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Bolsonaro sobre debate eleitoral: ‘Quem conversa com poste é bêbado’

Após Fernando Haddad (PT) usar o Twitter para criticar e convidar Jair Bolsonaro a participar dos debates do segundo turno para que eles possam confrontar suas propostas de governo diante dos eleitores brasileiros, o capitão reformado decidiu dar uma resposta sem harmonia ao adversário.

“Senhor Andrade (provável erro de digitação), quem conversa com poste é bêbado. Existe um que está preso por corrupção e você vai toda semana na cadeia visitá-lo intimamente além de receber ordens! Cuidado que pelo desenrolar das notícias reveladas você pode ser o próximo!”, escreveu o candidato do PSL à Presidência da República, pela mesma rede social, nesta terça-feira (16).

Pouco depois, Haddad publicou uma “tréplica”. O petista postou uma fotografia de um estúdio de televisão vazio e escreveu: “Te espero aqui, deputado”.

Jair Bolsonaro 

@jairbolsonaro

Senhor Andrade, quem conversa com poste é bêbado. Existe um que está preso por corrupção e você vai toda semana na cadeia visitá-lo intimamente além de receber ordens ! Cuidado que pelo desenrolar das notícias reveladas você pode ser o próximo! https://twitter.com/haddad_fernando/status/1052258397939228674 

Fernando Haddad 13

@Haddad_Fernando

Te espero aqui, deputado. pic.twitter.com/ZQXRhQs1Od

 

 

 

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Pé de maconha aparece na arquibancada do estádio do Peñarol, no Uruguai

A liberação do consumo de maconha no Uruguai chegou até nos estádios de futebol. Nesta semana, uma pequena plantação de cannabis foi encontrada no Estádio Campeón del Siglo, que pertence ao tradicional time Peñarol. Um torcedor gravou um vídeo para mostrar a pequena planta e compartilhou as imagens pelas redes sociais.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=4Ol_jH7rH8o?enablejsapi=1&origin=https%3A%2F%2Fextra.globo.com&widgetid=1]

Em julho de 2012, o governo do presidente do José Mujica anunciou planos de venda de Cannabis controlada pelo Estado, de maneira a combater os crimes do tráfico de droga e por questões de saúde. A lei foi aprovada em 2013.

O comércio em farmácias começou em julho de 2017, como a terceira e última etapa da implementação da Lei 19.172, aprovada pelo Senado em 19 de dezembro de 2013, que permite o acesso à droga para fins recreativos.

Espírito vingativo? Demolição de casa de Marcos Paulo termina em morte

Com tons de caso sobrenatural, uma tragédia ocorreu na antiga casa de verão do ator Marcos Paulo no fim de semana. De acordo com o colunista Leo Dias, um pedreiro que trabalhava na demolição do imóvel em Búzios, no Rio de Janeiro, morreu depois que parte do muro desabou sobre ele.

Moradores da região ficaram perplexos com o acidente e há quem diga que é o espírito do diretor, falecido em 2012, que teria ficado “enfurecido” com a destruição do local e o amaldiçoou.

Em fevereiro deste ano, Antonia Fontenelle, com quem ele teve um relacionamento, chegou a usar o Instagram para criticar o abandono da casa, que era um dos cantos prediletos do cantor, que estava abandonada por conta do imbróglio judicial sobre a partilha dos bens do ator.

No relato, a influenciadora digital afirmou que a residência havia sido tomada por usuários de drogas e que os responsáveis não haviam tomado providências para a manutenção do espaço. “Uma vida inteira de trabalho jogada no lixo, por intolerância e falta de respeito com um homem que durante toda a vida trabalhou e zelou pelos os seus”, escreveu à época.

Herança da discórdia
Desde a morte de Marcos Paulo, em 2012, a questão de sua herança gera conflito entre a apresentadora, a atriz Flávia Alessandra — mãe de Giulia, filha do diretor –, e as outras duas filhas dele.

Homem quebra pescoço de ex-namorada em briga e tenta forjar suicídio

Uma mulher foi estrangulada dentro de casa e o principal suspeito é seu ex-namorado, que foi encontrado em um imóvel vizinho onde ocorreu o crime. A diarista Edneia Cordeiro Vieira, 35 anos, teve o pescoço quebrado e foi encontrada com um lençol em torno dele. A polícia acredita que o autor teria cometido o feminicídio e teria tentado forjar uma cena de suicídio. Júnior Vieira de Souza, 33 anos, foi preso em flagrante, nessa segunda-feira (15/10), por descumprir medida protetiva que resguardava Edneia. O caso ocorreu em Goianira, em Goiás.

