O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai destinar R$ 25 milhőes para projetos de segurança em edificaçőes históricas que guardem acervos memoriais brasileiros, como museus, arquivos e bibliotecas.
Os interessados poderăo inscrever propostas gratuitamente entre os dias 5 de outubro e 14 de novembro, por meio de formulário online na página virtual da instituiçăo financeira. Elas poderăo envolver, por exemplo, sistemas para prevençăo e combate a incêndio e pânico, modernizaçăo das instalaçőes elétricas e mecanismos de proteçăo contra descargas atmosféricas.
O lançamento da chamada pública do BNDES, o edital foi lançado na sexta-feira (28/9), ocorre quase um mês após o incêndio de grandes proporçőes que consumiu o edifício do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Na ocasiăo, a maior parte do acervo histórico foi perdida.
Os recursos serăo repassados no âmbito da Lei Federal de Incentivo à Cultura, também conhecida como Lei Rouanet. Isso significa que os projetos contemplados deverăo apresentar, na ocasiăo da assinatura do contrato, a comprovaçăo de aprovaçăo do projeto no Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), gerido pelo Ministério da Cultura.
Podem apresentar propostas as instituiçőes públicas sediadas em edificaçőes tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). Além disso, o acervo também precisa estar tombado pelo Iphan ou entăo atender um dos outros dois requisitos: ser registrado pela Organizaçăo das Naçőes Unidas para a Educaçăo, a Ciência e a Cultura (Unesco) por meio do Prêmio Memória do Mundo ou ser participante da listagem de acervos bibliográficos raros no Catálogo do Patrimônio Bibliográfico Nacional (CPBN).
Recursos
Cada proponente contemplado poderá receber no máximo R$ 4 milhőes, sendo que o gasto com a etapa de elaboraçăo de projeto executivo năo poderá ser superior a R$ 1 milhăo. Uma vez aprovada, a proposta terá inicialmente o prazo de 36 meses para execuçăo, podendo haver prorrogaçăo a critério do BNDES.
Os requisitos para participar do certame foram elaborados com base na Portaria 366 do Iphan, que foi editada no mês passado e traz diretrizes para projetos de prevençăo e combate ao incêndio e pânico em bens edificados tombados.
Uma comissăo de mérito analisará a abrangência e a representatividade do acervo, além da urgência das intervençőes pleiteadas. A proposta também passará pelo crivo de uma comissăo técnica, que avaliará a sua exequibilidade e a capacidade de gestăo do proponente.
Um recurso que vinha sendo testado há alguns meses pelo YouTube começou a ser liberado para todos os usuários: uma versão em miniatura do reprodutor de vídeo agora pode ser usada para quem quiser continuar navegando pelo serviço enquanto assiste a algum vídeo.
Ao acessar o YouTube pelo navegador no PC, o usuário vai encontrar um novo botão no reprodutor de vídeo: no canto inferior direito, ao lado das configurações, agora existe um botão “Ativar miniplayer”. É só pressioná-lo para o vídeo ser deslocado para a parte inferior da tela, deixando o restante livre para o usuário continuar navegando.
Com o novo recurso, é possível escolher novos vídeos para adicionar a uma lista de reprodução ou mesmo selecionar qual vai ser o próximo a ser reproduzido enquanto um vídeo já está tocando.
O miniplayer tem algumas limitações em relação aos botões de controle: só é possível iniciar ou pausar a reprodução, ou então mudar para o próximo vídeo ou o anterior da lista de reprodução. Ao clicar no nome do vídeo, o usuário retorna ao reprodutor convencional do YouTube.
A novidade já começou a ser distribuída para todos os usuários do YouTube e funciona mesmo quando a pessoa não está logada no serviço de vídeos. Caso você ainda não tenha acesso ao recurso, é só esperar alguns dias até que ele seja liberado.
Suzana curou-se de um câncer e agora enfrenta outro: “Valor à vida” (foto: Minervino Junior/CB/D.A Press
)
Ao longo do mês, os principais monumentos do país ganharăo uma nova cor. Com 10 anos de existência, o Outubro Rosa volta para ressaltar a importância da prevençăo e do diagnóstico precoce no combate ao câncer de mama, com açőes simultâneas no país, incluindo a iluminaçăo de prédios públicos com a tonalidade que marca a campanha. Distrito Federal, Săo Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul săo algumas unidades da Federaçăo com programaçăo prevista.
