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Venezuela de Nicolás Maduro manda recado para o eleito Bolsonaro

Após a vitória de Jair Bolsonaro na eleição presidencial do Brasil, o chanceler venezuelano Jorge Arreaza divulgou no Twitter um comunicado com uma mensagem do presidente Nicolás Maduro ao capitão reformado do Exército brasileiro.

“O governo bolivariano aproveita a ocasião para exortar o novo presidente eleito do Brasil a retomar, como países vizinhos, o caminho das relações diplomáticas de respeito, harmonia, progresso e integração regional, pelo bem-estar dos nossos povos”, diz o documento.

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No comunicado, o governo de Maduro defende o compromisso de cooperação entre os dois países e pede ainda a não interferência em assuntos internos.

“Continuar trabalhando de mãos dadas com o povo brasileiro irmão por um mundo mais justo, multicêntrico e pluripolar, em que prevaleça a livre autodeterminação dos povos e a não ingerência nos assuntos internos”.

Jorge Arreaza M

@jaarreaza

El Presidente de la República Bolivariana de Venezuela @NicolasMaduro, extiende sus felicitaciones al pueblo del Brasil, por la celebración cívica de la 2da vuelta electoral, en la que resultó favorecido @jairbolsonaro como Presidente Electo de ese hermano país.

Apoiadores de Bolsonaro e Haddad saem no tapa no RJ!!

Logo após o anúncio do resultado da eleição para presidente a favor de Jair Bolsonaro (PSL), houve confronto entre apoiadores dos dois candidatos na Praça São Salvador, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, reduto da esquerda carioca.

Reunidos na esquina das ruas Senador Corrêa e Esteves Júnior, cerca de 15 eleitores de Bolsonaro comemoraram soltando rojões para o alto, provocando dezenas de eleitores de Fernando Haddad, que responderam gritando palavras de ordem, como “fascistas não passarão” e “machistas”, e atirando objetos. Ninguém ficou ferido, segundo a Polícia Militar, que se encontra no local.

QUEM É A PRIMEIRA DAMA MICHELE BOLSONARO?

vessa a entrevistas e aparições públicas, a mulher de Jair Bolsonaro, Michelle de Paula Firmino Reinaldo, mãe de sua filha caçula, Laura, de oito anos, se manteve discreta durante toda a campanha eleitoral. Só apareceu em propaganda de TV na última quinta-feira, suavizando a imagem do marido e o descrevendo como “um cara humano, que se preocupa com as pessoas” e “muito brincalhão”.

Foto: Marcelo Fonseca / Estadão Conteúdo

Fluente na Língua Brasileira de Sinais, Michelle tem se apresentado como uma defensora dos direitos das pessoas com necessidades especiais. Fez a ligação de Bolsonaro com essa comunidade, incentivando-o a assinar um termo de compromisso para melhorar a qualidade de vida dos deficientes.

Na reta final da corrida presidencial, Michelle foi apresentada como uma possível primeira-dama ligada a projetos sociais, “uma mulher forte e sensível que estará junto com Jair Bolsonaro trabalhando pelo Brasil”, como descrita na propaganda. Evangélica praticante, ela é frequentadora da Igreja Batista Atitude, na Barra da Tijuca, bairro da zona oeste do Rio onde fica o condomínio à beira-mar em que o casal mora.

De personalidade forte ao menos no ambiente familiar, temida pelo círculo de aliados mais próximos, Michelle segue as características das últimas duas primeiras-damas brasileiras. Ela já avisou ao marido e à sua equipe que não vai se arriscar em discursos e cenas de protagonismo, como Marisa Letícia, mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e Marcela Tedeshi, casada com o presidente Michel Temer.

Foto: Marcelo Fonseca / Estadão Conteúdo

Casal se conheceu na Câmara dos Deputados

Os dois têm uma diferença de idade de 27 anos – ele tem 63; ela, 36. Filha de um migrante cearense e criada em Ceilândia, cidade pobre do Distrito Federal, Michelle cursou até o ensino médio e tem experiência em trabalho administrativo na Câmara. Foi onde conheceu e começou a namorar Bolsonaro.

