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MP notifica empresário que pediu votos em Bolsonaro para funcionários

 

A Procuradoria Regional Eleitoral do Paraná instaurou nesta terça-feira (2/10) procedimento preparatório eleitoral contra o Grupo Condor, rede de supermercados que tem sede em Curitiba (PR), e seu presidente, Pedro Joanir Zonta, após a divulgação de uma carta aos colaboradores da empresa na qual o empresário declara voto ao candidato à Presidência da República nas eleições 2018 Jair Bolsonaro (PSL) e pede que os funcionários “confiem” no presidenciável.

Também nesta terça, a procuradora do Trabalho Cristiane Sbalqueiro Lopes notificou a direção da rede para que o presidente da empresa esclareça informações contidas na carta encaminhada aos funcionários. Para o Ministério Público do Trabalho, o documento sugere que funcionários não receberão 13º salário em caso de derrota do candidato do PSL.

Na carta, Zonta elenca motivos pelos quais irá votar em Bolsonaro e pelos quais não vota na “esquerda”. Também se compromete, ao final do documento, que não haverá corte no 13º salário e nas férias dos colaboradores do grupo. “Acredito no Bolsonaro, votarei nele e peço que confiem em mim e nele para colocar o Brasil no rumo certo”, escreve. A rede é uma das maiores do ramo no Estado, com 42 lojas no Paraná e uma em Santa Catarina.

Entre as razões que levam o empresário a votar no candidato do PSL, segundo a carta, estão a preservação da família; as garantias de crescimento, desenvolvimento econômico, ordem e progresso, e da propriedade no Brasil; um país sem corrupção, com a volta dos investimentos e aumentos de empregos; e a melhora no ambiente de negócios. Segundo ele, Bolsonaro “entende quem faz o Brasil ir para frente, trabalhará com os empresários e trabalhadores para um país melhor, e terá liberdade para governar, pois não tem ‘acerto’ com partidos políticos”.

Já os motivos elencados por Zonta para não votar na esquerda são: o ‘fim’ da família; a desestruturação das empresas brasileiras, sejam elas públicas ou privadas; o aumento da corrupção; o agravamento da crise econômica, levando o Brasil a ‘pior crise que o país já teve e que ainda não passou’; o retorno da equipe de governo ‘que destruiu o país’; o aumento da criminalidade e do desemprego; a falta de planejamento; e a transformação do Brasil em uma Venezuela. “Em nenhum país a esquerda deu certo”, afirma o empresário no documento.

“Coação”
Para o Ministério Público Eleitoral e do Trabalho, é preciso verificar se as declarações constantes na carta podem constranger os funcionários do grupo. Em nota, a Procuradora Regional Eleitoral, Eloisa Helena Machado, afirmou que o documento demonstra “coação clara”. “Quando o dono de uma grande empresa divulga a seus funcionários em quem irá votar e, ao mesmo tempo, pede ‘que confiem em mim e nele para colocar o Brasil no rumo certo’, há clara ofensa ao direito de escolha desses empregados”, afirmou a procuradora.

Por meio da assessoria de imprensa, o Grupo Condor admitiu a existência da carta e afirmou que se trata de um “documento interno do presidente da empresa a seus empregados, posicionando-se em relação à situação do país e das eleições”. A assessoria informou que o setor jurídico da empresa está tomando ciência dos posicionamentos do Ministério Público.

MPT emitiu alerta após vídeos de dono da Havan
Na segunda-feira (1º)  o Ministério Público do Trabalho (MPT) emitiu uma nota pública para alertar as empresas e funcionários sobre a proibição de imposição, coação ou direcionamento nas escolhas políticas de empregados. A prática pode caracterizar discriminação em razão de orientação política, irregularidade trabalhista que pode ser alvo de investigação e ação civil pública. A nota foi divulgada depois que começaram a circular vídeos na internet com donos de empresas citando motivos pelos quais votariam em seus candidatos nas eleições de 2018.

Em um desses vídeos, Luciano Hang, dono das lojas Havan, ameaça deixar o país e, consequentemente, demitir seus 15 mil funcionários, caso Bolsonaro não vença a eleição presidencial. Na gravação, o empresário diz ter feito uma pesquisa de intenção de voto com os colaboradores da empresa e descobriu que 30% deles pretendem votar nulo ou branco.

