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Eleição e tecnologia: o que pode e o que não pode no dia da votação

O primeiro turno das Eleições 2018 ocorrerá no próximo dia 7 de outubro. E com uma campanha tão marcada pelas mídias sociais e tecnologia, é comum que os eleitores fiquem na dúvida sobre o que podem ou não fazer no dia da votação. No entanto, é preciso estar atento: violar o sigilo do voto ou fazer boca de urna pode render multas e até cadeia para quem for pego.

Para te ajudar, o Olhar Digital preparou um pequeno guia sobre o uso de tecnologia no dia da votação. Veja a seguir que posturas o eleitor deve ter offline e online neste momento tão importante da nossa democracia.

– Pode tirar selfie com a urna?

De forma alguma! Desde 2014, o Tribunal Superior Eleitoral proíbe a entrada de telefones celulares na cabine de votação. O Artigo 88 da resolução 23.399 também determina que máquinas fotográficas, filmadoras, equipamentos de radiocomunicação ou qualquer instrumento que possa comprometer o sigilo do voto devam ficar fora da cabine. Os objetos deverão ficar retidos pelos mesários enquanto o voto é realizado.

Segundo o TSE, o objetivo dessa proibição é evitar que eleitores possam ser coagidos no momento do seu voto, sendo obrigados a escolher determinados candidatos. No caso de descumprimento da lei, o indivíduo pode estar sujeito a detenção de até dois anos ou pagamento de multa. Até a porta da seção eleitoral, por outro lado, os selfies são liberados.

– Pode levar a cola do voto no celular?

Também não! Como não é possível utilizar eletrônicos dentro da cabine de votação, o eleitor não poderá utilizar apps de anotação para lembrar os números do candidatos. A única opção é levar a boa e velha colinha de papel, que pode até mesmo ser do modelo do site do TSE.

– Posso votar com o e-Título?

O e-Título é uma das grandes novidades para as eleições deste ano. Com ele, os usuários do Android e iPhone podem acessar uma versão virtual do seu título eleitoral e deixar a versão impressa em casa. No entanto, durante a votação, o aparelho terá que ficar retido pelos mesários. Veja como usar o e-Titulo.

– Posso declarar meu voto nas redes sociais?

A postura do eleitor nas redes sociais deve seguir as mesmas regras válidas para o seu comportamento offline. Ou seja, é preciso agir com bastante cautela. Segundo a publicação da BBC Brasil, é permitido declarar abertamente o seu voto em plataforma como o Facebook e Twitter, no qual o receptor tem escolha se deseja ler ou não a mensagem.

Por outro lado, o eleitor não deve abordar alguém diretamente via SMS ou aplicativo de mensagens como Messenger e WhatsApp para declarar o seu voto ou fazer campanha. Como o receptor não terá opção se lerá ou não a publicação, a prática pode ser interpretada como boca de urna. Este crime é passível de detenção de seis meses a um ano, prestação de serviços à comunidade e pagamento entre R$ 5 mil a R$ 15 mil, segundo o TSE.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

bispo Edir Macedo declara apoio a Bolsonaro

Líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), uma das mais influentes no País, o bispo Edir Macedo declarou em rede social que apoia o candidato Jair Bolsonaro (PSL) na disputa para a Presidência da República.

Líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), uma das mais influentes no País, o bispo Edir Macedo declarou em rede social que apoia o candidato Jair Bolsonaro (PSL) na disputa para a Presidência da República.

Líder da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), uma das mais influentes no País, o bispo Edir Macedo declarou em rede social que apoia o candidato Jair Bolsonaro (PSL) na disputa para a Presidência da República.

 

De acordo com reportagem do jornal Folha de S.Paulo , a campanha de Bolsonaro já havia recebido a informação de que o bispo, dono da TV Record, iria apoiar o ex-capitão do Exército na corrida eleitoral. Há a expectativa para que Macedo grave um vídeo manifestando sua preferência a Bolsonaro, mas isso ainda não ocorreu.

 

Considerado o braço político da Igreja Universal , o Partido Republicano Brasileiro (PRB) é uma das nove legendas que compõem a coligação que defende a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) ao Planalto. O apoio do partido, onde vários bispos licenciados têm palavra de decisão, cede a Alckmin 28 segundos por dia no bloco fixo do horário eleitoral obrigatório.

