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ATÉ QUANDO? MAIS UM POLICIAL MORTO NO RJ!!! BASTA!!

Mais um PM é assassinado após ser identificado como policial no Rio de Janeiro.

Lotado no 5°BPM, o soldado Marçal Teles de Brito, 37 anos, foi assassinado após ser reconhecido como policial, no Centro do Rio, no final da noite deste sábado, dia 6 de outubro.

Segundo informações preliminares, o PM estava acompanhado por um amigo que é cabo Fuzileiro Naval da Marinha em um boteco na localidade conhecida como Pedra do Sal.

Trabalhando no Setor Alfa – responsável justamente pelo patrulhamento ostensivo naquela região – ele teria sido reconhecido por criminosos do Morro da Conceição, que implantaram uma “estica” (boca-de-fumo no asfalto) ali.

Os dois militares foram retirados do estabelecimento e baleados. Cada um foi atingido por dois tiros no rosto e morreram no local. Os corpos estão na Rua Sacadura Cabral, próximo à Avenida Venezuela. O fuzileiro naval ainda não foi identificado. Uma equipe do 5°BPM está no local aguardando a chegada de policiais da Divisão de Homicídios (DH).

Eleitores justificam ausência na Rodoviária Interestadual

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A Rodoviária Interestadual é um dos nove locais preparados para receber a justificativa de ausência do eleitor em Brasília (foto: Marília Lima/Esp.CB/DA.Press)

 

A situaçăo é tranquila na mesa receptora de justificativa instalada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) na Rodoviária Interestadual, um dos nove espaços espalhados pela capital onde o cidadăo pode ir para justificar a ausência na eleiçăo. Os trabalhos começaram às 8h e muitas pessoas de passagem por Brasília já compareceram ao local. Dilcinéia de Avelar, veio de Itaúna (MG) encontrar os filhos para fazerem outra viagem. A professora aposentada já justificou seu voto em outra eleiçăo, mas, desta vez, lamenta năo poder ir à urna eletrônica. “Estamos num momento muito difícil e é muito necessário para nós, brasileiros, decidirmos o rumo do país”, afirma Dilcinéia.

Na Rodoviária Interestadual é possível apenas justificar o voto. O vigilante Carlos Magalhăes queria votar, mas năo sabia que podia fazê-lo fora de seu domicílio, Januária (MG). “A gente vê o pessoal votando no exterior, năo sabia que dava para votar em outra cidade”, confessa ele, que vive há três anos no DF e pensa em transferir o título de eleitor para cá.

Ao contrário de Carlos e Dilcinéia, Clyto Cunha Filho foi mais precavido. O carioca está voltando para casa em pleno dia de eleiçăo. O terapeuta instalou o aplicativo da Justiça Eleitoral, o E-título, para năo perder tempo quando chegar no Rio de Janeiro e se encaminhar para a cabine de votaçăo. “Meu título tá guardadinho, eu sei onde ele está. Mas achei o app tăo mais prático”, conta.

 

Onde justificar 

Cartório/regiăo – Local de justificativa 

 

» 1ª Zona/Asa Sul – Pátio Brasil Shopping (SCS 701, Qd. 7 Bl. A)

» 1ª Zona/Asa Sul – Rodoviária Interestadual (SMAS, Trecho 4m Cj. 5/6)

» 5ª Zona/Sobradinho – Escola Classe 1 (Quadra 6, Área Especial 1, Rua 5, Sobradinho)

» 13ª Zona/Samamabaia – Centro de Ensino Infantil 210 (QN 210, Área Especial, Samambaia Norte)

» 14ª Zona/Asa Norte – Estádio Nacional de Brasília (Setor Recreativo Parque Norte, SRPN, Portăo 5)

» 15ª Zona/Águas Claras – Colégio Marista Champagnat (QSD – Área Especial 1, Taguatinga Sul)

» 17ª Zona/Gama – Faciplac (Área Especial 2, Setor Leste do Gama)

» 18ª Zona/Lago Sul – Aeroporto (Área Especial do Lago Sul)

» 20ª Zona/Ceilândia – Fundaçăo Bradesco (QNN 28, Área Especial L, Ceilândia Sul)  

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Fonte: Cidades

Votos branco e nulo: entenda a diferença e para onde vão

Nas eleições em que o Brasil terá o maior número de candidatos à Presidência desde 1989 – com 13 nomes disputando –, os 147.302.357 eleitores registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se veem indecisos a dois dias do pleito. Devido a inúmeras denúncias de corrupção entre os mais conhecidos da política e a fake news disseminadas pela internet, muitos cidadãos veem como opção anular o voto ou votar em branco.