De acordo com informações da Polícia Civil goiana, após quatro dias desaparecida, vizinhos da diarista sentiram o mal cheiro e tentaram entrar na casa, que estava trancada. A polícia foi acionada e arrombou a porta. Ao encontrar o corpo, investigadores começaram a procurar pelo ex-namorado da vítima, acusado de descumprimento de medidas protetivas contra a diarista.

O delegado Bruno Costa e Silva informou aos policiais militares que Júnior deveria ser preso por desobediência à ordem judicial de afastamento. Após ser detido, o suspeito foi autuado por descumprimento das medidas protetivas. A Polícia Civil pediu, nesta terça-feira (16), a prisão preventiva em razão do histórico de ameaças contra a vítima e planos do investigado de voltar para Roraima, seu estado de origem.

Investigações
Após perícia no corpo, o Instituto Médico Legal (IML) constatou que a mulher foi vítima de homicídio por estrangulamento, inclusive com fratura de seu pescoço. Dessa forma, o investigado, que permanece preso, também é investigado pela prática de feminicídio.

A vítima havia registrado ocorrência contra ele em julho deste ano, pela prática de ameaça e injúria. Na ocasião, ela não representou criminalmente, mas solicitou medidas protetivas. O autor teria cumprido a ordem no início, mudou-se da casa da vizinha, mas recentemente, voltou a morar no local.

Conforme as investigações, o casal teria reatado o relacionamento, mas voltou a ter desentendimentos e, no dia 9 deste mês, a mulher registrou nova ocorrência. Dessa vez, representou criminalmente, além de ter informado que o investigado não respeitava mais o afastamento. As Polícias Civil e Militar fizeram buscas na época, mas não o encontraram e o descumprimento foi comunicado ao Poder Judiciário.

A mulher tinha conhecido o investigado por meio de sua vizinha. Eles tiveram um relacionamento breve, com términos e reconciliações. O homem mudou-se para Goiás há oito meses, vindo de Pacaraima (RR), para se internar em clínicas de recuperação de dependentes de drogas. Há poucos meses ele conheceu a vizinha da vítima, que o abrigou provisoriamente em sua casa, período em que o casal se conheceu.

O preso foi interrogado e negou a prática dos crimes. A Polícia Civil de Goianira informou que em relação ao homicídio, com indícios de se tratar de um feminicídio, as investigações ainda estão em fase inicial e que se manifestará novamente apenas na conclusão do inquérito policial.

FOI ESSA MULHER QUE MATOU A FERNANDA!!

ESSA MULHER MATOU FERNANDA

Mulher que realizou um procedimento estético na microempresária Fernanda Assis, de 29 anos, era conhecida como “Dani Bumbum” ou “Dani Sereia”. Danielle Cândido Cardoso, que teve a prisão temporária decretada ontem, cobrou R$ 1 mil pelo procedimento. Uma amiga da vítima afirmou à polícia que Fernanda pagou R$ 500 por transferência bancária e o restante seria por cartão de crédito. As informações constam na decisão da juíza Lívia Bechara de Castro, proferida ontem. Dani Bumbum já tinha uma passagem pela polícia por ter sido flagrada pela polícia, em 2015, com metacril, em São João de Meriti. Na ocasião, ela foi levada à delegacia e reponde a um inquérito.
No processo, consta que o marido de Fernanda, Alex Fernando, afirmou à polícia que Dani Bumbum o ligou dizendo que essa era a primeira vez que acontecia uma morte após um procedimento que ela tenha realizado. E que ela transferiu R$ 200 para a conta de Alex. Assim, ele descobriu o nome completo de Danielle. Ainda de acordo com o processo, ele recebeu diversas ligações, áudios e texto via WhatsApp após o falecimento de Dani.

Outra amiga de Fernanda afirmou que Dani foi até a casa de Fernanda para trocar o curativo e, quando viu o ferimento no bumbum dela, “começou a chorar e não falou nada”.

Bebê é morto por mãe e padastro no RJ!!

Bebê é morto por mãe e padastro em Duque de Caxias

Segundo as investigações da 60ª DP (Campos Elíseos), a mãe do bebê e o companheiro decidiram matar o menino após descobrirem que ele era filho de um relacionamento extraconjugal dela

Um crime que chocou até os policiais. A Polícia Civil pediu a prisão de um casal suspeito de matar o bebê de dois meses, filho da acusada, atear fogo no corpo e jogar em um rio enrolado numa sacola. O crime aconteceu no último sábado no Pilar, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Segundo as investigações da 60ª DP (Campos Elíseos), a mãe do bebê e o companheiro decidiram matar o menino após descobrirem que ele era filho de um relacionamento extraconjugal dela.