 

Considerado o braço político da Igreja Universal , o Partido Republicano Brasileiro (PRB) é uma das nove legendas que compõem a coligação que defende a candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) ao Planalto. O apoio do partido, onde vários bispos licenciados têm palavra de decisão, cede a Alckmin 28 segundos por dia no bloco fixo do horário eleitoral obrigatório.

 

 

 

Policial militar é morto a tiros no RJ

O policial militar Leandro Lamas Souza, de 34 anos, morreu depois que bandidos fecharam o carro em que ele estava, na noite deste sábado, no bairro Oswaldo Cruz, na Zona Norte, e atiraram diversas vezes contra a vítima. O PM chegou a ser levado para a UPA de Campinho, mas não resistiu aos ferimentos.

O crime aconteceu por volta das 22h20m. Segundo a polícia, Leandro trafegava pela Rua João Vicente, na altura da garagem Real de ônibus, quando foi atacado. Ainda não há informações se o policial foi vítima de assalto.

 

 

Leandro, que era lotado no 41º BPM (Irajá), chegou a reagir à abordagem, mas acabou baleado em várias partes do corpo. Os criminosos conseguiram fugir.

O PM é o 77º policial militar morto este ano no Estado do Rio. Na quinta-feira, o soldado Luís Gorni Tavares, de 31 anos, lotado no 23º BPM (Leblon), foi assassinado na Avenida Rio Branco, em Gramacho, Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A vítima se dirigia para assumir o serviço no batalhão e parou numa padaria. Após comprar o lanche, teria discutido com um dos clientes e se identificado como policial militar. Ao perceber que se tratava de policial, o criminoso teria sacado uma pistola e efetuado disparos contra ele. Depois do crime, o bandido roubou a arma do soldado e fugiu.

Europeus analisam transporte gratuito

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Apesar das adversidades, o tema vem sendo estudado a pedido da prefeita de Paris, Anne Hidalgo. Entre as hipóteses estăo a gratuidade total, a liberaçăo de catracas durante o dia, a exclusăo de turistas ou ainda a liberaçăo de pagamento por critérios sociais de renda (foto: Thomas Samson/AFP)

 

Em diferentes cidades da Europa, prefeituras e administraçőes regionais estăo estudando neste momento – e a sério – uma hipótese até há pouco considerada impensável: a gratuidade do transporte coletivo. A exemplo do que ocorre em 38 cidades francesas, um projeto vem sendo analisado na capital, Paris, para abolir as catracas de metrôs e ônibus, ao mesmo tempo em que a administraçăo busca fórmulas para compensar as perdas financeiras com a gratuidade de diferentes modais.

Na França, as cidades que já adotaram a gratuidade têm em comum o porte médio – para os padrőes locais. Săo municípios de menos de 100 mil habitantes, com exceçăo de três dentre eles: Dunkerque, o mais célebre, na fronteira com a Bélgica, Aubagne e Niort. Em Dunkerque, a experiência deu certo, e os coletivos săo gratuitos. O objetivo da prefeitura é claro: reduzir a presença de automóveis nas ruas e, com isso, a poluiçăo e os custos correlatos em saúde pública.

A iniciativa também vem sendo cada vez mais observada de forma atenta por prefeitos e ministros dos Transportes em outros países. Projetos-piloto também existem em Estônia, República Checa, Reino Unido, Suécia, Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, Islândia, Polônia e Romênia.

O desafio, no caso de Paris e de outras cidades de maior porte, como Clermont-Ferrand, é encontrar uma compensaçăo para o valor que se deixa de arrecadar. Para a prefeitura parisiense, o valor em questăo é de € 2,8 bilhőes/ano (o equivalente a R$ 10,7 bilhőes) embolsados com vendas de passagens, que representam cerca de 30% do custo total do sistema.

O problema é que pode ser apenas o início da fatura, que poderia chegar a € 6 bilhőes (R$ 27,9 bilhőes) em razăo do aumento do número de passageiros. O fluxo maior obrigaria a aumentar a frequência dos metrôs, logo implicando custos trabalhistas elevados.

Em Paris, o aumento da demanda é assunto sensível, pois parte da rede já enfrenta a saturaçăo em horários de pico, tornando a capacidade de absorçăo de um fluxo adicional de passageiros limitada. Em Aubagne, o fluxo de passageiros triplicou desde o início da gratuidade. Além disso, as experiências realizadas em cidades de menor dimensăo indicam um aumento de riscos de vandalismo e destruiçăo do patrimônio, segundo Yves Crozet, economista especializado em Transporte.