Segundo pesquisa Ibope divulgada na quarta-feira (3/10), o percentual de eleitores que votarão branco ou nulo chega a 11%, demonstrando a indecisão que ronda a cabeça de muitos brasileiros. Mas, ao apertar o botão escrito “branco” ou anular a escolha, o brasileiro precisa saber: aonde o poder democrático está indo? Será que votar em branco faz o candidato que está à frente ter mais chances de ganhar? E o que, de fato, votar nulo significa? Se mais de 50% da população votar nulo, as eleições são canceladas? De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nada disso é verdade. Saiba o que é mito e o que é verdade:

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“Vou votar branco, assim ajudo quem está ganhando”
Não. O voto em branco se refere simplesmente à falta de preferência do eleitor em relação aos candidatos e, conforme o TSE, não influencia o processo eleitoral.

  • Vale lembrar: nas urnas, é preciso apertar a tecla “branco” e o botão “confirma”.

Curiosidade: anteriormente, para votar nessa categoria, o eleitor deixava de assinalar a cédula com o nome dos candidatos. Com o papel em branco, a cédula servia para contabilizar votos para o candidato que estava vencendo. Hoje, não funciona mais dessa forma.

“Se todo mundo votar nulo, as eleições são canceladas”
É boato. Assim como o voto branco, o nulo não atingiria as eleições nem em um cenário utópico, já que seria praticamente impossível mais de 140 milhões de cidadãos anularem a escolha. No voto nulo, o eleitor apenas se manifesta contra todos os candidatos, mostrando estar insatisfeito com as propostas deles. Na contagem de votos, o TSE só considera válidos. Os brancos e nulos ficam então excluídos.

Vale ressaltar que uma eleição pode ser anulada apenas em consequência de irregularidades na chapa do candidato vitorioso. Ou seja, se houver fraude (compra de votos, por exemplo), a nomeação é zerada e outro pleito realizado.

  • Fique atento! Para votar nulo, é preciso escolher um número inexistente: por exemplo, teclar “99” ou “00” e pressionar o botão “confirma”.

Curiosidade: antes do voto eletrônico, o eleitor assinalava ou escrevia o nome do candidato na cédula. Se a letra estivesse ilegível ou a marcação não fosse precisa, o voto era anulado.

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Fique por dentro da Lei:

De acordo com o Ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Henrique Neves, “o verdadeiro detentor do poder democrático é o eleitor que se manifesta por certo candidato”. “Se a pessoa não vai às urnas ou vota nulo, ela não manifesta a sua vontade em relação a nenhum dos candidatos. Se poderia até dizer que ela está fazendo um voto de protesto, mas as regras constitucionais brasileiras dão peso zero para esse voto de protesto: ele não é considerado para o resultado das eleições”, completa o jurista.

A escolha do candidato
De acordo com a coordenadora do curso de Ciências Políticas do Centro Universitário Internacional Uninter, Andrea Benetti, vale mais a pena escolher um candidato do que optar pelo nulo ou branco. Para isso, ela aconselha que os eleitores pesquisem a vida pública e vejam as propostas apresentadas pelos políticos.

Tendo em vista o difícil acesso à informação em sites oficiais, como o do próprio TSE, Andrea diz que uma medida a ser adotada é acompanhar as notícias veiculadas na mídia especializada, de fonte segura, cujo papel é “importante porque traz a informação de forma mais fácil”.

Para a especialista, os brasileiros pagam caro pela omissão na hora da eleição. “Nós temos nos omitido muito e pagamos um preço alto por causa disso, portanto devemos ser mais ativos”. Andrea conclui: “Um candidato nunca vai representar 100% nossos interesses, mas nosso maior pecado é a se omitir”.

Como identificar os sinais de que chegou a hora de formatar o seu PC

Lentidão… Travamentos… Vírus… Pane geral… … a temida Tela azul! Fim da linha, amigo, é hora de formatar seu computador. Estes são os sinais mais óbvios de que é hora de recomeçar sua máquina do zero. Mas há outras razões que indicam o momento de resetar o PC.

Se você for vender ou doar o equipamento, trocar alguns hardwares ou, por exemplo, quiser mudar a versão do Windows, estas também são razões que indicam motivo para formatar o computador. Mas antes de tomar qualquer decisão, o mais indicado é conversar com um técnico em informática, dizer exatamente o que está acontecendo com a sua máquina e esperar o diagnóstico.

Além da notável lentidão e travamentos, a presença de vírus é outro indício forte de que a máquina precisa ser recomposta. Recentemente, a empresa de segurança digital Kapersky, fez uma lista de como identificar a infecção por um malware. Se você notar bloqueios inesperados, atividade elevada do disco rígido – que pode ser percebida pelo próprio acionamento da ventoinha quando você está apenas fazendo atividades normais, janelas estranhas indicando problemas de acesso ao sistema, programas que abrem sozinhos ou não respondem aos seus comandos e até a desativação inesperada do seu antivírus, pode apostar, é quase certo que seu computador esteja infectado.

