A vaga de Flávio Bolsonaro (PSL) para o senado era quase garantida e foi confirmada nas urnas com 31,36%. O mais surpreendente foi a segunda vaga conquistada por Arolde de Oliveira (PSD) com 17,05%.
Os dois candidatos são alinhados com Bolsonaro, provável futuro presidente. O Rio de Janeiro se mostrando mais conservador do que imaginávamos.
Vocalista do grupo Ultraje a rigor, Roger não apenas comemora o bom desempenho Jair Bolsonar (PSL) – que disputará o segundo turno destas eleições com Fernando Haddad (PT) – , como também a derrota do que chamou de “opositores de esquerda”, como Boulos, Ciro Gomes, Dilma (que concorreu a uma vaga no senado por MG) e Eduado Suplicy (que disputou o cargo de senador por São Paulo).
O ator Alexandre Frota, que este ano saiu candidato a deputado federal por São Paulo pelo partido de Bolsonaro, também celebrou a performance de seu correligionário. O time de famosos que apoiam o cabeça de chapa do PSL inclui Gusttavo Lima, Eduardo Costa, Antônia Fontenelle Regina Duarte, Zezé di Camargo, Zilu Camargo, e o cantor de Axé Netinho:
Veja como se posicionaram os famosos que apoiam Bolsonaro neste dia de votação:
Roger Rocha Moreira
✔@roxmo
Vanessa Grazziotin, Lindbergh, Boulos, Dilma, Suplicy, Esquerda em peso se fudendo!
Os filhos de Sergio Cabral, Jorge Picciani, Eduardo Cunha e Roberto Jefferson, que faziam parte da mesma chapa para deputado federal, não conseguiram votos suficiente para serem reeleitos, e no caso da filha de Cunha, para ser eleita.
Leonardo Pìciani (MDB) ficou como 4º suplente da chapa, e foi o mais bem votado do grupo, com 38.184 votos. Além do sobrenome, Picciani foi ministro dos Esportes de Dilma e Temer, além de apoio de vários prefeitos pelo estado do Rio. Ele perdeu mais de 140 mil votos de 2014 para 2018, 4 anos atrás ele teve 180.741 votos e foi o 4º deputado federal mais votado do Rio de Janeiro.
Já o herdeiro de Sergio Cabral, Marco Antônio Cabral (MDB) teve míseros 19.572 votos, uma queda de mais de 100 mil votos em 4 anos. É o que faz ficar sem a máquina do governo e com o pai um dos maiores criminosos do estado.
A filha de Eduardo Cunha, Danielle Cunha (MDB), chegou a apenas 13.362 votos. E olha que o pai disparou telefonemas e pedidos de apoio para vários políticos pelo estado. Não foi o suficiente. Seu pai em 2014 tinha feito 232.708 votos.
Assustado foi a filha de Roberto Jefferson, Cristiane Brasil (PTB) não conseguiu nem fazer 10 mil votos, ficando com meros 9.939. E olha que ela quase foi ministra do Trabalho de Temer, mas teve uma série de liminares que a impediram de assumir o mandato. Em 2014 ela teve 81.617 votos.
Já outro enrolado com a justiça, Anthony Garotinho (PRP), conseguiu fazer 2 filhos como deputado federal. Wladimir Garotinho (PRP) teve 39.305 votos e a sua filha, Clarissa Garotinho (PROS), foi reeleita com 34.752 votos, mas foi uma senhora queda se comparada com 2014 quando ela teve 335.061 votos.
O PT do Distrito Federal teve o pior resultado nas urnas com Júlio Miragaya. Desde que os eleitores da capital federal começaram a escolher o governador nas urnas, em 1990, é a pior votaçăo da legenda em números absolutos. Naquele ano, Carlos Saraiva recebeu 133.704 votos de um eleitorado três vezes menor. Agora, Miragaya ficou em nono na corrida para o Palácio do Buriti, à frente apenas de Guillen, do PSTU. Teve 60.592 votos, o equivalente a 4,01% dos válidos. O partido elegeu apenas dois deputados distritais — em 2014, foram quatro.
Formado pela Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio, Miragaya é doutor em desenvolvimento econômico sustentável pela Universidade de Brasília (UnB). Ocupou o cargo de presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) no governo Agnelo Queiroz (PT). Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a campanha de Miragaya gastou R$ 116.851,06 até a última sexta-feira (5/10). Foram arrecadados R$498.698,13.
Confira o desempenho dos candidados a governador do PT no primeiro turno nas sete eleiçőes anteriores:
1990: Carlos Saraiva, 133.704 votos — 20,27% do total
1994: Cristovam Buarque, 285.841 votos — 37,18% do total
1998: Cristovam Buarque, 426.312 votos — 42,66% do total
2002: Geraldo Magela, 495.498 votos — 40,9% do total
2006: Arlete Sampaio, 275.660 votos — 20,93% do total
2010: Agnelo Queiroz, 676.394 votos — 48,41% do total
2014: Agnelo Queiroz, 307.500 votos — 20,07% do total
A Presidência da República será disputada no segundo turno entre os candidatos JairBolsonaro (PSL) e FernandoHaddad (PT), como confirmou a apuração das urnas neste domingo (93,06% já foram apuradas). Bolsonaro obteve 46,93% dos votos, enquanto o petista ficou com 28,08%. Na sequência aparecem Ciro Gomes (PDT), com 12,50%, e Geraldo Alckmin (PSDB), com 4,8%. A eleição será decidida no próximo dia 28.