Para arcar com os custos, uma das alternativas seria a adoçăo de um pedágio urbano, como o já existente em Londres.

Hipóteses

Apesar das adversidades, o tema vem sendo estudado a pedido da prefeita de Paris, Anne Hidalgo. Entre as hipóteses estăo a gratuidade total, a liberaçăo de catracas durante o dia, a exclusăo de turistas, que teriam de seguir pagando, ou ainda a liberaçăo de pagamento por critérios sociais de renda.

Para determinar o modelo e o impacto financeiro, um grupo multidisciplinar de pesquisadores, sob o comando do Laboratório Interdisciplinar de Avaliaçăo de Políticas Públicas (Liepp), do Instituto de Estudos Políticos de Paris (Sciences Po), recebeu em março passado a incumbência de examinar pistas de financiamento alternativo.

“É preciso avaliar se existe um modelo econômico viável”, ponderou Anne Hidalgo, deixando claro que năo se compromete com a medida se năo houver compensaçőes ao erário. “Até aqui, nada nos diz que seja possível.”

Catraca livre em Agudos

A diarista Simone Oliveira Carvalho, de 45 anos, ganha R$ 1,6 mil por mês fazendo faxina em residências. Ela toma ônibus para ir e voltar do trabalho e teria um gasto mensal de R$ 228 com transporte se năo morasse em Agudos, cidade de 37 mil habitantes, no centro-oeste do Estado de Săo Paulo. Lá, o transporte coletivo público é gratuito para todos, inclusive para quem chega de fora, há 15 anos.

“Nós viramos exemplo quando houve a mobilizaçăo (nacional em 2013), mas já era uma coisa fazíamos havia uma década”, diz o prefeito Altair Francisco Silva (PRB), ele mesmo um usuário eventual do serviço.

Macatuba, cidade vizinha, com 17 mil habitantes, se inspirou em Agudos para criar o serviço em 2004. Em Maricá, no Rio, com 153 mil habitantes, a gratuidade do transporte começou em dezembro de 2014, mas ainda é parcial. As informaçőes săo do jornal O Estado de S. Paulo.

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Fonte: Brasil

Linux: Como instalar o Mint e configurá-lo a sua maneira

O Linux é um sistema muito popular entre pessoas que trabalham com informática e tem passado por mudanças ao longo do tempo para atrair novos usuários. Ainda assim, a diferença de uso dele para as tarefas do dia-a-dia com o Windows ainda assusta muitas pessoas.

Para lhe ajudar a entender um pouco mais sobre o Linux, o Olhar Digital está preparando uma série, que mostrará desde a instalação do Linux até as principais configurações para deixá-lo pronto para o uso cotidiano. Confira:

A escolha da distribuição Linux

Hoje em dia existem muitas distribuições do Linux amigáveis para quem está utilizando o sistema pela primeira vez. Para esta série, a escolha ficou com o Linux Mint 19 Tara com o ambiente gráfico do Cinnamon. Esta distribuição, além de ter se popularizado, consegue oferecer uma boa performance até mesmo em aparelhos que não sejam muito potentes.

Nesta primeira parte da série, você aprenderá a fazer a instalação do Linux Mint, além de mexer nas configurações iniciais dele, que são essenciais para que ele funcione. Antes disto, veja o que será necessário para a realização das etapas.

Requisitos

O Linux Mint possui versões 32 e 64 bits. Apesar de ser uma distribuição leve como foi dito, ainda é necessário atender alguns requisitos para que o Mint entregue o máximo de sua performance. Veja quais são eles:

  • 1 GB de memória RAM;
  • 15 GB de espaço livre em disco;
  • Monitor com suporte a resolução 1024 x 768;
  • Pendrive com 4 GB ou DVD para executar o instalador da distribuição.

Preparando a mídia de instalação

Para fazer a instalação ou rodar o Live CD do Linux Mint, é necessário utilizar um Pendrive ou DVD-R para poder inicializar o computador pela primeira vez. No passo-a-passo a seguir, veja como colocar esta distribuição em um Pendrive usando o Windows:

  1. Faça o download do Linux Mint nesta página. Escolha corretamente a versão adequada ao seu processador. Caso esteja em dúvida, opte pela versão 32-bit;

  2. Acesse o site do UNetbootin e faça o download da ferramenta pelo botão indicado;

  3. Coloque o pendrive no computador e execute o programa UNetbootin;
  4. Marque a opção “Imagem de disco” e clique no botão representado por “três pontos” para escolher o arquivo do Linux Mint que foi baixado. Na parte de baixo do programa, selecione a unidade do pendrive, clique em “Ok” e aguarde o processo ser concluído.