Há quem prefira tentar outras alternativas antes de partir para a formatação da máquina. Você pode, por exemplo, tentar uma solução de segurança diferente para limpar vírus mais comuns; algumas telas de erros mais simples ou problemas com drivers também podem ser resolvidos sem a necessidade de formatar. Acredite, formatar nem sempre é a melhor opção…

Se depois de uma análise e até consulta com um especialista a decisão for mesmo formatar o computador, alguns cuidados básicos podem garantir que a solução não se transforme em um problema ainda maior.

A formatação é certamente uma saída mais rápida do que, muitas vezes, tentar ficar caçando um problema difícil de ser identificado. Mas, como dissemos, é preciso fazer uma análise do equipamento primeiro e ter certos cuidados. Para quem preferir formatar seu computador por conta própria, além dos cuidados já mencionados, é bom ter algum conhecimento de informática também. Além do backup, certifique-se que versão do sistema operacional que você tem para instalar é compatível com o equipamento e também que se vai ser possível (e fácil) recuperar todos os programas que você está acostumado a usar. Não vacile…

As novas versões dos sistemas operacionais, especialmente o Windows, trazem funcionalidades úteis e sofisticadas. Mas, normalmente, exigem mais do processamento da máquina. Computadores mais antigos – entre 5 e 7 anos – dificilmente suportam essas atualizações e o primeiro sinal de que isso aconteceu é uma irritante lentidão da máquina. Se este for o caso, mesmo com uma formatação, a performance original do computador não vai ser mais recuperada. E você vai ter que escolher: continuar com o sistema operacional antigo ou trocar de computador.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Saiba quem são e o que prometem os 11 candidatos ao Palácio do Buriti

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Adversários nesta que foi a mais concorrida das eleiçőes ao cargo de governador do Distrito Federal, nove homens e duas mulheres disputam a vaga de chefe do Executivo local pelos próximos quatro anos. Composto por candidatos outsiders (desconhecidos no meio político), nomes famosos entre os três poderes, além de figuras populares em movimentos partidários que concorrem pela primeira vez, o grupo compôs um dos pleitos mais pulverizados para a vaga.

Recorrendo às mais variadas estratégias, os 11 concorrentes ao GDF tentaram conquistar a populaçăo ao longo de 35 dias de campanha antes do primeiro turno das eleiçőes. O cenário indefinido dominou o início da corrida eleitoral, mas mudou de formato à medida que o dia da votaçăo se aproximava. Marcada por reviravoltas nas pesquisas, a campanha de 2018 foi a mais concorrida da história do DF e leva até o momento da votaçăo a dúvida sobre quem chega ao segundo turno.

 

Confira os perfis dos participantes da corrida eleitoral rumo ao Palácio do Buriti que buscam os votos dos brasilienses neste domingo (7/10):

Alberto Fraga

(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Deputado federal e coronel da reserva da Polícia Militar do Distrito Federal, Alberto Fraga (DEM), 62 anos, nasceu em Sergipe e mudou-se para Brasília em 1966. Formado em direito, administraçăo e educaçăo física, ele é mestre em segurança pública e teve o primeiro mandato em 1999, quando entrou como suplente, mas assumiu a cadeira de deputado federal pelo PMDB, atual MDB. Daquele ano até 2011, Fraga se manteve na funçăo durante três legislaturas consecutivas, passando por pelo PFL, atual DEM, no qual se encontra desde 2007.

 

Em 2005, liderou a Frente Parlamentar pelo Direito à Legítima Defesa, criada com foco no referendo sobre o comércio de armas e muniçăo no Brasil. O grupo comandou campanha favorável à venda — opçăo vencedora do plebiscito. Em 2014, o democrata voltou ao cargo de deputado federal. Atualmente, coordena a Bancada da Bala no Congresso Nacional — coalizăo composta por políticos favoráveis ao acesso às armas pela populaçăo civil.

 

Ele e o economista brasiliense Alexandre Bispo (PR), candidato a vice na chapa, têm o apoio da coligaçăo Coragem e Respeito pelo Povo, formada por DEM, PSDB, PR e DC. A duas semanas das eleiçőes, Fraga foi condenado a quatro anos, dois meses e 20 dias de prisăo em regime semiaberto por cobrança de propina em favor de uma cooperativa de transporte coletivo, quando era secretário de Transportes do DF. Ele pode recorrer em liberdade, e a sentença só acarretará inelegibilidade se confirmada em segunda instância. Entre as propostas do candidato para o DF está a revitalizaçăo de ao menos 13 terminais rodoviários, além da paridade salarial para as polícias Civil e Militar.