O tema de 2018 volta-se à formaçăo de redes de apoio. Com a frase #CompartilheSuaLuta, a campanha tem como objetivo mostrar que pacientes e familiares podem encontrar suporte e informaçőes em organizaçőes năo governamentais (ONGs) e junto a outras pessoas que, por terem enfrentado a mesma luta, entendem bem dessa realidade. O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) estima 59,7 mil novos casos de câncer de mama no Brasil em 2018.
A partir de hoje, o aplicativo MAMAtch, que faz parte da campanha, estará disponível para ser baixado. O nome, uma referência aos apps de relacionamento, é, contudo, voltado ao universo do câncer de mama. Ao criar o perfil, é possível selecionar a categoria do usuário (paciente, familiar, profissional de saúde, ONG, entre outros). Na navegaçăo, também pode-se tirar dúvidas com um atendente virtual da Federaçăo Brasileira de Instituiçőes Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama), encontrar a instituiçăo de apoio mais próxima e receber notificaçőes referentes a novidades, direitos e formas de se engajar com a causa.
Persistência
A cabeleireira Suzana Gonçalves de Oliveira, 47 anos, descobriu o câncer de mama em 2013, cinco meses depois de ter se submetido à mamografia. “Eu tinha feito o exame de mama e estava tudo certo. Alguns meses depois, quando eu estava tomando banho, senti um carocinho bem pequeno no seio e no mesmo dia comuniquei à minha mastologista”, conta Suzana. A médica descartou a possibilidade de ser um nódulo maligno, mas, por precauçăo, a cabeleireira decidiu fazer o exame novamente. Foi quando confirmou a doença.
“Eu fiz primeiro a quimioterapia. Depois, retirei a mama e comecei o tratamento com a radioterapia”, relembra Suzana. Com 10 dias de tratamento, o cabelo começou a cair. “Eu năo sofri muito com a queda do cabelo. O pior momento da doença foi o tratamento com a quimioterapia, que desgasta muito o nosso corpo e deixa a gente mole, desanimado, sem conseguir fazer nada”, analisa. No ano passado, ela descobriu um nódulo no pescoço, e o diagnóstico, novamente, năo foi favorável. “O câncer tinha voltado”, conta. Mas ela afirma que segue esperançosa e năo desistirá de lutar. “Eu tenho muita fé, e o câncer só serviu para me fazer dar mais valor à minha vida”, esclarece. “Independentemente de onde seja o câncer, eu gostaria de dizer para as pessoas que estăo passando por isso que tenham fé”, aconselha.
De acordo com o diretor da unidade de câncer de mama do Inca, Marcelo Bello, năo existe uma prevençăo primária. “Existe a secundária, que é a mamografia”, explica. “A recomendaçăo é de que ela seja ofertada para mulheres de 50 a 69 anos. Mas, quanto maior o seu histórico de câncer de mama na família, mais cedo a prevençăo é indicada”, destaca. Ele acrescenta que a melhor forma de diagnóstico é conhecer o próprio corpo e se atentar a sinais como secreçăo nos seios com sangue ou sem cor, nódulos ou retraçăo nas mamas. “A gente năo indica tanto o autoexame, porque pode ser muito subjetivo. Mas conhecer o próprio corpo é fundamental para evidenciar os primeiros sintomas”, afirma.
A dona de casa Telma Cristina Saraiva, 44 anos, teve um tumor na mama em 2014. A partir de entăo, outras três vezes ouviu diagnóstico semelhante: em 2015, quando a doença atacou a outra mama; em 2016, no intestino; e, no ano passado, o do cólon retal. Ainda em tratamento, ela conta que a caminhada năo foi apenas de sofrimento. “Quando menos esperava, minha filha me inscreveu no concurso de miss bariátrica e acabei ganhando o troféu de miss superaçăo”, conta ela, animada. A premiaçăo, explica, a fez enfrentar a trajetória com outro olhar. “O concurso foi tăo importante que me fez enxergar que a minha história de superaçăo pode ajudar outras pessoas”, acrescenta.