Iniciando o Linux Mint

Para que você possa iniciar o Linux Mint no computador, primeiramente é necessário acessar a BIOS do computador e trocar a ordem de prioridade de inicialização para o Pendrive ou DVD. Este menu pode ser acessado logo ao ligar o computador, por pressionar a tecla “Del” ou “F2”. Os passos para trocar a ordem de boot variam conforme as fabricantes, mas o nome deverá ser algo parecido com “Boot sequence” ou “Boot Priority”.

Se tudo ocorreu corretamente, você já deverá estar na tela inicial, que apresenta a área de trabalho do Mint. Antes de instalá-lo, é possível navegar em algumas funções do sistema para saber se ele já lhe agrada. Já para instalá-lo, siga estes passos:

  1. Logo na área de trabalho, clique em “Install Linux Mint”;

  2. Selecione o idioma “Português do Brasil” e clique em “Continuar”;

  3. Na próxima tela, teste o seu teclado na área indicada. Caso note que as teclas estejam erradas, toque em “Detectar layout do teclado” para corrigi-lo. Ao fim, clique em “Continuar”;

  4. Marque a opção destacada na imagem abaixo. Ela é importante para ter alguns complementos já instalados junto com o sistema para a abertura de arquivos de mídia. Clique em “Continuar”;

  5. Neste momento, o Linux Mint perguntará como ele deve ser instalado. Caso tenha um Windows na máquina, você poderá escolher a opção para mantê-lo e fazer o dual-boot no computador, ou seja, ter os dois sistemas instalados simultaneamente. Em nosso caso, foi utilizada uma máquina sem sistema, assim, será selecionada a opção “Apagar disco e reinstalar o Linux Mint”. Independentemente da opção escolhida, o próprio assistente de instalação lhe guiará durante o processo. Clique em “Instalar agora”;

  6. Na mensagem, confirme se as configurações ficaram certas. Então, clique em “Continuar”;

  7. Selecione a sua cidade e clique em “Continuar”;

  8. Preencha as informações solicitadas. Por uma questão de segurança, é recomendado deixar marcada a opção “Solicitar minha senha para entrar”. Já quanto a “Criptografar minha pasta pessoal”, ela é opcional, mas apenas traz mais segurança para os arquivos dentro da parte de documentos;

  9. Aguarde a instalação do Linux Mint ser concluída. Ela deve legar alguns minutos;

  10. Ao fim do processo, clique em “Reiniciar agora”;

  11. Tire o pendrive ou DVD da máquina e aperte “Enter”.

Testando os recursos

Neste momento, o Linux Mint já está instalado e pronto para rodar. Agora, será mostrado como fazer algumas configurações no sistema, que são essenciais você já se acostumar a ele e, é claro, se certificar de que tudo está funcionando como deve. Veja:

  1. Ao reiniciar a máquina, faça o login com as credenciais definidas anteriormente;

  2. Na mensagem inicial de boas-vindas, desmarque a opção “Exibir ao iniciar”;

  3. Clique em “Menu” conforme indicado e vá em “Configurações do sistema”;

  4. Dentre os diversos itens exibidos. Como exemplo, entre primeiro em “Rede”;

  5. No lado direito da tela, você deverá ver se está conectado ou não. Caso não esteja, o próprio Linux Mint lhe pedirá para configurar a rede;

  6. Após checar a rede, entre nas configurações dos outros hardwares, que ficam no mesmo menu, apena para verificar que nada ficou faltando e se o funcionamento deles está correto.

Personalizando a área de trabalho

A parte de personalizar a Área de Trabalho do Linux Mint é feita por dois menus principais. Ao clicar com o botão direito do mouse em uma parte vazia dela, você pode mudar a forma de organização dos ícones, seus tamanhos e até o plano de fundo utilizado.

Pela função “Adicionar deskelets”, é onde você pode colocar widgets na área de trabalho. Existem widgets para diferentes fins como mostrar um relógio, informações do tempo etc.