Alexandre Guerra

(foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)

Candidato a um cargo eletivo pela primeira vez, o brasiliense Alexandre Guerra (Novo), 37 anos, é advogado, com mestrado em administraçăo e MBA em comércio internacional. Casado e pai de dois filhos, Alexandre é herdeiro da rede de lanchonetes Giraffas. Até o início da campanha, ele se dividia entre Brasília e Săo Paulo, onde coordena os negócios da família. Defensor da renovaçăo total da política, o candidato é um dos concorrentes outsiders nesta eleiçăo e representa um modelo de perfil da sigla: jovem, empresário e com discurso liberal.

 

Lançado como candidato pelo Novo em dezembro, Guerra se afastou da direçăo da rede de restaurantes para se dedicar à vida política, mas ainda exerce cargos de liderança em entidades de classe. Ele é vice-presidente da Associaçăo Brasileira de Franchising (ABF) e presidente do Instituto Foodservice Brasil (IFB). O partido dele, que concorre nas eleiçőes ao Buriti em chapa puro-sangue, devolveu os R$ 3 milhőes recebidos por meio do Fundo Eleitoral e realizou a campanha com dinheiro de doadores.

 

Crítico de promessas eleitorais sobre reajuste salarial para servidores públicos, Guerra declarou que a prioridade do governo será a populaçăo vulnerável, sobretudo os desempregados. Ele defende um Estado menos oneroso do ponto de vista financeiro e promete o destravamento dos setores de infraestrutura e construçăo civil. Entre as principais propostas de campanha do candidato está a reduçăo do número de secretarias de 21 para 11. Seu vice é o cirurgiăo paranaense Erickson Blun.

Antônio Guillen

(foto: Ana Rayssa/Esp. CB/D.A Press)

Paulista, presidente regional e um dos fundadores do PSTU, Antônio Guillen, 57 anos, é professor, ex-delegado sindical da categoria e militante político da sigla, por meio da qual concorre ao Buriti. Formado pela Universidade de Brasília (UnB), é mestre em história e professor do ensino médio da rede pública do Distrito Federal. Candidato a governador pela primeira vez, ele fez parte da chapa de Toninho do PSol como vice-governador nas últimas eleiçőes.

 

O socialista defende um governo gerido por meio da participaçăo ativa da populaçăo. Ele se posiciona contra a terceirizaçăo e comentou que analisará os contratos de todas as empresas que prestam serviços ao GDF, caso se torne governador. Guillen é a favor de que o governo controle serviços como transporte, educaçăo e saúde sem negociaçőes entre empresas ou deputados. O professor é favorável à extinçăo dos cargos comissionados e ao gerenciamento de empresas e instituiçőes públicas por servidores, além da reversăo da privatizaçăo dessas companhias.

 

Na área de transporte, o socialista sugere intervençăo nas empresas de ônibus, cancelamento da licitaçăo atual e estatizaçăo das organizaçőes de transporte público. Ele pretende abaixar as tarifas de passagens e propőe um sistema de custo que retire os lucros dos empresários. O professor defende que os conselhos populares se organizem e lutem por direitos políticos por meio de uma revoluçăo socialista. Na chapa puro-sangue do candidato está o auxiliar de escritório brasiliense Eduardo Rennó Zanata, concorrente a vice na chapa sem coligaçőes. 

Eliana Pedrosa

(foto: Arthur Menescal/Esp. CB/D.A Press)

Candidata a governadora do Distrito Federal pelo Pros, Eliana Pedrosa, 65 anos, entrou na política em 2002 e, em 16 anos, passou por, ao menos, cinco partidos. Formada em química pela Universidade de Brasília (UnB), exerceu o primeiro cargo eletivo como deputada distrital pelo PL. Se reelegeu em 2006 pelo DEM, entăo PFL. Entre 2007 e 2009, assumiu a Secretaria de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda, no governo de José Roberto Arruda, e, em 2010, voltou ao cargo de distrital pela terceira vez.

 

Eliana ajudou a fundar o PSD no DF e migrou para a legenda. Nas eleiçőes de 2014, cogitou se candidatar ao Buriti pela primeira vez, mas acabou aceitando um convite para ser vice na chapa de Arruda, que foi impedido de se reeleger pela Lei da Ficha Limpa. Antes da impugnaçăo de Arruda, a aliança năo se confirmou. A candidatura năo saiu e Eliana se lançou como concorrente à Câmara dos Deputados pelo PPS, năo sendo eleita. A chapa da candidata do Pros tem o delegado Alírio Neto (PTB) como vice e faz parte da coligaçăo Juntos de Você, formada pelos partidos Pros, PTB, PHS, Patriota, PMN, PTC e PMB.