O crime foi cometido no quintal da casa dos acusados e presenciado pela filha da mulher de 8 anos. No dia seguinte, a acusada ainda procurou a 60ª DP (Campos Elíseos) dizendo que haviam sequestrado o bebê quando ela o levava para o Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Caxias. O casal vai responder por homicídio e ocultação de cadáver.”O que mais me chocou foi a forma fria como ela agiu na delegacia. Durante todo o tempo ela, sentada e calma, negou o crime. E, mesmo depois de apresentarmos a versão do marido (segundo a polícia, ele confessou o crime), ela disse que encontrou a criança morta”, contou o delegado.
A farsa foi descoberta pelos policiais da 60ª DP (Campos Elíseos) que desconfiaram da história porque a mulher só procurou a polícia no dia seguinte ao suposto sequestro. Ainda de acordo com as investigações, ela insistia em ter uma cópia do registro de ocorrência e não aparentava preocupação com o paradeiro da criança.Suspeitando das declarações da mãe do bebê, na última segunda-feira, a polícia intimou o casal a depor. Segundo o delegado-titular da 60ª DP, Julio Filho, o acusado acabou confessando o crime. De acordo com Julio, ele disse que não matou a criança, e que ajudou atear fogo no corpo e a joga-lo no rio. Ele disse ainda que se negou a comprar um berço para a criança porque ela não era seu filho e por isso o bebê dormia em uma banheira. Já a mulher, negou a história e ainda tentou justificar a crueldade alegando que o companheiro tem problemas mentais quando disseram que ele havia revelado a verdadeira história.Após o interrogatório, a polícia fez diligências na casa do casal e encontraram nos fundos da residência vestígios de material queimado apontado pelo acusado como local do crime e confirmado pela enteada dele, a filha da acusada de 8 anos. O Corpo de Bombeiros foi chamado e conseguiram encontrar no rio a sacola, que estava aberta e vazia.A mãe da mulher e os filhos foram ouvidos. A filha contou que a mãe maltratava o pequeno de dois meses após descobrir que ele não era o filho do seu atual companheiro. A garota disse também que a mãe é agressiva com ela e os irmãos, que bate neles com vara e que os deixa em casa sozinhos e com fome. A menina contou ainda que o padrasto também batia no irmão e que a mãe saía e deixava o bebê sob os cuidados dela.

Fonte: O Dia

Polícia descobre autora de tratamento estético que matou mulher no Rio

A vítima foi levada para o Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, onde ficou internada, mas morreu após sofrer uma parada cardiorrespiratória (foto: Reproduçăo/Facebook)

 

A Polícia Civil já identificou a mulher que fez o procedimento estético nos glúteos e nos lábios da microempresária Fernanda de Assis, de 29 anos, e que vai pedir à Justiça a prisăo preventiva da responsável pelo preenchimento.

O delegado Roberto Ramos, titular da delegacia de Ricardo de Albuquerque, disse que a vítima já tinha feito um outro procedimento estético, mas năo avisou nada ao marido, que era contra o procedimento estético.

A Polícia Civil informou que, de acordo com a delegacia, as investigaçőes estăo em andamento. A autora já foi identificada e o procedimento será encaminhado à Justiça com pedido de prisăo.

O delegado Roberto Ramos disse que a autora do procedimento vai responder por homicídio e exercício ilegal da profissăo. Ele explicou que năo divulgar o nome da mulher para năo atrapalhar o andamento das investigaçőes.

Fonte: Brasil

Jovens negras são comparadas a escravas durante desfile em shopping

Jovens negras entre 16 e 25 anos, moradoras do Distrito Federal e do Entorno da capital federal, foram alvos de ofensas raciais, no último sábado (13/10), em um grupo do aplicativo de mensagens WhatsApp. Cerca de 180 moças participavam da seletiva de beleza do Top Cufa, no Shopping JK, em Taguatinga.
As mensagens criminais foram postadas na internet (veja abaixo). Nelas, um jovem identificado como Alex começa com os comentários racistas. “Está tendo um desfile só de negra aqui no (Shopping) JK. Coisa horrorosa”, diz. Uma pessoa participante do grupo pede, em seguida, para ele parar de falar ‘merda’.
Mas uma outra pessoa identificada apenas como Muniz aparece apoiando as ofensas e solta gargalhadas. “Mas é horroroso mesmo. Black moda week”, escreve. Em seguida, a mesma pessoa publica foto de escravos enfileirados e compara a imagem com as jovens. Mais duas pessoas aparecem zombando das modelos.
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Uma pessoa não identificada questiona em seguida: “achar preta bonita?”. Em seguida, o homem identificado como Alex ainda posta uma outra foto de um papel de parede totalmente preto, diz que são imagens do desfile e pede desculpas porque “a qualidade do celular é ruim”.
Uma discussão toma conta do grupo. Uma pessoa sem identificação demonstra uma indignação com as ofensas. Mas um dos integrantes defende os autores, justificando o ato como uma piada. “Só fizeram um comentário sobre o desfile está feio, em um sentido de brincadeira”, comenta.
 Ver galeria . 4 Fotos
(foto: Reprodução/Facebook )