Já pelo menu de configurações que você viu anteriormente, ao entrar nele você poderá ocultar o ícone e a disposição de como ela ficará organizada. Confira a imagem abaixo:

Ferramentas de administração

Por fim, outra parte importante do sistema é conhecer as ferramentas administrativas dele. Nelas, é possível definir regras de firewall, verificar drivers e adicionar ou remover outros usuários do sistema. Veja:

  • Firewall – Tenha uma proteção nativa do sistema para navegar na internet com segurança;

  • Fontes de aplicativos – Defina quais são as fontes para os aplicativos obtidos via repositório;
  • Janela de Início de sessão – Escolha as opções visuais e outras configurações da tela de login;
  • Usuários e grupos – Adiciona ou remove outros usuários do sistema, além de mudar o tipo de conta.

Com estes passos acima, você já conhece um pouco do sistema Linux Mint. Na próxima parte desta série será apresentado como baixar e instalar programas dentro desta distribuição, além de conhecer os programas que vem pré-instalados.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

O que os principais candidatos à presidência propõem para ciência e tecnologia

As eleições para presidente do Brasil estão chegando. Muita gente já escolheu candidatos e outros ainda estão na dúvida. Mas você sabe o que os principais nomes da disputa eleitoral propõem para o setor da ciência e da tecnologia?

Vasculhamos os planos de governo dos cinco candidatos mais bem colocados nas recentes pesquisas de intenção de voto – Jair Bolsonaro (PSL), Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT), Marina Silva (Rede) e Geraldo Alckmin (PSDB).

Confira abaixo o que cada um deles propõe para o setor de ciência e tecnologia caso sejam eleitos.

Jair Bolsonaro (PSL)

O plano de governo da coligação PSL-PRTB, representada pelo candidato à presidência Jair Bolsonaro, dedica duas de suas 81 páginas às propostas de Inovação, Ciência e Tecnologia. Segundo o texto, o Brasil usa uma “estratégia centralizada, comandada de Brasília e dependente exclusivamente de recursos públicos” para investir no setor, e o candidato propõe mudar isto.

O texto afirma que países como Estados Unidos, Japão, Israel, Taiwan e Coreia do Sul possuem “hubs” onde “jovens pesquisadores e cientistas das universidades locais são estimulados a buscar parcerias com empresas privadas para transformar ideias em produtos”. Bolsonaro dá a entender que quer fazer o mesmo no Brasil.

“Nossa intenção é criar um ambiente favorável ao empreendedorismo no Brasil. Assim, valorizaremos talentos nacionais e atrairemos outros do exterior para gerar novas tecnologias, emprego e renda aqui”, diz o texto. O fomento ao empreendedorismo deverá ser estimulado nas “universidades, em todos os cursos”.

Além disso, Bolsonaro afirma que “cada região do Brasil deve buscar suas vantagens comparativas: por exemplo, o Nordeste tem grande potencial de desenvolver fontes de energia renovável, solar e eólica”. Por fim, o candidato diz que “o Brasil deverá ser um centro mundial de pesquisa e desenvolvimento em grafeno e nióbio, gerando novas aplicações e produtos”.

Fernando Haddad (PT)

O termo “tecnologia” aparece 43 vezes no plano de governo da coligação PT-PCdoB-PROS, antes representada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, agora, por Fernando Haddad. Na maioria dos casos, o termo é usado para enfatizar o investimento em outros setores, como saúde, educação e segurança.

Há, porém, um capítulo inteiro do plano de governo dedicado especificamente a investimentos em ciência, tecnologia e inovação. São quatro pontos em destaque, começando pela proposta de remontagem do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

A iniciativa, segundo Haddad, “deve associar universidades e centros de excelência em pesquisas públicas e privadas, capazes de operar em redes colaborativas e em coordenação com a estruturação de ecossistemas de inovação em áreas estratégicas (como manufatura avançada, biotecnologia, nanotecnologia, fármacos, energia e defesa nacional)”.

O candidato também propõe a recomposição e a ampliação do Sistema Nacional de Fomento de Ciência, Tecnologia e Inovação. “Os orçamentos das agências de fomento federais, destacadamente os do CNPq e da CAPES serão recuperados e ampliados a partir dos patamares mais elevados alcançados nos governos Lula e Dilma”, diz.

Haddad também sugere liberar progressivamente os recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operado pela FINEP. O fundo também será ampliado captando recursos do Fundo Social do Pré-Sal, o candidato promete caso seja eleito.

