Ogalã Nico Puig, que protagonizou a novela ‘Olho no Olho’, em 1993, vive uma relação há 22 anos com o produtor Jeff Latari. O casal oficializou a união há dois anos e, nas redes sociais, compartilham várias fotos em momento românticos, viagens e em família.
Atualmente trabalhando com sustentabilidade, reciclagem e reflorestamento, Nico vive longe dos holofotes desde seu último trabalho, em 2011. O ator chegou a posar nu para a ‘G Magazine’ e é até hoje uma das capas mais vendidas da história da revista, segundo o jornal ‘EXTRA’.
Nos ajude, é o pedido de uma Família e amigos aflitos! Gostaríamos de pedir ajuda de vocês das redes sociais para compartilhar. Precisamos da ajuda de vocês para achar o motorista que atropelou esse jovem chamado LUCAS. Ele estava de bicicleta, foi atravessar com o sinal fechado, o motorista avançou o sinal pegando o jovem em cheio! Ele está com alguns traumas, no momento, está no CTI do Hospital Pedro II.
O acidente foi na Decaminada próximo aos prédios, cerca das 11h da manhã, dessa quarta feira, dia 14/11. Uns dizem que foi uma Van, outros uma Kombi. Mas, se você viu alguma coisa nos ajude! Se você viu ou alguém de repente anotou a placa, nos procure! Porque estávamos em casa quando recebemos a notícia.
Precisamos dessas informações para resolver alguns assuntos referentes ao acidente! Estamos orando, pedindo a Deus que o Lucas saia dessa! Nos ajude em oração! Nos ajude também a achar esse motorista que omitiu socorro. Lucas você vai sair dessa!”
Relatório da Agência Nacional de Águas (ANA) aponta que aumentou de 25 barragens, em 2016, para 45 em 2017 o número de áreas com risco de rompimento no país. A maioria está localizada no Norte e Nordeste, em estados como Acre, Alagoas e Bahia. De acordo com os técnicos, há problemas de baixo nível de conservaçăo, insuficiência do vertedor e falta de documentos que comprovem a estabilidade da barragem.
As informaçőes constam do Relatório de Segurança de Barragens – 2017 (RBS), de 84 páginas, coordenado anualmente pela ANA, divulgado nesta segunda-feira (19/11). No período coberto pelo relatório foram identificados 14 episódios de acidentes e incidentes, sem vítimas fatais.
Das 45 barragens, 25 pertencem a órgăos e entidades públicas, segundo a agência. No país há um cadastro que reúne 24.092 barragens para diferentes finalidades, como acúmulo de água, de rejeitos de minérios ou industriais e para geraçăo de energia.
Porém, os técnicos calculam que o número de represamento artificiais espelhados pelo país seja pelo menos três vezes maior. De acordo com a ANA, a quantidade exata só será conhecida quando os órgăos e entidades fiscalizadoras cadastrarem todas as barragens sob sua jurisdiçăo.
Das 24.092 barragens registradas, 3.545 foram classificadas pelos agentes fiscalizadores segundo a Categoria de Risco (CRI) e 5.459 quanto ao Dano Potencial Associado (DPA). Das barragens cadastradas, 723, o equivalente a 13%, foram classificadas simultaneamente como de CRI e DPA altos.
O Brasil possui 43 potenciais agentes fiscalizadores, dos quais quatro săo federais e 39, estaduais. No ano passado, 31 órgăos atuavam efetivamente como fiscalizadores por terem instaladas sob sua jurisdiçăo empreendimentos com as características especificadas pela PNSB.
Investimentos
A ANA informou que foram aplicados R$ 34 milhőes, no ano passado, para serviços de operaçăo, manutençăo e recuperaçăo de barragens. Em 2016, foram investidos R$ 12 milhőes.
Elaborado anualmente, sob a coordenaçăo da ANA, o relatório se baseia em informaçőes enviadas pelas entidades ou órgăos fiscalizadores de segurança de barragens no Brasil. O documento é remetido pela agência ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH), que o remete ao Congresso Nacional.
Tragédia Mariana
A tragédia de Mariana, em Minas Gerais, completou três anos na última segunda-feira (5/11). Na ocasiăo, uma barragem da mineradora Samarco se rompeu liberando rejeitos de mineraçăo no ambiente. No episódio, 19 pessoas morreram e comunidades foram destruídas, como o distrito de Bento Rodrigues. Houve também poluiçăo da bacia do Rio Doce e devastaçăo de vegetaçăo. Desde novembro de 2016, tramita na Justiça Federal de Ponte Nova (MG) uma açăo criminal sobre a tragédia, que se tornou o maior desastre ambiental já registrado no país.