Nesse momento, Hang faz um alerta sobre o que esses votos dos funcionários poderiam acarretar: “Você está preparado para ganhar a conta da Havan? Você, que sonha em ser líder, gerente, crescer com a Havan, você já imaginou que tudo isso pode acabar no dia sete de outubro e a Havan fechar as portas e demitir os 15 mil colaboradores?”, declarou no vídeo.

Em nota, o empresário afirmou que não tinha como intenção coagir os funcionários sobre em quem deveriam votar, mas que pretendia ajudar os eleitores indecisos. “Apenas expressei a minha opinião sobre o voto útil, em quem realmente tem chance de chegar à presidência e governar o país rumo ao crescimento”, disse na nota. Hang segue dizendo que “o Brasil ainda não é a Venezuela e todo cidadão tem o direito de expressar a sua opinião”.

Candidato não paga taxa do crime e é impedido de entrar em favela do RJ!!

Neste fim de semana, o vereador Marcel Silvano (PT), candidato a deputado estadual, tomou um susto ao tentar distribuir seus panfletos na favela Nova Holanda, em Macaé.

O moço foi abordado por dois rapazes, dizendo que ele não poderia fazer campanha lá… porque não tinha pagado a “taxa”.

Prestativos, eles informaram que apenas três candidatos da região estavam “autorizados” a percorrer as ruas da área.

De nada adiantou o nobre tentar argumentar que, como vereador, tinha não só o direito, mas o dever de andar pela cidade e falar com seus moradores.

Marcel Silvano denunciou o caso nesta terça-feira (2), na tribuna da Câmara.

Datafolha: Bolsonaro alcança 32%. Haddad soma 21%

O Datafolha divulgou na noite desta terça-feira (2/10) sua sexta rodada de pesquisa de intenção de votos da corrida presidencial. A cinco dias do primeiro turno, Jair Bolsonaro (SPL) chegou a 32%. Ele é seguido pelo candidato do PT, Fernando Haddad. O ex-prefeito de São Paulo registra 21%.

O candidato do PDT, Ciro Gomes, voltou a se isolar em 3º lugar, com 11%. Em seguida, vem Geraldo Alckmin (PSDB). O tucano soma 9%. Candidata da Rede, Marina Silva segue em queda, segundo o Datafolha. A ex-ministra do Meio Ambiente tem 4% das intenções de voto para o primeiro turno.

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Abaixo, os resultados da pesquisa. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou menos:

2º turno
O Datafolha também simulou cenários de segundo turno. Em uma eventual disputa entre Bolsonaro e Haddad, o deputado fluminense tem 44% das intenções de voto. O petista registra 42%.

Contra Ciro Gomes, Bolsonaro perde. O ex-governador do Ceará tem 46%, enquanto o candidato do PSL registra 42%.

Bolsonaro também perde para Geraldo Alckmin. De acordo com o Datafolha, o tucano registra 43% e o militar da reserva, 41%.

Rejeição
Segundo o levantamento, Jair Bolsonaro segue como o presidenciável mais rejeitado: 45% do eleitorado total. A rejeição a Fernando Haddad atingiu 41%. Em seguida vêm Marina (30%), Alckmin (24%), Ciro (22%), Meirelles (15%), Daciolo (14%), Alvaro (13%), Vera (13%), Eymael (12%), Amoêdo (12%), João Goulart Filho (11%). Rejeitam todos: 3%. Votariam em qualquer um: 1%. Outros 4% não souberam responder a esse questionamento.

Pós-delação
A pesquisa foi aplicada apenas nesta terça, ou seja, um dia após o juiz federal Sérgio Moro retirar o sigilo da delação premiada do ex-ministro petista Antonio Palocci no âmbito da Operação Lava Jato. O político detalhou esquemas de corrupção envolvendo o PT durante os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Palocci está preso desde novembro de 2016, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A defesa de Lula negou as acusações e afirmou que Moro agiu com objetivo de “causar efeitos políticos”, prejudicando aliados do ex-presidente.

O Datafolha entrevistou 3.240 eleitores em 227 municípios. O nível de confiança é de 95%. O levantamento, encomendado pelo jornal Folha de S. Paulo, está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-03147/2018.

URGENTE!! MANIFESTANTES PETISTAS AGRIDEM JORNALISTA EM CAMPO GRANDE!! (VIDEO)

Na manhã desta terça-feira (02) um colaborador do Jornal RIO foi hostilizado e agredido diversas vezes por seguranças do candidato a presidente da república Fernando Haddad. Estavam presentes também no evento Márcia Tiburi, Lindbergh Faria e Benedita da Silva.