Além disso, o Haddad propõe recriar o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que, durante o governo Temer, foi mesclado ao Ministério das Comunicações. Por fim, Haddad promete ampliar os investimentos no setor até atingir 2% do PIB em 2030 – “patamar necessário para garantir a nossa competitividade internacional face às mudanças nos paradigmas tecnológico-produtivos em curso no mundo”, descreve o texto.

Ciro Gomes (PDT)

O documento que a coligação PDT-Avante, do candidato Ciro Gomes, apresentou ao TSE detalhando o plano de governo do presidenciável dedica três páginas à ciência, tecnologia e inovação. Nelas, estão listadas 10 medidas que Ciro pretende tomar, se for eleito, em relação ao setor.

Algumas destas medidas não estão detalhadas, como “fortalecimento do CNPq e de suas instituições de pesquisa” e “estímulo à produção de conhecimento aplicado ao desenvolvimento tecnológico”, por exemplo. Mas outras são um pouco mais concretas.

O candidato propõe, por exemplo, elaborar um “plano nacional de ciência e tecnologia, de forma a evitar iniciativas sobrepostas e ações antagônicas, maximizando o uso de recursos e alinhando os setores público e privado”.

Ciro Gomes também sugere estimular a contratação de pessoas com doutorado pelo setor privado, “facultando o pagamento de bolsas por períodos probatórios de até 4 anos. Com isso, as empresas se iniciam na pesquisa e aumentam o seu vínculo com as universidades”.

Sobre o direcionamento de recursos públicos, Ciro Gomes diz que seu eventual governo daria prioridade a investimento em energia (“trata-se de um segmento chave para o desenvolvimento dos demais setores”) e indústria 4.0 (“o Estado tem a obrigação de apoiar as empresas de base produtiva que buscam promover esse tipo de inovação”).

O texto também fala em startups. Ciro Gomes propõe usar recursos do BNDES e do FINEP para financiar incubadoras públicas, em universidades ou outras instituições, como forma de incentivar pequenas empresas da área de tecnologia.

O plano de governo também propõe a “desburocratização dos processos de importação de insumos e equipamentos direcionados à pesquisa”, além da “redução de entraves burocráticos e melhoria da segurança jurídica em relação à produção conjunta da propriedade intelectual entre universidades e empresas e a sua exploração comercial por empresas”.

Marina Silva (Rede)

A coligação Rede-PV apresentou ao TSE um plano de governo de 24 páginas, das quais uma é dedicada às propostas para a área de ciência, tecnologia e inovação de Marina Silva. “Nosso governo parte da concepção geral de que os recursos para a CT&I são investimentos, não gastos, e precisam ter tratamento diferenciado, com imunidade a contingenciamento como manda a lei”, diz a candidata.

Uma das propostas é recriar o Ministério da Ciência e Tecnologia, que, no governo Temer, foi mesclado ao Ministério das Comunicações. Marina também propõe criar uma “Estratégia Nacional de CT&I”, cuja meta será a de elevar os investimentos no setor até chegar a 2% do PIB até 2022.

“Nosso ambiente de negócios é adverso e pouco propício à inovação e à adoção de novas tecnologias”, diz Marina. “Nossas propostas para reverter esse quadro incluem a eliminação das barreiras tarifárias e não tarifárias, para a importação de equipamentos, materiais, insumos e serviços, utilizados em pesquisa, desenvolvimento e inovação.”

A candidata também sugere aperfeiçoar mecanismos para manter cientistas estrangeiros e qualificados no Brasil, reorientar as linhas de crédito do BNDES para o financiamento de inovação e reforçar a colaboração entre universidades e empresas privadas.

Geraldo Alckmin (PSDB)

A maior coligação na disputa presidencial, que une os partidos PSDB, PP, PTB, PSD, SD, PRB, DEM, PPS e PR pelo nome de Geraldo Alckmin, apresentou ao TSE um plano de governo de nove páginas. As propostas não estão divididas por setor, mas pelas palavras “indignação”, “solidariedade” e “esperança”.

Na primeira parte, não há menção à tecnologia. Na segunda, Alckmin propõe a digitalização de dados médicos, “a implantação de um cadastro único de todos os usuários do SUS e a criação de um prontuário eletrônico com o histórico médico de cada paciente”, que, segundo ele, “são passos fundamentais para melhorar a qualidade do atendimento na saúde e combater desperdícios”.

