

Adélio Bispo dos Santos, que deu a facada em Bolsonaro, foi filiado ao PSOL de 2007 a 2014. Em nota, o partido repudiou o ataque e cobrou investigação sobre o ataque.

Blogueira busca cura do câncer pela 2ª vez e pede ajuda na web

Amineira Marcella Lisa, 31, é conhecida entre noivas brasileiras. O motivo é seu site, Berries and Love, onde são publicadas inspirações de casamentos que vão de vestidos de noiva a lembrancinhas. O lema que a blogueira divulga com mais afinco, porém, vai muito além da decoração ou da escolha do melhor bufê: ela costuma propagar que “o amor cura”.

Engenheira eletrônica por formação, Marcella começou a escrever sobre casamentos depois da sua união com Henrique Géa, 31, seu namorado desde a faculdade. Foi a história de tudo que o casal viveu entre o noivado e o casamento que fez com que ela optasse pela carreira de blogueira do amor, como se autointitula.

O pedido de casamento feito por Henrique veio de surpresa, em 2008, aos pés da torre Eiffel. Como o sonho de Marcella sempre foi casar, não surpreendeu que a cerimônia ocorresse dali a anos, tão logo os jovens noivos terminassem a graduação. O que causou espanto, entretanto, foi a razão pela qual eles tiveram de adiar o planejamento: aos 22 anos, no último semestre da faculdade, Marcella descobriu que estava com câncer de mama.

“Sem dúvidas foi um choque para mim e para toda a família. A doença é silenciosa e eu não tinha percebido nenhuma diferença no meu corpo. Eu estava com uma leve alteração na tireoide, o endocrinologista desconfiou de uma doença autoimune que poderia afetar a minha fertilidade e por isso me recomendou ir a uma ginecologista. Não tinha costume de fazer exame de toque, mas a médica apalpou um nódulo e logo pediu exames de imagens para avaliação. No entanto, pela minha pouca idade, a suspeita era baixíssima [mas o resultado foi positivo]. Impossível não dizer que teve a mão de Deus me guiando para descobrir e me tratar o quanto antes”, conta Marcella.

Com o casamento adiado, era hora de ela se concentrar na cura. “Ver o carinho do Henrique por mim me deu força para lutar e vencer. Ele me levou em todas as 16 sessões de quimioterapia, 28 de radio, dezenas de consultas com mastologista, oncologista, radiologista. Foi ele quem cortou meu cabelo quando começou a cair. Ouvi-lo dizer que mesmo careca eu era a mulher mais linda do mundo foi um bálsamo para a minha alma, ainda hoje me emociono ao lembrar. Ele dizia que precisava de mim, mal sabe ele que eu que preciso dele”.

Cabelo curto, sem cabelo, com franja, sem franja e com longas madeixas novamente. Tudo mudou muito na vida de Marcela após o câncer, mas o desejo de casar permaneceu. Depois do diagnóstico, o casal teve cerca de nove meses para preparar a festa, que também era uma celebração pela vida. Para agradecer a presença de todos no evento, eles escreveram o nome de cada convidado e fornecedor em corações de madeira e penduraram em uma árvore no local.

MUDANÇAS E NOVO DIAGNÓSTICO

Para continuarem celebrando o amor e a vida, Marcella e Henrique procuram fazer lua de mel todo ano. Em uma dessas viagens, encantaram-se com Vancouver (Canadá) e começaram a juntar dinheiro para mudarem de país. É de lá, desde 2016, que Marcella toca seu negócio, sempre em contato com noivas e fornecedores de casamento.

O relacionamento intenso com clientes e público foi fundamental para que ela contasse com eles em mais uma missão de cura.

 

Isso porque em fevereiro deste ano, durante um exame de rotina, foram constatados dois novos tumores, um em cada mama. “De novo, não senti nada diferente. Desta vez, os tumores são menores, mas mais agressivos e já se espalharam para outras partes”, diz Marcella.

Ao procurar tratamento no Canadá e no Brasil, a blogueira soube que as terapias convencionais não seriam curativas para o caso. A busca incessante por novas alternativas a levou para métodos desenvolvidos no México e na Alemanha.

Marcella escolheu Tijuana, no México, devido ao custo mais baixo do tratamento, que inclui hipertermia, vacinas com vírus e células dendríticas, além de vitaminas intravenosas com altas doses de vitamina C, curcumina, B17 e GCMAF.

“São terapias não tóxicas que se baseiam na ideia de fortalecer o sistema imunológico e treiná-lo para identificar as células cancerígenas, além de enfraquecer o câncer e desintoxicar o corpo”, relata a blogueira.

Infelizmente, nenhum plano de saúde cobre os procedimentos. Antes de optar pelo México, o casal gastou mais de R$ 100 mil em terapias no Canadá. No novo país, os gastos chegam a R$ 250 mil e abrangem nove semanas de tratamento no hospital e mais três meses em casa.

Marcella já começou a se tratar e lançou nas redes sociais uma campanha para arrecadar fundos e pagar a medicação completa. “Sabendo da nossa necessidade, amigos e fornecedores queridos se mobilizaram para criar ações com a hashtag ‘#oamorcura’. Com a ajuda das pessoas, de qualquer valor, posso alcançar meu objetivo. Acredito que o amor cura que e juntos somos mais fortes!”.

 

Marcella declara que só sairá de Tijuana curada, mas o tratamento -que já surte resultados positivos- ainda não está inteiramente pago. Há campanhas abertas em diversas plataformas. Quem deseja ajudar a blogueira a buscar a cura, pode acessar o site da campanha (https://goo.gl/UNEPRN) para ter mais informações.

Além de contar com inovações da medicina, colaboração dos amigos, da família e de profissionais do setor casamenteiro, o amor e a companhia de Henrique também foram essenciais ao longo dos 13 anos que estão juntos.

“As coisas que mais me impressionam na nossa relação são a cumplicidade, o carinho e o amor incondicional que desenvolvemos um pelo outro. Sem dúvidas ele é o meu porto seguro e não mede esforços para cuidar de mim e me fazer feliz”.

Marcella se fortalece também por meio da fé e da vontade de continuar falando sobre amor: “Entender o amor de Cristo por mim e por quem lê o que escrevo muda tudo na minha vida. Falar de amor é uma necessidade urgente. Ele cura, liberta, sara, transforma. O amor de Deus para conosco, entre pais, filhos, irmãos, amigos Tudo isso me fascina, e o amor entre marido e mulher, esse me derrete. Tenho aprendido tanto com esse novo diagnóstico e tenho muito para dividir. Preciso falar de amor, por isso minha missão não acabou. Ela está só começando. Sei que assim como eu muita gente deve estar passando por algum momento de dificuldade na vida. Fique firme, tenha fé em Deus! Não aceite notícias ruins como sendo verdades absolutas. Enquanto houver vida há esperança”. Com informações da Folhapress.