 

Casada, măe de três filhos e avó de cinco netos, Eliana Pedrosa mora em Brasília desde os 15 anos. Ela propőe a criaçăo de uma Secretaria de Gestăo de Assuntos Estratégicos, a equiparaçăo salarial entre a Polícia Civil e a Federal, além da reduçăo de impostos como o Imposto sobre Circulaçăo de Mercadorias e Serviços (ICMS). A construçăo de dois estádios, um no Recanto das Emas, outro em Santa Maria, também está entre as promessas da postulante.

Fátima Sousa

(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Enfermeira sanitarista com pós-doutorado em ciências da saúde, a professora da Universidade de Brasília (UnB), Fátima Sousa, 57 anos, concorre ao cargo de governadora pelo PSol. Com experiência nas áreas de saúde, educaçăo e ciências sociais, a paraibana passou pelos cargos de diretora da Faculdade de Ciências da Saúde da instituiçăo de ensino e de assessora do Programa Saúde da Família (PSF). Moradora de Brasília desde 1993, ela coordenou a gerência nacional do Programa de Agentes Comunitários de Saúde (Pacs) e, agora, concorre à cadeira do Buriti pela primeira vez, na única chapa composta por mulheres nas eleiçőes para o Executivo local.

 

A meta prioritária do governo de Fátima é a melhora da atençăo primária à saúde com o intuito de diminuir o fluxo nos ambulatórios e nas emergências do Distrito Federal. A candidata e a vice Keka Bagno (PSol) fazem parte da coligaçăo Elas por nós: sem medo de mudar o DF, composta pelo Partido Socialista e pelo PCB. Nenhuma das duas siglas passou pelo cargo mais alto do GDF.

 

Contrária à institucionalizaçăo do Hospital de Base, Fátima pretende trazer de volta o Pacs e promete diálogo e parceria com o setor empresarial. No campo econômico, ela defende o reforço do setor produtivo a fim de apoiar o crescimento da unidade federativa e o apoio a pequenos e médios comerciantes. A candidata também tem reafirmado o compromisso com a melhoria da mobilidade urbana e com a preservaçăo de museus e parques e, recentemente, assinou carta de compromisso para garantir atençăo ao combate à violência contra a mulher.

Ibaneis Rocha

(foto: Carlos Vieira/CB/D.A Press)

Nascido em Brasília, Ibaneis Rocha, 47 anos, é candidato ao Buriti pelo MDB, que tem como presidente o ex-vice-governador do Distrito Federal Tadeu Filippelli, que compôs o governo do DF de 2010 a 2014, ao lado de Agnelo Queiroz (PT). Ibaneis é advogado, formado pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub) e foi presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no DF (OAB-DF) de 2013 a 2015.

 

A chapa do candidato inclui MDB, PP, PSL e PPL. Os partidos compőem a coligaçăo Pra fazer a diferença. Ibaneis nunca concorreu a um cargo público eletivo e está entre os outsiders da disputa pela cadeira do Executivo. Ele é o candidato com o maior valor de bens declarados à Justiça Eleitoral entre os demais concorrentes ao Buriti. O vice-governador na chapa, Paco Britto (Avante), é conhecido do meio político da capital. O carioca é empresário e presidente regional da sigla.

 

Entre as promessas de campanha do candidato está a reduçăo de impostos, como o Imposto sobre Circulaçăo de Mercadorias e Serviços (ICMS) de combustível, todas alíquotas de IPTU e de ISS, pagamento da terceira parcela do reajuste a 32 categorias do funcionalismo público, além da equiparaçăo do salário da Polícia Civil ao da Federal com recursos do Fundo Constitucional do DF.

 

O candidato ainda propőe a transformaçăo do Banco de Brasília (BRB) em uma agência de incentivo aos micro e pequenos empresários por meio de sistema de crédito social e a isençăo do ICMS e do Imposto sobre Serviços (ISS) para pequenas e microempresas que contratarem ao menos um trabalhador.

Júlio Miragaya

(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Economista carioca, Júlio Miragaya (PT), 60 anos, concorre em chapa puro-sangue ao lado da agricultora familiar e bacharel em direito Claudia Farinha. O petista tem experiência como ex-presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), no governo Agnelo Queiroz, e, desde 2015, está à frente da diretoria técnica do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) no DF. Atualmente, é conselheiro do Conselho Federal de Economia (Cofecon), entidade que presidiu entre 2016 e 2017. Miragaya ajudou a fundar o PT no Rio de Janeiro e concorreu ao cargo de deputado federal em 1990, mas năo se elegeu.

 

Formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ele é mestre em gestăo territorial e doutor em desenvolvimento econômico sustentável. O candidato é a favor da valorizaçăo do trabalho e de uma reforma administrativa para releitura das carreiras, com foco na valorizaçăo do funcionário público.

