No Twitter, o presidenciável do PSL, Jair Bolsonaro, afirmou nesta segunda-feira (8/10) que sua preocupação principal é a pátria, e não “corruptos na cadeia“. O comentário é direcionado ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde o dia 7 de abril. O deputado federal ainda utilizou as redes sociais para falar de desigualdade salarial e corrupção na política.
“Os males e prejuízos da corrupção atingem a população de todas as formas. É ela que fica sem leito no hospital, sem segurança nas ruas e sem dinheiro no bolso. É isso que queremos impedir. Um governo corrupto estimula o crime em todas as esferas. Vamos governar pelo exemplo!”, disse Bolsonaro.
Jair Bolsonaro
✔@jairbolsonaro
Meu compromisso é com a minha pátria, não com corruptos na cadeia.
Falam em desigualdade de salários entre homens e mulheres e querem colocar isso na minha conta, mesmo defendendo a igualdade já prevista em lei. O PT governa o Brasil há quase 15 anos. Por que não resolveram esse problema?
Sobre as acusações de que o candidato propõe distinção de gênero nas remunerações, Jair Bolsonaro se defendeu e aproveitou para alfinetar o Partido dos Trabalhadores (PT): “Falam em desigualdade de salários entre homens e mulheres e querem colocar isso na minha conta, mesmo defendendo a igualdade já prevista em lei. O PT governa o Brasil há quase 15 anos. Por que não resolveram esse problema?”, indagou.
Nesse domingo (7), Bolsonaro obteve 46,4% dos votos para a Presidência da República, vencendo em 16 estados e no Distrito Federal. Fernando Haddad (PT) teve 28,9% dos votos, com grande vantagem no Nordeste. Os dois vão disputar o segundo turno das eleições presidenciais, cuja votação ocorrerá no dia 28 de outubro.
Deise Cipriano está internada no Instituto do Câncer de São Paulo há algumas semanas, lutando contra um câncer no fígado. Seguindo na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), a integrante do Fat Family respira com ajuda de aparelhos, de acordo com informações da revista Quem.
Em entrevista à publicação, Suh Souza, produtora da banda, informa que Deise, de 38 anos, está confiante em sua recuperação. Simone Cipriano, irmã da paciente, conta que a sobrinha motivou os demais familiares a apoiarem a mãe, raspando a cabeça para mostrar solidariedade.
3/4
A artista luta contra um câncer
4/4
Ela já esteve sedada e entubada Globo/Reprodução
1/4
Deise está internada há alguma semanas Reprodução/Instagram
2/4
Ela é mãe de Talita Cipriano, que participou do The Voice Kids Reprodução
3/4
A artista luta contra um câncer
“Antes mesmo de o cabelo da Deise começar a cair por causa da quimioterapia, a Talita pediu para a gente cortar nosso cabelo bem curtinho pra dar apoio à mãe dela. Então todas nós, Suzete, Sueli e Kátia, além do meu irmão, minha mãe e meu pai cortamos o cabelo curtinho. A Talita foi a primeira a cortar. Quando a Deise viu, ficou superemocionada”, explica Simone.
Com um caso de superação na família – o pai da Fat Family, Célio, que venceu um câncer no estômago há 20 anos -, Simone acrescenta: “Ver meu pai firme e forte hoje dá muita força pra ela [Deise]. Ela tem um exemplo de fé em casa. E já está até fazendo planos de shows com a Talita quando melhorar”.
AINDA HÁ PREVISÃO DE CHUVA NAS PRÓXIMAS HORAS
Áreas de instabilidade irão atuar sobre a cidade nesta terça-feira e o dia terá predomínio de céu nublado com previsão de pancadas de chuva isoladas durante a madrugada. A partir da manhã, não há mais previsão de chuva significativa para o município. Os ventos apresentarão intensidade fraca a moderada ao longo do dia. Máxima prevista de 31°C e mínima de 19°C no Rio.
m depoimento à polícia, o barbeiro Paulo Sérgio Ferreira de Santana, de 36 anos, autor confesso das 12 facadas que mataram o mestre de capoeira e ativista cultural negro Romualdo Rosário da Costa, 63, conhecido como Moa do Katendê, admitiu que uma discussão política foi a motivação do crime que ele cometeu na madrugada desta segunda-feira, 8, em um bar na Avenida Vasco da Gama, próximo ao Dique do Tororó, em Salvador.