Era 2006, e ela era secretária na sala da liderança do PP. Michelle, então, foi levada pelo deputado para trabalhar em seu gabinete. Dois meses depois, casaram-se no papel. Em 2008, com a súmula do Supremo Tribunal Federal que impedia o nepotismo no serviço público, ela deixou o cargo.

Foi Michelle que levou o marido, católico, para a nova corrente religiosa, que acabou por lhe render parte de sua votação expressiva. O deputado registrou a filha dela, de um relacionamento anterior, hoje adolescente – ele já disse em gravações que ela era “mãe solteira”. Foi batizado no Rio Jordão, em Israel, em 2016, pelo pastor Everaldo Dias, da Assembleia de Deus e presidente do PSC. Ele romperia com o partido em 2017.

Uma das condições impostas por Michelle para que o relacionamento se tornasse sério era que os dois se casassem no papel. Outra foi que ele revertesse a vasectomia que havia feito, pois ela tinha o desejo de ser mãe novamente.

Foto: Marcelo Fonseca / Estadão Conteúdo

Filha nasceu em 2010

Em 2008, os dois se casaram no civil, em regime de separação de bens. Em 2010, nasceu Laura, a única filha depois de quatro homens – “no quinto (filho) eu dei uma fraquejada, e veio uma mulher”, já declarou Bolsonaro.

Em 2013, Michelle e Jair fizeram uma festa para comemorar o enlace, com direito a cerimônia ministrada pelo pastor Silas Malafaia e capas de revistas de noiva.

O casamento com Michelle marcou também uma mudança na trajetória política de Bolsonaro, que, na eleição do ano seguinte, teve 460 mil votos para mais um mandato na Câmara – nas disputas anteriores, sem o voto evangélico, foi eleito com média de 100 mil votos.

Quando o casal se mudou para a residência da Barra, Michelle passou a frequentar a igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, de Malafaia, no bairro. A ruptura política de Bolsonaro e do bispo, em 2016, levou Michelle a frequentar a nova igreja. Ali, o casal costuma ir à praia, em frente ao condomínio, e à pizzaria Fratelli, onde comem massa e tomam apenas sucos e refrigerantes.

Durante a campanha, quando assessores pediam que ela ajudasse a reverter os rótulos de misógino e machista, Michelle brincava: “Por mim, ele nem seria candidato. Só vai ser por uma causa nobre.” Ela também procurou afastar os políticos da casa. Os encontros da pré-campanha ocorriam na casa ao lado, do vereador licenciado Carlos, filho de Jair.

No dia 5 de setembro, Bolsonaro fez homenagem à mulher. Após percorrer em carreata a cidade natal dela, pegou o microfone e perguntou: “Vamos ter uma primeira-dama de Ceilândia ou não vamos?”

JAIR MESSIAS BOLSONARO É NOVO PRESIDENTE DO BRASIL!!!!

Os eleitores brasileiros foram às urnas neste domingo, dia 28 de outubro de 2018, e decidiram que Jair Messias Bolsonaro será o próximo presidente da República Federativa do Brasil.

Candidato ao Planalto pelo PSL, Bolsonaro venceu o segundo turno das eleições com 55,70 % dos votos, contra 44,30 % do adversário Fernando Haddad, do PT. A apuração das urnas ainda não terminou, mas matematicamente o petista não consegue alcançar o parlamentar.

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Capitão reformado do Exército e deputado federal há 27 anos, Bolsonaro assumirá o cargo executivo no dia 1º de janeiro de 2019, quando receberá das mãos de Michel Temer, em Brasília, a faixa presidencial.

Campanha

Jair Bolsonaro liderou as pesquisas de intenção de voto durante toda a campanha eleitoral. Na reta final, ele chegou a perder alguns pontos, mas mesmo assim venceu.