 

Quanto à concessăo da paridade salarial dos policiais e ao reajuste dos servidores, Miragaya afirmou que o processo precisa ser analisado com cautela por temer que năo haja orçamento disponível para a medida. Entre as promessas para a educaçăo, o petista se comprometeu com a inauguraçăo de 70 creches e disse que estudará a possibilidade de criaçăo de uma nova universidade pública no DF. O plano do candidato contempla o desenvolvimento integrado com a periferia metropolitana e inclui a atraçăo de investimentos industriais com foco em áreas de alta intensidade tecnológica, sem desconsiderar os setores tradicionais.

Paulo Chagas

(foto: Arthur Menescal/CB/D.A Press)

Nascido no Rio de Janeiro, Paulo Chagas (PRP), 69 anos, estudou no Colégio Militar da capital fluminense. Ele é oficial reformado da Academia Militar das Agulhas Negras. O general de brigada entrou para a reserva em 2006, após 38 anos de serviço. Foi adido militar em Londres e é habilitado em espanhol, italiano, francês e inglês pelo Centro de Estudos de Pessoal do Exército. Esta é a primeira vez que o candidato disputa um cargo eletivo. Entre as prioridades do governo dele estăo a saúde e a segurança pública. Na primeira área, ele defende investimentos para recuperaçăo de toda a estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS). Já para a segunda, o candidato propőe a integraçăo das corporaçőes.

 

Outro outsider das eleiçőes, o candidato anunciou um pacto de apoio mútuo com Alexandre Guerra (Novo) a oito dias do pleito. Embora sejam de chapas diferentes — Chagas faz parte da coligaçăo Brasília acima de tudo, composta pelo PRP e pelo PRTB —, o acordo firmado estabelece que, caso algum deles chegue ao segundo turno, o outro apoiará a candidatura do concorrente em uma espécie de coligaçăo. O advogado capixaba Adalberto Monteiro (PRP) foi escolhido como candidato a vice-governador do militar.

 

Ainda no tema da segurança pública, Chagas desaprova a forma de liberaçăo de detentos nos saidőes e considera justa a concessăo de reajustes às polícias e a paridade de salários da Civil com a Federal. Crítico do que chama de velha política, o candidato afirma ser a favor da impressăo do voto em cédula.

Renan Rosa

(foto: Arthur Menescal/CB/D.A Press)

Bancário e economiário, Renan Rosa (PCO), 53 anos, é militante do partido há mais de 30 anos e concorre ao cargo de governador pela primeira vez. Formado em letras pela Universidade de Brasília (UnB), o cearense ocupa o cargo de analista de tecnologia da informaçăo na Diretoria de Tecnologia do Banco do Brasil e integra a Diretoria-geral do Sindicato dos Bancários do Distrito Federal. Ele e o candidato a vice Gilson Dobbin, servidor público federal, compőem chapa puro-sangue na disputa.

 

Embora năo encare a vitória no pleito como uma possibilidade alcançável, o candidato defende um governo administrado pelos trabalhadores. Ele afirma que, em um eventual mandato, permitirá à populaçăo definir como será administrada toda a verba do GDF e considera viável o pagamento do reajuste dos servidores sem aumentar impostos. Para Renan, a ausência de recomposiçőes salariais decorre do uso inapropriado dos fundos da Uniăo. Ele é a favor de uma saúde gerida pelo Estado e de que usuários e funcionários do Sistema Único de Saúde (SUS) sejam responsáveis pela administraçăo das unidades de atendimento.

 

No início de setembro, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-DF) negou o registro de candidatura do PCO nas eleiçőes de 2018. Com isso, nenhum representante da legenda pôde disputar o pleito na unidade federativa e o candidato năo pôde usar os quatro segundos do tempo de propaganda eleitoral do partido. A impugnaçăo foi apresentada na Justiça Eleitoral pelo Ministério Público Eleitoral, mas ainda cabe recurso da decisăo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). 

Rodrigo Rollemberg

(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Casado e pai de três filhos, Rodrigo Rollemberg (PSB), 59 anos, concorre à reeleiçăo ao Palácio do Buriti. Nascido no Rio de Janeiro, ele veio para Brasília em 1960 e se formou em história na Universidade de Brasília (UnB), onde iniciou a vida política. O candidato se filiou ao partido em 1985 e, de lá para cá, assumiu as funçőes de deputado federal, senador e duas vezes de deputado distrital. Em 2002, concorreu ao cargo de governador, mas ficou em terceiro lugar. Ele ainda foi titular da Secretaria de Turismo, no governo Cristovam Buarque, e da Secretaria Nacional de Inclusăo Social do Ministério de Ciência e Tecnologia, na gestăo  Lula.