Tudo ocorreu no momento em que a equipe tentava fazer imagens com a chegada do candidato. Seguranças presentes no local, tentavam impedir as imagens. Posteriormente iniciaram as agressões, socos e ponta-pés foram desferidos contra nosso repórter. As agressões só cessaram após a chegada da polícia militar.
: Após o ocorrido, militantes do partido acusaram nosso colaborador de estar portando uma faca, numa tentativa de se escusarem do crime. Policiais Federais realizaram abordagem (vídeo) e após revista e identificação fomos liberados, permanecendo sob escolta da polícia militar até o término do comício, sendo ameaçado a todo instante.

YOUTUBER E MBL AGREDIDOS E FURTADOS
Pelo menos outras três pessoas que faziam a cobertura no local foram hostilizadas, agredidas e tiveram seus equipamentos quebrados e furtados.
[ O primeiro, Filipe Barros que tem um canal de política no YouTube foi a todo momento hostilizado e muitas das vezes impedido de fazer as imagens no local.

Já outros presentes do MBL (Movimento Brasil Livre) além de serem impedidos a todo momento de realizarem as gravações foram agredidos por seguranças do candidato e tiveram seus equipamentos quebrados e danificados. No meio da confusão um tablet foi furtado por militantes do PT.
O Jornal RIO repudia toda e qualquer forma de agressão, física ou verbal, e se declara imparcial e apartidário. Prezamos pela livre imprensa em detrimento a tentativa de censura no qual o Partido dos trabalhadores realiza.
[VÍDEO: https://youtu.be/vfxhr3O0Avg

Museu Nacional pleiteia verbas no Congresso para reconstrução

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Incêndio que destruiu o Museu Nacional completa um mês (foto: Tomaz Silva/Agência Brasil)

Um mês após o incêndio, o diretor do Museu Nacional, Alexandre Kelnner, e o reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Roberto Leher, estăo pleiteando junto ao Congresso Nacional uma verba que seja colocada ainda no orçamento deste ano para iniciar as obras de reconstruçăo do prédio que fica em Săo Cristóvăo, Zona Norte do Rio de Janeiro.

Segundo Wagner Martins, diretor administrativo do museu, mesmo que esse dinheiro seja liberado, eles năo acreditam que ele será suficiente para fazer a reconstruçăo completa, por isso, algumas outras possibilidades estăo sendo colocadas em pauta. “Existe uma discussăo sobre uma possível ajuda internacional, como da Unesco, mas săo questőes ainda muito embrionárias. O objetivo agora é conseguir uma dotaçăo junto ao Congresso também para 2019 e que se tenha uma continuaçăo de verba para 2020”, afirma o diretor administrativo.

O Ministério da Educaçăo liberou quase 9 milhőes de reais para obras emergenciais, que começaram no dia 21 de setembro e devem durar 180 dias. Essas obras consistem em fazer uma cobertura e escorar paredes para garantir a segurança de todos que trabalham neste momento no museu, inclusive a Polícia Federal, que năo pode acessar todas as áreas do prédio, pois ainda há o risco de desabamento em alguns locais.

Para Martins, é importante planejar com atençăo o projeto de reconstruçăo e restauraçăo do museu. “O prédio é tombado e, por isso, mesmo antes do incêndio, já haviam limitaçőes para obras. Năo cabe mais usar os mesmos materiais. Com a reconstruçăo, há uma negociaçăo com o IPHAN para incorporar novos materiais e evitar problemas semelhantes no futuro”, comenta.

Três departamentos que estavam fora do Palácio foram totalmente preservados, mas a perda de acervos foi muito grande. A parte mais frágil é aquela que sofre com a exposiçăo ao sol e à chuva.

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Fonte: Brasil

Twitter anuncia novas regras para combater perfis falsos e conteúdo abusivo

O Twitter anunciou novas regras para combater comportamentos inadequados nesta segunda-feira, 1º. Em meio à crescente contestação, a rede social passará a monitorar a criação de perfis falsos e ligados a organizações banidas da plataforma. A empresa anunciou ainda o combate ao compartilhamento de material hackeado.