Fatores de risco
Segundo o oncologista e professor do Departamento de Clínica Médica da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) André Murad, o câncer de mama é multifatorial. A hereditariedade é responsável por 15% a 17% de incidência da doença. “Algumas pessoas nascem com algumas mutaçőes de genes nas células da mama, o que as torna mais propensas ao câncer”, explica. Outro fator preponderante para o desenvolvimento da doença săo as condiçőes comportamentais, como obesidade, sedentarismo e consumo excessivo de álcool, carne vermelha, enlatados e alimentos industrializados.
Marcelo Bello, do Inca, conta que, a cada dia, as intervençőes médicas se tornam mais individualizadas. “Há 20 anos, todo paciente com câncer de mama era tratado do mesmo jeito. Hoje em dia, năo. Avaliamos o tumor, identificamos as características e, a partir daí, traçamos uma estratégia de tratamento.” De acordo com o oncologista, as terapias para o câncer de mama văo desde quimioterapia e radioterapia até inovaçőes, como a terapia alvo, que ataca diretamente as células comprometidas, até a hormonoterapia, que utiliza hormônios no tratamento. André Murad destaca que a retirada de mama está se tornando cada vez menos comum entre as pacientes “A gente tenta fazer uma cirurgia conservadora para năo tirar a mama toda e é cada vez mais raro a dissecaçăo da axila. Quando esses procedimentos săo feitos, logo em seguida a gente faz a reconstituiçăo”, explica.
Inspiraçăo pessoal
No Brasil, a Fundaçăo Laço Rosa lidera uma série de açőes no mês de prevençăo do câncer de mama. Neste ano, auxiliará com a iluminaçăo do Cristo Redentor, que, em 2018, recebe a cor rosa em 2 de outubro. Segundo a fundadora, Marcelle Medeiros, a fundaçăo é fruto de uma história pessoal. “Aos 32 anos, minha irmă mais nova teve câncer. Em 2007, năo tinha muito conteúdo em português sobre o assunto, e a gente viu como éramos privilegiadas por ter acesso a esse tipo de informaçăo. Entăo, decidimos criar uma instituiçăo que compartilhasse um conteúdo seguro”, conta. Hoje, ela conta que mais de 6 mil pessoas foram beneficiadas.
Os pesquisadores James P. Allison, dos EUA, e Tasuku Honjo, do Japão, foram escolhidos, nesta segunda-feira (1º/10), vencedores do prêmio Nobel de Medicina ou Fisiologia pela descoberta de uma terapia contra câncer por inibição da regulação imunológica negativa.
Allison, chefe do Departamento de Imunologia do MD Anderson Cancer Center, da Universidade do Texas, estudou uma proteína que funciona como um freio para o sistema imunológico. Ele percebeu o potencial de soltar esse freio e assim liberar as células imunológicas para atacar tumores. Ele desenvolveu esse conceito em uma nova abordagem para o tratamento de pacientes.
PUBLICIDADE
Honjo, da Universidade de Kyoto, descobriu uma proteína nas células do sistema imunológico e revelou que ela também funciona como um freio, mas com um mecanismo de ação diferente. Terapias baseadas em sua descoberta mostraram-se surpreendentemente eficazes na luta contra o câncer.
O prêmio é entregue pelo Instituto Karolinska, na Suécia, e abre a temporada de 2018 do Prêmio Nobel. Nesta terça-feira (2), será a vez de Física e, na quarta (3), de Química. Na sexta-feira (5), será entregue o da Paz. E na segunda (8), o de Economia.
Um jovem barbeiro se despediu neste fim de semana das tesouras, dos colegas de trabalho e dos clientes, rumo a um vôo mais alto, agora com canudo na mão.
De família humilde, Eliel Jonas, de 31 anos, se formou em Direito com muito esforço, foi aprovado na semana passada na primeira fase da prova da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil – e agora se preparara para trabalhar como advogado.
Ele lembra que teve vários motivos para abandonar a faculdade, mas persistiu. “Foram anos de luta. Passei por momentos difíceis. Uma história complicada. Nesse intervalo eu perdi meu irmão, dois anos depois o meu pai e a casa ficou comigo. Minha mãe, meu sobrinho e meu filho pra cuidar. Me virei nos 30”, lembra.
Várias vezes o aluno estudou na barbearia, enquanto cortava os cabelos.