Antes do primeiro turno, no dia 6 de setembro, ele sofreu um ataque a faca durante um ato em Juiz de Fora (MG) e teve de passar por dois procedimentos cirúrgicos. Com a saúde debilitada, o capitão reformado passou a fazer campanha junto aos eleitores somente nas redes sociais, além das propagandas gratuitas de rádio e TV. Bolsonaro também evitou os debates contra Haddad no segundo turno, mesmo tendo liberação médica para participar.

Nono presidente da “Nova República”

Jair Bolsonaro será o 9º presidente da “Nova República”, que começou em 1985, após a Ditadura Militar. De lá até hoje, o Brasil foi governado por Tancredo Neves*, José Sarney (1985 – 1990), Fernando Collor (1990 – 1992), Itamar Franco (1992 – 1995), Fernando Henrique Cardoso (1995 – 2003), Luiz Inácio Lula da Silva (2003 – 2011), Dilma Rousseff** (2011 – 2016) e Michel Temer*** (2016 – 2018)

* Tancredo tinha posse marcada para o dia 15 de fevereiro de 1985, mas a cerimônia não chegou a acontecer porque o então presidente eleito ficou doente na véspera e acabou falecendo em 21 de abril do mesmo ano.

** Dilma, a primeira mulher a ocupar o cargo de presidente da República, teve o mandato interrompido no dia 31 de agosto, após um processo de impeachment.

*** Temer, vice de Dilma Rousseff, assumiu o Planalto após o impeachment da petista.

Wilson Witzel derrota Paes e é eleito governador do Rio de Janeiro

Oex-juiz Wilson Witzel (PSC), 50, foi eleito neste domingo (28) governador do Rio de Janeiro, segundo projeção do Datafolha. Ele superou o ex-prefeito da capital Eduardo Paes (DEM). Com 77,24% das urnas apuradas, Witzel teve 59,74% dos votos, contra 40,26% de Paes.

Witzel garantiu a vitória apesar da queda nas pesquisas de intenção de voto neste segundo turno, que registraram uma tendência de queda constante. No levantamento do Datafolha divulgado neste sábado (27), ele aparecia com 53% das intenções de votos válidos, contra 47% de Paes –na primeira pesquisa do instituto, há dez dias, a diferença era de 22 pontos percentuais.

Juiz federal até março deste ano, Witzel foi embalado pela associação que fez de sua campanha com a do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). Embora o capitão reformado não tenha declarado seu voto, o governador eleito contou com o apoio do senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL).

A vitória do PSC no Rio de Janeiro encerra uma sequência de quatro eleições em que o eleito teve o apoio, explícito ou velado, do vitorioso no pleito anterior. O governador Luiz Fernando Pezão (MDB) apoiava Paes, apesar de o ex-prefeito ter feito críticas públicas à gestão emedebista.

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Dos quatro governadores eleitos nesse período, três foram presos. Anthony e Rosinha Garotinho já estão soltos, mas respondem a processos. Sérgio Cabral permanece preso, condenado há mais de cem anos de prisão por corrupção. Já Pezão está sob investigação do mesmo esquema.

Com uma campanha centrada na crítica à corrupção, Witzel conseguiu atrair o voto do eleitorado enfastiado dos escândalos no estado. Paes, aliado de Cabral e Pezão por quase dez anos, não conseguiu superar o discurso do ex-juiz.

O ex-prefeito amarga mais uma derrota política desde que deixou a prefeitura da capital, onde executou um enorme portfólio de obras e uma Olimpíada, em 2016. Apesar disso, não conseguiu eleger seu sucessor e agora perde ele próprio uma disputa. Sem responder a nenhuma ação penal, Paes seguirá sob investigação de desdobramentos da Operação Lava Jato.

Praticamente um coadjuvante no primeiro turno, Witzel chegou à disputa final com uma arrancada dias antes de 7 de outubro. Em razão disso, teve de superar o intenso escrutínio da imprensa por que passou por três semanas e das críticas do adversário.

Ele teve de responder sobre vencimentos acima do teto que recebeu enquanto esteve na magistratura, sobre os negócios de escritórios de advocacia com que se envolveu durante a campanha, além da relação com advogado condenado por auxiliar na fuga de traficante.