Em seu blog oficial, o Twitter anunciou que está expandindo suas regras de combate a contas falsas para detectar comportamentos mais avançados. A partir de agora, a rede também vai considerar se a foto do perfil é proveniente de um banco de imagens ou foi roubada de alguém. Além disso, a rede social fará o mesmo tipo de verificação para a biografia do usuário e verá se as informações contidas na página pessoal usam informações enganosas.

Outra medida dura anunciada é que, ao identificar uma conta que viola as suas regras, o Twitter também agirá contra perfis associados. Segundo a rede social, a iniciativa pretende evitar que estas outras contas imitem ou tendem substituir o usuário que foi suspenso inicialmente.

A empresa quer combater ainda a distribuição de material obtido por hacking, especialmente que contenham informações pessoais, segredos de comércio e dados que possam colocar pessoas em risco. Já discussões e comentários sobre estes materiais não devem ser considerados violações das políticas do site, por enquanto.

Nos últimos meses, o Twitter tem intensificado o seu combate a contas de SPAM e com publicação de conteúdo abusivo. Recentemente, a empresa interrompeu o processo de verificação, promoveu mudanças no algoritmo para coibir comentários com discurso de ódio, entre outras coisas. Os questionamentos às práticas da empresa cheguem em meio a campanhas eleitorais em países como Brasil e Estados Unidos.



Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Falha no facebook pode ter afetado usuários de outras redes sociais

Três dias após a divulgação pública de uma falha de segurança no Facebook, redes sociais como Tinder, Pinterest, entre outras, tentam determinar como seus usuários também podem ter sido afetados.

Um porta-voz do aplicativo de relacionamentos Tinder disse que o Facebook compartilhou apenas “informações limitadas” sobre o que aconteceu na falha de segurança em seu site. Ele pediu à rede social de Mark Zuckerberg para “ser mais clara sobre quais usuários do Tinder podem ter sido atingidos”.

A preocupação é real porque uma ampla gama de serviços digitais, incluindo outros grandes nomes como Spotify e Airbnb, por exemplo, permitem que os usuários façam login em contas em suas plataformas usando suas credenciais do Facebook, um processo conhecido como Single Sign-On ou SSO.

A violação, que segundo o Facebook afetou mais de 50 milhões de usuários, permitiu que hackers acessassem as contas dos usuários da rede social, mas, até o momento, não ficou claro se eles também tiveram contato com dados de outros serviços em que o SSO é usado.

O porta-voz do Tinder informou que a empresa ainda está investigando se usuários foram afetados, mas reforçou que se o Facebook fosse mais transparente em fornecer informações, a investigação seria mais rápida.

 

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Polícia prende médico suspeito de dopar e estuprar jovem em Petrópolis

Policiais civis da 106ª DP (Itaipava) prenderam na noite desta segunda-feira um médico residente de ortopedia suspeito de dopar e estuprar uma jovem após uma festa em Petrópolis, na Região Serrana do estado. Um estudante de medicina também foi preso, suspeito de envolvimento no crime.

O caso ocorreu no dia 31 de agosto, após uma festa em que estudantes comemoravam os 100 dias da faculdade de medicina. O médico convidou um grupo de amigos para continuar a comemoração na casa dele. No caminho, ele dopou a vítima com uma pílula de ecstasy sem que ela tivesse conhecimento do entorpecente. Ao chegar em casa, ele praticou o ato sexual enquanto a jovem estava desmaiada e inconsciente.

A vítima procurou a polícia 15 dias depois, ainda muito abalada, para denunciar o crime. No Instituto Médico-Legal, o exame de corpo de delito apontou que o ato foi praticado de forma violenta. A jovem apresentou sangramentos, lesões e dores durante quatro dias após o estupro. Policiais encontraram marcas de sangue na cama do médico.

Segundo o inquérito, a droga foi fornecida pelo estudante de medicina. Também foi ele que apresentou a vítima para o médico, de acordo com o depoimento da jovem. No celular do suspeito, a polícia encontrou mensagens que denunciam a premeditação do crime.

— Os autores trocaram mensagens de WhatsApp onde narram que já levariam para a festa ‘MD para dar para mulherada’, o que deixa evidente a intenção de drogar vítimas na festa — conta a delegada titular da 106ª DP, Juliana Ziehe.