 

Na chapa intitulada Brasília de Măos Limpas, composta por PSB, PV, Rede, PDT e PCdoB, Rollemberg tenta se reeleger, ao lado do engenheiro carioca Eduardo Brandăo (PV), candidato a vice, com o discurso voltado à honestidade e à organizaçăo das contas públicas. 

 

Para o primeiro ano de mandato, Rollemberg promete recomposiçăo salarial ao funcioalismo e análise da possibilidade de equiparaçăo dos vencimentos das polícias Civil e Federal. Entre as demais propostas está a universalizaçăo do acesso às creches, com a criaçăo de 25 mil vagas, a expansăo da cobertura em saúde pública, do metrô e do BRT, além do aumento da proteçăo às mulheres e da garantia de 50% dos cargos da gestăo a elas. O socialista ainda pretende ampliar o programa de regularizaçăo fundiária, um dos marcos da gestăo. 

Rogério Rosso

(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

Advogado e músico, Rogério Rosso (PSD), 49 anos, chegou à Câmara dos Deputados em 2007. Três anos depois de se elegar deputado federal, assumiu o cargo de governador-tampăo do Distrito Federal. Entrou dois meses depois de José Roberto Arruda ser afastado do cargo após a Operaçăo Caixa de Pandora no GDF. Nascido no Rio de Janeiro, Rosso se mudou para Brasília no primeiro ano de vida.

 

Formou-se em direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCeub), é especialista em marketing e direito tributário e trabalhou na Caterpillar Inc. e na Mercedes-Benz, antes de ser diretor da Fiat em Brasília. Também foi titular na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, administrador de Ceilândia e presidente a Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan). Em 2018, se candidatou a governador com apoio da coligaçăo Unidos pelo DF, integrada por PSD, PRB, PPS, Solidariedade, Podemos e PSC. O pastor mineiro Egmar Tavares (PRB) concorre ao cargo de vice na chapa.

 

As promessas prioritárias do candidato săo o pagamento da paridade da Polícia Civil em relaçăo à Federal e do reajuste dos policiais militares e bombeiros no primeiro dia de mandato, além da liquidaçăo do pagamento da terceira parcela do reajuste dos demais servidores públicos no primeiro semestre de governo. Entre os demais compromissos do pessedista está a extinçăo da Agência de Fiscalizaçăo do Distrito Federal (Agefis) e do Instituto Hospital de Base, o aumento da autonomia das regiőes administrativas, além de focar na saúde primária. 

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Fonte: Cidades

Saiba como identificar o plano de internet móvel que atende suas necessidades

Hoje eu vou responder a uma pergunta do Luiz Carlos. Ele quer trocar o plano de internet móvel e quer saber de quanto precisa pra assistir vídeos. Muito boa essa pergunta, Luiz! Sempre bate aquela dúvida sobre o quanto um app gasta de internet e se você está contratando o plano mais vantajoso, né?

O que você precisa fazer antes de escolher um plano é avaliar o quanto você usa de internet. Se você pega o celular só pra checar os e-mails, postar uma foto ou outra nas redes sociais e mandar mensagens, não precisa se preocupar tanto com os dados porque o seu consumo de internet é baixo. Nesse caso, um plano de 1 gigabyte deve dar conta do recado, sem problemas!

Mas se você costuma navegar muito na internet ou em redes sociais, então o ideal é procurar por planos um pouco maiores. Olha, eu fiz as contas aqui usando o app Datally e passar cinco minutos no Facebook, vendo dois vídeos e curtindo alguns posts, gasta mais ou menos 10 megabytes . No Instagram, o consumo já é um pouco maior: em cinco minutinhos navegando, vendo mais fotos e histórias, o app calculou esse gasto em praticamente 40 megas. Então, se você usar o Instagram com moderação, planos de 2 ou 3 gigabytes devem ser suficientes pra poder usar a internet durante um mês mais tranquilamente, tá?

Agora, se você é daqueles que A-D-O-R-A ouvir músicas no Spotify, no Deezer e em outros apps de música, é melhor procurar por opções de pelo menos 4 gigabytes. Gente, uma faixa só no Spotify até que não usa tantos dados. Nas minhas contas, cinco minutos de música usaram só 5 megas, quase um mega por minuto. Mas é impossível ouvir uma só, né? (risos) Por isso, o consumo de internet pode aumentar bastante se você for escutando um sonzinho no caminho pro trabalho. Duas horas de música por dia vão usar uns 120 megabytes, se não mais. Por isso, invista em um plano maior.

Mas e os vídeos? Bom, é melhor se preparar e procurar por algumas opções ainda maiores. Se você é fã de algum canal no YouTube, saiba que um vídeo de cinco minutos em alta definição por lá consome pelo menos 35 megas. Então, dependendo da duração ou de quantos vídeos você costuma ver, é melhor buscar por planos com pelo menos 5 ou 6 gigabytes pra dar conta de um mês.