Uma discussão entre Paulo Sérgio, que votou e defendeu o candidato do PSL Jair Bolsonaro à Presidência, e o dono do bar, apoiador de Fernando Haddad (PT), foi o estopim para o fato. De acordo com os depoimentos, o mestre de capoeira, que também optou pelo petista nas eleições 2018, entrou na discussão criticando Bolsonaro, o que desencadeou o fato. O Estado não conseguiu contato com a defesa de Paulo Sérgio.
O autor confesso do crime, contaram testemunhas em depoimento, chegou ao bar declarando voto no capitão da reserva e disse que “o Brasil precisa se livrar do PT”. Paulo Sérgio afirmou à polícia que, durante a discussão, foi xingado pelo mestre de capoeira. Após a discussão, ele foi em casa e voltou com uma peixeira, que usaria para golpear a vítima. O barbeiro, que tem dois filhos e morava há dois meses no local, ingeriu bebida alcoólica desde a manhã do domingo e chegou ao bar às 23h, segundo a polícia.
Paulo Sérgio Ferreira de Santana, 36 anos, se diz arrependido do crime
Foto: Alberto Maraux / SSP
No depoimento, Paulo Sérgio confessou ter atingido as costas e o pescoço do capoeirista. Minutos depois, à imprensa, se contradisse ao afirmar que a discussão teve a ver com uma divergência sobre futebol e não com política.
Um primo do mestre de capoeira, que tentou defendê-lo do ataque, também foi ferido. Germinio Pereira tem 51 anos e foi atingido no braço e levado ao Hospital Geral do Estado (HGE). Ele está sedado, não corre risco de vida. Seu depoimento deve ser colhido pela polícia na tarde desta segunda, na unidade de saúde.
Até agora já foram ouvidos o dono do bar e a mulher dele, além do autor do crime. Os relatos dão conta de que o fato aconteceu por volta de 3h da manhã de acordo com a Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA).
Após cometer o assassinato, o barbeiro voltou para casa, informou o órgão, mas o rastro de sangue deixado pelo pé dele levou policiais militares da 26ª Companhia Independente de Polícia Militar até a residência.
Em nota, a Polícia Militar da Bahia (PM-BA) informou que, quando foi encontrado, Paulo Sérgio já estava com uma mochila com roupas no intuito de fugir. Antes de ser preso, ele ainda foi levado para o HGE para ser medicado, pois estava com um corte no dedo, e depois apresentado no Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
O barbeiro vai ser indiciado por homicídio e tentativa de homicídio. Ele tinha outras duas passagens pela polícia, segundo a SSP. Em 2009, ameaçou uma criança de 14 anos com uma tesoura após ser abordado pelo garoto, que pedia esmola. Em 2014, ele se envolveu em uma briga de rua.
Mestre de capeira era também ativista cultural
O enterro de Moa do Katendê aconteceu nesta segunda-feira, às 16h, no cemitério da Ordem 3ª de São Francisco, na região da Baixa de Quintas. Amigos e parentes do mestre de capoeira, que também era ativista cultural, chocaram-se com a notícia de sua morte. Ligado a movimentos culturais em Salvador e à militância negra, ele é descrito como “batalhador” e “homem aguerrido” por conhecidos e companheiros de militância.
Mestre Moa do Katendê nasceu em Salvador, em 29 de outubro de 1954, no Dique do Tororó, próximo ao estádio da Fonte Nova. Na capital baiana, conviveu com nomes históricos da da capoeira, os mestres Pastinha, Bimba, Gato, Canjiquinha, Valdemar e outros. Foi aluno diplomado pelo mestre Bobó e iniciou-se na arte da capoeira aos oito oito anos de idade na Academia Capoeira Angola 5 estrelas.
Além disso, Moa do Katendê fundou o bloco carnavalesco Afoxé Badauê em maio de 1978 – fato que mais renderia frutos em sua vida artística. O bloco só desfilaria pela primeira vez no carnaval em 1979, quando Caetano Veloso gravou a música “Badauê” no disco “Cinema Transcendental”, em homenagem à agremiação. “Misteriosamente, o Badauê surgiu. Sua expressão e cultura, o povo aplaudiu”, diz a letra da canção.