Mesmo após o reassentamento nos distritos reconstruídos, previsto para começar em 2020, os atingidos manterăo a propriedade dos antigos terrenos, mas o que será feito do local onde um dia eles moraram ainda será debatido com a prefeitura e com o Conselho do Patrimônio de Mariana (Compat). As comunidades devastadas de Bento Rodrigues e Paracatu, atualmente, estăo interditadas pela Defesa Civil. O acesso só é permitido com autorizaçăo. Os atingidos têm passe livre.
Dorothy estava viúva havia 25 anos. Richard perdeu a esposa de 60 anos para o câncer e quase não saía de casa.
Depressão
“Eu estava realmente deprimido. Eu não queria falar com ninguém, eu dizia às pessoas para que me deixassem em paz”, lembra ele sobre o tempo após a morte de sua esposa.
Um belo dia, o idoso teve um vazamento no telhado e ligou para John Williams, dono de uma empresa de reforma doméstica em Macomb, Michigan, nos EUA, onde mora.
Quando Williams chegou à casa de Richard, os dois começaram a conversar, e o idoso mostrou a Williams algumas de suas recordações polonesas na parede.
Williams percebeu que Richard era um homem legal e parecia solitário. Então ele o convidou para uma polca, que é uma dança típica, que sua família freqüenta uma vez por mês e ele surpreendentemente aceitou.
O encontro
Quando Williams foi para casa e contou para a mãe Dorothy que morava com ele. “Ela se apavorou”, conta o homem.
“Ela disse: ‘Eu não quero que ninguém venha aqui’” e ele respondeu: ‘Mãe, ele não se importa com você, ele só quer se juntar à polca.”
No dia da dança, Dorothy Williams lembra que foi a contragosto. Ela não tinha planos de falar com o estranho que seu filho havia convidado.
Mas quando Richard apareceu na casa, ele caminhou até Dorothy Williams e perguntou: “Qual é o seu nome?”
“Dorothy”, respondeu ela.
Richard respondeu: “Eu nunca conheci uma Dorothy que eu não gostasse.”
Ela disse que imaginou que talvez ele não fosse tão ruim.
Todos se divertiram juntos na polca naquele dia, mas Williams disse que não tinha ideia de que os dois estavam se apaixonando.
A paixão
“Foi um pouco chocante quando o vi aparecendo na casa com flores por dois, três dias seguidos”, disse.
“Ele também trazia pequenos presentes para nós.”
John Williams olhou para sua mãe e viu que ela estava feliz.
Richard disse que seus sentimentos vieram do nada. “Nós fomos juntos, foi casual e, de repente, houve faíscas no ar”, disse ele.
Dorothy Williams contou que nunca namorou depois que o marido morreu, apesar de ter oportunidades. “Eu nunca, nunca quis”, disse ela.
“Então ele veio e eu não pude acreditar. Ele é um cavalheiro completo. Ele ainda abre as portas e leva você pelo braço, todas as coisas boas.”
Eles começaram a passar mais tempo juntos e a coisa foi ficando séria, depois de dois anos.
“Então as palavras mágicas saíram: ‘Quero passar o resto da minha vida com você’”, disse Richard. “Foi como ser atingido com um taco de beisebol.”
O pedido
Daí o pedido veio num jantar em família:
“Quando me ajoelhei, disse: ‘Dorothy Williams, você vai se casar comigo?”, disse ele.
Claro que ela disse sim.
O casamento
A família, incluindo seis crianças, 13 netos e cinco bisnetos, ajudou a planejar o casamento de 150 convidados.
Parentes vieram de todo o país para ver o casal feliz, que dançou a polca por horas em seu casamento no último dia 14 de setembro.
Dorothy Williams ficou emocionada por ter uma grande festa e disse que sua única preocupação era que suas pernas estavam um pouco doloridas de tanta dança.
Williams saiu da casa do filho e entrou na casa de Richard, do outro lado da cidade.
“Os dois estão andando como dois pássaros do amor, beijando e de mãos dadas”, contou John Williams.
Amor aos 90
Dorothy Williams disse que foi a melhor coisa da vida se apaixonar aos 90 anos. E ela quer que os outros saibam que o amor tardio é muito semelhante ao amor do início da vida.
“Você não tem toda a energia e a excitação, mas ainda está lá”, disse ela. “Não importa se você tem 93 ou 16 anos, você ainda tem os mesmos sentimentos.”