Essa quantidade toda deve ser suficiente também pra um episódio ou outro de série na Netflix. Mas se você quiser maratonar e ver uma temporada toda no 4G, é melhor pensar num plano ainda maior, com mais de 10 gigas. Pelas minhas contas, cinco minutos de um episódio no app usaram mais ou menos 40 megas de internet. Um capítulo inteiro de uma hora em alta qualidade usa quase 500 megas, o que significa que ver oito deles já vai gastar praticamente 4 gigas do seu plano. Ainda bem que o app agora tem uma opção pra baixar os episódios, né? Ufa!

Pronto, agora você consegue escolher o melhor plano de acordo com o seu consumo de internet no celular! E assim como o Luiz, sempre que você tiver qualquer dúvida sobre tecnologia é só me enviar usando o formulário que fica lá no site do Olhar Digital e eu posso responder a sua pergunta aqui no programa!

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

VAI FAZER NESSE DOMINGO??

CHUVA CONTINUARÁ NESTE DOMINGO NO RIO, PODENDO SER FRACA A MODERADA AO LONGO DO DIA. À TARDE, VENTOS PODERÃO TER INTENSIDADE MODERADA A FORTE

O posicionamento de um sistema de alta pressão no oceano, neste domingo, ainda irá favorecer à entrada de umidade no município, informou o Alerta Rio (serviço meteorológico da Prefeitura). De acordo com o órgão, áreas de instabilidade em altitude também irão contribuir para deixar o tempo instável. Assim, a previsão é de chuva fraca a moderada ao longo do dia, podendo ser mais intensa a partir do final da manhã. Os ventos apresentarão intensidade fraca/moderada, passando a moderada/forte a partir da tarde. As temperaturas se manterão estáveis, com máxima prevista de 26°C e mínima de 16°C.

Lula só tem chance de sair da prisão ‘se a gente assumir o poder’, diz Ciro

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes , afirmou que somente uma vitória sua na eleição traria chances do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixar a prisão. Ciro disse que iria “organizar a carga” e “restaurar a autoridade do poder político”, fazendo com que juízes e o Ministério Público voltassem para suas “caixinhas”.

— O Lula tem alguma chance de sair da cadeia? Nenhuma. Só tem chance de sair da cadeia se a gente assumir o poder e organizar a carga. Botar juiz para voltar para a caixinha dele, botar o Ministério Público para voltar para a caixinha dele e restaurar a autoridade do poder político — afirmou.

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A declaração de Ciro foi dada à TV Difusora, do Maranhão, no dia 16, e foi publicada nesta terça-feira pelo jornal “O Estado de São Paulo”.

Lula está preso desde abril, após ser condenado a 12 anos e um mês de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, no caso do triplex do Guarujá.

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Na entrevista, o pededista criticou a estratégia do PT de manter a candidatura de Lula à Presidência, mesmo com a Lei da Ficha Limpa proibindo candidaturas de pessoas condenadas em segunda instância, e apresentar um substituto apenas no final da campanha.

— O que eles estão pensando, a burocracia? Nós vamos manter a candidatura do Lula, continuar dizendo que ele é candidato, e quando for lá pelo meio de setembro, que a Justiça disser que o Lula não é candidato, o Lula então diria assim: ‘Então, se não vão deixar eu ser, vai ser fulano’. O Brasil não aguenta um presidente por procuração em uma altura dessas — criticou.

—Eu ajudei o Lula por 16 anos, sem tirar nem um dia, no período dele e da Dilma. Já zangado, porque eu via as coisas acontecendo, sabia que ia dar problemas. Cansei de avisar para ele, e ele não quis ouvir, porque o poder, muito tempo, também tira a pessoa do normal — reclamou.

Na semana passada, Ciro já havia dito que o Brasil não terá “paz” enquanto o petista estiver preso . Após não conseguir o apoio dos partidos do Centrão, que devem fechar com Geraldo Alckmin (PSDB), o pededista tem adotado um discurso mais à esquerda. Ele negocia uma aliança com PSB e do PCdoB, legendas também cobiçadas pelo PT.

Em junho, o GLOBO perguntou a Ciro e a outros quatro pré-candidatos se, caso eleitos, eles assinariam um indulto a Lula . O pededista afirmou que “seria uma loucura” assumir esse compromisso, porque isso significaria ignorar o fato de que a condenação de Lula ainda pode ser revista em duas instâncias: o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Supremo Tribunal Federal (STF).

— Assumir um compromisso dessa natureza seria uma loucura. Eu estaria agindo em desfavor da estratégia da defesa do ex-presidente Lula que ainda tem duas instâncias para recorrer da condenação e em desfavor do próprio discurso do ex-presidente, que tem se declarado reiteradamente como inocente — avaliou na época.