O quadro confirmou a tendência indicada pela pesquisa de boca de urna divulgada pelo Ibope no começo da noite. Segundo o levantamento, Bolsonaro havia obtido 45% dos votos válidos contra 28% de Haddad.
Para ser eleito no primeiro turno, um candidato precisaria ter atingido mais da metade dos votos válidos do pleito.
Jean Wyllys, PSOL, está em 72º lugar na corrida eleitoral para a Câmara Federal no estado do Rio de Janeiro, conseguiu pouco mais de 14 mil votos, registra O Antagonista.
Fim da velha política
De acordo com as apurações até o momento, alguns nomes batidos da velha política ficaram de fora dessas eleições.
Roberto Requião, Dilma Rousseff e Lindbergh Farias estão fora do Senado.
Confira a apuração boca de urna do Ibope nos estado até agora, a margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos:
Ojornalista Reinaldo Azevedo, supostamente, não quis estar no estúdio durante link na casa de Jair Bolsonaro, candidato à presidência da república pelo PSL. Durante as apurações que acontecem neste domingo (7), Azevedo participava da cobertura da RedeTV!, e resolveu deixar a transmissão, ao vivo, quando imagens da movimentação em frente à casa de Bolsonaro começaram a aparecer.
O vídeo circula nas redes sociais e já dá o que falar.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou resultado parcial das eleições para presidente da República, neste domingo (7/10). Com 86% das urnas apuradas, Jair Bolsonaro (PSL) tem 47,60% dos votos, seguido de Fernando Haddad (PT), com 27,24%. Ciro Gomes aparece em terceiro lugar com 12,45% .
Circula nas redes sociais um vídeo em que um eleitor aciona a tecla “1” e, automaticamente, aparece “13”, com a foto do candidato Fernando Haddad. O vídeo, que também foi compartilhado por Flávio Bolsonaro (PSL), filho do candidato Jair Bolsonaro e candidato ao Senado no RJ, é uma montagem e é #FAKE.
Vídeo que circula nas redes sociais é montagem — Foto: Foto G1
Procurado pelo G1, o Tribunal Superior Eleitoral disse que o vídeo compartilhado nas redes sociais é falso. O TSE esclareceu que o vídeo foi editado e que não há possibilidade desse tipo de problema acontecer. O tribunal também se manifestou pela conta oficial no Twitter. Veja abaixo:
Atenção!
Vídeos e mensagens em redes sociais e app de bate-papo sobre processamento dos votos na urna antes da tecla confirma SÃO FALSOS. Para saber mais: < href=”https://t.co/K0GDt8pgAd” url=”https://t.co/K0GDt8pgAd”>https://t.co/K0GDt8pgAd>
Técnico de edição explica montagem em vídeo: <href=”https://t.co/6VMkYfz8ej” url=”https://t.co/6VMkYfz8ej”>https://t.co/6VMkYfz8ej>#Eleições2018<href=”https://twitter.com/hashtag/Elei%C3%A7%C3%B5es2018?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw” url=”https://twitter.com/hashtag/Elei%C3%A7%C3%B5es2018?src=hash&ref_src=twsrc%5Etfw”>> < href=”https://t.co/ZkSfmeUseb” url=”https://t.co/ZkSfmeUseb”>pic.twitter.com/ZkSfmeUseb>
Em nota, no site, a Justiça Eleitoral esclarece que o vídeo que circula na internet no qual a urna, supostamente, “auto completa” o voto para presidente é falso. “Os vídeos não mostram o teclado da urna, onde uma pessoa digita o restante do voto. Não existe a possibilidade de a urna auto completar o voto do eleitor, e isso pode ser comprovado pela auditoria de votação paralela”, afirma texto da nota.
O TSE indica ainda aqui e aqui vídeos das auditorias de votação, realizadas, respectivamente, em 2008 e 2015.
É #FAKE vídeo em que eleitor digita 1 e a aparece nome de Haddad — Foto: G1
O TRE-MG divulgou também no canal oficial no Youtube um esclarecimento em que um técnico de edição explica a montagem do vídeo. “Nesse momento, no programa de edição existem dois barulhos de clique. Observe também que na hora em que a pessoa aperta a tecla não mostra o teclado por completo sugerindo que uma segunda pessoa tenha feito esse clique”, disse.
Em meio à votação deste domingo, vídeos apontando suposta fraude nas urnas eleitorais passaram a circular nas redes sociais. No entanto, as imagens são falsas, informou o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
“Vídeo e mensagens em redes sociais e app de bate-papo sobre processamento dos votos na urna antes da tecla ‘confirma’ SÃO FALSOS”, publicou o TSE no Twitter, compartilhando uma nota emitida pelo Tribunal Regional de Minas Gerais (TRE-MG).