Com uma plataforma semelhante à de Bolsonaro, o governador eleito prometeu dar respaldo a policiais que matam suspeitos em confronto. “Se está portando fuzil, será abatido”, foi uma das frases que proferiu.

Defendeu também a conversão de cem escolas estaduais em militares, uma ampliação da proposta de Bolsonaro de implantar uma unidade do tipo em cada estado.

Witzel defendeu na campanha extinguir a Secretaria de Segurança, elevando as polícias Civil e Militar ao status da pasta. O governador eleito se comprometeu a ser o responsável pela elaboração das políticas públicas conjuntas do setor.

Ele assumirá um estado com a segurança pública em decadência e as finanças em frangalhos. Ambos, contudo, tiveram um paliativo já indicado na atual gestão.

Na segurança pública, a intervenção federal será encerrada no dia 31 de dezembro, antes de Witzel tomar posse. Até lá, os militares encarregados pelo gabinete executarão um plano de investimento de R$ 1 bilhão, legado para o próximo ocupante do Palácio Guanabara.

As estatísticas até aqui, contudo, mostram que a intervenção não reduziu significativamente os homicídios (queda de 1,7%) e aumentou de forma aguda as mortes provocadas por policiais (alta de 45%). Os melhores resultados apresentados até são nas estatísticas de crimes contra o patrimônio, com queda de 8,5%.

As finanças estaduais tiveram um alívio com a assinatura do acordo de recuperação fiscal com o governo federal, quando teve o pagamento das dívidas com a União suspensas. Ainda assim, a grave crise econômica no Rio de Janeiro ainda deixa marcas. O projeto de lei do orçamento de 2019 enviado por Pezão à Assembleia Legislativa já prevê um déficit de R$ 8 bilhões.

Witzel terá de renegociar os termos do acordo com o próximo presidente. Na campanha, defendeu o alongamento da dívida por cem anos. Ele também afirmou que não pretende privatizar a Cedae, dada como garantia à União para o pagamento de R$ 3,5 bilhões da dívida.

Um alento para os próximos anos é a expectativa de nova subida na arrecadação de royalties, com a exploração dos campos do pré-sal. Fonte de receita que bancou a previdência nas gestões Sérgio Cabral e que, com sua queda, ajudou na quebra do estado na administração Pezão. Com informações da Folhapress.

NÚMEROS DA APURAÇÃO COMEÇAM A SAIR 19 HORAS E NORDESTE DEVE DECIDIR

Votação no exterior já foi encerrada em 71 países

período para brasileiros votarem no exterior terminou em 71 países até as 14h deste domingo (28), segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Alguns dos primeiros locais onde termina a votação, devido ao fuso horário, são Nova Zelândia, Austrália, Japão, Coreia do Sul e China. Após a conclusão, é fixado na porta das salas o boletim de urna. Alguns eleitores fotografam esse boletim e divulgam nas redes sociais. No entanto, o TSE só informa os resultados oficiais quando a votação acaba no Brasil inteiro.

Mais de 6 mil brasileiros vão votar na Argentina neste segundo turno

Os 500 mil eleitores que estão aptos a votar fora do país em 99 nações votaram somente para presidente da República.Segundo o TSE, houve um crescimento de 41,38% dos eleitores que podem votar fora do País em relação a 2014.

Os brasileiros estão registrados para votar em 171 cidades estrangeiras, sendo que Boston e Miami, ambas nos Estados Unidos, concentram o maior número de eleitores: 35 mil e 34,3 mil, respectivamente. Em seguida, estão Tóquio, no Japão, com 26 mil eleitores, Londres, na Inglaterra, com 25,9 mil, e Nagoia, também no Japão, com 24,5 mil.

As cidades com menos eleitores brasileiros são Bamako, no Mali, e Lethen, na Guiana, com 1 eleitor cada, sendo seguidas por Cotonou, no Benin, Conacri, na República da Guiné, e Freetown, em Serra Leoa, com 2 eleitores em cada uma dessas cidades.

O resultado da votação no exterior será divulgado somente após o término da votação no Brasil.