Na terceira parte, há propostas específicas para o setor de inovação. “Fortaleceremos o ensino técnico e tecnológico, qualificando os jovens para atuar na nova economia”, diz o texto. “Vamos estimular as parcerias entre universidades, empresas e empreendedores para transformar a pesquisa, a ciência, a tecnologia e o conhecimento aplicado em vetores do aumento de produtividade e da competitividade do Brasil.”

Alckmin também fala em promover “o desenvolvimento da indústria 4.0, da economia criativa e da indústria do conhecimento, fomentando o empreendedorismo em áreas de inovação, da cultura, do turismo e, especialmente, em áreas onde já somos líderes, como a agroindústria”.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

Cantora Angela Maria morre aos 89 anos!!

Uma das rainhas do rádio, a cantora Angela Maria morreu no fim da noite desse sábado (29/9). A artista de 89 anos estava internada há mais de um mês no Hospital Sancta Maggiore, em São Paulo, com uma grave infecção. A cantora será velada e sepultada neste domingo (30) no Cemitério Congonhas, na zona Sul da capital paulista.

O marido dela, o empresário Daniel D’Angelo, divulgou um vídeo emocionado no Facebook falando sobre a morte da cantora, principalmente sobre 34 dias de sofrimento na internação.

 

 

Ele aparece nas imagens ao lado de Alexandre, um dos filhos adotivos do casal, e de outro rapaz. “É com meu coração partido que eu comunico a vocês que a minha Abelim Maria da Cunha, e a nossa Angela Maria, partiu, foi morar com Jesus”, lamentou.

Aguarde mais informações

A tecnologia que PODERIA ter salvado o Museu Nacional

A maior parte dos brasileiros nunca tinha pisado no Museu Nacional. E, agora, depois do incêndio, mesmo que algum dia a instituição reabra as portas, o acervo que o transformava num dos museus mais importantes do país e até do mundo não estará mais lá. O mais grave da história talvez seja o fato de que já existem soluções para combater incêndios como esse – de modo rápido, eficiente e que acabaria por salvar o patrimônio que se perdeu. O melhor exemplo vem dos sistemas hoje usados nos datacenters – inclusive no Brasil.

No dia do incêndio do Museu Nacional, não havia água nos hidrantes. E, mesmo que houvesse, encharcar os ambientes com água poderia ter diminuído o desastre causado pelo fogo, mas haveria danos causados pela água. Claro que poderiam ser menores – mas, todo mundo já sabe hoje em dia que a água não é a melhor resposta para situações como essa.

Nos datacenters, esses aglomerados de inúmeros servidores por onde passa boa parte da nossa vida digital, o problema é parecido. Imagine um incêndio aqui. Se você jogar água em tudo, pode controlar as chamas, mas corre o risco de danificar os computadores. O prejuízo físico pode ser menor, mas as perdas de dados podem ser igualmente catastróficas.

Mas, nenhuma empresa séria trabalha com essa ideia de combater um eventual incêndio com mangueiras de água. A solução moderna está no uso de gases.

Faz toda lógica. Para ter fogo, você precisa de 3 elementos: algo que sirva de combustível. Algo que inicie uma chama e oxigênio. Não combustão sem oxigênio. Então, nos sistemas modernos, o que se faz é usar gases que conseguem diminuir a quantidade oxigênio no ambiente, de modo que não haja suficiente para que o fogo continue a se propagar. O heptafluoropropane, que é conhecido comercialmente como FM-200 é um dos mais usados. Ele consegue reduzir a quantidade de oxigênio no ambiente para níveis que tornam impossível a propagação das chamas. Qualquer foco de incêndio é eliminado rapidamente. A operação é rápida e precisa.

