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Leila do Vôlei é a primeira mulher eleita para o Senado no Distrito Federal

(foto: Carlos Moura/CB/D.A Press)

 

Das quadras à areia, Leila Gomes de Barros (PSB), 47 anos, ou simplesmente Leila do Vôlei, teve uma carreira vitoriosa no voleibol. Pela seleçăo, destaca-se a conquista das medalhas de bronze nos Jogos Olímpicos de Atlanta e Sidney, de ouro nos Jogos Pan Americanos de Winnipeg e os três campeonatos do Grand Prix. Individualmente, foi eleita a atleta feminina do ano pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB), em 2000, e, por duas vezes, a melhor jogadora do Grand Prix. Mas talvez o maior desafio de sua vida começa agora, com a vitória obtida nas urnas: o título de primeira mulher senadora eleita pelo DF, com 17,8% dos votos válidos. 

 

“Estou muito feliz em saber que o povo de Brasília confiou e me elegeu para representá-los no Senado Federal. O fato de ser uma mulher só engrandece essa conquista, que năo é só minha, e sim de todas nós brasileiras que, ainda hoje, representa uma minoria feminina do parlamento. Tenho consciência que há muito trabalho para concretizar tudo que priorizamos, mas acredito na boa intençăo do ‘novo’ e, principalmente, na comunhăo de ideias dos representantes que buscam o bem comum”, afirma após a vitória.  

Pela estatura (1,79m), o salto era uma de suas características mais marcantes em quadra, que a permitia alcançar a bola a 3m do chăo. Na carreira política, a ex-jogadora também “pulou” etapas e elegeu-se senadora sem experiência prévia em cargos eletivos. Chegou a disputar uma cadeira na Câmara Legislativa em 2014. Recebeu 11.125 votos e ficou como suplente de seu partido. O cargo mais influente que ocupou, até a vitória desta eleiçăo, foi a Secretaria de Esportes e Lazer do DF no governo de Rodrigo Rollemberg (PSB) entre 2015 e o início de 2018.

Dona Francisca, a măe, é a razăo de tudo o que aconteceu na meteórica carreira política da filha. Antes de morrer, em 2003, a matriarca pediu que ela ajudasse os jovens menos favorecidos a praticar e crescer no mundo do esporte. Nessa época, a ex-jogadora trabalhava como comentarista no Rio de Janeiro e estava em ascendência na carreira. 

Leila retornou a Brasília em 2006 e, junto da amiga e conterrânea Ricarda Lima, ex-líbero da seleçăo, começou um projeto social que beneficiou 50 mil crianças, adolescentes e adultos. Criaram e administram, há cinco anos, o Brasília Vôlei, equipe de alto rendimento que participa da Superliga Feminina de Vôlei, o campeonato mais importante do Brasil. Além da Secretaria de Esportes do DF, a senadora eleita compôs o Conselho Nacional do Atleta e o Conselho Nacional do Esporte, que atuam na defesa dos interesses dos esportistas e norteiam as discussőes do Ministério do Esporte. 

 

“Minha măe foi o meu exemplo e inspiraçăo para desejar um mundo melhor para todos, caso contrário, eu nem estaria aqui falando sobre ela e a política na minha vida. Vivemos um momento de muita insatisfaçăo, e consequentemente sofremos com a falta de crença no outro. O esporte muda essa realidade. Como praticar um esporte sem parceria, estratégia ou diálogo? Impossível. Hoje, tenho a chance de colocar em prática uma série de açőes que precisam de decisőes e outros tipos de parcerias, agora, políticas”, assegura sobre a entrada na vida política.

 

Família e início da carreira 

Filha do mecânico Francisco e da dona de casa Francisca, Leila nasceu em 30 de setembro de 1971, em Taguatinga. Cresceu na cidade e, junto do irmăo mais novo, o músico Marcelo Cram, e só saiu de lá aos 13 anos, quando ganhou uma bolsa de estudos em um colégio particular do Plano Piloto. Por conta da distância de sua casa, teve de morar num quartinho dos fundos da instituiçăo de ensino por três anos e meio. 