O gestor e pesquisador cultural Chicco Assis, que defendeu dissertação de mestrado na Universidade Federal da Bahia (UFBA) sobre o bloco Badauê, conta que Moa do Katendê começou a carreira artística na década de 1970 e participou de muitos blocos de carnaval, na época de ouro do surgimento dos Filhos de Ghandy e do Ilê Aiyê, até fundar o Badauê.
Tinha relação com grupos multi-artísticos, que incluíam teatro, música afro, dança etc, formando um movimento forte naquele momento, em Salvador. “Moa começou muito cedo a fazer parte desse movimento que explodia em Salvador em relação à cultura negra e afro-diaspórica”, explica Chicco Assis, lembrando que ele fazia parte de uma juventude negra muito ativista na época, se relacionando com a pauta política.
“É muito emblemático esse fato, porque Moa era uma pessoa que sempre foi uma figura muito pacífica. Com esse avanço do fascismo no Brasil, uma figura como essa ser silenciada é muito emblemático e representativo. É muito triste a gente estar passando por isso”, afirmou o pesquisador cultural.
O presidente da Fundação Gregório de Mattos, entidade que administra a cultura na prefeitura de Salvador, Fernando Guerreiro, lamentou a morte do mestre de capoeira. Ele afirmou, por meio de nota, que “o radicalismo e intolerância fazem mais uma vítima”. Ele classificou o artista como “figura pacífica” e demonstrou preocupação com a radicalização política. “Espero que não estejamos caminhando para a barbárie.”
Lideranças de terreiros de candomblé da Bahia também publicaram em grupos de WhatsApp mensagens sobre a morte do mestre de capoeira. “Infelizmente nosso povo perde um mestre, cuja vida foi ceifada covardemente e de forma banal. Isso traduz a gravidade dos tempos em que vivemos, porque o fascismo não está brincando e nos chama a tomar atitude. Agora ele, amanhã poderá ser muitos de nós”, diz um dos textos.
Enterro de mestre de capoeira vira ato contra Bolsonaro
Além da homenagem ao mestre, o enterro tornou-se um ato de repúdio à candidatura de Bolsonaro. O corpo foi sepultado ao som de uma orquestra de berimbaus. Familiares, amigos, artistas, personalidades negras baianas, secretários de Estado marcaram presença na despedida.
O PT da Bahia, o ex-ministro Jaques Wagner e deputados da legenda aproveitaram o fato para emitir notas contra o que chamaram de “propagação do discurso de ódio na política”. O governador reeleito Rui Costa (PT) declarou que pediu à polícia a investigação rigorosa do fato e também pregou contra o ódio.
“Considero inaceitável o assassinato do Mestre Moa do Katendê, nesta madrugada em Salvador, por motivação política. É deplorável que a diversidade de posicionamentos, a maior riqueza da democracia motive perseguições e até mortes. Ou voltamos para a normalidade democrática com garantia de liberdade de opinião e respeito às diferenças ou viraremos um faroeste, uma terra sem lei”, disse Jaques Wagner (PT), em nota. A família do mestre não deu entrevistas.
Filho mais velho do candidato a governador Wilson Witzel, o chef de cozinha Erick Witzel, de 24 anos, usou o Instagram para lamentar o resultado das eleições do domingo. “Seguindo rindo para não chorar, porque a vontade é sumir. Um dia triste para a história do nosso estado e do nosso país”, postou ele.
O juiz Wilson Witzel, do partido PSC, de Jair Bolsonaro, surpreendeu nas urnas ao chegar ao segundo turno para o Governo do Rio. Ele vai disputar o cargo com Eduardo Paes.
A assessoria do candidato confirmou ser dele o perfil e disse ao EXTRA que o rapaz tem um bom relacionamento com o pai, mas que não teria interesse em dar entrevistas. Ele se manifestou em outras postagens, usando as figuras de Nelson Mandela e Mahatma Gandhi.
Moradores das favelas do Rola, em Santa Cruz, Zona Oeste do Rio, foram acordados, na madrugada desta segunda-feira, ao som de um intenso tiroteio. Milicianos e traficantes que disputam o controle daa região estão em confronto desde 4h30. Por volta das 8h, a PM informou, em seu perfil oficial, que policiais iniciaram uma operação na Comunidade do Rola e pede que a população que tenha o máximo cuidadona região.
Policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e do Batalhção de Choque estão atuando na comunidade. Ainda não há informações sobre presos ou feridos.
Nas redes sociais, os relatos são de guerra:
— Desde 4h50m tentando sair de casa e a guerra não para — lamentou um morador.
— Eu moro a 5 quilômetros de distância e está muito alto o barulho. Só armamento pesado — relatou outra moradora vizinha à comunidade.
Em imagens feitas pelo Globocop, da TV Globo, os milicianos aparecem com armamento pesados e alguns estão com uniformes semelhantes aos da polícia. O grupo invade residências e aparecem fazendo disparos.
Em entrevista ao Bom Dia Rio, o major Ivan Blaz, porta-voz da PM, disse que não são policiais e sim milicianos disputando o controle da região. Segundo Ivan Blaz, policiais militares estão seguindo para o local.
Por causa do tiroteio nas duas comunidades, a Avenida Cesário de Melo tem bloqueios, na altura da Avenida Antares, segundo o Centro de Operações Rio (COR), da prefeitura. Os motoristas devem optar pela Rua Felipe Cardoso. Na Cesário de Melo, há carro da Polícia Militar nos bloqueios.
O ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (DEM) ficou apenas em quarto lugar em Maricá, município que já foi chamado por ele de “lugar de merda”. Ele obteve apenas 7.429 votos na cidade, o equivalente a 10,32% dos votos válidos. O número de votos em branco e nulos – 11.338 – foi maior do que a votação de Paes na cidade.
Em primeiro lugar no município ficou Wilson Witzel (PSC), que somou 24.133 votos (33,54%). Márcia Tiburi (PT) ficou em segundo lugar, com 14.246 votos (19,80%). Maricá é governada por Fabiano Horta, também do PT, e antes deles, foi comandada por outro petista, Washington Quaquá.
Romário (Podemos) obteve 12.223 votos (16,99%) e também ficou à frente do ex-prefeito do Rio. O vice na chapa do senador, Marcelo Delaroli (PR) é do município e frequentemente citava a frase de Paes em seus discursos. Com 5.451 votos (7,57%), Tarcísio Motta (PSOL) ficou em quinto na cidade.
Paes já pediu desculpa pela declaração sobre Maricá, feita durante uma conversa telefônica com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, divulgada pela Polícia Federal em 2016. Na ocasião, Paes afirmou que o ex-presidente tinha “alma de pobre” e comparou Atibaia (SP), onde fica um sítio que pertenceria a Lula, segundo o Ministério Público Federal, com o município do Rio.
– O senhor é uma alma de pobre. Eu, todo mundo que fala aqui no meio, eu falo o seguinte: imagina se fosse aqui no Rio esse sítio dele, não é em Petrópolis, não é em Itaipava. É como se fosse em Maricá. É uma merda de lugar, porra! – diz o ex-prefeito, que havia telefonado para Lula para prestar solidariedade após a 24ª fase da Operação Lava-Jato, que teve como alvo o ex-presidente.
Durante a campanha, Paes chegou a dizer que seria o mais votado na cidade e que, se eleito, colocaria lá um centro administrativo do governo do estado, nos moldes do que fez em Madureira, com o Palácio Rio 450.
A Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor divulgou, nesta segunda-feira (8/10), o resultado de uma pesquisa realizada com 69 empresas de azeites de oliva extravirgens. Desse total, sete marcas, foram reprovadas por fraude: Barcelona, Porto Valência, Casalberto, Olivenza, Faisão Real, Borgel e Do Chefe.
De acordo com a nota enviada à imprensa, esses produtos não podem ser considerados azeite extravirgem, pois levam na mistura outros tipos de óleos vegetais. A Proteste ingressou com ações judiciais contra as sete empresas responsáveis pelas fraudes, com objetivo de os lotes serem retirados imediatamente do mercado.