“Muitas vezes, entre um corte e outro, eu estava com fone de ouvido. Os clientes perguntavam, ‘está escutando música?’ Não, tô escutando aula de direito”, contou Eliel Jonas em entrevista ao SóNotíciaBoa.
E a batalha continuava depois do serviço.
“12 horas trabalhando em pé. A noite ia para a faculdade e quando chegava ainda tinha que concluir trabalhos e estudar. Diversas vezes eu virei noite pra conseguir concluir”, relembra.
Eliel lembra que várias vezes chegou a cochilar durante as aulas e foi acordado pelos professores. Ele pedia desculpas e tocava o barco.
“Em 2006 comecei o curso na UDF. Em 2007 tive que interromper por questões financeiras. Após 7 anos consegui o FIES e conclui os estudos agora em 2018”, revela.
Gratidão
Para agradecer e se despedir da antiga profissão, ele ofereceu um brunch aos amigos e clientes neste sábado no Shopping Jardim Botânico, no Lago Sul, em Brasília, onde fica a Barbearia Dr. Cabelo, na qual trabalhou nos últimos 7 anos.
Os amigos que acompanharam a trajetória do rapaz se emocionaram durante o encontro.
“O Eliel ele tem um perfil de vencedor. A gente fica emocionado, né? Isso alegra o nosso coração e nos inspira também esse exemplo”, disse ao SóNotíciaBoa o barbeiro Edison Barbosa, de 45 anos.
“Ele nunca teve oportunidade, não teve grama, aí apareceu essa oportunidade do FIES, ele agarrou e agora ele conseguiu. Esperamos que o mesmo sucesso que ele teve como barbeiro tenha agora como advogado”, disse o barbeiro Sebastião Vasconcelos.
“Batalhador, menino humilde, sofredor, emociona sim [a despedida dele]. Espero que ele se dê bem e não esqueça dos amigos”, concluiu Sebastião.
Eliel com os colegas da barbearia – Foto: SNB
Clientes
Na despedida Eliel foi aplaudido! Alguns clientes, como Clara e Felippe, levaram presentes para o futuro advogado.
“Desde o início a gente viu que ele ia chegar lá. Cara determinado, perseverante, menino fantástico”, contou Nilo Cesar, analista de software.
“É um exemplo para os jovens do Brasil, pra mostrar que dá pra fazer. Ele fez, todo mundo pode fazer. Sucesso pra ele!, disse Clara.
“É um caso de vitória, de êxito que nos emociona. Demonstra que o Brasil tem jeito”, falou o José Camilo, policial federal aposentado, ex-cliente de Eliel.
Emocionado, o novo advogado lembrou que um futuro melhor tem relação direta com o passado e com a gratidão.
“Essa barbearia foi uma benção pra mim ao logo desses 7 anos. Construi amizades, cresci profissionalmente e como pessoa, sempre com base na humildade. Damos por encerrado um ciclo para dar início a outro.” disse Eliel Jonas.
Elie com alguns dos antigos clientes – Foto: SNB
Futuro
Eliel trocou a barbearia por um trabalho temporário, agora na área dele.
“Emprego fixo, ainda não. Vou arriscar. A vida é feita de desafios. E eu nunca fugi de desafios”, conta.
“É um trabalho temporário, mas vou fazer valer meus anos de faculdade. É isso que eu quero. Vou dar um passo atrás com expectativa de conseguir uma melhor qualidade de vida futuramente”, conclui.
Exclusivo: Alto Comando do Exército Brasileiro encurrala TSE e exige perícia nas urnas antes e depois das eleições!
O atentado político contra a vida do candidato a presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), intrigou o alto comando do Exército Brasileiro, que acompanha com redobrada atenção as investigações a cargo da Polícia Federal.
Outro fato que inquieta a caserna diz respeito a suposta vulnerabilidade das urnas eletrônicas.
A possibilidade de fraude nas eleições presidenciais fez com que o alto comando das Forças Armadas (FA) enviasse um comunicado oficial ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, que também é membro do STF.
No documento, assinado por graduados de ultima patente das três armas – Exército, Marinha e Aeronáutica – os militares exigem que as urnas eletrônicas sejam submetidas a perícia por especialistas das Forças Armadas, antes e depois do pleito. Weber teria engolido a seco a exigência, por ela considerada intromissão indevida no judiciário.