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Adupla sertaneja Rodrigo e Adriel foi assaltada durante uma apresentação, na noite desse domingo (18), em Peruíbe, no litoral de São Paulo. Os músicos tiveram os instrumentos musicais furtados do carro. Por esse motivo, a agenda de shows dos artistas, que têm oito anos de carreira, teve de ser cancelada.
“Fizemos a abertura do show do Maurício e Mauri e guardamos o equipamento no carro. Depois voltamos para para fazer a participação com eles no show final. Quando fomos embora, tinham levado nosso equipamento. Ficamos sem nada. Temos shows para fazer, é véspera de feriado. É uma situação de desespero ter que começar do zero”, lamentou Adriel Veiga.
De acordo com informações do G1, o veículo estava estacionado em frente à casa de shows, na esquina da rua Jaçanã com a Avenida 24 de Dezembro, no Centro de Peruíbe. A esposa de Adriel, Carol Dantas, detalhou o que foi levado e o prejuízo causado. A dupla registrou um boletim de ocorrência na Delegacia Sede de Peruíbe.
“Levaram microfones, aparelhagem de som, um violão que custa mais de R$ 3 mil, parte da bateria de um outro músico, iPad do meu cunhado, uma maleta com itens pessoais, incluindo a chave da nossa casa, que tivemos que arrombar o portão pra entrar depois de um dia complicado”, contou Carol.
Adriel Veiga fez um post nas redes sociais:
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Aatriz Cristiane Machado, que já atuou em diversas novelas da Globo, foi casada com o empresário e ex-diplomata Sergio Schiller Thompson-Flores. A história, que parecia de conto de fadas, não passava de um pesadelo e, para provar as agressões que sofria do marido, a atriz resolveu instalar câmeras de segurança em casa.
No vídeo, gravado em agosto deste ano, é possível ver Sergio empurrando Cristiane, tirando seus sapatos e lhe dando uma surra e tentando lhe enforcar, segundo o G1. Áudios de celular mostram também ameaças feitas pelo empresário contra a atriz, que já inspirou o artista Vik Muniz na escultura feita para a abertura da novela Passione, em 2010. Com medo de se tornar mais uma vítima do feminicídio, Cristiane resolveu filmar as agressões para provar o crime.
Após ser denunciado, a justiça emitiu um mandado de prisão contra Sergio, que está foragido. Os advogados do acusado afirmam que as imagens foram editadas.
O casal se conheceu em março de 2017 e se casou em novembro do mesmo ano. “Ele era extremamente amoroso, cuidadoso. Eu tinha encontrado o amor da minha vida. Ele era o meu príncipe”, contou Cristiane em entrevista ao Fantástico. Ela conta que as agressões começaram logo a seguir ao casamento. “Começa muito sutil (…) com empurrão, ou às vezes uma palavra grosseira”, diz Cristiane. “Ele me diminuía, me chamava de burra. Eu não podia mais ter senha no meu celular, ele tinha que ter acesso ao meu celular. Sempre que eu discordava dele era uma briga”, revela.
Depois de quatro anos, a piscina mantida pelo tráfico de drogas no Morro do Juramento, em Vicente de Carvalho, Zona Norte do Rio, foi destruída, na madrugada desse domingo (18), pelo Bope. O local, de acordo com a Polícia Militar, era utilizado como “barricada” pelos traficantes.
No momento em que agentes destruíam a piscina, segundo o EXTRA, houve tiroteio na região. Ninguém ficou ferido. Moradores se revoltaram com a derrubada da estrutura. “O que fizeram foi maior esculacho. O bagulho (sic) era a alegria das crianças”, disse um morador.
“Destruíram a piscina do Juramento porque é irregular… Mas construir espaço de lazer para a comunidade ninguém quer, né?”, questionou uma internauta no Twitter. O “point”, considerado irregular, passou por melhorias recentemente, sendo ladrilhado.
Ainda no mandato de deputado federal pelo PSL do Rio de Janeiro, o presidente eleito, Jair Bolsonaro, destinou R$ 2 milhões em uma emenda individual parlamentar para a Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora (MG), hospital que prestou o primeiro atendimento após o então candidato à Presidência levar uma facada durante um ato de campanha na cidade mineira em setembro.
Como parlamentar, Bolsonaro tem direito a direcionar R$ 15,4 milhões em emendas ao Orçamento da União de 2019, sendo que metade do valor tem de ser destinada para ações e serviços públicos de saúde, como determina a Constituição.