Marcas avaliadas:
Allegro, Andaluzia, Andorinha, Báltico (Broto Legal), Barcelona, Batalha, Bom dia, Borgel, Borges, Borges Sybaris, Borriello, Camponês, Carbonell, Cardeal, Carrefour, Casa Medeiros, Casalberto, Cocineiro, Deleyda, Delfos, Do Chefe, Don Giovanni, EA, Estoril, Faisão Real, Filippo Berio, Gallo, Gallo Grande Escolha, Great Value, Herdade do Esporão, La Española, La Pastina, La Violetera, Maria, Menoyo, Monde, Mondegão, Mytholio, Nova Oliva, Obra Prima, Olitália, Olivas do Sul, O-live, Oliveira Ramos, Oliveiras do Seival, Olivenza, Ouro de Santana, Paesano, Paganini, Parus, Porto Valência, Portucale, Prezunic, Prosperato, Qualitá, Raniere, Renata, Rey, Santa Maria, Santiago, Serrata, Star, TAEQ, Terrano, Toureiro, Tradição Brasileira, Verde Louro, Vila Flor e ZOH.
Anielle Franco, irmã da vereadora Marielle Franco, assassinada em março, fez um post em sua conta no Facebook onde relata ter sido vítima de agressão verbal. Segundo ela, os homens era apoiadores do candidato Jair Bolsonaro.
Ela conta que estava andando na rua com a filha de dois anos no colo quando foi xingada de “piranha”, entre outras coisas. Anielle explica que não estava com nada que remetesse a nenhum candidato ou partido: estava “sem nenhum adesivo, nenhum broche, nenhuma camisa, nenhuma bandeira”.
“Recebi gritos na minha cara – Repito: Gritos na minha cara – e consequentemente na dela (que ficou assustada claro) Gritos de que eu era “da esquerda de merda” “Sai dai feminista” “Bolsonaro… Piranhaaa” de homens devidamente uniformizados com a camisa do tal candidato”, escreveu ela.
“Hoje eu tive medo! Medo mesmo. Não deveria, mas tive. Foi assustador. Ainda mais com minha filha no colo. Eu sozinha teria sido outra história (quem me conhece sabe)!”, continuou.
Criticado pelo próprio filho nas redes sociais, o ex-ator e deputado federal pelo estado de São Paulo, Alexandre Frota decidiu rebater Mayã Frota, de 18 anos. Em um desabafo escandaloso, o político expôs sua relação com o garoto, além de acusar a mãe de Mayã, Samantha Gondim, de encher a cabeça dele com “mentiras”.
“O Mayã resolveu me atacar com esse post, achando que vou ficar perturbado. Com 18 anos na cara, prestes a fazer 19, faz parte dessa geração revoltadinha”, escreveu Frota. “Não se preocupe em ser filho de um ex-ator pornô, eu era da Globo, o pornô veio depois”, continuou.
3/4
O político, porém, rebateu o filho Reprodução
3/4
Aguarde 3 segundos para continuar.
4/4
E disse que Mayã não é fruto de um amor, e sim de uma transa Reprodução
1/4
Mayã Frota criticou o pai pelas redes sociais Reprodução
2/4
O rapaz de 18 anos fez um desabafo acerca de sua relação com Alexandre FrotaReprodução
E disse que Mayã não é fruto de um amor, e sim de uma transa Reprodução
1/4
Mayã Frota criticou o pai pelas redes sociais Reprodução
2/4
O rapaz de 18 anos fez um desabafo acerca de sua relação com Alexandre FrotaReprodução
3/4
O político, porém, rebateu o filho Reprodução
“O pornô veio quando você tinha quatro anos, e com o dinheiro do pornô você também foi beneficiado e comeu, bebeu e se vestiu com esse dinheiro”, acrescentou o bad boy, que um dia foi casado com a atriz Claudia Raia. Logo após, ele decidiu contar como o garoto “foi feito”.
“Não sei se você sabe de tudo, mas quando foi concebido em um quarto de hotel em Brasília, eu e sua mãe, uma bartender na época, que conheci na mesma noite e saiu comigo pra uma noitada… já havia enchido a cara na festa e resolvemos ir para o hotel. No hotel estávamos bebendo, cheirando, fumando e fazendo sexo”, esclareceu.
Frota ainda foi além e declarou: “Eu não me preparei para ter esse filho. Ele não é fruto de um amor. É fruto de uma transa. A criança não tem culpa, é a frase chavão. Só que eu também não. Nasceu. Eu não fujo das minhas obrigações como pai. Dou dinheiro e faço tudo para estar junto nas datas […] Mais pra frente, se eu quiser procurar ele e ele me aceitar, está ótimo, se não quiser, está valendo. A vida é assim”.