A inteligência das Forças Armadas, em especial do Exército Brasileiro, desconfia que o crescimento repentino e inexplicável de Fernando Haddad (PT), nas pesquisas eleitorais, seja a preparação do terreno para uma mega fraude eleitoral.
O golpe a lisura do pleito e a democracia estariam sendo articulados pelo sistema financeiro, grandes construtoras e poderosos investidores, que lucram bilhões com a manipulação do mercado financeiro.
A fonte garante que a grande imprensa e os institutos de pesquisa foram cooptadas para difundir a falsa imagem de que o crescimento de Haddad, preposto de Lula, na corrida presidencial, teria ocorrido de forma natural e espontânea.
Já que a facada desferida pelo esquerdista Adélio não deu cabo a vida de Bolsonaro, o establishment recorre a estratégia mais sórdida: manipular a opinião pública e fraudar o pleito eleitoral.
O Exército Brasileiro deve impedir mais essa facada, não apenas contra o candidato Bolsonaro, mas contra a democracia, há sonhos e esperanças de uma Pátria livre das ameaças do comunismo.
Com as eleiçőes, os mentirosos, quase-fichas-sujas e falastrőes estăo soltos. Muitos năo poderiam mais concorrer, pois se envolveram em vários escândalos, mas escaparam pela complacência misteriosa de desembargadores e juízes. Ostentam uma biografia comprometedora que recomendaria serem banidos da vida pública em nome do interesse público. Fizeram promessas mirabolantes para uma época de crise econômica e recessăo prolongada.
Mas a internet facilita o acesso à informaçăo sobre a trajetória dos postulantes ao posto de governador. Por isso, assistimos a reviravoltas radicais nas intençőes de voto. No caso do DF, diversos falastrőes têm a biografia manchada pela participaçăo em falcatruas. Já foram alvo de investigaçőes do Ministério Público e apareceram várias vezes com destaque nas páginas policiais.
Năo nos esqueçamos de que Brasília viveu grave crise com dois governadores que se tornaram réus da Operaçăo Caixa de Pandora, o chamado Mensalăo do DEM, e da Operaçăo Panatenaico, da Polícia Federal, que investigou fraudes nas obras do Estádio Mané Garrincha. As obras tiveram um orçamento inicial de R$ 600 milhőes. No entanto, foram superfaturas para mais de R$ 1, 6 bilhăo. A denúncia acusa o ex-governador Agnelo Queiroz de receber R$ 6,495 milhőes. José Arruda teria surrupiado R$ 3,92 milhőes, e Tadeu Filippelli, R$ 6,185 milhőes.
Parece que as mudanças nas intençőes de voto manifestadas nas pesquisas revelam que a internet está jogando a favor dos eleitores. Candidatos que começaram surfando em promessas mirabolantes começam a declinar ao passar pelo crivo dos eleitores, pois têm uma biografia toda enrolada de gente que sempre se envolveu em falcatruas ou já está condenada em primeira instância.
Brasília tem esse histórico de governadores acusados e presos. Năo pode se expor novamente a candidatos com uma biografia comprometedora que sugere o projeto de saquear o erário ou de cometer novos delitos. Nunca fizeram nada a favor de Brasília quando ocuparam cargos públicos. Só mereceram destaque nas páginas policiais.
Se comparado com outros estados, o DF năo esteve tăo mal. Outros estados atrasaram o pagamento dos funcionários públicos. O Rio Grande do Norte năo pagou os policiais e padeceu com uma grave crise da segurança pública. O Rio de Janeiro entrou em colapso fiscal. Năo se pode comparar os tempos atuais de recessăo com a era de fartura de Joaquim Roriz. É preciso avaliar em comparaçăo a outros estados atualmente.
Parece que a internet está jogando a favor dos eleitores. É só apertar o botăo do Google que aparece toda a biografia dos candidatos. Alguns têm uma folha corrida de assustar.
Após o consórcio BRT entrar na Justiça contra a prefeitura, alegando que a falta de segurança e os calotes estariam inviabilizando o serviço, na semana passada, o município anuncia que, a partir desta segunda-feira, a guarda municipal passará a fiscalizar o pagamento de passagem do modal de transporte público. De acordo com o órgão, 40agentes atuarão diariamente de forma educativa, na orientação de passageiros, durante rondas realizadas em 33 estações com índice elevado de evasão nos corredores Transoeste, Transcarioca e Transolímpica.