[youtube https://www.youtube.com/watch?v=xXBwrL3cAgQ?enablejsapi=1&playsinline=1]Alerta: Conteúdo de terceiros pode conter publicidade
O primeiro vídeo em questão foi divulgado nas redes sociais por, entre outras pessoas, Flavio Bolsonaro (PSL-RJ), candidato ao Senado e filho do presidenciável Jair Bolsonaro. As imagens mostram uma pessoa digitando o número “1”. Em seguida, antes de digitar o “3”, surgiria a foto do candidato presidencial Fernando Haddad (PT). O vídeo não foi feito em plano aberto, e por isso não mostra toda a urna eletrônica.
“Está acontecendo diante de nossos olhos. Aperta a tecla “1” para presidente e aprece o indicado do presidiário! Quem souber onde aconteceu isso, favor me enviar zona e seção. @TSEjusbr”, escreveu Bolsonaro.
Conteúdo não disponível
Segundo o texto publicado pelo TRE de Minas, esse vídeo mencionado por Flavio Bolsonaro é falso. “Os vídeos não mostram o teclado da urna, onde uma pessoa digita o restante do voto. Não existe a possibilidade de a urna autocompletar o voto do eleitor, e isso pode ser comprovado pela auditoria de votação paralela, nos mesmos vídeos abaixo.”
O TRE também publicou no YouTube uma explicação dada por um técnico de edição de vídeos, afirmando que o vídeo compartilhado nas redes sociais é forjado – há dois cliques antes de aparecer a imagem do candidato petista. Segundo sua análise, há dois barulhos de clique no teclado – ou seja, não teria havido apenas clique no “1” – indicando que o segundo número foi digitado por outra pessoa.
A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, determinou que o Ministério Público e a Polícia Federal apurassem o caso. “Ministério Público Federal e Policia Federal já estão acionados. Não sabemos sequer se essa urna existe, se a imagem corresponde à realidade”, disse Weber.
Outro filho de Bolsonaro, o candidato a deputado federal por São Paulo Eduardo Bolsonaro (PSL) pediu fotos e filmagens de urnas que estariam com problemas. “Prezados, em caso de problemas com as urnas, filmem, de preferência gravem lives e falem o Estado, zona e seção onde está ocorrendo o problema”.
No entanto, fotografar ou filmar a urna eletrônica é crime, por violar o sigilo do voto, segundo o Código Eleitoral. A lei estabelece que é proibido “portar aparelho de telefonia celular, máquinas fotográficas e filmadoras, dentro da cabina de votação”.
Além disso, a pena para quem viola ou tenta violar o sigilo do voto é de até dois anos de prisão.
A norma visa impedir a coação de eleitores – para que não sejam obrigados a fotografar seu voto e provar que votaram em determinado candidato.
Sobre a possibilidade de Flavio Bolsonaro ter divulgado notícia falsa, o vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Medeiros, disse que isso poderá ser apurado após a eleição pelo Ministério Público.
Revólver na urna
Também circulam nas redes sociais fotos de revólveres em frente ao que seriam urnas eleitorais.
Um vídeo mostra um eleitor usando o cano do revólver para digitar o número 17, de Bolsonaro.
Consultado pela BBC News Brasil, o TSE disse que até 14h deste domingo não havia registro de caso do tipo.
Um usuário publicou no Twitter foto de um revólver em cima de uma urna, com a foto de Jair Bolsonaro e seu candidato a vice, general Hamilton Mourão, às 10h46 deste domingo, com a frase “Chupa PT, Aqui és RS”. O tuíte, publicado de Cachoeira do Sul, do Rio Grande do Sul, teve 1,510 curtidas e 638 retuítes.
Image copyrightREPRODUÇÃO/TWITTER
Image captionUsuário publicou foto de revólver em cima da urna; circula também um vídeo de uma pessoa usando o cano de um revólver para digitar o número “17”, de Bolsonaro, na urna
A BBC News Brasil falou com o usuário, que também havia publicado a foto em seu perfil de Facebook.
“Eu recebi e achei interessante. A arma para nós, no Rio Grande do Sul, é algo tradicional. Assim como o churrasco, o chimarrão”, disse Manoel Delci, de 42 anos, proprietário de uma empresa de tele-entregas. Ele afirmou não ter sido o autor da foto. Disse ter recebido em um grupo de WhatsApp – “não sei te dizer qual, faço parte de diversos grupos” – e então ter publicado no Twitter.
“Eu achei interessante, por mais que seja crime, por mais que não concorde com quem tirou a foto. Não é ameaça, é uma maneira de se expressar, de dar um adeus, dar um basta a toda essa roubalheira absurda. De forma alguma é ameaça, não é minha índole.” Delci tem fotos em seu Facebook com um bastão escrito “direitos humanos”.
Logo depois de falar com a BBC News Brasil, por volta das 13h, ele deletou as fotos do Twitter e do Facebook.
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