O vôlei já era sua prática esportiva favorita, junto do handebol. Com 17 anos, em 1988, iniciou a carreira profissional em Belo Horizonte (MG), no Minas Tênis Clube. Dois anos depois já estava no elenco da Seleçăo Brasileira e só parou de jogar em 2008, quando se despediu do esporte. Nesse tempo ainda atuou no vôlei de praia, sendo uma das duplas a representar o brasil nos circuitos no mundo. 

E foi nas areias que a ex-atleta conheceu Emanuel Rêgo, multicampeăo de vôlei de praia com a camisa do Brasil. Casados há 15 anos, eles têm um filho de 7 anos, Lukas Rêgo, que, mesmo muito novo, já indica que seguirá o caminho do esporte. 

 

“Minha família foi fundamental para que eu aceitasse o convite para concorrer ao Senado Federal. Estava preparada para enfrentar uma campanha para deputada distrital, e isso já estava conversado, mas houve uma mudança, e lá estava eu, em uma corrida que me levava além da política local, e me colocava em uma esfera federal. Um espaço mais amplo para que minhas prioridades de mandato alcancem mais pessoas”, declara.  

 

 

*Estagiário sob supervisăo de Roberto Fonseca 

Fonte: Cidades

Onda de indignação após assassinato de uma jornalista na Bulgária

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Uma jornalista búlgara de uma rede de televisăo local foi encontrada morta em Ruse (norte do país), vítima, segundo a Justiça, de um assassinato que está provocando grande indignaçăo em toda Europa. 

O cadáver de Viktoria Marinova, de 30 anos, responsável administrativa e apresentadora da TVN Ruse, foi encontrado no sábado em um parque da cidade, indicou neste domingo o promotor regional, Georgy Georgiev. 

A jovem recebeu uma pancada na cabeça, foi estrangulada e, segundo o Ministério do Interior, também foi estuprada. 

A investigaçăo analisa todas as pistas, tanto vinculadas a sua vida pessoal como à profissional. Ela era apresentadora de um programa de assuntos sociais locais de Ruse, um grande porto sobre o rio Danúbio, na fronteira com a Romênia. 

Na última transmissăo deste programa, em 30 de setembro, houve uma entrevista com dois famosos jornalistas investigativos, o búlgaro Dimitar Stoyanov, e o romeno Attila Biro, que estăo apurando possíveis fraudes nos subsídios da Uniăo Europeia (UE), que envolveriam empresários e cargos eleitos do país. 

Ambos os jornalistas foram detidos brevemente pela polícia durante a investigaçăo deste assassinato, e o caso foi condenado pela ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF). 

Na última classificaçăo da RSF sobre a liberdade de imprensa, a Bulgária ficou na 111ª posiçăo em um total de 180 países, de longe a pior da UE, visto que é acusada regularmente pela corrupçăo de seu entorno midiático, que viola a liberdade de imprensa.

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Fonte: Mundo

EDUARDO BOLSONARO É O DEPUTADO FEDEFRAL MAIS VOTADO DA HISTÓRIA

Eduardo Bolsonaro (PSL) foi reeleito como deputado federal por São Paulo com a maior votação da história do país com quase 1,8 milhão de votos. Este marca superou o antigo recorde de Eneás Carneiro (PRONA) que teve quase 1,6 milhão de votos.

Eduardo Bolsonaro tem tudo para ser uma das lideranças da câmara dos deputados em um provável governo Bolsonaro.

Filho de Crivella não é eleito a deputado federal

Ao que parece, o bispo Marcelo Crivella (PRB) foi o grande derrotado na eleição de 2018, seu candidato a governador Anthony Garotinho (PRP) teve sua candidatura barra, seu candidato ao Senado, Eduardo Lopes (PRB), teve menos de 4% dos votos. Mas isso nem é a pior notícia, seu filho, Marcelo Crivella Filho (PRB), não foi eleito deputado federal, e isso com forte uso de máquina, que até gerou um novo pedido de impeachment e uma CPI na Câmara.