Voltando ao caso do Museu Nacional, o que mais chama a atenção é a instalação de um sistema similar custaria algo em torno de 1 milhão de reais… uma quantia relativamente pequena, se formos fazer as contas em relação ao acervo de valor incalculável que se perdeu.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

O futuro dos carros elétricos direto do Vale do Silício

Em alguns momentos, já dá para tirar as mãos do volante com certa segurança. Os pés podem descansar; o carro acelera e freia sozinho dependendo da velocidade do veículo que vai à sua frente. Mas nada de tirar os olhos da pista. Ainda estamos um pouco longe do dia em que o ser humano vai ser definitivamente dispensável atrás do volante, mas o caminho é este – o futuro é dos autônomos. Autônomos e, ao que tudo indica, elétricos…

Estamos na Califórnia, onde o futuro da mobilidade urbana já começou a ser traçado. Por aqui, com a missão de acelerar o desenvolvimento tecnológico e encontrar respostas para tantas questões que envolvem substituir o motorista humano por veículos robóticos, um ecossistema de empresas de diversas partes do mundo se reuniu na região do Vale do Silício, berço internacional de inovação e tecnologia. A máxima é: aplicar recursos tecnológicos e muita inteligência para que os carros, sozinhos, possam tornar o trânsito mais seguro, eficiente e sustentável nos quatro cantos do mundo.

Nós tivemos a oportunidade de experimentar este novo elétrico pelas ruas de San Francisco. Além do silêncio ao dirigir, para o motorista, pouca coisa o diferencia de um carro a combustão de alto padrão. Mas o que chamou mesmo nossa atenção foram as tecnologias embarcadas no modelo que, de alguma forma, já dão certa autonomia ao carro.

Com quatro câmeras ao seu redor e diversos sensores, o veículo tem piloto automático adaptativo. Sem a intervenção do motorista, acelera e freia de acordo com a velocidade do carro que vai à sua frente. Mais legal e surpreendente é o novo sistema de reconhecimento de faixas de rolagem. Quando ativo, permite, ainda que por poucos segundos, tirar as mãos do volante com alguma segurança; inclusive em curvas e a mais de 80 quilômetros por hora.

Para permitir esse nível de auxílio à condução, os sensores, câmeras e radares evoluíram bastante nos últimos anos. E, no futuro, combinados com algoritmos inteligentes, são esses instrumentos que vão servir como os “olhos” dos autônomos. Mas e se a gente pensar em, por exemplo, tirar um cochilo enquanto formos conduzidos, será que esses sensores já estão mesmo prontos?!

O preço dos sensores não é problema para este universo de empresas que pesquisa e desenvolve os primeiros passos dos autônomos. Mas para construir veículos acessíveis comerciais, esses sensores ainda não estão disponíveis. Este é só um dos desafios dos autônomos. Afinal, mais do que isso, como integrá-los na sociedade e não levar uma eternidade para isso? Não dá para simplesmente adaptar ou mudar tudo, construir novas estradas, novas cidades; impossível. Ou seja, os autônomos vão ter que, de alguma forma, se encaixar na nossa realidade. Isso não vai demorar e cada empresa tem sua visão da melhor forma para que essa seja uma convivência sadia.

Essa montadora japonesa reuniu cientistas e engenheiros no seu centro internacional de pesquisa no Vale do Silício. Em uma parceria com a agência espacial norte americana, a Nasa, a grande aposta da marca para o futuro  dos autônomos está na operação remota…a distância.

O projeto promete combinar inteligência artificial com intervenção humana. A iniciativa vai permitir que veículos autônomos tomem decisões em situações imprevisíveis a partir de comandos de seres humanos em grandes centrais de controles e, através da conectividade e inteligência artificial, repasse o comando para outros veículos robóticos. Imagine, por exemplo, quando um carro autônomo tiver que desviar de um bloqueio. O primeiro que encontrar o obstáculo receberá o comando da central e, consequentemente, todos os outros “aprenderão” com a ação.

A princípio, a ideia é que cada operador seja responsável por cinco veículos autônomos nas ruas. Mas, com o passar do tempo e o aprendizado das máquinas, esse número pode chegar a 100 veículos robôs por ser humano.

Fonte: Olhar Digital :: Olhar Digital Geral

ASSALTO E TIROS EM CAMPO GRANDE!! CUIDADO!!

Por volta da 1:30 da manhã desse domingo (30) Houve um assalto na Avenida Cesário de Mello , em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro

O assalto ocorreu na altura do Instituto Ana Gonzaga, Sentido Santa Cruz!!

Dois homens numa moto, anunciaram  o assalto e roubaram um Siena preto de uma familia que voltava de uma festa em Campo Grande.

Os meliantes alem de roubar o carro da vitima, roubou celulares e dinheiro, ao termino do assalto, eles efeturam dois tiros para asssustar a familia!!!

Um dos meliantes assumu a direção do carro e fugiu em direção do Bairro de Santa Cruz