Logo após ter se recuperado do ataque, Bolsonaro chegou a dizer que “nasceu de novo” no hospital. Ele também quis doar para a instituição um valor do montante arrecadado para sua campanha e que acabou não ocorrendo. Esse tipo de doação não é permitida pela legislação eleitoral por se tratar de recursos de campanha.
A emenda para a Santa Casa de Juiz de Fora, no entanto, difere de grande parte das rubricas orçamentárias historicamente apresentadas por Bolsonaro ao longo dos 27 anos em que é deputado federal. Ele sempre priorizou o repasse para instituições de saúde, de educação e de outras áreas ligadas às Forças Armadas.
Este tipo de emenda é impositiva, ou seja, o governo é obrigado a executá-la. Elas são destinadas, em geral, para as demandas que chegam das bases eleitorais dos 594 congressistas – incluindo deputados e senadores – e é uma forma de os parlamentares participarem da elaboração do orçamento anual encaminhado ao Congresso pelo Executivo.
Na justificativa para a emenda apresentada, Bolsonaro afirma que o déficit da instituição em 2017 foi de R$ 27,1 milhões, referentes aos atendimentos a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), sendo a média mensal de R$ 2,3 milhões. “Este déficit é decorrente da defasagem da tabela do SUS sem reajuste há mais de 12 anos”, diz o texto da emenda.
Forças Armadas
Levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo em janeiro mostrou que Bolsonaro destinou 60% das suas emendas para a saúde dos militares entre 2014 e 2018. No total do período, foram mais de R$ 45 milhões em rubricas para atividades relacionadas às Forças Armadas dos mais de R$ 76 milhões indicados por ele no Orçamento.
Para 2019, Bolsonaro manteve a tradição. Ele apresentou 21 emendas, sendo que 60% destinadas para saúde e educação de militares. Foram R$ 7,2 milhões para hospitais e equipamentos de saúde e R$ 1,9 milhão para escolas militares.
O restante foi destinado para a Rede Sarah, o Hospital de Barretos, o Instituto Nacional do Câncer e a Associação Brasileira de Assistência aos Cancerosos, além da Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora. Nenhuma emenda foi destinada para segurança pública.
A reportagem entrou em contato com a assessoria de Bolsonaro, mas não obteve resposta até a conclusão desta edição. Com informações do Estadão Conteúdo.
A ansiedade é uma emoção caracterizada por sentimentos de tensão, preocupação, insegurança, normalmente acompanhados por alterações físicas como o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca, sudorese, secura da boca, tremores e tonturas. Quando o estado ansioso ocorre por muito tempo ou com muita frequência, torna-se patologia que pode levar a ataques de pânico.
Por ser algo irracional, que parece superar a vontade humana em momentos de maior fragilidade, seja por depressão, medo ou ansiedade, os ataques de pânico acontecem a qualquer época do dia, deixando o próprio e indivíduos em redor, na maioria das vezes, sem saber o que fazer.
A revista Vejaapontou sete passos para ajudar (a si ou ao próximo) da próxima que se deparar com a situação.
Perceba o corpo: O ataque é passageiro. É importante focar nesta ideia de controle sobre o próprio corpo.
Respire: Forcar-se na própria respiração pode ser o suficiente para se sentir melhor. À medida que passa, abstrai-se de outras situações. Ao mesmo tempo, obriga o corpo a baixar a frequência cardíaca.
Relaxe os músculos: Concentre-se nos próprios músculos e tente desprendê-los. Atém das vantagens físicas, é mais um método com o qual se pode abstrair.
Limite os estímulos: É preciso conhecer o corpo. Ambientes com muitas pessoas e barulho não são os mais indicados, por isso, em momentos de maior ansiedade, no qual se prevê um ataque de ansiedade, o melhor será procurar um espaço mais silencioso, com poucas pessoas e se possível, escuro. Lá, foque-se nos exercícios de respiração e relaxamento muscular.
Escreva: Diz um estudo apresentado no SAGE Journals que escrever os pensamentos para posteriormente rasgar a folha e jogar fora é uma boa forma de tornar os medos e ansiedades em algo material que pode, depois, ser descartado.
Esqueça o café: Cafeína em excesso deixa o corpo mais acelerado, o que pode funcionar como um estímulo para um estado de maior ansiedade. Optar por bebidas que afetem menos a frequência cardíaca e que mantenham a hidratação é o mais aconselhado, caso tenha tendência para comportamentos de muita ansiedade.
Ouça música: Momentos de maior agitação e multidão são inevitáveis, por isso, aposte nas músicas.