Era esperado que, o assim chamado, Crivellinha fosse um dos candidatos mais votados para deputado federal no Rio de Janeiro, afinal além da Prefeitura, o bispo-prefeito também estaria usando todo o poder da IURD para eleger seu filho. Só que quase terminada a eleição, ele teve menos de 35 mil votos, o 6º mais votado em sua legenda, que elegeu 2 federais, Wagner Montes Rosângela Gomes.

Bem longe do sonho de Crivella, que queria colocar seu filho como herdeiro político. Mal sinal para 2020, periga Crivella nem ir para o 2º turno ou mesmo ser candidato.

FLÁVIO BOLSONARO E AROLDE DE OLIVEIRA SÃO OS SENADORES ELEITOS DO RJ

A vaga de Flávio Bolsonaro (PSL) para o senado era quase garantida e foi confirmada nas urnas com 31,36%. O mais surpreendente foi a segunda vaga conquistada por Arolde de Oliveira (PSD) com 17,05%.

Os dois candidatos são alinhados com Bolsonaro, provável futuro presidente. O Rio de Janeiro se mostrando mais conservador do que imaginávamos.

Celebridades comemoram desempenho de Jair Bolsonaro no 1° turno

Vocalista do grupo Ultraje a rigor, Roger não apenas comemora o bom desempenho Jair Bolsonar (PSL) – que disputará o segundo turno destas eleições com Fernando Haddad (PT) – , como também a derrota do que chamou de “opositores de esquerda”, como Boulos, Ciro Gomes, Dilma (que concorreu a uma vaga no senado por MG) e Eduado Suplicy (que disputou o cargo de senador por São Paulo).
O ator Alexandre Frota, que este ano saiu candidato a deputado federal por São Paulo pelo partido de Bolsonaro, também celebrou a performance de seu correligionário. O time de famosos que apoiam o cabeça de chapa do PSL inclui Gusttavo Lima, Eduardo Costa, Antônia Fontenelle Regina Duarte, Zezé di Camargo, Zilu Camargo, e o cantor de Axé Netinho:

Veja como se posicionaram os famosos que apoiam Bolsonaro neste dia de votação:

Roger Rocha Moreira

@roxmo

Vanessa Grazziotin, Lindbergh, Boulos, Dilma, Suplicy, Esquerda em peso se fudendo!

Alexandre Frota☉☇

@alefrotabrasil

Brasil podem votar com a camisa do seu candidato ok .Esta liberado ninguém poderá impedir .

Estranho Sem Nome@EstranhoSemNome

se vc esta triste pq vamos pro segundo turno….
coloque-se na pele de eleitor do PT….o desespero pra virar

Danilo Gentili

@DaniloGentili

Ei @dilmabr e @requiaopmdb e @lindberghfarias agora que vão perder o foro privilegiado, como estão as pregas? Contraídas demais?

Filhos de Cabral, Picciani, Cunha e Roberto Jefferson estão fora!!

Eu acreditava que a ética não seria um tema importante nessa eleição, mas o resultado para governador e, até o momento, para deputado mostra que foi importante sim. E não foi Crivellinha o único herdeiro político a não entrar na Câmara Federal, o povo do Rio expulsou da Câmara os herdeiros políticos de 3 presidiários e um ex-presidiário.

Os filhos de Sergio Cabral, Jorge Picciani, Eduardo Cunha e Roberto Jefferson, que faziam parte da mesma chapa para deputado federal, não conseguiram votos suficiente para serem reeleitos, e no caso da filha de Cunha, para ser eleita.

Leonardo Pìciani (MDB) ficou como 4º suplente da chapa, e foi o mais bem votado do grupo, com 38.184 votos. Além do sobrenome, Picciani foi ministro dos Esportes de Dilma e Temer, além de apoio de vários prefeitos pelo estado do Rio. Ele perdeu mais de 140 mil votos de 2014 para 2018, 4 anos atrás ele teve 180.741 votos e foi o 4º deputado federal mais votado do Rio de Janeiro.