Na casa do médico, que fica na Rua Roberto Silveira, em uma região nobre de Petrópolis, agentes encontraram drogas e remédios tarja preta sem receita e sem qualquer indicação de uso, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, em setembro. Na delegacia, o médico caiu em contradição ao se explicar sobre os remédios.

— Ele disse que as anfetaminas tinham sido prescritas pelo neurologista dele, mas não soube informar o nome do médico. Depois disse que os amigos de residência prescreviam os remédios — diz a delegada.

O médico foi preso na noite de segunda-feira, quando chegava em casa. Ele negou que tenha praticado estupro.

— O autor diz que a vítima tomou a droga de forma consciente e que teve relação sexual com ele de forma voluntária. No entanto, confessa que em determinado momento ela teria sentido dor e pedido para ele esperar — diz a delegada.

Já o estudante de medicina foi detido dentro de uma academia. Ele negou qualquer participação no crime e se manteve em silêncio ao ser questionado sobre o fornecimento das drogas.

O médico residente vai responder como autor do estupro de vulnerável e o estudante como partícipe do mesmo crime, que prevê a pena de 8 a 15 anos de prisão. O mandado de prisão temporária foi expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Itaipava. Os suspeitos serão transferidos para uma unidade prisional.

De acordo com a delegada, a jovem pode não ter sido a única vítima de estupro.

— Recebemos a denúncia de que pode ter havido outra vítima. Estamos pedindo eventuais vítimas procurem a delegacia, porque esse é um crime que depende de representação.

FIM DOS TEMPOS!! Homem vai a delegacia com a cabeça de vítima decapitada por ciúme da mãe

Um homem entrou em delegacia na cidade de Mandya (Índia) com a cabeça de outro homem que ele matara e decapitara.

Os amigos Giresh e Pashupati, como os envolvidos foram identificados pela mídia local, estavam em um recente festival cultural quando começaram a discussão. Pashupati, de 24 anos, acusou Giresh, de 36, de dar em cima da mãe dele.

A discussão se tornou violenta e logo passou ao confronto físico. Ela só terminou quando Giresh foi dominado e decapitado. O assassino confesso pedalou por 20 quilômetros até a delgacia carregando a cabaça da vítima.

De acordo com moradores, Giresh costumava dizer que estava apaixonado pela mãe de Pashupati.

Assassino confesso leva cabeça de vítima a delegacia na Índia Foto: Reprodução

 

Mourão volta a criticar o 13° salário: ‘Todos saímos prejudicados’

O vice na chapa presidencial de Jair Bolsonaro (PSL), general Hamilton Mourão (PRTB) voltou a criticar o 13° salário nesta terça-feira (2/10).

 

Instigado a explicar uma declaração anterior sobre o tema, feita na semana passada, Mourão disse: “O 13° eu simplesmente disse que tem que ter planejamento, entendimento de que é um custo. Na realidade, se você for olhar, seu empregador te paga 1/12 a menos (por mês). No final do ano, ele te devolve esse salário. E o governo, o que faz? Aumenta o imposto para pagar o meu. No final das contas, todos saímos prejudicados”, afirmou o militar no aeroporto de Congonhas, em São Paulo.
A declaração foi dada à Folha de S. Paulo. Segundo o jornal, o candidato a vice continuou a dizer que “se você recebesse seu salário condignamente, você economizaria e teria mais no final do ano”.
Esta não é a primeira vez que o general faz críticas ao direito trabalhista, previsto na cláusula pétrea da Constituição. Em 27 de setembro, Mourão questionou o 13° durante uma palestra no Rio Grande do Sul, como noticiou em primeira mão o Blog da Denise, do Correio Braziliense. A repercussão foi negativa e a agenda pública do vice foi cancelada até o primeiro turno das eleições, em 7 de outubro.
Na ocasião, Bolsonaro escreveu em sua conta do Twitter que o 13° está previsto no artigo 7° da Constituição, e criticá-lo seria, “além de uma ofensa a quem trabalha”, uma demonstração de desconhecimento da lei.

“Acordo nacional”

Nesta terça, Mourão afirmou que sabe que se trata de um direito garantido. “Não pode acabar. O que eu mostrei é que tem que haver um planejamento. Você vê empresa que fecha porque não tem como pagar. O governo tem que aumentar imposto e agora já chegou no limite, e não pode aumentar mais nem emitir títulos. Uma situação complicada.”
O general também falou que a única possibilidade de mexer no direito seria um “amplo acordo nacional para aumentar salários”.