As multas por não pagamento de passagem previstas na lei nº 6.299, de 5 de dezembro de 2017, e regulamentada pelo decreto nº 44.837, de 2 de agosto de 2018, são de R$ 170 e, em caso de reincidência, R$ 255. A fiscalização será feita por guardas municipais, responsáveis por aplicar a multa, em conjunto com agentes da concessionária, assim como já acontece no sistema VLT.
Os usuários flagrados utilizando o serviço sem pagar a tarifa serão notificados e autuados pelos agentes por meio de um comprovante. Na aplicação do auto de infração, constará a identificação do infrator, local da irregularidade, dia, hora, descrição da infração, dispositivo legal e identificação do guarda municipal. O infrator poderá apresentar recurso contra a penalidade da multa até a data limite para o pagamento, por escrito, junto à Comissão de Revisão e Julgamento na sede da Guarda Municipal (Avenida Pedro II, 111, São Cristóvão).
O infrator que não pagar a multa poderá ter o nome inscrito nos órgãos de proteção ao crédito e na Dívida Ativa do município. A emissão da guia de pagamento estará disponível no site http://www.rio.rj.gov.br/web/gmrio. A receita das multas previstas da Lei 6.299 será destinada ao Fundo Especial de Ordem Pública, administrado pela Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop).
Neste domingo, 21 dias depois da morte, Mr. Catra foi lembrado com saudade pela viúva. Silvia postou um desabafo, falando da falta que sente do marido, vítima de câncer, aos 49 anos. “Não consigo deixar de sentir saudades. Te amo, amor, sei que está em um bom lugar…”, escreveu ela.
Desde a morte do fukeiro, Silva vem dividindo sua dor com seus seguidores e fãs de Catra. Recentemente, ela já tinha postado um texto, lembrando do marido: “Por mais que eu saiba que ele está com Deus sempre tenho a impressão de que ele vai entrar pela porta gritando: ‘Meu amor, cheguei”.
Uma festa rave no Condomínio Ouro Vermelho 1, no Jardim Botânico, deu muito trabalho à polícia do DF neste domingo (30/9). Vizinhos pediram ajuda alegando que dezenas de pessoas estavam no local, embaladas em som alto, drogas e bebidas alcoólicas, com a presença de adolescentes e até crianças. A Polícia Militar foi recebida pelo organizador da festa. Segundo a corporação, ele proibiu o acesso ao imóvel e desacatou os policiais ao dizer: “Na minha casa ninguém entra, seus merdas”.
Diante da situação de flagrante e com apoio da Patamo, os policiais entraram na residência e deram voz de prisão ao dono do local, que resistiu e continuou com o xingamento. De acordo com a PM, pessoas foram flagradas com substâncias entorpecentes, como maconha, cocaína, haxixe e ecstasy.
A PM relatou ainda que havia muita bebida alcoólica e adolescentes, principalmente meninas, com sintomas de embriaguez, inclusive uma mãe com criança de colo. O Conselho Tutelar foi acionado.
Em função do estado exaltado de pessoas que participavam da rave, a Polícia Militar explicou que foi necessário o uso de algemas para proteção dos agentes de segurança e dos próprios envolvidos. Foram registrados os crimes de injúria, desacato, perturbação da tranquilidade, resistência, uso e porte de substância entorpecente. Nove pessoas foram detidas.
3/4
Nove pessoas foram detidas
Nove pessoas foram detidas
Cerco a raves
As raves entraram na mira da Polícia Civil do DF após a morte da universitária Ana Carolina Lessa, 19 anos, em junho deste ano. A jovem foi a segunda vítima fatal por uso da n-etilpentilona em todo o país.
Os policiais querem descobrir como a droga chegou às mãos da estudante e se havia distribuição de n-etilpentilona na festa rave Arraiá Psicodélico, realizada na zona rural do Recanto das Emas. De acordo com a Polícia Federal, apenas duas apreensões do entorpecente foram feitas no Brasil até hoje, em Santa Catarina e no Rio Grande do Norte.
Segundo a delegada-chefe da 3ª DP, Cláudia Alcântara, testemunhas confirmaram a presença da droga no evento e o uso feito pela vítima.