Já o herdeiro de Sergio Cabral, Marco Antônio Cabral (MDB) teve míseros 19.572 votos, uma queda de mais de 100 mil votos em 4 anos. É o que faz ficar sem a máquina do governo e com o pai um dos maiores criminosos do estado.

A filha de Eduardo Cunha, Danielle Cunha (MDB), chegou a apenas 13.362 votos. E olha que o pai disparou telefonemas e pedidos de apoio para vários políticos pelo estado. Não foi o suficiente. Seu pai em 2014 tinha feito 232.708 votos.

 

Assustado foi a filha de Roberto Jefferson, Cristiane Brasil (PTB) não conseguiu nem fazer 10 mil votos, ficando com meros 9.939. E olha que ela quase foi ministra do Trabalho de Temer, mas teve uma série de liminares que a impediram de assumir o mandato. Em 2014 ela teve 81.617 votos.

Já outro enrolado com a justiça, Anthony Garotinho (PRP), conseguiu fazer 2 filhos como deputado federal. Wladimir Garotinho (PRP) teve 39.305 votos e a sua filha, Clarissa Garotinho (PROS), foi reeleita com 34.752 votos, mas foi uma senhora queda se comparada com 2014 quando ela teve 335.061 votos.

Com Miragaya, PT tem o pior resultado na história para governador do DF

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(foto: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)

O PT do Distrito Federal teve o pior resultado nas urnas com Júlio Miragaya. Desde que os eleitores da capital federal começaram a escolher o governador nas urnas, em 1990, é a pior votaçăo da legenda em números absolutos. Naquele ano, Carlos Saraiva recebeu 133.704 votos de um eleitorado três vezes menor. Agora, Miragaya ficou em nono na corrida para o Palácio do Buriti, à frente apenas de Guillen, do PSTU. Teve 60.592 votos, o equivalente a 4,01% dos válidos. O partido elegeu apenas dois deputados distritais — em 2014, foram quatro.

Formado pela Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio, Miragaya é doutor em desenvolvimento econômico sustentável pela Universidade de Brasília (UnB). Ocupou o cargo de presidente da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) no governo Agnelo Queiroz (PT). Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a campanha de Miragaya gastou R$ 116.851,06 até a última sexta-feira (5/10). Foram arrecadados R$498.698,13.

Confira o desempenho dos candidados a governador do PT no primeiro turno nas sete eleiçőes anteriores:

1990: Carlos Saraiva, 133.704 votos — 20,27% do total

1994: Cristovam Buarque, 285.841 votos — 37,18% do total

1998: Cristovam Buarque, 426.312 votos — 42,66% do total

2002: Geraldo Magela, 495.498 votos — 40,9% do total

2006: Arlete Sampaio, 275.660 votos — 20,93% do total

2010: Agnelo Queiroz, 676.394 votos — 48,41% do total

2014: Agnelo Queiroz, 307.500 votos — 20,07% do total

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Fonte: Cidades

URGENTE!!! BOLSONARO E HADDAD VÃO DISPUTAR O SEGUNDO TURNO!!!

A Presidência da República será disputada no segundo turno entre os candidatos JairBolsonaro (PSL) e FernandoHaddad (PT), como confirmou a apuração das urnas neste domingo (93,06% já foram apuradas). Bolsonaro obteve 46,93% dos votos, enquanto o petista ficou com 28,08%. Na sequência aparecem Ciro Gomes (PDT), com 12,50%, e Geraldo Alckmin (PSDB), com 4,8%. A eleição será decidida no próximo dia 28.

CONFIRA TUDO SOBRE BOLSONARO

CONFIRA TUDO SOBRE FERNANDO HADDAD

 

O quadro confirmou a tendência indicada pela pesquisa de boca de urna divulgada pelo Ibope no começo da noite. Segundo o levantamento, Bolsonaro havia obtido 45% dos votos válidos contra 28% de Haddad.

Para ser eleito no primeiro turno, um candidato precisaria ter atingido mais da metade dos votos válidos do pleito.