Organizadores repúdiam

Assim que as ofensas vieram a público, a Central Única das Favelas do Distrito Federal (Cufa-DF), que é organizadora do evento, emitiu nota repudiando o episódio. “A organização do Top Cufa-DF foi informada de atos de racismo realizados em um grupo de WhatsApp com ofensas direcionadas a nossas candidatas negras. Ressaltamos que nosso concurso tem um recorte territorial, porém apenas as candidatas negras foram alvo de ataques, demonstrando que os agressores têm com objetivo promover ataques racistas ao concurso.”
Os organizadores afirmam que o concurso busca o empoderamento de mulheres de comunidades e Entorno do DF e entende ser primordial o trabalho de autoestima e valorização da pluralidade em nossa sociedade. “Lembramos que injúria racial está especificado no artigo 140 do Código Penal, terceiro parágrafo. É quando se ofende uma ou mais vítimas por meio de ‘elementos referentes à raça, cor, etnia, religião e origem’. É um crime inafiançável. E racismo também está previsto em lei específica, a 7.716/1989. É um crime contra a coletividade. O crime de racismo é inafiançável e imprescritível. A pena também vai de um a três anos e multa.
Por último, a Cufa-DF diz que é possível identificar todos os envolvidos. “Informamos também que crimes realizados em redes sociais são passíveis de identificação e punição e que estar em rede não significa estar invisível ou não passível de punição. Lamentamos que esse fato tenha ocorrido e nos solidarizamos com as vítimas afirmando que não somos nem jamais seremos coniventes com esse tipo de atitude e que continuaremos fortalecendo nossos projetos com a certeza que essa missão é necessária para a sociedade”, finaliza na nota.
Os organizadores registraram boletim de ocorrência na segunda-feira (15/10). O crime está sendo investigado pela Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa, Orientação Sexual, Pessoa Idosa ou com Deficiência.

Morre o jornalista Gil Gomes

O jornalista Gil Gomes morreu na manhã desta terça-feira (16/10), em São Paulo, após uma série de complicações de saúde. De acordo com informações do programa Balanço Geral, o comunicador de 78 anos estava internado e perdeu muito a vitalidade e as forças. Ele contava apenas com o apoio da família. Ainda não há informações sobre o velório e o sepultamento dele.

Uma das últimas aparições do profissional foi no programa Domingo Show, da Rede Record. O radialista sofria com o mal de Parkinson. Em uma declaração de 2016, quando voltou ao trabalho depois de 11 anos fora das telinhas, ele chegou a revelar que estava sofrendo. “Passei os últimos anos sentado em uma poltrona, esperando a morte, mas agora voltei e estou feliz”, contou ao programa Sensacional, da RedeTV, naquele ano.

Especialista em jornalismo policial no rádio, Gil Gomes disse em entrevistas que chegou a ser preso mais de 30 vezes durante o regime militar. “Terminava o programa e a viatura da Polícia Federal vinha me buscar”, contou.

Rádio e jornalismo policial
Paulistano nascido e criado na Mooca, Gil Gomes nasceu em 13 de junho de 1940. Além de jornalista era radialista e bacharel em Direito. Na juventude, ele sofria de gagueira e, para superar o problema, tentava imitar os locutores esportivos que ouvia pelo rádio. O método funcionou graças à própria força de vontade. Foi então convidado a ser locutor nas quermesses da igreja, quando descobriu que a comunicação era sua vocação. Abandonou assim a ideia de ser médico, como desejava o pai.

Na televisão, ele se destacou e foi bastante reconhecido pelo programa e pelo bordão ‘Aqui Agora’. O jornal diário era bastante popular no formato e na linguagem, onde Gil aparecia ao lado de Sônia Abrão, Celso Russomanno, Jacinto Figueira Júnior (o homem do sapato branco), Wagner Montes, entre outros.

No Aqui Agora, ele dava ênfase a reportagens sobre acidentes graves e crimes, onde teve um papel destacado: foi onde aprimorou o visual, a voz e o gestual que caíram no gosto do grande público e serviram de inspiração para os imitadores dos programas de humor.

Em 2005, o comunicador afastou-se de alguns familiares, dos amigos e da profissão que tanto amava. Os quase 50 anos de carreira foram encerrados pelo mal de Parkinson.