Esquema de segurança na porta da casa de Bolsonaro tem até helicóptero

Centenas de apoiadores se concentram em frente à casa do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Desde as primeiras horas do dia, policiais realizam a segurança da área.

Com a aproximação para o fim da apuração, até um helicóptero da Polícia Militar está sobrevoando a região. Na porta do condomínio do capitão, na Rua Lúcio Costa, sentido Recreio dos Bandeirantes, o trânsito está bloqueado.

Temer programa pronunciamento após resultado presidencial

Além da PM, militares do Exército e policiais civis estão mobilizados. Guardas municipais e agentes de trânsito também atuam na força-tarefa.

Mais cedo, na hora em que foi votar, Bolsonaro usou uma entrada alternativa, pelos fundos da escola, e colete à prova de bala, por recomendação da Polícia Federal (PF). Ele chegou à seção eleitoral escoltado por policiais federais, e acompanhado da esposa, Michele Bolsonaro.

O candidato também saiu pelos fundos. Já no carro, abriu a porta, ficou de pé, agradeceu o apoio aos eleitores e fez sinal de coração.

Clima é de festa em frente ao condomínio onde mora Bolsonaro

O clima é de festa em frente ao condomínio de casas onde mora o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, na orla da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio. Pouco depois das 16 horas, o trânsito foi fechado na Avenida Lúcio Costa, que se estende por toda a orla da zona oeste do Rio. A via está tomada por apoiadores de Bolsonaro, que se reúnem no local desde antes do almoço.

Integrantes da equipe de campanha do candidato do PSL se reúnem também no hotel Windsor Barra, também na avenida da praia, a cerca de 400 metros da residência de Bolsonaro. O hotel vem sendo usado pela equipe do PSL desde a campanha do primeiro turno. Vários membros da campanha estão hospedados no hotel.

 

 

Por volta das 17 horas, o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RJ), o general da reserva Augusto Heleno e o senador Magno Malta (PR-ES) chegaram à casa de Bolsonaro.

Os apoiadores de Bolsonaro tomaram pelo menos duas pistas da avenida. Com tambores, fogos de artifício e sinalizadores, cantam e gritam em apoio a Bolsonaro e com crítica ao PT e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No exterior, Bolsonaro vence na Suíça e Haddad ganha em Paris

resultado das eleições 2018 na França, Reino Unido e Suíça já são conhecidos, feitos por contabilização extraoficial, baseada nos extratos emitidos pelas seções. Jair Bolsonaro (PSL) ganhou no Reino Unido e na Suíça, com 61,38% e 58,4% dos votos, respectivamente. Na França, onde a votação no exterior deu a vitória a Fernando Haddad, o petista teve 69,45% dos votos.

 

 

 

 

Nas 16 seções de Paris, Haddad recebeu 69,45% dos votos válidos. Na capital francesa, 4.654 eleitores foram às urnas e deram 30,55% dos votos a Bolsonaro. Brancos e nulos somaram 402 votos.

Reino Unido

Bolsonaro também ganhou no Reino Unido, onde levou 61,38% dos 8.405 votos válidos em Londres. Haddad teve 38,44%. Pouco tempo antes de as seções da embaixada brasileira em Londres serem fechadas, houve um princípio de confusão, controlado pela polícia.

Suíça

Em Genebra, na Suíça, Bolsonaro ganhou com 58,4%. Fernando Haddad ficou em segundo lugar com 1.077 votos. Na seção de Zurique, a diferença foi mais expressiva. Bolsonaro teve 2,7 mil votos e Haddad, 1,7 mil.

Apuração da votação no exterior só será divulgada às 19h deste domingo, 28, junto ao resultado nacional. Ao menos 65 países já fecharam as seções eleitorais nestas eleições 2018.

Nestas eleições 2018, há 500.727 brasileiros aptos a votar em 99 países. Em relação à eleição de 2014, já um aumento de 41%, resultado de uma campanha feita pelo Ministério das Relações Exteriores. Foram instaladas 744 urnas em 171 locais. Com informações do Estadão Conteúdo.